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Raquel Alão

Soprano

Natural de Lisboa e licenciada em Professores de Educação Musical do Ensino Básico pela Escola Superior de Educação de Setúbal, Raquel Alão é coralista convidada do Coro do Teatro Nacional de S. Carlos, desde 2006, e coralista freelancer do Nederlands Kamerkoor, desde 2007.

Concluiu em 2004 o Curso de Canto da Escola de Música do Conservatório Nacional, onde estudou sob a orientação de Filomena Amaro, com a classificação final de 20 valores. Participou no Concurso Nacional de Canto Luísa Todi, onde foi galardoada com o Terceiro Prémio para Voz Feminina.

Foi solista na Missa em Sol de Caldara; Missa Brevis em Sol M, Spatzen-Messe e Benedictus sit Deus de Mozart; In nativitatem canticum de Charpentier; Christus natus est de Du Mont, com o Coro de Santa Maria de Belém; Gloria de Vivaldi, com o Opus 21; Lauda Sion de Mendelssohn, Exultate Jubilate e Missa Brevis em Fá M de Mozart, com o Coro da Universidade Nova de Lisboa sob a direção de João Valeriano; na cantata Nulla in mundo pax sincera de Vivaldi, com a Orquestra Divino Sospiro; A Sea Symphony de Vaughan Williams, com o Coral Lisboa Cantat, sob a direcção de Jorge Alves; e na cantata cénica Carmina Burana, de Carl Orff, com Leonardo Neiva e Carlos Guilherme, sob a direção de Günter Neuhold, com a Orquestra Sinfónica Portuguesa e o Coro do Teatro Nacional de São Carlos.

Na ópera foi Amor na versão concerto de Orfeo ed Euridice de Glück; Flamínia na estreia moderna de Il Mondo della Luna de Pedro Avondano no âmbito do Atelier de Ópera da Escola de Música do Conservatório Nacional; e Eurídice em La Descente d’Orphée aux Enfers de Charpentier, sob a direção de António Carrilho. Em 2006 foi Königin der Nacht em Die Zauberflöte, no Festival Rota dos Monumentos na Cidadela de Cascais, com Keel Watson no papel de Sarastro e direcção de Jean Bernard Pommier, e em 2008 retomou o papel n’ A Flauta Mágica para jovens, no Teatro Nacional de São Carlos, sob a direção de Cesário Costa. Em 2005 interpretou os Notturni a três vozes e três corni di bassetto de Mozart, com o Trio Stadler, Maria Luísa Tavares e Hugo Oliveira, num concerto integrado no IX Festival de Música de Mafra.

Em paralelo, é membro fundador do Banchetto Musicale Lusitania, grupo vocal e instrumental que se dedica à interpretação de música antiga. Em 2004, este agrupamento apresentou-se em concertos no território nacional e esteve, também, patrocinado pela Fundação Calouste Gulbenkian, no Rio de Janeiro, em Juiz de Fora e em Tiradentes em concertos integrados no XV Festival de Música Colonial e Música Antiga de Juiz de Fora, Brasil. Em 2006 o grupo participou, a convite de Maria Cristina Khier, no Festival de Musique du Haut-Jura, França, e fez ainda o concerto de abertura do X Festival Internacional de Música de Mafra.

Raquel Alão participa em classes e cursos de aperfeiçoamento, dos quais se destacam as master classes dadas pelas cantoras Sarah Walker, Mara Zampieri, José Oliveira Lopes, Elisabete Matos e Elena Nentwig.

[ Músicos naturais de Lisboa ]
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