Dice of Tenors
Dice of Tenors é o quarto disco do saxofonista e compositor César Cardoso. Para este novo trabalho, juntou oito temas: seis standards celebrizados por alguns dos maiores saxofonistas tenores da história do jazz (Hank Mobley, Benny Golson, John Coltrane, Dexter Gordon, Sonny Rollins e Joe Henderson) e compôs dois temas originais. Esta nova formação é constituída por oito elementos e inclui nomes da cena internacional: além de Miguel Zenón (que já tinha participado no anterior disco Interchange), este novo grupo conta ainda com os músicos internacionais Jason Palmer no trompete e Massimo Morganti no trombone. A formação completa-se com quatro nomes fortes da cena nacional: Jeffery Davis no vibrafone, Óscar Graça no piano, Demian Cabaud no contrabaixo e Marcos Cavaleiro na bateria.
1º Concurso Internacional de Composição para Guitarra de Portugal
1º Concurso Internacional de Composição para Guitarra de Portugal foi um evento apresentado como inédito, a nível mundial, realizado no Seixal em janeiro de 2020. Neste festival, guitarristas oriundos de 28 países tiveram a oportunidade de mostrar as suas composições para guitarra solo de 6 cordas, em estilo musical livre. O júri foi composto por Dušan Bogdanović, Marco Pereira, António Victorino d’Almeida, Artur Caldeira, Eduardo Fernández e Eduardo Isaac. O evento chamou a atenção por integrar diversas vertentes da música como a artística, informativa e a pedagógica.
2° Renascimento da Composição Portuguesa
O 2° Renascimento da Composição Portuguesa é um conceito da autoria de Eurico Carrapatoso que tem vindo a ser corporizado num espaço de divulgação da composição contemporânea portuguesa no YouTube com a denominação genérica de 2nd Renaissance of Portuguese Composition. Espaço criado pelo compositor em janeiro de 2009, já tem, em 2020, 185 documentos publicados.
20Fingers - de Mozart a Chico Buarque Piano a 4 mãos
20Fingers - de Mozart a Chico Buarque Piano a 4 mãos por Eduardo Jordão e João Vasco é o título de um CD editado pela AVA Musical Editions, que teve captação e mistura de Francisco Santiago, Eduardo Mota; masterização de João Alves, Sweet Mastering Studio. Contou com o apoio da Apoio da DGArtes. Lançamento oficial no auditório municipal de Portimão em recital no âmbito do Festival Internacional de Piano do Algarve.
A Filha do Tambor-Mor
A Filha do Tambor-Mor estreou em 22 de maio de 2019, na celebração dos 125 anos do Teatro São Luiz. O espetáculo fez a revisitação da opereta de Jacques Offenbach que inaugurou este Teatro, batizado de Theatro D. Amelia, a 22 de maio de 1894. Em palco, estiveram alunos de escolas artísticas de todo o país e profissionais selecionados através de audições, dirigidos pelo encenador António Pires e pelo diretor musical e maestro de orquestra Cesário Costa, a quem se juntaram Paulo Vassalo Lourenço como maestro do coro, Dino Alves nos figurinos, Aldara Bizarro no movimento e A Tarumba – Teatro de Marionetas na cenografia. Ao todo, foram cerca de 150 artistas envolvidos no espetáculo, que esgotou cinco récitas de entrada livre, sempre com interpretação em Língua Gestual Portuguesa e Audiodescrição.
A Mesa Verde
A Mesa Verde é uma peça do coreógrafo alemão Kurt Jooss estreada em julho de 1932, no Théâtre des Champs-Elysées em Paris. Inspirado por uma dança da morte medieval e pelo rescaldo da I Guerra Mundial, esta obra retrata várias facetas da guerra: o debate, a mobilização, o combate, a especulação de guerra, os refugiados e, novamente, o debate; a morte está sempre presente. Considerada uma das obras coreográficas mais marcantes do século XX, A Mesa Verde é também o mais emblemático trabalho de Jooss, tendo recebido o primeiro prémio do Concurso de Coreografia organizado por Les Archives International de la Danse em Paris. A Mesa Verde integrou o repertório da CNB em 1984 e foi dançada pela última vez por esta Companhia há 33 anos. É dançada no Teatro Camões nos dias 11, 12, 13, 14 de março de 2020.
A Música Portuguesa a Gostar Dela Própria
A Música Portuguesa a Gostar Dela Própria é um projeto celebra 9 anos em 2020. Prepara uma "mudança bastante radical" da sede para Serpins (Lousã), onde pretende criar um centro cultural. "É uma mudança bastante radical e de certa forma política, largar Lisboa para o centro. Serpins faz sentido, é um sítio pequeno, central e bonito. O centro tem essa grande questão de ter práticas musicais bastante vivas e permanecem com mudanças”. A Música Portuguesa a Gostar Dela Própria (MPGDP) foi criada em 16 de janeiro de 2011, e o que começou por ser um canal digital de música com partilha de gravações de artistas portugueses, profissionais e amadores, tornou-se numa plataforma nacional de divulgação de práticas culturais assentes na música e na transmissão oral.
A nossa música, o nosso mundo
A nossa música, o nosso mundo: Associações musicais, bandas filarmónicas e comunidades locais (1880-2018) é um projeto desenvolvido pelo INET-md/Universidade de Aveiro.
Acácio de Sousa
Acácio de Sousa foi o presidente do Orfeão de Leiria durante seis anos, tendo passado o testemunho a Vítor Lourenço em 2020. Segundo o jornal Região de Leiria, em seis anos arrumou as contas do Orfeão de Leiria, criou projetos de intervenção social e elevou o número de alunos acima das oito centenas. Na despedida da presidência do Conservatório de Leiria, anunciou parcerias inéditas com o Cistermúsica e Ourearte.
Academia de Amadores de Música
A Academia de Amadores de Música é uma associação cultural sem fins lucrativos portuguesa. Foi fundada Lisboa no ano de 1884. A Academia é reconhecida como associação de utilidade pública pelo estado português. Em 1984 foi galardoada com Ordem da Instrução Pública e com a Medalha de Mérito Cultural.
Academia de Amadores de Música

Academia de Amadores de Música

Academia de Música de Arouca
A atividade da Academia de Música de Arouca centra-se essencialmente na sua oferta formativa, adiante explicitada, a partir da qual surge a generalidade das outras atividades e eventos. A divulgação da atividade da escola cumpre vários objetivos, designadamente, dar a conhecer as aprendizagens realizadas e o desenvolvimento dos alunos, promover o enriquecimento cultural.
Academia de Música de Arouca

Academia de Música de Arouca

Academia de Música de Costa Cabral

A Academia de Música de Costa Cabral (AMCC) foi fundada em setembro de 1995, pela D. Ana Maria Rodrigues Pereira Ferreira em colaboração com os seus filhos Francisco Pereira da Costa Ferreira e José Pereira da Costa Ferreira. Foi oficializada pelo Ministério da Educação em 2000, integrando a rede nacional de escolas do ensino artístico especializado da música.

Academia de Música de Costa Cabral

Academia de Música de Costa Cabral

Academia de Música de Espinho
Nas últimas décadas Espinho afirmou-se como uma cidade de referência no panorama musical português, em boa parte por acção da Academia de Música de Espinho (AME), fundada em 1960 por iniciativa de várias instituições e personalidades espinhenses, o então presidente da Câmara Municipal, o Eng. Manuel Baptista e o professor Mário Neves, seu primeiro Diretor Artístico.
Escola Profissional de Música de Espinho

Academia de Música de Espinho

Academia de Música de Lisboa
Fundada em 2004, a Acordarte – Academia de Música de Lisboa é uma escola de música do Ensino Artístico Especializado, integrada na rede do ensino particular e cooperativo, com a autorização de funcionamento definitiva concedida por despacho de 6 de junho de 2018 (Processo n.º 580), com autonomia pedagógica desde 2011, e Contrato-patrocínio do Ministério da Educação desde 1 de setembro de 2008. Com novas instalações, inauguradas em setembro de 2017, a Academia de Música de Lisboa tem vindo a afirmar-se no panorama musical português, sendo motivo de legítimo orgulho para quem nesta instituição estuda e leciona.
Academia de Música de Paços de Brandão
As origens da Academia de Música de Paços de Brandão (AMPB) remontam a 1870, data da fundação da Tuna, a “Estudantina”. Em 1970, com a comemoração do seu centenário, gerou-se um movimento de criação de uma Escola de Música, que veio a ser oficializada pela Inspeção Geral do Ensino Particular do Ministério da Educação em 1980.
Academia de Música de Paços de Brandão

Academia de Música de Paços de Brandão

Academia de Música de Santa Cecília
A Academia de Música de Santa Cecília é uma escola de ensino integrado de música com um modelo de ensino que, pela sua estrutura e qualidade, potencia o prosseguimento de estudos a nível superior nas mais variadas áreas, musicais ou outras. É uma instituição particular fundada em 1964 pela Embaixatriz Vera Franco Nogueira, sem fins lucrativos e declarada de interesse público.
Academia de Música de Santa Cecília

Academia de Música de Santa Cecília

Academia de Música de Santa Maria da Feira
A Academia de Música de Santa Maria da Feira, designada Academia de Música de Santa Maria ao tempo da sua fundação, foi formalmente criada a 21 de dezembro de 1955, data que corresponde à emissão do respetivo alvará de funcionamento. Foi fundada pela pianista e pedagoga Gilberta Paiva.
Gilberta Paiva

Gilberta Paiva

Academia de Música de São João da Madeira
A Academia de Música de São João da Madeira nasceu em outubro de 1981, sob a direcção do Professor Augusto Pereira de Sousa. Instalada, inicialmente, na Escola Primária do Parque, foi transferida, em 1982, para a sede actual, na Quintã, rua Visconde, edifício que também já albergou Escola Primária.
Academia de Música de São João da Madeira

Academia de Música de São João da Madeira

Academia de Música de Vilar do Paraíso
A Academia de Música de Vilar do Paraíso é uma escola de ensino vocacional artístico, fundada em 1979. Com autonomia pedagógica desde 2007, leciona cursos oficiais de música e de dança nos regimes integrado, articulado, supletivo e livre, desde o pré-escolar até ao nível secundário. Em 2003 criou ainda o curso livre de teatro musical, inédito em Portugal. No ano de 2015 iniciou o curso de jazz e música moderna no nível secundário, nos regimes livre e oficial. As preocupações dominantes são a qualidade do seu ensino nomeadamente a dinamização de vários grupos instrumentais, corais, de dança e de teatro.
Academia de Música de Vilar do Paraíso

Academia de Música de Vilar do Paraíso

Academia de Música Fernandes Fão
Idealizada em agosto de 1988, a Academia de Música Fernandes Fão (AMFF) funciona desde o ano letivo 1988/1989. Tem autonomia pedagógica, lecionando, em regime articulado e supletivo, os cursos básicos de música e secundário de música, no enquadramento do ensino artístico especializado, para além das iniciações musicais e cursos livres.
Academia de Música José Atalaya
A Academia de Música José Atalaya é uma instituição reconhecida pela comunidade como um espaço culturalmente enriquecedor. Esta escola de música disponibiliza cursos do ensino básico e do ensino secundário reconhecidos pelo Ministério da Educação. A intervenção da Academia de Música José Atalaya passa também por iniciativas de sensibilização e divulgação musical, abertas à comunidade, e organizadas em parceria com a Câmara Municipal de Fafe. Atualmente a academia encontra-se nas instalações do Teatro-Cinema de Fafe.
Teatro-Cinema de Fafe

Teatro-Cinema de Fafe

 
Academia Musical dos Amigos das Crianças
Academia Musical dos Amigos das Crianças é uma escola de ensino especializado de Música com 65 anos de existência, com paralelismo e autonomia pedagógicas e tem com um Contrato de Patrocínio com o Ministério da Educação. As instalações da AMAC encontram-se na Rua D. Luís I, na zona de Santos, junto ao edifício sede da EDP.
Academia Musical dos Amigos das Crianças

Academia Musical dos Amigos das Crianças

Academia Nacional Superior de Orquestra
A Academia Nacional Superior de Orquestra (ANSO) abriu em outubro de 1992 e foi oficialmente reconhecida pelo Ministério da Educação em 15 de novembro de 1993 (Portaria n.º 1202/93). Esta instituição de ensino superior politécnico, particular e cooperativo, constitui uma das vertentes do projeto da AMEC / Metropolitana.
Academia Nacional Superior de Orquestra

Academia Nacional Superior de Orquestra

Acitores Organería y Arte
Acitores Organería y Arte, S. L., é uma equipa de profissionais dirigidos pelo organeiro Federico Acitores dedicado à construção e restauro de órgãos com sede em Torquemada, Palencia (Espanha). Tem trabalhos feitos em Espanha, Portugal, Alemanha e Filipinas.
acoplamento
"Ligado aos teclados existe ainda o sistema de acoplamento, que mais não é que uma forma mecânica pela qual o que se toca num teclado tem o efeito de como se tocasse noutro ou noutros teclados, como se juntássemos vários num só. Quando nos referimos ao acoplamento de manuais e pedaleira, sucede que o que se toca no pedal junta os registos do manual principal ou de outros manuais." José Alberto Rodrigues
Acústica Musical e Estudos de Sons
Acústica Musical e Estudos de Sons é um grupo de investigação do INET-md criado em 2017. Coordenado por Vincent Debut, dedica-se à pesquisa no campo genérico da Acústica Musical com o objectivo de explorar novas e mais abrangentes modos de investigar sons musicais, incluindo não apenas os princípios físicos subjacentes à sua produção por instrumentos musicais, mas também factores que influenciam fortemente a sua percepção. A abordagem científica intercepta a ciência e tecnologia, a etnomusicologia, os Media Studies e organologia, e é transversal em relação às actividades de outros Grupos de Investigação do INET-md. Outras actividades importantes do grupo incluem a formação académica, em particular através do Curso de Pós-graduação "Acústica e Estudos do Som" oferecido pela NOVA | FCSH.
Adelina Tavares
Adelina Tavares é licenciada em Ciências Musicais pela FCSH-UNL, e professora no Conservatório de Música de Aveiro Calouste Gulbenkian. Colaborou como autora na Enciclopédia da Música em Portugal no século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2010 1ª edição.
Adriana Latino
Adriana Latino é doutora em Ciências Musicais (Musicologia Histórica) pela FCSH-UNL, e professora no Departamento de Ciências Musicais da mesma instituição. Colaborou com artigos na Enciclopédia da Música em Portugal no século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2010 1ª edição.  
Adufando
O Adufando é um método de ensino do toque de adufe através da observação de imagens. Composto por 12 cantigas do concelho de Idanha-a-Nova, tem 72 fichas de trabalho (multidisciplinares) que têm uma infinidade de formas de utilização para além da música, ficando ao critério de cada professor a sua transformação em atividade. Nasce assim, nesta configuração, um dos primeiros métodos de adufe que, além de intuitivo e prático, tem uma enorme facilidade de aplicação a todas as faixas etárias, logo a partir dos 3 anos. Este é um projeto da Filarmónica Idanhense e do Município de Idanha-a-Nova, em parceria com o Agrupamento de Escolas José Silvestre Ribeiro, e integra o Plano Integrado e Inovador de Combate Contra o Insucesso Escolar, promovido pela Comunidade Intermunicipal da Beira Baixa (CIMBB) e financiado pelo Centro 2020, Portugal 2020 e UE - Fundo Social Europeu.
Agostinho Leite
Agostinho Leite, por Ernesto Vieira, no Diccionario Biographico dos Músicos Portuguezes, 1900. Fabricante de órgãos brasileiro, do qual nos da noticia um livro manuscrito que existe na Biblioteca Publica de Lisboa, intitulado "Desaggravos do Brasil"; não posso fazer mais do que reproduzi-la, porque nada mais sei a tal respeito.
"Agostinho Rodrigues Leite nasceu no Recife em 22 de Agosto de 1722, sendo seus Pais João Rodrigues Leite. Familiar do Santo Oficio, e sua mulher Ana Teixeira Leite. É dotado de um peregrino engenho, sem outro mestre, que a própria penetração faz excelentes órgãos, e para os Templos da Pátria, e da Baía os tem feito primorosíssimos. Ao mesmo tempo que exercita esta rara habilidade, mostra que se não cega do interesse dando a suas obras preço muito inferior do seu devido valor." ("Desagravos do Brasil..." Bib. Nacional de Lisboa, Ms. B. 16. 23 fls. 401.)
Al Mouraria
Al Mouraria é um grupo de fado (do Algarve) constituído por guitarra portuguesa, viola acústica, contrabaixo, acordeão e duas vozes femininas.
Alcina Cortez
Alcina Cortez exerceu atividade na Expo’98, Lisboa, e no Serviço de Ciência da Fundação Calouste Gulbenkian. Licenciada em Musicologia em 1992, pós-graduada em Estudos de Música Popular em 2011, é aluna de doutoramento em Etnomusicologia/ Museologia. É autora de publicações sobre a interligação entre os estudos de museus e estudos musicais. Realizou trabalho etnográfico e análise do discurso sobre exposições de música popular em Portugal.
Alexandra Urbano
Maria Alexandra Urbano é aluna candidata a doutoramento na NOVA FCSH, com mestrado na mesma escola sobre o uso da música na Guerra Colonial Portuguesa em Cabinda, Angola (1970-74) sob a orientação de Maria de São José Côrte-Real. DJ e produtora de trance psicadélico, Alexandra possui licenciatura em piano e terapia musical, domínios em que mantém atividade particularmente como professora de piano.
Alexandre Bento
Alexandre Bento desenvolveu projecto de mestrado na área da música e tecnologia (implementação de uma bateria musical robótica) na FCSH-UNL. ​​Tem o diploma Guitar Performance do Trinity College London e diploma em Arranjos Taller de Musics de Barcelona (1988-1991). É coordenador pedagógico dos exames Trinity College London nas escolas Músicos Associados e ArtMúsica.
Alexandre Delgado
Alexandre Delgado, compositor, é diplomado em Composição pelo Conservatório de Nice (França). Colaborou com artigos na Enciclopédia da Música em Portugal no século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2010 1ª edição.
AliBaBach
AliBaBach é um espetáculo da Companhia de Música Teatral para pais e bebés que explora o universo de J.S. Bach, como elemento de mediação para a comunicação musical entre adultos e crianças muito pequenas. Fundamenta-se na vasta experiência da CMT em projetos com ou para bebés, como Bebé Babá, Bebé PlimPlim ou Andakibébé, em que se expõem os bebés a estímulos musicais ricos e contrastantes, a elementos basilares da construção do discurso musical e da sua compreensão (como padrões melódicos e rítmicos) e em que se promovem interações e a comunicação entre pais e bebés através de jogos baseados em elementos musicais. AliBaBach foi construído a partir das Variações Goldberg, num exercício livre em que elementos de cada uma das variações deram origem a novos quadros que conjugam música, dança e teatro. Atravessa uma variedade de características musicais contrastantes (pulsações, tonalidades), radicada na voz dos dois intérpretes (abordada com plasticidade e com referências claras a várias influências da música vocal erudita e étnica) com a intervenção pontual de instrumentos de brincar.
AMEC
A AMEC | Metropolitana é uma instituição cultural sem fins lucrativos constituída em março de 1992 com o objetivo de divulgar e ensinar a música clássica. É a entidade gestora de duas orquestras – a Orquestra Metropolitana de Lisboa e a Orquestra Académica Metropolitana – e de três estabelecimentos de ensino – a Academia Nacional Superior de Orquestra (ensino superior), o Conservatório de Música da Metropolitana (nível básico e secundário) e a Escola Profissional Metropolitana (ensino integrado).
Ana Cristina Brissos
Ana Cristina Brissos é licenciada em Ciências Musicais pela FCSH-UNL e tem diploma de pós-graduação em Ciências Documentais pela Universidade Lusófona. É autora de artigos da Enciclopédia da Música em Portugal no Século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2020, 1ª edição.
Ana Filipa Carvalho
Ana Filipa Carvalho é licenciada em Ciências Musicais pela FCSH-UNL, doutorada em Ciências Musicais (Etnomusicologia) e membro da equipa de investigação do INET-MD na mesma instituição. É autora de artigos da Enciclopédia da Música em Portugal no século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2010 1ª edição.
Ana Filipa Ferreira
Pianista e professora, Ana Filipa Ferreira colaborou como “research assistant” na Universidade S. José (Macau), no projeto “Piano for everyone” e concluiu o Master in Education com a dissertação ”Music training influences on brain development and as a tool for learning improvement”. É doutoranda em Música - Performance e “Artistic Researcher” na Universidade de Aveiro, tendo participado como conferencista e pianista em eventos vocacionados para os diálogos interculturais Portugal-China.
Ana Flávia Miguel
Ana Flávia Miguel é investigadora contratada na Universidade de Aveiro/INET-md. É doutorada em etnomusicologia pela Universidade de Aveiro. Desde 2006 tem desenvolvido trabalho de investigação sobre música, Cabo Verde e migração e tem feito trabalho de campo em Portugal, Cabo Verde, Itália, Brasil, Moçambique e África do Sul.
Ana Gaipo
Ana Gaipo é licenciada em Ciências Musicais pela FCSH.UNL, professora no Conservatório Regional de Ponta Delgada. Colaborou com artigos na Enciclopédia da Música em Portugal no século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2010 1ª edição.
Ana Luísa Valdeira
Ana Luísa Valdeira está a terminar o Doutoramento em Artes da Universidade de Lisboa com uma tese sobre a poética indeterminada de John Cage. É editora da Cine Qua Non - Bilingual Arts Magazine, investigadora do Instituto de Etnomusicologia - Centro de Estudos em Música e Dança, no pólo da Faculdade de Motricidade Humana, Universidade de Lisboa. As principais áreas de investigação são as Artes Performativas, os Estudos Inter-Artes e a Arte Norte-Americana do século XX.
Ana Machado
Ana Machado (n. Porto, 1993) tornou-se Mestre em História e Património, em 2017, com a dissertação Representações Musicais em Lisboa nos Século XVIII e XIX na Gazeta de Lisboa. Os seus interesses como investigadora são, entre outros: história da cultura, com enfoque na história da música.
Ana Mourão
Ana Mourão é licenciada em Antropologia pelo ISCTE. Colaborou com artigos na Enciclopédia da Música em Portugal no século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2010 1ª edição.
Ana Paula Batalha
Ana Paula Batalha é doutora em Motricidade (Dança), pela Faculdade de Motricidade Humana, Universidade Técnica de Lisboa, professora no Departamento de Dança da mesma instituição, membro da equipa de investigação do INET-MD da FCSH-UNL. É autora de artigos da Enciclopédia da Música em Portugal no Século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2020, 1ª edição.
Ana Resende Clément
Em 2005, Ana Resende Clément licenciou-se em Psicologia na Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade do Porto. Dois anos depois, obteve o Diplôme Universitaire de Musicien Intervenant en Milieu de la Santé na Université Marc Bloch (Estrasburgo – Fr) / APMHIS. Em 2015 frequentou o Curso de Estudos Avançados em Música na Universidade de Aveiro.
Anabela Bravo
Anabela Bravo, doutora em Música pela Universidade de Aveiro, é professora na Escola Superior de Educação do Instituto Piaget (Almada). É autora de artigos da Enciclopédia da Música em Portugal no Século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2020, 1ª edição.
Anatomia do Piano
Anatomia do Piano é um espetáculo da Companhia de Música Teatral que propõe a desconstrução do instrumento que será talvez o mais influente da história da música ocidental. Resultado duma evolução tecnológica notável e de séculos de repertório, práticas e rituais, o piano é um instrumento-ícone. Em Anatomia do Piano, mais do que um instrumento, o piano é um lugar, um ser com vida, uma escultura, um palco, a casa onde a música habita e de onde brotam histórias sem palavras, feitas de sons, de imagens e de corpo. Concebido enquanto estrutura aberta que acolhe vários quadros multidisciplinares, "Anatomia do Piano" é um espetáculo mutável que vive da cumplicidade entre artistas que exploram territórios do teatro, da dança, da imagem e das artes visuais a partir duma base musical que estabelece pontes entre os vários discursos. Anatomia do Piano propõe a reinvenção do piano, não só sonora como teatral. Procura expandir o léxico tímbrico e explorar diferentes formas de fazer soar o instrumento.
André Granjo
André Granjo, maestro e professor, é mestre em Direção de Banda pelo Conservatório de Música de Hogeschool Zuyd, em Maasricht, doutorado em Ciências Musicais na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra. Colaborou com artigos na Enciclopédia da Música em Portugal no século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2010 1ª edição.
Andreia Pinto Correia
Andreia Pinto Correia é uma compositora nascida em Lisboa. Foi distinguida pela John Simon Guggenheim Fellowship, entre outros, e recebeu encomendas do Washington Performing Arts / Kennedy Center, ACO at Carnegie Hall, League of American Orchestras, Fromm Foundation / Harvard University, Andrew W. Mellon Foundation, Gulbenkian e Fundação CGD.
Ângela Lopes
Compositora e professora, Ângela Lopes nasceu em Ovar e concluiu o Curso de Composição na classe de Cândido Lima, na ESMAE, em 2000. É membro do grupo MC47 – grupo de música mista, com direcção de Virgílio Melo. Colabora igualmente com o Grupo Música Nova, com direcção de Cândido Lima. Escreve para formações diversas, instrumentais e/ou vocais, e ainda música electroacústica e música para audiovisuais e/ou multimédia.
Ano Internacional do Som
Ano Internacional do Som (International Year of Sound ou IYS 2020) iniciativa global para ressaltar a importância das ciências e tecnologias sonoras e destacar a necessidade do controle do ruído na natureza e nos ambientes construídos. O Ano Internacional do Som foi declarado pela Comissão Internacional de Acústica. Ocorre nos moldes dos anos internacionais sancionados pela UNESCO e inclui atividades coordenadas em níveis regional, nacional e internacional. A iniciativa tem como principal objetivo fazer com que a importância do som no mundo de hoje atinja todas as regiões do planeta em 2020.
Antena 2
Antena 2 é uma emissora de radiodifusão do Grupo RTP – Rádio e Televisão de Portugal. A sua programação é baseada em música clássica e programas culturais. Em novembro de 2011 lançou uma rádio em linha dedicada exclusivamente à ópera, a "Antena 2 Ópera".
Antena 2

Antena 2

Antologia da Música na Madeira
Antologia da Música na Madeira é uma coleção que deverá ter entre 20 e 30 livros que resulta de mais de quinze anos de investigação e cujos primeiros números sairão entre julho e dezembro de 2020.  A obra é editada pelo Conservatório - Escola Profissional das Artes da Madeira com o apoio da Direcção Regional da Cultura (DRC).
António Ângelo Vasconcelos
António Ângelo Vasconcelos é licenciado em Ciências Musicais pela FCSH-UNL, mestre em Ciências da Comunicação pela Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação, e doutorado na mesma área e instituição, professor-adjunto na Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Setúbal. Colaborou como autor na Enciclopédia da Música em Portugal no século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2010 1ª edição.
António Carrilho
António Carrilho nasceu em Lisboa a 5 de setembro de 1972. Concertista, criador conceptual, professor e director musical, apresenta-se num repertório que vai desde o Trecento italiano até à música mais recente passando ainda pela interpretação e transcrição da música do século XIX.
António Cartageno
António Cartageno, padre da Diocese de Beja e compositor, é mestre em Composição Sacra e Canto Gregoriano pelo Pontifício Instituto de Música Sacra de Roma, professor na Escola Superior de Educação de Beja. É autor de artigos da Enciclopédia da Música em Portugal no século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2010 1ª edição.
António Chagas Rosa
António Chagas Rosa é licenciado em História pela FCSH-UNL, professor no Departamento de Comunicação e Arte da Universidade de Aveiro. Colaborou com artigos na Enciclopédia da Música em Portugal no século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2010 1ª edição.
António Chaparreiro
António Chaparreiro, músico, é licenciado do curso de Ciências Musicais da FCSH-UNL. Colaborou com artigos na Enciclopédia da Música em Portugal no século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2010 1ª edição.
António Curvelo
António Curvelo, licenciado em Direito pela Faculdade de Direito de Lisboa, é crítico e divulgador de jazz.
António Joaquim Fontanes
Segundo Ernesto Vieira, Ernesto Vieira, Diccionario Biographico dos Músicos Portuguezes, 1900, António Joaquim Fontanes é filho de Joaquim António Peres Fontanes, também organeiro. Joaquim António Peres Fontanes "Teve um filho, Antonio Joaquim Fontanes que foi também organeiro, ocupando-se principalmente de restaurar instrumentos construídos pelo pai. Existem todavia alguns que ele fabricou; um deles é o da Igreja matriz de Oeiras, que tem esta inscrição: "Antonio Joaquim Fontanes, o fez em Lisboa no anno de 1829." Tem vinte e dois registos, com uma extensão no teclado de quatro oitavas e meia. Houve também um organeiro, mais moderno que os precedentes, chamado Antonio Luiz da Penha Fontana. Ocupava-se porém só de restaurações. Esta coincidência de organeiros com o mesmo apelido de Fontanes ou Fontana suscita a ideia de que fossem todos membros de uma mesma família, a qual se teria ramificado durante mais de duzentos anos.
António José Ferreira
Divulgador, formador, professor e autor, António José Ferreira é licenciado e mestre em Teologia Sistemática pela Universidade Católica Portuguesa, com teses sobre a música religiosa em Portugal no século XX. É o criador das plataformas Meloteca e Musorbis. Colaborou com cerca de 25 artigos na Enciclopédia da Música em Portugal no século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2010 1ª edição.
António Simões
António Simões nasceu em Pousaflores, concelho de Ansião, em 1952. Depois de estudar no Seminário de Coimbra, onde iniciou a paixão pela música, continuou os estudos musicais no Conservatório de Música do Porto e depois no Instituto Gregoriano de Lisboa. Entre 1973 e 1983, dedicou-se profissionalmente ao ensino de música em várias escolas do distrito de Coimbra e em Lisboa. Em 1983, depois de um estágio de organaria com empresa Flentrop, na Holanda, e apoiado por uma Bolsa de Estudos da Fundação Calouste Gulbenkian, deslocou-se para Barcelona para desenvolver estudos técnicos sobre organaria, com o mestre Gerhard Grenzing. Em 1984, regressado a Portugal, iniciou os primeiros trabalhos enquanto organeiro, com o restauro do órgão da igreja de São Roque (Lisboa) e prosseguiu com o restauro de numerosos órgãos. Em 1991 criou, com outras personalidades da música, a Associação Portuguesa dos Amigos do Órgão (APAO).
António Tilly
António Tilly é licenciado em Ciências Musicais pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, doutorado em Ciências Musicais (Etnomusicologia) e membro da equipa de investigação do INET-MD, professor e diretor do Conservatório de Música de Seia. Colaborou como autora na Enciclopédia da Música em Portugal no século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2010 1ª edição.
António Ventura
António Ventura (n. Aveiro, 1992) completou a licenciatura em Estudos Artísticos pela FLUC em 2014 e o mestrado em Música vertente Etnomusicologia em 2016, na Universidade de Aveiro. É doutorando em Etnomusicologia e integra a equipa de investigadores do projeto “EcoMusic - Práticas Sustentáveis: um estudo do pós-folclorismo em Portugal no século XXI” em curso na Universidade de Aveiro.
António Xavier Machado e Cerveira
Ernesto Vieira, em Diccionario Biographico dos Músicos Portuguezes, 1900., apresenta António Xavier Machado e Cerveira como "O mais notável organeiro português e que maior quantidade de trabalho produziu. Era irmão consanguíneo do grande escultor Joaquim Machado de Castro e filho de outro organeiro e escultor em madeira, Manuel Machado Teixeira ou Manuel Machado Teixeira de Miranda. Machado Cerveira nasceu em 1 de Setembro de 1756 na Freguesia de Tamengos, pequena povoação pertencente ao concelho de Anadia, diocese de Coimbra. Seu pai, natural de Braga, tinha casado em primeiras núpcias com D. Teresa Angélica Taborda que foi mãe de Machado de Castro, e em segundas núpcias casou com Josefa Cerveira, natural de Arguim, a qual veio a ser mãe de Machado e Cerveira. O nome do pai dos Machados figura no grande órgão que existia no coro do Mosteiro dos Jerónimos do lado do evangelho, o qual tinha esta inscrição: "Manuel Machado Teixeira de Miranda o fez e acabou no anno de 1781." Esse orgão tinha 4:010 tubos, 74 registros e 12 pedais de combinações; os foles eram em número de sete. É uma fabrica majestosa, ocupando lateralmente todo o comprimento do coro que é extensíssimo, tendo no interior uma escadaria que vai até à abobada do templo para se poder limpar e consertar todas as peças do instrumento. Diz a tradição que o fabricante tinha deixado um volumoso livro manuscrito com minuciosa descrição da sua obra, mas esse livro desapareceu. Teixeira Machado, porém, se planeou e dirigiu os trabalhos desse magnifico instrumento, teve seguramente um ajudante activo e vigoroso que inteligentemente lhe secundasse a direcção, porque ele em 1781 estava já decrépito devendo contar mais de oitenta anos de idade, visto que o seu primeiro filho nasceu em 1721. É esse ajudante não podia ser outro senão o filho mais novo, que com o pai aprendeu a arte de construir órgãos. O último trabalho do mestre foi ao mesmo tempo o primeiro do discípulo, que ao tempo contava vinte e cinco anos de idade. Em face do orgão precedentemente nomeado, estava outro de igual construção, mas que não chegou a ficar concluído; tinha esta inscrição: "O Ex.mo D. Fr. Diogo de Jesus Jordão sendo bispo de Pernanbuco mandou fazez este orgão no anno de 1789." Foi construído por Machado filho, porque o pai já a esse tempo era falecido. O primeiro orgão completo que Machado e Cerveira construiu e hoje existe em perfeito estado, é o da Igreja dos Mártires. Tem na inscrição a data de 1785 e o número 3 indicando os instrumentos construídos pelo autor até essa data. Talvez ele contasse como números 1 e 2 os do Mosteiro dos Jerónimos. É um bom instrumento, não de grande fabrica interna mas de vozes fortes e estridentes segundo o gosto da época. O seu frontispício tem um belo aspecto ornamental, perfeitamente em harmonia com o local em que foi posto e produzindo óptimo efeito olhado do corpo da Igreja. Depois de ter feito o orgão dos Mártires, Machado e Cerveira ganhou um grande credito e foi incumbido de construir todos os órgãos que as igrejas de Lisboa, reedificadas depois do terramoto, tiveram de adquirir; a sua missão nesta especialidade foi idêntica à de Pedro Alexandrino na pintura. Assim é que, com as mesmas dimensões do orgão dos Mártires embora com diferentes frontispícios, produziu sucessivamente os órgãos de S. Roque, Convento da Estrela, convento de Odivelas, Sacramento, Santa Justa, os três de Mafra, o da Capela Real de Queluz, além de muitos outros menores, como os do Socorro, Santa Isabel, Boa Hora (em Belém), Anjos, S. Tiago, S. Lourenço, ermida da Vitória, Encarnação, etc. Fabricou também muitos instrumentos para diversas igrejas das proximidades de Lisboa, como Barreiro, Lavradio, Coruche, Marvila, Santarém (onde há três, sendo o mais considerável o da Misericórdia), Santa Quitéria de Meca, etc. Igualmente mandou muitos para o Brasil, alguns deles de grandes dimensões. Por motivo de ter construído os órgãos de Mafra e Queluz, foi nomeado organeiro da casa real - Organorum regalium Rector, como ele mesmo se intitulava - e condecorado com o hábito de Cristo. Um dos últimos instrumentos produzidos por este laborioso fabricante foi o orgão que existe Freguesia do Barreiro; tem o número 103 e data de 1828, exactamente o anno em que ele morreu. Machado e Cerveira entrou para a Irmandade de Santa Cecília em 22 de Novembro de 1808, sendo muito considerado nesta corporação. Exerceu com a maior pontualidade e zelo, durante os últimos anos e até poucos meses antes de falecer, o cargo de primeiro assistente, presidindo a todas as sessões da mesa. Tinha ultimamente oficina e moradia numa das propriedades da Casa de Bragança ao Tesouro Velho, creio que a mesma que ocupara seu irmão Machado de Castro. Morreu em Caxias, para onde tinha ido já muito doente, em 14 de Setembro de 1828, contando 72 anos de idade; foi sepultado nos covaes dos Jerónimos. A oficina de Machado e Cerveira continuou ainda a funcionar, dirigida pelo seu ajudante e discípulo José Teodoro Correia de Andrade, sendo proprietária a viúva D. Maria Isabel da Fonseca Cerveira. Extinguiu-se porém pouco tempo depois sem ter produzido mais trabalho algum importante. Os maiores órgãos de Machado, com excepção dos dois que estavam nos Jerónimos, não têm uma fabrica muito grande; podem até considerar-se pequenos comparados com os instrumentos monumentais que existem espalhados pela Europa, e em Lisboa mesmo, antes do terramoto, havia-os muito mais grandiosos. São porém muito bem construídos, com solidez notável, no gosto italiano predominante em toda a Península desde os fins do século XVII. Por isso nenhum tem o teclado de pedais e raros têm dois teclados manuais. São muito pobres nos registros graves, tendo apenas um flautado de 24 palmos ou 16 pés. A sua maior riqueza consiste na palheteria e nos registros compostos, que são sempre muito numerosos havendo registros com sete ordens de tubos. São por isso brilhantes e estridentes nos cheios, mas pouco nutridos nos flautados. Satisfaziam ao gosto vulgar da época que exigia, mesmo na igreja, música alegre e ruidosa. Como se vê, o carácter desses instrumentos é completamente oposto ao dos órgãos modernos, cujas tendências são para adoçar os timbres suprimindo de todo os registros compostos, diminuindo a palheteria e aumentando os flautados principalmente nos registros graves. No que porém os órgãos de Machado são por vezes admiráveis, é na escultura ornamental. Vê-se que conhecia a arte de modelar a madeira, fazendo-o com aprimorado gosto. Já me referi sobre este ponto ao orgão dos Mártires; os do Jerónimos, que foram planeados pelo pai, mas cuja execução não pode deixar de lhe ser atribuída, são muito mais grandiosos e de superior beleza. Mas o que a todos sobreleva no fino acabamento dos pequenos ornatos e emblemas em relevo é o de Odivelas. Tambem é notável sob o ponto de vista ornamental o orgão do Convento da Estrela. É dividido em cinco corpos laterais, porque a pequena distancia que separa o coro da abobada não permitia desenvolve-lo em altura; os emblemas, festões e figuras inteiras nos remates assim como os finos embutidos nos teclados. Constitui tudo trabalho de muito gosto para se admirar. Tem este orgão dois teclados, quarenta e três registros e sete pedais de combinações. A sua inscrição, manuscrita com letra bastarda muito bem lançada sobre uma prancheta de marfim, diz: "Este Orgão fez Antonio Xavier Machado e Cerveira no anno 1789. N.º 23."
anuladores
A aplicação generalizada dos anuladores [ pisantes para anular cheios, palhetas, ou eco ] foi um dos grandes contributos técnicos de Machado e Cerveira, simplificando a acção do organista, pois estes permitem a versatilidade sonora instantânea através de um único teclado. Embora não seja característico de toda a obra, Machado e Cerveira aplicou somente o anulador de cheios nos instrumentos que foram para os Açores até à década de 1810, independentemente do tipo de caixa e da quantidade de registos, com excepção do n.º 56 (1798) [Angra do Heroísmo Igr. do Colégio] que possui anulador de cheios e palhetas. José Nelson Leonardo Cordeniz
Aqui Existo
Aqui Existo é o terceiro álbum da fadista Sandra Correia. É um álbum de originais, composto por fados inéditos, de estrutura tradicional, acompanhados por um trio de fado, e outros temas acompanhados por um trio de fado, ensemble de cordas, e convidados de várias outras áreas da música.  A Sandra junta neste álbum autores que ao longo dos últimos três anos têm composto e escrito para ela, temas com os quais se identifica e onde "sente que existe". As composições belíssimas e as histórias que canta são as histórias onde todos existimos, num ambiente musical intenso. Extensão vocal e expressão interpretativa, elegância, classe, reflectem uma artista superior, madura, serena e tranquila. Este é, claramente, um álbum de consagração, de uma artista maior no panorama musical Português. Direcção e arranjos ensemble de cordas Lino Guerreiro.
Arménio de Melo
Arménio de Melo é licenciado em Ciências Musicais pela FCSH-UNL. Colaborou com artigos na Enciclopédia da Música em Portugal no século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2010 1ª edição.
Arquivo Nacional do Som
Arquivo Nacional do Som é uma estrutura técnica e tecnológica que permita arquivar, preservar e disponibilizar o património fonográfico português, recorrendo aos arquivos dispersos existentes, mas também a entidades públicas ou privadas que detenham registos áudios - como as associadas do Inatel - passíveis de serem registados e guardados. A equipa foi criada em fevereiro de 2019 e está a trabalhar desde março de 2019 no projeto com a dupla participação dos ministérios da Ciência e da Cultura. Posteriormente foi constituído o Conselho Consultivo, cuja estrutura - publicada em julho em Diário da República - compreende o etnomusicólogo António Tilly, o responsável pela Área de Conteúdos Rádio da Subdireção de Arquivo da RTP Eduardo Leite, o musicólogo Paulo Ferreira de Castro, a investigadora e diretora do Museu do Fado Sara Pereira e a professora catedrática de Etnomusicologia Salwa Castelo-Branco.
ARTAVE
Criada em 1989, a ARTAVE - Escola Profissional Artística do Vale do Ave, é uma instituição pioneira no Ensino Profissional Artístico. Apesar da sua juventude, a ARTAVE revela-se como um modelo de sucesso no ensino da música em Portugal, com numerosos alunos apresentando resultados ao mais alto nível e com elevada representação de antigos alunos desenvolvendo carreiras profissionais de sucesso.
ARTAVE - Escola Profissional Artística do Vale do Ave

ARTAVE - Escola Profissional Artística do Vale do Ave

Arte chocalheira
Arte chocalheira é a arte tradicional da construção de chocalhos reconhecida em 2015 como Património Cultural Imaterial com Necessidade de Salvaguarda Urgente, título atribuído pela UNESCO – Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura.
Arte no Tempo
A Arte no Tempo é uma associação cultural que tem como objectivo a divulgação da arte musical contemporânea através da promoção de eventos, do incentivo à criação e à interpretação, da edição e da realização de actividades performativas, podendo, para tal, estabelecer relações com outras formas de expressão artística.
Arte no Tempo

Arte no Tempo

ArtEduca
ArtEduca – Conservatório de Música de Vila Nova de Famalicão é uma escola de música que foi criada por uma família de jovens músicos famalicenses juntamente com alguns amigos, que em fevereiro de 2005 colocavam a primeira pedra daquele que viria a ser um projeto vibrante, ambicioso, apaixonado e com uma missão muito particular: através da música construir pessoas mais felizes, capazes, confiantes e generosas.
Associação Musical de Évora "Eborae Mvsica"
A Associação Musical de Évora “Eborae Mvsica” tem por objetivo primordial a divulgação dos grandes mestres polifonistas da Escola de Música da Sé de Évora. Estreou-se com a apresentação do Coro Polifónico, Coro Infantil e Cantores Solistas, em setembro de 1987, num concerto integrado no certame “Os Povos e as Artes”.
Associação Portuguesa de Compositores
A Associação Portuguesa de Compositores (APC), fundada em 1992, tem como missão fomentar e desenvolver as condições, meios e circunstâncias necessárias à criação musical contemporânea. Nesta medida, independentemente de corrente estética, faixa etária, regionalismo, estatuto social, académico ou económico, a APC assume com os seus associados o compromisso de deslocar a tradição composicional no sentido do futuro, desafiando a criação musical portuguesa à elevação do pensamento criativo a um estatuto de seriedade, integridade e nível estético de referência. Nesta medida, a APC propõem-se desenvolver diversos mecanismos no sentido de apoiar e desenvolver formações dedicadas ao repertório de século XX e XXI, oferecendo resistência a qualquer forma de inércia cultural através da expansão do universo de acesso à experimentação sonora a um leque alargado de compositores, intérpretes e públicos. É igualmente objectivo da APC trabalhar no sentido de desenvolver protocolos que ofereçam aos seus associados acesso, quer a condições de criação e de difusão de trabalho criativo e performativo privilegiadas, quer ao usufruto de uma diversidade enriquecedora de actividades no domínio da criação musical contemporânea.
Atelier Samthiago
Atelier Samthiago é uma oficina constituída em 2005 que centra a sua área de actuação na Conservação e Restauro do Património Histórico e Artístico em Portugal e Espanha. Trabalha em pareceria com a firma espanhola de restauro de órgãos Acitores Organería y Arte, tendo trabalhado no restauro dos órgãos históricos das igrejas dos Clérigos (Porto) e Mosteiro de Pombeiro (Felgueiras).
Ateneu Comercial do Porto
O Ateneu Comercial do Porto foi fundado a 29 de agosto de 1869. Dotado de magníficas instalações, dispõe de um salão nobre, polivalente, biblioteca, restaurante, bufete, bar, sala de visitas, salas de jogos e sala de leitura, para além das salas D. Luís e Dr. Uva. Por aqui passaram figuras de grande prestígio nacional e internacional, no domínio das letras, artes plásticas e cénicas, música, política e ciência.  
Atlas de Instrumentos Utópicos
Atlas de Instrumentos Utópicos são um instrumentário desenvolvido pela Sonoscopia e que existe apenas em zonas de liberdade onde todos os sons são igualmente importantes. Com este instrumentário, parte-se de dois princípios fundamentais: todos os sons são passíveis de serem transformados em música, e qualquer pessoa, de qualquer idade, pode fazer música. Respeitados estes princípios, segue-se apenas uma regra. Ouvir.
AUDIOGEST
A AUDIOGEST e a GDA são entidades sem fins lucrativos, dotadas de utilidade pública, responsáveis pela gestão coletiva de direito de autor e direitos conexos sobre as obras musicais, representando em Portugal, respetivamente, produtores e artistas, nacionais e estrangeiros.
Auditório Fernando Lopes-Graça (Cascais)
O Auditório Fernando Lopes-Graça situa-se em Cascais, no interior do Parque Palmela. Com uma plateia de 700 lugares ao ar livre, perfeita para os dias quentes de verão,  mantém uma programação regular também durante os meses de inverno, num espaço interior alternativo com capacidade para 200 lugares.
Auditório Fernando Lopes Graça, Parque Palmela, Cascais

Auditório Fernando Lopes Graça, Parque Palmela, Cascais

Auditório Municipal Augusto Cabrita
O Auditório Municipal Augusto Cabrita assume-se como veículo dinamizador, promotor e difusor das artes visuais e das artes de palco no seio da sua comunidade local e num plano regional e nacional através da rede de teatro municipais, ArtemRede, da sua programação contínua e de co-produções.
Auditório Municipal Augusto Cabrita

Auditório Municipal Augusto Cabrita

Auditório Municipal de Albufeira
Construído com o objetivo de dotar a Cidade de um equipamento que possibilitasse potenciar a difusão da criação artística, o Auditório Municipal de Albufeira tem capacidade para 368 lugares, está equipado com material para receber congressos e conferências, bem como para a realização de espectáculos de âmbito diversificado: música, teatro, canto e cinema.
Auditório Municipal de Albufeira

Auditório Municipal de Albufeira

Auditório Municipal de Gaia
O Auditório Municipal de Gaia (AMG) é um dos espaços nobres da atividade cultural do Município de Gaia. Abriu ao público a 13 de Junho de 1997. Decorridos 20 anos o AMG sofreu um intervenção estética e técnica, que o requalificou, passando a constituir uma referência na zona envolvente. A reabertura ao público aconteceu no dia 9 de setembro de 2018.
Auditório Municipal de Gaia

Auditório Municipal de Gaia

Auditório Municipal de Gondomar
Local privilegiado para a divulgação da cultura e das artes, o Auditório Municipal de Gondomar dispõe de um anfiteatro para 235 pessoas e de duas salas para exposições.
Auditório Municipal de Gondomar

Auditório Municipal de Gondomar

Auditório Municipal de Olhão
O Auditório Municipal de Olhão é uma sala de espetáculos na Avenida 16 de Junho em Olhão (Algarve).
Auditório Municipal de Olhão

Auditório Municipal de Olhão

Auditório Municipal de Pombal
Local e instrumento para o desenvolvimento de ideias, emoções e sentimentos, o Auditório Municipal de Pombal está ao serviço da comunidade que serve, querendo assumir-se como “Uma janela aberta” para todos os públicos e faixas etárias.
Auditório Municipal de Pombal

Auditório Municipal de Pombal

Auditório Municipal de Portimão
Com mais de mil lugares sentados, o Auditório Municipal de Portimão é a maior e mais moderna estrutura coberta a sul do país. Este espaço cultural destaca-se pela sua originalidade estética e pelas suas potencialidades multifuncionais.
Auditório Municipal de Portimão

Auditório Municipal de Portimão

 
Auditório Municipal de Vila do Conde
A casa do Submosteiro, também denominada Solar dos Vasconcelos, foi construída por volta de 1770. Mesmo sendo imóvel de Interesse Público, em 1980 foi objeto de quase total demolição, tendo ficado de pé a fachada. O imóvel foi adquirido pela Câmara que o transformou num equipamento para exposições, cinema e vídeo, conferências, concertos e espetáculos de teatro e dança.
Auditório Municipal de Vila do Conde

Auditório Municipal de Vila do Conde

Auditório Municipal de Vila Nova de Cerveira
O Auditório Municipal de Vila Nova de Cerveira foi desenhado para sediar grandes eventos, como festivais, concertos, espetáculos de dança. O projeto foi desenhado pelo arquiteto Christopher em formato semicircular, semelhante aos anfiteatros romanos, permitindo uma capacidade de 400 lugares. A capacidade pode ser aumentada para 900 lugares com o uso de assentos de cadeiras móveis.
Auditório Municipal de Vila Nova de Cerveira

Auditório Municipal de Vila Nova de Cerveira

Auditório Senhora da Boa Nova
Integrado no Centro Paroquial do Estoril, o Auditório Auditório Senhora da Boa Nova foi inaugurado em 2010, e é atualmente o maior Auditório do concelho de Cascais, com capacidade para 608 pessoas, das quais 21 com mobilidade condicionada. O espaço, um projeto acústico Martins da Silva, está preparado para receber todo o tipo de espetáculos; musicais, orquestras sinfónicas, concertos de música ligeira, bailados teatros e conferências. Equipado com os mais modernos meios audiovisuais e uma equipa técnica permanente, dispõe ainda de excelentes condições logísticas, nomeadamente um parque coberto com 150 lugares, 4 camarins com capacidade para mais de 50 artistas, 3 cabines de tradução, foyer e bar.
Augusto Joaquim Claro
Augusto Joaquim Claro (1865 – 1917) foi um importante construtor de órgãos, natural da aldeia de Ínsua (Penalva do Castelo) e que fixou oficina em Braga na rua da Cónega (rua da Boavista). Segundo a informação registada por Álvaro Carneiro, o mesmo organeiro nasceu em nove de fevereiro de 1865, tendo aprendido a arte com o seu tio António José dos Santos, de Mangualde, também ele organeiro de profissão. Lista com o resumo das obras conhecidas deste construtor: 1877 – igreja matriz de Monção, restauro 1885 – igreja de Santa Cruz, restauro 1890 – capela do cemitério de Agramonte (Porto) 1891 – igreja paroquial de Dume, destruído no incêndio 1894 – igreja paroquial de Beiriz (Póvoa de Varzim) c.1896 – igreja de Vila Cova (Barcelos) c.1896 – igreja paroquial de Santa Marta de Portuzelo (Viana) 1899 – igreja do seminário de Santiago (Braga) 1899 – igreja paroquial de Vilar do Paraíso (Gaia) c.1818 – igreja de São Domingos (Viana do Castelo) 1900 – igreja de Santa Maria (Covilhã) 1900 – igreja dos Congregados (Braga), remodelação 1901 – igreja matriz de Castelões (Vale de Cambra) 1903 – igreja matriz ou de Santo Estêvão (Valença) 1904 – igreja de São Luís de Pinhel (Guarda) 1905 – igreja matriz de Oliveira de Azeméis 1906 – igreja do Terço (Porto), acréscimo 1907 – igreja da Graça (Lisboa) 1907 – igreja de Nossa Senhora das Mercês (Lisboa), remodelação 1907 – igreja paroquial de Esmoriz 1908 – órgão do coro da matriz de Vila do Conde 1912 – Museu-Biblioteca do Conde de Castro Guimarães (Cascais) Séc. XX – igreja matriz da Apúlia (Esposende) Séc. XX – igreja matriz de Arcos (Vila do Conde) Séc. XX – igreja de NS do Amparo de Benfica (Lisboa) Séc. XX – igreja de Beiriz (Póvoa de Varzim) José Alberto Rodrigues [ Músicos de Penalva do Castelo ]
Aula Magna
Com uma lotação total de 1584 lugares a Aula Magna, da Reitoria da Universidade de Lisboa, é palco de centenas de eventos de natureza artística, científica e institucional,  afirmando-se como um espaço de referência para a realização de diferentes tipologias de eventos.
Aula Magna da Reitoria da Universidade de Lisboa

Aula Magna da Reitoria da Universidade de Lisboa

Áureo Castro
Áureo Castro foi um compositor e músico português que teve uma grande influência no desenvolvimento da música erudita em Macau (China), palco de diálogo entre Ocidente e o Oriente. Como compositor, foi um entusiasta da música folclórica chinesa e afeição por Macau e suas gentes, compôs algumas obras de sintaxe entre as linguagens musicais ocidental e chinesa, revelando assim traços de interculturalidade chino-ocidental. (Ana Filipa Ferreira)
AVA
AvA Musical Editions é um projeto de divulgação musical em curso, "com provas dadas e um catálogo que abrange nomes fundamentais da história música portuguesa como Luís de Freitas Branco, Frederico de Freitas ou Joly Braga Santos, entre muitos outros cuja necessidade de edição é premente. Também os compositores actuais (entre os quais me incluo) encontram nela a única editora musical empenhada em editar e disponibilizar de forma continuada e consistente as suas obras. A qualidade das edições AvA e a forma prática, rápida e profissional como tem vindo a alargar o seu escopo e a editar e disponibilizar partituras que até hoje só se tocavam a partir de vergonhosas cópias manuscritas." (Alexandre Delgado, compositor, 2010)
Aveiro_Síntese
Aveiro_Síntese é um evento musical promovido pela associação cultural Arte no Tempo com apoios da Direcção Geral das Artes e do Município de Aveiro.
Babelim
Babelim é um termo inventado pela Companhia de Música Teatral para designar a forma de comunicação que precedeu a linguagem. Feita de sons, imagens, movimentos, falado/cantado/dançado pelas pedras, plantas, animais e humanos. Perdeu-se com o tempo e com a pressa de nos tornarmos grandes. Mas os bebés, e as mães, ainda o falam. Babelim é uma experiência artística centrada na música e no movimento. É uma obra aberta que conjuga quadros contemplativos e momentos participativos, e resulta do trabalho de exploração, fruição e investigação realizado com pais e bebés, educadores e artistas que ao longo de quatro anos partilharam as várias etapas do Projeto Opus Tutti (da CMT). Em particular, dos workshops Afinação do Ouvir e Afinação do Brincar. Lugar de liberdade, partilha e autenticidade, de cruzamento de percursos, forma de festejar o ”momento presente” através da música, da voz e do corpo
Balada do Sonhador
Balada do Sonhador é uma peça do guitarrista e pedagogo Duarte Costa editada e disponível na Escola de Música Duarte Costa, em Lisboa.
Balaustrada
Balaustrada é o espaço próximo de um conjunto de balaustres, elementos verticais de parapeito de um coro alto, por exemplo, localização de alguns órgãos de tubos.
Ballet Contemporâneo do Norte
O BCN é uma companhia de dança contemporânea fundada em 1997 em Santa Maria da Feira. A companhia foi fundada por Elisa Worm, impulsionada pelo desejo de contribuir para a formação estética, educação e sensibilização de novos públicos, bem como pela vontade de aproveitar os recursos artísticos e humanos de uma região do País onde a dança era praticamente ausente.
Bárbara Alge
Bárbara Alge, doutora em Etnomusicologia pela Universidade de Viena, membro da equipa de investigação do INET-Instituto de Etnomusicologia, FCSH-UNL, é autora de artigos da Enciclopédia da Música em Portugal no Século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2020, 1ª edição.
Bárbara Villalobos
Bárbara Villalobos é mestre em Ciências Musicais (Musicologia Histórica) pela FCSH-UNL, membro da equipa de investigação do CESEM. Colaborou como autora na Enciclopédia da Música em Portugal no século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2010 1ª edição.
Basílica
"Basílica" é um título que honra um templo católico, por razões históricas, arquitetónicas e religiosas. Há quatro basílicas maiores, todas em Roma (São João de Latrão, Santa Maria a Maior e São Paulo Extramuros) e cerca de 1500 basílicas menores, algumas delas em Portugal (Mártires, Estrela, em Lisboa, e a de Fátima, entre outras). São edifícios onde é expectável encontrar grandes órgãos. É o Papa quem atribui este título a uma igreja do mundo. Em Portugal, há diversas basílicas com órgão: as da Estrela e dos Mártires (Lisboa), dos Congregados e do Bom Jesus do Monte (Braga), de Mafra, de Fátima... António José Ferreira
Belquior Marques
Belquior Marques é aluno do Programa Doutoral em Música da Universidade de Aveiro, Mestre em Música (performance) pela UA (2014) e Bacharel em Violão Erudito pela Universidade Estadual de Maringá (2011). Como solista e/ou membro de ensembles, apresentou-se em ciclos de concertos e festivais como I Festival de Guitarra de Braga, III Ponto de Guitarra (Vila Real/Portugal), Aveiro_Síntese 2018, Festival DME 60 e 61 (Lisboa/Portugal), entre outros.
Bernardo Santos
Bernardo Santos frequenta o Programa Doutoral em Música (Performance) na Universidade de Aveiro. Formado pelo Trinity Laban Conservatoire of Music and Dance (Londres), Conservatori del Liceu (Barcelona) e pela UA (Prémio Município de Aveiro). Tem realizado estudos sobre a obra de Berta Alves de Sousa e Frederico de Freitas, sendo responsável por edições críticas de obras de ambos compositores. Ministrou classes de aperfeiçoamento em escolas e universidades no Brasil e Portugal.
Blitz
Blitz é uma empresa de comunicação e notícias de música que nasceu em 1984.
Borealis Ensemble
Borealis Ensemble é um duo de flauta de bisel (António Carrilho) e Helena Marinho (pianoforte e piano). Não obstante o interesse do público por interpretações em instrumentos históricos, é notória a ausência de repertório contemporâneo em programas de concertos e gravações que envolvam instrumentos como a flauta de bisel ou o pianoforte, dois instrumentos que conheceram o seu apogeu no séc. XVIII e XIX, respetivamente, mas que foram negligenciados pelos compositores subsequentemente. A escassa produção nacional de obras contemporâneas para esses instrumentos, por um lado, e a falta de divulgação do património musical nacional para esses instrumentos, por outro, constituem lacunas que o projeto do Borealis Ensemble tenta colmatar. Do diálogo entre estes dois tipos de repertórios pretende-se desconstruir a noção de instrumento/repertório histórico, procurando novas perspetivas de ler e ouvir o património musical.
Brava espetáculo-percurso
Brava é um espetáculo-percurso inserido no projeto “Guardo nas minhas mãos mais de mil anos de sabedoria” e une as Adufeiras do Paul com os criadores-interpretes da DEMO, Dispositivo Experimental Multidisciplinar Orgânico; “é um passeio performativo” na zona ribeirinha do Paul, “para resgatar a nossa relação com a natureza”. “Para além do cruzamento entre a arte e o património natural, que é importante e que define o projeto”, destaca também “a parte educativa, que levará à educação artística e ambiental. O espetáculo tem o apoio do Município da Covilhã.
Bruno Caseirão
Bruno Caseirão é licenciado e mestrado em Ciências Musicais (Musicologia Histórica) pela FCSH-UNL. Colaborou com artigos na Enciclopédia da Música em Portugal no século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2010 1ª edição.
caixa do órgão
A caixa do órgão não se resume a uma simples função estética, é o importante elemento que encerra e protege toda a mecânica do instrumento e a maioria do corpo sonoro (tubos), colaborando para a sonoridade do instrumento musical. O móvel que “guarda” o órgão permite criar um espaço protegido das correntes de ar, da humidade, do pó, das mudanças bruscas de temperatura e da incidência direta da luz solar. Apenas é fechada completamente pela parte de cima, impedindo que a sujidade caia sobre os tubos, e na parte inferior, quando nesta apenas estão os elementos da mecânica e não tubos ou caixas de eco. José Alberto Rodrigues
Canto Firme
A Canto Firme – Associação de Cultura provém de um Coro que nasceu em 1980, no seio de uma Sociedade Filarmónica centenária em Tomar. Por razões logísticas e artísticas, em 19 de fevereiro de 1982 e por Escritura Pública, nasceu a Associação Canto Firme que tem por objetivo contribuir para o desenvolvimento cultural da Região e do País.
Canto Firme – Associação de Cultura
Canto Firme – Associação de Cultura é uma associação que comemora em 2020 o 40º aniversário da sua criação, em 1980, no seio da Sociedade Filarmónica Nabantina, em Tomar. A cada aniversário, a sede da Canto Firme em Tomar abre as portas para a “Festa da Música” convidando todos a entrar e perceber qual o dia-a-dia na formação, ensaios e interação entre todos os que ali se unem para aprender, ensinar e fazer música.
Capela (templo)
Capela é um templo cristão secundário, geralmente de dimensões mais reduzidas e culto menos frequente do que a igreja. Na diocese, o templo mais importante é a catedral. Na paróquia, destaca-se a igreja matriz ou paroquial, onde se ministram a principal missa dominical e tem preponderância a celebração de outros sacramentos (batismo, penitência, unção dos doentes, matrimónio). A capela pode ser um local de  celebração e culto de pequenos grupos religiosos específicos ou comunidades (aldeias, seminários, colégios, prisões, conventos e mosteiros). António José Ferreira
capela-mor
A capela-mor é a capela principal de uma igreja, onde se encontra o altar-mor. É uma das localizações onde se encontram órgãos de tubos históricos, em tribuna, ora do lado do Evangelho, ora do lado da Epístola, ora em ambos os lados.
Carla Nunes
Carla Nunes é mestre em Ciências Musicais (Etnomusicologia) pela FCSH-UNL, doutorada e membro da equipa de investigação do INET-MD, e professora de Educação Musical. Colaborou com artigos na Enciclopédia da Música em Portugal no século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2010 1ª edição.
Carla Passinhas
Carla Passinhas é mestre em Ciências Musicais (Etnomusicologia) pela FCSH-UNL, e professora de Educação Musical. Colaborou com artigos na Enciclopédia da Música em Portugal no século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2010 1ª edição.
Carla Raposeira
Carla Raposeira é licenciada em Ciências Musicais pela FCSH-UNL, chefe da Divisão de Etnografia e Folclore do Inatel. Colaborou com artigos na Enciclopédia da Música em Portugal no século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2010 1ª edição.
Carlos Branco Mendes
Carlos Branco Mendes é mestre em Literatura Comparada pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, e doutorado em Antropologia no ISCTE. Colaborou com artigos na Enciclopédia da Música em Portugal no século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2010 1ª edição.
Carlos Firmino
Carlos Firmino Soares da Cunha (1955-2020), conhecido por Carlos Firmino, foi um músico aveirense, saxofonista, compositor, maestro, professor e artista plurifacetado. Foi maestro da Orquestra da TAUC, Tuna Académica da Universidade de Coimbra, de 1985 a 1987. Ofereceu à OAUC, "Little Overture", uma peça da sua autoria, interpretada pela mesma no concerto comemorativo dos 730 anos da Universidade de Coimbra, dia 1 de março de 2020. Em 2016 apresentou no Departamento de Arte e Comunicação da Universidade de Aveiro a dissertação de maestrado "Analogias desenvolvidas entre a Formação Musical e a Análise e Técnicas de Composição: a Fraseologia como estratégia educacional".
Carlos Guerreiro
Músico profissional e construtor de instrumentos musicais, Carlos Guerreiro tem o curso de Educação pela Arte do Conservatório Nacional, professor de Educação Musical. Colaborou com artigos na Enciclopédia da Música em Portugal no século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2010 1ª edição.
Carolina Leote Godinho
No final de 2018, Carolina Leote Godinho concluiu o Mestrado em Composição de Bandas Sonoras e Música para Meios Audiovisuais, pela Escola Superior de Música de Catalunya, Barcelona. Estreou-se no mundo do cinema, tendo composto a banda sonora original da curta-metragem espanhola “En Tu Piel”, interpretada pela Orquestra Sinfónica de Bratislava e gravada na Slovak Radio, em Bratislava.
Cartografado
Cartografado antecipa em single e videoclipe o álbum homónimo, a editar este mês pela Ocarina, e que será o quarto álbum a solo da fadista Carla Pires, depois de Ilha do Meu Fado (2005), Rota das Paixões (2012) e Aqui (2016). Com arranjos, produção musical e edição de André M. Santos, direção artística de Amélia Muge e produção executiva de Joaquim Balas, o disco tem treze canções, embaladas num mesmo espírito, assim sintetizado no texto que abre o seu libreto: “Entre tudo o que não há e o tempo de acontecer ressoa a incompletude e o esplendor de nos sentirmos com esta voz, de ir com ela, sendo outros constantemente. É esse o fado que aqui soa e se partilha. Viajar assim, é viagem.” Isto com “uma capacidade [da cantora] de tornar o fado ainda mais mundo, mas também ainda mais fado, cantado em nome próprio.” Este é o primeiro tema a ser revelado antes da edição do disco, a 20 de março de 2020.
Casa da Música (Porto)
A Casa da Música é uma sala de concertos localizada no Porto, em Portugal. Foi projetada pelo arquitecto holandês Rem Koolhaas, como parte do evento Porto Capital Europeia da Cultura em 2001 (Porto 2001), no entanto, a construção só ficou concluída em 2005, transformando-se imediatamente num ícone da cidade.
Casa da Música

Casa da Música

Casa das Artes (Porto)
Projetada em 1981 pelo Arquiteto Souto Moura, a Casa das Artes foi construída entre 1988 e 1991 nos jardins da casa de Allen e distinguida com o Prémio Secil.  O edifício constitui a primeira obra de grande notoriedade de Eduardo Souto Moura. Obra silenciosa e discreta, é quase invisível ao lado da obra de Marques da Silva (1869-1947) e constrói um dos limites do singular jardim.
Casa das Artes do Porto

Casa das Artes do Porto

Casa das Artes (Vila Nova de Famalicão)
Inaugurada a 1 de junho de 2001, a Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão é um teatro municipal que faz parte da Rede Nacional de Teatros e Cineteatros e é um centro de animação cultural e social da cidade.
Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão

Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão

Casa de Mateus
Situada na freguesia de Mateus, concelho e distrito de Vila Real, a Casa de Mateus foi mandada construir na primeira metade do século XVIII pelo 3º Morgado de Mateus, António José Botelho Mourão. O projeto deste palácio foi presumivelmente desenhado pelo arquiteto Nicolau Nasoni. O Palácio é constituído pela casa principal, pelos jardins, a adega e uma capela.
Casa de Mateus

Casa de Mateus

Casa de Ópera do Cabo Espichel
A Casa de Ópera do Cabo Espichel, edifício ao qual se tem dedicado a temporada de música, foi construído em 1770, durante uma das mais importantes renovações do Santuário, ordenada por D. José. O espaço serviu durante muitos anos de apoio aos festejos do Cabo, aos quais se juntavam sírios de toda a região de Lisboa.
Santuário do Cabo Espichel

Santuário do Cabo Espichel

Catarina Alves Costa
Catarina Alves Costa é mestre em Antropologia Visual pelo Granada Center da Universidade de Manchester, doutorada em Antropologia na FCSH-UNL, professora no Departamento de Antropologia da mesma instituição. Colaborou com artigos na Enciclopédia da Música em Portugal no século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2010 1ª edição.
Catarina Latino
Catarina Latino licenciou-se em Ciências Musicais pela FCSH-UNL. Diretora do Centro de Estudos Musicais da Biblioteca Nacional. Colaborou com artigos na Enciclopédia da Música em Portugal no século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2010 1ª edição.
Catarina Silva Nunes
Catarina Silva Nunes é doutora em Antropologia pelo ISCTE, e professora na Universidade Aberta. Colaborou com artigos na Enciclopédia da Música em Portugal no século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2010 1ª edição.
Celebrar a Música
No âmbito das comemorações do Dia Nacional das Bandas Filarmónicas (1 de setembro), desde 2016 a Câmara Municipal de Mafra promove a iniciativa "Celebrar a Música". Com um festival de bandas, juntamente com a Orquestra Sinfónica existente no concelho, celebra o associativismo cultural e o papel destes agrupamentos na salvaguarda, preservação e divulgação do património artístico e cultural, nomeadamente na formação cultural dos cidadãos.
Centro Cultural de Belém
O CCB (Centro Cultural de Belém) é um centro cultural que se localiza na praça do Império, freguesia de Belém, na cidade e Distrito de Lisboa, em Portugal. Foi concebido originalmente para acolher a sede da presidência portuguesa da Comunidade Europeia e posteriormente para desenvolver actividade cultural.  
Centro Cultural de Belém

Centro Cultural de Belém (CCB)

Centro Cultural de Cascais
Reconstruído segundo projeto do arquiteto Jorge Silva a partir das chamadas “Casas Cor-de-Rosa da Gandarinha” e de linhas inspiradas no antigo convento, o Centro Cultural de Cascais foi inaugurado no ano 2000. Na capela mais recente foi criado um auditório que recebe pequenos concertos de música, performances, conferências, seminários exposições.
Centro Cultural de Cascais

Centro Cultural de Cascais

Centro Cultural e Congressos Caldas da Rainha
O Centro Cultural e Congressos Caldas da Rainha (CCC), é um espaço na cidade de Caldas da Rainha,destinado às atividades culturais e à realização de congressos. A sua construção iniciou-se em 2006 e foi inaugurado a 15 de maio de 2008.
Centro Cultural e Congressos Caldas da Rainha

Centro Cultural e Congressos Caldas da Rainha

 
Centro Cultural e de Congressos de Angra do Heroísmo
O Centro Cultural e de Congressos de Angra do Heroísmo localiza-se em MadreDeus, no Alto das Covas, na cidade de Angra do Heroísmo, na ilha Terceira, nos Açores. Foi inaugurado em abril de 2003.
Centro Cultural e de Congressos de Angra do Heroísmo

Centro Cultural e de Congressos de Angra do Heroísmo

Centro Cultural e de Congressos de Aveiro
O Centro Cultural e de Congressos de Aveiro é parte de um edifício emblemático da arquitectura industrial aveirense. Desde a sua abertura, em 1995, passaram por este espaço grandes eventos: congressos nacionais e internacionais, reuniões de trabalho e incentivo, debates, exposições, concertos e peças de teatro.
Centro Cultural e de Congressos de Aveiro

Centro Cultural e de Congressos de Aveiro

Centro Cultural Olga Cadaval
Construído em 1945 sob projeto de Manuel Joaquim Norte Júnior, o então Cine-Teatro Carlos Manuel foi, durante muitos anos, o único cinema de Sintra. Reconhecendo o valor do edifício e a necessidade de uma nova sala para a vila de Sintra que pudesse abrigar, entre outros, eventos do já prestigiado Festival de Sintra, a Câmara adquiriu o imóvel em 1987 e promoveu a sua reconversão.
Centro Cultural Olga Cadaval

Centro Cultural Olga Cadaval

   
Centro Cultural Vila Flor
O Centro Cultural Vila Flor é o principal equipamento cultural de Guimarães, localizado na Avenida D. Afonso Henriques. Foi concluído em setembro de 2005, e nasceu da recuperação do Palácio Vila Flor e espaços envolventes, obra do Gabinete Pitágoras.
Centro Cultural Vila Flor, Guimarães

Centro Cultural Vila Flor, Guimarães

Centro de Artes do Espectáculo de Portalegre
O Centro de Artes do Espetáculo de Portalegre (CAEP), conta com uma programação cultural diversificada, nas áreas da Dança, Teatro, Música e Multidisciplinar, dirigidos para públicos nacionais e internacionais.
Centro de Artes do Espectáculo de Portalegre

Centro de Artes do Espectáculo de Portalegre

Centro de Congressos do Arade
O Centro de Congressos do Arade é um projeto arquitetónico de Miguel Arruda, com uma área total de 9000 m2, dividida em dois blocos e dotado de altas tecnologias essenciais aos grandes espetáculos de dimensão internacional, uma antiga fábrica de conservas de peixe, junto à foz do rio Arade (Lagoa), que renasceu como complexo multifuncional.
Centro de Congressos do Arade

Centro de Congressos do Arade

 
Centro de Cultura Musical
O Centro de Cultura Musical é um Conservatório Regional de Música que serve toda a região do médio Ave, em particular os concelhos de Santo Tirso e Vila Nova de Famalicão, onde tem instalações. Com uma população escolar que ultrapassa o meio milhar, o CCM tem sede no Colégio das Caldinhas desde a sua fundação em 1979, sendo actualmente o único Conservatório de Música privado no Norte do país que goza de Autonomia Pedagógica para todos os níveis de ensino. Ao longo dos anos tem concretizado projectos de actividades artísticas e musicais, dando um importante contributo para o desenvolvimento do gosto musical e para a formação de músicos, em acção conjunta com a ARTAVE – Escola Profissional Artística do Vale do Ave.
ARTAVE - Escola Profissional Artística do Vale do Ave

ARTAVE - Escola Profissional Artística do Vale do Ave

César Viana
Flautista, compositor, musicólogo e maestro português, César Viana gravou para diversas editoras, entre as quais a EMI Classics, RCA, BMG, Philips e Strauss. As suas composições e orquestrações integram o repertório do Ballet Gulbenkian, Companhia Nacional de Bailado, Teatro da Trindade.
CESEM
O CESEM é uma unidade de investigação dedicada ao estudo da Música e das suas correlações com as outras artes, a cultura e a sociedade, incorporando abordagens diversas e fazendo uso das perspectivas e metodologias mais recentes nas Ciências Sociais e Humanas. São objectivos gerais do CESEM: Criar um ambiente adequado para o trabalho em equipa, organizado em resposta a necessidades e prioridades científicas claramente identificadas; Apoiar os interesses de investigação dos seus membros, a sua participação em espaços profissionais internacionais e a publicação dos resultados da investigação; Promover novos projectos de investigação colaborativos, que aprofundem o conhecimento e a divulgação de temas portugueses, ibéricos e latino-americanos; Criar novas ferramentas de investigação, aplicações e bases de dados, permitindo à comunidade académica internacional estudar repertórios locais e outros objectos pouco explorados e promover o papel da Música na vida portuguesa contemporânea; Fomentar um clima renovado de investigação e debate, reunindo os seus membros numa comunidade musicológica dinâmica e capaz de manter a excelência nos estudos pós-graduados em Música. Actualmente o CESEM conta com três pólos, além da sede em Lisboa (NOVA FCSH), nomeadamente na Universidade de Évora, Instituto Politécnico do Porto (ESMAE) e Instituto Politécnico de Lisboa (ESML).
Chamber Works CD
Chamber Works é o nome do disco de Pedro Faria Gomes editado em 2020 pela Naxos que tem como intérpretes Sarah Thurlow, clarinete; Saul Picado, piano; Carla Santos, violino; Nancy Johnson, viola, Miguel Fernandes, violoncelo.
chinoiserie
A chinoiserie vulgarizou-se em Portugal a partir do século XVII, graças ao contacto comercial com o oriente. O orientalismo teve como principal objeto o mobiliário, desde armários, papeleiras, oratórios, molduras e mesmo órgãos. A técnica decorativa consistia em realizar um charão sobre um suporte previamente esmaltado a verde, vermelho ou preto, procurando assemelhar-se ao efeito das lacas orientais, cuja composição permanecia desconhecida. Os motivos dourados, por vezes contornados a negro para criar um efeito de profundidade, com inspiração asiática, dependiam da fantasia do artista, que reproduzia figuras ocidentais em quadros de contexto ocidental, onde dominavam as cenas campestres, com casas, animais e plantas, onde estavam presentes personagens com trajes de época. José Alberto Rodrigues
Christopher Bochmann
Compositor e maestro, Christopher Bochmann é doutor pela Oxford University e professor no Departamento de Música da Universidade de Évora. É autor de artigos da Enciclopédia da Música em Portugal no Século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2020, 1ª edição.
Chronicle
Chronicle é uma resposta da coreógrafa americana Martha Graham à ameaça do fascismo na Europa, estreada em dezembro de 1936. Não traduzindo uma representação realista dos acontecimentos, a intenção é antes universalizar a tragédia da guerra. Originalmente criado em cinco secções, foi, entretanto, remontado pela Martha Graham Dance Company, e é apresentado nos dias 11, 12, 13 e 14 de março no Teatro Camões numa versão reduzida a três secções: Spectre 1914Steps in the Street e Prelude to Action. Esta é a primeira obra de Martha Graham a integrar o repertório da CNB.
Ciclo de Música "Guitarras"
Iniciado em 2016, ano da inauguração da Casa da Música Francisco Alves Gato, o Ciclo de Música "Guitarras" torna este instrumento, que outras vezes é de acompanhamento, o protagonista de diversos concertos, com sonoridade lusitana.
Ciclo de Música "Jazz"
Ciclo de Música “Jazz”, de Mafra, é um ciclo de música criado em 2016. Procura apresentar diversas variações e abordagens do jazz, dando espaço à improvisação e a outras manifestações sonoras.
Ciclo de Música “Bandas Filarmónicas e Orquestra”
Aproveitando os seis agrupamentos filarmónicos, alguns centenários, e a orquestra sinfónica existente no concelho de Mafra, de foro associativo, o Ciclo de Música "Bandas Filarmónicas e Orquestra" apresenta, desde 2016, a cada duas semanas os músicos instrumentistas amadores do concelho.
Ciclo de Música Tradicional Portuguesa “Raízes”
O Ciclo de Música Tradicional Portuguesa “Raízes” é uma iniciativa promovida desde 2018 pela Câmara Municipal de Mafra, dando lugar na sua programação à música tradicional portuguesa, com artistas diversificados e conceituados.
Cineteatro António Lamoso
O Cineteatro António Lamoso, em Santa Maria da Feira, é um agente de criação e produção artística transdisciplinar e um espaço potenciador e difusor da dimensão criativa. Pretende-se que mantenha ação permanente na construção de hábitos de consumo de bens culturais assim como na construção, captação e fidelização de públicos, com particular responsabilidade na formação de valores estéticos às gerações futuras.
Cineteatro Constantino Nery
O Cineteatro Constantino Nery - Teatro Municipal representa um instrumento de grande importância na prossecução das políticas de desenvolvimento cultural definidas pela Câmara Municipal constituindo um espaço privilegiado de promoção e difusão de atividades culturais e artísticas.
Cineteatro Constantino Nery

Cineteatro Constantino Nery

Cistermúsica
O Cistermúsica - Festival de Música de Alcobaça, um dos mais prestigiados e consolidados festivais do género no país, foi fundado em 1992. Conta com um percurso de mais de 25 anos a marcar o calendário cultural da música clássica e dança. Ao longo dos anos, o festival foi crescendo, tornando-se um relevante evento cultural da região Centro e uma incontestável referência nacional.
Cistermúsica 2019

Cistermúsica 2019

CITAR
O CITAR desenvolve investigação artística, informada por práticas e conceitos inscritos nos impulsos humanos da nossa era pós-digital, pelos desafios e possibilidades das artes digitais e das ‘digital humanities’, em articulação com com a complexidade dos processos e tecnologias das artes analógicas. Os debates contemporâneos das artes e das humanidades digitais e tradicionais estimularam a definição dos nossos objetivos e pesquisas, articulados em quatro focos de investigação: Som e Música, ‘New Media Art’, Cinema e Arte Cinemática, Património e Conservação-Restauro. Atualmente, o Centro possui 46 membros integrados e 48 colaboradores.
Clamat
Inserido na cooperativa Limina, o Centro para a Pesquisa, Difusão e Desenvolvimento da Percussão - Clamat - é um espaço de Discussão, Inovação, Incubadora de Projectos e Plataforma de Ensino de Alto Rendimento para a Performance de Percussão. Divide-se em três grandes áreas: ​Academia | Colectivo Variável | Núcleo de Investigação. Tem a direção artística e pedagógica de Nuno Aroso.
Clara Saraiva
Clara Saraiva é doutora em Antropologia pelo Instituto de Investigação Científica Tropical, investigadora na mesma instituição, e professora no Departamento de Antropologia da FCSH-UNL. Colaborou na Enciclopédia da Música em Portugal no século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2010 1ª edição.
Clarinete.pt
Clarinete.pt é um livro da autoria de Nuno Silva publicado em 2020 que trata do comportamento do cérebro durante a aprendizagem musical e explica como podemos aproveitar este conhecimento para estudar melhor e de forma mais eficaz, apresentando conceitos e técnicas de trabalho revolucionárias muito úteis na preparação da performance (esta parte é aplicável a todos os músicos). O livro explica, também, de forma detalhada todos os aspectos relacionados com a execução do clarinete, incluindo o controle da embocadura, a emissão do som, a técnica, a afinação, as palhetas, a organização do estudo e outros assuntos ligados à práctica clarinetistica. Nuno Silva
Coliseu do Porto
O Coliseu do Porto é uma sala de espectáculos localizada na cidade do Porto, em Portugal. O edifício foi classificado como Monumento de Interesse Público pela Portaria n.º 637/2012, de 2 de novembro de 2012, publicada em Diário da República.
Coliseu do Porto

Coliseu do Porto

Coliseu Micaelense
O Coliseu Micaelense é uma sala de espetáculos que se localiza na cidade e concelho de Ponta Delgada, na ilha de São Miguel, nos Açores.
Coliseu Micaelense

Coliseu Micaelense

 
Companhia de Música Teatral
A criação artística é a fonte de pulsação da Companhia de Música Teatral (CMT). Partindo da Música e procurando a interação entre várias linguagens e possibilidades de comunicação artística, a CMT tem construído um percurso de descoberta que designa de “desenvolvimento de constelações artístico-educativas”. A matriz filosófica da CMT é marcada pela criação de relações entre arte e educação, e pela articulação entre a investigação académica, a produção artística, a formação, a criação tecnológica, o envolvimento da comunidade e a divulgação da importância da experiência musical e da arte em geral no desenvolvimento social e humano. A CMT tem contribuído de forma decisiva para uma oferta cultural diversificada e abrangente: o repertório da CMT é um caleidoscópio de espetáculos, instalações, workshops, projetos de média e longa duração, atividades de formação, investigação, apresentações de âmbito académico e publicações de natureza diversa. Ao longo das suas duas décadas de vida tem apresentado o seu trabalho em dezenas de países incluindo instituições de referência como o Teatro Real de Madrid (Espanha), Concertgebouw Brugge (Bélgica), Den Jyske Opera (Dinamarca), Harvard School of Education (EUA), SESC São Paulo (Brasil), Ghuangzhou Opera House (China) entre outros. Tem colaborado com instituições culturais em Portugal como o Centro Cultural de Belém, a Casa das Artes, a Fundação Calouste Gulbenkian ou a Casa da Música e tem apresentado os seus projetos em inúmeras instituições prestigiadas mas tem também feito chegar a creches, escolas e à comunidade em geral um conjunto de oportunidades que contribuem para que a arte esteja ao alcance de todos. Com o apoio da Fundação da Calouste Gulbenkian, desde 2011 concebeu e desenvolveu os projetos Opus Tutti (centrado em intervenções educativas mediadas por práticas artísticas) e GermInArte (centrado na formação de educadores e professores) e organiza anualmente o Encontro Internacional Arte para a Infância e Desenvolvimento Social e Humano. A Companhia de Música Teatral é membro da RESEO (European Network for Opera and Dance Education) e tem contado com o apoio regular da DGArtes.
Conceição Capela
Conceição Capela é licenciada em Ciências Musicais pela Universidade de Coimbra, professora na Faculdade de Letras da mesma instituição. É autora de artigos da Enciclopédia da Música em Portugal no século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2010 1ª edição.
Concurso de Instrumentos de Arco Júlio Cardona
O Concurso de Instrumentos de Arco Júlio Cardona, de âmbito internacional, é organizado pela Delegação da Covilhã da Juventude Musical Portuguesa. A IX edição decorreu na Covilhã em 2015.
violinista Joana Dias

Joana Dias, vencedora o CIAJC

 
Concurso de Interpretação do Estoril
O Concurso de Interpretação do Estoril / Prémio El Corte Inglés, é com o Festival de Música do Estoril e os Cursos Internacionais de Música do Estoril, uma das componentes das Semanas de Música do Estoril.
Concurso de Piano da Póvoa de Varzim
O Concurso de Piano da Póvoa de Varzim (edição XIV em 2019) é uma competição realizada na Póvoa de Varzim e promovida pela Associação Pro-Música e a Escola de Música da Póvoa de Varzim. Destina-se a todos os estudantes de piano residentes em Portugal ou no estrangeiro que preencham os requisitos de idade, programa e/ou habilitações de acordo com o regulamentado.
Concurso de Piano da Póvoa de Varzim

Concurso de Piano da Póvoa de Varzim

Concurso de Piano de Oeiras
O Concurso de Piano de Oeiras (CPO) é uma iniciativa da Associação CulturXis organizada em parceria com a Câmara de Oeiras. Dedicado aos jovens pianistas de nacionalidade portuguesa ou residentes em Portugal, o CPO assume-se como o palco do trabalho desenvolvido por estes, numa oportunidade de se apresentarem perante um Júri diversificado.
2º Concurso de Piano de Oeiras 2020

Concurso de Piano de Oeiras 2020

Concurso de Piano de Oeiras
O Concurso de Piano de Oeiras (CPO) é uma iniciativa da Associação CulturXis e conta com o apoio da Câmara Municipal de Oeiras.
Concurso de Piano Florinda Santos
O Concurso de Piano Florinda Santos é uma competição promovida desde 1994 pela Academia de Música de São João da Madeira em honra da pianista e pedagoga Florinda Santos (1907-2015), que fez os estudos musicais no Conservatório Nacional de Lisboa, sob a orientação de Marcos Garin (Piano), Tomás Borba (Composição) e Luís de Freitas Branco (Estética Musical).
Florinda Santos pianista e pedagoga

Florinda Santos

Concurso Ibérico Adelina Caravana
O Concurso Ibérico Adelina Caravana destina-se a estudantes de piano da Península Ibérica com idades entre os 6 e os 23 anos, e decorre no Conservatório de Música Calouste Gulbenkian de Braga, homenageando a pedagoga e fundadora do Conservatório. A II edição ocorreu em 2019.
Maria Adelina Caravana

Maria Adelina Caravana

Concurso Internacional de Guitarra Cidade de Guimarães
O Concurso Internacional de Guitarra Cidade de Guimarães é uma das componentes do Festival Internacional de Guitarra de Guimarães que teve em 2019 a sua sexta edição, com concertos de guitarra clássica no Centro Cultural Vila Flor (CCVF), Conservatório de Guimarães e do Paço dos Duques de Bragança. O FIGG é também sinónimo de classes de aperfeiçoamento – aulas para alunos do ensino artístico especializado que podem ser assistidas pelo público. Entre os “professores”, refiram-se Aniello Desiderio e Dejan Ivanovich. O Concurso Internacional de Guitarra Cidade de Guimarães nasceu com o festival, em 2014, com as categorias júnior e seniores. O FIGG é organizado pela Sociedade Musical de Guimarães - Conservatório de Guimarães, com coprodução  "A Oficina" e direção artística de Nuno Cachada. Conta com o apoio do Município de Guimarães, Programa Mostra de Espanha 2019 e Programa Europa Criativada União Europeia.
Concurso Internacional de Instrumentos de Sopro de Terras de La-Salette
O Concurso Internacional de Instrumentos de Sopro de Terras de La-Salette (XIII edição em 2020) realiza-se na cidade de Oliveira de Azeméis. A forte adesão que registou logo na primeira edição, de carácter local e regional, resultou no alargamento do concurso a nível nacional em 2008 e, em 2012, na sua internacionalização. O concurso integra as secções infantil, juvenil, júnior e sénior nos instrumentos de madeiras (flauta transversal, oboé, clarinete, fagote e saxofone) e metais (trompete, trompa, trombone tenor, trombone baixo, tuba e bombardino) decorrendo nas instalações do Cineteatro Caracas, Academia de Música de Oliveira de Azeméis e Escola Secundária Soares Basto.
Concurso Internacional de Música "Cidade de Almada"
No seguimento do sucesso alcançado na primeira edição do Concurso Juvenil de Guitarra “Cidade de Almada”, a Academia de Música de Almada decidiu alargar esta iniciativa ao piano e internacionalizar o concurso de guitarra. O Concurso Internacional de Música “Cidade de Almada” (07/08 de dezembro de 2020) pretende tornar-se uma referência a nível nacional e ser um incentivo e um estímulo para todos os que estudam e trabalham nesta área do conhecimento, ambicionando extravasar o mero momento de competição através da realização de concertos, abrindo-se assim, à comunidade e envolvendo-se com esta. Por tudo isto o Concurso Internacional de Música “Cidade de Almada” vem desta forma colmatar a lacuna existente na região no que respeita a concursos de música de vertente juvenil com estas características, dando continuidade a toda uma história na área da Cultura Musical quer ao nível da produção quer ao nível da formação.
Concurso Internacional de Música “Cidade de Almada”
O Concurso Internacional de Música “Cidade de Almada” é um concurso destinado a jovens músicos que pretende tornar-se uma referência a nível nacional e ser um incentivo e um estímulo para todos os que estudam e trabalham nesta área do conhecimento, ambicionando extravasar o mero momento de competição através da realização de concertos, abrindo-se  à comunidade e envolvendo-se com esta.
Concurso Internacional de Música Paços' Premium
O Concurso Internacional de Música Paços' Premium ocorre anualmente no Auditório da Academia de Música de Paços de Brandão e destina-se aos alunos do ensino artístico especializado da música ao nível da iniciação, básico, secundário e superior. O concurso é organizado pelos departamentos de Cordas, Sopros e Teclas da AMPB.
Academia de Música de Paços de Brandão

Academia de Música de Paços de Brandão

Concurso Internacional de Piano de Viseu
O Concurso Internacional de Piano de Viseu é organizado pelo Conservatório Regional de Música de Viseu Dr. José de Azeredo Perdigão – Solar de Prime, Rua dos Andrades 3500-168 Viseu.
Concurso Internacional de Santa Cecília
Concurso Internacional de Santa Cecília é um concurso que se realiza anualmente na cidade do Porto, cidade três vezes eleita “Destino Europeu do Ano”. É organizado pelo Curso de Música Silva Monteiro. Reúne, anualmente, perto de 100 músicos entre os 5 e os 32 anos, vindos de todo o mundo.  Os jovens participantes são organizados em duas categorias:  - SCIC Juniores, com pianistas até aos 18 anos - SCIC Principal, até aos 32 anos. Depois de uma semana de eliminatórias, é selecionado o melhor jovem pianista do mundo. A competição oferece em prémios monetários e um conjunto de oportunidades de promoção da carreira dos jovens pianistas, a nível nacional e internacional. O objetivo é precisamente proporcionar uma “rampa” de lançamento de jovens talento além-fronteiras.
Concurso Luso-Espanhol de Fafe
O Concurso Luso-Espanhol de Fafe é organizado pela Academia de Música José Atalaya e destina-se a instrumentistas nascidos ou residentes em Portugal e Espanha, com idades até aos 20 anos, desde que não frequentem o Ensino Superior. A XIII edição ocorreu em 2019.
Teatro-Cinema de Fafe

Teatro-Cinema de Fafe

Concurso Nacional de Canto Luísa Todi
O Concurso Nacional de Canto Luísa Todi é uma competição de canto lírico idealizada e fundada pelo cantor e professor de canto do Conservatório Nacional, José Carlos Xavier, estando registada no Instituto Nacional da Propriedade Industrial com o número Nº 451225.
Elisabate Matos

Elisabate Matos foi 1º Prémio no CNCLT em 1991

Concurso Nacional Paços' Premium
A 1ª edição do Concurso Nacional Paços' Premium, organizado pela Academia de Música de Paços de Brandão, decorreu em 2007, em Paços de Brandão, Portugal, com as categorias de Piano, Violoncelo e Violino.
Vasco Dantas ao piano

Vasco Dantas, vencedor do PNPP em 2007

Concurso Viana da Mota
O Concurso Viana da Mota, ou Concurso Internacional de Piano Vianna da Motta, foi um concurso criado por José Carlos Sequeira Costa (Vilarouco, concelho de S. João da Pesqueira, 1929 - ), que foi de José Vianna da Motta.
Conservatório - Escola Profissional das Artes da Madeira
O Conservatório - Escola Profissional das Artes da Madeira Eng.º Luiz Peter Clode é uma escola de artes performativas no Funchal, com onze núcleos espalhados pelo arquipélago da Madeira, dez na ilha da Madeira e um no Porto Santo.
Conservatório - Escola Profissional das Artes da Madeira

Conservatório - Escola Profissional das Artes da Madeira

Conservatório de Artes Canto Firme
O Conservatório de Artes Canto Firme é uma escola de ensino especializado de música com sede em Tomar que teve a sua oficialização em 1996. Desde essa data os seus projetos educativos visam não só a formação de músicos, como a sensibilização para a música de toda a comunidade tomarense, dando a continuidade a tradição musical existente em Tomar.
Canto Firme

Canto Firme

Conservatório de Guimarães
Criado pela Sociedade Musical Guimarães no ano letivo de 1992/1993, o Conservatório de Guimarães possui autonomia pedagógica e tem celebrado um contrato de Patrocínio com o Ministério da Educação. É frequentado atualmente por cerca de meio milhar de alunos e meia centena de professores em Guimarães e no Polo de Vieira do Minho.
Conservatório de Música da Horta
Criado em 22 de Novembro de 1990 pelo Decreto Regulamentar Regional nº 22/89/A, e integrado na EBI da Horta em 2011, o Conservatório de Música da Horta é uma escola básica e secundária pública especializada no ensino da música, cabendo-lhe proporcionar formação especializada de elevado nível técnico e artístico nessa área.
Conservatório Regional da Horta

Conservatório Regional da Horta

Conservatório de Música da Jobra
O Conservatório de Música da Jobra é uma escola de Ensino Artístico Especializado com Autonomia Pedagógica. Foi fundado a 3 de outubro de 1986 por Filipe Marques, atual Presidente da Direção da Jobra. Nasceu como Escola Particular de Ensino Livre, tendo como missão a sensibilização para a música através da prática de um instrumento, assim como a divulgação e o desenvolvimento do ensino artístico, da cultura e recreio de toda a população, em especial dos jovens. No dia 3 de agosto de 1994, o CMJ foi reconhecido como Escola de Ensino Artístico Especializado, podendo ministrar os cursos básicos de Piano e Viola Dedilhada. No ano seguinte, foram introduzidos os cursos de Flauta Transversal, Clarinete e, posteriormente, os cursos de Violino, Saxofone, Flauta de Bisel, Trompete e Percussão. Foi-lhe atribuída a autorização definitiva de funcionamento em 20 de julho de 1999 pela Direção Regional de Educação do Centro (DREC). No ano letivo 2006/2007, o Conservatório abriu o curso básico oficial da Dança, reconhecido pela DREC, sendo a única escola a ministrar este curso no distrito de Aveiro, transformando-se numa verdadeira escola artística. Partindo de uma parceria entre o Conservatório de Música da Jobra (CMJ – Polo Vouzela) e a Câmara Municipal de Vouzela, o CMJ – Polo Vouzela deu início à sua atividade letiva em setembro de 2017, ano letivo 2017/18. Pela primeira vez no município é implementada a oferta formativa do Ensino Artístico Especializado da Música e da Dança.  
Conservatório de Música da Metropolitana
O ensino altamente especializado do Conservatório de Música da Metropolitana é reconhecido pela excelência dos alunos, tanto no trabalho individual como nas orquestras de jovens que são uma marca única desta escola. O programa curricular dá respostas aos desafios que se colocam atualmente no ensino artístico, com planos de estudo próprios, adaptados aos diferentes grupos etários: crianças, jovens e adultos. O ensino é eminentemente prático e realizado ao abrigo da modalidade extra-escolar. Para além das aulas individuais, os alunos têm, desde o início dos diversos cursos, práticas de conjunto e de orquestra. Segundo as faixas etárias e nível dos intérpretes, surgem assim a Piccola Orquestra e a Orquestra Juvenil, entre outros agrupamentos. Ao longo da formação, beneficiam também da proximidade natural com as outras escolas do projeto AMEC / Metropolitana, a Escola Profissional Metropolitana e a Academia Nacional Superior de Orquestra, bem como com a própria Orquestra Metropolitana de Lisboa.
Conservatório de Música de Aveiro Calouste Gulbenkian
O Conservatório de Música de Aveiro Calouste Gulbenkian nasceu a 8 de outubro de 1960 por iniciativa de um grupo de aveirenses,  sendo designado então Conservatório Regional de Aveiro. Era uma associação cultural e destinava-se ao ensino da música, dança e artes plásticas. Funcionou, inicialmente, no então Liceu Nacional (atual Escola Secundária José Estêvão) onde permaneceu durante dois anos. Ocupou, posteriormente, o edifício anexo à Igreja da Misericórdia. Em março de 1971, após a conclusão do edifício construído de raiz para o ensino das artes plásticas, da dança e da música e, com o apoio da Fundação Calouste Gulbenkian, o Conservatório passou a ocupar as atuais instalações. O Projeto de arquitetura do edifício foi elaborado no ateliê do Arquiteto José Carlos Loureiro, e é da autoria da arquiteta Noémia de Azevedo Coutinho. Por força da Portaria nº 500/85 de 24 de Julho, foi este Conservatório tornado Escola Pública do Ensino Especializado da Música com efeitos a partir de 1 de Outubro do mesmo ano. Passaram, entretanto, pela direção artística desta instituição, Gilberta Paiva, Leonor Polido, Madeira Carneiro, Afonso Henriques e Fernando Jorge Azevedo.
Conservatório de Música e Aveiro de Calouste Gulbenkian

Conservatório de Música e Aveiro de Calouste Gulbenkian

Conservatório de Música de Braga Calouste Gulbenkian
O Conservatório de Música de Braga Calouste Gulbenkian nasceu do sonho e da determinação da pedagoga Maria Adelina Caravana. Situado praticamente no centro da cidade e com uma arquitetura muito peculiar dos anos 60, o Conservatório de Música Calouste Gulbenkian é uma escola artística. O projeto educativo do conservatório preconiza, em regime integrado, a componente vocacional artística no ensino básico e no ensino secundário, isto é, no mesmo local os alunos podem completar a sua formação geral com o ensino especializado da música. O ensino integrado funciona do 1º ao 12º ano, com planos curriculares próprios. Devido a estas características os alunos que pretendem frequentar esta escola têm que realizar testes de ingresso.
Conservatório de Música de Braga Calouste Gulbenkian

Conservatório de Música de Braga Calouste Gulbenkian

Conservatório de Música de Cascais
O Conservatório de Música de Cascais é uma escola de Ensino Artístico Especializado da Música com financiamento do Ministério da Educação para leccionar Cursos Oficiais de Música (Básico e Secundário) oficialmente reconhecida em Julho de 2008 com a autorização definitiva em 2016. O Conservatório faz parte da Associação Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras e é o sucessor direto da Escola de Música Concertino que funcionava desde 2002, fundada também pela mesma Associação.
Conservatório de Música de Cascais

Conservatório de Música de Cascais

Conservatório de Música de Coimbra
O Conservatório de Música de Coimbra (CMC) foi criado em 1985. Iniciou a atividade letiva em 1986, no edifício da Cerca de S. Bernardo. A partir de 1987, ocupou o edifício da antiga Maternidade. De 2003 a 2010, instalou-se provisoriamente na Escola Secundária Dom Dinis. Em 2007, passou a designar-se Escola Artística do Conservatório de Música de Coimbra. Em 2010, instalou-se no espaço até então unicamente ocupado pela EBSQF, na Rua Pedro Nunes, em instalações construídas de raiz.
Conservatório de Música de Coimbra

Conservatório de Música de Coimbra

Conservatório de Música de Loulé
O Conservatório recebeu em 2018 a denominação de Conservatório de Música de Loulé Francisco Rosado. Francisco Rosado foi pedagogo e grande impulsionador do Encontro de Música Antiga de Loulé, evento que conta com cerca de duas décadas de existência. Em 2018, foi inaugurado o novo edifício do Conservatório, no Solar da Música Nova renovado.
Conservatório de Música de Loulé Francisco Rosado

Conservatório de Música de Loulé Francisco Rosado

Conservatório de Música de Paredes
Originalmente com o nome de Academia de Música, o Conservatório de Música de Paredes é uma escola de ensino particular e cooperativo de música pertencente à Associação Cultural José Guilherme Pacheco. Abriu as portas ao público em ano letivo de 1992/1993 com a autorização definitiva de lecionação (Alvará nº/DREN/nº 2014).
Conservatório de Música de Paredes

Conservatório de Música de Paredes

Conservatório de Música de Paredes
Originalmente com o nome de Academia de Música, o Conservatório de Música de Paredes é uma escola de ensino particular e cooperativo de música pertencente à Associação Cultural José Guilherme Pacheco. Abriu as portas ao público em ano letivo de 1992/1993 com a autorização definitiva de lecionação (Alvará nº/DREN/nº 2014).
Conservatório de Música de Paredes

Conservatório de Música de Paredes

Conservatório de Música de Sintra
O Conservatório de Música de Sintra é uma associação sem fins lucrativos e de utilidade pública. É uma escola de ensino artístico especializado da Música  e conta com quatro décadas de sucesso na área da educação e cultura. A estrutura pedagógica e organizacional centrada no desenvolvimento e valorização dos alunos constituem a sua (ou a nossa) base de actuação.
Conservatório de Música de Sintra

Conservatório de Música de Sintra

Conservatório de Música do Porto
O Conservatório de Música do Porto (CMP) é uma escola pública do Ensino Artístico Especializado da Música (EAEM), constituindo um setor específico do nosso sistema educativo. O CMP tem cerca de 1100 alunos, matriculados desde o 1º ano do 1º ciclo, até ao 12º ano, provenientes de uma alargada zona geográfica que inclui mais de 40 municípios diferentes.
Palacete Pinto Leite

Palacete Pinto Leite, anterior sede do CMP

Conservatório de Música Terras de Santa Maria

O Conservatório de Música Terras de Santa Maria nasceu em abril de 1973 com a finalidade de promover actividades culturais e recreativas aos seus associados. O CMTSM é uma valência do Centro Cultural e Recreativo de Fornos (CCRF), associação sem fins lucrativos cuja finalidade é promover actividades culturais e recreativas para os seus associados.

Conservatório de Música Terras de Santa Maria

Conservatório de Música Terras de Santa Maria

Conservatório Municipal de Música e Dança de Bragança
O Conservatório Municipal de Música e Dança de Bragança, que leciona desde 2004, permitiu aos alunos da Cidade frequentar o ensino oficial de música através do regime supletivo e articulado com uma escola de ensino regular. Em 2012 ampliou a sua oferta com a valência de dança num edifício novo.
Conservatório Municipal de Música e Dança de Bragança

Conservatório Municipal de Música e Dança de Bragança

Conservatório Regional de Castelo Branco
O Conservatório Regional de Castelo Branco é uma escola do ensino especializado da música que ministra cursos de instrumento em diversos regimes de frequência, dos quais, os que integram mais alunos são os regimes articulado e supletivo, do segundo ciclo ao ensino secundário.
Conservatório Regional de Castelo Branco

Conservatório Regional de Castelo Branco

Conservatório Regional de Évora
A autorização de funcionamento do Conservatório Regional de ÉvoraEboræ Mvsica foi concedida pelo Ministério da Educação em 2003/2004. A Associação Musical de Évora “Eboræ Mvsica” tem por objetivos a interpretação e divulgação da Música, em especial dos grandes compositores da Escola de Música da Sé de Évora, fomentar a aprendizagem do Canto, a Formação Musical e a formação em vários instrumentos. Conservatório Regional de Évora Eborae Musica Conservatório Regional de Évora Eborae Mvsica
Conservatório Regional de Évora-Eborae Musica
Conservatório Regional de Évora-Eborae Musica é uma escola do Ensino Artístico Especializado, com autorização de funcionamento concedida pelo Ministério de Educação, no ano letivo 2003/2004. A consequente atribuição do paralelismo pedagógico, permitiu oficializar os cursos aqui ministrados. Para além da oferta de Cursos Oficiais também são ministrados cursos em regime livre na sequência do que era feito pela Associação Eborae Musica desde 1987. O Corpo Docente integra profissionais devidamente qualificados com vasta experiência profissional.
Conservatório Regional de Gaia
A missão da Fundação Conservatório Regional de Gaia consiste no ensino específico da Música, da Iniciação Musical aos estudos musicais de nível superior.  
Conservatório Regional de Música da Covilhã
O Orfeão da Covilhã, criado em 16 de novembro de 1926, é o promotor do Conservatório Regional de Música da Covilhã. Em 21 de novembro de 1961, na sede do Orfeão da Covilhã, então instalado no nº 111 da Rua Direita / Rua Comendador Campos Melo, nasceu o CRMC, com uma frequência inicial de 86 alunos, sendo o seu primeiro diretor pedagógico, o professor Vírgílio Pereira, que na altura exercia funções de director artístico do Orfeão da Covilhã.
Conservatório Regional de Música da Covilhã

Conservatório Regional de Música da Covilhã

Conservatório Regional de Música de Vila Real
O Conservatório Regional de Música de Vila Real é uma escola de ensino vocacional da música com autorização definitiva de funcionamento nº 138, concedida pelo Ministério da Educação. O CRMVR está situado em pleno coração da cidade de Vila Real.
Conservatório Regional de Música de Vila Real

Conservatório Regional de Música de Vila Real

 
Conservatório Regional de Música de Viseu

O Conservatório Regional de Música de Viseu Dr. José de Azeredo Perdigão abriu as suas portas na cidade de Viseu em 1985, na Casa do Miradouro. Em 1992 mudou-se para as suas actuais instalações no Solar  dos Condes de Prime. O Conservatório conta com mais de 500 alunos.

Conservatório Regional de Música de Viseu Azeredo Perdigão

Conservatório Regional de Música de Viseu José Azeredo Perdigão

Conservatório Regional de Palmela
O Conservatório Regional de Palmela foi inaugurado em 23 de março de 2002 e proporciona o ensino da música e atividades de música e de dança.
Conservatório Regional de Palmela

Conservatório Regional de Palmela

Conservatório Regional de Ponta Delgada
O Conservatório Regional de Ponta Delgada é a maior escola de música dos Açores, tendo sido fundada a 15 de outubro de 1964. Está sediado num imóvel datado da segunda metade do século XIX, onde durante muitos anos funcionou a Biblioteca Pública e Arquivo de Ponta Delgada, tendo esta saído para o antigo Colégio dos Jesuítas.
Conservatório Regional de Ponta Delgada

Conservatório Regional de Ponta Delgada

 
Conservatório Regional de Portalegre
Conservatório Regional de Portalegre é a anterior designação da Escola de Artes do Norte Alentejano (EANA), Escola Particular e Cooperativa de Ensino Artístico Especializado da Música, com atividades que se estendem ao ensino do bailado e a outras artes.
Conservatório Regional de Setúbal
O Conservatório Regional de Setúbal foi fundado em 1988. De entre os seus impulsionadores, destaca-se a ilustre figura da pedagoga professora Maria Adelaide Rosado Pinto, que muito contribuiu para o enriquecimento patrimonial, artístico e cultural da cidade de Setúbal.
Conservatório Regional de Setúbal

Conservatório Regional de Setúbal

Conservatório Regional do Algarve Maria Campina
O Conservatório Regional do Algarve Maria Campina é uma escola de música localizada em Faro. Foi fundada pela pianista Maria Campina e seu marido Pedro Ruivo em 1973.  
Conservatório Superior de Música de Gaia
O Conservatório Superior de Música de Gaia é uma iniciativa da Fundação Conservatório Regional de Gaia inscrita no âmbito dos seus estatutos e pertencente ao plano de atividades com os objetivos de: dar continuidade a nova dimensão e estatuto à formação de nível superior no quadro do modelo consagrado no D.L 18881/30.
Conservatório Regional de Gaia

Conservatório Regional de Gaia

consola
Numa área chamada “consola”, surgem os teclados que recebem o nome de “manuais” quando são para tocar com as mãos e “pedaleira” ou “pedal” quando se destinam aos pés. Muitas vezes a mecânica destes teclados pode ser acoplada e assim fazer tocar num só teclado, normalmente do “Grande Órgão” ou “Órgão Maior”, os registos de outros teclados.  A consola pode ser em janela ou independente, podendo depois ser móvel ou fixa, invertida ou acoplada ao móvel do órgão. José Alberto Rodrigues  
coro alto
O coro alto é uma tribuna elevada com visão directa para o altar-mor, localizada geralmente por cima da porta principal da igreja. No coro alto se encontram muitos dos órgãos de tubos existentes em Portugal, históricos ou modernos, muitos deles de armário.
Couleurs
Couleurs é o CD que o pianista Artur Pizarro gravou com a Bamberger Symphoniker sob a direção de Thomas Rösner, publicado pela editora discográfica norte-americana Odradek, com obras dos compositores franceses Francis Poulenc e Charles Koechlin.
Crescer com a Música
Crescer com a Música é um projeto educativo promovido pela associação cultural Arte no Tempo, com actividades de captação de públicos em escolas de Aveiro. Engloba (Ou)ver o som, para o pré-escolar, por João Martins; Sentidos do som, para o 1º ciclo, por Diana Ferreira; Electrónica e instrumentos musicais, para secundário, por Pedro Bento.
Crescer com a Música

Crescer com a Música

Criação, Performance e Investigação Artística
Criação, Performance e Investigação Artística é um grupo de investigação do INET-md coordenado por Jorge Salgado Correia. Resulta da fusão entre os grupos anteriores Criação, Teoria e Tecnologias da Música e de Estudos da Performance e Performance como Pesquisa Artística. Tem como objectivo consolidar e expandir o campo da pesquisa artística, criando oportunidades para combinar o conhecimento de artistas e de investigadores, com benefícios para ambos. Lidando com a criação artística, o Grupo promove um foco particular na relação entre aspectos reflexivos, práticas de remix e valorização estética.
Cristiano Rios
Cristiano Rios é um jovem percussionista que venceu em 2019 o 1.º lugar no Concurso Internacional de Percussão da Beira e o 1.º lugar no Prémio Jovem Músicos.
Cristina Brito da Cruz
Cristina Brito da Cruz é mestre em Ciências Musicais (Etnomusicologia) pela FCSH-UNL, membro da equipa de investigação do INET-MD da mesma instituição, e professora na Escola Superior de Música de Lisboa. Colaborou com artigos na Enciclopédia da Música em Portugal no século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2010 1ª edição.
Cristina Faria
Cristina Faria é mestre em Ciências Musicais pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, professora na Escola Superior de Educação de Coimbra. Colaborou com artigos na Enciclopédia da Música em Portugal no século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2010 1ª edição.
Cristina Fernandes
Cristina Fernandes é mestre em Ciências Musicais (Musicologia Histórica) pela FCSH-UNL, doutorada em Ciências Musicais na Universidade de Évora. Colaborou com artigos na Enciclopédia da Música em Portugal no século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2010 1ª edição.
Cristóvão Rodrigues
Não se conhece muito sobre Cristóvão Rodrigues (Ruiz) (século XVIII), artífice de Braga. Sabe-se que morava no Campo da Vinha e que, em 27 de março de 1710, contratualizou com a confraria do Bom Jesus de Matosinhos, fazer um órgão novo para a igreja desta confraria pela quantia de cinquenta e cinco mil réis, aproveitando os tubos do “órgão velho”. Foram fiadores Agostinho Marques  (ensamblador), da rua das Cónegas, e Pedro Gonçalves, da rua dos Biscainhos. José Alberto Rodrigues
Critérios para restauro de órgãos
Leia o texto completo de Harald Vogel na Meloteca (...) É um paradoxo, mas a reconstrução completa de um órgão para o seu estado primitivo é mais fácil do que uma reconstrução parcial em que só existem algumas vestígios. Os pressupostos são neste caso o conhecimento global das técnicas de construção e da estética {imbrica do construtor. Exemplo: o órgão Schnitger em St. Ludgeri - Norden. Neste órgão, a consola foi renovada de uma forma inadequada em restauros no inicio deste século. O termo inadequado significa que o que era pressuposto pelos factos e peças históricas não foi realizado, faltando também um estudo próprio da época dos restauros. Em Norden, a tubaria foi no século passado "deslocada" de alguns meios-tons, e por isso teve que ser novamente alongada. Devido a este facto foi possível equacionar o problema do temperamento, e foi optado por uma afinação mesotónica modificada. No caso de Cappel, não havia estes dados para procedimento idêntico. A reconstrução dos teclados com a extensão original resultou da extensão imposta pelos someiros originais de Schnitger e pelo facto de não existirem peças dos teclados do séc. XVIII ou XIX. É relativamente pouco problemático a construção de um órgão num determinado estado histórico, quando existe muito pouca substância primitiva, como por exemplo a caixa de um órgão. Neste caso, não existem conflitos entre o desejo de uma utilização musical no espírito estético da época de construção e a existência de peças históricas valiosas não-primitivas. (...)
Culturgest
A Culturgest – Fundação Caixa Geral de Depósitos dedica-se à criação contemporânea, apresentando uma programação regular nas áreas das artes performativas, da música, das artes visuais, do cinema e do pensamento contemporâneo. Dirige-se a um público alargado, incluindo o público escolar, as crianças e os jovens.
Culturgest

Culturgest

Curso Nacional de Música Litúrgica
O Curso Nacional de Música Litúrgica é um curso promovido pela Igreja Católica através do Serviço Nacional da Liturgia. Teve em 1991 a primeira edição e a quinta em 2016. Destina-se a responsáveis de Música Sacra e Litúrgica – organistas, diretores de coros e salmistas. Com dois níveis, a formação tem disciplinas comuns – Liturgia, História da Música Sacra, Harmonia / Formação Musical e Coro – e específicas de acordo com cada área.
Cursos Internacionais de Música do Estoril
Os Cursos Internacionais de Música do Estoril são, com o Concurso de Interpretação do Estoril / Prémio El Corte Inglés e com o Festival de Música do Estoril, uma das componentes das Semanas de Música do Estoril.
CysMus
O CysMus - Núcleo de Estudos em Música e Cibercultura define-se como um núcleo de investigação que integra investigadores e estudantes de diferentes graus académicos com um interesse comum: a exploração das diferentes práticas e interações musicais no panorama atual de sociabilidades e comunidades existentes na internet of things.
Dançar em Tempo de Guerra
Dançar em Tempo de Guerra é um programa que reúne duas obras de coreógrafos de grande referência do século XX, Martha Graham e Kurt Jooss. Chronicle e A Mesa Verde, ambas criadas na década de 30 do século passado, refletem as inquietações dos seus autores sobre a ideia de guerra. Se Jooss trabalha a partir dos efeitos da I Guerra Mundial, Graham dá uma resposta ao violento crescimento do fascismo na Europa e que iria desencadear na II Guerra Mundial. Depois de ter sido dançada a última vez na CNB, em 1987, A Mesa Verde regressa aos palcos juntamente com Chronicle, de Martha Graham, coreógrafa que passa a integrar o repertório da CNB. No âmbito deste programa, a CNB convida o artista visual André Guedes a conceber uma exposição para o foyer do Teatro Camões, sobre estas obras e o seu contexto político, social e cultural. No Teatro Camões nos dias 11, 12, 13 de março.
Daniel Paiva
Daniel Paiva é doutor em Geografia pelo Instituto de Geografia e Ordenamento do Território da Universidade de Lisboa. Está ligado ao projeto de investigação Sondando Lisboa como cidade turística: Som, turismo e a sustentabilidade das atmosferas urbanas na cidade pós-industrial (PTDC/ART-PER/32417/2017) do Instituto de Etnomusicologia - Centro de Estudos em Música e Dança (INET-MD).
Daniel Schvetz
Nascido em Buenos Aires (Argentina), Daniel Schvetz fez cursos de Piano e Composição no Conservatório Nacional Lopez Bouchardo. Realizou viagens de pesquisa pela América Latina. Reside em Portugal desde 1990 onde é professor de Composição na Escola Artística de Música do Conservatório Nacional. Compôs três óperas, vários musicais, música concertante, ciclos para coro e para canto e piano, para teatro e cinema.
Daniel Tércio
Daniel Tércio é doutor em Motricidade Humana (Dança) pela Faculdade de Motricidade Humana da Universidade Técnica de Lisboa, professor no Departamento de Dança da mesma instituição, membro da equipa de investigação do INET-MD. Colaborou como autor na Enciclopédia da Música em Portugal no século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2010 1ª edição.
Diana Vinagre
Diana Vinagre é doutoranda em Ciências Musicais no INET-MD, FCSH-UNL, Portugal, com Bolsa do FCT. É violoncelista especializada em Interpretação Historicamente Informada. Mestre em Música, com especialização em Música Antiga, pelo Conservatório Real da Haia, Holanda. Foi premiada no Concurso Internacional Júlio Cardona, Covilhã (1998), Prémio Jovens Músicos-RDP, categoria de Música de Câmara, Lisboa (1996-1997), Concurso Parnaso, Porto (1995).
Dias da Música em Belém
Dias da Música em Belém é um festival anual de música erudita realizado e organizado pelo Centro Cultural de Belém, Lisboa, inspirada na Festa da Música tendo cada edição um tema.
Dice of Tenors
Novo disco do saxofonista e compositor César Cardoso que  juntou oito temas: seis standards celebrizados por alguns dos maiores saxofonistas tenores da história do jazz (Hank Mobley, Benny Golson, John Coltrane, Dexter Gordon, Sonny Rollins e Joe Henderson) e compôs dois temas originais. Nas palavras do saxofonista, este seu quarto disco na condição de líder “resulta da intenção de procurar novas abordagens, caminhos e ideias de composição e arranjo, através de uma formação alargada”. Esta nova formação é constituída por oito elementos e inclui nomes da cena internacional: além de Miguel Zenón (que já tinha participado no anterior disco Interchange), este novo grupo conta ainda com os músicos internacionais Jason Palmer no trompete e Massimo Morganti no trombone. A formação completa-se com quatro nomes fortes da cena nacional: Jeffery Davis no vibrafone, Óscar Graça no piano, Demian Cabaud no contrabaixo e Marcos Cavaleiro na bateria. César Cardoso publicou até ao momento três discos de música original (Half Step [2010], Bottom Shelf [2015] e Interchange [2018]), dois livros (Teoria do Jazz [2016] e Teoria do Jazz – Exercícios [2010]), é director da Orquestra Jazz de Leiria e foi um dos músicos entrevistados no livro Improvisando – a nova geração do jazz nacional.
Dinarte Machado Atelier Português de Organaria
Dinarte Machado é responsável pelo restauro de mais de sessenta restauros em Portugal (Madeira, Açores e Continente) e em Espanha. No campo da construção tem feito alguns órgãos de pequena dimensão para estudo e construiu nove instrumentos de maior envergadura para escolas de música e igrejas portuguesas. Em outubro de 2008 terminou o n.º 9, que se destinou à Igreja do Colégio do Funchal. Dinarte Machado tem-se dedicado também a inventariar o património organístico português, estando a ser publicados neste momento os inventários dos Açores e da Madeira. É o responsável pelo restauro, em curso, dos seis órgãos da Basílica de Mafra, construídos no reinado de D. João VI, conjunto único no mundo e que representa o expoente da escola de organaria portuguesa.  
Divino Sospiro
Desde a sua fundação, em 2004, a orquestra barroca Divino Sospiro tem-se apresentado em importantes palcos, como a Fundação Calouste Gulbenkian, o Centro Cultural de Belém, o Teatro Nacional de São Carlos, em Lisboa, a Casa da Música, no Porto, e o Auditorio Nacional de Espanha, em Madrid. Participou em vários dos mais prestigiados festivais de música, como os Nacionais Festa da Música, e os Internacionais Festival d’Ile de France, cujo espetáculo apresentado foi gravado e emitido pela Radio France, Folle Journée de Nantes, Folle Journée au Japon, Festival de Varna, Mozartiana Festival em Gdansk, MusikFest Bremen e o Conceituado Festival d’Ambronay, onde o Divino Sospiro, primeira orquestra portuguesa convidada, teve a honra de participar em duas ocasiões.
Do Ramo de Uma Árvore
Do Ramo de Uma Árvore – A Palheta de 8 Furos, filme de Filipe Faria, é um projeto de reinterpretação da palheta de cinco furos de José dos Reis, músico e artesão de Monsanto (1911-1996).  Os autores do projeto, Filipe Faria e Pedro Castro, trabalharam o instrumento tradicional em conjunto com os mestres construtores Mário Estanislau e Vítor Félix. O filme é uma produção da Arte das Musas, em parceria com o Município de Idanha-a-Nova – Cidade Criativa da Música da UNESCO, com apoio do Ministério da Cultura e da Direção-Geral das Artes. Foi um trabalho de artesão puro que Filipe Faria registou em vídeo. Uma viagem maravilhosa, mostrando todas as fases deste trabalho, numa conjunção de mãos e palavras sábias. “Do Ramo de Uma Árvore”, o filme, é o resultado dessas gravações realizadas no concelho de Idanha-a-Nova. O filme é oficialmente candidato à Selecção Ensaios/Melhor Ensaio Nacional no XXVI Festival Caminhos do Cinema Português. A obra está em competição no Festival Caminhos do Cinema Português, um festival generalista de cinema focado na cinematografia contemporânea portuguesa, sendo um evento singular em Portugal pela forma como promove a exibição, discussão e a prática cinematográfica.
Domingos Morais
Domingos Morais é doutorado em Etnomusicologia pela Universidade de Viena (Áustria), e professor na Escola Superior de Teatro e Cinema. Colaborou com artigos na Enciclopédia da Música em Portugal no século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2010 1ª edição.
Domingos Peixoto
Domingos Peixoto é mestre em Ciências Musicais pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, colaborador do Departamento de Comunicação e Arte da Universidade de Aveiro, docente no Conservatório de Aveiro Calouste Gulbenkian. Colaborou com artigos na Enciclopédia da Música em Portugal no século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2010 1ª edição.
Duarte Lobo, Masses, Responsories & Motets
Em agosto de 2020, o agrupamento Cupertinos lançou o segundo álbum com a Hyperion, com dezoito obras inéditas do célebre Mestre português Duarte Lobo. Este lançamento sucede o disco de estreia do grupo com a Hyperion, que explorou um reportório único e exclusivo de Manuel Cardoso e que foi distinguido nos Gramophone Classical Music Awards 2019, vencendo na categoria de melhor álbum de “Música Antiga”. Luís Toscano, Diretor Musical do grupo Cupertinos, afirma: “Duarte Lobo é um dos incontestáveis Mestres da Idade do Ouro da Polifonia Portuguesa, contudo a falta de conhecimento sobre a sua obra faz com que apenas um número reduzido dos seus trabalhos tenha sido gravado e apresentado. Isso deve-se, em grande parte, à destruição de manuscritos no terramoto e consequentes incêndios de Lisboa (1755), e do desaparecimento de algumas partes de um dos livros da sua publicação de 1602. Este último foi abordado pelo Prof. José Abreu (Universidade de Coimbra) que reconstruiu a música em falta para a sua tese de Doutoramento, e a versão dos Responsórios de Natal a quatro vozes, afinado com os Cupertinos ao longo de vários anos, é gravada pela primeira vez neste álbum. As duas Missas presentes no disco pertencem à produção relativamente desconhecida de Duarte Lobo, que temos vindo, gradualmente, a recuperar para fruição pública. A música em si é talvez surpreendentemente variada; sempre intimamente vinculada e decorrente das palavras cantadas, oscilando entre as frases contemplativas, longas e quase estáticas de “Audivi vocem de caelo” e momentos vívidos e animadores em alguns dos Responsórios de Natal. Esperamos trazer uma nova consciência e interesse pelo legado de Duarte Lobo e, num sentido lato, difundir o conhecimento sobre o Património Musical Português dos séculos XVI e XVII.”
Dulce Simões
Dulce Simões é investigadora no INET-MD. Realiza investigação de terreno em Portugal e Espanha sobre relações fronteiriças. Das publicações mais recentes assinalam-se: “A turistificação do Cante Alentejano como estratégia de desenvolvimento sustentável: discursos políticos e práticas da cultura”; “Festas e imaginários celtas numa aldeia global: o caso do Festival de Música Tradicional e Celta de Santulhão”.
Earth Rescue
Earth Rescue é o título de um álbum de André Matos à memória de membros da família que partiram recentemente, aos vivos que ama, aos locais, aos animais, ao mar, aos seus alunos, aos seus professores, aos ativistas que lutam pelo planeta, pelos direitos humanos, pelos refugiados, ao nosso futuro. Composições de André Matos (Serra de Sintra Music, Sesac) gravadas nos Estúdios Valentim de Carvalho a 19 de agosto de 2019. Mistura e masterização de Pete Rende, Design Maria Bouza Pinto, foto de capa de José Sarmento Matos.
Eduardo Raposo
Eduardo Raposo, jornalista, é mestre em História pela FCSH-UNL. Colaborou com artigos na Enciclopédia da Música em Portugal no século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2010 1ª edição.
Educação e Música na Comunidade
Educação e Música na Comunidade é um grupo de investigação do INET-md que nesceu em 2015. Coordenado por Graça Boal Palheiros, dedica-se à investigação sobre o papel da educação e da música na vida das pessoas, bem como as práticas musicais em contextos formais, não formais e informais (por exemplo, escolas e comunidades). São explorados pelos membros deste Grupo novos conceitos de educação musical, bem como os desafios relativos ao ensino e à aprendizagem de músicas nas sociedades contemporâneas. O grupo Educação e Música na Comunidade inclui investigadores de dois polos do INET-md - Porto e Aveiro - que trabalham em conjunto em vários projectos financiados. Os membros colaboram também com outros Grupos de Investigação do INET-md, designadamente Etnomusicologia e Estudos de Música Popular e Estudos de Dança.
EIMAD
O EIMAD – Encontro de Investigação em Música, Artes e Design é organizado pela ESART, Escola Superior de Artes Aplicadas do Instituto Politécnico de Castelo Branco, Portugal. EIMAD pretende ser um espaço para a discussão científica nas áreas do Design e da Música.
Ein Dorffest
Ein Dorffest (Uma festa de aldeia) é uma obra para piano a 4 mãos de José Vianna da Motta, editada em 2020 pela AVA Musical Editions. "O pianista português José Vianna da Motta dedicou-se à composição durante cerca de trinta e cinco anos. Entre 1885 e 1890, período durante o qual residiu na Alemanha, interessou-se em particular pelo repertório de música de câmara, de coro e de orquestra, tendo composto, entre outras obras, a Abertura Dona Inês de Castro para orquestra, vários Lieder (Drei Lieder, op. 3Fünf Lieder, op. 5Vier Gedichte, op. 8), o Quarteto em Mi bemol maior, o Trio em Si menor, o Concerto para Piano e Orquestra em Lá maior e a Fantasia Dramática. Foi também neste período que compôs aquelas que parecem ser as suas duas únicas obras originais para piano a quatro mãos: Erinnerungen, op. 7 e Ein Dorffest (Uma festa de aldeia)." (João Costa Ferreira)
Electrónica e instrumentos musicais
Electrónica e instrumentos musicais é uma atividade no âmbito do Crescer com a Música, projeto educativo promovido pela associação Arte no Tempo que engloba (Ou)ver o som, para o pré-escolar, por João Martins; Sentidos do som, para o 1º ciclo, por Diana Ferreira; Electrónica e instrumentos musicais, para secundário, por Pedro Bento.
Crescer com a Música

Crescer com a Música

Elisa Lessa
Elisa Lessa é doutorada em Ciências Musicais pela Universidade Nova com a tese "Os Mosteiros Beneditinos Portugueses (séculos XVII a XIX): Centros de Ensino e Prática Musical”, Mestre em Ciências Musicais, pela Universidade de Coimbra. É mestre em Ciências Musicais Históricas Faculdade de Letras, Universidade de Coimbra (1992). Concluiu a Licenciatura em Ciências Musicais Históricas Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa (1987).  
EMPXX
EMPXX é a sigla da obra em quatro volumes Enciclopédia da Música em Portugal no Século XX,  edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 1ª edição em 2010, ISBN 978-989-644-114-2, que teve direção de Salwa Castelo-Branco, António Tilly como coordenador executivo, Rui Cidra como coordenador adjunto. O consultor geral da obra foi Rui Vieira Nery. A obra teve o apoio da Fundação para a Ciência e a Tecnologia, a Fundação Calouste Gulbenkian, o Instituto Camões, a Fundação Luso-Americana, o Ministério da Cultura e a Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa.
Ensemble Vocal Pro Musica
O Ensemble Vocal Pro Musica é um grupo de pessoas que se dedica à interpretação vocal de um repertório muito alargado que abrange o jazz, pop, música sacra e coral sinfónica.
EPABI
A Escola Profissional de Artes da Covilhã foi criada a 3 de setembro de 1992 com o nome de Escola Profissional de Artes da Beira Interior - EPABI, mediante despacho conjunto do Ministério da Educação e do Emprego e Segurança Social, tendo como entidades promotoras o Conservatório da Covilhã e a Câmara Municipal da Covilhã.
Escola Profissional de Artes da Beira Interior

Escola Profissional de Artes da Beira Interior

Ernesto Rodrigues
Ernesto Rodrigues é um compositor português cujo principal interesse está relacionado com a música contemporânea (improvisada e/ou escrita) e música gráfica e indeterminada. Frequentou a Academia de Amadores de Música e o Conservatório Nacional, onde estudou Violino e Composição. Estudou com Emmanuel Nunes, Paulo Brandão, Eurico Carrapatoso e Pedro M. Rocha.
Escola Artística de Música do Conservatório Nacional
A Escola Artística de Música do Conservatório Nacional é uma das escolas que compõem o Conservatório Nacional de Lisboa. A criação de um Conservatório para o ensino da música em Lisboa é fortemente devida ao compositor português João Domingos Bomtempo, que era igualmente um pedagogo de reconhecido mérito.
Escola das Artes (UCP)
Criada em 1997, a Escola das Artes da Universidade Católica Portuguesa é uma das mais jovens instituições desta instituição, sediada na cidade do Porto. A Escola das Artes oferece uma vasta oferta formativa na área da formação artística e uma programação cultural intensa.
Escola das Artes, UCP-Porto

Escola das Artes, UCP-Porto

Escola de Artes da Bairrada
A Escola de Artes da Bairrada é uma instituição de ensino artístico especializado com paralelismo pedagógico que foi homologada pela Direcção Regional de Educação do Centro em Julho de 2003. A sua criação resulta do mútuo esforço entre a União Filarmónica do Troviscal e a Câmara Municipal de Oliveira do Bairro, que conjuntamente com o Ministério da Educação, foram titulares e colaboradores na manutenção e dinamização da EAB.
Conservatório de Música da Bairrada

Conservatório de Música da Bairrada

Escola de Artes do Norte Alentejano
Escola de Artes do Norte Alentejano (EANA), anteriormente designada por Conservatório Regional de Portalegre, é uma Escola Particular e Cooperativa de Ensino Artístico Especializado da Música, podendo estender a sua atividade ao ensino do bailado e a outras artes.
Escola de Música do Conservatório Nacional
O Conservatório Nacional era um estabelecimento público para ensino das artes, criado em Lisboa em 1836. Foi extinto como instituição singular em 1983, dando origem a diversas escolas artísticas autónomas entre si: a Escola Superior de Música de Lisboa, a Escola Superior de Dança, a Escola Superior de Teatro e Cinema, a Escola de Música do Conservatório Nacional e a Escola de Dança do Conservatório Nacional.
Conservatório Nacional

Conservatório Nacional

Escola de Música Guilhermina Suggia
Situada no centro do Porto, a Escola de Música Guilhermina Suggia (EMGS) é uma escola de Ensino Artístico Especializado da Música fundada em 2002. Funciona num edifício da Rua D. Manuel II, no Porto, cedido em testamento, no ano 2000, pela engenheira Ilda Moura à Fundação Musical dos Amigos das Crianças, denominada atualmente por Academia Musical dos Amigos das Crianças.
Escola de Música Guilhermina Suggia

Escola de Música Guilhermina Suggia

Escola de Música Nossa Senhora do Cabo

A Escola de Música Nossa Senhora do Cabo, em Linda-a-Velha, Oeiras, promove o ensino das artes educando cada pessoa na sua dignidade plena, promovendo-se a si mesma e aos outros, através do ensino artístico, valorizando todas as dimensões da pessoa humana: espiritual, intelectual, emocional e física.

Escola de Música Nossa Senhora do Cabo

Escola de Música Nossa Senhora do Cabo

Escola de Música Óscar da Silva
A Escola de Música Óscar da Silva é uma cooperativa de ensino vocacional de música e pertence ao ramo do sector privado e cooperativo. Esta escola foi criada em 8 de outubro de 1986 de forma a possibilitar a viabilização e continuação da Academia de Música de Matosinhos, fundada pela Câmara Municipal de Matosinhos em deliberação camarária de 29 de Agosto de 1969.
Escola de Música Óscar da Silva

Escola de Música Óscar da Silva

Escola Profissional Artística do Alto Minho
A Escola Profissional Artística do Alto Minho (ARTEAM), actual designação da Escola Profissional de Música de Viana do Castelo (EPMVC), iniciou a sua atividade em setembro de 1992. Atualmente é tutelada pela Fundação Átrio da Música, criada para esse efeito, em novembro de 1999. Integrada no Ensino Profissional a ARTEAM é uma escola privada que goza de autonomia pedagógica, administrativa e financeira.
Fundação Átrio da Música

Fundação Átrio da Música

 
Escola Profissional de Artes Performativas da Jobra
A Escola Profissional de Artes Performativas da Jobra é uma escola profissional artística gerida pela Associação de Jovens da Branca que tem como missão a promoção do ensino artístico, da cultura, do desporto e recreio dos associados.
Escola Profissional de Música de Espinho
Fundada em 1989, a Escola Profissional de Música de Espinho (EPME) foi criada com o propósito de ministrar formação em duas áreas praticamente inexistentes no panorama do ensino da música em Portugal: a formação de instrumentistas de orquestra e o estudo da percussão. Foi pioneira na implementação do ensino profissional da música em Portugal. Ministra cursos profissionais de música do 7º aos 12º anos de escolaridade.
Escola Profissional de Música de Espinho

Escola Profissional de Música de Espinho

Escola Profissional de Música de Viana do Castelo
A Escola Profissional de Música de Viana do Castelo (EPMVC), que atualmente tem a designação de Escola Profissional Artística do Alto Minho (ARTEAM), iniciou a sua atividade em setembro de 1992. Atualmente é tutelada pela Fundação Átrio da Música, criada para esse efeito, em novembro de 1999. Integrada no Ensino Profissional a ARTEAM é uma escola privada que goza de autonomia pedagógica, administrativa e financeira.
Fundação Átrio da Música

Fundação Átrio da Música

Escola Profissional de Música de Viana do Castelo
Escola Profissional de Música de Viana do Castelo é a anterior designação da Escola Profissional Artística do Alto Minho (ARTEAM). Iniciou a atividade em 1992. Atualmente é tutelada pela Fundação Átrio da Música, criada para esse efeito, em novembro de 1999. Integrada no Ensino Profissional, a ARTEAM é uma escola privada que goza de autonomia pedagógica, administrativa e financeira.
Escola Superior de Artes Aplicadas
A Escola Superior de Artes Aplicadas (ESART) de Castelo Branco foi criada (e integrada no Instituto Politécnico de Castelo Branco) pelo Decreto-Lei nº 264/99 de 14 de Julho. No ano letivo 1999/2000, entraram em funcionamento os bacharelatos em Artes da Imagem e Música (variante de instrumento), formalizados pela Portaria nº 505/99 de 15 de Julho.
Escola Superior de Artes Aplicadas

Escola Superior de Artes Aplicadas (ESART)

Escola Superior de Música de Lisboa
A ESML (Escola Superior de Música de Lisboa) foi criada em 1983 na sequência da reconversão do Conservatório Nacional, tendo sido integrada no Instituto Politécnico de Lisboa em 1985. A ESML assume como sua a missão da formação artística, técnica, tecnológica e científica, ao mais alto nível, de profissionais na área da Música.
Escola Superior de Música de Lisboa

Escola Superior de Música de Lisboa

Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo
A ESMAE (Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo) é a unidade orgânica do Politécnico do Porto vocacionada para a formação superior em Música, Teatro e Dança.   Nascida em 1985 como Escola Superior de Música, dando seguimento à tradição secular do ensino de música na cidade do Porto, viu a sua oferta formativa alargada ao Teatro ressurgindo assim enquanto Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo. Constituída pelos departamentos de Música e Teatro, em 2016 é acrescentada ao portfólio formativo da ESMAE a formação em Dança.
Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo

Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo (ESMAE)

ESPROARTE

A ESPROARTE – Escola Profissional de Arte de Mirandela é uma escola privada que integra a rede de ensino nacional, na área do ensino profissional, goza de autonomia pedagógica, administrativa e financeira, sendo tutelada pelo Ministério da Educação tem como entidade proprietária a ArteMir – Associação de Ensino Profissional Artístico. Nascida do Projeto Nacional de lançamento das Escolas Profissionais pelo Ministério da Educação em 1990, e do apoio da Câmara Municipal de Mirandela, a ESPROARTE – Escola Profissional de Arte de Mirandela veio encher de esperança todos aqueles que, com a música na alma, se viam obrigados a desistir de um sonho que, até então, era difícil de concretizar, ministrando cursos profissionais na área da música que conferem dupla certificação, sendo estes cursos nos níveis 2 e 4 do quadro nacional de qualificações com equivalência ao 9º e 12º ano de escolaridade, respetivamente. Bem no coração da Terra Quente Transmontana e da região de Trás os Montes e Alto Douro, o desenvolvimento de um projeto com esta envergadura, ou melhor, a concretização de um sonho de muitos jovens transmontanos, veio abrir as portas a todos os que se viam obrigados a deixar a sua terra para se dedicarem à Música. Única Escola Profissional de Música de toda a Região de Trás os Montes e Alto Douro, a ESPROARTE revestiu-se de um cariz extremamente ambicioso. Foi preciso juntar forças para transpor todas as barreiras que se colocavam a um projeto inovador como este, em terras Transmontanas e Alto Duriense. Passados mais de 25 anos de existência a ESPROARTE não pode deixar de se orgulhar dos frutos que já deu e dos resultados positivos alcançados, demonstrados por uma lado pelo elevado número de diplomados que hoje exercem a sua atividade profissional como instrumentistas, na docência ou noutras atividades direta ou indiretamente ligadas ao meio musical, cultural e artístico, e por outro pelo registo sempre presente dos 4 CD já gravados.

Estágio de Dança de Aveiro
Estágio de Dança de Aveiro é um evento que, em 2020, celebra a 25.ª edição, com uma programação especial ao longo de todo o ano, através de várias iniciativas de formação articuladas com a programação regular do Teatro Aveirense. Entre 30 de Março e 4 de Abril, terá lugar a semana intensiva de formação, durante a qual será iniciada uma nova parceria com a Companhia Nacional de Bailado, e terá continuidade a parceria com o Gaga Movement. Pelo quarto ano consecutivo, a curadoria do Estágio de Dança de Aveiro é do coreógrafo Victor Hugo Pontes. A edição de 2020 foi pensada em continuidade com a programação das três edições anteriores, de modo a permitir o acesso de todos, de forma condensada e intensiva, a diferentes ferramentas técnicas e criativas. Uma oferta diversificada, em que os participantes poderão optar por uma formação orientada para a dança clássica ou por uma formação inspirada nas danças urbanas, assim enriquecendo a sua linguagem artística.
estribos
Estribos, joelheiras e pedais "são sistemas mecânicos com diversos usos, desde acionar os registos de palheta, alternar registos (Corneta com Corneta de ecos), abrir e fechar a caixa de ecos, etc. Mais frequente é a presença de pedais, dispostos em pares, e cuja função é alternar o ligar/desligar uma seleção de registos. O mais frequente, neste tipo de dispositivo, é o ligar e desligar os registos de “Cheios” e as palhetas. Na maioria dos órgãos este sistema não é original e surge apenas no final do século XVIII e no século XIX." José Alberto Rodrigues
Estudos em Dança
Estudos em Dança é um grupo do INET-md, coordenado por Daniel Tércio, que nasceu em 2003. Desenvolve investigação no âmbito do corpo e tecnologias digitais, educação em dança, improvisação e inclusão social, com particular ênfase no Mundo Lusófono. O grupo promove o estudo da dança e do som enquanto modos interligados de comportamento expressivo, em colaboração com outros grupos de investigação do INET-md. O Grupo está ainda envolvido no arquivismo de documentos multimédia em parceria com empresas de dança contemporânea e coreógrafos.
Estudos Históricos e Culturais em Música
Estudos Históricos e Culturais em Música é um grupo de investigação do INET-md, criado em 2005, coordenado por Rui Vieira Nery. Assenta numa abordagem multidisciplinar, combinando a Musicologia Histórica os contributos da História Cultural, da Etnomusicologia e da Sociologia da Música. Entre 2015 e 2017, algumas actividades do grupo foram organizadas em estreita articulação com duas vertentes temáticas “Música e Media” e “Abordagens Históricas da Performance Musical”. Mais recentemente, o Grupo expandiu o seu âmbito de investigação para o estatuto social e profissional dos músicos em Portugal desde o Antigo Régime até ao final do século XX.
Etnomusicologia e Estudos em Música Popular
Etnomusicologia e Estudos em Música Popular é o Grupo de Investigação fundacional do INET-md. Dedica-se a consolidar e expandir pesquisas sobre música e som a partir das perspectivas da Etnomusicologia e Estudos da Música Popular, com particular enfoque no Mundo Lusófono. Processos transculturais na música, política cultural, aqrquivo musical e património são algumas das principais questões de pesquisa. As práticas de responsabilidade social são centrais para toda a investigação desenvolvida por este Grupo.Coordenado por Salwa El-Shawan Castelo-Branco.
Eurico Carrapatoso
Eurico Carrapatoso, compositor e professor português, nasceu em 1962 no distrito de Bragança. Concluiu em 1993 o Curso Superior de Composição no Conservatório de Lisboa. Lecionou em várias instituições. Recebe regularmente encomendas das principais instituições culturais. Ganhou prémios de Composição, fundou ou foi elemento do júri de outros prémios.
Europarque
Instalado em 4730 m2, com 1408 lugares, o Auditório do Europarque foi desenhado com particularidades específicas para o colhimento de espetáculos ao vivo como óperas, espetáculos de dança e teatro, projeções e reuniões corporativas.
Europarque

Europarque

Evgueni Zoudikine
Evgueni Zoudikine é doutor em Música pelo Departamento de Comunicação e Arte da Universidade de Aveiro, e professor na mesma instituição. Colaborou como autor na Enciclopédia da Música em Portugal no século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2010 1ª edição.
Fanfarra Káustika
Fanfarra Káustika surgiu como grupo musical em 2007 e evoluiu para projeto associativo em 2010. O principal conceito da coletividade define-se pela procura em desenvolver e abordar, numa perspetiva diferente, as tradições e as origens. Ou seja, assimilar um conteúdo do passado ou do presente e transformá-lo em algo genuíno e de vanguarda. Este conceito é transversal e aplica-se a todos os projetos da associação. Actualmente a associação serve sobretudo como espaço dedicado à criação, existindo três grupos associados e em que um deles, a Fanfarra Káustika, apresenta já dois espetáculos absolutamente distintos: “Punk Filarmónico” – espetáculo itinerante concebido para ambiente de rua, e “Transe Sinfónico” espetáculo de palco, arrojado e inovador.
Fernanda Lapa
Fernanda Lapa (1943-2020) foi uma atriz, encenadora e professora universitária. Além de tudo o que fez pelo teatro, registo o seu trabalho na encenação-estreia da ópera O Sonho (Londres, 2010), do compositor Pedro Amaral. Encenou também La Princesse Jaune, de Camille Saint-Saëns e The Wondering Scholar de Gustav Holst, apresentadas em Sintra (Centro Cultural Olga Cadaval), Portalegre (CAEP) e Coimbra (TAGV), em 2013. Foi mãe de Foi mãe três filhas, incluindo Mónica de Pádua Lapa Pombo Rodrigues (Lisboa, 24 de agosto de 1965 — Lisboa, 3 de agosto de 2001), bailarina, coreógrafa e produtora de dança, e Marta Alexandra de Pádua Lapa Pombo Rodrigues (Lisboa, 25 de maio de 1968), bailarina, coreógrafa e atriz.
Fernando Calazans
Fernando Calazans (m. 2020)  violinista, professor e formador, foi mestre em Ciências Musicais pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra. Foi autor de artigos da Enciclopédia da Música em Portugal no Século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2020, 1ª edição.
Fernando Jalôto
Fernando Jalôto (n. Gaia) graduou-se com o Bachelor e o Master of Music no Conservatório Real de Haia (Países Baixos). É Mestre em Música pela Universidade de Aveiro com uma Dissertação intitulada "Música de Câmara da 1ª metade do século XVIII nas fontes do Mosteiro de Santa Cruz de Coimbra." É doutorando em Ciências Musicais/Musicologia Histórica na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa.
Fernando Lapa
O compositor Fernando Lapa nasceu em Vila Real, em 1950. Fez os estudos musicais no Conservatório de Música do Porto, onde concluiu o Curso Superior de Composição, na classe de Cândido Lima. Nas últimas 3 décadas, criou perto de 300 obras que abrangem quase todos os géneros musicais: concerto, repertório sinfónico e coral-sinfónico, ópera, música de câmara, obras para instrumento solo, bandas sonoras para cinema e teatro.
Fernando Lopes-Graça
Compositor e musicólogo português, Fernando Lopes-Graça, nasceu a 17 de dezembro de 1906, em Tomar, e morreu a 27 de novembro de 1994, na Parede (Cascais).
Fernando Monteiro
Fernando Monteiro é licenciado em Direito pela Universidade de Coimbra, ex-professor nas escolas de fado do Chiado em Coimbra, da Associação Académica de Coimbra e do Orfeão Académico de Coimbra. Colaborou com artigos na Enciclopédia da Música em Portugal no século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2010 1ª edição.
Festival de Concertinas e Cantares ao Desafio da Trofa
A tradição dos cantares ao desafio é comum a várias regiões e países do mundo. No século XX, no Norte Litoral português, este modo musical e poético de improvisação, começou a ser acompanhado com concertinas, tornando-se um ícone da musicalidade tradicional da região. Integrado na programação das Festas de Santa Eufémia, que decorrem durante todos os fins de semana de setembro, realiza-se o Festival de Concertinas e Cantares ao Desafio da Trofa.
Festival de Música de Setúbal
A Associação Festival de Música de Setúbal funciona em parceria com a Câmara Municipal de Setúbal, Helen Hamlyn Trust e Fundação Calouste Gulbenkian.
Festival de Música do Estoril
O Festival de Música do Estoril é, com os Cursos Internacionais de Música do Estoril e o Concurso de Interpretação do Estoril / Prémio El Corte Inglés, uma das componentes das Semanas de Música do Estoril.
Festival de Órgão de Santo André
Aproveitando a existência de um moderno instrumento na Igreja de Santo André, em Mafra, o Festival de Órgão de Santo André é uma iniciativa de criar programação em torno do órgão contemporâneo, sincronizando, para tal, artistas portugueses e internacionais.
Festival de Piano Filipe de Sousa
O Festival de Piano Filipe de Sousa é um festival organizado pela Câmara Municipal de Mafra, com o apoio da Fundação Jorge Álvares. Projeto iniciado em 2016, ligado à promoção da música, consiste num festival com vários concertos, tendo a participação de orquestra e pianistas, nacionais e estrangeiros, de reconhecido mérito artístico.
Festival do Crato
Ao ganhar identidade de Festival, o Festival do Crato afirmou-se no panorama dos festivais de verão que acontecem no País, atraindo à histórica vila alentejana novos públicos que fazem deste evento uma referência singular entre os certames do género. Desfilaram pelo palco do Festival, artistas internacionais de enorme prestígio, como os James, Emir Kusturica, Scorpions, Reamonn, Roger Hodgson, VayaconDios, BookaShade, Gilberto Gil, UB40, Gotan Project, Gabriel O Pensador, Nouvelle Vague e Marcelinho da Lua. Também marcaram presença no Festival do Crato, alguns dos mais prestigiados e dos mais internacionais Artistas portugueses, como Rui Veloso, Clã, Blasted Mechanism, The Gift, Ornatos Violeta, Buraka Som Sistema, Pedro Abrunhosa, Dead Combo, Deolinda, Tim, Mariza, Sétima Legião, Amor Electro, Expensive Soul, Boss AC, Legendary Tigerman, Orelha Negra ou o Projecto Amália Hoje, entre tantos outros... As duas últimas edições do Festival do Crato, viram reconhecido o trabalho excepcional efectuado na sua organização e programação e o prestígio alcançado pelo Festival na Região e no País, com a atribuição do Prémio “Mais Turismo” da Revista Mais Alentejo e a Menção Honrosa dos Prémios Turismo do Alentejo. A par dos principais Festivais de Música que se realizam em Portugal e como reconhecimento do lugar conquistado no circuito dos grandes Festivais, o Crato costuma contar com a Rádio Comercial como rádio oficial e a TVI como a televisão oficial do Festival. O Festival proporciona boa gastronomia e o conhecimento das artes tradicionais de todo o País, desde 1984, ano em que se realizou a primeira Feira de Artesanato e Gastronomia.
Festival Internacional de Guitarra de Amarante
O Festival Internacional de Guitarra de Amarante, que teve em 2019 a sua 5ª edição, inclui concertos, classes de aperfeiçoamento, estágios e um concurso Internacional.
Festival Internacional de Guitarra de Guimarães

O Festival Internacional de Guitarra de Guimarães teve em 2019 a sua sexta edição, com concertos de guitarra clássica no Centro Cultural Vila Flor (CCVF), Conservatório de Guimarães e do Paço dos Duques de Bragança. O FIGG é também sinónimo de classes de aperfeiçoamento – aulas para alunos do ensino artístico especializado que podem ser assistidas pelo público. Entre os “professores”, refiram-se Aniello Desiderio e Dejan Ivanovich. O Concurso Internacional de Guitarra Cidade de Guimarães nasceu com o festival, em 2014, com as categorias júnior e seniores. O FIGG é organizado pela Sociedade Musical de Guimarães - Conservatório de Guimarães, com coprodução  "A Oficina" e direção artística de Nuno Cachada. Conta com o apoio do Município de Guimarães, Programa Mostra de Espanha 2019 e Programa Europa Criativada União Europeia.

Festival Internacional de Música da Póvoa de Varzim
O Festival Internacional de Música da Póvoa de Varzim – Costa Verde – Portugal (FIMPV) foi criado em Julho de 1979 pela concessionária da zona de jogo local, a empresa SOPETE, S. A., sob proposta do pianista Sequeira Costa datada de 18 de setembro de 1978 e confirmada oficialmente pela administração da empresa em 14 de novembro de 1978.
Festival Internacional de Música de Espinho
O Festival Internacional de Música de Espinho (FIME) é um dos mais antigos festivais de música em Portugal. Recebe hoje em dia alguns dos melhores intérpretes do mundo nas suas áreas de atividade.
Festival Internacional de Música de Gaia
O Festival Internacional de Música de Gaia integra-se no plano de atividades da Fundação Conservatório Regional de Gaia e tem como objetivo a valorização da agenda cultural de Vila Nova de Gaia.
Festival Internacional de Música de Marvão
Marvão tem todos os elementos necessários para criar uma atmosfera única, um cenário realmente idílico para um festival de Música Clássica ao ar livre nas suas infra-estruturas centenárias. Foi neste local de rara beleza que o maestro Christoph Poppen teve a visão de unir esta terra milenar com o seu amor pela música clássica e proporcionar aos espectadores um festival de música clássica ao mais alto nível artístico, imerso num visual único de beleza natural.
Festival Internacional de Música de Portel
O Festival Internacional de Música de Portel é dedicado à música clássica e oferece uma programação multifacetada, constituída por vários concertos com orquestras sinfónicas e grupos de música de câmara, residências artísticas, masterclasses e visitas guiadas.
Festival Internacional de Órgão de Lisboa
O Festival Internacional de Órgão de Lisboa é um festival de órgão realizado na capital portuguesa que teve início em 1998. Produzido pela Juventude Musical Portuguesa, o festival chegou a ser considerado o segundo maior festival de órgão da Europa e trouxe a Portugal organistas de renome internacional.
Festival Internacional de Órgão de Lisboa

Festival Internacional de Órgão de Lisboa (XI)

Festival Internacional de Órgão de Mafra
O Festival Internacional de Órgão de Mafra, que teve início em 2017, caracteriza-se por um conjunto de concertos nas igrejas concelhias com instrumentos históricos.
Festival Internacional de Piano de Oeiras
O Festival Internacional de Piano de Oeiras procura um efeito de vitalização cultural comunitária, para converter Oeiras num Concelho Cultural de Referência e superar a exclusão cultural a que muitos cidadãos continuam a estar sujeitos, proporcionando aos oeirenses, em especial, o acesso à grande música e aos grandes intérpretes e chamando ao Concelho todos os que procuram evento musicais de qualidade em Portugal. Tem em 2020 a III edição.
Festival Internacional de Polifonia Portuguesa
A Fundação Cupertino de Miranda lançou, em 2011, o Festival Internacional de Polifonia Portuguesa e já faz parte da sua programação anual. Em 2019 decorreu a nona edição do Festival, com objetivos de promoção da música polifónica dos século XVI e XVII, mas também de divulgação da história e arquitetura dos espaços por onde este passa, com ligações intrínsecas ao Barroco.
Fundação Cupertino de Miranda

Fundação Cupertino de Miranda

Festival Internacional do acordeão
O Festival Internacional do Acordeão (Crato) já vai na 5ª edição de Festival, e conta com acordeonistas de várias nacionalidades. No ano de 2018 este teve a presença de 2 campeões do mundo, Jérémy Lafon, de nacionalidade francesa, e o italiano Pietro Adragna.
Festival Itinerante de Percussão
O Festival Itinerante de Percussão é um evento musical promovido pela associação cultural Arte no Tempo.
Festival Musa
Festival Musa é um Festival no Feminino lançado pelo Theatro Circo, de Braga, em 2020, 1ª edição, entre 16 e 18 de abril. Cinco artistas latinas dão vida em 2020 ao festival MUSA: Silvia Perez Cruz, Ana Tijoux, Silvana Estrada, Maria Jose Llergo e La Bruja de Texcoco são os nomes que compõe esta primeira edição do Festival no Feminino.
Filipa Raquel Oliveira
Filipa Raquel Oliveira frequentou a licenciatura em flauta de bisel na ESART e completou o Mestrado em Ensino da Música ESML. Em 2011 foi galardoada com dois primeiros prémios nas categorias de solista e música de câmara nos Concursos de Jovens Intérpretes de Música Antiga. Leciona na Escola Profissional de Artes da Covilhã e desenvolve o projecto de investigação no âmbito do doutoramento em Ciências Musicais Históricas na FCSH-UNL.
Filipe da Cunha
Filipe da Cunha, segundo Ernesto Vieira, Diccionario Biographico dos Músicos Portuguezes, 1900. Na mesma época [ de João da Cunha] havia outro organeiro, Filippe da Cunha, talvez irmão, do qual há memória no órgão da Igreja paroquial de Belas, o qual tem inscrito: "Phelipe da Cunha o fez em Lisboa no anno de 1744."
Filipe da Cunha
Filipe da Cunha, dito natural de Caminha, é responsável por alguns órgãos na região de Lisboa, como os das igrejas de Belas e São José (1761). Num estudo recente, a hipótese deste organeiro ter também origem galega, ganha solidez. A arte organeira continua nesta família por mais duas gerações, com o filho João da Cunha (1712-1762) e o neto Leandro José da Cunha (1743-1805). A presença em Braga organeiro é sugerida por uma inscrição gravada num dos tubos interiores do órgão da igreja do antigo convento da Conceição, atual Instituto Monsenhor Airosa, onde se lê: “1737 Philipe da Ainea Lx.a”. José Alberto Rodrigues
Filipe Mesquita de Oliveira
Filipe Mesquita de Oliveira é mestre em Ciências Musicais (Musicologia Histórica) pela FCSH-UNL, doutorado em Música/Musicologia na Universidade de Évora. Colaborou com artigos na Enciclopédia da Música em Portugal no século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2010 1ª edição.
Filipe Pereira
Filipe Pereira é performer, director de teatro e investigador em Etnografia da Performance. É doutorando na FCSH-UNL.
Filomena Benildes
Filomena Benildes é licenciada em Ciências Musicais pela FCSH-UNL e professora de educação musical. É autora de artigos da Enciclopédia da Música em Portugal no Século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2020, 1ª edição.
FITU Bracara Avgvsta
FITU Bracara Avgvsta - Festival Internacional de Tunas Universitárias é um festival organizado pela Tuna Universitária do Minho que nasceu em Braga em 1991. Pelo trigésimo ano consecutivo, a TUM apresenta este evento de promoção da cultura académica, minhota e portuguesa que conta com a apresentação de algumas das melhores tunas nacionais e internacionais no palco do Theatro Circo.
Flentrop
A Flentrop Orgelbouw é uma firma holandesa sediada em Zaandam que começou com uma família de organeiros  (H.W. Flentrop (1866-1950) e Dirk Andries Flentrop (1910-2003), seu filho. Tem um vastíssimo portefólio de órgãos novos e de restauros. Nesta oficina estudou Manuel Costa, organeiro portuense radicado e aposentado na Austrália que para o estudo recebeu uma bolsa da Fundação Calouste Gulbenkian. Flentrop tem vários órgãos em Portugal, nomeadamente na Sé Patriarcal de Lisboa e na Fundação Calouste Gulbenkian. António José Ferreira
Florbela Espanca - O Fado
Florbela Espanca - O Fado é a obra que celebra os 125 anos do nascimento de Florbela Espanca, e apresenta pela primeira vez a poesia de Florbela Espanca em livro e disco nas vozes do fado no feminino. O livro inclui textos e os poemas, o CD 18 temas com 9 gravações novas.
Flute: Hands on Research
Flute: Hands on Research é um encontro dedicado à área instrumental de Flauta, cuja particularidade está no facto de fazer a simbiose entre dois tipos de encontros: a Convenção de cunho artístico à volta de um determinado instrumento (como por ex: British Flute Society Convention 2016) e a Conferência de investigação Académica tradicional mas circunscrita a esta área instrumental. Assim, pretende-se provocar um confronto e uma partilha de um modo mais estreito entre produção artística e Investigação, criando oportunidades para que os saberes de artistas e de investigadores se possam cruzar com benefícios óbvios para ambas as partes. O primeiro destes encontros teve lugar na Universidade de Aveiro nos dias 10-13 de Abril de 2017.
Fontis Amorum
Fontis Amorum é uma obra do compositor português Eugénio Rodrigues para soprano criança e orquestra de cordas executada em 2020 pela Camerata Lusitana. Sobre a obra, diz o compositor: "Desde jovem, fiquei fascinado pelos mitos, estórias e história de Coimbra, a cidade mais próxima da vila onde cresci, a Lousã. A história de Pedro e Inês, é uma dessas histórias associada a Coimbra e à lenda da “fonte dos amores”. A paixão entre Pedro e Inês (século XIV) foi brutalmente interrompida quando Inês foi assassinada, consequência de intrigas políticas, em nome do interesse do reino. Pedro jurou vingança e, assim que assumiu o trono, matou seus assassinos, coroou-a após a morte e forçou a nobreza a reconhecê-la como rainha. Este é o primeiro tema relacionado com a cidade de Coimbra que decidi tratar musicalmente. A jornada começou do outro lado do Atlântico, bem longe das margens do rio Mondego, numa biblioteca universitária. Foi lá que encontrei um livro que me serviu de guia: Inês de Castro, de Leonor Machado de Sousa. Nesse livro, descobri o poema De Agnetis Caede, de André de Resende (século XVI), onde ele cria grande parte das imagens associadas à lenda da “fonte dos amores”, que mais tarde viriam a ser imitadas por outros artistas e escritores, como Camões. A obra é um lamento para Inês, a que dei o nome de Fontis Amorum, as últimas palavras do poema que descrevem a transformação das lágrimas derramadas pelas donzelas de Inês, em fonte, a que deram o nome de “fonte dos amores”."
Fórum Cultural do Seixal
Situado no Fórum Cultural do Seixal, o Auditório Municipal foi inaugurado em novembro de 1993. Com capacidade máxima para 345 espetadores, oferece as melhores condições técnicas para a realização de espetáculos, colóquios e conferências, sendo considerado um dos melhores equipamentos do género da Área Metropolitana de Lisboa.
Fórum Cultural do Seixal

Fórum Cultural do Seixal

Fórum Municipal Luísa Todi
Após a concretização de um projeto de requalificação do edifício, a sala de espetáculos, originalmente inaugurada em 1960, reabriu ao público a 15 de setembro de 2012 completamente modernizada e dotada de uma panóplia de valências necessárias para tornar possível o acolhimento de eventos de diferentes estilos artísticos e iniciativas com outras características, tais como congressos e seminários.
Forum Municipal Luísa Todi

Forum Municipal Luísa Todi

Francisco António Solha
Natural do “reino da Galiza”, Francisco António Solha (c.1720 – 1794) fez parte do grupo de cinco ajudantes que acompanharam Frei Simón Fontanes, na construção dos grandes órgãos da catedral, identificado nas folhas de pagamento pelo nome próprio “Francisco” . Mesmo subsistindo algumas dúvidas quando à data do seu nascimento, foi ainda com tenra idade que integrou a equipa que veio construir os órgãos da capital minhota, como aprendiz do ofício de organeiro. Um estudo genealógico realizado por Herminio Lado, apresenta-o como sobrinho do mestre Simón Fontanes e primo de João de Fontanes Maqueira, de linhagem oriunda de Santiago de Compostela e de Pontevedra. Numa nota do Tabelião Público de Braga, em 19 de julho de 1737, surge: “Francisco António Solha do reino de Galiza, assistente na cidade de Braga na fábrica dos órgãos”. Em 1755, recebe o primeiro pagamento para a construção dos órgãos da Sé de Lamego, que conclui em 1757. No someiro deixou o seguinte texto: “P. Honra e Gloria de Deos e de Maria Santissima Senhora N. Mandou fazer este órgão o Ex.mo e Rm.º Snr. D. Fr. Feliciano de N. Snr. E Bispo deste Bispado por mim Francisco Antonio Solha, esto foi no Anno de 1757” (Jordan, 1984: 120). Este parece ter sido o seu primeiro trabalho. Em 1759, estabeleceu oficina em Guimarães, na rua da Fonte Nova, onde casa com Francisca Rosa, em 1771. Um ano antes construiu o órgão para a igreja de São Domingos, da mesma cidade, onde também deixa uma inscrição com o seu nome, alo que parece usual pois, em 1767, faz o mesmo no órgão de São João de Tarouca. Em 1761, desloca-se a Braga afim de analisar o trabalho de Simão Fernandes Coutinho no órgão de Santa Cruz: “Francisco António Solha, mestre organeiro, da vila de Guimarães, veio por ordem desta mesa examinar o concerto do órgão”. Em 1785, realizou o grande órgão da casa mãe da Ordem Beneditina, Tibães, onde nos é fornecido outro dado interessante. Numa inscrição, dividida em três, na fachada do órgão de Tibães, surge: “Sendo D. Abb.e G.al da Congreg.am o Rev.mo P. M. Dor F. José Joaquim de Sta Teresa / Fes este Orgão no anno de 1785 / D. Francisco António Solha, Vice Consul de Hesp. Por S. Mag. Cath.”. Esta sugere, que o organeiro terá recebido o título de vice-cônsul, o que é interessante pois, em 1762, apresentou um requerimento à Junta do Comércio, identificando-se como “D. Francisco Antonio Solha, Artifice de Orgãos, natural de Galiza, assistente neste Reino há 10 anos”, para obtenção de nacionalidade portuguesa. Outro aspeto interessante em Solha foi o “patrocínio” dos beneditinos, pois foram-lhe confiados os trabalhos das mais importantes Casas da Ordem, no Norte de Portugal. Realizou vários trabalhos a par do beneditino bracarense Frei José de Santo António Vilaça (1731-1809), insigne desenhador da talha, do qual são as caixas dos órgãos de Refoios de Basto, Alpendurada, Tibães, Santa Marinha da Costa, Vilar de Frades, São Francisco de Real e Misericórdia de Guimarães, entre outros. José Alberto Rodrigues
Francisco João
Sabe-se que Francisco João (século XVIII) era natural do “termo de Monção” e que, em 1720, é lavrado um contrato de obra para um órgão novo para a igreja de Santa Cruz. José Alberto Rodrigues
Francisco Manuel Ferreira
Francisco Manuel Ferreira, por Ernesto Vieira, Diccionario Biographico dos Músicos Portuguezes, 1900. Fabricante de pequenos órgãos, estabelecido em Lisboa entre os anos de 1820 e 1850. Na "Gazeta de Lisboa" de 10 de Março de 1826 publicou este anúncio: "Francisco Manuel Ferreira, Organeiro, conhecido pelas suas obras já vistas e approvadas pelos melhores auctores da mesma arte, aviza a quem quizer utilizar de seu prestimo para qualquer Orgão que seja, seus planos serão preenchidos com as melhores composições, e diversas vozes tudo por preços comodos: he morador na rua dos Calafates, n.º 121." Em Janeiro de 1831 publicou outro anúncio em que se diz morador defronte da Igreja dos Inglesinhas ao Bairro Alto, nº 30. Vi dele um órgão pequeno com 45 registos, na ermida dos Milagres, à Estrela, o qual tem o n.º 20 e a data de 1845.
Francisco Melo
Francisco Melo é licenciado em Ciências Musicais pela FCSH-UNL, e professor na Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo (ESMAE). Colaborou com artigos na Enciclopédia da Música em Portugal no século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2010 1ª edição.
Frei Domingos de São José Varella
Padre beneditino, considerado um verdadeiro musicólogo, autor da obra “Compêndio de Música theorica e prática”, de 1806, Frei Domingos de São José Varela (século XVIII) era natural de Santa Maria de Infias, próximo das Caldas de Vizela. Em Portugal, a Congregação dos Monges Negros de S. Bento foi frutuosa em vocações musicais, e outra coisa não seria de esperar quando é a própria Regra de São Bento a sublinhar a suma importância da Liturgia, especialmente do Ofício Divino, com o canto e o acompanhamento do órgão. O cardeal patriarca Francisco de São Luís Saraiva, O.S.B. (Ponte de Lima, 1766 – Lisboa, 1845), apelida-o de insigne organista e, referindo-se ao seu Compêndio de Música: “contém observações e experiências muito curiosas sobre fenómenos da harmonia e sua aplicação aos instrumentos músicos. São muito apreciados, na sua obra, dois capítulos em que ele se ocupa da teoria dos sons e da escolha das madeiras para os vários instrumentos”. José Alberto Rodrigues
Frei Simão Fontanes
Frei Simão Fontanes, por Ernesto Vieira, Diccionario Biographico dos Músicos Portuguezes, 1900. Autor dos grandes órgãos da Sé de Braga, o maior dos quais é sem duvida o mais grandioso que existe nas Igrejas do Minho. Esses órgãos são os que estão colocados no coro grande (o templo tem mais três). No maior lê-se esta inscrição: Fr. Simon Fontanes Gallecianus. Fecit. anno 1738. Era natural da Galiza, pois que se intitula Gallecianus. Este órgão maior, que é o que está da parte do evangelho, tem dois teclados com someiros e registos privativos para cada um. O número total dos registos é superior a cinquenta, dispostos em três filas por lado. O outro órgão de Simão Fontanes, mais pequeno na fabrica de que o seu companheiro, é todavia igual a ele nas partes que o compõem. Ambos são da oitava curta, singular disposição do teclado nos órgãos antigos, muito embaraçosa para os organistas modernos. O órgão do Seminário de Coimbra foi construído em 1763 por um João Fontanes de Maqueixa, que não sei se seria parente de frei Simão Fontanes.
Fundação Calouste Gulbenkian
A Fundação Calouste Gulbenkian é uma instituição cujos fins são a Educação, a Ciência, a Beneficência e as Artes. Criada por disposição testamentária de Calouste Sarkis Gulbenkian, os seus estatutos foram aprovados em 1956. Com sede em Lisboa, as suas instalações, edifício-sede e museu, projetadas pelos arqs. Ruy Athouguia, Pedro Cid e Alberto Pessoa, foram inauguradas em 1969.
Palco do Grande Auditório da Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa

Palco do Grande Auditório da Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa

Fundação de Serralves
A Fundação de Serralves é uma instituição cultural de âmbito internacional ao serviço da comunidade nacional, que tem como missão estimular o interesse e o conhecimento de públicos de diferentes origens e idades pela Arte Contemporânea, pela Arquitetura, pela Paisagem e por temas críticos para a sociedade e seu futuro.
Fundação de Serralves

Fundação de Serralves

Fundação GDA
A Fundação GDA tem por missão a valorização e dignificação do trabalho e das carreiras dos artistas – atores, bailarinos e músicos – bem como o seu desenvolvimento humano, cultural e social.
Galandum Galundaina
Galandum Galundaina é um grupo de música tradicional mirandesa crido em 1996. É formado por Paulo Meirinhos, Alexandre Meirinhos, João Pratas e Paulo Preto. Tem por objectivo de recolher, investigar e divulgar o património musical, as danças e a língua das terras de Miranda (mirandês). O grupo faz a ligação entre a antiga geração de músicos e a geração mais jovem, assegurando a continuidade da rica tradição cultural desta região, que durante anos correu o risco de se perder.
Gamelão de Porcelana e Cristal
O Gamelão de Porcelana e Cristal foi criado para ser parte de Um Plácido Domingo, uma das primeiras peças performativas de Opus Tutti, apresentada nos Jardins da Fundação Calouste Gulbenkian. A experiência de Um Plácido Domingo revelou um instrumento/escultura sonora delicado e inspirador, com um potencial enorme para o trabalho com crianças, escolas, famílias.
GamelIN
GamelIN é um projecto inclusivo de criação artística da Companhia de Música Teatral com o Gamelão de Porcelana e Cristal que envolveu parceria com a AVISPT21 (AVISPT21 - Associação de Viseu de Portadores de Trissomia 21), que envolve também Teatro Viriato e o CentroPontoArte - Viseu.
Gato Morto
Gato Morto é o projecto musical e pessoal de Elísio Donas, teclista dos Ornatos Violeta. O primeiro single, "Bílis", é editado em setembro de 2020 e conta com as participações de Dana Colley (ex-Morphine) nos sax's e de Miguel Lestre (Prana) na voz.
Georg Jann
Georg Jann (Alemanha, 1934-Brasil, 2019) foi o autor dos órgãos da Sé do Porto, da igreja da Lapa e da Igreja Matriz de Espinho. Notabilizou-se na Alemanha pela construção de órgãos de tubos para as igrejas e outros espaços locais, em Regensburg, na Baviera. Foi ali que o Cónego António Ferreira dos Santos, na década de 1980 o descobriu e o contratou para a construção na catedral do Porto de um grande órgão de tubos, que entretanto o Cabido da Catedral, com o apoio do Bispo D. António Ferreira Gomes decidiram instalar. Os estudos e os trabalhos subsequentes conduziram à instalação definitiva do novo órgão ali edificado, aproveitando o enquadramento da rosácea da catedral e que ainda hoje constitui um ícone da catedral e da cidade. "A atividade de Georg Jann levou-o a fixar-se em Portugal, onde fundou com o seu filho a firma Orguian, na região de Famalicão, orientada para a construção e restauro de órgãos de tubos históricos. Mereceu da parte da Câmara Municipal do Porto um reconhecimento do Município, em 2015, numa sessão solene que reuniu a vereação, o Bispo do Porto D. António Francisco dos Santos e do Reitor da igreja da Lapa, responsável pela presença em Portugal e pelo património, instrumental e cultural, com que se enriqueceu a cidade, o Cónego Ferreira dos Santos." "Após a notícia da morte de Georg Jann, um movimento de raiz cultural e de cidadania pensa organizar uma homenagem a esta figura determinante na valorização artística e cultural da cidade e da região do Porto" - divulgava a Voz Portucalense a 23 de fevereiro de 2019.
Georges Heintz
Georges Heintz é um organeiro nascido na Alemanha a 24 de agosto de 1938. Construiu vários órgãos em Portugal sendo o grande órgão da Igreja de Nossa Senhora da Conceição (Porto) a sua obra mais emblemática no País. António José Ferreira
Geraldo Vieira
Pouco se sabe sobre Geraldo Vieira (século XVII), organeiro, cuja principal referência surge associada ao órgão da concatedral de Miranda do Douro, com a inscrição: “Giraldo Vieira / Porto natural / da cidade de Braga /fês este órgão / anno 1696”. Outra referência, de 1752, está presente numa carta do Santo Ofício dirigida a Manuel da Silva Pereira, dando-o como “neto materno de Geraldo Vieira, organista, que trabalhara no Mosteiro de Jesus de Aveiro, natural da freguesia de São João de Lomar, Braga, morador no Campo de Santiago da mesma cidade” (Valença, 1990: 256). Em 1701, leva a cabo uma reparação no órgão da Sé de Viana do Castelo, pela quantia de 120$000 e detém o partido de afinação pelo menos até 1730, altura em que é referido numa ata de vereação da Câmara (Cardona, 2010: 501). Em Braga, Geraldo Vieira, “artífice de órgãos”, terá realizado trabalhos para a Irmandade de Santa Cruz, em 1692, e para a Ordem 3.ª de São Francisco, de Braga (Oliveira, 2017: 23). No Porto, conhece-se a reparação, em 1709, do órgão da capela do Espírito Santo, em Miragaia (Brandão, 1985: 89). Não se conhece mais nenhuma obra que lhe seja atribuída e mesmo o órgão que constrói para Miranda do Douro foi bastante alterado nos séculos seguintes. José Alberto Rodrigues
Gerhard Doderer
Gerhard Doderer, organista e musicólogo, é doutor em Ciências Musicais pela Julius-Maximilians Universität de Würzburg (Alemanha), professor no Departamento de Ciências Musicais na FCSH.UNL. Colaborou com artigos na Enciclopédia da Música em Portugal no século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2010 1ª edição.
Gerhard Grenzing
Gerhard Grenzing é uma firma de organaria espanhola constituída por cerca de 20 profissionais, dedicada à construção e restauro de órgãos de tubos. Construiu órgãos para vários países e deu formação a futuros organeiros de vários países, especialmente da área do Mediterrâneo, incluindo portugueses. Tem uma grande oficina de dimensões que permite fazer a construção e pré-montagem de grandes instrumentos, poupando dinheiro nas montagens que destina à investigação. Gerhard Grenzing construiu órgãos para Portugal, nomeadamente para o Santuário de Fátima.
GermInArte
O Projeto GermInArte tem como finalidade a qualificação de recursos humanos e profissionais para a primeira infância, desenhando e implementando modalidades de formação de caráter artístico e musical. GermInArte resulta de uma parceria entre a Companhia de Música Teatral e o Laboratório de Música e Comunicação na Infância do CESEM - Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboa.
Gil Miranda
Gil Miranda é doutor em Música pelo Oberlin Conservatory, Ohio (EUA), e professor emérito da mesma instituição. Colaborou com artigos na Enciclopédia da Música em Portugal no século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2010 1ª edição.
Gonçalo Antunes de Oliveira
Gonçalo Antunes de Oliveira é licenciado em Sociologia pela FCSH-UNL, doutorado em Ciências Musicais (Etnomusicologia) e membro da equipa de investigação do INET-MD. Colaborou com artigos na Enciclopédia da Música em Portugal no século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2010 1ª edição.
Gonçalo Antunes de Oliveira
Gonçalo Antunes de Oliveira é investigador no INET-MD desde 2004. Especializando-se em Sociologia da Música, concluiu a licenciatura em 2003 com uma dissertação intitulada "Máquina do Tempo - Músicas ouvidas, fases vividas". Completou a Pós-Graduação em Sociologia do Conhecimento em 2004, altura em que já desenvolvia trabalho de investigação para a Enciclopédia da Música em Portugal no Século XX enquanto redator, na qual integrava também a equipa editorial.
Gonçalo Lourenço
Gonçalo Lourenço nasceu em Lisboa em 1979. É bacharel em Composição pela Escola Superior de Música de Lisboa, em 2005, onde trabalhou com Christopher Bochmann, mestre em Direção Coral pelo College Conservatory of Music, em Cincinnatti nos EUA, em 2011, onde trabalhou com Brad Scott, Elmer Thomas e Earl Rivers, doutorado em Direção Coral na Universidade de Indiana, em 2016.
Graça Índias Cordeiro
Graça Índias Cordeiro, doutora em Antropologia pelo ISCTE, é professora no Departamento de Antropologia e investigadora do CIES-Centro de Investigação e Estudos de Sociologia da mesma instituição. Colaborou com artigos na Enciclopédia da Música em Portugal no século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2010 1ª edição.
Grupo de Bombos
A importância da prática dos bombos, em Portugal, vai além da sua vertente cultural, integrando uma componente social muito forte que se manifestou ao longo de séculos de história e através da sua capacidade de transmissão geracional e que une cidadãos das mais diversas faixas etárias, tornando-o um veículo dinamizador de muitas comunidades.
Grupo de Música Contemporânea de Lisboa
O Grupo de Música Contemporânea de Lisboa (GMCL) foi fundado na Primavera de 1970 por Jorge Peixinho com colaboração de alguns músicos portugueses, entre eles, Clotilde Rosa, Carlos Franco e António Oliveira e Silva, que havia algum tempo trabalhavam em conjunto para a realização de uma série de concertos na Fundação Calouste Gulbenkian. Celebrou 50 anos de existência em 2020.
Grupo Operário do Ruído
O Grupo Operário do Ruído é um grupo aberto à participação de pessoas de todas as idades, géneros, etnias, animais e plantas domesticados com vista à criação colaborativa de música com instrumentos musicais insólitos, aborrecidos, divertidos e de execução que se adapta à qualidades e atributos físicos de todos os participantes. Estes instrumentos denominam-se Atlas de Instrumentos Utópicos, e são um instrumentário desenvolvido pela Sonoscopia e que existe apenas em zonas de liberdade onde todos os sons são igualmente importantes. Com este instrumentário, parte-se de dois princípios fundamentais: todos os sons são passíveis de serem transformados em música, e qualquer pessoa, de qualquer idade, pode fazer música. Respeitados estes princípios, segue-se apenas uma regra. Ouvir.
GTCC
Grupo de Investigação em Música, Teoria Crítica e Comunicação (GTCC) é uma plataforma de investigação que associa investigadores seniores e juniores, de múltiplas nacionalidades. Promove abordagens integradas e interdisciplinares a práticas, culturas e comportamentos musicais numa aceção social, discutindo as tecnologias, os discursos, os sistemas de comunicação e os mecanismos de poder que as informam, incorporando esta inquirição nos quadros do pensamento contemporâneo internacional no âmbito das ciências sociais. A música é estudada não só como objeto mas também como fonte produtora de conhecimento. A produção do grupo não se restringe a um período histórico determinado ou a um espaço geográfico, a uma área temática ou ao uso de um conjunto circunscrito de métodos. As suas atividades definem-se pelo exercício do pensamento crítico, pelo uso de métodos e estratégicas de investigação avançadas e interdisciplinares no âmbito das ciências sociais, por uma diversidade de objetos de estudo, pelo cruzamento informado de abordagens e pontos de vista e pode ser globalmente caracterizado por uma orientação dialógica e dialética.
Guilherme Rodrigues
Residente em Berlim, Alemanha, Guilherme Rodrigues é um compositor, improvisador e violoncelista português nascido em Lisboa, em 1988.
Guitarras ao Alto
Guitarras ao Alto é um evento inédito em Portugal e exclusivo do Alentejo, inspirado na música, no vinho, na gastronomia, na paisagem e no património. Um regressar às origens e uma valorização do interior do país, levando para além dos grandes centros urbanos música de qualidade acessível a todos. Um hino à guitarra e ao espírito interventivo alentejano. A ideia de criar o Festival Guitarras ao Alto surge quando, em 2013, o alfacinha Vasco Durão se muda para o Alentejo, Estremoz, com a sua família. Melómano incurável, Vasco rapidamente viu no Alentejo um potencial incrível de dinamização, tão vital para a região. Dedicou os últimos quatro anos a tornar isso possível e a provar que o Alentejo também pode ser palco de eventos originais e com muita qualidade. O Guitarras ao Alto está já na sua 5ª edição e por lá passaram nomes como Peixe, Frankie Chavez, Tó Trips, Filho da Mãe, Norberto Lobo e Luís Martins. No Crato, este evento costuma realizar-se no Mosteiro de Santa Maria de Flor da Rosa.
Hands on Research
Hands on Research, organizada pelo DeCA da Universidade de Aveiro, pretende contribuir para a divulgação da Investigação Artística, reforçando o reconhecimento das diferenças epistemológicas entre pesquisa científica e criação artística, conhecimento declarativo e processual, validação científica e apreciação estética. Esta abordagem foi desenvolvida nos três últimos encontros ‘Hands on Research’, com o objetivo de colmatar a lacuna entre a produção artística e investigação académica, criando oportunidades de confronto entre os conhecimentos dos artistas e dos investigadores, para benefício mútuo. O primeiro encontro teve lugar em abril de 2017 e foi dedicado à flauta; o segundo, em novembro de 2017, focado na guitarra; e em janeiro de 2018, o terceiro encontro concentrou-se no piano.
Heitor Lobo
Heitor Lobo é biografado por  Ernesto Vieira, no Diccionario Biographico dos Músicos Portuguezes, 1900: Organeiro que vivia nos meados do século XVI. Dá notícia dele o padre Nicolau de Santa Maria, na "Chronica dos Conegos Regrantes", tratando do mosteiro de Santa Cruz de Coimbra: "Tambem no mesmo anno (1559) mandou o P. Prior geral concertar o orgão grande, par Heitor Lobo famoso organista, que lhe acrescentou registos, e o fez como de novo, e fez o orgão pequeno, e tambem o Realeijo com doçainas, e charamelas, que se levava antigamente nas procissões pela Claustro". ("Chronica dos Conegos Regrantes", parte 2.ª, pag. 329.)
Hélder Sá
Hélder Sá é violinista e estudou no Conservatório do Porto, na Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo e na Universidade de Aveiro, onde concluiu os mestrados em Música e em Ensino da Música. Frequenta o Programa Doutoral em Música na UA. A sua investigação incide sobre o violino em Portugal na Primeira República. Algumas das suas investigações foram publicadas pela revista ÍMPAR: Online Journal for Artistic Research e pela editora Ava: Musical Editions.
Helena Caspurro
Helena Caspurro é doutora em Música pelo Departamento de Comunicação e Arte da Universidade de Aveiro e professora na mesma instituição. Colaborou com artigos na Enciclopédia da Música em Portugal no século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2010 1ª edição.
Helena Santana
Helena Santana é doutora em Música pela Universidade de Paris-Sorbonne (Paris IV), professora no Departamento de Comunicação e Arte da Universidade de Aveiro. Colaborou com artigos na Enciclopédia da Música em Portugal no século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2010 1ª edição.
Hot Clube de Portugal
O Hot Clube de Portugal (HCP) é o mais antigo clube de jazz de Portugal e da Europa e desenvolve a sua atividade desde 1948. Começou por ter lugar numa cave situada em Lisboa, na Praça da Alegria (nº 39) que ardeu a 22 de dezembro de 2009, estando a atual sede instalada na mesma praça, no nº48.
Hot Clube de Portugal

Hot Clube de Portugal

Hugo Castro
Hugo Castro é licenciado em Antropologia pela FCTUC (2006) e mestre em Ciências Musicais – variante de Etnomusicologia pela FCSH-UNL (2012), com uma dissertação que abordou a produção fonográfica da canção de protesto em Portugal nas décadas de 1960 e 1970. Integrou alguns projetos de investigação, entre os quais foi assistente de investigação no projeto “Estudo Antropológico das Festas Nicolinas” (CRIA-CMG).
Hugo Ribeiro
Hugo Ribeiro (n. Lisboa, 1983), compositor premiado, licenciou-se em composição na ESML, tendo prosseguido os estudos no Reino Unido, concluindo o mestrado na Royal Academy of Music em Londres em 2007 e doutorando-se pela Canterbury Christ Church University em 2012. Entre os seus trabalhos de maior dimensão, destaca-se a composição da ópera Os mortos viajam de metro.
Hugo Silva
Hugo Silva é licenciado em História, variante de Arqueologia, pela FCSH-UNL, mestrado em Ciências Musicais (Etnomusicologia) e membro da equipa de investigação do INET-MD. Colaborou como autora na Enciclopédia da Música em Portugal no século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2010 1ª edição, obra de que foi assistente de coordenação.
Hugo Vasco Reis
Compositor português, Hugo Vasco Reis (Lisboa, 1981) estudou composição na Escola Superior de Música de Lisboa. O seu catálogo contém obras para orquestra, música de câmara, solo e eletroacústica, sendo interpretadas e premiadas na Europa e EUA. Editou cinco álbuns monográficos, foram nomeados pela SPA e GDA para melhor trabalho de música erudita.
I Am The Escaped One
I Am The Escaped One é um CD do compositor e contrabaixista português Carlos Bica com Daniel Erdmann e DJ Illvibe que One Man’s Jazz elegeu o o melhor álbum de jazz editado em 2019: “Outside the box, unique, and highly recommended.” I Am The Escaped One também consta da lista dos Melhores Discos de 2019 para a Jazz.pt.
Idalete Giga
Idalete Giga é doutora em Pedagogia pela Universidade de Évora, professora no Departamento de Pedagogia e Educação da mesma universidade. Colaborou com artigos na Enciclopédia da Música em Portugal no século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2010 1ª edição.
Igreja da Misericórdia
A primeira Misericórdia em Portugal, a de Lisboa, foi fundada pela rainha D. Leonor, viúva de D. João II, em 1498, que passou a dedicar-se aos doentes, pobres, órfãos, prisioneiros e artistas. A Misericórdia foi replicada em Portugal e nas antigas colónias e persiste em mais 10 países além de Portugal como uma espécie de Organização Não Governamental. As 388 Misericórdias que ainda existem em Portugal, algumas com grande poder económico, apoiam diariamente cerca de 165 mil pessoas. Há várias Misericórdias que têm órgão de tubos histórico, as de Aveiro, Barcelos, Porto, Alter do Chão... António José Ferreira
Igreja da Ordem Terceira
As Ordens Terceiras são associações de leigos católicos (não padres nem freiras) ligadas a ordens religiosas que remontam à Idade Medieval (Franciscanos, Dominicanos e Carmelitas) e são devotas do de um padroeiro. Em igrejas de várias das cidades mais importantes, igrejas dessas antigas associações têm órgãos de tubos históricos - caso das Ordens Terceiras do Carmo (Porto, Viseu...); e de São Francisco (Porto, Viseu, Elvas...). António José Ferreira
Igreja do Convento
Convento designa historicamente um edifício em que vivia e rezava uma comunidade de religiosos dentro da área urbana, ao contrário dos mosteiros que ficavam fora. Também valorizavam especialmente o canto, especialmente na missa e no chamado Ofício Divino ou Liturgia das Horas. Pelo número de membros e a influência no meio envolvente, alguns conventos monumentais tinham igreja imponente com órgão de tubos. António José Ferreira
Igreja do Mosteiro
Um mosteiro é um edifício em que vivem, rezam e trabalham, ou trabalharam membros de uma comunidade de monges ou monjas, historicamente localizado fora da malha urbana. (Com o crescimento das cidades, muitos mosteiros acabam por ficar dentro da área urbana). Pela importância religiosa, cultural e social que alguns mosteiros tiveram numa vasta área envolvente, a sua igreja era muitas um edifício imponente e chegavam a ter um ou mais órgãos de tubos, por vezes órgãos gémeos em que um deles era mudo (como é o caso de Pombeiro ou Refojos de Basto). Houve mosteiros que chegaram a ter oficina e escola de organaria. António José Ferreira
Igreja Matriz
Na paróquia a igreja matriz ou paroquial é a mais importante. Nela se ministra a principal missa dominical e tem preponderância a celebração de outros sacramentos (batismo, penitência, unção dos doentes, matrimónio). Destaca-se também da capela por ser normalmente um edifício de maiores dimensões. A maior parte dos órgãos existentes em Portugal estão situados em igrejas matrizes ou paroquiais. António José Ferreira
Igreja Paroquial
A igreja paroquial ou matriz é a mais importante da paróquia em termos de culto. Nela se ministra a principal missa dominical e tem preponderância a celebração de outros sacramentos (batismo, penitência, unção dos doentes, matrimónio). Destaca-se também da capela por ser normalmente um edifício de maiores dimensões. A maior parte dos órgãos existentes em Portugal estão situados em igrejas matrizes ou paroquiais. António José Ferreira
In'Musica
In'Musica é a Temporada de música barroca de Mafra, organizada pela Câmara Municipal de Mafra e Cultur'canto - Associação Cultural sob a direção artística do organista Daniel Oliveira.
Inês Thomas Almeida
Inês Thomas Almeida é investigadora do INET-MD e doutoranda em Ciências Musicais Históricas da FCHS-UNL onde escreve, sob a orientação de Rui Vieira Nery, uma tese sobre “O Olhar Alemão: Música em Portugal nos finais do Antigo Regime segundo fontes alemãs”. Tem artigos publicados na Revista Portuguesa de Musicologia, nos Cadernos de Estudos Sefarditas e na revista alemã Iberoromania (da editora De Gruyter).
INET-MD
Instituto de Etnomusicologia - Centro de Estudos em Música e Dança (INET-MD) é uma Unidade de Investigação transdisciplinar com sede na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade Nova de Lisboa (FCSH-NOVA) e com mais três polos localizados no Departamento de Comunicação e Arte, Universidade de Aveiro (DeCA-UA), na Faculdade de Motricidade Humana, Universidade de Lisboa (FMH-UL) e na Escola Superior de Educação, Instituto Politécnico do Porto (ESE-IPP).
Instituto Gregoriano de Lisboa
O Instituto Gregoriano de Lisboa teve como antecedente o Centro de Estudos Gregorianos, instituição criada em 1953 como uma estrutura de investigação do Instituto de Alta Cultura, e que se destinava a formar investigadores, cantores, organistas e chefes de coro. O Centro foi pioneiro em Portugal na leccionação, a nível superior, de matérias como História da Música, Paleografia e Órgão.
Instituto Gregoriano de Lisboa

Instituto Gregoriano de Lisboa

Interferência – Associação de Intervenção na Prática Artística
A Interferência – Associação de Intervenção na Prática Artística é um colectivo artístico do Porto com trabalho direcionado para a criação e formação na área da nova música, que pretende explorar os limites da percepção e do gosto musical entre os diferentes públicos, alicerçada na clareza narrativa como arma necessária para uma intervenção social. Através dos Cursos e workshops Interferência e do projecto ANTICATACRESOFONIA tem criado oportunidades acessíveis de formação especializada a jovens e graúdos interessados em conhecer mais e melhor o mundo que os rodeia. Disponibiliza um conjunto de serviços de edição gráfica e sonora, criação musical e gravação audiovisual destinados a várias áreas tais como: concerto, teatro, cinema, dança, vídeo-jogos, instalações. Paralelamente, programa concertos de jovens artistas através do Ciclo de Concertos, Electrónica Sem Pastilhas; e, com a digressão de criações internas, como SUPRAHUMAN (2019), Miroscópio (2019) e QUEM FALA ASSIM (2020), tem-se apresentado em espaços como a Porta-Jazz, Café Concerto Francisco Beja (ESMAE), Casa das Artes (Porto), Auditório do Conservatório de Música de Coimbra e Braga, Teatro Municipal Sá de Miranda (Viana do Castelo), Fábrica da Criatividade (Castelo Branco), O’culto da Ajuda ou Gnration.
Inúmera Mão
A instalação Inúmera Mão, da Companhia de Música Teatral, resulta de um processo de composição reunindo as instalações Primeiros Pássaros e os orizurus criados por crianças e seus cuidadores, sendo adicionadas novas dimensões ao contributo de todos os participantes, nomeadamente a nível de som e interatividade. A realização desta “escultura sonora” envolve, pois, toda a comunidade educativa em torno de um grande objetivo comum. Uma obra de todos a lembrar a necessidade de unir esforços no cuidado com o ambiente.
Isaac Raimundo
Isaac Raimundo é licenciado em Produção e Tecnologias da Música, com especialização em acústica previsional. A sua atividade profissional tem-se desenvolvido na área da electroacústica, em particular no desenvolvimento de equipamento de leitura e digitalização de discos de 78 r.p.m. Frequenta o Plano Doutoral em Etnomusicologia da FCSH-UNL, onde investiga a influência que a transição da tecnologia de gravação sonora mecânica para a eletromecânica teve nas práticas musicais.
Isabel Campelo
Isabel Campelo, licenciada em Línguas e Literaturas Modernas (Português-Inglês) pela FCSH-UNL, mestrada em Ciências Musicais (Etnomusicologia) na mesma faculdade. É autora de artigos da Enciclopédia da Música em Portugal no século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2010 1ª edição.
Isabel Soveral
Compositora e Professora, Isabel Soveral nasceu no Porto. Estudou na Universidade Estadual de Nova Iorque em Stony Brook. Tem partituras editadas pelas editoras Musicoteca, Fermata e Cecilia Honegger. Tem vários obras em CD pelas editoras: Portugalsom e Strauss, EMI Classics, Nova Música, Capella, Deux-Elles e Numérica. A sua música tem sido apresentada em cerca de 20 países.
Isabel Trindade
Isabel Trindade, jornalista, é licenciada em Ciências da Comunicação pela Universidade Nova de Lisboa. Colaborou como autora na Enciclopédia da Música em Portugal no século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2010 1ª edição.
Jaime Reis
Compositor, Jaime Reis é licenciado em Composição pela Universidade de Aveiro, doutorado em Ciências Musicais na FCSH-UNL e membro da equipa de investigação do INET-MD. Colaborou com artigos na Enciclopédia da Música em Portugal no século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2010 1ª edição.
Jaime Reis
Jaime Reis, compositor e professor, é licenciado em Composição na Universidade de Aveiro. É investigador no INET-MD. Fundador e director artístico do Festival DME (desde 2003; com o qual já organizou mais de 50 edições). A sua música tem sido apresentada em diversos países. Tem lecionado em instituições como: Conservatório de Música de Seia, Instituto Piaget, EMNSC, FCSH-UNL. É professor na ESART-IPCB e ESML-IPL. Director do espaço Lisboa Incomum.
Jazz Messengers
Depois do encerramento da loja Tream Azul em 2014, Portugal deixou de ter uma loja especializada e exclusivamente dedicada à venda de música jazz. Essa lacuna é preenchida por uma nova loja de jazz: a loja Jazz Messengers, inspirada pela loja-mãe homónima de Barcelona, localizada na LX Factory, no piso superior da livraria Ler Devagar.
Joana de Sá Catarino Tavares
Pianista, compositora e improvisadora, Joana de Sá Catarino Tavares desenvolve o seu trabalho na área da música nova/música contemporânea. Está a fazer um doutoramento em música (variante Performance) na Universidade de Aveiro. Tem-se apresentado em concerto no âmbito de diversos festivais e em importantes programações nacionais e internacionais. Fez música para teatro, cinema, performance, destacando-se a música para o filme "Tabú" de Miguel Gomes.
João António César
João António César, licenciado em Ciências Musicais pela FCSH-UNL, mestrado em Ciências Musicais (Etnomusicologia) na mesma instituição, professor no Conservatório Regional do Baixo Alentejo, membro da equipa de investigação do INET-MD da FCSH-UNL. Colaborou com artigos na Enciclopédia da Música em Portugal no século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2010 1ª edição.
João Carlos Calixto
João Carlos Calixto é licenciado em Línguas e Literaturas Modernas pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Completou a pós-graduação em Estudos de Música Popular (INET-FCSH). Tem o diploma de pós-graduação em Ciências Documentais da Universidade Lusófona. Colaborador do Centro de Novos Negócios e Projetos da RTP. É autor de artigos da Enciclopédia da Música em Portugal no Século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2020, 1ª edição.
João da Cunha
João da Cunha, segundo Ernesto Vieira, Diccionario Biographico dos Músicos Portuguezes, 1900. Fabricante de órgãos que havia em Lisboa pouco antes do terramoto. O cataclismo poucas lembranças deixou subsistir do seu trabalho; apenas conheço autenticamente dele o órgão de S. Paulo em Almada, que tem esta inscrição: "João da Cunha o fez. 1748." É um pequeno mas bom instrumento. Sei que ainda existem outros insignificantes em Lisboa e seus arredores. Na mesma época havia outro organeiro, Filippe da Cunha, talvez irmão, do qual há memória no órgão da Igreja paroquial de Belas, o qual tem inscrito: "Phelipe da Cunha o fez em Lisboa no anno de 1744."
João David Pinto
João David Pinto é doutor em Literatura Portuguesa pela Faculdade de Letras de Lisboa, professor na mesma instituição, coordenador científico e diretor do Centro de Tradições Populares Portuguesas da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Colaborou com artigos na Enciclopédia da Música em Portugal no século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2010 1ª edição.
João Fontanes de Maqueixa
O órgão do Seminário de Coimbra foi construído em 1763 por um João Fontanes de Maqueixa, que não sei se seria parente de frei Simão Fontanes. Ernesto Vieira, Diccionario Biographico dos Músicos Portuguezes, 1900.
João Henriques
João Henriques, por Ernesto Vieira, Diccionario Biographico dos Músicos Portuguezes, 1900. Organeiro natural de Hamburgo, estabelecido em Lisboa na primeira metade do século XVIII. Foi o construtor do sumptuoso órgão que havia na igreja do Carmo destruída pelo terramoto, e que era um dos maiores existentes em Lisboa, onde havia muitos e riquíssimos antes do grande cataclismo.
João Pedro d'Alvarenga
João Pedro d'Alvarenga é doutor em Música e Musicologia pela Universidade de Évora, professor no Departamento de Música na UE. É autor de artigos da Enciclopédia da Música em Portugal no Século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2020, 1ª edição.
João Pedro Oliveira
João Pedro Oliveira, compositor que já recebeu mais de 50 prémios, professor e autor de diversos artigos, nasceu em Lisboa, em 1959. Doutorou-se em Música (Composição) na Universidade de New York em Stony Brook. As suas obras incluem uma ópera de câmara, um Requiem, várias obras orquestrais, três quartetos de cordas, música de câmara, música para instrumento solo, música electroacústica e vídeo experimental.
João Ricardo Pinto
João Ricardo Pinto é mestre em Ciências Musicais (Etnomusicologia) pela FCSH-UNL, doutorado em Ciências Musicais (Etnomusicologia) na mesma instituição, professor na Escola Superior de Educação Almeida Garrett (ESEAG).  Colaborou com artigos na Enciclopédia da Música em Portugal no século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2010 1ª edição.
João Silva
João Silva é mestre em Ciências Musicais (Musicologia Histórica) pela FCSH-UNL, doutorado em Musicologia na Universidade de Newcastle. Colaborou como autora na Enciclopédia da Música em Portugal no século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2010 1ª edição.
João Soeiro de Carvalho
João Soeiro de Carvalho é doutor em Ciências Musicais (Etnomusicologia) pela Columbia University (Nova Iorque), professor no Departamento de Ciências Musicais da FCSH-UNL. É autor de artigos da Enciclopédia da Música em Portugal no século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2010 1ª edição.
João Vasconcelos
João Vasconcelos é doutor em Antropologia pelo Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa, e investigador na mesma instituição. Colaborou como autor na Enciclopédia da Música em Portugal no século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2010 1ª edição.
Joaquim António Peres Fontanes
Joaquim António Peres Fontanes, segundo Ernesto Vieira, Diccionario Biographico dos Músicos Portuguezes, 1900. Organeiro estabelecido em Lisboa durante os fins do século XVIII e principio do XIX. Construiu três dos seis belos órgãos de Mafra, ao mesmo tempo que Machado Cerveira que construiu os outros três. São de Fontanes o da parte da Epístola na capela-mor e um de cada cruzeiro. O órgão do cruzeiro direito tem esta inscrição: "Joaquim Antonio Peres Fontanes O fes em 13 de junho d'1807". O do cruzeiro esquerdo é consideravelmente maior, contando trinta registos. Foi apeado para se restaurar no tempo dos frades, mas sobrevindo nesse tempo a extinção das ordens religiosas ficou desarmado em deplorável abandono e ainda assim se encontra. A inscrição que nele se vê tem a data de 1806. Também são de Joaquim Peres Fontanes os órgãos da Sé, Madalena e Loreto, semelhantes na fábrica aos de Mafra mas um pouco maiores. Têm boas vozes e são bem construídos. Os órgãos de Fontanes são muito semelhantes aos de Machado e Cerveira, mas este levou-lhe grande vantagem nos frontispícios, muitos dos quais são obras verdadeiramente primorosas. Ignoro quando faleceu Joaquim Fontanes, mas suponho que a sua existência não chegou a 1820. Teve um filho, Antonio Joaquim Fontanes que foi também organeiro, ocupando-se principalmente de restaurar instrumentos construídos pelo pai.
Joaquim Carmelo Rosa
Joaquim Carmelo Rosa é doutor em Ciências Musicais pelo Royal Holloway College, University of London. Colaborou com artigos na Enciclopédia da Música em Portugal no século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2010 1ª edição.
Joaquim Lourenço Ciais Ferraz d'Acunha
De origem espanhola, Joaquim Lourenço Ciais Ferraz d’Acunha (século XVIII) foi responsável pela construção do órgão da igreja do convento do Carmo (Braga), em 1790. Em 1779, um organeiro com o mesmo apelido, Sebastião Ciais Ferraz da Cunha, constrói os dois órgãos da igreja dos Clérigos, no Porto. Em Gaia, Manuel Valença, encontrou num dos livros de assento das sepulturas o nome de Sebastião Ciais - “Nesta sepultura 17ª se sepultou D. Sebastião Me [mestre] que fez o nosso Orgão aos 18 de Mayo de 1787”. Na igreja de Santo António dos Capuchos, em Guimarães, existe um órgão com características semelhantes ao do convento do Carmo, de Braga, que conta também com dois teclados, já sem oitava curta, e com uma Cadeireta em toda a extensão da balaustrada do coreto do órgão. Por analogia, o autor parece ser o mesmo. José Alberto Rodrigues
Joaquim Silvestre Serrão
Em colaboração com João Nicolau Ferreira, Joaquim Silvestre Serrão (Setúbal, 16 de Agosto de 1801 — Ponta Delgada, 20 de Fevereiro de 1877) reparou e construiu um número significativo de órgãos das ilhas açorianas: Convento de São Francisco (Ilha de Santa Maria); Igreja de São Pedro, Ponta Delgada, 1858) (Ilha de São Miguel); Igreja das Feteiras (1860), Igreja da Misericórdia, Ribeira Grande, (1863), Igreja de Santo António, Capelas, (1875), Igreja Nossa Senhora da Ajuda, Bretanha, (1877), Sé de Angra do Heroísmo, destruído, (1850) (Ilha Terceira).
joelheiras
Joelheiras, estribos e pedais são sistemas mecânicos com diversos usos, desde acionar os registos de palheta, alternar registos (Corneta com Corneta de ecos), abrir e fechar a caixa de ecos, etc. Mais frequente é a presença de pedais, dispostos em pares, e cuja função é alternar o ligar/desligar uma seleção de registos. O mais frequente, neste tipo de dispositivo, é o ligar e desligar os registos de “Cheios” e as palhetas. Na maioria dos órgãos este sistema não é original e surge apenas no final do século XVIII e no século XIX. José Alberto Rodrigues
Jorge Campos
Jorge Campos é natural de Eiriz (Paços de Ferreira/Porto). A par da execução de Trompete na(s) Banda(s) Militar(es) do Exército, estudou Percussão (CNMLisboa), Direção de Coro/Orquestra (ESMLisboa) e Composição (ESMAE – Porto). A partir do Mestrado em Composição e Teoria Musical (ESMAE), tende a convergir uma grande parte da suas vontades e crenças para a composição, como também para a etnomusicologia e a direção musical.
Jorge Castro Ribeiro
Jorge Castro Ribeiro é licenciado em Ciências Musicais pela FCSH-UNL, doutorado e professor no Departamento de Comunicação e Arte da Universidade de Aveiro. Colaborou com artigos na Enciclopédia da Música em Portugal no século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2010 1ª edição.
Jorge Freitas Branco
Jorge Freitas Branco é doutor em Etnomusicologia pela Johannes Gutemberg-Universität Mainz (Alemanha), professor no Departamento de Antropologia do ISCTE. É autor de artigos da Enciclopédia da Música em Portugal no Século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2020, 1ª edição.
Jorge Graça
Saxofonista e compositor, Jorge Graça Mestre em Ensino da Música pela Universidade de Aveiro (2016). Na área da etnomusicologia, colaborou com o projeto de patrimonialização do Cantar dos Reis em Ovar, sendo em colaboração com investigadores do INET-MD (Universidade de Aveiro) editor e produtor do documentário de 42 minutos que resultou da recolha de material para essa candidatura. Integra a equipa de levantamento de material sobre Práticas de Canto Polifónico Feminino no concelho de S. Pedro do Sul. Frequenta o Doutoramento em Ciências Musicais na Universidade Nova de Lisboa.
Jorge Sá Machado
Jorge Sá Machado é licenciado em Ciências Musicais pela FCSH-UNL, professor na Escola de Música do Conservatório Nacional. Colaborou com artigos na Enciclopédia da Música em Portugal no século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2010 1ª edição.
Jorge Torre
Jorge Torre é licenciado em Antropologia pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade Técnica de Lisboa, técnico da Sabugal+ - Empresa Municipal de Gestão de Espaços Culturais, Desportivos, Turísticos e de Lazer, E.M. Colaborou como autor na Enciclopédia da Música em Portugal no século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2010 1ª edição.
Jornadas Nova Música
Jornadas Nova Música (JNM) designa um evento no domínio da divulgação cultural promovido pela Arte no Tempo, organizado por Diana Ferreira com João Pais e Luís Pena, entre 1997-2001. A V edição realizou-se em Aveiro em 2001.
compositora Diana Ferreira

compositora Diana Ferreira

José António de Sousa
José António de Sousa (século XVIII) é o organeiro de Braga que, em 1774, aquando do contrato com a Irmandade da Senhora à Branca se indica “Joze Antonio de Sousa da rua dos Chãos de Baixo desta cidade”. Contudo, em 1782, residia na rua do Alcaide, segundo refere o contrato notarial  para a construção do órgão para a igreja da Ordem Terceira de S. Francisco (Terceiros). Valença refere que a rua dos Chãos de Baixo era o local da sua oficina e que, mais tarde, se dá uma mudança para a rua do Alcaide. Em 1778, celebra contrato de um novo órgão para a matriz de Torre de Moncorvo, localidade que à época pertencia à Arquidiocese de Braga: “Para honra e glória de Deus Nº. Sº. e de sua May Santíssima, mandou fazer esta obra o Ilustre senado desta Villa da Torre de Moncorvo, por mim José António de Souza, da cidª. de Braga. Anno de 1778”. À semelhança do que sucede com outros organeiros, não se conhecem até ao momento, dados biográficos sobre o mesmo, ficando a dúvida de com quem terá aprendido o ofício. Outra questão que se pode levantar é se, com José Carlos de Sousa, que faz o órgão positivo para a Sé de Braga, em 1799, pertencia a uma família de organeiros da cidade. José Alberto Rodrigues
José Bettencourt da Câmara
José Bettencourt da Câmara, doutor em Filosofia Contemporânea pela FCHS-UNL, professor no Departamento de Música da Universidade de Évora. É autor de artigos da Enciclopédia da Música em Portugal no século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2010 1ª edição.
José Carlos de Sousa
Do organeiro José Carlos de Sousa (século XVIII) apenas se conhece uma obra. Trata-se do órgão positivo (de armário) da Sé de Braga, construído em 1799, e que esteve em uso até aos anos 50, do século XX, na capela de Nossa Senhora da Piedade. Em 1992, foi restaurado pelo organeiro António Simões e colocado na catedral. No interior consta a inscrição: “Para honra e gloria de Deos e de Sua May Santissima mandou fazer este órgão o ill.mo e Rev.mo Manoel de Lima e Abreu Tezoureiro Mor da Sé Primaz e Joze Carlos de Sousa professor de órgão e fez no anno de 1799”. O “Regimento da Fábrica da Sé”, presente no Arquivo Distrital de Braga, refere sobre o organeiro que tinha nessa altura por funções de: “limpar e afinar todos os órgãos: dois no coro alto, 1 pequeno no corpo da Sé, outro na capela de São Geraldo no claustro da mesma, mais o órgão da capela do Paço do Arcebispo. Recebia 50 alqueires de pão pelo São Miguel e uma bilha de três quartas de cera branca na festa da Senhora das Candeias. Foi reconfirmado no ofício por D. Frei Caetano Brandão, em 29 de abril de 1798”. José Alberto Rodrigues
José de Oliveira Ascensão
José de Oliveira Ascensão é doutor em Ciências Histórico-Jurídicas pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, professor jubilado na mesma instituição. É autor de artigos da Enciclopédia da Música em Portugal no Século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2020, 1ª edição.
José dos Santos Pinto
José dos Santos Pinto, retrato de um músico profissional durante o estado novo, por Ana Margarida Cardoso, com prefácio de Manuel Deniz Silva, é uma obra publicada pelas Edições Colibri, no âmbito do projeto “A nossa música, o nosso mundo: Associações musicais, bandas filarmónicas e comunidades locais (1880-2018)”, desenvolvido pelo INET-md/Universidade de Aveiro. É parte de uma colecção de biografias de músicos que abriram caminhos entre “mundos da música” e mobilizaram no seu percurso, audiências, músicos amadores e instituições.
José Joaquim da Fonseca
José Joaquim da Fonseca (1894), “factor d’órgãos”, teve a sua oficina no Porto, na rua da Bainharia, n.º 31-32. Segundo a obra “Industria Instrumental Portugueza”, de Michel Angelo Lambertini, José Joaquim da Fonseca possuía: “dupla qualidade de violeiro e organeiro”, era “decano dos violeiros do seu tempo e o preferido pelos mais notáveis artistas do Porto. Concertava também instrumentos de palheta e harpas, tendo além d’isso uma especial predileção pela arte organaria e construindo vários órgãos que lhe deram bom nome”. Dele são conhecidos os seguintes órgãos: 1871 – igreja de Santa Maria da Vitória (Porto) 1878 – igreja paroquial de Oliveira do Douro (Gaia) 1863 – igreja paroquial da Foz do Sousa 1863 – igreja de São João de Souto (Braga) 1868 – igreja São Domingos (Amarante) 1885 – igreja da Maiorca (Figueira a Foz) Séc. XIX – capela das Almas (Porto)
José Joaquim Dias Marques
José Joaquim Dias Marques é doutor em Literatura Oral e Tradicional pela Faculdade de Ciências Humanas e Sociais da Universidade do Algarve, e professor da mesma instituição. Colaborou com artigos na Enciclopédia da Música em Portugal no século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2010 1ª edição.
José Maria Pedrosa Cardoso
José Maria Pedrosa Cardoso é musicólogo, doutor em Ciências Musicais pela Universidade de Coimbra (UC), professor na Faculdade de Letras da mesma universidade. É autor de artigos da Enciclopédia da Música em Portugal no século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2010 1ª edição.
José Mesquita Lopes
José Mesquita Lopes é guitarrista, professor e compositor. Em 2003, concluiu a Licenciatura em Composição na ESML. Em 2009 concluiu a disciplina de Doutoramento – Teoria e Método das Ciências Musicais na FCSH-UNL. É doutorado pela Universidade de Aveiro desde 2015. O tema da tese é “A Música Portuguesa Contemporânea para Guitarra de 1983 a 2008”.
José Soares Neves
José Soares Neves é mestre em Sociologia da Cultura, Comunicação e Tecnologias de Informação pelo ISCTE, investigador do Observatório das Atividades Culturais, Lisboa. Colaborou com artigos na Enciclopédia da Música em Portugal no século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2010 1ª edição.
Judith Cohen
Judith Cohen é doutora em Etnomusicologia pela Université de Montréal, professora na York University (Toronto), membro da equipa de investigação do INET-MD da FCSH-UNL. Colaborou com artigos na Enciclopédia da Música em Portugal no século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2010 1ª edição.
Julieta Silva
Julieta Silva integrou projectos artísticos como Chuchurumel, Diabo a Sete ou Alacrã. Participou na concepção e realização de diversos espectáculos em meio rural. Em 2009 editou “A Festa dos Montes”, estudo etnomusicológico realizado no âmbito da pós-graduação em Estudos de Música Popular (FCSH-UNL). Concluiu o mestrado em Musicologia na Universidade de Aveiro em 2015 com a dissertação “Estéticas e Políticas do Revivalismo da Sanfona em Portugal (1976-2015)” e frequenta o Doutoramento em Música - Etnomusicologia.
Juventude Musical Portuguesa
Fundada em 1948, a JMP está integrada na JMI (Jeunesses Musicales International). Promove concertos, cursos e concursos, edita livros e CD, e organiza e produz o Festival Internacional de Órgão de Lisboa e o Festival de Música Contemporânea MúsicaAçores. Foi galardoada com o Prémio Almada Negreiros (1998), declarada de Utilidade Pública (1992), distinguida com a Medalha de Mérito Cultural (1984) e condecorada com o grau de Membro-Honorário da Ordem do Infante Dom Henrique (1999).
Edições da Juventude Musical Portuguesa

Edições da Juventude Musical Portuguesa

 
Kimberly da Costa Holton
Kimberly da Costa Holton é doutora em Estudos em Performance pela Western University (EUA), professora e coordenadora do programa de Estudos Portugueses na Rutgers University, Newark, New Jersey (EUA). Colaborou com artigos na Enciclopédia da Música em Portugal no século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2010 1ª edição.
Krzysztof Penderecki
Krzysztof Penderecki (1933-2020) compositor e maestro, é considerado um dos grandes e mais inovadores compositores contemporâneos. Visitou várias vezes Portugal, tendo sido Artista Associado da Orquestra Metropolitana na temporada 2018/19. Convidou o maestro Osvaldo Ferreira a dirigir a Orquestra de Katowice.
Krzysztof Penderecki, compositor polaco

Krzysztof Penderecki, compositor polaco

Kuhn
Orgelbau Kuhn AG é uma grande firma de organaria sediada na Suiça com mais de 1700 trabalhos na Suiça, Áustria, Alemanha, Noruega, Reino Unido, França, Finlândia, Portugal, Coreia do Sul, Itália. Em Portugal, construiu o grande órgão da igreja paroquial de São Martinho de Cedofeita (Porto). António José Ferreira
LAB
LAB é o título de CD de Ricardo Pinheiro e Miguel Amado, baixo, com Tomás Marques, saxofone, e Diogo Alexandre, bateria, capa do disco de Miguel Viana e foto de Manuel Luís Cochofel.
Lagonsinha
Manuel de Sá [ Couto ], Lagonsinha, por Ernesto Vieira, no Diccionario Biographico dos Músicos Portuguezes, 1900. Organeiro que trabalhou nos princípios do século XIX, produzindo uma grande parte dos órgãos existentes na Província do Minho, especialmente em Braga. Era natural da Freguesia de onde tirou o apelido, próximo de Santo Tirso, tendo tido por mestre na fabricação de órgãos um frade do Convento de Tibães. Faleceu cerca de 1846. Atribui-se-lhe a construção do grande órgão que está hoje no Santuário do Bom Jesus, o qual pertencia ao convento dos frades bernardos de Bouro, conselho de Amares; este órgão foi concedido pelo governo e transferido para o Bom Jesus em 1855, custando a sua trasladação, colocação e restauração três mil cruzados (1:200$000 reis). Tinha sido construído pouco antes de 1834.
Leonor Cruz
Leonor Cruz é licenciada em Ciências Musicais pela FCSH-UNL, professora de Formação Musical no Conservatório de Música Calouste Gulbenkian de Braga. Colaborou com artigos na Enciclopédia da Música em Portugal no século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2010 1ª edição.  
Leonor Lains
Bibliotecária, Leonor Lains é licenciada em Gestão de Património e Organizações Culturais pela Universidade Aberta. Colaborou com artigos na Enciclopédia da Música em Portugal no século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2010 1ª edição.
Leonor Losa
Leonor Losa é mestre em Ciências Musicais (Etnomusicologia) pela FCSH-UNL, membro da equipa de investigação do INET da mesma instituição. Colaborou com artigos na Enciclopédia da Música em Portugal no século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2010 1ª edição.
Leonor Pereira
Leonor Pereira é bacharel em Canto pela Escola Superior de Música de Lisboa, diplomada em Canto Solista pelo Real Conservatório da Faculdade de Música e Dança de Haia, professora no Instituto Gregoriano de Lisboa. Colaborou com artigos na Enciclopédia da Música em Portugal no século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2010 1ª edição.
Limina
Limina é um núcleo cultural e artístico que privilegia a interação e cooperação disciplinares, promotor da criação, produção, ensino e difusão artísticos. É dirigido por Gisela Rebelo de Faria e Nuno Aroso e está sediada na Rua Júlio Dinis, 103. Fração X24  4050 - 323 Porto
Lina Santos
Lina Santos é licenciada em Ciências Musicais pela FCSH-UNL, e professora de Educação Musical. Colaborou com artigos na Enciclopédia da Música em Portugal no século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2010 1ª edição.
Lisboa Incomum
O Lisboa Incomum, fundado em 2017 pelo compositor Jaime Reis, opera como plataforma transdisciplinar para experimentalismo e criações musicais, investigação e educação, acolhendo regularmente o Festival DME – Dias de Música Electroacústica. O cerne da sua produção prende-se com práticas artísticas e musicais incomuns, abertas à comunidade. Constituído por dois pisos, distribuídos por 300 m2, o Lisboa Incomum dispõe de várias salas, e encontra-se especialmente equipado para a difusão, processamento e gravação de som. Sendo um espaço especializado em música electroacústica e contemporânea, encontram-se disponíveis equipamentos como altifalantes, cerca de vinte monitores de estúdio, interfaces digitais e mesas de mistura, bem como microfones, controladores MIDI e computadores. Possui também um sistema de produção profissional multicanal, com recurso às tecnologias surround, ambisonics e binaural, bem como dois projetores e tela, televisão e sistema de luzes DMX, entre outros equipamentos.
Lisboa Incomum
Lisboa Incomum é um espaço do compositor Jaime Reis situado em Lisboa, dedicado à experimentação musical.
Lista dos órgãos de tubos
Exemplo do resumo do inventário de um órgão (por José Alberto Rodrigues) Igreja de Santiago da Cividade Cividade (São Tiago) Largo de São Paulo / Rua D. Gonçalo Pereira – Braga Apontamento histórico. A primeira referência, conhecida a este templo, data de 1594, quando surge representada no mapa da cidade de Braga, de Georg Bräun, com a fachada principal voltada a sudoeste. Esta orientação mantém-se ainda no mapa de Braga de 1750, pelo que a atual configuração apenas terá ocorrido depois desta data. (...) Data. 1870 Autor. António José dos Santos (Mangualde) Intervenções. Não se conhecem. Diapasão / temperamento. Desconhecido. Localização. Originalmente (finais do séc. XIX), colocado no coro alto. Atualmente na sacristia do templo (desde c.1990). Caixa. Em forma de armário, em madeira de castanho. Possui portadas frontais que abarcam os nichos dos tubos de fachada e o teclado (consola). Portas laterais de acesso aos tubos, e inferior-frontal para o fole, com fechaduras (inoperacionais). Falta a tampa que esconde o acesso ao secreto e a estante. Decoração. Simples, com molduras em madeira. Apresenta, na fachada, três nichos planos com os tubos de Oitava Real (m.d.), rematados com talha recortada e dourada. Possui ainda um elemento floral, em talha, por cima da tampa do secreto. Composição dos registos. Possui 8 registos divididos (4+4), ao estilo ibérico, entre Dó3 / Dó#3. Os puxadores dos registos não possuem qualquer etiqueta ou indicação do nome dos registos. A composição segundo a disposição no someiro é a seguinte: Mão esquerda Cheio IV Quinzena (2’) Flautado de 6 tap. (4’) Violão (8’) Mão direita Cheio V Quinzena (2’) Flautado de 12 tap. (8’) Oitava real (4’) Sobre o someiro existe ainda espaço para um registo de mão direita, possivelmente uma Cornetilha (3 filas). Teclado. Manual de 54 notas (Dó – fá5), com primeira oitava completa, dividido entre Dó3 e Dó#3. Teclas, sem qualquer decoração, as naturais chapeadas em madeira de buxo, com capas frontais também em buxo, e as acidentais em ébano. Mecânica das notas. Teclado manual suspenso. Tábua de reduções simples, com molinetes e apoios, em metal. Mecânica dos registos. O instrumento possui 8 registos partidos (4+4), acionados por tirantes em madeira, de secção quadrada, com os puxadores torneados, também eles em madeira. As árvores ou molinetes dos registos são em ferro forjado. Possui dois pedais para ligar/desligar os Cheios, com mecânica de balancé. Secreto. Cromático com 54 válvulas chanfradas. Molas em ferro com duas espirais. Ligação à tábua de reduções com arames de latão, com gancho duplo fechado, isolado no interior do secreto por membranas em forma de tetinas, em pele, com topos em madeira. Na tampa do secreto surge gravada a letra “S”. Someiro. De corrediças, com tabuões para os registos de madeira da mão esquerda, e para a condução do ar para os tubos da fachada. O suporte dos tubos é feito por pandeiretes de madeira. Sistema de ar. Composto por fole principal em cunha, de 3 pregas, com fole abastecedor em cunha, acoplado à base do fole principal, com uma prega e acionado por um pedal, pelo lado direito da caixa. A condução do ar realiza-se por conduta de madeira, ligada com pele, na parte superior do fole (situação que fragiliza a pele pelo constante movimento). Não possui ventilador elétrico. Corpo sonoro. Possui um total de 407 tubos, distribuídos em 175 na mão esquerda, dos quis 50 em madeira, e 232 na mão direita, dos quais 29 são tapados (em metal). Tem possibilidade de incorporar mais 87 tubos, num registo composto, para mão direita (Cornetilha III). A tubaria conserva-se quase na totalidade, num razoável estado de conservação. Os tubos em madeira não apresentam sinais e caruncho ou fissuras, registando-se apenas a oxidação dos pregos. Nos tubos de metal, muitos deles, apresentam esmagamentos superiores e encontram-se amolgados, com rasgos decorrentes de más práticas de afinação. Na mão esquerda, o registo de Violão, com 25 tubos, integralmente em madeira, tapado, encontra-se sobre um tabuão acanadado, com os 7 tubos maiores dispostos no teto. O Flautado de 6, com 25 tubos em madeira, também ele sobre um tabuão acanalado, encontra-se na frente dos tubos de Violão. Quinzena, possui 25 tubos em metal, sobre o seu ar. Cheio IV, é um registo composto em quatro filas de tubos que soam em 8.ª e 5.ª (19ª, 22ª, 26ª e 29ª). A mão direita, possui na fachada três nichos com os tubos da Oitava Real (4’) ou Flautado de 6 aberto, com um nicho central em mitra, com 9 tubos, e dois laterais com 10 tubos cada (faltam 6 tubos). Possuem as bocas douradas em forma de lágrima. O registo fundamental na mão direita é um Flautado de 12 tapado, em metal, com 29 tubos. Existe ainda um registo de Quinzena (2’) e um Cheio de 5 filas, com 29 tubos por fila, afinados em 8.ª e 5.ª, com reiteração em Fá4, na seguinte forma: Dó#3 - Mi4 12ª 15ª 19ª 19ª 22ª Fá4 - Fá5 8ª 8ª 12ª 12ª 15ª Atualidade. Inoperacional (2017), fole roto, ausência de cerca de 6 tubos e de algumas capas das teclas. José Alberto Rodrigues
Lourenço da Conceição
Do organeiro Padre Lourenço da Conceição (de Sousa) (século XVIII) conhece-se que professou na Congregação de São João Evangelista (Lóios) e que residiu na rua do Paraíso, no Porto. Em 1721, contratualizou os órgãos da igreja da Misericórdia de Viana do Castelo e, em 1736, encontra-se em Braga, a construir o órgão da igreja do convento do Salvador. Entre 1717 e 1733, existem referências ao mesmo na Sé do Porto, na construção de três órgãos, um à entrada do templo e dois na capela-mor. Na mesma cidade irá construir um órgão para a Ordem 3.ª de São Francisco, cerca de 1731. Em 1730, ajusta por 350$000 réis um novo órgão para a Sé de Viana. José Alberto Rodrigues
Lúcia Valério
Lúcia Valério é licenciada em Ciências Musicais pela FCSH-UNL, e professora de Educação Musical. Colaborou como autora na Enciclopédia da Música em Portugal no século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2010 1ª edição.
Luís Bittencourt
Luís Bittencourt é percussionista, compositor, artista-pesquisador e produtor musical. Performer ativo em vários estilos - desde música clássica, folclórica sul-americana, improvisação livre até música experimental contemporânea - Luís Bittencourt é considerado "um mestre da experimentação sonora" (Vision Magazine, Portugal) e suas performances “uma torrente de originalidade” (Casa da Música, Portugal).
Luís Clemente
Luís Clemente é mestre em Etnomusicologia pela University of Maryland (EUA), pós-graduado em Musicologia pela Universidade de Salamanca, licenciado em Direção de Orquestra pela Associated Board of Royal Schools of Music de Londres, professor no Conservatório Regional do Algarve Maria Campina.
Luís de Sousa
Morador em Miragaia, Luís de Sousa (século XVIII) faz contrato com a Santa Casa da Misericórdia de Braga, em 1768, para a construção de um novo órgão “com toda a perfeição da arte”, recebendo o órgão existente e 230$000 réis. Em 1769, constrói para a igreja de São Vicente (Braga) um novo órgão, por solicitação da Irmandade do Mártir São Vicente, erigida nessa igreja. Também de sua autoria é a construção do órgão da igreja do Mosteiro de Landim, em Famalicão, em 1765, a mando do Prior D. Agostinho de Nossa Senhora. É-lhe atribuída a construção do órgão da igreja matriz de Chaves, em 1763, e um conserto do órgão do Convento de Santo António de Ferreirim (Lamego), em 1777. José Alberto Rodrigues
Luís Tinoco
Compositor, professor, programador, divulgador e autor de programas radiofónicos, Luís Tinoco (n. 1969, Lisboa) formou-se em Composição na ESML. e fez mestrado e doutoramento na Inglaterra. As suas composições abrangem musica de câmara, sinfónica, bailado e música de cena. A sua música é publicada pela University of York Music Press e está disponível em CD nas etiquetas Odradek, Naxos, e Lorelt.
Luísa Castilho
Maria Luísa Castilho, doutora em Música/Musicologia pela Universidade de Évora, é professora na Escola Superior de Artes Aplicadas do Instituto Politécnico de Castelo Branco. Colaborou com artigos na Enciclopédia da Música em Portugal no século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2010 1ª edição.
Luísa Cymbron
Luísa Cymbron é doutora em Ciências Musicais (Musicologia Histórica) pela FCSH-UNL, e professora no departamento de Ciências Musicais na mesma instituição. Colaborou com artigos na Enciclopédia da Música em Portugal no século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2010 1ª edição.
Luzia Rocha
Luzia Rocha é uma investigadora portuguesa que possui os graus de Licenciatura, Mestrado e Doutoramento em Ciências Musicais pela Universidade NOVA de Lisboa com especialização realizada na Leopold Fränzes Universität de Innsbruck (Áustria) com Tilman Seebass. É membro integrado do CESEM, unidade de investigação onde também coordena Linha Temática de Iconografia Musical. É membro do Study Group on Musical Iconography (membro fundador), do Study Group for Latin America and the Caribbean (ARLAC-IMS), do Global East Asian Music Research, da IMS (International Musicological Society) e do Study Group on Iconography of the Performing Arts do ICTM (International Council for Traditional Music). Em Portugal, é membro da SPIM - Sociedade Portuguesa de Investigação em Música. É colaboradora do Grupo de Iconografia Musical da Universidad Complutense de Madrid.
LuZiades
LuZiades é um álbum em nome próprio de Sylvie Ferreira, ou mais exactamente Sílvia Ribeiro Ferreira, lusodescendente de nacionalidade francesa, saxofonista e compositora que cada vez mais se vai dando a conhecer na cena do Hexágono. Este álbum saiu em 2028 (Laborie Jazz). Silvye Ferreira tem três projectos paralelos: uma parceria com o tocador de khora Ablaye Cissoko, um solo com os seus saxofones tenor e barítono ligados a pedais de efeitos, “delay”, “wamy”, “looper” e bandas magnéticas e uma associação com o Lorenzo Naccarato Trio e o ilustrador Bruno Liance. Inspirada em mulheres como Simone Veil e Josephine Baker, mas também no imaginário de Fernando Pessoa, a música de Sylvie navega entre o jazz, a improvisação livre e as músicas tradicionais.
Maestro Silva Dionisio
Maestro Silva Dionisio (1912-2000) e o contexto das bandas de música em Portugal é uma obra de Bruno Madureira com prefácio de Alberto Roque, da Coleção músicos ocultos, Edições Colibri. A monografia consiste numa redacção crítica do percurso, obra e pensamento de Manuel da Silva Dionísio, com especial enfoque na sua actividade de maestro, pedagogo, transcritor e promotor. Apresenta igualmente um inventário da sua obra musical (original, arranjos e transcrições), literária e pedagógica. A compreensão das múltiplas vertentes da vida profissional de Silva Dionísio faculta-nos uma visão mais fidedigna e abrangente da realidade das bandas na segunda metade do século XX. Ele é, em particular, uma figura chave para a compreensão do processo de reflorescimento das bandas civis ocorrido após a Revolução Democrática. Espera-se, com a publicação desta obra, trazer a público e despertar o interesse por esta personagem nuclear no contexto da história recente das bandas de música em Portugal.
Manuel Benito Bomes
Manuel Benito Gómez (de Herrera) [ adaptado de Fermín Trueba, 2007 ] Um dia, em Braga, em 1990, Fermín Trueba deparou-se com “A Arte Organaria em Portugal (1326-1750)”, de Manuel Valença, grande estudioso do órgão, que refere: “D. Manoel de S. Bento Gomes (D. Benito Gomez). Personagem inteiramente diferente, a trabalhar em Portugal na área da organaria, é o ‘mestre de órgãos’, D. Manoel de S. Bento Gomes, natural de Valladolid. Legenda encontrada no someiro do órgão do mosteiro de Arouca reza textualmente: ‘D. Emmanuel fecit anno Domini 1739’… Na Espanha devia ter feito seus estudos eclesiásticos e se teria ligado à diocese de que era natural ou ingressado numa ordem religiosa. Apenas uma hipótese credível, tanto como a de que no seu país teria estudado e praticado organaria…” Todavia, Manuel Benito Gomez não aparecia nas listas de organeiros de Espanha. Anos mais tarde, Fermín Trueba encontrou um artigo de Wesley D. Jordan: "Manuel de S. Bento Gomes, magister aenigmaticus: notes about an eighteenth century organbuilder from Valladollid, his work and importance to organography". Do órgão do mosteiro de Arouca há as transcrições - um tanto díspares - sem referência a Valladolid: “D. Emmanuel Beneditii a Gomez [?s] Ex Hispanii & consul Hispaniarum. A sufragio Magestati Lusitano, op’ido Laguancensi Ollisopone fecit anno Domino 1739” [Jordan]. “D.Emmanuel Benddictus a Gomez exhispanus et consul Hispaniarum Olissipone […] fecit anno Domini 1739” [Valença]. Nos livros da Catedral de Viseu (1720), Jordan encontrou: “Quitação que da Manuel Bento Gomes, natural de Valhadolim, reino de Castela”. Mas a personalidade do organeiro continuava a ser enigmática. Entretanto, Jesús Sánchez Garrido, secretário da A. C. Organaria, enviou a Fermín Trueba uma mensagem (25 de outubro de 2007) dizendo que acabava de descobrir nos livros de comissão fabriqueira quem foi o organeiro construtor do precioso órgão da igreja de São Pedro de Tordesilhas, em 1714: “El organero de San Pedro de Tordesillas es Manuel Benito Gómez vecino de Valladolid en protocolo que se firma en 1714”. A conexão ao português foi imediata. Era o mesmo de que falavam Valença e Jordan. Um mês depois,  Jesús Sánchez Garrido comunicou a Fermín Trueba que Manuel Benito Gómez interveio também por esta altura no órgão de San Antolín de Tordesillas. Fruto da cooperação de organaria em investigação, estava descoberta a existência de um organeiro como tal na sua própria terra.
Manuel Cardoso Requiem, Lamentationes, Magnificat & Motets
Manuel Cardoso Requiem, Lamentationes, Magnificat & Motets é o primeiro trabalho discográfico do agrupamento Cupertinos, gravado na Basílica do Santuário do Bom Jesus, publicado pela prestigiada editora Hyperion, sobre Manuel Cardoso, com uma cuidada seleção de algumas das mais marcantes obras desse incontestado expoente da História da Música Portuguesa.
Manuel Carlos de Brito
Manuel Carlos de Brito, doutor em Musicologia pela University of London, é professor no Departamento de Ciências Musicais da FCSH-UNL. É autor de artigos da Enciclopédia da Música em Portugal no Século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2020, 1ª edição.
Manuel Cecílio
Manuel Cecílio foi um chocalheiro que tinha a oficina na Asseiceira, Tomar. Falecido aos 83 anos, a 27 de janeiro de 2020, foi descrito pelo Tomar TV como o último chocalheiro de Tomar.
Manuel de São Bento
Frei Manuel de São Bento (1683 - 1757), foi irmão donato beneditino, natural de Fermelo (Arouca) e veio a falecer no mosteiro de Paço de Sousa (Penafiel), em 1757. Entrou para a Ordem de São Bento pela “prenda de fazer órgãos”, como consta a sua memória necrológica. Manuel Valença identifica-o como morador na rua dos Biscainhos (Braga), em 1709, com o nome de Manuel da Costa Pinto, nascido em 1683, tendo depois ingressado na Ordem Beneditina. Não podemos precisar que se trate da mesma pessoa. Exerceu o ofício de organeiro, embora nos Estados da Congregação se refiram a ele como “organista”. Trabalhou no órgão de São Bento da Vitória (Porto), entre 1716 e 1719, e fez outros órgãos “em diversas partes deste Reino, para onde era chamado pelo bom nome”. A Braga, desloca-se a casa-mãe da Ordem (Tibães), em 1729, para fazer o “concerto dos foles do orgam”, onde se refere que se deu “ao Irmão Fr. Manuel organista que veio do Porto para consertar os foles e afinar o órgão: pera seis peles de carneira”. Em 1732, a Irmandade da Misericórdia do Porto decide mandar fazer um novo órgão, entregando a obra a Frei Manuel, por 280$000. Atribuídos a este religioso beneditino são também os órgãos do Mosteiro de Santo André de Rendufe (Amares), dourados em 1755, que substituíram um anterior ao qual o Abade Geral, na visita que fez ao mosteiro, afirma ser o melhor de toda a Ordem. Também lhe é atribuído o órgão da Colegiada de Barcelos, de 1725, profundamente alterado e deslocado para uma capela lateral do corpo da igreja. José Alberto Rodrigues
Manuel Deniz Silva
Manuel Deniz Silva é doutor em Ciências Musicais pela Universidade de Paris, investigador no INET-MD. Colaborou como autor na Enciclopédia da Música em Portugal no século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2010 1ª edição.
Manuel Jorge Veloso
Manuel Jorge Veloso foi um crítico e divulgador de jazz. Colaborou como autor na Enciclopédia da Música em Portugal no século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2010 1ª edição.
Manuel Machado Teixeira
O organeiro Manuel Machado Teixeira (de Miranda) (século XVIII) era natural de Braga, filho de um alfaiate, tendo aprendido a arte de organeiro na cidade natal. De um primeiro casamento, com Teresa Angélica Taborda, nascerá em 1731, aquele que viria a ser o notável escultor Joaquim Machado de Castro. Mais tarde, em segundas núpcias com Josefa Cerveira, após a morte da primeira esposa, nasce António Xavier que seguirá o ofício de organeiro, tornando-se um dos mais importantes, com cerca de cem instrumentos construídos, entre eles três dos órgãos da Basílica de Mafra. Ernesto Vieira, no seu Dicionário Biográfico dos Músicos Portugueses, diz que “o nome do pai dos Machados figura no grande órgão que existe no coro do mosteiro dos Jeronymos do lado do Evangelho”. Este instrumento de 1781, contava com 4010 tubos, 74 registos e 7 foles, e nele terá colaborado já António Xavier, na altura com cerca de 25 anos. Este órgão foi desmantelado e desapareceu. Manuel Machado Teixeira terá falecido entre 1781 e 1789. José Alberto Rodrigues
Manuel Morais
Manuel Morais é diplomado pelo Conservatório Nacional e pela Schola Cantorum Basiliensis, professor professor no Departamento de Música da Universidade de Évora, membro da equipa de investigação do Centro de História da Arte da mesma instituição. Colaborou com artigos na Enciclopédia da Música em Portugal no século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2010 1ª edição.
Manuel Pedro Ferreira
Manuel Pedro Ferreira é doutor em Musicologia pela Princeton University (EUA), professor no Departamento de Ciências Musicais na FCSH-UNL, membro da equipa do CESEM.Centro de Estudos de Sociologia e Estética Musical na mesma instituição.
Margarida Cardoso
Margarida Cardoso fez a licenciatura em Ciências Musicais na FCSH-UNL e o Mestrado em Ensino de História da Música, na Universidade de Aveiro (UA). Lecionou na EPSE (Seia), no Conservatório Regional de Coimbra e no Colégio de São Teotónio (Coimbra). É doutoranda em Etnomusicologia na Universidade de Aveiro, membro do INET-MD da mesma universidade e bolseira da Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT).
Margarida Moura
Margarida Moura é doutora em Motricidade Humana (Dança) pela Faculdade de Motricidade Humana, Universidade Técnica de Lisboa, professora no Departamento de Dança da mesma instituição, membro da equipa de investigação do INET-MD da FCSH-UNL. Colaborou com artigos na Enciclopédia da Música em Portugal no século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2010 1ª edição.
Margarida Soromenho
Margarida Soromenho é licenciada em Ciências Musicais pela FCSH-UNL. Colaborou com artigos na Enciclopédia da Música em Portugal no século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2010 1ª edição.
Maria Cardeira da Silva
Maria Cardeira da Silva é doutora em Antropologia pela FCSH-UNL, e professora no Departamento de Antropologia da mesma instituição. Colaborou como autora na Enciclopédia da Música em Portugal no século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2010 1ª edição.
Maria de São José Côrte-Real
Maria de São José Côrte-Real, doutora em Etnomusicologia pela Columbia University (Nova Iorque), investigadora auxiliar do INET-MD, colaborou com artigos na Enciclopédia da Música em Portugal no século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2010 1ª edição.
Maria do Amparo Carvas
Maria do Amparo Carvas é doutora em Ciências Musicais pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, professora na Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Coimbra e na Faculdade de Letras da UC, membro e investigadora do Centro Interuniversitário de Estudos Camonianos (CIEC) da Universidade de Coimbra. É autora de artigos na Enciclopédia da Música em Portugal no século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2010 1ª edição.
Maria do Rosário Pestana
Maria do Rosário Pestana é doutora em Ciências Musicais (Etnomusicologia) pela FCSH-UNL, membro da equipa de investigação do INET-MD, professora na Universidade de Aveiro. Colaborou com artigos na Enciclopédia da Música em Portugal no século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2010 1ª edição.
Maria Espírito Santo
Natural de Lisboa, Maria Espírito Santo é mestre em Etnomusicologia pela FCSH/UNL (2016) com tese dedicada ao estudo das relações entre música e identidade num coletivo de bandas que tocam música balcânica em Lisboa. É doutoranda em Etnomusicologia no Departamento de Ciências Musicais da FCSH/UNL com uma tese dedicada ao estudo do fado e as revoluções políticas no século XX em Portugal. É bolseira no Curso de Doutoramento "Música como Cultura e Cognição".    
Maria Helena Milheiro
Nascida em Coimbra em 1985, Maria Helena Milheiro possui duas licenciaturas, em Professores de Educação Musical do Ensino Básico, pela ESE de Coimbra (2007), e em Musicologia, pela Universidade do Minho (2011) e um mestrado em Etnomusicologia, pela Universidade de Aveiro (2013), com uma dissertação intitulada “«Um por todos, Todos pela Música Nova» - um estudo de caso”. É aluna de doutoramento no programa doutoral “Música como Cultura e Cognição” na FCSH-UNL.
Maria Isabel Ribeiro de Castro
Nascida em Fontelonga, Carrazeda de Ansiães, Maria Isabel Ribeiro de Castro, integra o Departamento de Música da ESE de Bragança. Foi directora do Mestrado em Ensino da Música no Ensino Básico (2009-2012) e presidente da Comissão Científica do Mestrado em Educação Musical no Ensino Básico (2007-2012), diretora e fundadora do Conservatório de Bragança (2003-2009). Licenciada em Educação Musical, tem pós-Graduação em Psicologia da Música e o titulo de Especialista em Música. Tem artigos publicados em livro e artigos científicos em revistas. É doutoranda na UA.
Maria João Lima
Maria João Lima é mestre em Ciências Musicais (Etnomusicologia) pela FCSH-UNL. Colaborou com artigos na Enciclopédia da Música em Portugal no século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2010 1ª edição.
Maria João Serrão
Maria João Serrão é doutora em Sciences, Technologies et Esthétiques des Arts pela Universidade de Paris VIII, professora na Escola Superior de Teatro e Cinema do Instituto Politécnico de Lisboa. Colaborou como autora na Enciclopédia da Música em Portugal no século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2010 1ª edição.
Maria João Vasconcelos
Maria João Vasconcelos é mestre em Ciências Musicais pela FCSH-UNL, professora de Educação Musical. Colaborou como autora na Enciclopédia da Música em Portugal no século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2010 1ª edição.
Maria José Artiaga
Maria José Artiaga é doutora em Ciências Musicais pela Royal Holloway, University of London, professora na Escola Superior de Educação de Lisboa, membro da equipa de investigação do CESEM-Centro de Estudos de Sociologia e Estética Musical da FCSH-UNL. É autora de artigos da Enciclopédia da Música em Portugal no Século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2020, 1ª edição.
Maria José Aurindo
Maria José Aurindo é licenciada em Geografia pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, mestre em Antropologia, especialidade em Antropologia do Espaço, pela FCSH-UNL, assistente do Departamento de Geografia da FLUL e membro da equipa de investigação do Centro de Estudos Geográficos da Universidade de Lisboa. É autora de artigos da Enciclopédia da Música em Portugal no Século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2020, 1ª edição.
Maria José Barriga
Maria José Barriga é mestre em Ciências Musicais (Etnomusicologia) pela FCSH-UNL, membro da equipa de investigação do INET-MD, professora na -academia de Música de Santa Cecília, em Lisboa, e na Escola Superior de Educação Jean Piaget de Almada. É autora de artigos da Enciclopédia da Música em Portugal no Século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2020, 1ª edição.
Maria José Fazenda
Maria José Fazenda é doutora em Antropologia pelo ISCTE, professora na Escola Superior de Dança de Lisboa. Colaborou com artigos na Enciclopédia da Música em Portugal no século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2010 1ª edição.
Maria Luísa Roubaud
Maria Luísa Roubaud é doutora em Motricidade Humana (Dança) pela Faculdade de Motricidade Humana da Universidade Técnica de Lisboa, professora na mesma instituição e membro da equipa de investigação do INET-MD. Colaborou com artigos na Enciclopédia da Música em Portugal no século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2010 1ª edição.
Maria Manuel da Silva
Maria Manuel da Silva é licenciada em Ciências Musicais pela FCSH-UNL, doutorada no Goldsmith College, University of London. Colaborou como autora na Enciclopédia da Música em Portugal no século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2010 1ª edição.
Mário Cunha
Mário Cunha estudou Ciências Musicais na FCSH-UNL. Colaborou com artigos na Enciclopédia da Música em Portugal no século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2010 1ª edição.
Mário Vieira de Carvalho
Mário Vieira de Carvalho, musicólogo, é doutor em Musicologia pela Universidade de Humboldt (Berlim), professor no Departamento de Ciências Musicais da FCSH-UNL, cordenador do CESEM-Centro de Estudos de Sociologia e Estética Musical da FCSH-UNL.
Marta Alexandra de Pádua Lapa Pombo Rodrigues
Marta Alexandra de Pádua Lapa Pombo Rodrigues (Lisboa, 25 de maio de 1968) é uma bailarina, coreógrafa e atriz. É uma das três filhas de Fernanda Lapa (1943-2020).
Matilde Caldas
Matilde Caldas é licenciada em Antropologia pela FCSH-UNL, mestre e doutoranda. É coordenadora e produtora do projecto para a promoção da inclusão social através da prática musical - Orquestra Geração. É investigadora do Centro de Estudos de Comunicação e Cultura da Universidade Católica Portuguesa e do Centro de Investigação em Psicologia da Música e Educação Musical do IPP.
meios registos
A implementação no órgão ibérico dos meios-registos deu origem a um género de composição com o mesmo nome, que consiste em tirar partido da fratura tímbrica entre o dó e o dó# centrais do teclado. A origem e presença em Portugal deste tipo de composição não  é exata, mas sabe-se que por volta de 1560, em Santa Cruz de Coimbra, existe um fragmento de um “Tento de meyo registo, outavo tom natural”, de Gabriel da Anunciação (+1603), antes de uma outra referência em Saragoça, de 1567. Esta invenção hispano-portuguesa veio possibilitar que um só instrumentista, o organista, resolvesse a questão da dispensabilidade de outros instrumentistas. Os registos inteiros não ofereciam a possibilidade de diferenciação que agora estavam disponíveis com os meios registos. Com estes era possível tocar o solo na metade direita do teclado com um efeito tímbrico diferente do acompanhamento que se executa em simultâneo na parte mais grave. Note-se que o solo podia ser feito também na parte esquerda ou mesmo transitar entre as partes durante a mesma peça. Os registos dos órgãos ibéricos irão permitir isso com a existência de registos solísticos para ambas as partes, cuja utilização é sugerida por peças como o “Tiento de medio registro de tiple”, de Correa de Araúxo ou “Obra de 1er tono de registro de mano yzquierda”, de Pedro de San Lorenzo. A brilhante evolução do meio registo nos órgãos ibéricos ao longo do século XVII e ainda no XVIII não só favoreceu o acompanhamento harmónico como o virtuosismo, a ornamentação e o contraste, por vezes espetaculares. José Alberto Rodrigues
Michael Dias
Michael Dias, natural da Suiça, residente em Lisboa, é mestre em Etnomusicologia pela FCSH/UNL (2017) com uma tese dedicada à experiência colonial de Belo Marques em Moçambique. É doutorando em Etnomusicologia no Departamento de Ciências Musicais da FCSH/UNL. Integra a equipa internacional de investigação do projeto "Timbila, Makwayela e Marrabenta: um século de representação musical de Moçambique".
Miguel Almeida
Miguel Almeida é mestre em Ciências Musicais pela FCSH-UN e membro da equipa de investigação do INET-MD. É autor de artigos da Enciclopédia da Música em Portugal no Século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2020, 1ª edição.
Miguel Almeida
Miguel Almeida é investigador colaborador no INET-MD. Doutorando em Etnomusicologia, desenvolve investigação sobre a articulação entre a Tecnologia e a Fenomenologia do Som na produção de fonogramas. É licenciado em música (variante de instrumento) - Universidade de Aveiro e em Ciências Musicais (Universidade Nova de Lisboa) e Mestre em Etnomusicologia (Universidade Nova de Lisboa).
Miguel Ângelo Ribeiro
Miguel Ângelo Ribeiro é mestre em Ciências Musicais (Musicologia Histórica) pela FCSH-UNL, coordenador editorial do Serviço de Música da Fundação Calouste Gulbenkian. Colaborou com artigos na Enciclopédia da Música em Portugal no século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2010 1ª edição.
Miguel Carvalho
Miguel Carvalho licenciou-se em Ciências Musicais na Universidade do Minho em 2010. Em 2012 concluiu o mestrado com a tese intitulada "Os carrilhões de Mafra: caracterização acústica dos sinos", na FCSH-UNL. Integrou em 2010 o INET-md (FCSH/UNL) bem como o Laboratório de Dinâmica Aplicada. Desenvolve investigação em ambas as instituições, no âmbito do seu projeto de doutoramento intitulado "Desenvolvimento de métodos avançados da acústica musical para afinação e restauro de carrilhões históricos".
Miguel de Mosqueira
Natural de Santiago de Compostela, Miguel de Mosqueira (século XVIII) instalou, em 1740, dois órgãos no santuário da Senhora do Porto d’Ave (Póvoa de Lanhoso), segundo a inscrição no tubo central da fachada. Dois anos depois, contratou com a irmandade de Santa Cruz de Braga, em 27 de junho, a execução de um novo órgão para a igreja. Este poderá ser um dos oficiais que colaboraram com Frei Simón Fontanes nos órgãos da catedral bracarense, em 1737-39, e que surge nas folhas de pagamento com o nome “Miguel”, a par do organeiro Filipe Félix Feijoo e do aprendiz Francisco António Solha “Francisco”. O período de atividade, a origem galega e o apelido “Mosqueira”, com fonética próxima a “Maqueira”, sugerem igualmente algum género de ligação com o organeiro João Fontanes de Maqueira, autor de um órgão para a Misericórdia de Aveiro, em 1759. José Alberto Rodrigues
Miguel Gomes
Violinista, professor e investigador, Miguel Gomes (n. Viseu) estudou na Academia Nacional Superior de Orquestra e na Meadowmount School of Music, New York (EUA). Em 2014, concluiu o Mestrado na ESML. Ingressou no Programa Doutoral em Música – performance (violino) na Universidade de Aveiro em 2015. Desde 2003 tem sido convidado por diversas orquestras nacionais.
Miguel Hensbergh
Natural de Bruxelas, Miguel Hensbergh fixou-se no Porto no final do século XVII. Em 12 de junho de 1681, contrata com o cónego Domingos Pereira de Távora, da Sé de Braga, uma reforma ao órgão desta catedral, “acrescentando-lhe tudo o que for necessário”. O texto do contrato refere “Contrato de obra de órgão da Fábrica com Michael Hensbergh estrangeiro, vizinho da cidade de Bruxelas, nos Países Baixos de Flandres”. Em 1679, realizou uma reparação no órgão da igreja do convento dos Remédios e, certamente, é o “estrangeiro” que conserta o órgão da igreja de Santa Cruz, em 1675. Contratará um órgão novo, com o convento de Santo Elói (Porto), em 1685, e dez anos depois encontra-se em Coimbra a compor o órgão do mosteiro de Santa Cruz. Em 1697 assumia o compromisso de afinar os órgãos da Sé de Braga e, em 1699, compromete-se a consertar o órgão da igreja de Santa Marinha, em Gaia. José Alberto Rodrigues
Miguel Newton
Miguel Newton é licenciado em Filosofia pela FCSH-UNL, completou a pós-graduação em Estudos de Música Popular na mesma instituição e a pós-graduação em Gestão e Empreendedorismo Cultural e Criativo pelo INDEG/ISCTE. É músico do grupo Mata-Ratos. Colaborou com artigos na Enciclopédia da Música em Portugal no século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2010 1ª edição.
Miguel Sobral Cid
Miguel Sobral Cid é mestre em Ciências Musicais (Musicologia Histórica) pela FCSH-UNL, e diretor-adjunto do Serviço de Música da Fundação Calouste Gulbenkian. Colaborou com artigos na Enciclopédia da Música em Portugal no século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2010 1ª edição.
Mil Pássaros
A constelação artístico-educativa Mil Pássaros nasceu a partir de um conjunto de ideias em que se articula criação artística, formação e envolvimento da comunidade. Através de um conjunto de experiências artístico-educativas chama-se a atenção para a necessidade de escutar a “voz” dos pássaros, num alerta sobre a fragilidade do planeta em que vivemos. É cada vez mais importante chamar a atenção para a necessidade de preservarmos o mundo em que vivemos e há muitas formas de o fazer. Ensinar a olhar e escutar de forma poética é certamente uma das que faz falta e deve ser promovida desde que nascemos. Mil Pássaros desenvolve-se a partir da peça músico-teatral Orizuro, cujo material conceptual, musical e plástico inspira todas as componentes da constelação. Orizuru é nome de pássaro, ou melhor, de um origami que representa um pássaro. Na cultura tradicional japonesa, diz-se que um desejo se torna realidade quando alguém faz mil orizurus enquanto pensa nesse mesmo desejo. O orizuru é, pois, um símbolo de felicidade. Na segunda metade do século vinte, após a bomba de Hiroshima, o orizuru tornou-se um ícone do desejo de paz e de um mundo mais harmonioso. A constelação Mil Pássaros promove experiências artísticas e educativas, colocando em diálogo famílias e creches, jardins de infância e escolas, crianças e adultos. Integra as seguintes componentes.
Mónica de Pádua Lapa Pombo Rodrigues
Mónica de Pádua Lapa Pombo Rodrigues (Lisboa, 24 de agosto de 1965 — Lisboa, 3 de agosto de 2001), foi bailarina, coreógrafa e produtora de dança. Foi uma das três filhas de Fernanda Lapa (1943-2020) e Marta Alexandra de Pádua Lapa Pombo Rodrigues (Lisboa, 25 de maio de 1968), bailarina, coreógrafa e atriz.
Mónica Martins
Mónica Martins é licenciada em Ciências Musicais (Ramo de Formação Educacional) pela FCSH-UNL, e professora de Música. Colaborou com artigos na Enciclopédia da Música em Portugal no século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2010 1ª edição.
MPMP
O Movimento Patrimonial pela Música Portuguesa é um projeto que inclui edição musical em CD e livro, uma revista e um agrupamento musical que interpreta música de compositores portugueses de diversas épocas.
Mundo da Canção
A revista Mundo da Canção foi criada no Porto em 1969 por Avelino Tavares e publicada até 1985. É considerada a primeira publicação periódica portuguesa especializada em vários domínios de música popular portuguesa e estrangeira, desde o jazz, o rock, a folk e a canção de autor. Sobretudo ao longo das décadas de 60 e 70, teve um papel fundamental para o debate em torno da música popular portuguesa e da sua renovação, privilegiando a divulgação e discussão de práticas associadas a novas correntes estilísticas, conferindo visibilidade aos repertórios e à atividade musical de um conjunto de intérpretes de caráter político e contestatário, tais como Francisco Fanhais, José Afonso, Adriano Correia de Oliveira, Manuel Freire, José Mário Branco e Sérgio Godinho, entre outros. A partir da década de 80, a Mundo da Canção passou a colaborar na organização de festivais (p.e. Festival Intercéltico do Porto e festival Folktejo), tendo diversificado o seu raio de acção enquanto editora e distribuidora de fonogramas e de livros, assim como na organização e promoção de eventos. (Hugo Castro)
Murmuratorium
Murmuratorium é simultaneamente uma “performance” músico-teatral da Companhia de Música Teatral e uma instalação que pode ser explorada num registo livre e informal. Um espaço arquitetónico, ou um recanto da paisagem, é habitado temporariamente por objetos cénicos-sonoros e pessoas, dando voz à “delicadeza", à “escuta” e "revelação do belo”, à necessidade de “estar junto” de forma poética e sensível.
Museu da Música Portuguesa
O Museu da Música Portuguesa - Casa Verdades de Faria reúne os espólios de duas grandes figuras da cultura portuguesa: Michel Giacometti e Fernando Lopes-Graça. Mais recentemente integrou também o acervo adquirido ao maestro Álvaro Cassuto pela Câmara Municipal de Cascais.
Museu da Música Portuguesa - Casa Verdades de Faria

Museu da Música Portuguesa - Casa Verdades de Faria

Museu do Fado
O Museu do Fado foi inaugurado a 25 de Setembro de 1998 e é um museu consagrado ao universo do fado e da guitarra. O museu localiza-se no bairro de Alfama em Lisboa, Portugal.
Museu do Fado

Museu do Fado

 
Museu Nacional da Música
O Museu Nacional da Música possui uma das mais ricas coleções da Europa de instrumentos musicais dos séculos XVI a XX, de tradição erudita e popular. Destacam-se instrumentos manufaturados em Portugal, como o cravo de Joaquim José Antunes (1758), os violinos e violoncelos de Joaquim J. Galrão, as guitarras de D. J. Araújo e as flautas da família Haupt.
Museu Nacional da Música, Lisboa

Museu Nacional da Música, Lisboa

Museu Nogueira da Silva
O Museu Nogueira da Silva deve a sua fundação ao legado, feito em 1975, a favor da Universidade do Minho por António Augusto Nogueira da Silva. O edifício construído em duas fases nos anos 50 e 60, é da autoria do Arquitecto Raul Rodrigues Lima, autor de projetos de edifícios públicos como o Cineteatro Cinearte, Lisboa, 1937, Cineateatro Micaelense, Ponta Delgada, 1951.
Museu Nogueira da Silva

Museu Nogueira da Silva

   
Música da Casa
Música da Casa (trocadilho com Casa da Música e realidade caseira em tempo de pandemia) é uma plataforma que organiza concertos pagos, cujo valor é usado exclusivamente para pagar às bandas/músicos. Por trás da iniciativa estão Len Cruise, economista, Vasco Sousa, professor de Matemática e o músico Jorri, da banda A Jigsaw.
Música em criação
Música em criação é uma rúbrica da Arte no Tempo promovida anualmente desde 2016 com o intuito de fomentar a apresentação e discussão em torno da música dos mais jovens compositores, através da selecção, apresentação em contexto de concerto das peças seleccionadas e discussão aberta ao público juntamente com os compositores das mesmas. Admite peças electroacústicas ou mistas (1 a 4 executantes), com electrónica sobre suporte fixo ou em tempo real (2 ou 4 canais), da autoria de jovens compositores que se encontrem a frequentar o ensino superior em Portugal, ou que aqui tenham concluído os seus estudos depois de Fevereiro de 2019, bem como de jovens portugueses que se encontrem a estudar no estrangeiro.
Música nos Museus
Música nos Museus é um projeto que se desenvolve na cidade do Funchal. Nas duas edições anteriores contou com 1.500 espetadores nos 26 concertos de 70 artistas diferentes. Para 2020 foram previstos 14 concertos com artistas locais, à semelhança nos anos anteriores, com um concerto intimista por mês, alternadamente em ambos os museus, normalmente na última sexta-feira de cada mês, pelas 19 horas, mais dois concertos à segunda-feira, um por ocasião do Dia Internacional dos Museus, a 18 de maio, e outro no Dia Internacional do Turismo, a 28 de setembro.
Música para todos
Música para todos é uma iniciativa foi lançada em 2010 pelo Município do Porto, através da Fundação Porto Social, em parceria com o Curso de Música Silva Monteiro e o Agrupamentos de Escolas do Cerco do Porto e do Viso. O principal objetivo do projeto é a promoção do ensino articulado da música a alunos dos 2.º e 3.º Ciclos do Ensino Básico, de Territórios Educativos de Intervenção Prioritária (TEIP) da cidade do Porto, de forma a combater o insucesso e o abandono escolar.
Musicamera Produções
Musicamera Produções é uma produtora dedicada à produção e agenciamento de nomes prestigiados da música erudita nacional como Duo Contracello, Quarteto Lopes-Graça, Olga Prats, e muitos outros.
Nancy Lee Harper
Nancy Lee Harper é doutora em Musical Arts (Piano Performance) pela University of North Texas (Denton, EUA), professora no Departamento de Comunicação e Arte da Universidade de Aveiro. Colaborou com artigos na Enciclopédia da Música em Portugal no século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2010 1ª edição.
NOAH
O ponto de partida de NOAH(da Companhia de Música Teatral) é a história que a nossa cultura nos contou, a mesma da Arca de Noé: um mundo em desmoronamento devido à ação do Homem. Mais que tudo, NOAH é um manifesto, um apelo à consciência coletiva. A ideia dum dilúvio que extinguiu a vida na Terra, e deu origem a um novo recomeço, está presente em mitos de várias culturas e provavelmente dá corpo a interrogações fundamentais sobre a existência do Homem na Terra, sobre a sua relação com os seres humanos e com todos os seres que o rodeiam.
Nova Música para Novos Músicos
Nova Música para Novos Músicos é um projeto promovido pela associação cultural Arte no Tempo que promove a criação de um conjunto de peças para instrumento solo e electrónica destinadas a alunos dos conservatórios e academias, de diferentes níveis de ensino.
Arte no Tempo

Arte no Tempo

 
Novos Horizontes – A OCP Solidária no Bairro dos Navegadores
Novos Horizontes – A OCP Solidária no Bairro dos Navegadores é um projeto da Orquestra de Câmara Portuguesa no âmbito dos Contratos Locais de Segurança de Oeiras. O projeto engloba um conjunto de workshops que decorrem nas escolas do Agrupamento de Escolas Aquilino Ribeiro, bem como no centro de convívio do Bairro dos Navegadores. O projeto integra ainda uma Oficina de Instrumentos Musicais, para construção de instrumentos por parte dos alunos. Visa promover o acesso à música e à arte, enquanto ferramentas para o estabelecimento de laços com a comunidade artística, com objetivos de intervenção em contextos de risco, e de inclusão social dos seus participantes. Os formadores são artistas/músicos profissionais e pedagogos com uma experiência única, cuja estratégia passa pelo estabelecimento de relações de proximidade com a população alvo com base em metodologias criativas e de responsabilização do sujeito. O projeto pretende potencializar as capacidades de cada participante, promovendo o acesso à cultura e a integração na sociedade, desenvolvendo a autonomia e a igualdade de oportunidades, criando laços culturais.
Numérica
A Numérica iniciou a sua atividade em Outubro de 1990 motivada pelo vazio editorial que, já na altura, se fazia sentir na área da música instrumental portuguesa, quer no jazz quer na música erudita. A sua principal aposta recaiu sobre os compositores e intérpretes portugueses pelo que as suas edições são, maioritariamente, no domínio da música erudita, facto que a coloca como uma das principais editoras portugueses neste género musical. Com a rarefacção de editoras vocacionadas para a divulgação da música erudita portuguesa, justificada em parte pela lei do mercado, a Numérica assumiu-se cada vez mais como a exceção à regra, contando com mais de 13 anos de atividade sendo uma referência no panorama editorial discográfico nacional. Com mais de 140 títulos editados, 90 dos quais de música erudita, teve uma atividade continuada com o reconhecimento do Ministério da Cultura e de outras instituições culturais, públicas e privadas. No seu catálogo constam compositores e intérpretes de todos os pontos do país e de além fronteiras.
Nuno Domingos
Nuno Domingos é doutor em Antropologia Social na School of Oriental and African Sudies (SOAS) da Universidade de Londres, investigador do SociNova da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Colaborou com artigos na Enciclopédia da Música em Portugal no século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2010 1ª edição.
Nuno Lobo
Nuno Lobo é Jovem Compositor em Residência na Casa da Música (Porto) em 2020. Concluiu o mestrado em música no Conservatório de Amesterdão e é licenciado em composição pela ESMAE. Trabalha regularmente com diversos ensembles/instituições nacionais e internacionais. Foi premiado com o 3º prémio no concurso “SIMM – New Music for harpsichord”, em Milão, Itália.
Nuno Oliveira (tuba)
Nuno Oliveira nasceu em Braga, em 1992. Licenciou-se na ESMAE. No ano letivo 2015/2016 finalizou o Mestrado em Ensino de Música, Ramo – Formação Musical, na ESE e na ESMAE, tendo apresentado relatório “Repensar o lugar da Formação Musical no Ensino Artístico Especializado de Música em Portugal”. Em 2016/2017 ingressou no Doutoramento em Música, especialização em Ensino de Música, na Universidade de Aveiro, desenvolvendo tese sobre “Os conservatórios de música públicos de Portugal”.
O Céu por Cima de Cá
O Céu Por Cima de Cá é uma proposta artística da Companhia de Música Teatral (CMT) concebida para o Município de Vila Nova de Famalicão e pensada de forma a criar uma articulação com a iniciativa Cidade Orizuro, recentemente lançada pela Casa das Artes e pelo município. Uma cidade imaginária onde todos têm voz e podem expressar os seus desejos. Onde todos estão ligados, mesmo na distância. Onde os pássaros crescem na ponta dos dedos.
O Concelho de Braga e o seu Património Musical
"O Concelho de Braga e o seu Património Musical" visa levar a cultura musical aos munícipes de Braga envolvendo as freguesias da cidade e que se situam fora do tecido urbano. É um projeto da Câmara de Braga, através do Pelouro da Cultura e a Associação Cultural Suonart, que acordaram entre si a realização de um projecto de investigação sobre o património musical do concelho.
O Património Musical do Bom Jesus do Monte (Lançamento do livro de Elisa Lessa)

O Património Musical do Bom Jesus do Monte (Lançamento do livro de Elisa Lessa)

O Grande ‘Te Deum’ Setecentista Português
O Grande ‘Te Deum’ Setecentista Português é a coedição bilingue BNP CESEM do estudo de José Maria Pedrosa Cardoso. Entre as especificidades da música histórica portuguesa figura certamente o Grande Te Deum setecentista, assim chamado pela sua monumentalidade formal e estética, composto expressamente para a grande função de ação de graças do último dia do ano, na igreja de S. Roque ou na Capela Real da Ajuda. A sua macro forma consta de quatro elementos: 1. Sinfonia (abertura), 2. O salutaris hostia, 3. Te Deum propriamente dito, 4. Tantum ergo, todos eles existentes nas 13 grandes partituras bem conservadas na BNP (11), na Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra e na Igreja do Loreto, em Lisboa. O seu barroco colossal a vários coros, solistas e orquestra, de que é exemplo o protótipo conhecido dos mesmos, o Te Deum a vinte vocci de António Teixeira, afirma bem a vontade cultural e a opção magnânima de D. João V por uma liturgia tão solene como as maiores do Vaticano. Destes Te Deum, em jeito de introdução, se fala neste livro, nele se justificando a origem litúrgica e a história da sua divulgação na Europa cristã e em Portugal, e se abordam as particularidades estilísticas de todos eles, sobretudo o de A. Teixeira (1734) e os de Sousa Carvalho (1769, 1789, 1792).
Oficina e Escola de Organaria
Com a esposa Beate Guimarães von Rohden, Pedro Guimarães von Rohden (n. 1963) dirige a Oficina e Escola de Organaria, instalada em Esmoriz (Ovar) desde 1996. Pedro Guimarães iniciou a aprendizagem do ofício de organaria em 1986, na oficina de Georg Jann, na Baviera (Alemanha). Concluiu a aprendizagem com o exame de oficial perante a Câmara de Ofícios de Munique. Após trabalho noutras oficinas de organaria, frequentou o curso de mestrado em Organaria na Escola Profissional para a Construção de Instrumentos Musicais (Fachschule (Meisterschule) für Musikinstrumentenbau) e, concluiu, em junho de 1994, com aproveitamento, o exame final do mesmo. Em agosto de 1994 prestou provas de Mestre Organeiro perante a Câmara de Ofícios de Stuttgart. Como Mestre-organeiro ficou habilitado a dirigir uma oficina de organaria e a formar aprendizes na Alemanha. Em 1992, fundou com os mestres organeiros Georg Jann e Franz Thalhammer a Oficina e Escola de organaria. Atualmente, intervém na manutenção e salvaguarda de vários instrumentos de Norte a Sul, sobretudo no restauro de órgãos históricos.
oitava curta
A oitava curta nos teclados significa a ausência, na oitava mais grave, das notas dos primeiros acidentes54 (Dó#, Ré#, Fá# e Sol#) e, nas teclas existentes, as notas possuem uma distribuição diferente, como por exemplo a nota Dó, que é tocada na tecla correspondente ao Mi, ou o Ré que é tocado na tecla do Fá#, e o Mi, tocada na tecla do Sol#. Esta característica da primeira oitava do teclado ter menos oito teclas foi comum nos instrumentos construídos até à primeira metade do século XVIII e, em alguns casos, na segunda metade do século. Sem estas notas dispensava-se a construção dos respetivos tubos que, num registo de 24 palmos, corresponderia a cerca de 300 a 400 quilos de metal, representando uma poupança importante no valor de construção do órgão (Pereira, 1984: 137-138).  A segunda metade do século XVIII marca o abandono da oitava curta e o aumento da extensão dos teclados, dado comprovado nos instrumentos construídos ou que sofreram intervenções nesse período e que passam a contar com todas as notas da oitava mais grave. José Alberto Rodrigues
OPERAFEST
OPERAFEST é o novo festival de ópera de Lisboa que lançou um concurso para novas óperas – MARATONA ÓPERA XXI, onde serão apresentadas 8 óperas em criação absoluta, a serem avaliadas, por um júri composto por personalidade de várias áreas artísticas. A ideia é dinamizar a ópera contemporânea, potenciar novos compositores, novo repertório, novas óperas, novas histórias. Há um prémio de 5000.00 euros e uma bolsa para a composição.
Organeiro Luís António Carvalho
Organeiro de Guimarães, Luís António de Carvalho (século XIX) trabalhou com Francisco António Solha, com quem terá aprendido a arte. Fixou a sua oficina também em Guimarães, na rua de Mata Diabos. É nesta cidade que terá a sua obra mais significativa, o órgão da colegiada da Senhora da Oliveira, executado em 1838, segundo a inscrição no interior do secreto. Realizará trabalhos de reparação dos órgãos da catedral de Lamego, em 1830, e constrói novos os órgãos da capela da Ordem Terceira de S. Francisco (Guimarães) e da igreja de São Pedro de Rates (Póvoa de Varzim). Na cidade de Braga, tem-se a confirmação apenas de dois órgãos, na igreja paroquial de Lamaçães, construído em 1815, como consta numa inscrição no interior do secreto: “Professor Luís António de Carvalho / Guimarães / 1815 / N.º 45” e na capela de Santa Maria Madalena (Convertidas), de 1814 (opus 43). José Alberto Rodrigues [ Músicos de Guimarães ]
órgão de tubos
Órgão de tubos” põe em evidência que a produção do som se dá através de tubos. Assim, o órgão classifica-se como sendo um instrumento de sopro, um aerofone, pois o instrumento que está na sua origem é, no fundo, a flauta. Uma característica fundamental (e única) do órgão é o facto de poder suster perfeita e indefinidamente o som. Como o encaminhamento do ar para os tubos é comandado por teclados, o órgão é simultaneamente classificado como instrumento de tecla. António Mota
órgão histórico
Órgão histórico é um órgão de tubos com antiguidade e características estéticas que fazem dele um instrumento musical único. Como tal, a sua manutenção e conservação exige especiais cuidados e os próprios organeiros, além do domínio que devem ter da arte de organaria, devem investigar e documentar-se sobre o construtor e o instrumento em causa. Há em pleno século XXI restauros que era preferível não terem sido realizados (caso da Igreja Matriz de Avintes, para dar apenas um exemplo). António José Ferreira
Órgão histórico da igreja de São Paulo do Seminário Conciliar de Braga
Órgão histórico da igreja de São Paulo do Seminário Conciliar de Braga, com apenas 5 meios registos. foi construído por Manuel de Sá Couto em 1832, e reinaugurado a 04-10-2017, por Sietze De Vries (1973) após restauro.
órgão ibérico
"Os mestres organeiros que atuaram um pouco por toda a geografia peninsular tiveram, para o organeiro Gerhard Grenzing, um papel fundamental no aparecimento e desenvolvimento do que hoje conhecemos por órgão ibérico. Para o estudo das origens deste instrumento singular lutamos, à partida, com a dificuldade de falta de informação e documentação anterior ao século XVI, e mesmo os instrumentos que nos servem de testemunho são, na maioria, obras do século XVIII. Se recuarmos ao século XVI, vamos encontrar a presença de organeiros flamengos e alemães a construir instrumentos na Catalunha. Esta influência pode ser vista no órgão da catedral de Sevilha, com a presença de um registo de “Quintaton”, característico na organaria flamenga. Um outro pormenor que pode representar uma influência nórdica nos órgãos é a existência de torres triangulares e poligonais nas fachadas, frequentes nos órgãos dos países do Norte. Em território nacional existia mesmo uma proximidade com o norte da Alemanha e com os Países Beixos, tendo como efeito a presença de alguns instrumentos de construtores como Arp Schnitger (mosteiro de Moreia da Maia, próximo do Porto, e Sé de Faro), Michael Hensbergh (Senhor de Matosinhos) ou Heinrich Hulenkampf. O modelo de órgão ibérico vai também proliferar nos territórios ocupados pelas nações ibéricas, nos outros continentes, especificamente na América Central e do Sul, nas Filipinas e no México, na Califórnia e em Macau. É curioso observar que a história do órgão em Portugal e Espanha beneficiou desta proximidade e influência entre os dois países ibéricos. Mesmo quando, em muitos momentos da história, estes tenham estado de costas voltadas, são vários os elementos comuns, apesar de existirem outros que diferenciam os instrumentos dos dois países. Existem mesmo exemplos de organeiros que atravessaram a fronteira e realizaram trabalhos de ambos os lados, como foi o exemplo dos portugueses Damião Luís, na catedral de Salamanca, António Faleiro, na catedral de Sevilha e, em Portugal, os galegos Frei Simón Fontanes, Miguel de Mosqueira, João Fontanes Maqueira, Francisco António Solha e Filipe da Cunha, entre outros." José Alberto Rodrigues
órgão positivo
Não existem certezas quanto ao título dado a este órgão de dimensão reduzida que se situa entre o grande órgão e o portativo, generalizando-se o termo “positivo”. Foi essencialmente criado como instrumento acompanhador, em especial do canto, pelo que não é raro chamar-se-lhe “positivo de coro”. Em alguns documentos, encontra-se ainda apelidado de portátil ou realejo, embora a sua dimensão não permitisse uma deslocação fácil e o seu lugar fosse quase sempre fixo numa igreja, junto ao coro, ou num salão. Este género de órgão desenvolveu-se em simultâneo ao grande órgão e ao portativo (desde o século XII) embora, como estes, é a partir do século XVI e, sobretudo, no XVII e XVIII que ganha especial presença nas igrejas. José Augusto Rodrigues
Orquestra Académica Metropolitana
A Orquestra Académica Metropolitana (OAM) estreou-se em 1993, na sequência da criação da Academia Nacional Superior de Orquestra (ANSO) – uma instituição única no país, destinada a formar músicos profissionais nas áreas de Instrumento e Direção de Orquestra. Desde o seu início, a OAM é orientada por Jean-Marc Burfin, seu maestro titular.
Orquestra Académica Metropolitana

Orquestra Académica Metropolitana

Orquestra Clássica da Madeira
Com mais de 50 anos de história, a Orquestra Clássica da Madeira é atualmente constituída por 52 músicos. Fruto do esforço conjunto de muitas pessoas, a Orquestra tem vindo a tornar-se uma referência a nível regional e nacional pela sua reconhecida competência artística. Teve a sua génese na Orquestra de Câmara da Madeira, fundada por Jorge Madeira Carneiro.
Orquestra Clássica da Madeira

Orquestra Clássica da Madeira

Orquestra Clássica de Espinho
A Orquestra Clássica de Espinho (OCE) constituiu-se assim como formação de carácter semi-profissional, embora de génese académica, sendo preferencialmente integrada por alunos e ex-alunos da Escola Profissional de Música de Espinho (EPME), sem dispensar, no entanto, o concurso de jovens músicos empenhados em solidificarem a sua formação.
Orquestra Clássica de Espinho

Orquestra Clássica de Espinho

Orquestra Clássica do Centro
A Orquestra Clássica do Centro (OCC) apresentou­-se pela primeira vez, enquanto orquestra profissional, em dezembro de 2001, na altura com 25 elementos e com a denominação de Orquestra de Câmara de Coimbra. Em 2002, a Orquestra passou a ser composta por 32 elementos, sua atual constituição. Em 2004 alterou a sua designação para Orquestra Clássica do Centro.
Orquestra Clássica do Centro

Orquestra Clássica do Centro

Orquestra Clássica do Sul
A Orquestra Clássica do Sul (OCS) inaugurou a atividade artística em 2013, tendo Cesário Costa como Maestro Titular e Diretor Artístico. Sucedeu à Orquestra do Algarve, fundada em 2002. Tem-se apresentado um pouco por toda a sua área de abrangência, em  palcos do Algarve, Alentejo e Andaluzia (Espanha).
Orquestra Clássica do Sul

Orquestra Clássica do Sul

   
Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras
A Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras (OCCO) é uma formação apoiada pelas Câmaras Municipais de Cascais e de Oeiras, e pela Direção Geral das Artes / Ministério da Cultura. Considerada por muitos uma das melhores formações deste género em Portugal, a OCCO é atualmente um elemento fundamental da vida cultural dos Concelhos de Oeiras e de Cascais.
Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras

Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras

Orquestra de Câmara Portuguesa
Orquestra de Câmara Portuguesa é uma orquestra fundada em 2007 por Pedro Carneiro, Director Artístico e Maestro Titular, Teresa Simas Gestora de Coordenação Artística, José Augusto de Sousa Martins Carneiro, Direcção Artística, e Alexandre Dias, Director Executivo. Estreou-se em 13 de setembro de 2007, no CCB. Internacionalizou-se no City of London Festival (junho 2010).
Orquestra de Câmara Portuguesa

Orquestra de Câmara Portuguesa

Orquestra de Cordas Dedilhadas do Minho
A criação da “Orquestra de Cordas Dedilhadas do Minho”, da Suonart, com direção artística de Rui Gama, surge com base na ideia de associar instrumentos da mesma família dos cordofones, alguns dos quais têm raízes ancestrais e culturais sumamente acentuados e reconhecidos em Braga: a guitarra, a viola braguesa, o cavaquinho, a guitarra portuguesa.
guitarrista Rui Gama

Rui Gama, diretor artístico da OCDM

Orquestra do Algarve
A Orquestra do Algarve foi fundada em 2002. Tornou-se Orquestra Clássica do Sul (OCS) em setembro de 2013, com o objetivo de levar a sua missão às regiões do Algarve, do Alentejo e da Península de Setúbal em Portugal e da Andaluzia em Espanha, oferecendo uma programação diversificada e de elevada qualidade artística.
Orquestra do Algarve

Orquestra do Algarve

Orquestra do Norte
A Orquestra do Norte (ON) concretiza, desde 1992, um projecto de descentralização da cultura musical que tem vindo a ser desenvolvido pela Associação Norte Cultural. Com a direcção artística de José Ferreira Lobo, a ON foi iniciadora de um trabalho pioneiro e inédito que se afirmou no panorama da música erudita.
Orquestra do Norte nos 25 anos

Orquestra do Norte nos 25 anos

 
Orquestra Filarmonia das Beiras
A Orquestra Filarmonia das Beiras (OFB) deu o seu primeiro concerto no dia 15 de Dezembro de 1997, sob a direção de Fernando Eldoro, seu primeiro diretor artístico. Criada no âmbito de um programa governamental para a constituição de uma rede de orquestras regionais, tem como fundadores diversas instituições e municípios da região das beiras, associados da Associação Musical das Beiras, que tutela a orquestra.
Orquestra Filarmonia das Beiras

Orquestra Filarmonia das Beiras

Orquestra Filarmonia de Gaia
A Orquestra Filarmonia de Gaia é uma iniciativa da Fundação Conservatório Regional de Gaia inserida no quadro dos seus objetivos estatuários de “promoção e desenvolvimento da atividade cultural artística, nomeadamente através do ensino da música e de outras artes e da realização direta ou indireta de manifestações culturais e artísticas”.
Orquestra Filarmónica Portuguesa
Fundada em 2016 por Osvaldo Ferreira e Augusto Trindade, a Orquestra Filarmónica Portuguesa é formada por um conjunto de músicos de elevado padrão artístico, artistas premiados em concursos nacionais e internacionais, ex-integrantes da Orquestra Jovem da União Europeia e ainda músicos estrangeiros residentes em Portugal.
Orquestra Filarmónica Portuguesa

Orquestra Filarmónica Portuguesa

 
Orquestra Gulbenkian
A Orquestra Gulbenkian começou por se designar Orquestra de Câmara Gulbenkian, com doze elementos, após a decisão da Fundação Calouste Gulbenkian de estabelecer um agrupamento orquestral permanente, em 1962. Ao longo de mais de cinquenta anos de atividade, a Orquestra Gulbenkian (denominação adotada desde 1971) foi sendo progressivamente alargada, contando hoje com um efetivo de sessenta instrumentistas que pode ser pontualmente expandido de acordo com as exigências de cada programa de concerto.
Orquestra Gulbenkian

Orquestra Gulbenkian

Orquestra Metropolitana de Lisboa
A Orquestra Metropolitana de Lisboa estreou-se em 10 de junho de 1992. Desde então, os seus músicos asseguram uma intensa actividade na qual a qualidade e a versatilidade têm presença constante.  Tem gravados onze CD – um dos quais disco de platina – para diferentes editoras, incluindo a EMI Classics, a Naxos e a RCA Classics.
Orquestra Metropolitana de Lisboa

Orquestra Metropolitana de Lisboa

Orquestra no Património
Orquestra no Património é um ciclo de concertos em forma de viagem pelo património português. A bordo de uma orquestra (Orquestra Barroca Casa da Música), os ouvintes de algumas cidades portuguesas são lançados em viagens inesquecíveis a locais de visita obrigatória que, tal como a música, contam também parte da história do mundo. A música funde-se aqui com o carácter único e insubstituível de monumentos e locais singulares que testemunham a passagem do tempo e nos transportam para lugares de sonho e fruição. Obras-primas intemporais da criatividade humana, plenas de valor simbólico, música e património de mãos dadas, servem de inspiração a uma série de grandes concertos que nos transportam por entre tempos e apontam a caminhos de descoberta. Em 2019, envolveu as cidades de Évora, Porto, Mafra, Braga, Faro Viana, Castelo Branco.  
Orquestra Sinfónica APROARTE
A Orquestra Sinfónica APROARTE surgiu em 1999, como consequência natural da criação desta Associação Nacional, que pretende promover e dignificar e ensino da música, artístico e profissional, valorizando a comunicação e troca de experiências, nomeadamente no sentido da formação e consolidação do corpo técnico, docente e discente.
Orquestra Sinfónica APROARTE

Orquestra Sinfónica APROARTE

Orquestra Sinfónica do Conservatório de Música do Porto
A Orquestra Sinfónica do Conservatório de Música do Porto é o agrupamento que está na origem da atual Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música. Foi criada em 1947. Após a extinção das Orquestras da Radiodifusão Portuguesa, foi fundada a Régie Cooperativa Sinfonia (1989-1992), vindo posteriormente a ser criada a Orquestra Clássica do Porto e, mais tarde, a Orquestra Nacional do Porto (1997), alcançando a formação sinfónica com um quadro de 94 instrumentistas em 2000. A Orquestra foi integrada na Fundação Casa da Música em 2006. Adotou a designação de Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música em 2010.
Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música
A origem da Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música remonta a 1947, ano em que foi constituída a Orquestra Sinfónica do Conservatório de Música do Porto, que desde então passou por diversas designações. Após a extinção das Orquestras da Radiodifusão Portuguesa, foi fundada a Régie Cooperativa Sinfonia (1989-1992), vindo posteriormente a ser criada a Orquestra Clássica do Porto e, mais tarde, a Orquestra Nacional do Porto (1997), alcançando a formação sinfónica com um quadro de 94 instrumentistas em 2000. A Orquestra foi integrada na Fundação Casa da Música em 2006, vindo a adoptar a actual designação em 2010.
Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música

Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música

Orquestra Sinfónica Portuguesa
Criada em 1993, a Orquestra Sinfónica Portuguesa (OSP) é um dos corpos artísticos do Teatro Nacional de São Carlos e tem vindo a desenvolver uma actividade sinfónica própria, incluindo uma programação regular de concertos, participações em festivais de música nacionais e internacionais.

Orquestra Sinfónica Portuguesa

Orquestra XXI
Estabelecida em 2013, a Orquestra XXI é um projecto que reúne jovens músicos portugueses residentes no estrangeiro com o duplo objectivo de manter uma forte ligação entre estes jovens e o seu país de origem e de levar momentos musicais de excelência a um público o mais diversificado possível. A orquestra venceu o prémio FAZ-IOP 2013 e recebeu o Alto Patrocínio da Presidência da República, tendo já actuado de norte a sul do país conquistando o público português e a crítica especializada.
Orquestra XXI

Orquestra XXI

Otonifonias
Otonifonias - Música para instrumentos de sopro e percussão, é uma obra do grande compositor português Joly Braga Santos. Resulta da encomenda da Secretaria de Estado da Cultura, após a revolução de 1974, na pessoa do seu encarregado da divisão de música, o arquitecto Romeu Pinto da Silva. Composta em 1977, teve a sua estreia um ano depois no Teatro da Trindade em Lisboa, pela Banda da Guarda Nacional Republicana com a direção do Tenente-Coronel Alves Amorim. Esta obra é constituída por quatro andamentos: Prelúdio, Ronda Infantil, Canção, Dança Popular. Inicialmente, a obra concluía-se com um quinto andamento: um Nocturno. Contudo, este veio a integrar uma outra Suite, deixada inacabada pelo compositor. Esta obra enquadra-se ainda num conjunto várias encomendas feitas a compositores portugueses reconhecidos, para a formação instrumental de banda filarmónica, com o objetivo de aumentar a qualidade do repertório destas formações e alargar os horizontes culturais e artísticos dos seus públicos dedicados. Romeu Pinto da Silva foi aconselhado por Silva Dionísio, na altura chefe da Banda Sinfónica da Guarda Nacional Republicana, ao tempo a banda militar com mais projeção. Terá sido ele o responsável pelas indicações técnicas para os compositores nomeadamente a constituição instrumental, com base no que seria comum a uma banda amadora da época.
Ourearte - Escola de Música e Artes de Ourém
A Ourearte - Escola de Música e Artes de Ourém é uma escola escola de música sediada em Vila Nova de Ourém que conta com o apoio do Ministério de Educação.
Ourearte - Escola de Música e Artes de Ourém

Ourearte - Escola de Música e Artes de Ourém

Ouver o Som
(Ou)ver o Som é uma atividade no âmbito do Crescer com a Música, projeto educativo promovido pela associação Arte no Tempo, com actividades de captação de públicos em escolas de Aveiro. Engloba (Ou)ver o som, para o pré-escolar, por João Martins; Sentidos do som, para o 1º ciclo, por Diana Ferreira; Electrónica e instrumentos musicais, para secundário, por Pedro Bento.
Crescer com a Música

Crescer com a Música

Palácio da Bolsa
Palácio da Bolsa, no Porto, começou a ser construído em outubro de 1842. O Salão Árabe detém o maior destaque de todas as salas do palácio devido, como o nome indica, a estuques do século XIX legendados a ouro com caracteres arábicos que preenchem as paredes e tecto da sala. Neste salão têm lugar concertos e homenagens a chefes-de-estado que visitam a cidade.
Palácio da Bolsa, Porto

Palácio da Bolsa, Porto

palhetas horizontais
As palhetas horizontais "não só são a peculiaridade mais espetacular dos órgãos do período barroco ibérico, como aquela que mais impressiona pela sonoridade, com timbres majestosos e brilhantes. José Alberto Rodrigues
PaPI
PaPI (Peça a Peça Itinerante) é um conjunto de pequenas peças músico-teatrais concebidas pela Companhia de Música Teatral em residências artísticas multidisciplinares e intergeracionais realizadas na Fundação Calouste Gulbenkian no âmbito do projeto Opus Tutti. Os PaPIs resultam de um cuidadoso processo de estudo e reflexão visando a criação de boas práticas de carácter artístico dirigidas à primeira infância. São peças apresentadas por artistas versáteis, especificamente formados para desenvolver a sua ação artística - baseada em música, dança e teatro - a partir de um contacto humano de grande genuinidade, alicerçado na ideia de que arte e ludicidade partilham territórios comuns. A ideia é contribuir para que a relação entre instituições culturais e as comunidades se construa de forma cada vez mais próxima, fazendo com que os mais pequeninos possam partilhar estes momentos importantes das suas vidas, ora com as suas educadoras e auxiliares de educação, ora com as suas famílias. PaPI (Peça a Peça Itinerante) é um conjunto de pequenas peças músico-teatrais concebidas em residências artísticas multidisciplinares e intergeracionais realizadas na Fundação Calouste Gulbenkian no âmbito do projeto Opus Tutti. Os PaPIs resultam de um cuidadoso processo de estudo e reflexão visando a criação de boas práticas de carácter artístico dirigidas à primeira infância. São peças apresentadas por artistas versáteis, especificamente formados para desenvolver a sua ação artística - baseada em música, dança e teatro - a partir de um contacto humano de grande genuinidade, alicerçado na ideia de que arte e ludicidade partilham territórios comuns. A ideia é contribuir para que a relação entre instituições culturais e as comunidades se construa de forma cada vez mais próxima, fazendo com que os mais pequeninos possam partilhar estes momentos importantes das suas vidas, ora com as suas educadoras e auxiliares de educação, ora com as suas famílias.
Parece que o Mundo
Parece que o Mundo é uma peça da coreógrafa Clara Andermatt e do pianista e compositor João Lucas, inspirado no livro "Palomar", de Italo Calvino. Esta peça, tal como a obra que a inspira, oscila entre três planos distintos: o da observação, o da narrativa e o da meditação. A peça conta com quatro bailarinos e três músicos, com instrumentos de cordas (violino, violoncelo e contrabaixo), onde o ambiente sonoro é feito ao vivo, num entrosamento orgânico entre música e dança. O espetáculo foi nomeado na categoria de “Melhor Coreografia” dos Prémios SPA/RTP 2019. Parece que o Mundo tem a direção de Clara Andermatt; cocriação de Clara Andermatt e João Lucas; Intérpretes: Ana Moreno, Felix Lozano, Gil Dionísio, Joana Guerra, João Madeira, Liliana Garcia e Mélanie Ferreira; composição de música eletrónica: Jonas Runa; espaço cénico: Artur Pinheiro; Figurinos: Ana Direito; desenho de luz: José Álvaro Correia; operação de iluminação: Luís Moreira; operação de som: Ricardo Figueiredo.
Pascoal Caetano Oldovini
Em 4 de Janeiro de 1742, o eborense D. Frei José Maria da Fonseca e Évora, Ex-geral dos Frades Menores em Roma e assistente ao Sólio Pontifício, recém nomeado bispo do Porto, contrata em Lisboa o organeiro genovês D. Pascoal Caetano Oldovino para fazer um órgão novo para a igreja de S. Francisco. Com o sucesso deste primeiro instrumento, surgem outras encomendas, que o levam a estabelecer-se definitivamente em Évora, comprar residência e montar oficina. Casa-se em Setembro de 1762, na ermida de Nossa Senhora ao pé da Cruz, com Laureana Rosa Lizarda, originária de Palmela, de quem não teve filhos, e integra-se plenamente na vida social e religiosa eborense até à sua morte em 25 de Abril de 1785. Dos mais de trinta órgãos que construiu para todo o Alentejo, e a que imprimiu um cunho especial de qualidade hoje reconhecível, deixou mais dois na igreja de São Francisco. Um, de armário, de 1756, para o coro de cima (antiga Tribuna Real), disperso após a extinção dos conventos, está presentemente restaurado na Suiça. Em sua substituição existe agora outro do mesmo tipo, feito para o Convento do Salvador em 1751, com uma caixa de grande efeito decorativo. Outro mais pequeno, um realejo datado de 1762, era o seu instrumento pessoal. Oldovino manteve sempre uma ligação muito estreita com a igreja de São Francisco: professou em 1745 na Ordem Terceira, pertenceu às Irmandades de Nossa Senhora da Conceição (extinta em 1779) e à de Santo António, à qual legou o seu realejo e em cuja capela foi sepultado. Artur Goulart, historiador
PassMúsica
PassMúsica é o Serviço de Licenciamento da AUDIOGEST e GDA, legalmente habilitado para autorizar a utilização de obras e prestações artísticas em todas as atividades económicas.
PassMúsica

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Patrícia Bastos
Patrícia Bastos é doutora em Música pela Universidade de Aveiro, ptofessora do ensino vocacional de Música. É autora de artigos da Enciclopédia da Música em Portugal no Século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2020, 1ª edição.
Paula Abrunhosa
Paula Abrunhosa, mestre em Ciências Musicais pela Universidade de Coimbra, é autora de artigos da Enciclopédia da Música em Portugal no Século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2020, 1ª edição.
Paulo Bastos
Paulo Bastos é um compositor português. Grande parte da sua produção centra-se na música de câmara e na música infanto-juvenil, apesar do número significativo de obras orquestrais, para instrumento solo e electrónica. Algumas estreias, gravações, assim como dedicatórias e encomendas da sua música, têm sido destinadas a músicos de reputada qualidade. As suas obras estão publicadas em várias editoras nacionais e internacionais.
Paulo Lameiro
Paulo Lameiro é licenciado em Ciências Musicais pela FCSH-UNL, professor e diretor pedagógico da Escola de Artes - Sociedade Artística Musical de Pousos. Colaborou com artigos na Enciclopédia da Música em Portugal no século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2010 1ª edição.
Paulo Raposo
Paulo Raposo é doutor em Antropologia pelo ISCTE, professor na mesma instituição, investigador e coordenador científico do Centro de Estudos de Antropologia Social (CEAS/ISCTE). Colaborou com artigos na Enciclopédia da Música em Portugal no século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2010 1ª edição.
pedaleira
A pedaleira nem sempre foi um elemento fundamental de um órgão. Nos primeiros instrumentos esta seria muito rudimentar e usada apenas para tocar algumas notas isoladas, como num baixo harmónico ou cantus firmus. Durante muito tempo, os órgãos portugueses, espanhóis, italianos, ingleses e franceses não possuíram este teclado para pés. A pedaleira completa irá surgir no norte da Alemanha e terá o seu ponto alto com as composições de Johann Sebastian Bach, nas quais surgem verdadeiros solos para esta secção do órgão. José Alberto Rodrigues
pedaleira
No que respeita ao teclado pedal (pedaleira), este pode ter a forma de botões, acoplados ou não ao teclado manual (como sucede nos órgãos ibéricos de maior dimensão), ou pedais semelhantes a teclas, dispostos na forma plana ou côncava, paralela ou radial. Existem também alguns regionalismos na forma de construir as pedaleiras que originam as terminologias de “pedaleira alemã”, “pedaleira francesa” ou “pedaleira italiana”. José Alberto Rodrigues
Pedro Amaral
Pedro Amaral é doutor em Musicologia do Século XX pela École de Hautes Études en Sciences Sociales (Paris), licenciado em Composição pelo Conservatoire National Supérieur de Musique de Paris (CNSMDP) e professor no Departamento de Música da Universidade de Évora. É autor de artigos da Enciclopédia da Música em Portugal no Século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2020, 1ª edição.
Pedro Baptista
Guitarrista, professor e investigador, Pedro Baptista licenciou-se em Guitarra na Universidade de Évora, onde finalizou também a licenciatura em Composição. Concluiu o Mestrado em Ensino de Música na Universidade de Aveiro. Frequenta o Doutoramento em Música (Performance - Guitarra) na Universidade de Aveiro, sob a orientação dos Professores Pedro Rodrigues e Evgueni Zoudilkine.
Pedro Barreiros
Pedro Barreiros nasceu no Porto em 1962. Integrou os projetos Mini-Pop (1969-79), Jafumega (1979-83), Quarteto de António Pinho Vargas (1983-89), Sexteto de Jazz de Lisboa (1982-90), Trio de Mário Laginha (1985-90), noneto de Paulo Gomes (2001-03), Orquestra de Jazz de Matosinhos (2002-04), Sexteto de Mário Barreiros (2002-08), Sexteto de Miguel Moreira (2008-14). De 2005 a 2012 lecionou na ESMAE a disciplina de contrabaixo Jazz. Em 2012, obteve o mestrado em Performance de Contrabaixo de Cordas – variante Jazz pela ESMAE. Frequenta o 3o ano do Doutoramento em Música/Educação na Universidade de Aveiro.
Pedro Belchior Nunes
Pedro Belchior Nunes é investigador integrado no INET-MD. É licenciado em Sociologia pela FCSH-UNL e doutorado em Sociologia dos Media pelo Stirling Media Research Institute da Universidade de Stirling. As suas áreas de interesse incluem os Popular Music Studies e a Sociologia da Cultura e dos Media, tendo realizado investigação e publicado sobre temas diversos como Jornalismo e Crítica Musical, a Indústria Fonográfica e Música e Juventude.
Pedro Bento
Pedro Bento, doutorado em Ciências Musicais pela University of Edinburg, é professor no Conservatório Superior de Música de Gaia. É autor de artigos da Enciclopédia da Música em Portugal no Século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2020, 1ª edição.
Pedro Berardinelli
Pedro Berardinelli nasceu em Viseu, Portugal. No âmbito da Licenciatura em Composição, na Universidade de Aveiro, elaborou uma dissertação sobre Improvisation I – für ein Monodram de Emmanuel Nunes. Em 2012 completou o Mestrado em Composição, na mesma universidade, com um trabalho final sobre a música de Pierre Boulez. Em 2014/15 concluiu com nota máxima o segundo Mestrado em Composição Instrumental Contemporânea, no Centro Superior de Enseñanza Musical Katarina Gurska (Madrid).
Pedro Félix
Pedro Félix é licenciado e doutorado em Antropologia pela FCSH-UNL, membro da equipa de investigação do INET-MD na mesma instituição. Colaborou com artigos na Enciclopédia da Música em Portugal no século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2010 1ª edição.
Pedro Filipe Cunha
Pedro Filipe Cunha (n. Porto, 1971) estudou Composição no Conservatório de Música do Porto com Fernando Lapa e Carlos Azevedo na licenciatura em Música – Produção e Tecnologias da Música na ESMAE. Com uma obra predominantemente infantil, foi galardoado, em 2014 e 2015, com 4 prémios de composição pela Associação Portuguesa de Educação Musical.
Pedro Melo Alves
Nascido em 1991 no Porto, com o início da vida musical pautado pela bateria e projectos rock/fusão, Pedro Melo Alves começou a formação na Escola Valentim de Carvalho do Porto, em 2000. Ingressou na licenciatura em Bateria Jazz em 2011 na ESMAE, no Porto, a qual abandona em 2013 para estudar Piano Clássico e Jazz com Abe Rabade e Daniel Bernardes. Participou em diversos workshops em Portugal, Espanha e Itália, cruzando-se com algumas das figuras do jazz contemporâneo como Ralph Alessi, Danilo Perez ou John Escreet. Em 2015 iniciou a licenciatura em Composição da Escola Superior de Música de Lisboa onde estudou com Sérgio Azevedo, José Luís Ferreira e António Pinho Vargas.
Pedro Mendes
Pedro Mendes é licenciado em Ciências Musicais pela FCSH-UNL e mestre na variante de Etnomusicologia pela mesma instituição. Realizou trabalho de investigação sobre temáticas relacionadas com a prática do jazz em Portugal, tendo apresentado uma tese de mestrado sobre a fundação da escola do Hot Clube de Portugal e a sistematização de um ensino do jazz em Portugal. É doutorando no INET-MD e membro integrante da equipa do projeto “Timbila, Makwayela e Marrabenta: um século de representação musical de Moçambique”.
Pedro Moreira
Pedro Moreira é licenciado em Ciências Musicais pela FCSH-UNL, doutorado em Ciências Musicais (Etnomusicologia), membro da equipa de investigação do INET-MD na mesma instituição, e professor no Instituto Piaget.
Pedro Nunes
Pedro Nunes é doutor em Sociologia pela University of Stirling (Edimburgo), investigador do INET-MD da FCSH-UNL e professor na Universidade Aberta. Colaborou com artigos na Enciclopédia da Música em Portugal no século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2010 1ª edição.
Pedro Roxo
Pedro Roxo é licenciado em História, variante de História de Arte, pela FCSH-UNL, doutorado em Ciências Musicais (Etnomusicologia) e membro da equipa de investigação do INET-MD. Colaborou com artigos na Enciclopédia da Música em Portugal no século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2010 1ª edição, obra de que foi um dos assistentes de coordenação.
Pedro Salsa Crisóstomo
Pedro Salsa Crisóstomo é licenciado em Ciências Musicais pela FCSH-UNL, e professor na Academia de Música de Santa Cecília, em Lisboa. Colaborou com artigos na Enciclopédia da Música em Portugal no século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2010 1ª edição.
Pere Ferré da Ponte
Pere Ferré da Ponte é doutor em Literaturas Românicas pela FCSH-UNL, e professor na Faculdade de Ciências Humanas e Sociais, Universidade do Algarve. Colaborou com artigos na Enciclopédia da Música em Portugal no século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2010 1ª edição.
Pianoscópio
Mais do que uma obra acabada, o Pianoscópio é um universo e uma “linguagem” que pode tomar várias formas. O Pianoscópio integra a “Constelação Anatomia do Piano” e assume-se como a vertente prática e participativa de alguns dos resultados a que chegámos com a nossa pesquisa. Ao desenvolver uma ideia que “desconstrói” o piano a Companhia de Música Teatral contribui para a construção de uma visão mais profunda sobre a música, proporcionando uma oportunidade de descoberta e de expressão. Trata-se de uma experiência que transforma o piano num instrumento coletivo, uma instalação/escultura sonora capaz de produzir sons de imensas cores, um espaço para ser habitado por pessoas e soar em função das interações entre elas.
pisantes
Pisantes é o termo utilizado para definir as varetas de madeira ou metal que, por baixo das teclas, abrem as válvulas do secreto em someiros colocados abaixo do teclado, como acontece nos realejos e cadeiretas. O termo usa-se também para definir pequenos pedais que acionam registos de adorno, como tambores, rouxinóis ou guisos, assim como notas musicais do registo de Contras. José Alberto Rodrigues
Poetic Scenes
Poetic Scenes é um CD de Vasco Dantas editado em 2020 pela ARS na Alemanha com obras de Schumann (1810-1856): Scenes of Childhood; Reinecke (1824-1910): Schumann Song Transcriptions; Da Motta (1868-1948): Cenas Portuguesas; Rey Colaço (1854-1928): Fados para Piano; Da Silva (1870-1958): Fado; Burnay (1877-1926): Fado
Vasco Dantas, Poetic Scenes

Vasco Dantas, Poetic Scenes

Porto Romântico – Mazurkas e Romanzas
Porto Romântico – Mazurkas e Romanzas é um CD de Sofia apresentado no dia 15 de dezembro de 2019 no Museu Romântico da Quinta da Macieirinha, ao piano inglês Collard & Collard que agitou os jornais portuenses na época de 1848/49. O sarau de piano decorreu no Salão de Baile e contou com a presença do historiador Germano Silva para falar do Porto na época do Rei Carlos Alberto da Sardenha e do musicólogo e diretor da Cultura da Fundação Calouste Gulbenkian, Rui Vieira Nery, para uma abordagem sobre a época do Romantismo na História da Música em Portugal e na Europa.
Portugal entra em Cena
Em tempo de pandemia (abril de 2020), marcas, empresas, fundações e entidades públicas juntam-se aos artistas de todo o país, num verdadeiro movimento nacional pela nossa cultura. Um movimento materializado em plataforma digital, onde artistas podem lançar ideias e ver os seus projetos remunerados.
Portugal entra em Cena

Portugal entra em Cena

Prémio Helena Sá e Costa
O Prémio Helena Sá e Costa é um prémio aberto a todos os alunos e ex-alunos da Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo, qualquer que seja a sua nacionalidade.
Prémio Ilda Moura
O Prémio Ilda Moura, criado pela Escola de Música Guilhermina Suggia decorre no Porto, em homenagem à engenheira Ilda Moura, a quem a Escola de Música Guilhermina Suggia deve a sua existência: admirando e reconhecendo a importância do trabalho da Fundação Musical dos Amigos das Crianças (hoje, AMAC) que muito se empenhou para que fosse criada uma escola semelhante na cidade do Porto.
Prémio Ilda Moura

Prémio Ilda Moura de 2018

Prémio Internacional de Composição para Clarinete e Big Band
O Prémio Internacional de Composição para Clarinete e Big Band foi criado pelo Município de Loures com o intuito de promover e incentivar a criação, assim como distinguir o desenvolvimento e a excelência na área da composição, premiando obras inéditas de autores nacionais ou estrangeiros. A primeira edição teve como objetivos específicos a divulgação do clarinete e o desenvolvimento da escrita musical para a formação de Big Band, que inclua o clarinete como solista.
Prémio José Augusto Alegria
O Prémio José Augusto Alegria é um concurso anual para jovens intérpretes promovido pela Associação Musical de Évora “Eboræ Mvsica” que tem como referência e patrono o Cónego Dr. José Augusto Alegria que legou ao País uma importante obra musical centrada no estudo e investigação das várias vertentes da “Escola de Música da Sé de Évora” nos séculos XVI e XVII.
Cónego José Augusto Alegria

Cónego José Augusto Alegria

Prémio Jovens Músicos
O Prémio Jovens Músicos é um concurso promovido anualmente pela RTP através da Antena 2 com o objetivo de descobrir novos talentos e promover os jovens intérpretes nacionais (ou residentes em Portugal) na área da música erudita. Este prémio é atribuído no âmbito do Festival Jovens Músicos, uma iniciativa organizada pela Antena 2 e pelo Serviço de Música da Fundação Calouste Gulbenkian.
Prémio Jovens Músicos

Prémio Jovens Músicos, 25 anos em 2011

Prémio Maestro Silva Pereira
O Prémio Maestro Silva Pereira / Jovem Músico do Ano é um prémio promovido pela Antena 2 no âmbito do Prémio Jovens Músicos.
Maestro Silva Pereira

Maestro Silva Pereira

Prémio Musa
Aberto a compositores de quaisquer idades e nacionalidades, o Prémio Musa foi criado com o intuito de distinguir a excelência musical da composição contemporânea de tradição erudita ocidental e de, nesse contexto, promover a língua portuguesa como veículo expressivo.
MPMP

MPMP

 
Prémio Novos Talentos Ageas
O Prémio Novos Talentos Ageas é uma parceria da seguradora Ageas com a Fundação Casa da Música e tem como objetivo distinguir e incentivar o trabalho de jovens músicos com idade até 35 anos, em todos os géneros musicais, nas áreas da criação, interpretação e/ou desempenho em palco, e promover projetos artísticos. Ao vencedor do Prémio Novos Talentos AGEAS são atribuídos 5000 euros e um troféu em prata.
Prémios da Música Portuguesa
Os Play - Prémios da Música Portuguesa, promovidos pela PassMúsica, visam premiar as músicas e os artistas que mais se destacaram na Música Portuguesa contribuindo também para elevar e promover a música nacional enquanto parte do Património Cultural do País.
Play - Prémios da Música Portuguesa

Play - Prémios da Música Portuguesa

Pro Arte
Fundada por Francisco de Lacerda, a Pro Arte foi uma associação de artistas portugueses em cujo plano entraram a música, as letras, as artes plásticas e o teatro.
Quadrivium
Nome latino, dado por Boécio ao conjunto das ciências dos números (Aritmética, Música, Geometria e Astronomia), na obra "De Arithmetica".
Quarteto Contratempus
O Quarteto Contratempus é um grupo de música contemporânea que tem como formação, soprano, clarinete, violoncelo e piano.
Quarteto de Cordas Atlântida
O Quarteto de Cordas Atlântida é um agrupamento instrumental clássico formado por 4 instrumentistas da Orquestra Clássica da Madeira (Natacha Guimarães e Joana Costa no violino, Marta Morera na viola de arco e Jaime Dias no violoncelo).
Quorum Ballet
O Quorum Ballet® é uma companhia de dança contemporânea de repertório fundada em 2005 pelo seu director artístico, coreógrafo residente e bailarino Daniel Cardoso. Em outubro de 2007, em parceria com a associação sem fins lucrativos AQK - Associação Quorum Cultural e a Câmara Municipal de Amadora, abriu a Quorum Academy com aulas abertas a crianças, jovens e adultos, de onde derivou a jovem companhia de dança “Projecto Quorum”. O Quorum Ballet tem apresentado diversas peças da autoria de Daniel Cardoso e de vários coreógrafos convidados de renome internacional, a destacar Itzik Galil, Donald Byrd, Barbara Griggi, Thadddeus Davis, entre muitos outros. No total, foram criadas mais de 60 produções, nas quais se incluem trabalhos coreográficos para a infância e jovens. O rigor e profissionalismo do Quorum Ballet® têm originado uma frequente renovação de convites por parte dos teatros e instituições nacionais e internacionais com as quais tem trabalhado. Internacionalmente, a companhia tem actuado na Dinamarca, EUA (Nova Iorque), Polónia, Singapura, Macau, China, Chipre, Sérvia, Equador, Holanda, Tailândia, Argélia, Espanha, Alemanha, Suíça, Roménia e Finlândia. O reconhecimento internacional tem vindo a consolidar-se através de críticas extremamente positivas em diversos jornais e revistas, destacando-se a Dance Europe Magazine cuja mais recente publicação datada de Novembro de 2016, destaca mais uma vez a qualidade artística e coreográfica na qual tanto se tem trabalhado nos últimos anos.
Raul Vaz Bernardo
Raul Vaz Bernardo é crítico e divulgador de Jazz. É autor de artigos da Enciclopédia da Música em Portugal no Século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2020, 1ª edição.
Reencontros de Música Contemporânea
O Reencontros de Música Contemporânea é um espaço de vivência e de divulgação da música no nosso tempo, valorizando simultaneamente o património cultural de que somos herdeiros. É um festival promovido pela Associação Arte no Tempo com direção artística de Diana Ferreira e Pedro Junqueira Maia.
Reencontros de Música Contemporânea

Reencontros de Música Contemporânea

Regina Aguilar Gonçalves
Regina Aguilar Gonçalves é licenciada em Ciências Musicais pela Université de Rouen (França), mestrada em Ciências Musicais (Etnomusicologia) na FCSH-UNL. Colaborou com artigos na Enciclopédia da Música em Portugal no século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2010 1ª edição.
registos de palheta
Os registos de palheta dispostos na fachada, na posição horizontal, em leque ou em mitra, vão acompanhar e demarcar a simetria e os avanços e recuos das linhas de força das fachadas. O posicionamento preferencial do órgão português junto ao coro alto será uma vantagem da qual os organeiros portugueses saberão tirar partido, criando efeitos de perspetiva que se prolongam para cúpulas pintadas, como é o caso na Sé de Braga. Neste ponto o órgão ibérico português apresentará fachadas distintas dos contemporâneos em Castela, Catalunha e Andaluzia. José Alberto Rodrigues
registos divididos
Os registos divididos, ou “partidos” como se usa chamar em Espanha, são das características mais antigas dos órgãos ibéricos, presente desde o século XVI. Irão interferir com a construção de outros elementos, como o someiro e o teclado, e trará uma forma singular de composição musical, com técnicas e registação específica, o “tento” ou “tiento”. Considere-se o exemplo da “Obra de 1º tom de médio registo da mão direita”61 de Frei Pedro de San Lourenzo (século XVII). Referimo-nos a registo dividido quando existe um determinado registo do órgão passível de utilizar tanto na mão direita como na mão esquerda, em separado, mas que possui continuidade em ambas as metades do teclado. Por sua vez, o meio registo faz alusão a um registo solista que apenas existe numa das partes do teclado (mão esquerda ou mão direita)  e que não encontra par na outra metade. Já quando o registo funciona ao mesmo tempo para toda a extensão do teclado, chama-se registo inteiro. Refira-se que os primeiros instrumentos na Península Ibérica, antes do século XV, teriam os registos inteiros. Os primeiros exemplos da utilização de meios registos surgem em Espanha, com Mestre Eloy, em 1555, na colegiada de Santa Maria Maior de Valladolid, com o emprego de uma Corneta para mão direita (registo solista). Em 1659, Frei Joseph de Echevarría, aplica pela primeira vez um registo de Clarim na fachada, para a mão direita. Já a utilização de um registo dividido aparece em 1576, com Guillaume de Lupe (Zaragoza), com uma “Dulzaina partida”. Os meios registos têm a sua divisão graves/agudos entre o Dó3 e o Dó#3 do teclado (também chamados “centrais”). Esta tradição deriva do repertório executado, atendendo que maioria das músicas para registação dividida está composta em I Tom, cuja tónica é Ré e a sensível Dó#. Com esta divisão é possível criar contrastes sonoros entre a parte esquerda e a direita, como se tivéssemos dois teclados justapostos, adquirindo particular espetacularidade com os registos de palheta horizontal, obtendo-se autênticos duelos sonoros. José Alberto Rodrigues
registos ornamentais
Registos de adorno ou ornamentais são pormenores inventivos que, não constituindo uma parte essencial dos instrumentos, são jogos alegres com efeitos diferentes e divertidos: tambores acústicos, cascavéis, passarinhos ou rouxinóis, carrancas, guizos, precursões, figuras que se movimentam, que se acionam por meio de pedais (pisantes)63 ou manípulos. O seu sucesso era tal, que passou a incorporar mesmo pequenos instrumentos. Trata-se efetivamente de elementos da teatralidade do Barroco e que foram adicionadas aos órgãos, algumas com efeitos sonoros curiosos e alegres. José Alberto Rodrigues
Rejane Ferreira de Paiva
Rejane Ferreira de Paiva é mestre em Ação Cultural pela Universidade de São Paulo (Brasil), doutorada em Ciências Musicais (Musicologia Histórica), membro da equipa de investigação do CESEM. Colaborou com artigos na Enciclopédia da Música em Portugal no século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2010 1ª edição.
Remix Ensemble
O Remix Ensemble é o agrupamento de música contemporânea da Casa da Música. Desde a sua formação em 2000, já apresentou em estreia absoluta mais de noventa obras. Tem dezassete discos editados com obras de Pauset, Azguime, Côrte-Real, Peixinho, Dillon, Jorgensen, Staud, Nunes, Bernhard Lang, Pinho Vargas, Mitterer, Karin Rehnqvist, Dusapin, Francesconi, Unsuk Chin, Schöllhorn e Aperghis.
Remix Ensemble

Remix Ensemble

Research Hands on PIANO
Research ‘Hands on’ PIANO é um encontro dedicado à área instrumental do Piano organizado pelo DeCA da Universidade de Aveiro, cuja particularidade está no facto de fazer a simbiose entre dois tipos de encontros: a Convenção de cunho artístico à volta de um determinado instrumento e a Conferência de investigação Académica tradicional, mas circunscrita a esta área instrumental. Pretende-se provocar um confronto e uma partilha de um modo mais estreito entre produção artística e Investigação, criando oportunidades para que os saberes de artistas e de investigadores se possam cruzar com benefícios óbvios para ambas as partes.
Ricardo Andrade
Ricardo Andrade é membro da equipa de investigação do INET-MD, em Lisboa. É licenciado e mestre em Ciências Musicais pela FCSH-UNL. Na área da pesquisa, os seus principais interesses recaem sobre o estudo do universo das práticas do pop-rock em Portugal. Encontra-se no processo de investigação para a tese de doutoramento sobre o fenómeno do "boom do rock português" de inícios da década de 1980.
Rita Jerónimo
Rita Jerónimo mestre em Antropologia pelo ISCTE, técnica superior em Antropologia na Câmara Municipal de Odivelas. Colaborou com artigos na Enciclopédia da Música em Portugal no século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2010 1ª edição.
Rita Rato
Coreógrafa e produtora, Rita Rato foi bailarina profissional em diversas companhias. Licenciou-se em Dança pela Faculdade de Motricidade Humana da Universidade de Lisboa (UL), onde é assistente convidada. É membro do Centro de Estudos em Artes Performativas- CEAP e colabora nas mostras bianuais de Dança da FMH como coreógrafa e coprodutora. É doutoranda na Faculdade de Motricidade Humana - UL, na especialidade de Dança, com um estudo que procura compreender o contributo da educação somática para a construção dinâmica da imagem corporal pelo estudante de dança relativamente à experiência, perceção e apreciação do seu movimento.
Rivoli
O Teatro Municipal Rivoli, pertença da Câmara Municipal do Porto, é um dos dois pólos do chamado Teatro Municipal do Porto, sendo o outro polo o também Municipal Teatro do Campo Alegre. Fica situado na Praça D. João I e apresenta programação própria e regular sob a alçada do Pelouro da Cultura da autarquia.
Teatro Municipal Rivoli

Teatro Municipal Rivoli

Rodrigo Teodoro de Paula
Licenciado em Direção de Orquestra pela Escola de Música da Universidade Federal de Minas Gerais, Rodrigo Teodoro de Paula é mestre em Estudo das Práticas Musicais – Música e Sociedade, pela mesma universidade e mestre em Interpretação da Música Antiga pela Escola Superior de Música da Catalunha/Universidade Autónoma de Barcelona. É doutorando em Ciências Musicais – Musicologia Histórica e investigador associado do CESEM e do Núcleo de História da Música Luso-brasileira – Caravelas, pela UNL. É membro fundador do grupo “Musicologia Criativa”, responsável pelo Encontro Ibero-americano de Jovens Musicólogos (Lisboa, Porto e Sevilha).
Rosa Clara Neves
Rosa Clara Neves é mestre em Ciências Musicais (Etnomusicologia) pela Columbia University, Nova Iorque, doutorada em Etnomusicologia na FCSH-UNL, membro da equipa de investigação da mesma instituição. Colaborou com artigos na Enciclopédia da Música em Portugal no século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2010 1ª edição.
Rosário Santana
Rosário Santana é doutora em Música pela Universidade de Paris-Sorbonne (Paris IV), e professora no Departamento de Comunicação e Arte da Universidade de Aveiro. Colaborou com artigos na Enciclopédia da Música em Portugal no século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2010 1ª edição.
Rui Cabral Lopes
Rui Cabral Lopes é doutor em Ciências Musicais pela Universidade de Évora, professor na Academia Nacional Superior de Orquestra e investigador do INET-MD. Colaborou com artigos na Enciclopédia da Música em Portugal no século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2010 1ª edição.
Rui Camacho
Rui Camacho é presidente da Associação Cultural e Musical Xarabanda, responsável pelo Núcleo de Iconografia Musical do Gabinete Coordenador de Educação Artística da Direção Regional de Educação da Madeira. É autor de artigos da Enciclopédia da Música em Portugal no século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2010 1ª edição.
Rui Cidra
Rui Cidra é licenciado e doutorado em Antropologia pela FCSH-UNL, membro da equipa de investigação do INET-MD na mesma instituição. Colaborou com artigos na Enciclopédia da Música em Portugal no século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2010 1ª edição.
Rui Cidra
Rui Cidra é antropólogo e investigador contratado do INET-MD. A sua investigação reflete sobre a música e a dança ao longo da trajetória colonial/póscolonial que interliga Portugal e os países africanos de expressão portuguesa, em particular Cabo Verde. Incide particularmente sobre as relações de poder e as fronteiras da diferença que configuram a produção da cultura expressiva. Colaborou na EMPXX.
Rui Madeira
Rui Chã Madeira é natural de São Pedro do Sul, onde reside. Desde 2017 é doutorando em música, especialização em Etnomusicologia pelo departamento de Comunicação e Artes da Universidade de Aveiro. Integra o INET-md como investigador não doutorado em Etnomusicologia e Estudos em Música Popular. Colabora no projeto de investigação "Práticas musicais, contextos de memória e detentores de tradição: Levantamento de património imaterial no concelho de São Pedro do Sul", no projeto de investigação “EcoMusic – Práticas sustentáveis: um estudo sobre o pós-folclorismo em Portugal no século XXI”. Colabora na plataforma “Mpart – A nossa música, o nosso mundo: Associações musicais, bandas filarmónicas e comunidades locais - 1880-2018” e na plataforma “Canto de Mulheres: Polifonias a três e mais vozes, no século XXI”.
Rui Moura Jerónimo
Rui Moura Jerónimo é licenciado em Ciências Musicais pela FCSH-UNL, e professor de Educação Musical. Colaborou com artigos na Enciclopédia da Música em Portugal no século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2010 1ª edição.
Rui Vieira Nery
Rui Vieira Nery é doutor em Musicologia pela University of Texas, Austin, diretor-adjunto do Serviço de Música da Fundação Calouste Gulbenkian, professor no Departamento de Música da Universidade de Évora, membro da equipa de investigação do INET-MD da FCSH-UNL. Foi o consultor geral da Enciclopédia da Música em Portugal no século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2010 1ª edição.
Ruy Llera Blanes
Ruy Llera Blanes é doutor em Antropologia  no Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa (ICS), investigador no ICS e na Universidade de Leiden. É autor de artigos da Enciclopédia da Música em Portugal no Século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2020, 1ª edição.
Salwa Castelo-Branco
Salwa El-Shawan Castelo Branco é doutora em Etnomusicologia pela Columbia University (Nova Iorque), professora no Departamento de Ciências Musicais e coordenadora do INET-MD na FCSH-UNL. Dirigiu a Enciclopédia da Música em Portugal no século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2010 1ª edição.
Samuel G. Armistead
Samuel G. Armistead é doutor em Literatura Espanhola e Filologia Românica pela Princetown University (E.U.A.), professor no Departamento de Espanhol e de Estudos Clássicos na University of California, Davis (E.U.A.). É autor de artigos da Enciclopédia da Música em Portugal no Século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2020, 1ª edição.
Santuário
Santuário é um lugar consagrado pela religião. Pode ser uma capela, uma igreja, ou um espaço que engloba várias construções, para adoração, reunião, formação e culto. Há em Portugal diversos santuários com órgãos históricos ou modernos. O mais emblemático é o de Nossa Senhora do Rosário de Fátima, um dos maiores lugares de peregrinação católica onde é possível escutar órgãos de diferentes dimensões, incluindo um grande órgão na basílica. Outros exemplos de santuários com órgão: santuários de Nossa Senhora da Abadia (Amares), de Nossa Senhora do Cabo Espichel (Sesimbra), do Senhor Santo Cristo dos Milagres (Ponta Delgada)... António José Ferreira
São Luiz Teatro Municipal
O São Luiz Teatro Municipal é um teatro localizado na Rua António Maria Cardoso, em Lisboa, Portugal, sendo considerado uma das mais importantes salas de espectáculos da cidade.
São Luiz Teatro Municipal

São Luiz Teatro Municipal

Sara Braga Simões
Licenciada em Canto (ESMAE) e Comunicação Social (Universidade do Minho), mestre em Ensino de Música (Universidade de Aveiro), Sara Braga Simões é doutoranda no INET-MD, e investiga sobre a obra dramática de Leal Moreira. Venceu vários prémios nacionais e internacionais. É presença regular no Teatro Nacional de São Carlos e nas principais salas de concerto e festivais portugueses.Apresentou-se também em Inglaterra, Espanha, França, Andorra, Eslovénia e Moçambique.
Sé [ Catedral ]
, ou catedral, é o templo cristão mais importante de uma diocese, onde o bispo preside à eucaristia e outras celebrações como a ordenação sacerdotal. Destaca-se também pela grandiosidade arquitetónica e artística e pela sua história. Quase todos as catedrais portuguesas têm grande órgão e há catedrais com dois, três e quatro órgãos de tubos. António José Ferreira
Sebastião Fernandes
Sebastião Fernandes (século XVII), pouco conhecido da organaria, surge numa ata da Câmara de Viana do Castelo, como mestre organeiro de Braga, responsável pela reparação em 1638, do órgão da Sé [ Catedral ]e Viana, pelo valor de 40 000 réis, pelo qual coloca tubos em falta e acrescenta um novo registo. Poderá ser o mesmo que em 1677, com o nome Sebastião de Araújo, faz uma reparação no órgão de Santa Cruz e que, antes, em 1656 e 1661, consertava o órgão da igreja da Misericórdia de Braga. José Alberto Rodrigues
Segue-me à Capela
O grupo Segue-me à Capela trabalha uma perspetiva da música tradicional portuguesa construída a partir da voz. É um colectivo de sete mulheres que trabalha a música tradicional portuguesa numa perspectiva contemporânea, usando a voz como principal instrumento. A percussão e alguns elementos cénicos reforçam os climas gerados a partir do canto. É constituído por Ananda Fernandes, voz; Catarina Moura, voz e adufe; Joana Dourado, voz e adufe; Mila Bom, voz e adufe; Margarida Pinheiro, voz e adufe; Maria João Pinheiro, voz e adufe; Sílvia Franklim, voz e adufe; Quiné Teles, percussão.
Semanas de Música do Estoril
As Semanas de Música do Estoril acontecem todos os anos durante o Verão e englobam o Festival de Música do Estoril, os Cursos Internacionais de Música do Estoril e ainda o Concurso de Interpretação do Estoril / Prémio El Corte Inglés.
Seminário diocesano
Seminário é uma instituição educacional para a formação de padres ou presbíteros. No século XXI, é comum haver em cada diocese ou ordem religiosa, na Europa, um número reduzido de candidatos ao sacerdócio. Mesmo assim, há diversos seminários diocesanos cuja capela (onde se celebra a eucaristia e a liturgia das horas) dispõe de órgão de tubos, histórico ou moderno. São exemplos os seminários maiores do Porto. Braga, Beja, Coimbra... A opção pelo órgão de tubos (positivo) enquadra-se no contexto das orientações do Magistério da Igreja Universal e Particular (do Papa e dos Bispos) e da longa tradição eclesiástica que privilegia o órgão como instrumento litúrgico por excelência no acompanhamento do canto. António José Ferreira
Sentidos do Som
Sentidos do Som é uma atividade no âmbito do Crescer com a Música, projeto educativo promovido pela associação Arte no Tempo que engloba (Ou)ver o som, para o pré-escolar, por João Martins; Sentidos do som, para o 1º ciclo, por Diana Ferreira; Electrónica e instrumentos musicais, para secundário, por Pedro Bento.
Sérgio Azevedo
Sérgio Azevedo é compositor, licenciado em Composição pela Escola Superior de Música de Lisboa (ESML), professor de Composição na ESML, membro da equipa de investigação do CESEM-Centro de Estudos de Sociologia e Estética Musical da FCSH-UNL. É autor de artigos da Enciclopédia da Música em Portugal no Século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2020, 1ª edição.
Sérgio Azevedo
Compositor português, Sérgio Azevedo nasceu em Coimbra em 1968. Concluiu os estudos superiores de Composição na ESML. Ganhou diversos prémios de composição. É convidado a integrar júris de concursos, tem também colaborado com revistas e dicionários. Publicou artigos e livros e colabora com prestigiadas publicações e instituições. É professor na ESML.
Serviço Educativo Casa da Música
O Serviço Educativo Casa da Música inclui projetos artísticos e comunitários de média e longa duração, oficinas de descoberta e realização musical, ações de formação e espetáculos assumidamente inovadores, muitos deles interdisciplinares que marcam o calendário de atividades regulares. Orientadas para públicos específicos, no seu conjunto expõem todos os cidadãos a experiências gratificantes.
Serviço Nacional de Música Sacra
O Serviço Nacional de Música Sacra é um organismo dependente do Secretariado Nacional de Liturgia da Igreja Católica que tem como presidente o Pe. António Cartageno, da diocese de Beja, sendo secretário o Pe. Paulo Cruz (da diocese de Aveiro) e vice-presidente P.e Pedro Miranda (da diocese de Coimbra). O plenário inclui ainda o responsável da Música Sacra em cada diocese e um possível delegado diocesano proposto pelo bispo, quatro delegados da CNIR, quatro delegadas da FNIRF, quatro delegadas da FNIS.
Sílvia Mendonça
Sílvia Mendonça nasceu em 1977. É mestre em Composição e Teoria Musical pela Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo (2013). Frequenta o doutoramento em Música: Composição na Universidade de Aveiro. Foi bolseira da Fundação para a Ciência e Tecnologia entre 2016 e 2019. Participa regularmente em projetos coletivos nas áreas das artes plásticas, do teatro moda e dança.
Simão Fernandes Coutinho
De origem galega, Simão Fernandes Coutinho (século XVIII) fixou residência na cidade do Porto, na rua do Bonjardim. Foi chamado, aquando da construção dos órgãos dos Clérigos, a dar o seu parecer, no qual escreve: “eu falo por o entender e ser professor desta arte, há muitos anos, com louvor de todos os órgãos que tenho feito”. De entre as suas “muitas obras”, encontra-se o conserto do órgão da igreja de Santa Cruz de Braga, ajustado em 24 de junho de 1760, por 225$000 réis, com a obrigação de ser examinado pelo Padre Manuel de Matos (organista da Sé [ Catedral ]e Braga). Em 1758, estaria a residir em Braga, por conta de alguma obra que realizava pois, escreve numa procuração: “Procuração de Simão Fernandes Coutinho, mestre organista, morador na rua do Alcaide, desta cidade”. Em 1760 (8 de dezembro), assina uma escritura de contrato com o convento do Salvador (Braga), para um conserto do órgão desse convento, por 350$000 réis. Por essa altura morava na rua de Santo André do Quinteiro, em Braga. Cerca de 1779, é chamado a realizar uma inspeção aos órgãos da igreja dos Clérigos (Porto), em construção por Sebastião Ciais Ferraz da Cunha. Mais tarde, em fevereiro de 1782, compromete-se a construir um órgão para o convento de São João da Pesqueira, por 450$000 réis. Antes, teria sido autor de um órgão para o convento dos Agostinhos, atual Colégio de Ermesinde. José Alberto Rodrigues
Simplex
Simplex é o nome de u espetáculo que cruza a ópera com a multimédia e a manipulação em tempo real de elementos audiovisuais, produção do Quarteto Contratempus. Com libreto da autoria de Carlos Tê e José Topa.
Soam As Guitarras 2020
Soam As Guitarras 2020 é um festival em 4ª edição que decorre de 28 de março a 25 de abril em Oeiras, Évora, Póvoa de Varzim e Setúbal - o mais recente município a integrar o programa. A edição de 2020 do Soam As Guitarras recebe 19 espectáculos de 12 artistas que, motivados pelo espírito de experimentação transversal ao projecto, estreiam novos formatos ou promovem encontros únicos, celebrando a arte da guitarra nos seus múltiplos formatos e abordagens em concertos intimistas, no ambiente acolhedor de teatros, igrejas ou auditórios.
Sofia Lopes
Sofia Lopes é doutoranda em Ciências Musicais – Etnomusicologia no INET-MD. Desenvolve trabalho de investigação em torno do Festival RTP da Canção, Festivais de Música, Música e Televisão, Música e Media e Indústrias da Música. É licenciada em Ciências Musicais e Mestre em Etnomusicologia pela mesma instituição, concluindo com a dissertação intitulada "Duas horas vivas numa TV morta": Zip-Zip, Música e Televisão no preâmbulo da democracia em Portugal.
SOMA (arquivo)
O SOMA é um projeto do INET-md e da Universidade de Aveiro que se define como um laboratório vivo para a construção de um arquivo colaborativo de sons e memórias da região de Aveiro (CIRA).
SOMA

SOMA

Soni Clavium
Soni Clavium é um duo de piano a quatro mãos, constituído por Bárbara Freitas e Luís Arede. O grupo iniciou a sua atividade em 2017, e, desde então, tem-se apresentado em concerto regularmente. Interpreta obras desde Schubert a Piazzolla
Sónia Silva
Sónia Silva é mestre em Ciências Musicais (Musicologia Histórica) pela FCSH-UNL, e professora de Música no Conservatório Nacional. Colaborou como autora na Enciclopédia da Música em Portugal no século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2010 1ª edição.
Sonoscopia
A Sonoscopia é uma associação para a criação, produção e promoção de projectos artísticos e educativos, centrada nas áreas da música experimental, na pesquisa sonora e nos seus cruzamentos transdisciplinares. Desde a sua criação, em 2011, produziu mais de 700 eventos, criações artísticas, actividades pedagógicas e publicações. Esteve presente em cerca de 20 países europeus, bem como em geografias tão distantes quanto os Estados Unidos, a Colômbia, o Chile, o Líbano, o Japão, a Tunísia ou os Emirados Árabes Unidos. Das suas criações destacam-se os projectos Phonambient, INsono, Phobos - Orquestra Robótica Disfuncional e Phonopticon. Em Portugal, a Sonoscopia é parceira de entidades como a Fábrica das Artes/CCB, o Teatro Nacional São João, a Fundação de Serralves, o Cine‑Teatro Louletano, o GNRation e o Teatro de Ferro. Dispõe ainda de um espaço localizado no Porto, com pequenos estúdios equipados e preparados para a concepção e produção de trabalhos criativos e científicos, residências e apresentações informais, tendo acolhido centenas de artistas de todo o mundo. A Sonoscopia é uma estrutura apoiada pela República Portuguesa - Cultura/Direção-Geral das Artes.
Sons do Mira
Sons do Mira é um projecto de música tradicional alentejana que, em formato de arruada ou concerto, recria momentos de convívio típicos das planícies alentejanas. Num passado não muito distante, no dia a dia das famílias alentejanas, a música acompanha as actividades diárias no campo e os serões em família. Estes os momento de partilha de histórias e tradições, nos quais os mais novos recebiam os sábios ensinamentos dos seus pais e avós. A música tradicional alentejana, sob a forma de modas, contem em si estas histórias e estas lições. De pais para filhos, chegam até aos dias de hoje as tradições de um povo, de uma terra e de vidas inteiras. Esta é uma viagem musical pelas planícies alentejanas, onde o visitante pode ser espectador ou interprete. Poderá cantar, tocar, dançar, apreciando a simplicidade da música tradicional alentejana. (10/03/2020)
Sons pela Cidade
Sons pela Cidade é uma iniciativa da Câmara Municipal de Lisboa e da Orquestra Metropolitana que anima as tardes de fevereiro e março. O programa de concertos de entrada livre com músicos da Orquestra Metropolitana de Lisboa (OML), que se estende ao longo de boa parte do ano – com excepção de uma pausa nos meses da canícula – é reforçado em fevereiro e março com a iniciativa Sons pela Cidade.
Sonus Faber Project
Sonus Faber Project é um projeto de Luís Marques (Oboé e Corne Inglês) e de Elizabeth Davis (Marimba e Gamelão) que foi apresentado, em estreia, a 20 de fevereiro de 2020, no Foyer do Teatro Nacional de São Carlos. Nessa ocasião foram interpretadas obras de Tiago Derriça, de Johann Sebastian Bach, de François Du Bois, de Elizabeth Davis, de Andrew Beall e de Astor Piazzolla.
Sun Oddly Quiet
Sun Oddly Quiet é um disco de João Pais Filipe com edição em 2020, numa parceria entre a Lovers & Lollypops e Holuzam. O baterista, percussionista e escultor sonoro, João Pais Filipe serve-se de um kit de bateria por si desenhado para criar um conjunto de temas “entre a pista de dança e o mantra”.
SuonArt
A SuonArt é uma associação cultural criada em Braga, constituída por músicos profissionais e por todos aqueles que desejam contribuir para uma prática musical de qualidade na cidade, que tem por fins a promoção, a divulgação, a formação, o exercício e a criação da Música.
Susana Belchior
Susana Belchior é estudante de doutoramento no Instituto de Etnomusicologia - Centro de Estudos em Música e Dança (FCSH-UNL). O título provisório da pesquisa actual é "Imaterial no Material: um estudo sobre suportes de áudio de 78rpm em colecções portuguesas". Foi membro de tempo integral do projecto de investigação "A Indústria Fonográfica em Portugal no Séc. XX", no INET-MD, de 2008 a 2011.
Susana de Brito Barrote
Susana de Brito Barrote é mestre em Ciências Musicais pela Universidade de Coimbra e autora de artigos da Enciclopédia da Música em Portugal no Século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2020, 1ª edição.
Susana Moreno Fernández
Susana Moreno Fernández é doutora em Etnomusicologia pela Universidad de Valladolid, pós-doutorada no INET-MD, FCSH-UNL. Colaborou com artigos na Enciclopédia da Música em Portugal no século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2010 1ª edição.
Susana Sardo
Susana Sardo é doutora em Ciências Musicais (Etnomusicologia) pela FCSH-UNL, membro da equipa de investigação do INET-MD, professora no Departamento de Comunicação e Arte da Universidade de Aveiro. Colaborou com artigos na Enciclopédia da Música em Portugal no século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2010 1ª edição.
Tânia Carvalho
Tânia Carvalho é uma artista portuguesa nascida em Viana do Castelo, em 1976, e residente em Lisboa, que tem um percurso de mais de 20 anos de criação. Mais conhecida como coreógrafa, trabalha também noutras vertentes artísticas, como a música, o desenho e o cinema.
Tânia Seixas
Tânia Seixas é mestre em Performance Artística - Dança e licenciada em Dança na Faculdade de Motricidade Humana – Universidade de Lisboa (FMH-UL). É docente da licenciatura em Dança na FMH-UL desde 2011. É membro da daCi – Dance and the Child International. Como bailarina, participou em competições nacionais e internacionais de Dança Desportiva e em programas de televisão com grande audiência como o “Dança Comigo”, na RTP1. Desenvolve a tese de doutoramento na área das metodologias de ensino e do treino da Dança Desportiva.
Teatro Académico Gil Vicente
O Teatro Académico de Gil Vicente (TAGV) é uma estrutura da Universidade de Coimbra. Remodelado em 2003, o TAGV é um polo de conhecimento e formação artística.
Teatro Académico Gil Vicente

Teatro Académico Gil Vicente

Teatro Aveirense
O Teatro Aveirense reabriu a 23 de outubro de 2003 após três anos de obras de remodelação. A Câmara Municipal de Aveiro iniciou, assim, uma nova fase em matéria de política cultural, na medida em que a cidade passou a ter um espaço municipal com condições técnicas de excelência e um quadro de pessoal profissional com competências nas áreas das artes do espectáculo.
Teatro Aveirense

Teatro Aveirense

Teatro Camões
O Teatro Camões é um espaço cultural de Lisboa, Portugal, localizado no Parque das Nações, junto ao Oceanário, construído nos anos de 1997-1998, englobado no projecto Expo 98. Integrou a EXPO'98, hoje "Parque das Nações", e confronta-se com dois edifícios de forte volumetria: o Pavilhão do Conhecimento e o Oceanário de Lisboa.
Teatro Camões

Teatro Camões

Teatro das Figuras
O Teatro das Figuras é uma sala de espectáculos e sede da superestrutura Teatro Municipal de Faro, inaugurado em 1 de julho de 2005. Localiza-se na Horta das Figuras, na Estrada Nacional 125. Foi construído, pelo arquitecto Gonçalo Byrne, no âmbito da iniciativa Faro Capital Nacional de Cultura 2005.
Teatro das Figuras

Teatro das Figuras

Teatro das Figuras
Teatro das Figuras é o teatro de Faro que completa, em 2020, 15 anos de existência. O seu surgimento veio alterar o panorama artístico local e regional. Com a abertura do Teatro das Figuras, o Algarve ganhou um palco de excelência para as artes performativas. Um palco capaz de dar resposta as maiores exigências técnicas que os espetáculos requerem.
Teatro de Vila Real
O Teatro de Vila Real é um teatro municipal localizado na Alameda de Grasse, em Vila Real, Trás-os-Montes, Portugal. O edifício foi inaugurado em 2004 pelo então Primeiro-ministro português Durão Barroso. Foi projectado pelo arquitecto português Filipe Oliveira Dias no ano de 2000.
Teatro de Vila Real

Teatro de Vila Real

Teatro Garcia de Resende
O Teatro Garcia de Resende em Évora é um dos mais representativos "teatros à italiana" existentes em Portugal.
Teatro Garcia de Resende

Teatro Garcia de Resende

Teatro Ibérico
O Teatro Ibérico - Centro Cultural Pesquisa Arte é um teatro situado em Lisboa, na Rua de Xabregas, onde se situava o antigo convento de São Francisco de Xabregas. Neste teatro, além da representação de peças também é promovida a aprendizagem da arte teatral.
Teatro José Lúcio da Silva
O Teatro José Lúcio da Silva é a principal sala de espetáculos do concelho de Leiria.
Teatro José Lúcio da Silva

Teatro José Lúcio da Silva

Teatro Lethes
O Teatro Lethes ou Colégio de Santiago Maior, é um edifício notável, situado em Faro. Originalmente construído, em 1605, como Colégio de São Tiago Maior da Companhia de Jesus, foi fundado pelo então Bispo do Algarve D. Fernando Martins Mascarenhas.
Teatro Lethes, Faro

Teatro Lethes, Faro

Teatro Micaelense
Descendente da tradição dos cineteatros que animaram a vida cultural do País desde meados do século XX, o Teatro Micaelense assume-se como depositário de uma história com mais de 60 anos. Inaugurado em 31 de março de 1951, foi projetado pelo arquiteto Raul Rodrigues de Lima, especialista em salas de cinema e de teatro.
Teatro Micaelense

Teatro Micaelense

Teatro Municipal Baltazar Dias
O Teatro Municipal Baltazar Dias é o principal teatro da cidade do Funchal, na Madeira, Portugal. Construído no final do século XIX, está localizado na baixa do Funchal, na Avenida Arriaga. O teatro, projeto do arquiteto portuense Tomás Augusto Soler, segue o modelo tipicamente italiano, seguindo o protótipo do Teatro de São Carlos em Lisboa e do Teatro Alla Scala em Milão.
Teatro Municipal Baltazar Dias

Teatro Municipal Baltazar Dias

Teatro Municipal da Guarda
O Teatro Municipal da Guarda (TMG) é um conjunto de edifícios da autoria do arquiteto Carlos Veloso que inclui grande auditório, pequeno auditório, sala de ensaios, café concerto e galeria de arte. Inaugurado em abril de 2005, é um dos teatros nascidos o programa do Estado Português que recuperou e reconstruiu diversos teatros  designadamente em capitais de distrito.
Teatro Municipal da Guarda

Teatro Municipal da Guarda

Teatro Municipal de Bragança
O Teatro Municipal de Bragança é o principal teatro da cidade portuguesa de Bragança, no nordeste do país. O edifício foi inaugurado em 2004 pelo então primeiro-ministro português Durão Barroso. A estrutura foi projetada pelo arquitecto português Filipe Oliveira Dias no ano de 2001.
Teatro Municipal de Bragança

Teatro Municipal de Bragança

Teatro Municipal de Faro
O Teatro Municipal de Faro é uma super-estrutura que engloba vários espaços destinados à apresentação pública de espectáculos, gerida pela Câmara Municipal de Faro. Integram esta organização o Teatro das Figuras, o Teatro Lethes e o Solar do Capitão Mor.
Teatro das Figuras

Teatro das Figuras

Teatro Municipal de Portimão
O TEMPO - Teatro Municipal de Portimão inscreve-se numa estratégia de revitalização da zona histórica da cidade, em que a cultura participa como vector complementar de desenvolvimento social e económico, contribuindo ao mesmo tempo como um fórum de apresentação e promoção de uma imagem viva da cidade.
Teatro Municipal de Portimão

Teatro Municipal de Portimão

Teatro Municipal Joaquim Benite
O Teatro Municipal Joaquim Benite, também conhecido por Teatro Municipal de Almada, foi projetado pelo arquiteto Manuel Graça Dias em 2005, arquiteto que também fez os projetos da Escola de Música, Artes e Ofícios de Chaves (2004-2008) e a requalificação do Teatro Lu.Ca (2018), em Lisboa, entre muitas outras obras.  
Teatro Municipal Pax Julia
O Teatro Municipal Pax Julia é um teatro localizado em Beja, Portugal. Foi inaugurado em 28 de dezembro de 1928. Em 1952, depois de uma grande remodelação, passou a chamar-se Cine-Teatro. Em 1990 fechou portas. Foi inaugurado como Teatro Municipal em 17 de junho de 2005 num espectáculo com Sérgio Godinho, Rão Kyao, Vitorino, Janita Salomé e Filipa Pais. Teatro Municipal Pax Julia
Teatro Nacional de São Carlos
O Teatro Nacional de São Carlos (TNSC) é a principal casa de ópera em Portugal. Foi inaugurado em 1793 pelo Príncipe Regente D. João para substituir o Teatro Ópera do Tejo, destruído no terramoto de 1755, segundo projeto do arquiteto José da Costa e Silva. O teatro está localizado no centro histórico de Lisboa, na zona do Chiado.

Teatro Nacional de São Carlos

Teatro Ribeiro Conceição
Em 1924, o edifício foi comprado por José Ribeiro Conceição, que ergueu então o Teatro que hoje tem o seu nome, mantendo a fachada setecentista original. A partir da inauguração, a 02 de fevereiro de 1929, o TRC acolhe espetáculos de teatro, ópera, circo, cinema, dança e música, tornando Lamego uma referência na vida cultural do interior do País.
Teatro Ribeiro Conceição

Teatro Ribeiro Conceição

 
Teatro Sá de Miranda
O Teatro Sá de Miranda foi inaugurado a 29 de abril de 1885. A sua construção deveu-se ao esforço de um grupo de personalidades vianenses que constituiu, em 1879, a Companhia Fomentadora Vianense. É um teatro à italiana projectado por José Geraldo da Silva Sardinha com a plateia em forma de ferradura e três ordens de camarotes, com capacidade de 400 lugares.
Teatro Sá de Miranda

Teatro Sá de Miranda

Teatro Thalia
Teatro Thalia, situado nas Laranjeiras, em Lisboa, foi construído em 1820.  É uma das casas da Metropolitana desde 2013, ano em que se tornou “sede” da Temporada Clássica da Orquestra Metropolitana de Lisboa. O nascimento do Thalia, nome da musa da comédia da mitologia grega, aconteceu graças do Conde de Farrobo, um entusiasta das artes cénicas, que decidiu construir um teatro junto ao Palácio das Laranjeiras. Vinte e dois anos depois foi reedificado e renovado com um projeto de Fortunto Lodi, o autor do Teatro Nacional D. Maria II. Na sua inauguração, a 26 de fevereiro de 1843, foi oferecida uma grande festa à Rainha D. Maria II. Antes mesmo de Lisboa ter iluminação pública, o Thalia já tinha a sua própria iluminação a gás, mas em 1862, o teatro e a sala de baile eram destruídos por um incêndio. O Thalia ficou abandonado à sorte, até porque o Conde de Farrobo, que viria a morrer na completa miséria, já não pôde fazer nada. Só quando o Estado tomou posse do imóvel é que o Teatro voltou a ser reconstruído e reabilitado, sendo hoje um dos mais dinâmicos polos de animação cultural e científica da cidade de Lisboa.
Teatro Tivoli
O Teatro Tivoli é um teatro situado na Avenida da Liberdade, no coração de Lisboa, fundado em 1924, com 1088 lugares. O imóvel foi classificado em 2015 pelo IPPAR como Monumento de Interesse Público.
Teatro Tivoli

Teatro Tivoli

Teatro Viriato
Inaugurado nos finais do século XIX com o nome de Theatro Boa União, encerrou as portas, como Teatro Viriato, no ano de 1960.  Reabriu a 8 de maio de 1998, após 38 anos de inatividade, inaugurado com um concerto pela Orquestra Filarmonia das Beiras.
Teatro Viriato

Teatro Viriato

teclado manual
Teclado manual é aquele que é dedilhado, diversamente do teclado pedal (ou pedaleira), tocado com os pés. "Observando o número de teclados, na maioria dos órgãos em Portugal, constata-se a presença de apenas um teclado manual, desde os pequenos órgãos positivos (de armário) a órgãos maiores com fachadas de 12 palmos, que surgem sempre fixos a uma das paredes laterais do templo (salvo poucas exceções). Em órgãos maiores, com fachadas de 12 ou 24 palmos, nas catedrais ou nas igrejas de importantes mosteiros, surgem dois teclados. O teclado superior é sempre o do “grande órgão”, o inferior, do positivo, cadeireta, eco ou realejo. Esta colocação dos teclados manuais é também distinta dos órgãos de outros países, onde o teclado correspondente à secção maior (grande órgão) é, no caso de dois teclados, o inferior. A opção dos organeiros ibéricos prendeu-se com razões puramente técnicas e de localização do someiro e dos tubos do positivo e do grande órgão. Ora, o positivo surge mormente por trás da consola, ao nível dos pés do organista pelo que se torna mais simples e direto ligar essa secção ao teclado inferior e, no caso do grande órgão colocado num nível mais elevado, fazer a ligação ao teclado superior." "Cada um dos teclados do órgão funciona como um órgão em si mesmo, com um someiro próprio, tubos e, por vezes, foles autónomos. A localização de cada uma destas secções, que curiosamente vão ganhar o nome de “órgão”, faz com que, na realidade, um órgão possua ou possa ser constituído por vários “órgãos”, o mesmo será dizer, por várias secções com diferentes tubos." José Alberto Rodrigues
Temporada Música em São Roque
Considerada uma das melhores e mais antigas temporadas de música erudita de Lisboa, a Temporada Música em São Roque inclui no seu programa anual algumas das orquestras e coros mais importantes do panorama de música clássica portuguesa. Esta iniciativa surgiu em 1988 e reforça a política da instituição de apoiar a cultura musical de matriz portuguesa, divulgando, em simultâneo, o seu património histórico e artístico.
Teresa Araújo
Teresa Araújo é doutora em Línguas e Literaturas Românicas pela FCSH-UNL, professora no Departamento de Estudos Portugueses e membro do IELT - Instituto de Estudos de Literatura Tradicional.
Teresa Cascudo
Teresa Cascudo é doutora em Ciências Musicais (Musicologia Histórica) pela FCSH-UNL, professora na Universidade de La Rioja (Espanha), membro da equipa de investigação do Centro de Estudos Interdisciplinares do século XX - CEISXX da Universidade de Coimbra. É autora de artigos da Enciclopédia da Música em Portugal no século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2010 1ª edição.
Teresa Pelas
Teresa Pelas, falecida, licenciou-se em Ciências Musicais pela FCSH-UNL, e foi professora no Conservatório Regional de Portalegre. Colaborou com artigos na Enciclopédia da Música em Portugal no século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2010 1ª edição.
Teresa Simas
Bailarina, conferencista, professora e autora de livros e programas de rádio, Teresa Simas é doutoranda na Faculdade de Motricidade Humana da Universidade Técnica de Lisboa. Fez o mestrado da FMH em Performance artística - Dança. Dançou em companhias de dança Portuguesas como o Dança Grupo e o Ballet Gulbenkian. É membro fundador da Orquestra de Câmara Portuguesa e gestora artísticas dos projetos sociais.
Terra Quente
Terra Quente é um agrupamento musical que nasce da cumplicidade musical de quatro músicos, com vontade de (re)criar a música pela qual têm sido influenciados ao longo das suas vidas: música portuguesa, fado, guitarra portuguesa, guitarra, percussão, música brasileira, world music.
The ocean inside a stone
The ocean inside a stone é um CD de Susana Santos Silva Impermanence, com Susana Santos Silva em trompete, tin whistle, voz, composição; João Pedro Brandão, saxofone alto, flauta, flautim, coro; Hugo Raro, piano, sintetizador, coro; Torbjörn Zetterberg, baixo elétrico, voz, qraqeb Marcos Cavaleiro, tambores. Gravado a 22-23 de julho de 2019,  e masterizado por Serafim Borges nos Groove-Wood Studios. Mistura por Serafim Borges, João Pedro Brandão de Susana Santos Silva.
The Ocean Inside a Stone
The Ocean Inside a Stone é um álbum da trompetista portuguesa Susana Santos Silva. Confirma a trompetista como uma das figuras europeias do jazz e da música contemporânea.
Theatro Circo
O Theatro Circo localiza-se na Avenida da Liberdade n.º 697, na freguesia de São Lázaro, cidade e concelho de Braga, distrito de mesmo nome, em Portugal. É considerado o mais prestigiado teatro bracarense. Encontra-se classificado como Imóvel de Interesse Público desde 1983.
Theatro Circo, Braga

Theatro Circo, Braga

Tiago Coimbra
Tiago Coimbra (n. 1990) é oboé solista na Göttinger Symphonie Orchester. Concluiu em 2016 o diploma de solista com Emanuel Abbühl na Hochschule für Musik Basel com distinção, após ter terminado em 2013 o mestrado com a classificação máxima na Zürcher Hochschule der Künste. Colaborou como oboé solista com a Gustav Mahler Jugendorchester, NDR Radio-philharmonie Hannover, MDR Sinfonieorchester Leipzig, Staatsoper Hannover e Staatsorchester Kassel, e integrou ainda a Luzerner Sinfonieorchester, Opernhaus Zürich, Orquestra Gulbenkian, Orquestra Nacional do Porto, Orquestra XXI e Remix Ensemble.
Tiago Hora
Produtor e musicólogo, Tiago Hora é investigador do INET-MD, doutorando em Ciências Musicais na FCSH-UNL e mestre em Musicologia Histórica (2010). É autor das publicações em livro Espólio Manuel Ivo Cruz: Música Manuscrita Portuguesa e Brasileira (UCE-Porto 2013), Joaquim Simões da Hora: Intérprete, Pedagogo e Divulgador (Edições Colibri 2015) e Fernando Lopes-Graça e Eugénio de Andrade: o diálogo entre a música e a poesia (Chiado Editora 2018). Em 2011 fundou a ARTWAY, e tem levado a cabo uma intensa atividade fonográfica.
Tocá Rufar
O Tocá Rufar é um projeto modelo de formação artística e cultural para a afirmação e promoção da percussão tradicional portuguesa e do instrumento bombo que se distingue ao colocar a cultura portuguesa, o conhecimento e a arte, em posição privilegiada como fonte de valor, de desenvolvimento e de contemporaneidade; e por torná-los acessíveis a todos os indivíduos.
Tomás Henriques
Tomás Henriques é doutor em Composição pela State University of New York (Buffalo), professor no Departamento de Ciências Musicais na FCSH-UNL, membro da equipa de investigação do CESEM-Centro de Estudos de Sociologia e Estética Musical na mesma instituição. Colaborou com artigos na Enciclopédia da Música em Portugal no século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2010 1ª edição.
Tradisom
A Tradisom Produções Culturais Lda. foi criada para captar e divulgar as tradições musicais portuguesas, não só em Portugal, mas também nos locais onde a presença e as influências musicais dos portugueses se fazem sentir.
transepto
O transepto é a parte da igreja que atravessa o corpo principal próximo da capela-mor e dá ao edifício a sua planta em forma de cruz. Há diversos casos de órgãos de tubos localizados no transepto, direito ou esquerdo.
Trio Maria Monda
Trio Maria Monda é um trio feminino de canto à capella composto por Susana Quaresma e Sofia Adriana Portugal - vindas do universo da música clássica - e Tânia Cardoso, de artes do palco.  Editou em 2020 o seu álbum de estreia, com título homónimo, tendo gravado, entre outros, temas de Amália, José Afonso e Milton Nascimento.
Trio Maria Monda

Trio Maria Monda

Universidade de Aveiro

No DeCA estão sediadas as competências em Estudos de Arte e Música, que se organizam transversalmente. Oferece 3 cursos de licenciatura (Design, Música e NTC), 5 cursos de Mestrado (Música, Ensino de Música, Design, Criação Artística Contemporânea e Comunicação Multimédia) e 4 cursos de doutoramento (Música, Design, ICPD e Multimédia em Educação).

Reitoria da Universidade de Aveiro

Reitoria da Universidade de Aveiro

Vanda de Sá
Vanda de Sá é doutora em Musicologia pela Universidade de Évora e professora na mesma instituição. Colaborou com artigos na Enciclopédia da Música em Portugal no século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2010 1ª edição.
Vasco Dantas
Nascido no Porto em 1992, Vasco Dantas já obteve mais de 50 prémios em concursos internacionais em países como a Alemanha, Espanha, Grécia, Itália, Malta, Marrocos Portugal e Reino Unido: “Grand Prix” no Valletta International Piano Competition (Malta), “Prix Spécial” no Concours International de Piano SAR La Princesse Lalla Meryem (Marrocos), o 1º Prémio no Concurso de Interpretação do Estoril.
Vasco Pereira
Vasco Pereira (n. Lisboa, 1956) fez os estudos superiores de música em Espanha, onde frequentou os Conservatórios Superiores de Música de Badajoz, Sevilha e Real C. de Madrid, tendo-se especializado em Composição e Orquestração/Instrumentação. É fundamentalmente em Espanha que a carreira de compositor se desenvolve. Tem obras estreadas em toda a Europa e América.
Vera Marques Alves
Vera Marques Alves é doutora em Antropologia pelo Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa (ISCTE) e investigadora do CRIA - Centro em Rede de Investigação em Antropologia. É autora de artigos da Enciclopédia da Música em Portugal no Século XX, edição Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2020, 1ª edição.
Virgílio Pereira
Maestro e Etnógrafo Virgílio Pereira entre a descoberta do folclore e o compromisso de transformação social é uma obra de Maria do Rosário Pestana com prefácio de Salwa Castelo Branco, das Edições Colibri, no âmbito do projeto “A nossa música, o nosso mundo: Associações musicais, bandas filarmónicas e comunidades locais (1880-2018)”, desenvolvido pelo INET-md/Universidade de Aveiro.
Vivarium Festival
Vivarium Festival é um festival que se realiza no Porto e que reflete sobre o impacto da tecnologia nas artes e na sociedade. O tema da segunda edição, em 2019, foi “Natural Intelligence, What AI still can’t do?” em referência ao livro de 1972 de Hubert L. Dreyfus, “What Computers Still Can’t Do, A Critique Of Artificial Reason”. “Inteligência Natural, o que as Inteligências Artificiais (IA) ainda não podem fazer?”, a segunda edição do Vivarium Festival pretende questionar as convergências e divergências entre Inteligência Natural e Inteligência Artificial. Em 2019 o Vivarium ambicionou estimular o debate sobre as convergências e divergências entre Inteligência Natural e Inteligência Artificial, apresentando exposições, performances, concertos, workshops e palestras em vários espaços da cidade do Porto: Maus Hábitos, Ateneu Comercial, Cinema Passos Manuel e Reitoria da Universidade do Porto, com a conferência de filosofia “Criar Conceitos-Seguir Regras”. Em 2020 volta ao Porto.
White Works
"White Works" João Paulo plays Carlos Bica é um CD (Universal Music) com interpretação de João Paulo que toca exclusivamente composições de Carlos Bica. "White works" foi votada em Portugal "Best Jazz CD of the year" 2019.