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Catálogo de obras de Isabel Soveral, compositora natural do Porto
Catálogos

Isabel Soveral, composição

LISTA DE OBRAS

Compositora e Professora de Composição, Teoria e Análise Musical no Departamento de Comunicação e Arte da Universidade de Aveiro, Isabel Soveral nasceu no Porto, Portugal.

Estudou com os compositores Jorge Peixinho e Joly Braga Santos. Em 1988 ingressou na Universidade Estadual de Nova Iorque em Stony Brook, onde estudou sobre a orientação dos compositores Daria Semegen e Bulent Arel. Tem partituras editadas pelas editoras Musicoteca, Fermata e Cecilia Honegger. Tem vários obras em CD pelas editoras: Portugalsom e Strauss, EMI Classics, Nova Música, Capella, Deux-Elles e Numérica. A sua música tem sido apresentada em cerca de 20 países.

Do seu catálogo destacam-se:

‘Quarteto’ – 1984. Estreada nos Encontros Gulbenkian de Música Contemporânea, Lisboa.

‘Fragmentos’ – 1985. Estreada no Festival – Dias de Música Contemporânea de Vigo e seleccionada para representar parcialmente Portugal no Festival Internacional de Música Contemporânea FOCUS, Nova Iorque.

‘Contornos I’ – 1987. Premiada no Concurso “Exposisom” JMP e seleccionada para a representação portuguesa no festival “The 1998 ISCM-ACL World Music Days”, Hong Kong.

‘…Un soir j’ai assis la Beauté sur mes genoux – Et je l’ai trouvée amère’ – 1998, para grupo de câmara, encomenda da Culturgest, estreada no concerto de homenagem a Bertolt Brecht intitulada “Os Sete Pecados Capitais”.

‘Inscriptions sur une Peinture’ – 1998, para orquestra de câmara, encomenda do Teatro Nacional S. Carlos, estreada pelo grupo Klangforum em Novembro de 1998 no Festival “Wien Modern”, Áustria.

Ciclo ‘Anamorphoses’ – 1993-2002:

‘Anamorphoses III’, violino e electrónica, estreada por José Machado nos Encontros de Música Contemporânea de Lisboa, 1995; interpretada por David Alberman no festival Tage für Neue Musik, Zürich, 1999;

‘Anamorphoses VII’ – 2002, para orquestra de câmara, encomenda da Casa da Música, estreada no Teatro Rivoli em Dezembro de 2003 pelo Remix Ensemble sob a direcção de Frank Ollu.

Ciclo ‘Mémoires d’Automne’ – 1999-2003:

‘Image I’, para marimba solo, estreada no concerto/entrevista monográfico no âmbito do ciclo “Compositores Portugueses”, Teatro Nacional de S. Carlos, 2000;

‘Trama’ – 2006. Encomenda do Grupo de Música Contemporânea de Lisboa;

‘Paradeisoi’ – 2007. Obra para orquestra, encomenda da Fundação Calouste Gulbenkian.

Ciclo ‘Le Navigateur du Soleil Incandescent’ – 2005-2009:

‘première lettre’, viola de arco e piano, encomendada pelo Festival da Póvoa do Varzim (2005);

‘deuxième lettre’, contra-tenor, coro e orquestra, encomenda Fundação Calouste Gulbenkian (2006);

‘troisième letre’, voz solista, orquestra e electrónica (obra em elaboração);

‘quatrième letre’, grupo de Câmara, encomenda da Miso Music (2010).

‘Ciclo Shakespeare’, – 2007-2009:

‘Since Brass nor stone…’, para soprano e electrónica (2007); –

‘…Why write I still all one, ever the same, and keep invention in a noted weed,…’ (obra em elaboração).

https://www.meloteca.com/wp-content/uploads/2020/07/isabel-soveral-composicao-porto.jpg 400 400 António Ferreira https://www.meloteca.com/wp-content/uploads/2018/03/Logomarca-MELOTECA-300x86.jpg António Ferreira2020-07-31 18:37:002021-06-23 18:44:15Isabel Soveral, composição
Órgão construído por D. Francisco António Solha/Sá Couto c. 1765, restaurado pela Oficina e Escola de Organaria, em 2010, opus 55.
Organologia

Critérios para restauro de órgãos

Critérios para restauro de órgãos históricos

[ Harald Vogel ]

ÍNDICE

1. Restauro para o estado primitivo

a) Reparação (Remontagem) – existindo o estado primitivo
b) Reconstrução – existindo muitas peças originais
c) Reconstrução – existindo algumas ou muito poucas peças originais

2. Restauro para um estado histórico consolidado (“Gewachsener Zustand”)

a) Reparação (Remontagem) – sem introduzir alterações
b) Reparação e reconstrução – eliminando peças posteriormente introduzidas de diferentes “Tecnologias”

3. Restauro para outro estado posterior

a) segundo o estilo e técnicas do construtor ou sua escola
b) segundo um estilo e técnicas diferentes
c) mistura de a) e b)

4. Re-Restauro

a) eliminando elementos de restauros anteriores, depois de provado que estes foram um erro de decisão ou de interpretação
b) eliminação de modernizações e acrescentos não adequados

5. Alteração ou substituição de peças históricas por motivos técnicos

a) someiros
b) tracção de registos
c) sistema de vento
d) tracção das notas e consola
e) tubaria

6. Aumentos devidos a razões práticas

a) disposição
b) teclados e sua extensão
c) afinação

Critérios para restauros de órgãos históricos

1.a) É muito raro encontrar órgãos no seu estado primitivo. Trata-se, normalmente, de pequenos instrumentos que, durante muito tempo, não foram utilizados. Do século XIX chegaram até nós alguns instrumentos de maiores proporções. O restauro para o estado primitivo de órgãos não mecânicos também é necessário e cada vez menos é posto em questão. Muitos órgãos ingleses vindos de Igrejas que já não se utilizam, são remontados em diversos locais do Continente (Remontagem) e portanto na sua forma original. O restauro para o estado primitivo, existindo (quase) toda a substância original é dos casos que apresentam menos problemas. Os pressupostos para o planeamento e execução destes restauros são a utilização das técnicas e estética tímbrica originais.

1.b) Existindo grande parte das peças originais, é normalmente optado por uma reconstrução das peças que foram introduzidas substituindo as originais. Exemplo: O órgão Compenius no Schloss Frederiksborg na Dinamarca. No último século, num pequeno restauro (Mads Kjersgaard) foram feitas algumas alterações que no último restauro foram anuladas – Sistema de Vento e partes para afinar os tubos abertos de madeira.

Em principio, as alterações ao estado primitivo que são de grande qualidade, devem-se deixar. Exemplo: Órgão Schnitger em Cappel, que recebeu um temperamento igual quando foi mudado de Hamburg para Cappel, em 1816. A tubaria (com os tubos tapados soldados e os abertos cortados à altura) teria sofrido bastante se no último restauro se se tivesse optado por uma afinação mesotónica (pura ou modificada).

Em tubaria que foi posteriormente toda ou quase toda cortada (em vista a obter outro temperamento ou altura de lá) é de aconselhar o alongamento para o comprimento original já que assim se vai reestabelecer as proporções dos tubos que o construtor realizou. Exemplo: O órgão Schnitger em St. Jakobi – Hamburg. Esta medida é porém problemática se a intonação está muito bem conservada. Um alongamento em regra geral pode levantar problemas na qualidade sonora. Exemplo: Gimont (Toulouse).

A reconstrução, existindo muitas peças originais, é por vezes problemática, já que esta obriga por vezes à perda de material primitivo. Por isso, será de pensar numa solução 2 a).

l.c) É um paradoxo, mas a reconstrução completa de um órgão para o seu estado primitivo é mais fácil do que uma reconstrução parcial em que só existem algumas vestígios. Os pressupostos são neste caso o conhecimento global das técnicas de construção e da estética {imbrica do construtor. Exemplo: o órgão Schnitger em St. Ludgeri – Norden. Neste órgão, a consola foi renovada de uma forma inadequada em restauros no inicio deste século. O termo inadequado significa que o que era pressuposto pelos factos e peças históricas não foi realizado, faltando também um estudo próprio da época dos restauros. Em Norden, a tubaria foi no século passado “deslocada” de alguns meios-tons, e por isso teve que ser novamente alongada. Devido a este facto foi possível equacionar o problema do temperamento, e foi optado por uma afinação mesotónica modificada. No caso de Cappel, não havia estes dados para procedimento idêntico. A reconstrução dos teclados com a extensão original resultou da extensão imposta pelos someiros originais de Schnitger e pelo facto de não existirem peças dos teclados do séc. XVIII ou XIX.

É relativamente pouco problemático a construção de um órgão num determinado estado histórico, quando existe muito pouca substância primitiva, como por exemplo a caixa de um órgão. Neste caso, não existem conflitos entre o desejo de uma utilização musical no espírito estético da época de construção e a existência de peças históricas valiosas não-primitivas.

2.a) Muitos instrumentos históricos sofreram alterações em tempos posteriores, que hoje já podem ser consideradas de carácter histórico. Nas primeiras décadas deste século com o Movimento para Recuperação de Instrumentos Históricos, foram eliminadas, sem pensar em consequências, algumas alterações posteriores de forma a recuperar um fictício estado “primitivo”. A este purismo estava ligado um conhecimento insuficiente da questão e, por isso, houve perdas irreparáveis de material histórico. Nas últimas décadas, foi cada vez mais tido em conta que a substituição de peças não primitivas só é discutida se o estado primitivo puder ser reconstruído sem dúvida alguma. Em caso de dúvida, deve-se manter o estado histórico consolidado.

O restauro de um estado histórico consolidado é por vezes a solução mais fácil para a conservação histórica. A vantagem é que não é necessário perder material histórico. Além disso, fica o caminho livre para uma reconstrução futura quando houver mais e melhores conhecimentos. Exemplo: o órgão Schnitger de A-Kerk em Groningen. que depois do restauro da Igreja em 1990 foi novamente montado sem alterações (Remontagem).

2.b) No caso de um estado histórico consolidado, não se pode dar o mesmo valor às peças das diferentes épocas. A fronteira entre o aceitar e o não aceitar as peças históricas é dada quando as mesmas deixam de ser feitas com a mesma tecnologia. Esta fronteira é particularmente evidente quando há tracções não mecânicas em órgãos mecânicos! As excepções são, neste caso, secções de um órgão separadas, como por exemplo um Pedal com tracção pneumática que não tenha nenhuma influência nas funções mecânicas e tímbricas de um instrumento.

3.a) Em bastantes instrumentos históricos houve algumas alterações logo desde início (aumento da disposição ou da extensão dos teclados). O restauro para este estado aumentado ao estilo do construtor não apresenta normalmente grandes problemas, já que também os detalhes apresentam grandes semelhanças com o estado primitivo. Exemplo: o órgão Schnitger em Noordbroek (Prov. de Groningen), que até inícios do séc. XX sofreu alterações e aumentos na tradição de Schnitger. No restauro que já está planeado será conservado este estado histórico consolidado.

3.b) Quando as alterações introduzidas posteriormente não são feitas com as técnicas originais e divergem das tecnologias primitivas, a decisão e mais difícil. Aqui, e a qualidade das alterações que deve ser examinada e só depois decidido por uma comissão de peritos qual será o plano de restauro.

3.c) Em grandes instrumentos históricos, é difícil encontrar a decisão de qual será o estado a recuperar através do restauro. Por vezes, há a necessidade de tomar atitudes pragmáticas, e de ter em consideração as diversas épocas representadas no órgão. Exemplo: o órgão Schnitger na Martini-Kerk em Groningen, no qual, com base no projecto e someiros de Arp e Franz Gaspar Schnitger, a tubaria do séc. XVIII e XIX foi conservada. Neste caso, foram retiradas outras alterações de 1939 (como por exemplo a tracção eléctrica) – cf. 2.b) e 4.b).

4.a) Os restauros de meados do séc. XX fizeram por vezes trabalhos errados (redução da pressão de vento ou da altura de boca). Além disso, foram utilizados materiais inadequados. Por isso, nas duas últimas décadas foram muitos órgãos com valor histórico novamente restaurados, com os pressupostos de melhores conhecimentos históricos, uso de materiais e tecnologias do organeiro construtor e a tomada em consideração da estética tímbrica. Exemplo: o órgão Schnitger em Lüdingwörth.

4.b) No esforço de restauros do início do séc. XX foram frequentemente aumentadas as extensões dos teclados (com someiros adicionais), e as secções mais distantes foram equipadas com tracção eléctrica ou pneumática. Por vezes, também se colocou a consola noutro local. Hoje pertence ao bom senso que estas alterações deverão ser retiradas.

5.a) Devido aos aquecimentos que hoje existem nas Igrejas, os someiros estão sujeitos a situações climatéricas mais difíceis do que antigamente. Por este motivo, são usadas algumas medidas preventivas: tiras de cabedal na zona das tampas (“Spunde”), anéis de cabedal na zona das réguas, e juntas não coladas. Por princípio, só será usada madeira maciça e será prescindido o uso de madeira contraplacada e materiais sintéticos. Neste caso, poderá ser usada a experiência de organeiros norte-americanos que, desde o final dos anos 60, têm construído da forma tradicional com madeira maciça apesar das difíceis condições climatéricas (John Brombaugh )

5.b) Hoje os padrões para uma tracção de registos segura fácil de manejar são relativamente altos. Isto é válido especialmente para os órgãos construídos em técnica norte-europeia que, em comparação com a sul-europeia, apresenta someiros largos e com réguas compridas. E certo que a tracção de registos antigamente não era tão leve como hoje é desejado. Além disso, hoje, os instrumentos são por semana mais vezes tocados do que antigamente. Um constante curso da régua é também um pressuposto para que a afinação se mantenha. A montagem de ajudas de registação, mesmo no caso de uma reconstrução, é de desaconselhar.

5.c) No restauro de órgãos históricos, a reconstrução do sistema de vento é das coisas mais complexas. Os poucos instrumentos que ainda possuem o sistema de vento primitivo, mostram- nos uma “flexibilidade” tão grande de vento, que por vezes nos é difícil aceitá-la. É ponto assente que um sistema de vento original não pode ser alterado. Se necessário, poderá ser montado um novo sistema de vento. Exemplo: o órgão Schnitger em Hamburg-Neuenfelde. Em muitos casos são montados foles para estabilização do vento. Nesse caso deverá poder-se desligar os mesmos. Exemplo: O órgão Treutmann em Grauhof (Goslar).

5.d) Ainda existem bastantes órgãos com a tracção mecânica primitiva. O problema que aqui surge é o aparecimento de ruídos, o que não acontece em órgãos modernos. Este ruído pode ser substancialmente reduzido através de uma técnica ao tocar, que consiste em manter os dedos próximos das teclas. Na minha longa actividade pedagógica pude verificar que quer com amadores (jovens e adultos no programa de formação musical de Igreja Evangélica Reformada), quer com profissionais (meus alunos nas escolas superiores ), esta aspecto técnico da forma de tocar pode ser aprendido em pouco tempo. Pressuposto é que os organistas permaneçam dentro das suas capacidades quanto às peças a escolher.

O uso de feltros ou outros tecidos na tracção para evitar ruídos é de desaconselhar, porque a sensibilidade do contacto entre a tecla e válvula vai ser alterada para pior. A adaptação da forma de tocar às tracções mecânicas muito sensíveis não é assim tão difícil.

O hábito com outros formas de teclados (como o da oitava curta) exige um pouco mais de treino. Em Ostfriesland, já há mais de duas décadas que órgãos com oitava curta são tocados por organistas locais sem grande dificuldade.

5.e) Um trabalho adequado com a tubaria exige do organeiro que executa o trabalho o uso das técnicas usadas primitivamente. Um dos grandes pressupostos para o restauro de tubos é a possibilidade de construção dos mesmos na própria oficina. Desta forma, poderá o organeiro ganhar experiência de como a construção e a intonação de tubos dependem uma da outra. Alguns tubos antigos são muito finos e exigem por isso um tratamento muito cuidadoso. Em casos extremos, os tubos de fachada só têm um ataque satisfatório, quando são revestidos com uma folha de estanho como primitivamente. Exemplo: o órgão Müller em Klein Midlum (Ostfriesland). Em alguns casos os tubos de madeira comidos por bichos terão que ser substituídos por outros feitos da mesma forma.

6.a) Em tempos passados, o aumento da disposição em órgãos históricos já causou grandes estragos. Só com uma separação total de secções se poderá pensar num aumento, como por exemplo um pedal em separado. Exemplo: o órgão Grotian em Pilsum (Ostfnesland), onde está planeado, após o restauro de 1991, um Pedal suplementar para o órgão de 2 manuais de 1694.

6.b) Também o aumento dos teclados no passado conduziu a grandes problemas. Também aqui só a montagem em separado das notas a aumentar poderá ser posta em questão. Exemplo: o órgão Schnitger em Hamburg-St. Jakobi, onde o Ré sustenido do Pedal foi introduzido no último restauro.

6.c) A utilização de temperamentos antigos é um problema delicado, no restauro de órgãos históricos. Nas últimas duas décadas tanto no órgão como na prática de música antiga houve um mudança de pensar e de hábitos auditivos. É óbvio que, havendo documentos escritos ou sendo possível encontrar sem dúvidas a afinação dos tubos existentes, esta terá que ser novamente usada. Onde isto não for possível, dever-se-á orientar pelas tradições do tempo do construtor. Aqui surgem conflitos entre a possibilidade de executar diversos reportórios e as limitações de um temperamento antigo. Esta contradição é, em princípio, irresolúvel, e necessita para cada caso de uma decisão difícil. Também aqui, esta decisão não deverá cair sobre os ombros de um único perito, que talvez tenda para o seu gosto pessoal, mas deverá ser decidida por um grémio de peritos.

A altura da afinação que, em meados do séc. XX foi alvo de muita discussão e alterações, é hoje de forma geral aceite na sua forma primitiva.

O gosto pessoal subjectivo de organistas, organeiros e peritos não deve ser determinante para os critérios de restauro de órgãos históricos. Por outro lado, não podemos esquecer que podem surgir conflitos entre o uso actual e a forma primitiva de um órgão. Estes conflitos surgem frequentemente na questão do temperamento e do sistema de vento. E necessário que os compromissos 5 . a) – e) e 6 . a) – c) sejam nomeados.

Na prática de restauros há um desenvolvimento dinâmico em toda a Europa, no qual se observa uma elevação do nível de conhecimentos históricos, do nível da qualidade dos trabalhos de organeiros e de uma maior compreensão da estética tímbrica.

Órgão construído por D. Francisco António Solha/Sá Couto c. 1765, restaurado pela Oficina e Escola de Organaria, em 2010, opus 55.

Órgão Francisco António Solha/Sá Couto c. 1765, restaurado pela Oficina e Escola de Organaria, em 2010.

https://www.meloteca.com/wp-content/uploads/2020/07/amarante-sao-goncalo-orgao-carranca.jpg 400 400 António Ferreira https://www.meloteca.com/wp-content/uploads/2018/03/Logomarca-MELOTECA-300x86.jpg António Ferreira2020-07-23 14:48:312021-06-23 18:44:24Critérios para restauro de órgãos
Carolina Leote Godinho, compositora
Catálogos

Carolina Leote Godinho

SINOPSE BIOGRÁFICA

No final de 2018, Carolina Leote Godinho concluiu o Mestrado em Composição de Bandas Sonoras e Música para Meios Audiovisuais, pela Escola Superior de Música de Catalunya, Barcelona, sob a tutoria de Arnau Bataller, Bernat Vivancos e Lluís Vergés. Estreou-se no mundo do cinema, tendo composto a banda sonora original da curta-metragem espanhola “En Tu Piel” (que foi também o Projeto Final do seu Mestrado), interpretada pela Orquestra Sinfónica de Bratislava e gravada na Slovak Radio, em Bratislava.

LISTA DE OBRAS

Data. Título. Instrumentação. Duração. Outros.

2010

(20)10 Estrelas – Violino, Guitarra Clássica, Piano, Baixo Elétrico, Sintetizador, Bongos e Bateria – 2’15’’;

2011

Guitar’s Game – Quarteto de Guitarras – 2’40’’;

Abraço de Outono – Violino e Piano – 3’00’’;

Along The Scarp – Quarteto de Violoncelos e Bateria – 1’45’’;

2012

Tesouros Perdidos – Orquestra de Cordas e Piano. – 3’30’’;

2013

Until The End – 3 Guitarras Elétricas, 2 Violinos, Trompete, Acordeão, Baixo elétrico e Bateria – 3’05’’;

Achille (Prelúdio) – Piano – 3’00’’;

Music Is Life – Flauta, Violino, Viola, 2 Violoncelos e Bateria – 2’55’’;

Instrumental Rock – 2 Guitarras Elétricas, Baixo Elétrico e Bateria – 2’05’’;

Uma Gota no Oceano – Flauta, Violino, Violoncelo, Guitarra Acústica e Piano – 4’30’’;

Stupid Things – 2 Guitarras Elétricas, 1 Guitarra Clássica, 2 Violinos, Piano, Baixo Elétrico e Bateria – 2’55’’;

Follow Your Dreams – 4 Guitarras Elétricas, Piano e Bateria – 1’40’’;

Cravos ao Rubro – Voz, Piano, Violino e 2 Violoncelos – 2’45’’;

Passarinhos (Birds) – Piano – 1’55’’;

2014

A Tua Missão – Vozes Mistas, 3 Guitarras Semi-acústicas, Bandolim, Baixo Elétrico, Sintetizadores, Cajón e Prato suspenso. – 3’40’’.
Canção vencedora do IV FESCUT Algarve (Festival de Música Escutista), Hino do XII ACAREG Algarve 2014.
Gravação e mistura por: Carlos Martins;

2015

Ave Maria – Coro Misto a cappella – 2’30’’;

2016

On Uncertain Road – Orquestra Sinfónica – 2’05’’;

Saudade – Piano – 1’25’’;

Valsa à Beira-Rio – Piano – 2’10’’.
Gravação em: Rádio Varna, Bulgária. Piano: Dimiter Fournadgiev;

Sangue Latino – Flauta, Clarinete, Marimba, Guitarra Clássica, Acordeão, Piano, Violino, Violoncelo e Contrabaixo. – 1’40’’.
Gravação em: Rádio Varna, Bulgária. Direção por: Derek Gleeson;

Sonhos – Orquestra de Cordas, Piano e Harpa – 1’40’’.
Gravação em: Rádio Varna, Bulgária. Varna Symphonic Orchestra, dirigida por Derek Gleeson;

Disequilibrium – Orquestra Sinfónica – 2’35’’.
Gravação em: Rádio Varna, Bulgária. Varna Symphonic Orchestra, dirigida por Derek Gleeson;

A Game’s Original Theme – Flauta, Clarinete, Saxofone soprano, Acordeão, Piano, Marimba, Egg shaker, Violino e Violoncelo. – 1’20’’.
Gravação e mistura em: Escola Superior de Música de Lisboa, em Janeiro de 2017.
Intérpretes: Rita Cordeiro, André Vieira, Raquel Pais da Silva, Dinis Oliveira, Inês Nunes, Francisco Cipriano, Rodrigo Azevedo, Valéria Magalhães e Carlos Soares;

2017

Journey to Strange Land (Viagem à Terra Estranha) – Flauta, Bass Drum, Bongos, Ocean Drum, Prato Suspenso, Shaker, Piano, Guitarra Clássica, Coro Misto, Orquestra de Cordas – 2’00’’;

A Fuga dos Malditos – 2 Flautas, 2 Trompas, Trombone, Vibrafone, Piano ou Sintetizador, Órgão de tubos (ou sintetizador com som correspondente), Percussão (tímpanos, taiko drum e prato suspenso), Soprano solista, Coro misto, Violino solo, Contrabaixo de jazz e Orquestra de Cordas – 1’25’’;

Hide and Shoot – Flauta, Piccolo, 2 Oboés, 2 Clarinetes, 4 Trompas, 2 Trompetes, 2 Trombones, Tuba, Tímpanos, Orquestra de Cordas, Guitarra Elétrica, Sintetizadores e Bateria – 1’05’’;

Into Uncharted Territory – Flauta, 4 Trompas, 2 Trompetes, 2 Trombones, Tuba, Tímpanos, Celesta, Piano, Coro masculino, Orquestra de Cordas, Contrabaixo solo, Sintetizadores e Bateria – 0’50’’;

A Nossa Casa – Vozes mistas, Quinteto de Cordas, Piano, Sintetizador, 2 Guitarras Elétricas, Baixo Elétrico e Bateria – 3’40’’;

Adrenalina – Clavinet, 2 Trompas, 2 Trompetes, Marimba, Orquestra de Cordas e Sintetizadores – 0’35’’;

Sinistro – Orquestra Sinfónica – 0’45’’;

2018

O Ultimato – 2 Trompas, 2 Trombones, Harpa, Piano, Violino, Violoncelo, Quinteto de Cordas, Guitarra Elétrica, Taiko Drum, Triângulo, Sintetizadores – 1’15’’;

Chegar e Partir – Piccolo, Flauta, Clarinete, Trompete, 4 Trompas, 2 Trombones, Piano, Harpa e Orquestra de Cordas – 3’15’’;

Superación Post-Trauma – 2 Flautas, Trompa, Coro misto a 8 vozes, Orquestra de Cordas, Sintetizadores e Eletrónica – 2’25’’;

Car Chase – Orquestra Sinfónica, Sintetizadores e Eletrónica – 2’30’’;

The Anatomy of Crime Scenes – Sintetizadores e Eletrónica – 1’00’’;

Aventuras a Dois – Quinteto de Sopros – 0’55’’;

Where’s The G Spot (Semi-Hypnotic) – Acordeão, Violoncelo, Piano, Metalofone, Xilofone, Sintetizadores e Eletrónica – 1’10’’;

Inside The Brain – Piano, Acordeão, Marimba, Coro misto, Quinteto de cordas e Bateria – 0’35’’;

Divagacions Nocturnes – Coro misto e Voz feminina solista – 3’10’’;

Our Happy Ending – Quinteto de Sopros, Piano, Harpa, Orquestra de Cordas e Prato suspenso – 2’00’

Gravação em: Escola Superior de Música de Catalunya. Direção por: Álvaro Rodríguez Cabezas.
Intérpretes: Estela Córcoles, Maria José Meñiz, Amanda Rollón, Rafael Planelles, Oriol Guimerà;

En Tu Piel / Banda Sonora Original:
La Depilación – Orquestra Sinfónica – 0’39’’;

Intentar Dormir – Orquestra Sinfónica – 1’02’’;
Frente Al Espejo – Guitarra Clássica, Orquestra Sinfónica e Bateria – 1’50’’;
Multitasking – Guitarra Clássica, Orquestra Sinfónica e Bateria – 1’42’’;

La Sala de Espera – Orquestra Sinfónica – 0’52’’;

Gestionar Trabajo – Orquestra Sinfónica e Relógio Antigo de Sala – 1’15’’;

El Poder Del Água – Guitarra Elétrica, Piano, Baixo Elétrico e Bateria – 1’08’’;

Blanco O Negro – Guitarra Clássica, Relógio Antigo de Sala e Orquestra Sinfónica – 1’01’’;

En Tu Piel – Orquestra Sinfónica – 0’44’’;

Creditos – Piano, 2 Trompetes, 2 Trombones, Violino solo, Contrabaixo de jazz, Orquestra de Cordas e Bateria – 0’40’’;

En Tu Piel (Cara B)

Serias Amable? – Guitarra elétrica, orquestra sinfónica e bateria – 1’20’’;

Teniendo Inseguridades – Orquestra sinfónica e bateria elétrica – 0’55’’;

Distracciones – Orquestra sinfónica – 1’40’’;

Nebula (Nebulosa) – Piano, Guitarra Elétrica, Baixo Elétrico, Sintetizadores e Bateria – 2’10’’;

Somewhere in London

What about…? – Orquestra Sinfónica, Contrabaixo de Jazz e Bateria – 0’30’’;

London Landscape – Orquestra Sinfónica e Ensemble de Jazz (Piano, 2 Trompetes, 2 Trombones, Contrabaixo e Bateria) – 1’05’’;

Make It Five, Then – Orquestra Sinfónica e Ensemble de Jazz (Piano, 2 trompetes, 2 Trombones, Contrabaixo e Bateria) – 0’35’’;

2019

Beliefs – Piano preparado e Orquestra Sinfónica – 2’10’’;

2020

Gotas (Drops) – Flauta, Triângulo e Piano – 3’50’’;

Reconstrução (Reconstruction) – Piano, Sintetizadores e Coro misto com Oktavist – 2’40’’.

[ Lista de obras facultada por Carolina Leote Godinho e publicada na Meloteca a 15 de julho de 2020 ]

https://www.meloteca.com/wp-content/uploads/2020/07/carolina-leote-godinho-composicao.jpg 400 400 António Ferreira https://www.meloteca.com/wp-content/uploads/2018/03/Logomarca-MELOTECA-300x86.jpg António Ferreira2020-07-15 13:33:052021-06-23 18:44:40Carolina Leote Godinho
Órgão da Igreja de São Roque, Lisboa
Musacademia

Organoteca

Órgãos de Portugal

Inventário dos órgãos de tubos existentes em Portugal

Meloteca / Musorbis

Critérios para restauro de órgãos históricos

Por motivos de funcionalidade, com a reformulação do sítio da Meloteca, os conteúdos sobre património musical edificado ficaram para o Musorbis – um mundo de música – já lançado, na fase 1, dedicada aos órgãos de tubos.

Fruto da recolha feita ao longo de duas décadas, os conteúdos sobre órgãos de tubos terão formato mais apelativo. As presentes listas são apenas uma base para a organização dos instrumentos no sítio em construção, e vão contribuir para o intercâmbio informativo com municípios, paróquias, organistas, organeiros. São uma ferramenta para a inventariação completa dos órgãos existentes em Portugal. Vão dar esclarecimentos e fazer desambiguações. Embora procure dar informação rigorosa e exaustiva, a Organoteca não se destina a especialistas mas a todos os munícipes e cidadãos que se interessam pelo órgão e pelo património.

Se tem informação de um órgão de tubos que não aparece na lista respetiva, informe-nos para Meloteca@meloteca.com. Para a nova plataforma em construção já foram formatadas mais de 1300 fotografias, prontas a inserir.

A Meloteca/Musorbis agradece informação histórica e técnica e fotos de qualidade com:

  • enquadramento
  • fachada
  • consola
  • teclados manuais
  • pedaleira
  • pedais e pisantes
  • placa do organeiro
  • pormenores artísticos relevantes
  • edifício em que se encontram
  • quando for possível, fole e mecanismo, e perspetivas laterais.

Doravante, e sempre que possível as fotografias serão datadas, o que as vai valorizar enquanto documento. Envie em formato quadrado, com 400 x 400 pixels no mínimo.

Açores

Madeira

Aveiro

Beja

Braga

Bragança

Castelo Branco

Coimbra

Évora

Faro

Guarda

Leiria

Lisboa

Portalegre

Porto

Santarém

Setúbal

Viana

Vila Real

Viseu

FONTES:

Oficina e Escola de Organaria, Dinarte Machado – Atelier Português de Organaria, José Alberto Rodrigues, Victor Oliveira, Francisco Falcão, António Simões, Órgãos de Portugal, Nuno Rigaud, Luís Santos, António José Ferreira, Nuno Mimoso, Amílcar Silva, José Carlos Arantes, JMS Organaria, António Fonseca.

BIBLIOGRAFIA

ALCÂNTARA, Manuela, Órgãos de tubos em Guimarães – Exposição 1995. Guimarães, 1995.

ALEGRIA, José Augusto, O Ensino e a prática da música nas sés de Portugal: da Reconquista aos fins do séc. XVI. Lisboa: Instituto de Cultura e Língua Portuguesa, 1985.

Audição integral da obra para órgão de J. S. Bach. Sé Catedral de Lisboa1965/1966. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian 1965.

AZEVEDO, Carlos, Baroque Organ-Cases of Portugal, 1972.

BRANDÃO, Domingos Pinho de, Órgãos da Sé do Porto e a actividade de organeiros que nesta cidade viveram, Porto, Edição do «Coro da Sé Catedral do Porto», 1985.

CABIDO DA SÉ DE LEIRIA – Comissão para a Construção do GO da Catedral, Grande Órgão da Catedral de Leiria: Programa Inaugural. Impr. Coimbra 1997.

CABRAL, Luís, A Capela Musical da Sé do Porto no Século XVI. Prefácio de Rui Vieira Nery. Porto: Edução do Autor, 2003. ISBN 972-9025-79-7.

CORREIA, MARIA CLARA, CRISTINA SERRÃO, Levantamento dos órgãos históricos do Distrito de Santarém. Universidade de Coimbra, 1991.

COUTINHO, Bernardo Xavier, Para o inventário dos órgãos em Portugal, 3: Organistas, organeiros e tangedores de órgão no Porto, in Ensaios III: Camões, Arte e História Portuense. Porto: Livraria Fernando Machado, 1975, 349-356.

DODERER, Gerhard, et. al., Música e músicos ibéricos dos séculos XVI e XVII, in Boletim da Associação Portuguesa de Educação Musical. Lisboa (Jan. – Mar. 1989) 5-14; (Abr. – Jun. 1989) 12-26).

GEADA, José Joaquim Pinto, A Música na Sé da Guarda – Séc. XIII – Séc. XIX. Guarda: Museu da Guarda, 1990.

GEADA, José Joaquim Pinto, Obras, transcrição e estudo, José Maurício (1752-1815), Mestre da Capela na Sé da Guarda. Guarda: Edição da Câmara Municipal da Guarda, 2003.

HENRIQUE, Luís, Aerofones V: Órgão, in ID., Instrumentos Musicais. Lisboa: Servição de Educação Fundação Calouste Gulbenkian, 2ª ed, 345-364.

IPPAR, DIRECÇÃO REGIONAL DO PORTO, Divisão de Conservação e restauro, coord., Órgão e vozes em diálogo. Restauro Órgão da Igreja de S. Bento da Vitória. Porto 2001.

JORDAN, W.D., Manoel de S. Bento Gomes de Herrera and the portuguese organ, in The Organ Yearbook, A jounal for the players and historians of Keyboard instruments, 1991, vol. XXII, 5-67.

KASTNER, Macario Santiago, Três Compositores Lusitanos para Tecla: Séculos XVI e XVII: António Carreira, Manuel Rodrigues Coelho, Pedro de Araújo. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1979.

PEIXOTO, Domingos, coord., A propósito do restauro do órgão de tubos histórico da Misericórdia de Aveiro. Santa Casa da Misericórdia de Aveiro, 2003.

PEIXOTO, Domingos, coord., Órgão da Igreja Matriz de São Tiago de Vagos. Ciclo inaugural. São Tiago de Vagos: Coral Litúrgico de São Tiago de Vagos, 2005.

PEIXOTO, Domingos, coord., Temporada de Órgão Aveiro 2004. Aveiro: AMPO – Associação Musical Pro Organo, 2004. ISBN 972-99367-0-6.

FONSECA, Fernando Taveira da, O órgão da Misericórdia de Coimbra. Alguns apontamentos para a sua história, in Homenagem da Misericórdia de Coimbra a Armando Carneiro da Silva (1912-1992), coord. Maria José Azevedo Santos. Coimbra, Viseu: Palimage, Santa Casa da Misericórdia de Coimbra, 2003, 165-196.

MARQUES, José A. Maia, Geraldo J.A. Coelho Dias, Victor Gomes Teixeira, Georg Jann, António M. Mendes Melo, O Mosteiro Crúzio de Moreira. História, Arte e Música. Maia: Fábrica da Igreja de São Salvador de Moreira, 2000.

REITORIA DA IGREJA DA LAPA, Grande Órgão de tubos da Igreja da Lapa. Porto: Venerável Irmandade de Nossa Senhora da Lapa, 1995.

Restauro de órgãos, Boletim da Direcção Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais nº 21, Setembro de 1965.

VALENÇA, Manuel, A Arte Organística em Portugal I – c. 1326 – 1750. Editorial Franciscana, Braga,1990.

VALENÇA, Manuel, A Arte Musical e os franciscanos no espaço portugês (1463-1910). Braga: Editorial Franciscana 1997. ISBN 972-9190-93-3.

VALENÇA, Manuel, A Arte Organística em Portugal II – depois de 1750. Editorial Franciscana, Braga,1995.

VALENÇA, Manuel, Instrumentos musicais importados em Portugal – Arp Schnitger e Órgãos recentes . Editorial Franciscana, Braga, 2002.

VALENÇA, Manuel, O órgão do Bom Jesus. Braga: Editorial Franciscana 1985.

VALENÇA, Manuel, O Órgão na História e na Arte. Braga: Editorial Franciscana, 1987.

VALENÇA, Manuel, O órgão Rieger (opus 692) e a música sacra em Montariol. Braga: Editorial Franciscana, 1979.

VALENÇA, Manuel, Organística e Liturgia. Editorial Franciscana, Braga, 2006. ISBN 978-972-784-206-3.

VALENÇA, Manuel, “O último mestre de Capela do Convento de Mafra, frei João da Soledade”, Colectânea de estudos; 2ª série, ano III, (1951) nº 1.

VALENÇA, Manuel, (1953) “O arquivo musical da Real Casa e Igreja de Santo António à Sé”, Colectânea de Estudos; 2ª série, ano IV, nº 1.

VALENÇA, Manuel, (1984) “A arte organística em Braga nos séculos XVI-XIX”, separata da revista Itinerarium (116): 215-260.

VALENÇA, Manuel, (1993) “A arte organística do centro de Braga e a sua expansão”, Ars Lusitana Organi, 5-16.

VALENÇA, Manuel, (1995) “Actividade musical dos Arrábidos em Mafra e outros aspectos culturais”, separata de Itinerarium (152): 248-294.

VALENÇA, Manuel, (1996) A escola de música do Convento de Mafra (1730-1834), Actas do Congresso na Arrábida da Fundação Oriente “Franciscanismo em Portugal”, 287-294.

VALENÇA, Manuel, (1997) “Arquivo da Ordem Terceira de São Francisco de Faro (1679-1950)”, separata de Itinerarium (159)

VALENÇA, Manuel, (1998) “As práticas musicais da Ordem Terceira de São Francisco de Faro vistas através do seu arquivo (1714-1945)”, separata de Itinerarium (162): 549-599.

VALENÇA, Manuel, (1999) “Subsídios para a organística na área do Porto”, separata de Itinerarium (164): 267-281.

VALENÇA, Manuel, (2001) “Manuel de Sá Couto, organeiro (1768-1837)”, separata de Itinerarium (169): 131-145.

VERÍSSSIMO, Custódio, et al., Os órgãos históricos da cidade do Porto, in Atrium – revista dos alunos do Seminário Maior do Porto nº 13 73-96, 1993.

https://www.meloteca.com/wp-content/uploads/2020/07/orgao-da-igreja-de-sao-roque.jpg 400 400 António Ferreira https://www.meloteca.com/wp-content/uploads/2018/03/Logomarca-MELOTECA-300x86.jpg António Ferreira2020-07-15 00:48:312021-06-23 18:44:51Organoteca
José Carlos Xavier, tenor e professor de canto
História

Concurso Nacional de Canto Luísa Todi

BREVE HISTÓRICO

(1990 – 2011)

Individualidades que integraram os Júris do “Concurso” desde a primeira edição:

Presidente do Concurso

José Carlos Xavier

Presidentes do Júri

  • Mara Zampieri
  • Elsa Saque
  • Álvaro Malta
  • João Pereira Bastos

Júri

  • Elisabete Matos
  • Elsa Saque
  • Elvira Ferreira
  • Helena Pina Manique
  • Joana Silva
  • Maria Cristina de Castro
  • Palmira Troufa
  • Rosana Caramaschi
  • Cesário Costa
  • Ernesto Palácio
  • Fernando Eldoro
  • Jorge Vaz de Carvalho
  • José Carlos Xavier
  • José Fardilha
  • José de Oliveira Lopes
  • José Ribeiro da Fonte
  • José Serra Formigal
  • Manuel Ivo Cruz
  • Miguel Graça Moura
  • Paulo Ferreira de Castro
  • Silva Pereira

Relação dos Concorrentes Premiados

1990

1º Prémio

Ana Ester Neves, soprano

Ana Ester Neves

Ana Ester Neves

2º Prémio

Nuno de Vilallonga, barítono

Nuno Villalonga

Nuno Villalonga

3º Prémio

Deolinda Rezende, mezzo soprano

Prémio Armando Guerreiro

Ana Ferraz, soprano

Menções Honrosas

Conceição Galante, soprano
Luciana Monteiro, mezzo soprano

1991

1º Prémio

Elisabete Matos, soprano

Ana Ferraz

Ana Ferraz

2º Prémio

Nuno de Vilallonga, barítono

Prémio Armando Guerreiro

Teresa Gardner, soprano

Prémio Interpretação Obra Portuguesa

Nuno de Vilallonga, barítono

1994

1º Prémio

Sílvia Mateus, soprano

2º Prémio

Rosário Ferreira, soprano

3º Prémio

Teresa Menezes, soprano

Prémio Armando Guerreiro

Elsa Cortez, mezzo soprano

Prémio Interpretação Obra Portuguesa

Rosário Ferreira, soprano

Menções Honrosas

Ana Madalena Moreira, soprano

1996

1º Prémio

Luís Rodrigues, barítono

2º Prémio

Mário Alves, tenor

3º Prémio

Paulo Ferreira, barítono

Prémio ‘Armando Guerreiro’

Sandra Medeiros, soprano

Sandra Medeiros

Sandra Medeiros

Prémio Interpretação Obra Portuguesa

Luís Rodrigues, barítono

Menções Honrosas

Anabela Duarte, soprano
Armando Possante, barítono

2003

1º Prémio

Bruno Ribeiro, tenor

2º Prémio

Maria João Matos, soprano

3º Prémio

Armando Possante, barítono

Prémio “Bocage”

Patrícia Quinta, mezzo soprano

Prémio Interpretação Obra Portuguesa

Armando Possante, barítono

Menções Honrosas

Janete Costa, mezzo soprano
Sónia Alcobaça, soprano
Pedro Correia, barítono

2005

1º Prémio (ex-aequo)

Carla Caramujo, soprano
Diogo Oliveira, barítono

2º Prémio (ex-aequo)

Inês Calazans, soprano
Sara Braga Simões, soprano

3º Prémio (ex-aequo)

Susana Duarte, soprano
João Oliveira, baixo

Prémio “Bocage” (ex-aequo)

Luísa Barriga, soprano
Maria Luísa de Freitas, mezzo soprano

Maria Luísa de Freitas

Maria Luísa de Freitas

Prémio Interpretação Obra Portuguesa (ex-aequo)

Bárbara Barradas, soprano
Marco Alves dos Santos, tenor

Menções Honrosas

Eduarda Melo, soprano
Pedro Correia, barítono

2007

1º Prémio Feminino

Dora Rodrigues, soprano

2º Prémio Feminino

Maria Luísa de Freitas, mezzo soprano

3º Prémio Feminino

Raquel Alão, soprano

1º Prémio Masculino

Paulo Ferreira, tenor

2º Prémio Masculino

Fernando Guimarães, tenor

3º Prémio Masculino

Nuno Dias, baixo

Prémio “Bocage”

Cátia Moreso, mezzo soprano

Prémio Interpretação Obra Portuguesa

Fernando Guimarães, tenor

Menções Honrosas

Luís Gomes, tenor
Raquel Paulo, soprano

2011

1º Prémio Feminino

Raquel Camarinha, soprano

2º Prémio Feminino

Carla Simões, soprano

3º Prémio Feminino

Liliana Sofia Cordeiro Sebastião, soprano

1º Prémio Masculino

Carlos Cardoso, tenor

2º Prémio Masculino

Job Tomé, barítono

3º Prémio Masculino

Hugo Oliveira, barítono

Prémio “Bocage”

Anna Kássia Mariana Neves, soprano

Prémio Interpretação Obra Portuguesa

Job Tomé, barítono

Prémio Ana Lagoa

Raquel Camarinha, soprano

Menções Honrosas

Cristiana Oliveira, soprano
Rui Celestino Campos da Silva, baixo

https://www.meloteca.com/wp-content/uploads/2019/08/jose-carlos-xavier-tenor.jpg 400 400 António Ferreira https://www.meloteca.com/wp-content/uploads/2018/03/Logomarca-MELOTECA-300x86.jpg António Ferreira2020-07-11 16:51:352024-06-12 21:57:51Concurso Nacional de Canto Luísa Todi
Órgão da Sé de Viana, capela dos Mareantes
Musacademia

Órgãos do distrito de Viana

Lista dos órgãos de tubos do distrito de Viana do Castelo [ 50 ]

CONCELHOS

Arcos de Valdevez [5]

Órgãos de tubos do Concelho no Musorbis

Caminha [2]

Órgãos de tubos do Concelho no Musorbis

Melgaço [3]

Órgãos de tubos do Concelho no Musorbis

Monção [4]

Órgãos de tubos do Concelho no Musorbis

Paredes de Coura [1]

Órgãos de tubos do Concelho no Musorbis

Ponte da Barca [3]

Órgãos de tubos do Concelho no Musorbis

Ponte de Lima [9]

Órgãos de tubos do Concelho no Musorbis

Valença [2]

Órgãos de tubos do Concelho no Musorbis

Viana do Castelo [21]

Órgãos de tubos do Concelho no Musorbis

Sé de Viana do Castelo

Sé de Viana do Castelo

Vila Nova de Cerveira [0]

.

Fontes gerais da Organoteca:

Oficina e Escola de Organaria, Dinarte Machado Atelier Português de Organaria, José Alberto Rodrigues, Victor Oliveira, Francisco Falcão, António Simões, Órgãos de Portugal, Luís Santos, António José Ferreira, JMS Organaria, autarquias.

https://www.meloteca.com/wp-content/uploads/2020/07/orgao-de-se-de-viana-capela-dos-mareantes.jpg 400 400 António Ferreira https://www.meloteca.com/wp-content/uploads/2018/03/Logomarca-MELOTECA-300x86.jpg António Ferreira2020-07-02 15:35:152021-06-23 18:45:39Órgãos do distrito de Viana
Órgão histórico da Sé de Santarém
Musacademia

Órgãos do distrito de Santarém

Lista de órgãos de tubos do distrito de Santarém [ 38 ]

CONCELHOS

Abrantes [4]

Órgãos de tubos do Concelho no Musorbis

Alcanena [0]

.

Almeirim [1]

Órgãos de tubos do Concelho no Musorbis

Alpiarça [0]

.

Benavente [0]

.

Cartaxo [3]

Órgãos de tubos do Concelho no Musorbis

Chamusca [0]

.

Constância [1]

Órgãos de tubos do Concelho no Musorbis

Coruche [1]

Órgãos de tubos do Concelho no Musorbis

Entroncamento [0]

.

Ferreira do Zêzere [1]

Órgãos de tubos do Concelho no Musorbis

Golegã [0]

.

Mação [1]

Órgãos de tubos do Concelho no Musorbis

Ourém [10]

Órgãos de tubos do Concelho no Musorbis

Rio Maior [0]

.

Salvaterra de Magos [2]

Órgãos de tubos do Concelho no Musorbis

Santarém [8]

Órgãos de tubos do Concelho no Musorbis

Sé de Santarém

Sé de Santarém

Sardoal [1]

Órgãos de tubos do Concelho no Musorbis

Tomar [3]

Órgãos de tubos do Concelho no Musorbis

Torres Novas [1 ]

Órgãos de tubos do Concelho no Musorbis

Vila Nova da Barquinha [1]

Órgãos de tubos do Concelho no Musorbis

Fontes gerais da Organoteca:

Oficina e Escola de Organaria, Dinarte Machado, José Alberto Rodrigues, Victor Oliveira, Francisco Falcão, António Simões, Órgãos de Portugal, Nuno Rigaud, Luís Santos, António José Ferreira, Nuno Mimoso, Amílcar Silva, José Carlos Arantes, António Fonseca

https://www.meloteca.com/wp-content/uploads/2020/07/orgao-da-se-de-santarem-ajf-23-08-2017.jpg 400 400 António Ferreira https://www.meloteca.com/wp-content/uploads/2018/03/Logomarca-MELOTECA-300x86.jpg António Ferreira2020-07-02 11:28:052021-06-23 18:45:50Órgãos do distrito de Santarém
Grande Órgão da Sé do Porto
Musacademia

Órgãos do distrito do Porto

Lista dos órgãos de tubos do distrito do Porto [ 116 ]

CONCELHOS

Amarante [5]

Órgãos de tubos do Concelho no Musorbis

Baião [0]

.

Felgueiras [4]

Órgãos de tubos do Concelho no Musorbis

Gondomar [5]

Órgãos de tubos do Concelho no Musorbis

Lousada [0]

.

Maia [6]

Órgãos de tubos do Concelho no Musorbis

Marco de Canaveses [2]

Órgãos de tubos do Concelho no Musorbis

Matosinhos [3]

Órgãos de tubos do Concelho no Musorbis

Paços de Ferreira [1]

Órgãos de tubos do Concelho no Musorbis

Paredes [1]

Órgãos de tubos do Concelho no Musorbis

Penafiel [5]

Órgãos de tubos do Concelho no Musorbis

Porto [51]

Órgãos de tubos do Concelho no Musorbis

Sé do Porto

Sé do Porto

Igreja dos Clérigos

Póvoa de Varzim [5]

Órgãos de tubos do Concelho no Musorbis

Santo Tirso [5]

Órgãos de tubos do Concelho no Musorbis

Trofa [4]

Órgãos de tubos do Concelho no Musorbis

Valongo [4]

Órgãos de tubos do Concelho no Musorbis

Vila do Conde [6]

Órgãos de tubos do Concelho no Musorbis

Vila Nova de Gaia [12]

Órgãos de tubos do Concelho no Musorbis

Fontes gerais da Organoteca:

Oficina e Escola de Organaria, Dinarte Machado Atelier Português de Organaria, José Alberto Rodrigues, Victor Oliveira, Francisco Falcão, António Simões, Órgãos de Portugal, Luís Santos, António José Ferreira, JMS Organaria autarquias.

https://www.meloteca.com/wp-content/uploads/2020/07/grande-orgao-da-se-do-porto.jpg 400 400 António Ferreira https://www.meloteca.com/wp-content/uploads/2018/03/Logomarca-MELOTECA-300x86.jpg António Ferreira2020-07-03 10:48:132021-12-19 00:05:23Órgãos do distrito do Porto
Órgão histórico da Igreja do Colégio, FunchalRui Marote
Musacademia

Órgãos de tubos da Madeira

Lista dos órgãos de tubos da Região Autónoma da Madeira [ 31 ]

CONCELHOS

Calheta [3]

Órgãos de tubos do Concelho no Musorbis

Câmara de Lobos [2]

Órgãos de tubos do Concelho no Musorbis

Funchal [14]

Órgãos de tubos do Concelho no Musorbis

Órgão histórico da Igreja do Colégio, Funchal

Órgão histórico da Igreja do Colégio, Funchal

Machico [2]

Órgãos de tubos do Concelho no Musorbis

Ponta do Sol [1]

Órgãos de tubos do Concelho no Musorbis

Porto Moniz [3]

Órgãos de tubos do Concelho no Musorbis

Porto Santo [0]

.

Ribeira Brava [1 ]

Órgãos de tubos do Concelho no Musorbis

Santa Cruz [1 ]

Órgãos de tubos do Concelho no Musorbis

Santana [2]

Órgãos de tubos do Concelho no Musorbis

São Vicente [2 ]

Órgãos de tubos do Concelho no Musorbis

Fontes gerais da Organoteca:

Oficina e Escola de Organaria, Dinarte Machado – Atelier Português de Organaria, José Alberto Rodrigues, Victor Oliveira, Francisco Falcão, António Simões, Órgãos de Portugal, Nuno Rigaud, Luís Santos, António José Ferreira, Nuno Mimoso, Amílcar Silva, José Carlos Arantes, JMS Organaria, António Fonseca

https://www.meloteca.com/wp-content/uploads/2020/07/orgao-historico-da-igreja-do-colegio-funchal-creditos-rui-marote.jpg 400 400 António Ferreira https://www.meloteca.com/wp-content/uploads/2018/03/Logomarca-MELOTECA-300x86.jpg António Ferreira2020-07-02 12:57:232021-06-23 18:46:21Órgãos de tubos da Madeira
Órgão da Igreja de São Roque, Lisboa
Musacademia

Órgãos do distrito de Lisboa

Lista de Órgãos do Distrito de Lisboa [ 116 ]

CONCELHOS

Alenquer [3]

Órgãos de tubos do Concelho no Musorbis

Amadora [0]

.

Arruda dos Vinhos [1]

Órgãos de tubos do Concelho no Musorbis

Azambuja [1]

Órgãos de tubos do Concelho no Musorbis

Cadaval [0]

.

Cascais [2]

Órgãos de tubos do Concelho no Musorbis

Lisboa [69]

Órgãos de tubos do Concelho no Musorbis

Basílica da Estrela, Lisboa

Basílica da Estrela, Lisboa

Loures [5]

Órgãos de tubos do Concelho no Musorbis

Lourinhã [1]

Órgãos de tubos do Concelho no Musorbis

Mafra [12]

Órgãos de tubos do Concelho no Musorbis

Odivelas [1]

Órgãos de tubos do Concelho no Musorbis

Oeiras [5]

Órgãos de tubos do Concelho no Musorbis

Sintra [5]

Órgãos de tubos do Concelho no Musorbis

Sobral de Monte Agraço [3]

Órgãos de tubos do Concelho no Musorbis

Torres Vedras 6]

Órgãos de tubos do Concelho no Musorbis

Vila Franca de Xira [0]

.

Fontes gerais da Organoteca:

Oficina e Escola de Organaria, Dinarte Machado – Atelier Português de Organaria, José Alberto Rodrigues, Victor Oliveira, Francisco Falcão, António Simões, Órgãos de Portugal, Luís Santos, António José Ferreira, autarquias.

https://www.meloteca.com/wp-content/uploads/2020/07/orgao-da-igreja-de-sao-roque.jpg 400 400 António Ferreira https://www.meloteca.com/wp-content/uploads/2018/03/Logomarca-MELOTECA-300x86.jpg António Ferreira2020-07-03 13:25:592021-06-23 18:46:36Órgãos do distrito de Lisboa
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