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David Santos
Glossário

Dicionário de músicos portugueses

Dicionário de músicos portugueses

Um surpreendente Dicionário de Músicos Portugueses, uns emergentes, outros consagrados, outros caídos no esquecimento. Inspirou-se no trabalho do investigador João Carlos Callixto e homenageia o seu contributo para a divulgação da música em Portugal. Projeto em desenvolvimento, contem muitas adaptações de António José Ferreira e acrescentos baseados na vasta Discografia e bibliografia existente no acervo Meloteca.

Adriano Correia de Oliveira

Adriano Correia de Oliveira  (Porto, 9 de Abril de 1942 — Avintes, 16 de Outubro de 1982) foi um músico português, intérprete da Canção de Coimbra e cantor de intervenção.

Agostinho Cardoso Henrique

Agostinho Cardoso Henrique (1949-2021) foi um baterista bem conhecido da cena musical do Porto. Na década de 60, fez parte da formação do conjunto Académico Ruy Manuel, tendo já em 70s integrado os Ex-Libris e os Smoog.

Alberto Jorge

Nascido a 13 de março de 1952, Alberto Jorge é um dos baixistas mais eclécticos do Norte de Portugal. Psico, Smoog, Quarteto 1111, João Lóio, Mão Morta ou Miraldo são apenas alguns dos projectos que integrou ou com quem tocou.

Alberto Júlio

Alberto Júlio (n. 5 abril 1946) é uma das vozes que Abril revelou. Com um percurso musical desenrolado entre 1974 e 1978, gravou nesse período dois álbuns e três singles de originais, na Valentim de Carvalho e na Sassetti. Ao seu lado, teve orquestradores como Fernando Correia Martins, Jorge Constante Pereira, Jorge Palma e Carlos Alberto Moniz – o que não é algo de somenos. Para que esta obra não fique “Em Segredo” (nome do último disco editado), a parte inicial da mesma está agora disponível online de forma oficial.

Alberto Sousa Pinto

Nascido a 3 setembro 1946, Alberto Sousa Pinto foi o líder do conjunto Sousa Pinto e do Grupo 5. E se na década de 1960 foi dos músicos na área do pop rock que mais gravaram, continua ainda bem activo, tendo editado em 2020 o álbum “50 Anos Depois” e sendo autor da inspirada canção “Porto Cidade” (com letra do seu antigo editor Arnaldo Trindade e que já passou pelas vozes da galega Erea Castro e do nosso José Cid).

Alcindo de Carvalho

Alcindo Simões de Carvalho foi um dos mais castiços fadistas. Nasceu a 9 de Janeiro de 1932, em Lisboa, na Rua da Rosa, no emblemático e castiço Bairro Alto. Aqui, Alcindo de Carvalho cresceu junto do seu pai, alfaiate de profissão e amante do fado, e dos seus cinco irmãos, entre os quais a guitarra e a viola marcavam presença em pequenos concertos familiares onde se tocava e cantava o fado. Aos poucos, Alcindo de Carvalho foi-se deixando abraçar pelo género musical e iniciou a interpretação em público dos seus primeiros temas de fado.

Amélia Muge

Nascida a 7 de fevereiro de 1952, Amélia Muge é uma das mais criativas e transgressoras cantautoras portuguesas. É uma criadora muito eclética, fazendo revisitações que vão às raízes da música tradicional, passando pelos desafios de fusão multicultural e pelas linguagens mais contemporâneas. Pioneira em Portugal do canto individual a vozes e de criação de ambientes vocais, Amélia Muge foi desenvolvendo potenciais tímbricos numa interacção com samples feitos a partir da sua voz.

Ana Paula Reis

Nascida a 31 de janeiro de 1962, Sócia, Ana Paula Reis foi uma voz pop da década de 1980. É fundadora e Psicóloga no NUPE – Núcleo de Psicologia e Educação.

Ana Rosmaninho

Ana Rosmaninho é uma grande voz do fado que preencheu a década de 1970, que cantou nomes como António Botto, Artur Ribeiro, Vasco de Lima Couto ou Vinicius de Moraes e que nos deixou muito nova. Nasceu no Alentejo, distrito de Évora e mudou-se para Lisboa muito nova. Começou a apreciar o Fado, incentivada por sua mãe, que embora não cantasse, era uma grande admiradora. Como profissional começou a cantar aos 17 anos na Viela. Cantou seguidamente no Faia, onde passa a conviver mais de perto com meu avô, que por ela tinha um carinho muito especial, e foi por sua decisão que Ana Rosmaninho canta com ele, no programa de televisão “Marceneiro é só Fado”, gravado pela RTP em 1967. Foi convidada várias vezes para actuar no Casino Estoril e gravou 2 discos ambos pela editora Alvorada, em 1975 e 1977. Gravou para a etiqueta portuense Rapsódia temas como No Jardim de Palhavã, Por te amar perdi a Deus, Violeta Roxinha, Hás-de-pensar. Cantou com Alfredo Marceneiro e João Braga, entre outros.

Aníbal Miranda

Nascido a 28 de setembro de 1951, Aníbal Miranda é um dos mais inspirados rockers da cena portuense, com edições em disco precisamente desde a década de 1970. Entre a Inglaterra e os EUA, onde continuou o seu percurso nos anos mais recentes, é dono de um conjunto de canções que só não surpreendem quem ainda não as conhece. Para uma colectânea de Aníbal Miranda, “Connect/Everytime”, editada pela Universal, João Carlos Callixto escreveu em 2006 escrevi o seu primeiro texto para um CD.

António Garcez

Pioneiro, precursor, desbravador de novos caminhos para a música portuguesa , António Garcez é uma lenda maior do rock em Portugal. «Rebelde», «controverso», «original», «ousado», «chocante», «desbocado», «obsceno», «arrasador», «potente», «importante», «surpreendente»… Muitos foram os adjectivos que os jornais e revistas, programas de rádio e televisão ou, mais recentemente, sítios e blogues que se dedicam a estudar a arqueologia do rock em Portugal…  utilizaram para caracterizar o cantor António Garcez.

António Macedo

António Macedo (n. 26 fevereiro 1946 – m. 1999) cantou de uma forma única nas décadas de 1970 e 80. “Canta, canta, amigo, canta / Vem cantar a nossa canção / Tu sozinho não és nada / Juntos temos o mundo na mão”.

António Mafra

António Mafra (n. 6 de março de 1932 – 1977) foi titular de um dos mais populares e divertidos “conjuntos típicos” portugueses, como cantor e tocador de guitarra portuguesa. O conjunto António Mafra foi um conjunto musical de raízes populares que atingiu grande popularidade com mais de 80 discos gravados em 58 anos de carreira. Os muitos sucessos do grupo são “Sete e pico”, “Arrebita”, “O Carteiro”, “Ora vejam lá”, “o manjerico” e tantos outros.

António Mourão

António Mourão, nome artístico de António Manuel Dias Pequerrucho (Montijo, 3 de junho de 1935 — Lisboa, 19 de outubro de 2013) foi um fadista português. Intérprete do conhecido tema “Ó Tempo Volta para Trás” afastou-se do mundo artístico nos anos 90. Foi “fadista da nova vaga”, como a editora Telectra o apresentava na década de 1960.

António Portugal

António Portugal é um dos músicos que revolucionaram a Canção de Coimbra. Nasceu em 23 de outubro de 1931, na República Centro-Africana, e morreu em Coimbra, a 26 de junho de 1994, com 63 anos. António Moreira Portugal teve como professores dois guitarristas “futricas”, barbeiros de profissão e irmãos (o Flávio e o Fernando).

António Torrado

Conhecido pela literatura para crianças e jovens, o escritor António Torrado (1939-2021) deixou também letras para canções. A mais antiga a ser gravada foi já em 1966, com música de Nuno Guimarães (1942-1973) e interpretação de António Bernardino (1941-1996). Chama-se “O Tempo sem Sombras” e a equipa responsável por esse belo e histórico EP inclui o guitarrista Rui Pato.

Armando Gama

Armando Gama (1954-2022) foi um músico que desde os anos 70 cantava baladas, pop rock e até música de cariz sinfónico. Foi membro dos Tantra e dos Sarabanda, andou pelo Festival RTP da Canção (que venceu em 1983) e, mais recentemente, conseguiu levar a palco um sonho antigo: apresentar o “Poema Sinfónico da Serra da Estrela” nessas terras dos seus antepassados.

Arnaldo Trindade

Arnaldo Trindade é o fundador do importante selo discográfico Orfeu, que criou no Porto em 1956, jovem de 22 anos. Como disse o próprio a João Carlos Callixto: “Sabe o que a Orfeu tinha? Era a disponibilidade para coisas novas e diferentes e isso é que deu empurrão a muita coisa. Não estávamos sujeitos a ideias pré-concebidas e a ideias do passado. Nós queríamos sempre coisas novas, diferentes, junções, uniões.”

Artur Batalha

Artur Batalha (n. 14 abril 1951) é um fadista cuja voz  “fez de temas como “Sete espadas, sete ventos”, “Hoje morreu um poeta”, “Tempos de criança”, “Tive um coração, perdi-o” verdadeiros sucessos. (…) A maioria das suas canções falam sobre a solidão, a pobreza extrema, o amor entre homem e mulher, com base naquilo que “via e vivia no seu bairro”. Esteve afastado do palco durante muitos anos por problemas com drogas. Voltou há 12 anos e retomou os espetáculos em casas de fado de Lisboa. A última vez que gravou foi em 2010 a convite da Mariza. (Rita Dantas Ferreira

Berta Cardoso

Berta dos Santos Cardoso, que adoptou o nome artístico de Berta Cardoso, nasceu em Lisboa, a 21 de outubro de 1911, e morreu a 12 julho, 1997. É um dos nomes mais populares do fado no século XX.

Carlos Bastos

Carlos Bastos (Lisboa, 23 de janeiro de 1947) é um fadista português. O seu maior sucesso é uma versão de “Hey Jude” dos Beatles. Gravou Pessoa e Mário de Sá-Carneiro quando ainda não era assim tão comum; juntou fados, baladas e pop music; cantou Beatles e Stones em fado; fez parte dos Chinchilas.

Carlos Costa

Carlos Costa (1928-2021) foi com Júlio Costa um dos irmãos fundadores do Trio Odemira, um dos grupos mais carismáticos e duradouros da música portuguesa. Desde os anos 1950, tantos e tantos foram os discos que gravaram, os sucessos que tiveram, as gerações a que chegaram com as suas vozes tão características. E a importância que tiveram na disseminação do reportório da canção latina nunca será de negligenciar. Menos conhecido é o facto de ter sido deles uma das primeiríssimas versões de uma canção de José Afonso – “Menino de Oiro”.

Carlos Macedo

Carlos Macedo, nome artístico de José Carlos de Campos Macedo (Lousado, 9 de dezembro de 1946) é um fadista, guitarrista, autor, compositor, construtor de guitarra portuguesa. Dono de uma carreira começada em Moçambique que tinha já dado os primeiros passos nos anos 60. E poucos se distinguem no Fado como cantores, instrumentistas e autores de letra e música, como tem sido sempre o seu caso.

Carlos Miguel

Carlos Miguel (1943-2021), conhecido por “o fininho”, foi um actor que entre o teatro de revista e o “1, 2, 3” fez rir tantos portugueses, e chegou a gravar discos. Morreu a 19 de junho 2021.

César Batalha

César Batalha (1945-2022) foi um dos nomes mais populares na escrita e direcção de música coral em Portugal nas últimas cinco décadas. Fundador do Coro de Santo Amaro de Oeiras, musicou alguns dos grandes poetas portugueses e é dele a autoria da popular “A Todos um Bom Natal”, de 1980. Faleceu a 14 de janeiro de 2022.

César Morgado

Nascido a 20 de novembro de 1931, César Morgado é um fadista que foi bem popular na década de 1960, cantando temas como Amor de mãe, Saudade, Ciganita, Amor Traído, publicado pela etiqueta portuense Rapsódia.

Daniel Bacelar

Daniel Bacelar foi um dos maiores rockers. A 8 de maio de 1961, foi publicado o seu primeiro disco “a solo”. Tinha passado meio ano da edição do histórico EP “Caloiros da Canção 1”, partilhado com os Conchas, e este novo disco consolidava o caminho autoral iniciado nesse primeiro trabalho. Dois originais, “Só um Beijo Mais” e “O Tempo o Dirá”, e duas versões, de “Pity Pity” (de Paul Anka e depois do brasileiro Tony Campello) e do «clássico» “Marcianita”. Eram as primeiras explosões rock.

Daphne

Nascida a 24 fevereiro 1951, Daphne foi uma cantora que participou no Festival da Canção com “Verde Pino”.

David Santos

David Santos é um músico nascido em 1982.

David Santos

David Santos

Demónios Negros

No Portugal musical dos anos 1960, muitos foram os grupos de rock a não conseguirem gravar um disco. Alguns, num misto de sorte e talento, lá concretizavam esse desiderato, com maior ou menor sucesso no resultado – numa primeira fase, apresentando mais versões do que originais. Vindos da Madeira, os os Demónios Negros conseguiram editar dois discos, no espaço de ano e meio (1965-1966). A versão em português de “Yesterday” foi feita pelo então guitarrista Luís Jardim.

Deniz Cintra

Nascido a 8 dezembro 1951, Deniz Cintra é um cantautor das décadas de 60 e 70, dono de um percurso de três discos hoje praticamente desconhecidos e ainda de uma banda sonora inédita para o curioso filme “As Deambulações do Mensageiro Alado”, de Gonsalves Preto e com Herberto Helder. Com a ironia sempre presente nas suas canções, chamou a si por vezes músicos mais próximos do rock, como Filipe Mendes ou Edmundo Silva. Recentemente, a Universal recuperou digitalmente o seu terceiro e último disco, de 1971.

Dinâmicos

Com 2 originais e 2 versões, o primeiro disco deste histórico grupo madeirense foi publicado em 1966. O vocalista, Valério Silva, haveria de seguir percurso a solo logo depois.

Edmundo Falé

Nascido em 1946, voz com carreira começada nos anos 1960, Edmundo Falé é o antigo vocalista dos Ekos e do conjunto Mistério. Iniciou em 1966 um percurso a solo que conheceu em 1973 algumas páginas ao lado do Quarteto 1111. Estreou-se em disco e a solo, com um EP editado pela Tecla, de Jorge Costa Pinto.

Edmundo Silva

Edmundo Silva esteve nas primeiras levas do rock em Portugal, com o conjunto Nova Onda e com o conjunto Mistério. Fez parte de um dos grupos mais carismáticos de sempre da nossa música, os Sheiks. Tocou nos álbuns de estreia do Quarteto 1111 e de Fausto e experimentou ainda o psicadelismo ao lado de Paulo de Carvalho. Andou pelo jazz e acompanhou a “nossa” cantora francesa Catherine Ribeiro. Integrou o conjunto de Guitarras de Fernando Alvim e gravou ao lado de Francisco Naia, de Luís Cília, de Jorge Palma ou de Rui Veloso. Fez parte d’Os Amigos que foram à Eurovisão em 1977 e dos Jagunços do Ritmo onde até estava um inesperado Júlio Isidro. Fez isto e tanto mais ao longo de uma carreira de cerca de seis décadas.

Eduardo Damas

Nascido a 9 de agosto de 1921, Eduardo Damas foi letrista de alguns dos maiores sucessos do fado e da canção ligeira das décadas de 50, 60 e 70. O tempo não volta mesmo para trás, mas cabe-nos fazer com que os grandes de ontem não sejam esquecidos amanhã – e foi isso que fizeram recentemente fadistas como Sandra Correia, Gonçalo Salgueiro, Matilde Cid ou Marco Oliveira, ao gravarem canções com textos de Eduardo Damas.

Eduardo Nascimento

Eduardo Nascimento foi o cantor que venceu em 25 de fevereiro de 1967 o Festival RTP da Canção, realizado ainda nos Estúdios da Tobis, em Lisboa. Com o disco de estreia dos Rocks editado pouco antes, o cantor era o primeiro vocalista de um grupo “moderno” a ganhar o evento e a mostrar à Europa que Portugal também estava atento às melhores “ondas pop” – graças aqui ao talento do músico Nuno Nazareth Fernandes e do letrista João Magalhães Pereira. Tornou-se no primeiro intérprete de origem africana no Festival da Eurovisão, mostrando que a riqueza da Europa sempre residiu no seu cruzamento de culturas.

Eduardo Paes Mamede

Nascido a 22 de fevereiro de 1952, Eduardo Paes Mamede, entre tantas outras coisas, produziu álbuns históricos como “Por Este Rio Acima”, de Fausto, cantou com Tonicha e com Paulo de Carvalho, produziu José Afonso e Né Ladeiras, fez parte do G.A.C. – Vozes na Luta, para além de ser director de coros e de ter um novo e muito recomendável projecto, de nome Anfiguri.

Eugénia Lima

Nascida a 29 março 1926, Eugénia Lima foi umas das maiores acordeonistas portuguesas do séc. XX.

Ermelinda Duarte

Nascida a 6 de outubro de 1946, a atriz e cantora Ermelinda Duarte é uma das vozes mais populares de Abril (Somos livres / Uma gaivota voava, voava).

Eurico Cebolo

Eurico Cebolo (1938-2021) foi um músico e pedagogo cujos manuais foram porta de entrada para muita gente nos anos 70, 80 e 90. Como escritor de canções, o seu nome destacou-se primeiro no 3º Festival de Aranda do Douro, em 1962, onde a sua “Canção do Douro” se classificou em 3.º lugar, na voz de Maria do Espírito Santo. Ainda gravou em Moçambique, na etiqueta Cináfrica, e depois só nos anos 80 voltaria às edições discográficas, já no seu próprio selo editorial.

Fado Lírico

Fado Lírico é o melhor de dois universos musicais num só concerto: Canto Lírico e Fado, pelas vozes da soprano Filipa Lopes e da conceituada fadista Teresa Tapadas, numa viagem musical rica entre a tradição da canção portuguesa Património da Humanidade e a magia do Canto Lírico num concerto versátil que cruza obras em português com as de compositores clássicos, ao som do piano. Os Fado Lírico apresentam o Concerto Portugal – uma ode musical de repertório exclusivamente de autores nacionais e luso-brasileiros (Fado, Modinhas, Ópera e Canções). O trio é formado por Teresa Tapadas (fado), Filipa Lopes (soprano) e Pedro Vieira de Almeida (piano).

Fernanda Maria

Fernanda Maria foi uma das maiores vozes do fado. Nasceu a 6 de fevereiro de 1937.

Fernando Conde

Fernando Conde foi um dos ídolos juvenis da  década de 1960 em Portugal. Nasceu a 16 de março de 1947. Na etiqueta Alvorada editou os temas A luz; Esperarei; Stephanie; e Amar, viver, sonhar.

Fernando Correia Martins

Nascido a 23 novembro 1936, Fernando Correia Martins foi um dos talentos mais versáteis da música portuguesa da década de 60 em diante, que tanto estava em casa na canção ligeira, no folclore, no pop rock ou ainda ao lado dos cantautores – e para quem a guitarra ou o violino não tinham segredos, para além da batuta.

Fernando Girão

Fernando Girão (n. 14 outubro 1951) é uma das vozes mais eclécticas e rebeldes da música portuguesa.

Fernando Quejas

Fernando Quejas foi um dos cantores mais populares de Cabo Verde dos anos 1950 a 1970, tendo nessa altura gravado quase vinte discos. Nasceu a 30 de abril de 2022. Segundo outra fonte, este aniversário seria só dentro de dias. Falta-nos o assento de nascimento do músico para tirar a dúvida. A sua obra está aí para ser ouvida, (re)editada e estudada.

FF

FF é o nome artístico de uma cantor português nascido em 1987. Fez digressão pelo país, com mais de 80 concertos e atingindo o galardão de quádrupla platina com o seu primeiro disco. Seguiram-se mais dois discos e um DVD ao vivo no Coliseu dos Recreios. Eestreou-se profissionalmente nos musicais com “Fame” em 2008 ”. Em 2017 participou em “Simone, o Musical” e no ano seguinte em “Zé Manel Taxista – Uma Comédia com Brilhantina”, ao lado de Maria Rueff. Em 2019 lançou o single “Amor Não Se Esquece” e protagonizou “O Fantasma da Ópera”.

Filipe de Brito

Nascido a 24 de novembro de 1941, Filipe de Brito foi um acordeonista e maestro que nas décadas de 60 e inícios de 70 chegou a cruzar como poucos os mundos do folclore e do pop rock, com incursões também pela obra de José Afonso.

Filipe de Brito

Filipe de Brito deixou  um legado na música portuguesa que, nas décadas de 1960 e 1970, chegou a abeirar-se do rock. No EP Complications, publicado pela Valentim de Carvalho em 1967, tem não só a presença de Jorge Costa Pinto como director musical mas também, segundo me contou, dos elementos dos Sheiks. Não era comum algo assim.

Flak

Flak (n. 18 de outubro de 1961-) é o guitarrista dos Rádio Macau (e mais) e dono de um percurso a solo iniciado já em 1998.

Francisco Gonçalves

Francisco Gonçalves (1944-2022) foi um dos “violas” do fado com maior carreira, longa de mais de 50 anos. Acompanhou em disco nomes como António Pinto Basto, Carlos Zel, Cidália Moreira, Fernando Maurício, Manuel de Almeida, Maria Armanda, Nuno de Aguiar, Rodrigo ou, mais recentemente, Diamantina ou José Gonçalez, deixando a sua marca também ao lado do trabalho guitarrístico da família Parreira. Em 2016, foi entrevistado por João Carlos Callixto para o “Passado ao Presente”, por sugestão do guitarrista Bruno Fonseca, e foi recordada uma das suas primeiras gravações, ao lado do cantautor Daniel.

Franjas

Nascido a 27 de setembro de 1951, Franjas foi o antigo guitarrista de grupos como os Steamers, Elo ou Ferro & Fogo, todos eles com obra em disco entre o final dos anos 1960 e o início da década de 1980. Foi um dos precursores do “boom do rock” e filho de um guitarrista de fado.

General D

Nascido a 28 outubro 1971, General D foi o primeiro rapper português a assinar contrato com uma multinacional.

Guilherme Inês

Guilherme Inês (1951-2021) foi um dos nomes mais transversais da música portuguesa. Músico, produtor e co-autor de sucessos como “Se Cá Nevasse”, da Salada de Frutas (1981), grupo de que foi membro, ou “Não Sejas Mau pra Mim” (1986), de Dora, foi também produtor de Dulce Pontes no início da carreira da cantora. Mas o seu percurso vem bem de trás, dos tempos dos grupos Zoo, Chinchilas e Objectivo; entre 70s e 80s, foi um dos mais requisitados bateristas, tendo tocado e gravado ao lado de José Afonso, Fausto, Lena d’Água, Paulo de Carvalho, José Cid, Sérgio Godinho, Carlos Mendes, Jorge Palma, Julio Pereira, Fernando Tordo, Trovante ou Vitorino. A partir dos anos 80, nos estúdios Namouche, em Lisboa, ao lado do também já desaparecido Zé da Ponte (e mais tarde de Luís Oliveira), produziu nomes como Ana Paula Reis, Júlio Isidro (no seu único disco a solo como intérprete) ou o seu próprio projecto Zoom, para além das já referidas acima Lena d’Água, Dora ou Dulce Pontes.  Morreu a 14 de setembro de 2021.

Helena Isabel

Nascida a 6 de fevereiro de 1952, Helena Isabel é uma actriz e cantora. O seu primeiro disco foi lançado em 1974, quando se estreou no Festival RTP da Canção.

Hugo Ribeiro

Hugo Ribeiro foi um dos mais carismáticos técnicos de som da História da Música gravada portuguesa. Amália, José Afonso, José Cid, Carlos Paredes, tudo lhe passou pelas mãos… e ouvimo-los porque ele os soube ouvir. Morreu a 3 de dezembro de 2016.

Isabel Silvestre

Isabel Silvestre (n. 4 março 1941) é uma cantora que editou o primeiro disco a solo em 1996.

Jaime Queimado

Nascido a 6 de agosto de 1946, Jaime Queimado fez parte dos Gentlemen, “comandados” por Daniel Bacelar. Foi dos primeiros a escrever músicas com letras de José Carlos Ary dos Santos, ao lado de Fernando Tordo. Esteve na equipa que gravou o álbum de estreia de Jorge Palma e acompanhou também Júlio Pereira e Eugénia Melo E Castro nos seus primeiros passos em nome próprio. Foi produtor na Valentim de Carvalho nos anos 1970. E fez mais ainda, (quase) sempre na sombra.

Jess & James

Jess & James é dupla de irmãos portugueses que alcançou enorme sucesso na Bélgica de finais dos anos 60. Fez das experiências musicais mais mirabolantes no cruzamento entre a música contemporânea, a electrónica e o soul funk.

Joana Alegre

Filha do poeta Manuel Alegre, Joana Alegre é uma cantautora indie folk/ baroque pop com formação clássica e que passou também pelo jazz. Entrou no meio profissional como vocalista dos  The Pulse, que editaram o álbum homónimo e o single “No Match” em 2010.  No regresso a Portugal, participou no musical “O Fantasma de Chico Morto” e integrou o coro Gospel Collective como solista e vocal coach. Retomou as parcerias e colaborações com músicos do jazz e da pop nacionais, entre os quais Mikkel Solnado com quem faria o dueto “E Agora?” e que viria a produzir o seu primeiro disco, “Joan & The White Harts”. Trabalha como compositora, letrista e vocal coach na produtora Great Dane Studios. Gravou o segundo álbum de originais com produção de Luísa Sobral.

João de Freitas Branco

João de Freitas Branco é um nome maior da Musicologia em Portugal. Nasceu a 10 de janeiro de 1922.

João Ferreira-Rosa

João Ferreira-Rosa foi uma das grandes vozes do fado. Nasceu a 16 de fevereiro de 1937.

João Maria Tudella

João Maria Tudella (. 2011) foi um músico que quem cantou alguns dos maiores poetas e escritores de canções portugueses.

João Moutinho

Com a canção “Rockolagem”, de 1981, João Moutinho (1949-2020) glosava músicos e grupos associados ao “boom” do rock português. Ultimamente dedicava-se mais à Poesia do que à Música, ele que se tinha estreado na televisão em 1969, no histórico programa “Zip-Zip” – como integrante, ao lado de Fernando Figueiredo, do Duo Index, que não chegaria a gravar. João Moutinho deixou-nos apenas dois discos em nome próprio (“A Pastilha / Rockolagem”, de 1981, e “Pontapé de Saída / Tony da Meia”, de 1982), tendo depois escrito canções ou feito versões para nomes como Fernando Correia Marques, Nicolau Breyner, os rockeiros de disco único Seilasié, Sérgio Wonder ou o belga Timothy. Não tendo sido vasta, a carreira de João Moutinho permitiu-lhe ainda ver essas canções trabalhadas por gente como Armando Gama, Luiz Duarte, MikeSergeant ou Shegundo Galarza, preenchendo toda a primeira metade dessa fervilhante década de 80. “O rock também é riso / que faço com muito gozo / mas não perco é o juízo / por causa do Rui Veloso” cantava nos anos 1980. Curiosamente, em 2000, seria mesmo Rui Veloso a pôr música numa letra de João Moutinho, “Homenagem”, a que Adelaide Ferreira (outra das glosadas em “Rockolagem”) deu voz no seu álbum “Sentidos”. Morreu em 2020, com um cancro.

João Navarro

João Navarro é um cantor e pianista que publicou em 2022 o disco de estreia em nome próprio (o EP “Limited Edition”).

João Nobre

João Nobre foi um maestro e compositor, autor de centenas de canções e de sucessos como “Não Venhas Tarde”, “Oração” ou “Senhora da Nazaré” – neste último caso, também com letra sua e gravado recentemente por nomes tão diferentes como António Zambujo, João Caetano ou Aldina Duarte. Morreu a 18 de janeiro de 2002.

Joca Santos

Joca Santos (1944-2022) foi um guitarrista e membro fundador dos EKOS, um dos mais populares grupos de rock da nossa década de 1960 em Portugal. Gravou os primeiros três discos destes, saiu para integrar os Feras (que estiveram à beira de publicar um disco, em 1967) e voltou aos Ekos, ao lado dos seus amigos Zé Luís e António Vieira para, já em 1970, registar um último EP, marcado pelos arranjos de sopros. Nos concertos revivalistas promovidos no Cartaxo pelo António José Portela, Joca Santos marcou sempre presença em palco. “Ardentemente”, como numa das canções que co-assinou para os Ekos.

Jorge Alves

Jorge Alves (m. 30 setembro 1976) foi o apresentador do programa “Melodias de Sempre”, na RTP. Não sendo ele músico, deixou no seu filho baterista Rui Alves um digno sucessor nestas lides.

Jorge Costa Pinto

Jorge Costa Pinto é uma história viva do jazz, a todos os níveis, e agora de novo com esta edição de páginas nunca antes publicadas do seu percurso como músico. Nos anos 50 e 60, como líder dos seus sexteto, octeto e orquestra e ainda integrado na Orquestra de Fernando de Carvalho, fica aqui bem provado como existe de facto Jazz Português.

Jorge Fernando

Nascido a 8 de março de 1957, Jorge Fernando é um dos grandes escritores de canções das últimas quatro décadas em Portugal.

José Calvário

Nascido a 8 de janeiro de 1951, José Calvário foi um dos maestros mais prolíficos (e jovens!) da década de 1970 e com carreira de sucesso nos anos 80 e 90. Se pensarmos que gravou o seu primeiro álbum em nome próprio aos 21 anos, “cometendo” a proeza de conseguir ter três das composições proibidas na Emissora Nacional por ter ousado escolher autores “perigosos” como Manuel Freire ou José Afonso, ficamos com uma pequena ideia do seu talento – que tanto “bafejou” grande parte dos nomes maiores da nossa canção como contemplou uma série de clássicos ligeiros dos anos 30, 40 ou 50. E até andou no rock, nos portuenses Psico.

José Fortes

José Fortes é um técnico de som que deixou a sua marca na História da Música em Portugal desde os finais dos anos 1950.

José Jorge Letria

José Jorge Letria (n. 8 junho 1951) editou o seu primeiro disco em 1970 e gravado na garagem do Quarteto 1111 com José Cid, Michel Silveira ou Carlos Zingaro.

José Medeiros

Nascido a 9 dezembro de 1951, José Medeiros é um músicos açoriano que entre a Música e a Televisão tem construído um percurso maior em mais de quatro décadas.

José Pracana

José Pracana (n. 18 marco 1946,) foi um dos maiores amadores/sabedores da História do Fado.

José Sentieiro

José Sentieiro (m. 03 de maio de 2022) foi um violinista da Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música. “Foram mais de 30 anos de dedicação total à nossa Orquestra, sempre com um enorme empenho e paixão pela música.” (Carlos Alves)

Júlio Costa

Júlio Costa (1936-2021) foi com o irmão Carlos Costa, co-fundador do Trio Odemira. Deixaram assim atrás de si uma história iniciada em 1956, quando os discos ainda rodavam a 78 rotações. Júlio Costa faleceu a 12 março 2021, menos de uma semana depois do irmão.

Licínio França

Licínio França (n. 1953 – m. 30 janeiro 2021) teve uma carreira como cantor a partir de meados da década de 70, estreando-se com dois singles na área da canção de intervenção para a editora Tecla, de Jorge Costa Pinto.

Luís Duarte

Com uma carreira bem rica, em que foi maestro, baixista e até cantor, Luís Duarte (1949-2021) escreveu ou ajudou a escrever algumas páginas bem importantes da nossa música. Esteve ao lado de José Afonso, de Paco Bandeira, de Carlos Alberto Moniz, de Paulo de Carvalho, dos Da Vinci, das Doce, de José Barata Moura, de Jorge Palma, de Júlio Pereira, de Samuel, de Tonicha, de Fernando Tordo e de tantos, tantos outros. Andou pela Música Antiga, na década de 60, e foi um “Conquistador” na Eurovisão. Cantou no Festival da Canção, desde logo em 1973 com a “Minha Senhora das Dores” que o Ary e o Tordo lhe deram.

Manuel de Almeida

Manuel de Almeida foi um dos mais castiços fadistas portugueses nascido a 28 de abril de 1922. Gravou para a etiqueta Alvorada, criada em 1877 (Lá vem ela rua fora, Se um dia voltasse atraz, Não negues a tua mão, Lembranças falam de ti).

Manuel Fernandes

Nascido a 9 de dezembro de 1921, Manuel Fernandes foi um fadista bem popular nas décadas de 1950 a 1970 tendo gravado para etiquetas como a Alvorada, a Estoril, a Estúdio, a His Master’s Voice, a Orfeu ou a Zip-Zip.

Manuel Freire

Manuel Freire é um cantautor nascido a 25 de Abril de 1942, em Vagos (mas criado em Ovar). Em 1962 Manuel Freire está em Coimbra para estudar Engenharia, mas o currículo que ali cumpriu ficou mais abundantemente registado nos papeis oposicionistas por que deu o nome do que nas cadernetas universitárias. Depressa foi mobilizado para o serviço militar. Depois virão as funções de quadro superior nas metalúrgicas F. Ramada, primeiro, e depois na Tomé Feteira onde terminaria o seu percurso profissional além “das cantigas”. A guitarra comprada a um primo daria “orquestra” ao adolescente experimentador das canções de Donovan, de Bob Dylan, dos criadores da canção francesa. Mais tarde, ouvindo José Afonso, Manuel Freire percebe que a língua portuguesa é capaz da aventura musical e da atenção da gente disponível para a luta anti-fascista, que era (e assim permanece) um dos talentos da Arte. Pelo caminho houve uma presença no programa televisivo Zip-Zip, que permitiria ao cantor ampliar a visibilidade da sua obra.
À semelhança de Carlos Paredes, Manuel Freire nunca veio a ser só-cantor/compositor – “eu nunca vivi da música e não me arrependo. Porque o facto de ter a música como atividade secundária, da qual eu não dependo para viver, permitiu-me sempre cantar o que quis, onde quis, para quem quis e nas condições em que quis”. Tal “desprendimento” não impediu Manuel Freire de construir uma obra de grande qualidade, evidente nos textos musicais que compôs para poemas seus e para os poemas (maioritários na sua obra) que foi “roubando” a poeta alheio. Manuel Freire foi, assim, constituindo um cancioneiro em que algumas canções perderam já a menção da autoria, vivendo o privilégio da passagem à condição de toada popular, incorporada na memória individual a que chamamos Cultura, traço identitário por que respondemos colectivamente. Pedra Filosofal, Livre (“não há machado que corte a raiz ao pensamento”), Eles (“ei-los que partem”), Lágrima de Preta, Pedra Filosofal e tantas mais canções, são ferramentas da luta demorada pela emancipação dos humanos, todas essenciais no tempo em que foram escritas e – por desventura, às vezes – no tempo que é o nosso. A sua “folha de serviço” regista os encargos passados e presentes de compositor, cantor, poeta, autarca, representante laboral, presidente da SPA.

(Excerto do Avante!, com ligeiras adaptações)

Manuel Linhares

Manuel Linhares é um cantor de Jazz português que se tem dedicado à performance, à composição e ao ensino. Para além da licenciatura em jazz pela ESMAE estudou na “Tallers de Muzics”- Barcelona e no Jazz Institute of Berlin. Trabalhou e estudou com grandes músicos internacionais dos quais se salientam: Bobby Mcferrin, Judy Niemack, Theo Bleckmann, John Hollenbeck, David Linx, Rhiannon, Rebecca Martin, Becca Stevens, Gretchen Parlato, Guillermo Klein, David Binney, António Loureiro e ainda a extraordinária Meredith Monk.

Manuel Paião

Manuel Paião (n. 4 junho 1926) é o autor da música de tantos e tantos sucessos da canção portuguesa.

Mara Abrantes

Mara Abrantes (1934-2021) foi uma voz brasileira que desde os anos 1960 se tornou também portuguesa. Com uma carreira musical de relevo a partir do final dos anos 50, soube cantar Beatles (uma versão em português de “Yesterday”), a aguerrida “Disparada” (que Geraldo Vandré co-escreveu para Jair Rodrigues) ou vários outros nomes e ritmos acompanhada por conjuntos sempre pop como os de Jorge Machado, de Shegundo Galarza ou o Thilo’s Combo. Infelizmente, a sua obra gravada permanece dispersa nos discos originais, sendo que grande parte deles está no limbo chamado Movieplay. Morreu a 28 de abril de 2021.

Maria Alice

Nascido a 13 fevereiro 1996, Maria Alice foi um nome grande do fado, com carreira entre o final da década de 1920 e os anos 40.

Maria Amélia Canossa

Maria Amélia Canossa (1933-2022) foi uma voz maior da canção das décadas de 50 e 60. Se todos a conhecem como a intérprete do hino do Futebol Clube do Porto, o seu percurso é bem maior e mais vasto do que esse momento, chegando a incluir incursões por Espanha – onde gravou vários discos. Sempre foi versátil e bem popular, cantando fados, marchas e canções folclóricas e românticas.

Maria Armanda

Nascida a 18 janeiro 1946, Maria Armanda foi uma das vozes dos Green Windows. Pela editora Orfeu publicou o single Quando as acácias floriram. O seu único e bem interessante disco a solo, de 1979, traz nos arranjos o nome não do seu então marido José Cid mas um crédito que é, tanto quanto sei, também único: o de Zé Nabo como arranjador para uma voz.

Maria da Nazaré

Maria da Nazaré (n. 9 março 1946) é uma das vozes em que o fado se revelou na segunda metade da década de 1960.

Maria de Lourdes Martins

Maria de Lourdes Martins (n. 26 maio 1926) foi uma importante compositora portuguesa do séc. XX. A sua obra continua em grande medida por conhecer, por gravar e por reeditar.

Maria do Amparo

Maria do Amparo (n. 23 março 1951) é uma cantora terceirense.

Maria José Valério

Maria José Valério (1933-2021) uma voz icónica da canção ligeira em Portugal desde a década de 1950.

Mário Barreiros

Mário Barreiros (n. 13 março 1961) é um músico polivalente que começou a fazer “pop” quando era “mini” e, que desde então, nunca parou de estar na linha da frente da melhor Música Portuguesa.

Mário Moniz Pereira

Mário Moniz Pereira (n. 11 fevereiro 1921), o “Senhor Atletismo”, deixou também a sua marca na Música Portuguesa, como autor de várias canções que fazem parte do imaginário português desde a década de 1960.

Mário Simões

Nascido a 24 janeiro 1931, Mário Simões  foi o líder de um dos “mais alegres” e interessantes conjuntos ligeiros dos anos 50 e 60, “descobridor” de Carlos do Carmo e tão bem trazido ao presente pelo Real Combo Lisbonense.

Martinho D’Assunção

Martinho D’Assunção foi um dos nomes que ajudaram a definir o fado como o conhecemos.

Michel

Michel, baterista nascido em 1942, é fundador do Quarteto 1111 e um dos mais marcantes bateristas do rock em Portugal.

Miguel Graça Moura

Miguel Graça Moura, nascido a 15 de março de 1947, é um dos grandes teclistas do Pop Rock Português da década de 1970, quer ao lado dos Pop Five Music Incorporated, quer dos Smoog quer ainda no seu breve percurso a solo. Pela etiqueta Orfeu publicou o disco Pianorama.

Milita Meireles

Milita Meireles (1928-2021) a mais nova das Irmãs Meireles, grupo vocal que deu cartas no cenário musical nacional e também no brasileiro das décadas de 1940 e 1950, morreu a 27 outubro 2021 no Rio de Janeiro. Tudo começou na Emissora Nacional, com o trabalho do maestro Tavares Belo, nomeadamente na harmonização de canções tradicionais, levando depois o sucesso do trio a uma carreira a solo paralela das suas integrantes. Milita seria, no entanto, a única das três irmãs a não ter gravado qualquer álbum em nome próprio. Nunca até agora as gravações das Irmãs Meireles foram reeditadas. Felizmente, foi publicada em 2016 uma biografia do grupo, “Irmãs Meireles – Os Rouxinóis de Portugal”, da autoria de Paulo Borges, e que nos ajuda a conhecer melhor o seu percurso.

Mirene Cardinalli

Nascida a 14 de março de 1942, Mirene Cardinalli foi uma das vozes mais fulgurantes da segunda metade da década de 1960 em Portugal. Morreu com apenas 27 anos num trágico acidente de viação.

Natália de Andrade

Natália de Andrade foi uma “diva iludida” do bel canto. Em 16 de abril 1986, foi dado à estampa o último disco.

Neca Rafael

Nascido no Porto a 2 janeiro 1906, Neca Rafael foi um cultor do fado na sua vertente humorística. Ora criando novas letras para fados tradicionais ora parodiando novos sucessos de cada época, fadistas como António dos Santos, Hermínia Silva, Joaquim Cordeiro, Xavier de Oliveira ou Manuel Morais são alguns dos seus nomes mais representativos e com mais obra gravada. Cantores tão diversos como Fernando Tordo ou Manuel João Vieira são admiradores confessos destes “cânones alternativos” do fado, e este último tem no seu recém-editado trabalho (o duplo álbum “Anatomia do Fado”) uma homenagem à altura da importância histórica desta vertente tantas vezes negligenciada do fado.

Nini Remartinez

Nini Remartinez (1919-2021) foi uma das vozes da rádio portuguesa das décadas de 40 e 50, a solo e ao lado da precocemente desaparecida Fernanda Remartinez assinando como Irmãs Remartinez. Morreu a 20 de novembro de 2021 aos 102 anos.

Nóbrega e Sousa

Nóbrega e Sousa (m. 4 abril 2001) é autor de algumas das canções mais populares das décadas de 1950 a 1970. Um percurso na Música feito “De Degrau em Degrau”.

Noiserv

Nome artístico de projeto de David Santos, músico nascido em 1982.

Olga Prats

Olga Prats (1938-2021) foi uma pianista de formação clássica que soube esbater barreiras entre a Música Erudita e a Popular como poucos entre nós. Fundou um dos agrupamentos de câmara mais marcantes do panorama artístico português, o Opus Ensemble, e tanto a música de Fernando Lopes-Graça, António Victorino D’Almeida, Astor Piazzolla, Antonio Portanet, Constança Capdeville ou Luis Cilia lhe passaram pelos dedos.

Os Tubarões

Os Tubarões foram uma banda de música pop/rock dos anos 1960 (1963-1968), de Viseu, Portugal. Foram os primeiros a gravar António Gedeão musicado (em 1968). Juntam a esse pioneiro disco três faixas inéditas até 2013 e publicam em 2021 uma colectânea histórica com toda a sua obra conhecida.

Paulo Alexandre

Paulo Alexandre (n. 16 fevereiro 1931), que todo o país conhece pelo popular “Verde Vinho”, de 1977,  tem atrás de si uma carreira de mérito iniciada nos anos 50, a solo e ao lado do quarteto vocal 4 de Espadas. Pelo meio, chegou a gravar twists e rocks ao lado dos fugazes Telstars, num pouco conhecido EP de 1963.

Paulo Bragança

Paulo Bragança é um dos vértices do novo fado.  que deu à estampa o seu primeiro álbum em 1992.

Paulo Ribeiro

Paulo Ribeiro é um dos cantadores/cantautores para quem o Sul modela uma forma diferente de cantar a alma portuguesa. Dançar numa “rave” medieval em Silves com o nosso poeta-rei árabe Al-Mu’tamid, ver um Alentejo futuro com Fernando Pessoa ou cantar polifonias para o Luís de três meses – estes são apenas alguns dos passos do novíssimo disco do Paulo Ribeiro, de 2021.

Plínio Sérgio

Plínio Sérgio é um cantor de fados de Coimbra, nascido no Barreiro em 04 de maio de 1932. Gravou pela etiqueta Estúdio.

Pop Dell’Arte

Pop Dell’Arte foi uma banda portuguesa. Sob o signo de Genet e de Fassbinder, deu à estampa o primeiro disco, Querelle, a 10 de fevereiro de 1987.

Raul Nery

Raul Nery foi músico e acompanhador dos maiores nomes do fado do século XX. Teve o seu conjunto de guitarras. Gravou com a etiqueta Alvorada.

Ricardo do Carmo

Ricardo do Carmo (1968-2021) foi o antigo guitarrista dos Morituri e dos Café Bagdad e irmão mais novo de Xana (dos Rádio Macau), em cujo “Manual de Sobrevivência” participou. Morreu a 20 de novembro de 2021.

Ricardo Levy

Nascido a 27 abril de 1946, Ricardo Levy foi o antigo cantor e guitarrista dos Jets e do Sindicato, dois grupos de um só disco mas de muitas músicas. E o “clássico” folk “Fermosinha”, escrito a partir de um poema medieval, é também da autoria deste nosso frontman rock de 60s e primeiros 70s.

Rodrigo

Rodrigo é um dos fadistas mais populares desde a década de setenta.

Rodrigo Costa Félix

Rodrigo Costa Félix é um fadista português nascido a 20 de fevereiro de 1972.

Rodrigo Velez

Rodrigo Velez (1979-2021), também conhecido pelo “nome de guerra” MARION COBRETTI foi fundador dos Clockwork Boys. A alma punk levou-o a um percurso a solo e ao disponibilizar de gravações dos seus projectos musicais dos anos 90, para além de manter o blog Rock nas Cadeias. Sabendo “Viver à Margem”, uniu como poucos as primeiras incursões punk portuguesas, de finais da década de 1970, com as páginas mais recentes que ele próprio também escreveu… Sempre, como no disco deste ano dos Clockwork Boys, “Como Se Não Houvesse Amanhã”.

Rogério Charraz

Rogério Charraz, com quatro discos de estúdio publicados, é um dos cantautores mais inspirados da última década.

Rui de Mascarenhas

Rui de Mascarenhas foi um dos cantores mais populares dos anos 50 a 80. Tem uma obra tão vasta e tão diversificada (como cantar José Afonso ou trabalhar com Jorge Palma) por redescobrir pelas actuais gerações. Faleceu a 22 de fevereiro de 1987.

Rui Lúcio

Rui Lúcio é um baterista português. Andou na escola Escola Artística do Conservatório de Música de Coimbra, e prosseguiu os estudos na Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo (ESMAE) e Universidade de Aveiro. Trabalhou como Professor na Academia de Música de Cantanhede. É Professor na Escola de Música São Teotónio e Escola Artística do Conservatório de Música de Coimbra.

Rui Pato

Nascido a 5 junho 1946, Rui Pato foi a guitarra que mais nos revelou a música de José Afonso na década de 1960.

Salada de Frutas

Salada de Frutas é uma banda cheia de histórias e de grandes músicos m pleno boom do rock português. Formada por José Moz Carrapa, Quico Serrano, Guilherme Inês, falecido em 2021, e Zé da Ponte, baterista, tornou-se especialmente conhecida pelo disco “Se cá nevasse”.

Salvador Sobral

Salvador Sobral é um cantor português, irmão da cantora Luísa Sobral. O álbum de estreia de Salvador Sobral foi publicado em 2016. “Excuse Me” foi na altura acolhido entre alguma curiosidade (sempre era o irmão de uma cantora já com nome) e a quase indiferença (que quase sempre está reservada aos primeiros trabalhos de músicos ou grupos quando os mesmos não vêm rodeados de gigantes campanhas mediáticas). Passado um ano, a dupla vitória no Festival RTP da Canção e no Festival da Eurovisão fez com que todos os holofotes (agora já, e muito justamente, mundiais) se virassem para o músico – e mesmo quem não tinha ligado nenhuma ao disco passou a considerá-lo um trabalho de excelência.

Segréis de Lisboa

Segréis de Lisboa é um grupo de música antiga fundado em 1972 por Manuel Morais. É constituído por uma formação variável de cantores e instrumentistas cuja preocupação essencial se traduz em fazer reviver a Música Antiga com a maior autenticidade, e visam principalmente a recuperação da música portuguesa e espanhola dos séculos XIII ao XIX. Em 1991 receberam a Medalha de Mérito Cultural da Secretaria de Estado da Cultura. Pelo “disco Música Maneirista Portuguesa – cancioneiro Musical de Belém” receberam um Prix Choc da Revista Le Monde de la Musique (nº 201, Julho-Agosto de 1996.

Sheiks

Sheiks é o nome de uma banda portuguesa com discos publicados também em Espanha, em França ou no Brasil. A Parlophone do Reino Unido publicou em 1966 a estreia em single do clássico “Missing You”, de Carlos Mendes e José Alberto Diogo. Do lado B, estava “Tell Me Bird”, de Paulo de Carvalho, que dera título ao EP português publicado nesse mesmo ano de 1966. Raras vezes o nosso pop rock foi tão bem aceite fora de portas. Em 1966 foi editado um dos discos mais marcantes do rock em Portugal, o EP “Tell Me Bird”. Curiosamente, o disco abre com “Missing You”, o outro grande clássico do grupo, e completa-se com “When I’m Asking You” e o bucólico “Velho Moinho”. Os “quatro magníficos” por trás do segundo disco dos Sheiks são Carlos Mendes, Edmundo Silva, Fernando Chaby e Paulo de Carvalho.

Siricaia

Siricaia é um duo aveirense nascido em 2019, constituído por Susie Filipe (percussão e voz) e Vítor Hugo (voz e guitarra). Mistela de ingredientes de diversas latitudes, a música dos Siricaia é uma viagem de volta às raízes, a bordo de sonoridades contemporâneas. Dos ritmos tradicionais portugueses até ao jungle swing, através de guitarras eléctricas travestidas de cavaquinho, os Siricaia andam ao sabor das suas influências artísticas, parando de porto em porto, à procura de novas respostas para questões antigas. O álbum de estreia, Família Fandango, recorda o passado, descreve o presente e vislumbra o futuro, contando a história de um seio familiar, ao longo de três gerações.

Smooth Soul

Smooth Soul é um projeto de alma e coração no estilo smooth jazz eivado de funk e fusão, explorando ritmos e sons inspiradores. É formado por João Sanguinheira (baixo elétrico), Filipe Gonçalves (bateria), Luís Arantes (guitarra), Nuno Tavares (teclas), Vítor Carvalho (saxofone), Filipa Lopes – Espectáculos/Booking.

Sons da Suévia

Sons da Suévia são um grupo musical sediado em Braga, vocacionado para música tradicional e recriações históricas, designadamente em feiras de inspiração medieval.

Suzy Paula

Suzy Paula (n. 1946) é uma voz com carreira começada da década de 1960, conhecida por conta dos sucessos para crianças no início dos anos 80 mas que gravou entre 1965 e 1973 vários discos hoje quase esquecidos.

Tereza Tarouca

Nascida a 4 de janeiro de 1942, Tereza Tarouca foi uma das mais luminosas vozes do fado.

Thilo’s Combo

Thilo’s Combo é um histórico quinteto português constituído por Thilo Krassmann, Vítor Santos, Tony Igrejas, José Luís Simões e Jorge Pinto. A Discografia do grupo é extensa: Twist na ronda, A voz da rueda, Fado New-Look, Bossa nova, Madison & Cia, Les Cornichons, e outros.

Urbano Oliveira

Urbano Oliveira é um baterista com carreira desde os anos 1960 e que em 1978 foi um dos nomes por trás da histórica Orquestra Girassol.

Valentina Félix

Valentina Félix, nascida a 23 de março de 1937, foi uma das vozes populares na primeira metade dos anos 1960. Cedo rumou para a América onde publicou o disco Valentina Félix nos Estados Unidos – Fados of Portugal.

Victor Gomes

Depois de mais de 20 anos afastado dos estúdios, Victor Gomes, o lendário “frontman” dos Gatos Negros voltou já em 2021 a gravar. Foi nos Estúdios Tcha Tcha Tcha, com arranjos de Ramon Galarza, e nessas sessões registou duas canções novas e duas versões de canções suas originalmente publicadas nos anos 60 e nos anos 80. “Minha Senhora”, uma das novas, é um incursão em terrenos “românticos” mas sempre com o cunho bem “afiado” deste nome tão icónico do rock de 60s.

Vítor Santos

Vítor Santos é o histórico saxofonista do Thilo’s Combo, constituído por Thilo Krassmann, Vítor Santos, Tony Igrejas, José Luís Simões e Jorge Pinto.

Zé Luís

Nascido a 27 maio 1946, Zé Luís foi um carismático frontman da década de 1960 e o eterno vocalista dos EKOS.

Zurita de Oliveira

Cantora e guitarrista, Zurita de Oliveira (n. 19 janeiro 1931 – m. 2015) é considerada a “mãe” do rock em Portugal. O pioneirismo não valeu uma carreira de sucesso a Zurita de Oliveira. Como intérprete, não voltaria aliás a gravar, surgindo o seu nome ao longo da década de 60 como autora de vários fados para Ada de Castro. Zurita de Oliveira era meia-irmã do actor Camilo de Oliveira. Neta de Júlia Arjona, também conhecida como Julieta Rentini e dona da companhia teatral com o mesmo nome, o meio artístico estava-lhe portanto no sangue. Em meados da década de 1950, Zurita gravou alguns discos de 78 rpm na editora Estoril, do empresário Manuel Simões. Com acompanhamento de Belo Marques, aí se incluem composições deste maestro ou de João Aleixo, também maestro e marido da sua prima Leónia Mendes. Esta última foi aliás uma das presenças no filme “O Cantor e a Bailarina”, do realizador Armando de Miranda, onde Zurita participou ao lado de outros cantores, como o então casal Domingos Marques e Maria Adelina.

https://www.meloteca.com/wp-content/uploads/2022/04/david-santos-noiserv.jpg 400 400 António Ferreira https://www.meloteca.com/wp-content/uploads/2018/03/Logomarca-MELOTECA-300x86.jpg António Ferreira2022-04-29 10:59:382022-05-31 14:16:33Dicionário de músicos portugueses
Pedro Santos, compositor
Catálogos

Pedro Santos e a música sacra

Obras de Pedro Santos

Música sacra do catálogo de obras do compositor

Título, Ano de estreia, Formação vocal/instrumental, Texto e seu autor, Observações, Instituição que encomendou e estreou

Senhora da Póvoa (a partir de melodia tradicional portuguesa), 2019 coro infanto-juvenil (e percussão opcional), Tradicional da Beira Baixa (recolha de Fernando Lopes-Graça), Pertencente à obra “Cancões do Solstício”, Coro de Pequenos Cantores de Esposende

Ó meu S. João Baptista (a partir de melodia tradicional portuguesa), 2019, coro infanto-juvenil (e percussão opcional), Tradicional da Covilhã (recolha de Rodney Gallop), Pertencente à obra “Cancões do Solstício”, Coro de Pequenos Cantores de Esposende

Noite de Natal (a partir de melodia tradicional portuguesa), 2019, coro infanto-juvenil (e percussão opcional), Tradicional dos Açores (recolha de César das Neves), Pertencente à obra “Cancões do Solstício”, Coro de Pequenos Cantores de Esposende

Versos e Canto da Verónica (a partir de duas melodias tradicionais portuguesas), 2019, coro feminino (SSA) e quatro instrumentistas (percussão, gaita de foles, tiorba e viola da gamba), Tradicional português (recolha de Michel Giacometti), Encomenda do Cardo Roxo (no disco “No Monte das Oliveiras”)

Pater noster, 2022, coro infantil (SSA), coro juvenil (SABar) e sete instrumentistas (percussão, harpa, piano e quarteto de cordas), “Cântico de Amor” de Bernardo Vasconcelos, Graduale Romanum e Liber Usualis, Coro de Pequenos Cantores de Esposende e Coro Ars Vocalis (direção de Helena Venda Lima)

Música Erudita e Igreja Contemporânea

https://www.meloteca.com/wp-content/uploads/2022/04/pedro-santos-compositor-2019.jpg 400 400 António Ferreira https://www.meloteca.com/wp-content/uploads/2018/03/Logomarca-MELOTECA-300x86.jpg António Ferreira2022-04-28 19:39:542022-04-29 20:58:52Pedro Santos e a música sacra
Carlos Garcia, compositor
Catálogos

Carlos Garcia e a música sacra

Obras de Carlos Garcia

Música sacra do catálogo de obras do compositor

Ave Maria (2014), coro a capella

Ave Verum (2019), coro a capella

Credo dos Apóstolos (2018), coro e órgão

Gloria in excelsis Deo (2016), coro infantil, coro misto e 6 órgãos ou piano

Lux Eterna, coral, (2018), coro e piano

Magnificat (2018), soprano Solo, coro e orquestra

Missa Breve (2011), coro e orquestra de cordas

Pater noster (2016), coro a capella

Stabat Mater (2013), coro e orquestra de cordas

Youth Jazz Mass (2021), coro e trio de Jazz

Música Erudita e Igreja Contemporânea

Carlos Garcia, compositor

Carlos Garcia, compositor

https://www.meloteca.com/wp-content/uploads/2022/04/carlos-garcia-compositor.jpg 400 400 António Ferreira https://www.meloteca.com/wp-content/uploads/2018/03/Logomarca-MELOTECA-300x86.jpg António Ferreira2022-04-27 18:25:372022-04-28 20:00:50Carlos Garcia e a música sacra
Christopher Bochmann, compositor
Catálogos

Christopher Bochmann e a música sacra

Obras de Christopher Bochmann

Música sacra do catálogo de obras do compositor

Chorale Prelude: Ein feste Burg (2010) para altgitarren

Commentaire sur le 2ème mouvement de Et Expecto de Messiaen (2008) para oboé

De Profundis (1970) para vno, vc, pf.

De profundis (2012) para 5 vozes

Dies Irae (1973) para 2 tpt, 2 trb, timp.

Ego Sum Resurrectio et Vita (1985) para 10 vozes

Epistle (1991) para 16 vozes e 9 instrumentos.

Hymn to St Cecilia (2017) para coro a 4 vozes

Laudate Domino (2004) para 12 vozes

Leipziger Motetten (2002) para 6 vozes masculinas

Lied der Liebe (2002) para Sopr, vno, vc, pf.

Magnificat (1998) para 12 vozes

Miserere Mei (1994) para 5 narradores e orq. de câmara.

Monumentum in memoriam R. Sherlaw Johnson (2001) para 4teto de cordas

Motets for Christmas (1987-9)
O Magnum Mysterium (1987) para coro a 12 vozes
Lux Fulgebit (1988) para coro a 15 vozes
Verbum Caro Factum Est (1989) para coro a 13 vozes
Hodie Christus Natus Est (1989) para coro a 15 vozes

Motets for Holy Week (1980-83)
O Vos Omnes (1980) para coro a 7 vozes
Crux Fidelis (1983) para coro a 4 vozes
Salvator Mundi (1983) para coro a 3 vozes
Ecce Lignum (1983) para coro a 1 voz

My monstrous mountain’d walke (1999) para 6 vozes

Out of the Deep (1988) para vla, vc, cb.

Piano Sonata no.2 “Sanctus” (1976)

Plaint (1987) para narrador, coro e orq. de câmara.

Prayer of Mary Queen of Scots (1976) para 6 vozes masculinas

Songs for Simeon (1992) para Sop, Bar, coros, orq.

Three Hodies (1972), para orquestra

Epigrams (1991) para sopr, bar, cravo, órgão, 4teto de cordas.

Sonnet (1993) para Tenor, pf, hpa, perc, 4 vc, 7 vozes masc.

Música Erudita e Igreja Contemporânea

Christopher Bochmann, compositor

Christopher Bochmann, compositor

https://www.meloteca.com/wp-content/uploads/2022/04/christopher-bochmann-compositor.jpg 400 400 António Ferreira https://www.meloteca.com/wp-content/uploads/2018/03/Logomarca-MELOTECA-300x86.jpg António Ferreira2022-04-27 18:16:462022-04-28 20:01:19Christopher Bochmann e a música sacra
Ivan Moody, compositor
Catálogos

Ivan Moody e a música sacra

Obras de Ivan Moody

Música Sacra do catálogo de obras do compositor

Byzantine Requiem, 2022, 24’00”, SATTBarB, For Singer Pur, in memory of his father

Apolytikiion for St John Chrysostom, 2021, 1′, SATB, For Glasgow University Chapel Choir

Civitas Sancti, 2020, 4’30”, SATB, For Voces8

Stephans-Weihnacht, 2019, 35 minutes, SATTBarB soloists, Mixed choir, cornetto, 3 trombones, organ, Commissioned by Singer Pur and the Choir of St Stephen’s Church, Therwil, Switzerland, Fp Singer Pur, Kirchenchor St Stephan, Teresa Ortner (cornetto), Tin Cugelj, Adrian King, Andrius Pamorskis (trombones), Ralph Stelzenmüller (organ) St Stephanskirche, Therwil, Switzerland, 14 December 2019

O Archangels and Angels, 2019, 7 minutes, Soprano, cornetto, Bass viol, Commissioned by Bruce Dickey, Tbp Bruce Dickey and Hana Blažiková 2020

Ave Maris Stella, O Maria Maris Stella, Resurgentis/Defte lavete/Christos anesti, 2018, Total 14 minutes SSS, Commissioned by Trio Mediaeval, Fp Trio Mediaeval, Oslo, 27 August 2018

Isangele (John on Patmos), 2018, 6 minutes SSAATTBB, Commissioned by the English Chamber Choir, Fp English Chamber Choir/Guy Protheroe, Patmos Festival, Greece, 30 August 2018

Blessed be the Name of the Lord, 2018, 2 minutes SATB, For the 2018 ISOCM Pan-Orthodox Music Symposium, Fp Choirs of the 2018 ISOCM Pan-Orthodox Music Symposium, Minneapolis, 23 June 2018

Exaposteilarion for Theophany, 2017, 2’30” minutes SATB, For Geoffrey D. Williams, Fp Oratorio Society/Geoffrey D. Williams, Russian Choral Festival, University of Illinois Urbana, 06 March 2018

Psalm 1 and Antiphon for Psalm 1, 2017, 8 + 2 minutes STTTBarB + SATB with div, Commissioned by Singer Pur, Fp Singer Pur, Regensburger Domspatz/Roland Büchner, 18 May 2017, Rathaussaal im Alten Rathaus, Regensburg

Psalm Antiphon, 2017, 10 minutes SATB with div; Picc, 2 Fl, 2 Ob, CA, Bsn, Cbsn, 2 Hn,, 2 Tpt, Trb, B Trb, Timp, Hp, 2 Pno, Cb., Commissioned by the Chamber Choir of Lisbon University, Fp Lisbon University Chamber Choir, Banda de Música da Armada Portuguese/Délio Gonçalves

Vespers Sequence, 2016, 35 minutes ATBarB, Commissioned by New York Polyphony, Fp New York Polyphony, 21 January 2017, Church of St Mary the Virgin, 145 W 46th Stree, New York

Anymphevte Parthene, 2016, 4.30 minutes S, MS, Organ, Text: Tone 8 Theotokion from Vespers (Greek), Written for Filipa Tapina, Margherita Alivoni and João Vaz, Fp Estoril Lisbon Festival, 23 July 2016

Le Vergine, 2016, 12 minutes SATTB, Consort of Viols, Text: Petrarch (Italian), Commissioned by Stimmwerck, Fp Stimmwerck, Adlersburg, Regensburg, 29-30 June 2016

…grace upon her heart…, 2015, 10 minutes SATB+SATB, Text: John of Euchaita, “The Transfiguration”, trans. Elizabeth Barrett Browning (English), Commissioned by the Sheppard Ensemble, Fp Sheppard Ensemble/Bernhard Schmidt, Porvoo, Finland, 2 September 2015

The Descent of the Dove, 2015, 6 minutes Violin, Violoncello, Piano, Fp Dellalian Trio, Gulbenkian Foundation, Lisbon, 17 May 2015

To the Holy Spirit, 2014, 4 minutes SSATB, Text: Manuel Phile, “To the Holy Spirit”, trans. Elizabeth Barrett Browning (English), Fp The Byrd Ensemble, 31 January 2013, St Mark’s Cathedral, Seattle WA

O Luce Etterna, (Dante Trilogy Part I) 2014, 10 minutes SSAATTBB, Text: from Il Paradiso by Dante Alighieri (Italian), Commissioned by the Cistermúsica Festival, Fp Cappella Musical Cupertino de Miranda, Cistermúsica Festival, Alcobaça, 11 July 2014

Liturgy of St John Chrysostom No. 2 (Greek Liturgy) 2014, c. 60 minutes SATB with divisions, Text: Divine Liturgy of St John Chrysostom (Greek), Tbp St Romanos Choir/Peter Jermihov, Autumn 2014, Commissioned by the Society of St Romanos

Thy Fatherly Embrace, 2014, 3 minutes SATB with divisions, Text: Kathisma Hymn of the Canon for Sunday of the Prodigal Son (English), Fp St Romanos Choir/Peter Jermihov, St Peter & St Paul Orthodox Church, Burr Ridge, Illinois, 6 April

Aposticha for the Dormition, 2013, 9 minutes SATB, Text: Vespers for the Dormition of the Mother of God (English), Fp Orthodox Choir of the University of Eastern Finland/Petri Nykänen, Monastery of New Valamo, Finland, 16 February 2014

Qohelet, 2013, 50 minutes SSAATTBarB, Consort of viols, Text: Ecclesiastes (Hebrew, Greek, Latin, English), Commissioned by De Labyrintho

Te lucis ante terminum, 2012, 3 ½ minutes SSATBarB, Text: office hymn (Latin), Fp Choir of Merton College, Oxford/Peter Phillips, Merton College, Oxford, 09 May 2014

Noć Prekrasna, 2012, 2 minutes SSATBarB, Texts: Kontakion of the Nativity, St Nikolaj Velimirović (Slavonic, Serbian), Fp 8 January 2013, Choir of the Cathedral of St George, Novi Sad/Bgdan Djaković, Synagogue, Novi Sad, Serbia

Simeron, 2012, 25 minutes SAT soloists, String Trio, Texts: Byzantine Rite Holy Week, Sermon by Bishop Melito of Sardis, Commissioned by the Goeyvaerts Trio, Fp Goeyvaerts Trio, Vox Luminis, Rotterdam, 15 September 2012

The Paschal Canon: Ode VIII, 2012, 5 minutes SSAATTBB (part of a multi-composer work), Text: Paschal Canon, Commissioned by Cappella Romana, Fp Cappella Romana/Alexander Lingas, Lincoln City Cultural Centre,18 May 2012

Magnificat & Nunc dimittis (The Pacific Canticles), 2011, 9 minutes SSAATTBB, Commissioned by the Chapel College Men & Boys Ensemble of Pacific Collegium, Fp Chapel College Men & Boys Ensemble of Pacific Collegium/Christopher Kula, 22 May 2012, St Paul’s Episcopal Church, Oakland, California

Vespers, 2011, c. 30 minutes SSA (children’s voices), Text: Byzantine rite Vespers (English), Commissioned by the Children’s Choir of St Vladimir’s Orthodox Seminary, New York

Sub tuum praesidium, 2010, 12 minutes SSAATTBB, Text: Devotional prayer (Latin, Slavonic, Greek), Commissioned by the English Chamber Choir, Fp English Chamber Choir, Brighton Festival, 11 May 2012

Angelus Domini descendit, 2010, 7 minutes SSAATTBB, Text: Responsory for Pascha (Latin), Commissioned by the Choir of Royal Holloway, University of London, Fp Choir of Royal Holloway/Rupert Gough, Royal Holloway, 7 April 2010, (Live BBC broadcast of choral evensong)

Canticum Canticorum IV, 2010, 10 minutes SSAATTBB, Text: Song of Songs (Hebrew), Commissioned by Seattle Pro Musica, Fp Seattle Pro Musica-Karen P. Thomas, Seattle May 2010

Hymn to St Nicholas, 2009, 15 minutes SSAATTBB, Texts: Sticheron from Vespers for the Feast of St Nicholas, Trisagion (Slavonic, Greek), Commissioned by the KotorArt Festival, Fp KotorArt Festival Choir/Ivan Moody, Kotor, Montenegro, 11 August 2009

Russian Hymn, 2008, 5 minutes T, T, rec, vcl, theorbo, Text: Russian devotional song (Russian), Commissioned by Sete Lágrimas, Fp Sete Lágrimas, Beja, 14 November 2009

Genesis, 2008, 15 minutes S, T,T ,ob, bsn, vcl, theorbo, Text: The Book of Genesis (Greek), Commissioned by Sete Lágrimas, Fp Sete Lágrimas, Beja, 14 November 2009

Canti della Rosa, 2008, 15 minutes Ct,Ct,T,Bar,Bar,B, Texts: Dante, popular devotional texts, Orthodox Matins of Holy Friday (Italian and Sardinian), Commissioned by The King’s Singers, Tbp The King’s Singers, Cadogan Hall, London, 20 November 2009

Stabat Mater, 2008, 30 minutes SSSSAAAATTTTBBBB, String Quartet, Texts: Roman Liturgy, Orthodox Matins of Holy Friday, Anna Akhmatova (Latin, Greek, Russian), Commissioned by the Oslo Festival of Church Music, Fp Norwegian Soloists’ Choir, Vertavo Quartet/Grete Pedersen, Oslo, 22 March 2009

Led by the Light, 2008, 10 minutes SSAATTBB, Text: Orthodox Vespers of the Nativity (English), Commissioned by Lumen Valo, Fp Lumen Valo, Uspensky Cathedral, Helsinki, Finland, December 2008

Kleine Geistliche Konzerte, 2007, Various scorings, Texts: Psalms (German and Latin), Fp (recording) Sete Lágrimas, Palácio da Fronteira, Lisbon, October 2007

Trisagion, 2007, 12 minutes Baritone solo, Chamber Orchestra, (Picc, Ob, Clt, Bsn, Hn, Tpt, Trb, Perc, Str), Text: Trisagion (Greek), Fp Armando Possante, Orchestrutopica/Tapio Tuomela, Culturgest, Lisbon, 22 September 2007

Anástasis, 2007, 10 minutes SAATTTTBarBarB, Texts: Orthodox Liturgy for Holy Week and Pascha (English, Greek), Fp Hilliard Ensemble, Singer Pur, Regensburg, 3 October 2007

Ecce Homo, 2007, 4 minutes SSATB, Organ, Text: Gospel of St John (Greek, Latin), Fp Concertus Antiquus/Victor Roque Amaro, Lisbon Cathedral, 26 April 2007

Vigilia (Vigil Service), 2006, 40 minutes SSAATTBB, Texts: Orthodox Vigil Service (Finnish) Sections performed by various choirs In Finland, 2006-

Funeral Trisagion (Kendrick Perala in memoriam), 2006, 2 minutes SATB, Fp Cappella Romana, Portland, Oregon, 2 March 2007

O Quam Mirabilis, 2006, 4 minutes SSA, Text: Hildegard of Bingen (Latin), Commissioned by Mandala

Preghiera, 2006, 1 minute Soprano, ocarina, Chinese gong, Text: Prayer from the Paraklesis to the Mother of God (Italian), Commissioned by Antidogma Musica, Turin, Fp 10 September 2006, Casa Cavassa Museum, Turin

Sedam Himni Svetom Savi (Seven Hymns for St Sava), 2006, 14 minutes SSAATTBB, Text: Stichera from Vespers for the Feast of St Sava, (Slavonic), Fp Camerata Academica/Bogdan Djakovic, Matica Srpska Gallery,, Novi Sad, Serbia, 11 November 2006

Funeral Trisagion (Kendrick Perala in memoriam), 2006, 2 minutes SATB, Text: Trisagion from the Funeral Service (English), Fp Cappella Romana, Westminster Chancel Choir, Oregon Repertory Singers, 20 February 2006, Westminster Presbyterian Church,Portland OR.

Te Apostolit…, 2005, 10 minutes SM-SATBarB, Text: Exaposteilarion of the Dormition (Finnish), Commissioned by Rajaton, Helsinki

Ossetian Requiem, 2005, Texts: Orthodox Funeral service, Chamber Choir, 8 ‘Cellos, Fp Valencia Chamber Choir, ‘Cello Octet conjunto Ibérico/Elias Arizcuren, Templo la Valenciana, Guanajuato (Festival Cervantino) Mexico, 15 October 2005

Passione Popolare, 2005, Texts: Orthodox services for Holy Week, Popular Italian Devotional Songs, (Greek, Italian, Sardinian, Italian dialects) 30 minutes Soprano solo, Baritone solo, SATB, Ob, Vl, Vla, Vc, Fp Linda Campanella, soprano, Matteo Pierone, baritone, DolciAure Consort, Ensemble Antidogma/Ivano Scavino, Festival Antidogma, Abbazia di Staffarda, Italy, 28 June, 2005

O Viridissima Virga, 2004, Text by Hildegard of Bingen (Latin), 8 minutes SATB, Fp St Louis Chamber Chorus/Philip Barnes,St Louis, Missouri, 19 December 2004

Aurora Radius, 2004, Text from Matins of the Resurrection and by William Dunbar (Slavonic/Scots), 8 minutes SSAATTBB, Fp Cappella Nova/Alan Tavener, Aberdeen, 23 March 2005

He Who Clothed Himself with Light, 2004, Text from Matins or Holy Friday (English), 7 minutes SSAATTBB, Fp Cappella Nova/Alan Tavener, Aberdeen, 23 March 2005

Salmo de Matrimonio, 2004, Text from the Orthodox Wedding Service (Spanish), 5 minutes Alto solo, SATB, Fp Susana Diniz Moody, Coro Audite, Madrid, 17 September 2004

Crocifissione, 2003, Text from the Lamentations of Jeremiah (Latin /Greek), 5 minutes SSATB, 2 horns, 2 trombones, Fp DolciAure Ensemble/Willy Merz, Abbazia di Staffarda, 19 June 2004

The Dormition of the Virgin, 2003, Texts from the Transitus Mariae, Matins of the Dormition and other liturgical sources (English) 45 minutes STB soloists, choir, 2 cornetti (or trumpets), strings, Commissioned by the BBC for the BBC Singers, Fp Micaela Haslam (soprano), Robert Johnston (tenor), Steohen Charlesworth (bass), BBC Singers, St James Baroque/Stephen Layton, London, 21 May 2004

The Morning Star, 2003, 12 minutes Solo Double bass, string orchestra, Commissioned by Duncan Fox, Fp António Augusto Aguiar, Orquestra de Câmera de Espinho/Cesário Costa,, Salão Nobre, Casino de Espinho, 2 December 2005

Exaposteilarion for Pascha, 2003, Text: Exaposteilarion from Paschal Matins (Finnish or English) 2 minutes SSAATTBB, Fp Orthodox Choir of the University of Joensuu/Ivan Moody, Joensuu, 22 May, 2003

Wedding Troparion, 2003, Text: From the Orthodox Wedding Service (English) 3 minutes S, vl, vcl, Fp Karina Campos (sop), Paulo Egídio Klugeman (vl), Danny Secco (vc), Igreja Ortodoxa Ucraniana de São Miguel, Curitiba, Paraná, Brazil, 8 November, 2003

Music for Diálogo das Compensadas, 2003, Text: Mark 11:15 (Greek) Total timing c.25 minutes Contralto, Treble Viol, 2 Bass Viols, Violone, Commissioned by the Fatias de Cá Theatre Company for the play Diálogo das Compensadas by João Aguiar; Recording made by Grupo Diálogo/Ivan Moody, Lisbon, 26 February, 2003

Lament of Adam, 2003, Text: Sitkheron at the Praises of Matins for Forgiveness Sunday (English), 4 minutes TTBarB, Fp Choir of the Russian Orthodox Cathedral of the Holy Virgin Protection, New York City, 9 March, 2003

Bogoroditse Devo, 2003, Text: Hymn to the Virgin (Slavonic) 3 minutes SSAATTBB, Fp St George’s Cathedral Choir/Bogdan Djakovic, Novi Sad, Yugoslavia, 14 May, 2003

Erimos, 2003, Texts from Psalm 103, Forgiveness Sunday Vespers and the Apolytikion for Holy Ascetics (English) 8 minutes SSAA, Fp Canty, Old St Paul’s Episcipal Church, Edinburgh, 6 June, 2003

The Canon for Theophany, 2002, Text: Canon for Matins of Holy Theophany (English) SSAATTBB, 30 minutes, Fp Orthodox Choir of the University of Joensuu/Ivan Moody, Joensuu, 22 May, 2003

Isconsolada, 2002, Text: Matins of Holy Friday, Sardinian devotional chant (Greek/Sardinian) 10 minutes SSATB, Fp Winterthur Vocal Ensemble/Ivan Moody, Oberwinterthur, 13 June, 2003

A Lion’s Sleep, 2002, Text: St Simeon Metaphrastes, translated by Elizabeth Barrett Browning, Liturgy of Holy Saturday (English/Greek) 10 minutes SSS, Fp Trio Mediaeval, Trinity College, Cambridge, 18 July, 2003

In Paradise of Old, 2002, Text: Kathisma from Matins of the Exaltation of the Cross (English), 6 minutes SSAATTBB, Written for the Schola Cantorum of St Peter the Apostle, Chicago, Fp Schola Cantorum of St Peter the Apostle, Chicago/J. Michael Thompson, September, 2002

Chalice of Wisdom, 2002, Text: Gospels, Matins of the Feast of St Thomas (English/Greek), 7 minutes TTBarBB, Written for Amarcord

The Blessed Among Women, Weeping A Passion Carol, 2002, Text: John of Euchaita, translated by Elizabeth Barrett Browning, Matins of Holy Saturday (English/Greek), 5 minutes TTTB, Fp Red Byrd, Sheffield, 15 November 2005

Carol of the Magi, 2001, Text: Aposticha from Vespers of the Nativity (English/Greek), 2 minutes SSMA, Written for the Oriana Ensemble

Make ready, Bethlehem/Dormi Iesu, 2001, Text: Apolytikion of the Preparation of the Nativity/Anonymous Christmas carol (English/Latin), 1½ minutes SSAATBB, Fp English Chamber Choir/Guy Protheroe, London, 12th December, 2001

Vecheri Tvoeya, 2001, Text: Communion Hymn for Pascha, 2 ½ minutes SATB, Fp Pravoslava Chamber Choir/Ivan Moody, Palácio Foz, Lisbon, 13th November, 2001

Lamentations of the Myrrhbearer, 2001, 17 minutes String Quartet, Fp Soloists of the Gulbenkian Orchestra, Calouste Gulbenkian Foundation, Lisbon, 10th December, 2001

The Prophecy of Symeon, 2001, Text from the Gospels and Megalynarion for Theophany (English, Greek), 9 minutes SATTB, Commissioned by Porto 2001 Fp Grupo Vocal Olisipo,Convento de São Bento, Oporto, 14th October 2001

Slova (Words), 2001, Poem by Anna Akhmatova (Russian), 2 minutes SSA, Fp Tapestry 28 October 2006, First Church Congregational, Cambridge, MA, USA

The Manger, 2000, Texts: Traditional carol; Kontakion for the Nativity and Compline for the Nativity (English), 4 minutes SATB, Fp English Chamber Choir/Guy Protheroe, London, 19th December 2000

Prayer at the Close of Day, 2000, Text from the Orthodox Prayer Book (English), 4 minutes SSSSAATTBB, Written for The Tallis Scholars

The Adoration of the Lamb, 2000, Text: The Book of Revelation, Trisagion (English, Greek), 10 minutes SSMSMSAATTBB, Fp The Tallis Scholars/Peter Phillips, Dorchester, 28th July, 2000

Psalm of Crowning, 2000, Text: Orthodox Marriage Service (English, Greek), 6 minutes SSAATTBB, Fp Cappella Romana, Tudor Singers, Seattle, 9th July, 2000

Canticle of Light, 1999, Text: Canticle of Simeon and from Orthodox Matins of the Nativity (English), 5 minutes SSA, SSAATTBB, Fp Invocation, Horsham, 31st December, 1999

Polyeleos, 1999, Text from Orthodox Vespers (English), 6 minutes SSAATTBB, Fp Chapel Choir of Royal Holloway, University of London/Lionel Pike, 11th June, 2000

The Bright Star, 1999, Text from Russian kolyadka and Great Vespers for the Nativity (English), 4 minutes SSS/SABar, Fp Choir of St John’s-Ravenscourt School, Winnipeg, Canada, 3rd December, 1999

The Troparion of Kassiani, 1999, Text from Orthodox Matins of Holy Wednesday (English, Greek), 7 minutes SSS, Fp Trio Mediaeval, Sandefjord, Norway, 26th March, 2000

Anghelu, 1999, 8 minutes Double-bass quartet, Fp Contr’Orquestra, Teatro Garcia de Rezende, Évora, 29 June 2002

Apokathilosis, 1999, Text from Orthodox Vespers of Holy Friday (English, Greek), 10 minutes TTBarBB, Fp Amarcord, Leipzig, 7th May, 1999

Akathistos Hymn, 1998, Text: the Akathistos Hymn (English, Greek), 95 minutes Solo T, Choir, Fp Cappella Romana/Alexander Lingas, St Philip Neri Church, Portland, OR, USA, 19th January 1999

Prayer for the Departed, (In memory of Brian Dennis), 1998, Text from the Orthodox Funeral service (English, Greek), 5 minutes SSAATTBB, Fp Chapel Choir of Royal Holloway, University of London/Lionel Pike, 17th January 1999

Words of the Angel, 1998, Text: Orthodox Easter Liturgy (English, Greek), 5 minutes SSS, Fp Trio Mediaeval, Oslo, 11th December 1998

Canticum Canticorum III, 1997, Texts from the Song of Songs (Greek), 4 minutes Tenor and harp, Fp John Potter and Jan Walters, Belfast, 30th April 1998

The Meeting in the Garden, 1996, Text from the Gospels and Orthodox Matins of the Resurrection (English and Greek), 8 minutes SSM-SATBarB, Fp Grupo Vocal Olissipo, Church of S. Roque, Lisbon, November 1988

In Nomine, 1996, 7 minutes Viol consort, Fp Fretwork, Prokopi, Evia, Greece, 31st August 1996

O Taphos, 1996, Poem by Kostas Palamas (Greek), 20 minutes Counter-tenor , viol consort, Commissioned by Fretwork

Lamentations, 1995, Texts from the Lamentations of Jeremiah and Orthodox Matins of Holy Saturday (Greek, Latin, English), 35 minutes AATTTTBB, 2 trb, Commissioned by Bruno Turner

Revelation, 1995, Text from the Book of Revelation and Orthodox Matins of the Last Judgement (English and Greek), 60 minutes Narrator, male chamber choir, 2 viols, 2 sackbuts, chamber organ, Fp Fr Philip Steer, Taverner Consort/Andrew Parrott, London, 23rd November 1995

Lamentation of the Virgin, 1995, Text: mediaeval German poem and Trisagion (German, Greek, Slavonic), 13 minutes SATTBarB, Fp Singer Pur, Nuremberg, 19th May 1995

Hymn to the Light, 1994, Text: hymn from Orthodox Vespers (Slavonic), 7 minutes SATTB soli, SSAATTBB, Fp Amanda Morrison, Linda Hirst, Hilliard Ensemble, Choir/Ivan Moody, Cambridge, 30th July 1994

Canticum Canticorum II, 1994, Texts from the Song of Songs (English), 12 minutes ATTB, Fp Hilliard Ensemble, Frankfurt, 21st March 1995

Prayer to the Mother of God, 1994, Text from the Orthodox Funeral service (Slavonic), 8 minutes Soprano & bells, Fp Sara Stowe and Matthew Spring, Purcell Room, London, 27th December 1996

Passion and Resurrection, 1992, Text from the Gospels and Orthodox Holy Week services (English, Greek and Slavonic), 70 minutes STB soli, choir, tubular bells, 2 vl, vla, vcl, cb, Fp Red Byrd, Estonian Philharmonic Chamber Choir/Tõnu Kaljuste, Tampere, Finland, 5th June, 1993, Recorded by Red Byrd and Cappella Amsterdam/Daniel Reuss on Hyperion CDA 66999

Hymn to Christ the Saviour, 1991, Text by St Clement of Alexandria (English), 17 minutes STTB, viol consort, Fp Red Byrd and the Rose Consort of Viols, St James’s, Piccadilly, London, 7th February, 1993

Anamnisis, 1990-91, Texts from Cavafy and the Orthodox Funeral Service (Greek and English), Fp Hilliard Ensemble, Hitchin, 19th August 1991

The Divine Liturgy of St John Chrysostom, 1990-91, Text in English, Greek and Slavonic, c. 90 minutes (may be shortened for concert use) Mixed choir, Fp Chamber Choir of Orthodox Church Music, Tallinn, 1995

O tebe raduetysa, 1990, Text from the Divine Liturgy of St Basil (Slavonic), 4 minutes SATTBB, Fp Voces Angelicae/Ivan Moody, St Bride’s Church, London, May 1990

Lament for Christ, 1989, Text: early 15th century poem (Greek), 22 minutes SSAATTBB (with soli), Fp English Chamber Choir/Guy Protheroe, QEH, London, 8th March, 2001

Arkhangelos, 1989, Poem by Agathius Scholasticus (Greek), 5 minutes ATTB, Fp Hilliard Ensemble, Hitchin, August 1991

Miserere, 1988, Text: Psalm 50 (English and Greek), 11 minutes SSAATTBB, Fp Choir of Christ Church Cathedral, Oxford, Stephen Darlington, April 1990

Canticle of Simeon, 1988, Text: troparion from Orthodox Vespers of the Meeting of the Lord (English), 5 minutes SSAATTBB, Fp Choir of St Matthew’s, Northampton/Andrew Shenton, 2nd February, 1989

Hymn of the Transfiguration, 1988, Text: troparion from Orthodox Matins of the Transfiguration (English), 8 minutes SSAATTBB, Fp Voces Angelicae/Ivan Moody, Oxford, May 1988

Christmas Ikos, 1987, Text from Orthodox Christmas matins (English), 3 minutes SSATTB, Fp Voces Angelicae/Ivan Moody, London, December 1987

Canticle at the Parting of the Soul from the Body, 1987, Text from the Orthodox Office at the Parting of the Soul from the Body (English), 7 minutes ATTB, Fp Voces Angelicae/Ivan Moody, Russian Orthodox Cathedral, London 1987

Canticle of the Mother of God, 1987, Text: Magnificat with Byzantine-rite troparia (Greek), 11 minutes SSAATTBB, Fp Pegasus/Richard Crossland, London, 1988

Orthodox Wedding Hymn, 1986, Text from the Orthodox Service of Holy Matrimony, 4 minutes SSATTB, Fp Voces Angelicae/Ivan Moody, Little Missenden Festival, 1987

Two Hymns for the Office of Holy Unction, 1986, Texts from the Orthodox Office of Holy Unction (English), 10 minutes SATB, Fp Voces Angelicae/Ivan Moody, St Alban’s Church, Holborn, London, 1986

Nunc dimittis, 1986, rev, 1996, English, Slavonic or Greek, 2 minutes SATB, Fp Kingston Polytechnic Chamber Choir/Peter Johnson, Worcester Cathedral, 1988, Recorded by Singer Pur on Ars Musici AMP 5035-2

Canticum Canticorum I, 1985, Texts from the Song of Songs (Latin), 6 minutes ATTB, Fp Hilliard Ensemble, Vienna, 1987, Recorded by the Hilliard Ensemble on ECM New Series 1614/15 and by Tapestry on Telarc CD 80-486

Ivan Moody, compositor

Ivan Moody, compositor

https://www.meloteca.com/wp-content/uploads/2022/04/ivan-moody-compositor-2016.jpg 400 400 António Ferreira https://www.meloteca.com/wp-content/uploads/2018/03/Logomarca-MELOTECA-300x86.jpg António Ferreira2022-04-27 18:15:142022-04-28 14:18:36Ivan Moody e a música sacra
Vasco Pereira, compositor e maestroCoral PHC Elvas, 2014
Catálogos

Vasco Pereira e a música sacra

Obras de Vasco Pereira

Música sacra do catálogo de obras do compositor

Leia a biografia do compositor e a sua lista de obras completa.

Obras Corais

Gloria Laus et Honor, Hymnus 2021 Coro misto a 4 vozes

Magnificat 2019 Coro misto a 4 vozes

Hymno do Senhor Jesus da Piedade, Música: Mário Sampayo Ribeiro, Letra: Alfredo Gameiro. 2016 SATB

Glória, Glória, Aleluia, anónimo 2014 Coro misto a 4 vozes

A vinda de Jesus, poema: Rosa Guerreiro Dias 2014 Coro misto a 4 vozes

Ó meu Menino Jesus, tradicional – Alentejo 2014 Coro de 8 Vozes Masculinas – 4 Tenores, 2 Barítonos, 2. Baixos
José embala o Menino – Popular Portuguesa 2012 SSA

Ó Meu Menino Jesus – Popular Portuguesa 2012 SSA

Ó Meu Menino Jesus – Popular Portuguesa – Soprano, Alto, Barítono 2010 coro misto a 3 vozes (SAB)

José embala o Menino – Popular Portuguesa 2010 Coro misto a 4 vozes

Senhora do Almurtão – Popular Portuguesa 2010 Coro Misto e Piano

Alma Redemptóris Máter 2008 Coro misto a 4 vozes

Stabat Mater 2008 Coro misto a 4 vozes

Ave Maria 2007 Coro misto a 4 vozes

Tóllite 2004 Coro misto a 4 vozes

Miserere Mei, Deus 1998 Coro misto a 4 vozes

Kyrie eleison 1996 coro, órgão e violoncelo

Agnus Dei 1996 Coro a 4 VM e Orquestra de Cordas

Prece – Poema: Glória de Sant’Anna, 1995 1995 Coro misto a 4 vozes

Canções Sacras:

  • Agnus Dei – Soprano, Contralto e Piano – Dezembro 2011
  • Pater Noster – Contralto e Piano, Janeiro de 2012
  • Pater Noster – Julho 2012 – Soprano e Órgão – No dia 5 de Outubro de 2012 em Pruzków – Polónia, na Igreja de St. Kazimierz, a soprano polaca Anna Emanuela Politalska acompanhada ao órgão pelo também organista polaco Adam Kuczewski estrearam o meu PATER NOSTER para soprano e órgão.
  • Alma Redemptóris Mater – Soprano e Piano, Novembro de 2010 – Estreada a 16 de Setembro de 2011, na capela de Notre Dame de Grâce – Grazac – França, sendo soprano solista Sabine Steffan, acompanhada pela pianista russa Anna Ioussourova.
  • Ave Maria – Soprano ou Tenor e Piano – Outubro de 2010 – Estreada em Albi – França na catedral de Notre Dame de la Drèche, pela soprano Sabine Steffan com o pianista francês Robert Graczyk, em 18 de Dezembro de 2010.
  • O Sanctissima – Soprano ou Tenor e Piano, 18-12-2010. Estreada a 16 de Setembro de 2011, na capela de Notre Dame de Grâce – Grazac – França, sendo soprano solista Sabine Steffan, acompanhada pela pianista russa Anna Ioussourova.
  • Tóllite pórtas, príncipes – Soprano e Piano – Julho 2011
  • Stabat Mater, Hino Maio de 2012 – 1 Soprano, 1 Contralto, 2 Violinos, 2 Violas e 1 Violoncelo. Estreada a 28 de Outubro de 2016, na Sé de Elvas, por Rita Moldão – soprano, Cátia Moreso – mezzo-soprano, Sara Álvarez-Borbolla Arce e Beatriz Caballero Montaño – violinos, Teresa González Portillo e Rosa Escobar – violas de arco, Teresa García Cuellar – violoncelo. Reestreia a 14 de Abril de 2022,Igreja do Mosteiro das Irmãs Concepcionistas de Santa Beatriz da Silva Campo Maior, Rita Moldão ∙ Soprano; Patrícia Quinta ∙ Mezzo-soprano; Violinos – Sara Álvarez, Fernando Sá; Violas – Teresa Cuellar, Rosa Escobar;Violoncelo – Teresa García.
  • O Fillii et Fillæ – Maio de 2017 – VI Variações sobre a melodia gregoriana “O Fillii et Filliae” para Harpa e Violino.
  • Sharing Rays of Light – Based on Bible texts – Lyrics choosed by Madara Ivane (Latvia), Novembro de 2018 – for Soprano, Mixed Choir, Viola, and Piano – In 4 Parts: I – The Lord is my rock; II – Live as children; III – Sing with joy; IV – A song of ascents.

Música Erudita e Igreja Contemporânea

Vasco Pereira, compositor e maestro

Vasco Pereira, compositor e maestro

https://www.meloteca.com/wp-content/uploads/2022/04/vasco-pereira-ft-coral-phc-elvas-2014.jpg 400 400 António Ferreira https://www.meloteca.com/wp-content/uploads/2018/03/Logomarca-MELOTECA-300x86.jpg António Ferreira2022-04-26 19:37:032022-04-28 20:03:21Vasco Pereira e a música sacra
Gonçalo Lourenço e a música sacra
Catálogos

Gonçalo Lourenço e a música sacra

Obras de Gonçalo Lourenço

Música sacra do catálogo de obras do compositor

GL 2 – Quatro Motetos de Natal: para coro misto a cappella – 10’ (dedicado a J.D. Goddard e The Mastersingers of Ohio)

GL 3 – Duas Orações Sacras: para Coro Misto a cappella – 5’ (dedicado ao Coro Odyssea).

Peça editada na Scherzo Editions

GL 8 – O Menino Do Alentejo: paixão alentejana, para coro misto a cappella – 11’ (dedicado ao Dezstaccato)

GL 18 – Lamentum Lacteus: missa brevis em honra de São Nicolau – 17’

GL 23 – Hodie Christus Natus Est: para quinteto de metais, timpano, chimes e coro – 8’ (dedicado ao Mastersingers of Ohio)

GL 29, From the Ashes: oratorio for orchestra, choir, soloists and narrator – 40’ (dedicado a Bernardo Sasseti, Elmer Thomas e a José Madeira Bárbara)

GL 36 – Three Sacred Scenes: para coro a cappella – 16’ (dedicado a Robert Moran, Carmen Téllez e Sven-David Sandström)

GL 44 – Alma Queimada, pequeno Requiem para quinteto de cordas, piano, coro e declamador solista – 29’ (dedicado ao Emotion Voices e a Manuel Rebelo)

GL 55 – Nigra Sum Formosa: modern motet for SATB – 8’ (dedicado a Brett Scott e a Coro Volante)

GL65, Momenti Pascali, 6 Motetos de Penitência para Coro a Cappella

Música Erudita e Igreja Contemporânea

Gonçalo Lourenço e a música sacra

Gonçalo Lourenço e a música sacra

https://www.meloteca.com/wp-content/uploads/2022/04/goncalo-lourenco-compositor-2022.jpg 400 400 António Ferreira https://www.meloteca.com/wp-content/uploads/2018/03/Logomarca-MELOTECA-300x86.jpg António Ferreira2022-04-26 19:30:042022-04-28 20:03:59Gonçalo Lourenço e a música sacra
Alfredo Teixeira, compositor
Catálogos

Alfredo Teixeira e a música sacra

Alfredo Teixeira

Música sacra do catálogo de obras do compositor

Alfredo Teixeira (1965) é Doutor em Antropologia Política (ISCTE-IUL) e Mestre em Teologia Sistemática (FT-UCP). Desenvolve a sua atividade de docência e investigação na Universidade Católica Portuguesa, enquanto Professor Associado da Faculdade de Teologia. A sua docência e investigação versa sobre os seguintes domínios: instituições e identidades religiosas em Portugal, performatividades e estéticas do religioso, novas teorias da religião. Para além da sua atividade académica, desenvolve uma regular atividade musical. Fez os seus estudos musicais na Escola de Música do Conservatório Nacional, nas classes de Órgão de Simões da Hora e de Rui Paiva, formação acompanhada com os estudos de canto com Manuela de Sá, Música de Câmara com Fernando Eldoro, Composição com Jorge Peixinho e Eurico Carrapatoso. Frequentou o Curso Internacional de Direção Coral do Orfeo Lleidatà – sob orientação de Lászlo Heltay –, e também os cursos de formação para professores de Análise e Técnicas de Composição promovidos pelo Gabinete de Educação Tecnológica, Artística e Profissional. Para além do seu percurso curricular na Escola de Música do Conservatório Nacional, estudou composição com Jorge Peixinho, durante três anos, até à data da sua morte, em 1995. Participou em vários projetos de música coral dirigidos por Fernando Eldoro, Paulo Brandão e Teresita Marques.

Em 1998, o Prémio Lopes Graça de Composição, promovido pela Câmara de Tomar, distinguiu com uma Menção Honrosa a sua obra «Fragmentos para um De profundis». A sua obra para coro de crianças e piano, «O Menino Jesus numa estória aos quadradinhos», venceu a edição de 2013 do Prémio Internacional de Composição Fernando Lopes Graça (Museu da Música Portuguesa – Câmara Municipal de Cascais). Em 2014, ganhou o Prémio Especial (2º lugar) do «New Music for Easter Time International Competition for Choral Composition» (Associazione Musicale Musica Ficta) com a obra «O Crux».

Alfredo Teixeira, compositor

Alfredo Teixeira, compositor

Música Coral (a cappella, com instrumentos solistas ou pequenos conjuntos instrumentais)

Fragmentos para um «De profundis»: sobre motivos poéticos extraídos da obra extraídos da obra «De profundis, Valsa lenta» [SATB] (1998)

Missa do Parto I: quatro cantos madeirenses para a novena de Natal [SATB, div.] (2009-2010)

  1. Maternidade
  2. Bendito
  3. Desterro
  4. Rogo

Hymnarium I: três hinos para um tempo de confiança, de José Augusto Mourão [SATB, div.] (2010)

  1. Vem
  2. Deus de madrugada
  3. As sombras não assombram

Díptico: dois poemas de José Tolentino Mendonça [SATB, div. & pau-de-chuva] (2008)

  1. Anunciação
  2. Visitação

Tríptico: tres trances de María Victoria Atencia [SATB, div.] (2011)

  1. Estaba abierto el cielo
  2. La huella de tu paso
  3. Nunca el oído oyó

Hymnarium II [SATB, div.] (2012)

  1. Eia Mater
  2. Ave maris stella I
  3. Da pacem Domine
  4. O Crux

Breve laudário mariano: a partir de cantos religiosos madeirenses [TTBB] (2013)

  1. Nome de Maria
  2. Maternidade tão alta
  3. O desterro de Maria
  4. Mãe admirável

Dois cantos espirituais da Ilha da Madeira: recriação para coro de vozes iguais (2013)

  1. Rogo
  2. Louvor

O Menino Jesus numa estória aos quadradinhos – Rimance para coro infantojuvenil e piano a partir do poema «Hino de Amor» de João de Deus (2013)

Díptico para ensemble de vozes femininas – sobre poemas de Manuel António Pina e Carla Abreu Vaz [SSAA] (2013)

  1. Este é o meu corpo
  2. Os olhos do sábio

Três poemas sapienciais – Sobre textos de Manuel António Pina, Carla Abreu Vaz e José Tolentino Mendonça [TTBB] (2013)

  1. Este é o meu corpo
  2. Os olhos do sábio
  3. Olham por dentro

O Anjo – Sobre fragmentos das memórias da Irmã Lúcia [SATB, div. & pn] (2015)

No princípio eram as asas – ciclo para vozes [SSAA] e violoncelo a partir de seis poemas de «Anunciações» (2016) de Maria Teresa Horta (com tropos de Dante Alighieri, Teresa de Lisieux, Hildegard von Bingen, José Tolentino Mendonça e João da Cruz) (2017)

  1. Gabriel
  2. A Voz
  3. Dúvidas de Gabriel
  4. És poeta
  5. Enamoramento
  6. Dança

Trances de María – poemas de María Victoria Atencia [SSAA & piano] (2018)

  1. Estaba abierto el cielo
  2. La huella de tu paso
  3. Nunca el oído oyó

Missa do Parto II: quatro cantos madeirenses para a novena de Natal [SATB, div. & órgão] (2018)

  1. Maternidade
  2. Bendito
  3. Nome de Maria
  4. Desterro
  5. Rogo

Von Alcipe für Beethoven – «Hino matinal» by Marquesa de Alorna for Youth Choir (SSAA) & Electric Guitar (2020)

Ave, maris stella III – Hino, [SATB div., org] (2020)

Hinário para um tempo de confiança – [SATB div., S-Sax, org] (2021)

Noëls anciens – recréation de deux hymnes d’après Lucien Deiss [SATB, S-Sax, org] (2021)

Séries de música coral

Série: Breviarium – sobre textos orantes

Ave maris stella II – a partir de um canto tradicional [SATB] (2013)

Oratio Dominica: Motete em forma de mosaico [SATB & Soprano solo] (2013)

Antiphonae: Sobre duas antífonas de Hidegard von Bingen [SATB, div.] (2016)

Antiphonae: Sobre duas antífonas de Hidegard von Bingen [TTBB, div.] (2016)

Aleluia [SATB, div.] (2016)

Ave, Regina cӕlorum – Antiphon [SSAA] (2019)

Ave, Regina cӕlorum – Antiphon [SSAA & tenor sax] (2019)

Canticle of Ecstasy – Responsory for Virgins by Hildegard of Bingen [SSAATTBB] (2020)

Série: Troparium – sobre topos litúrgicos e literários

Ventre-fruto (collage) – Intertexto: Pedro Tamen, in: O sangue, a água e o vinho (1958); excerto de Stabat Mater, sequência litúrgica do séc. XIII atribuída a Fra Jacopone da Todi [SATB, div.] (2007)

Vésperas de água – Intertexto: poema litúrgico de José Augusto Mourão e fragmento do Salmo 84 (85), versão Vulgata [SATB, div. & flauta] (2007)

INtroitus – Tropário a partir do poema «Habitar o mundo» de José Augusto Mourão, e de uma antífona para a dedicação de um templo de Hildegard von Bingen [SSAATB & tintinnabuli]

Os nomes jubilosos – A partir do poema homónimo de José Tolentino Mendonça, com um eco da antífona litúrgica «Regina Coeli» (SSAATB & címbalo] (2017)

Quando morre um homem – Meditação coral sobre o poema homónimo de Ruy Belo e um epitáfio do século III [SSATB, coro ou solistas] (2018)

Série: Lectiones – do espiritual na poesia portuguesa contemporânea

  1. Grava-me como selo – Cântico dos cânticos 8,5-7, trad. de José Tolentino Mendonça [SATB, div.] (2005, rev. 2010)
  2. nome em fuga – A partir do poema «o rosto e a casa» de José Augusto Mourão [SATB, div.] (2009)
  3. Fragmento – A partir do poema «Fragmento do Livro da Sabedoria» de José Tolentino Mendonça [SATB, div.] (2010)
  4. Pão e Pedra – A partir de um poema do livro «Explicação da pedra enquanto lume» de Daniel Faria [SATB, div.] (2010)
  5. Angelus novus – A partir do poema homónimo de José Augusto Mourão [SATB, div.] (2012)
  6. este é o meu corpo – A partir do poema «Mateus 26, 26» de Manuel António Pina [SATB, div.] (2012)
  7. Os olhos do sábio – Sobre o poema inédito «A par(t)ir do Eclesiastes» de Carla Abreu Vaz [SSAA] (2013)
  8. Olham por dentro – A partir do poema «Os justos» de José Tolentino Mendonça [SATB, div] (2013)

Música de Câmara e obras orquestrais

Tres Trances: poemas de María Victoria Atencia – Sp, Pn (2012)

Canto II: Three scenes after María Victoria Atencia – Vl, Pn (2013)

Diferencias II: after «O Virgo Splendens» – Fl., Ob., A. Sax (2016)

Missa sobre o Mundo: A partir de excertos do texto homónimo de Pierre Teilhard de Chardin (1881-1955) – Org., voce recitante (2021)

Seis gestos para uma liturgia sem palavras – S. Sax, A. Sax, T. Sax solo (2022)

Alfredo Teixeira compõe também cânticos para a liturgia.

Música Erudita e Igreja Contemporânea

https://www.meloteca.com/wp-content/uploads/2022/04/alfredo-teixeira-compositor-2017.jpg 400 400 António Ferreira https://www.meloteca.com/wp-content/uploads/2018/03/Logomarca-MELOTECA-300x86.jpg António Ferreira2022-04-26 19:20:492022-04-28 20:04:32Alfredo Teixeira e a música sacra
António Pinho Vargas compositor
Catálogos

Música Erudita e Igreja Contemporânea

A Composição Erudita Contemporânea de inspiração religiosa, em Portugal

O projeto “Música Erudita e Igreja Contemporânea”, em desenvolvimento, pretende aprofundar e divulgar a relação da música com a igreja, incluindo influências do cristianismo em obras não sacras de compositores vivos. A Meloteca nasceu do meu estudo feito nos anos 1990/2000 sobre a relação da Igreja com a Música Contemporânea. A colaboração dos compositores é fundamental para o êxito do projeto que será uma forma de celebrar os 20 anos do sítio dos músicos em 2023. Quando é o caso, os compositores informam que de momento não têm música sacra no seu catálogo de obras, podendo todos atualizar a informação quando for oportuno. As igrejas e outras entidades podem assim ter acesso a uma informação de referência revista pelos compositores e encomendar, eventualmente, peças de música sacra.

Atualização a 21 de junho de 2022

Alfredo Teixeira

Clique AQUI para aceder à lista de música sacra do catálogo de obras do compositor.

Antero Ávila

Biografia

Nunc Dimittis para coro, orquestra e solistas.

Antero Ávila tem música para a liturgia (coro litúrgico e órgão) para o serviço corrente.

António Bravo

Nossa Senhora da Atalaia – Marcha de Procissão (original)

Por Respeito & Gratidão a Deus – Marcha de Procissão (original)

À Madre Teresa de Calcutá, do Alto Estanqueiro e Jardia – Marcha de Procissão/Grave (Arranjo & Orquestração)

Hino à Nossa Senhora da Boa Viagem – Hino/Cântico Religioso (Adaptação & Orquestração/Instrumentação)

Glória in Excelsis Deo – Cântico de Natal (Arranjo & Orquestração)

António Pinho Vargas

A 20 de junho de 2022, António Pinho Vargas informou ter 5 obras de música sacra no seu catálogo de obras:

1. Judas (secundum Lucam, Joannem, Matthaeum et Marcum) (2002), para coro e orquestra. Coro e Orquestra Gulbenkian, dir. Fernando Eldoro
2. Requiem para coro e orquestra. Coro e Orquestra Gulbenkian (2012) dir. Joana Carneiro
3. Magnificat para coro e orquestra (2013). Coro Gulbenkian e Orquestra Metropolitana de Lisboa, dir. Cesário Costa
4. De Profundis para coro a capella (2014). Coro Gulbenkian, dir. Paulo Lourenço
5. Stabat Mater (2015) para coro infantil, piano e violino. Coro de Pequenos Cantores de Esposende, dir. Helena Venda Lima, Carlos Pinto da Costa, violino, Diogo Zão, piano.
CDs: Naxos (1.2) Warner (3.4) CPCE (5)

Carlos Garcia

Clique AQUI para aceder à lista de obras sacras.

Carlos Marques

A 28 de abril de 2022, Carlos Marques informou ter duas obras inspiradas em textos e/ou melodias sacras: Tantum Ergo, inspirada na melodia gregoriana de Pange Lingua, de S. Tomás de Aquino, e Via Crucis, uma obra em 15 andamentos que descreve cada uma das estações da Via Sacra, terminando com a Ressurreição.

Christopher Bochmann

Clique AQUI para aceder à lista de obras sacras.

Daniel Sousa

Missa Solene Salve Regina

David Miguel

Biografia

Salus, honor et virtus, para Coro SATB a capella, Libellus Usualis 2010

David Miguel, compositor e investigador

David Miguel, compositor e investigador

Eduarda Ferreira

Biografia

Ave Maria para coro SATB à cappella

Eduarda Ferreira, compositora

Eduarda Ferreira, compositora

Gonçalo Gato

A 26 de abril de 2022, Gonçalo Gato informou não ter música sacra no seu catálogo de obras.

Gonçalo Lourenço

Clique AQUI para aceder à lista de música sacra do catálogo de obras do compositor.

Hélder Bruno

Biografia

Ave Maria

versão para coro, violoncelo e piano

versão para duas vozes, quinteto de cordas e piano.

Grande parte da música de Hélder Bruno “humildemente, tenciona alcançar uma certa dimensão espiritual.”

Ivan Moody

Clique AQUI para aceder à lista de obras sacras.

Jaime Reis

Sem música sacra no seu catálogo de obras, em 26 de abril de 2022, Jaime Reis tem uma peça que expressa uma relação com a igreja: Bartolomeu, o Voador.

Jaime Reis, compositor

Jaime Reis, compositor

Bartolomeu, o Voador, teatro musical electroacústico para recitante, solistas e coro, com música electroacústica.

Joaquim Pavão

A 26 de abril de 2022, Joaquim Pavão informou não ter música sacra no seu catálogo de obras.

José Maciel

Te Deum para coro misto ensemble de metais e percussão

Luís Carvalho

A 05 de maio de 2022, Luís Carvalho informou não ter música sacra no seu catálogo de obras.

Luís Neto da Costa

A 27 de abril de 2022, Luís Neto da Costa informou não ter música sacra no seu catálogo de obras. Em contexto de igreja, a única obra que tinha à data é um arranjo da abertura “Coriolano” de Beethoven para os 6 órgãos da Basílica de Mafra.

Manuel Brásio

A 28 de abril de 2022, Manuel Brásio informou não ter música sacra no seu catálogo de obras.

Marco Lourenço

A 28 de abril de 2022, Marco Lourenço informou não ter música sacra no seu catálogo de obras.

Nuno Lobo

A 30 de abril de 2022, Nuno Lobo informou não ter música sacra no seu catálogo de obras.

Óscar Marcelino da Graça

A 26 de abril de 2022, Óscar Marcelino da Graça informou não ter música sacra no seu catálogo de obras.

Patrícia Sucena de Almeida

A 14 de maio de 2022, Patrícia Sucena de Almeida informou não ter música sacra no seu catálogo de obras.

Pedro Santos

Clique AQUI para aceder à lista de música sacra do catálogo de obras do compositor.

Pedro Teixeira da Silva

Biografia

São Jorge (abertura de concerto) – para orquestra sinfónica

Pedro Teixeira da Silva, créditos Sérgio Caneira, 2018

Pedro Teixeira da Silva, créditos Sérgio Caneira, 2018

Ricardo Matosinhos

A 28 de abril de 2022, Ricardo Matosinhos informou não ter música sacra no seu catálogo de obras.

Simão Costa

A 28 de abril de 2022, Simão Costa informou não ter música sacra no seu catálogo de obras.

Rúben Borges

Biografia

…strela do dia, para octeto vocal espacializado e objetos

Sara Carvalho

A 26 de abril de 2022, Sara Carvalho informou não ter música sacra no seu catálogo de obras.

Vasco Pereira

Clique AQUI para aceder à lista de obras sacras.

https://www.meloteca.com/wp-content/uploads/2018/06/antonio-pinho-vargas_publico-1.jpg 400 400 António Ferreira https://www.meloteca.com/wp-content/uploads/2018/03/Logomarca-MELOTECA-300x86.jpg António Ferreira2022-04-19 18:50:452022-07-21 07:28:59Música Erudita e Igreja Contemporânea

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