Oficina e Escola de Organaria, Dinarte Machado – Atelier Português de Organaria, José Alberto Rodrigues, Victor Oliveira, Francisco Falcão, António Simões, Órgãos de Portugal, Luís Santos, António José Ferreira, JMS Organaria, autarquias.
https://www.meloteca.com/wp-content/uploads/2020/07/se-de-elvas-antiga_igreja-de-nossa-senhora-da-assuncao-elvas-portalegre.jpg400400António Ferreirahttps://www.meloteca.com/wp-content/uploads/2018/03/Logomarca-MELOTECA-300x86.jpgAntónio Ferreira2020-07-01 17:27:172021-06-23 18:50:50Órgãos do distrito de Portalegre
Lista dos órgãos de tubos do distrito da Guarda [ 2 ]
CONCELHOS
Aguiar da Beira [0]
.
Almeida [0]
.
Celorico da Beira [0]
.
Figueira de Castelo Rodrigo [0]
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Fornos de Algodres [0]
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Gouveia [1]
Igreja Matriz de Vila Nova de Tázem [ Nossa Senhora da Assunção ]
Guarda [0]
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Manteigas [0]
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Mêda [0]
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Pinhel [1]
Igreja Matriz de Pinhel [ São Luís ]
Sabugal [0]
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Seia [0]
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Trancoso [0]
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Vila Nova de Foz Côa [0]
.
Igreja Matriz de Vila Nova de Tázem, Gouveia
Fontes gerais da Organoteca:
Oficina e Escola de Organaria, Dinarte Machado, José Alberto Rodrigues, Victor Oliveira, Francisco Falcão, António Simões, Órgãos de Portugal, Nuno Rigaud, Luís Santos, António José Ferreira, Nuno Mimoso, Amílcar Silva, José Carlos Arantes, António Fonseca
https://www.meloteca.com/wp-content/uploads/2020/07/orgao-da-igreja-matriz-de-pinhel-guarda.jpg400400António Ferreirahttps://www.meloteca.com/wp-content/uploads/2018/03/Logomarca-MELOTECA-300x86.jpgAntónio Ferreira2020-07-01 17:00:292021-06-23 18:51:02Órgãos do distrito da Guarda
Oficina e Escola de Organaria, Dinarte Machado Atelier – Português de Organaria, José Alberto Rodrigues, Victor Oliveira, Francisco Falcão, António Simões, Órgãos de Portugal, Nuno Rigaud, Luís Santos, António José Ferreira, Nuno Mimoso, José Carlos Arantes, JMS Organaria, autarquias
https://www.meloteca.com/wp-content/uploads/2020/07/orgao-da-igreja-matriz-de-torre-moncorvo-braganca.jpg400400António Ferreirahttps://www.meloteca.com/wp-content/uploads/2018/03/Logomarca-MELOTECA-300x86.jpgAntónio Ferreira2020-07-01 16:36:582022-02-02 22:25:09Órgãos do distrito de Bragança
Oficina e Escola de Organaria, Dinarte Machado – Atelier Português de Organaria, José Alberto Rodrigues, Victor Oliveira, Francisco Falcão, António Simões, Órgãos de Portugal, Luís Santos, António José Ferreira, JMS Organaria, autarquias
https://www.meloteca.com/wp-content/uploads/2020/07/almodovar-conceicao_pedro-guimaraes-2017-quadrado.jpg400400António Ferreirahttps://www.meloteca.com/wp-content/uploads/2018/03/Logomarca-MELOTECA-300x86.jpgAntónio Ferreira2020-07-01 15:27:212021-06-23 18:51:23Órgãos do distrito de Beja
O Núcleo de Iconografia Musical (NIM) é constituído por uma equipa de seis investigadores: Luzia Rocha (coordenadora), Luís Correia de Sousa, Nicola Bizzo, Sónia Duarte, Ana Dias e Maria Fernandes – que, desde o ano 2000, se têm centrado na pesquisa e estudo de fontes iconográfico-musicais portuguesas e internacionais.
Neste domínio foram entretanto concluídas quatro dissertações de mestrado e três teses de doutoramento, estando outras em curso. Tendo abordado diversas temáticas, de acordo com as diferentes propostas e projectos em que tem participado, a investigação principal abrange um largo período desde a arqueologia musical até ao século XXI, com incidência nos estudos de diferentes tipos de fontes/suportes com representações musicais abordadas a partir de um ponto de vista iconográfico e iconológico: Objectos arqueológicos em Portugal e no Mediterrâneo; Fontes iconográficas da Idade Média e Renascimento; Pintura Portuguesa do Renascimento, Maneirismo e Barroco; Azulejaria dos séculos XVII ao XXI; Caricaturas de Rafael Bordalo Pinheiro (ópera do século XIX em Portugal); Teatro de S. Carlos; Estudos de música popular; Discos de vinil, capas de álbum; Estudos sobre a banda britânica Queen; Arte urbana contemporânea; Fontes de âmbito Ibero-Americano; e Estudos sobre Oriente e Orientalismo.
Entre as actividades desenvolvidas pelo núcleo destacam-se a catalogação de caricaturas de Rafael Bordalo Pinheiro sobre a ópera no Teatro de São Carlos de Lisboa na base de dados do CESEM, Music Query; a participação no Images of Music – A Cultural Heritage, projecto co-financiado pela União Europeia através do programa Culture-2000; a tradução para português da tabela Hornbostel Sachs; e o desenvolvimento de uma Base de Dados, fruto da parceria entre o CESEM e o Grupo de Iconografia Musical da Universidad Complutense de Madrid (Coord. Cristina Bordas Ibañez) e AEDOM.
O NIM desenvolve formação na área da Iconografia Musical, regularmente, destacando-se o curso internacional Musical Iconography LAB, projecto pioneiro com formato de “Laboratório”, decorrido na Universidade NOVA de Lisboa no ano de 2010 e que contou com a presença de Richard Leppert, Florence Gétreau, Maria del Rosario Álvarez Martínez, Daniel Tércio, Manuel Pedro Ferreira.
O NIM é membro do “Study Group on Musical Iconography” (membro fundador) e do “Study Group for Latin America and the Caribbean” da International Musicological Society e a sua equipa conta com publicações individuais de livros, capítulos de livro, artigos em periódicos nacionais e internacionais de referência e indexados na Web of Science.
Ao usar as designações “Iconografia” e “Iconologia” aplicamos um tipo de terminologia que tem a sua origem na época do Humanismo: a imagem (εἰκών) é sujeita a processos de descrição (γράφειν) e de compreensão (λόγος).
Ao emanciparem-se, no século XIX, as Ciências das Artes (Kunstwissenschaft), a nova disciplina académica começou a diferenciar formas e estilos, por um lado, e conteúdos, por outro. Assim, a Iconografia e a Iconologia devem ser entendidos, a partir de então, como processos de exames e análises dos cenários contidos nas imagens – estas últimas no sentido mais vasto da palavra -, sem se preocuparem com questões referentes à qualidade artística da representação em questão.
Determinante para as suas afirmações disciplinares foram os trabalhos de Emile Mâle (1862 1954) em França e de Aby Warburg (1866-1929) com os seus seguidores (Hamburg, Londres e Estados Unidos da América). A Iconografia Musical, por seu lado, procurando enriquecer o entendimento de processos musico-históricos, dedica-se principalmente a manifestações musicais no campo das Belas Artes que podem abranger, neste contexto, não só objectos concretos, situações e contexturas onde se reflectem práticas musicais, como também todo o tipo de formas e expressões de motivos musicais com os seus inerentes significados simbólicos em contextos representativos e comunicativos (B. R. Tammen).
Albergando-se no seio das Ciências Musicais, a Iconografia musical serve-se da Organologia como instrumento de trabalho principal e recorre a métodos de trabalho de disciplinas da História de Arte, da Antropologia ou da Sociologia para identificar temas e assuntos visualizados com carácter ideográfico.
Os primeiros cientistas que utilizaram de uma maneira sistemática materiais pictográficos para os seus estudos foram Francis Galpin (1858-1945) e Curt Sachs (1881-1959). Hoje em dia, a Iconografia musical é reconhecida como uma disciplina académica que conta a nível internacional com plataformas e grupos de estudo integrados na International Musicological Society e usufrui de cooperações intensas com a ICTM Study Group on Iconography of the Performing Arts, bem como com o Répertoire International d’ Iconographie Musicale (RIdIM) e o Research Center for Music Iconography (New York).
Desde 1984, o mais reputado órgão de publicação para esta área temática da Iconografia é o Imago Musicae: International Yearbook of Musical Iconography fundado e dirigido durante muitos anos por Tilman Seebass, cuja actividade pedagógica e científica tem marcado, internacionalmente e de uma maneira muito significativa, o desenvolvimento e o reconhecimento da Iconografia musical.
É através de uma colaboração frutuosa como as acima mencionadas organizações que se desenvolveram em Portugal estudos e projectos dedicados à Iconografia Musical, que conquistou com o Núcleo de Iconografia Musical o seu lugar no Centro de Estudos de Sociologia e Estética Musical (CESEM) da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, onde a própria Organologia fazia parte do rol das disciplinas dos estudos musicológicos desde a criação do Departamento de Ciências Musicais no ano de 1981.
Ao alargar o perímetro das intervenções para além de temáticas relacionadas com imagens estáticas e outras de carácter dinâmico, os estudos reunidos na presente publicação exploram não apenas áreas parciais clássicas da Iconografia musical.
Aparecem, portanto, não apenas textos analíticos dedicados a representações reais e imaginárias de instrumentos musicais desde o século XII até ao presente – trabalhos muito vinculados a pontos de partida essencialmente organológicos – mas também outros ensaios concentrados na apresentação de construtores de instrumentos e das respectivas actividades artesanais. Naturalmente, estes últimos abrangem tanto pontos de vista organológicos como, e de forma bem destacada, aspectos antropológicos e sociológicos.
Ao que parece, esta forma de aproximação encontra bom acolhimento no seio dos estudiosos dos países do sul, contrastando, de certa forma, com uma atitude algo mais academista de cientistas do hemisfério norte. O próprio Núcleo de Iconografia Musical do CESEM, na sua qualidade de membro fundador do Study Group on Musical Iconography e devido à sua parceria com grupos de estudo e plataformas estrangeiras como p. ex. Images of Music – A Cultural Heritage ou o Grupo de Iconografia Musical da Universidade Complutense de Madrid, está a dar corpo a esta observação.
Lisboa, 31 de Janeiro de 2018
Iconografia Musical: Organologia, Construtores e Prática Musical em Diálogo, Edição e Coordenação | Sónia Duarte e Luzia Rocha, Instituição | NIM – Núcleo de Iconografia Musical / CESEM – Centro de Estudos de Sociologia e Estética Musical / FCSH UNL – Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboa, Volume 3 | 2017, ISBN | 978-989-99975-7-8
A Virgem, o Menino e Anjos, Gregório Lopes, c. 1536 – 1539, Pintura a óleo sobre madeira de carvalho, 125 cm × 167 cm, Museu Nacional de Arte Antiga, Lisboa (pormenor)
https://www.meloteca.com/wp-content/uploads/2020/06/gregorio-lopes_madonna-col-bambino-e-angeli-1536-39.jpg400400António Ferreirahttps://www.meloteca.com/wp-content/uploads/2018/03/Logomarca-MELOTECA-300x86.jpgAntónio Ferreira2020-06-22 11:02:502021-06-23 18:52:19Iconografia e iconologia musical
Na Meloteca, as boas práticas musicais são uma fonte de inspiração.
“Aprender Inglês a cantar” relata uma experiência realizada num colégio do estado de São Paulo, Brasil.
APRENDER INGLÊS A CANTAR
FESTIVAL DE MÚSICA PROMOVE ENSINO DO INGLÊS EM COLÉGIO DO BRASIL
Os alunos enfrentam o palco: sozinhos, em grupo
Por volta do ano 2000, o Colégio Nossa Senhora do Morumbi, da rede particular paulistana, (Brasil) criou uma forma original de incentivar o ensino da Língua Inglesa. Partindo do interesse dos alunos pelos exercícios do idioma com músicas, o colégio criou o Song Festival, um festival anual em que só entram canções com letras em inglês. A ideia foi de duas professoras do idioma, Vívian Rosio Figueredo e Rosa Mina Sakamoto. “O grande resultado é que nossos alunos aprendem com prazer”, diz Vívian.
Desde o ano passado, o festival contou com a adesão do Colégio Mopyatã, que funciona em conjunto com o Nossa Senhora do Morumbi. Enquanto o Morumbi tem turmas de 1ª a 8ª série, o Mopyatã atende alunos de educação infantil e ensino médio. Participam do festival os estudantes de 5ª a 8ª série e do ensino médio dos colégios.
INGLÊS DESDE O PRIMEIRO ANO DE ESCOLARIDADE
Na primeira etapa, todos os alunos das séries envolvidas escrevem pelo menos um poema em inglês, na sala de aula. “Como no Morumbi as aulas de Inglês começam na 1ª série, mesmo os de 5ª dão conta da tarefa”, diz Vívian. “Eles descobrem que podem escrever apesar de ter um vocabulário restrito e ainda melhoram sua pronúncia”, garante a professora.
O colégio contratou uma banda para compor as músicas a partir dos poemas dos alunos. Os estudantes podem concorrer na categoria de compositor e também como cantores ou instrumentistas. Nos dois últimos casos, eles podem participar do festival com qualquer música, não é necessário utilizar o poema. No festival do ano passado, quarenta concorrentes participaram, doze deles como compositores e 28 como intérpretes. Pais de alunos, professores e funcionários da escola também concorrem, mas numa categoria especial. Os prémios, o equipamento de som e a divulgação do festival são pagos com patrocínios.
ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO
Um exercício de redacção que se transforma em aula de música
1. Criação do poema
O festival é realizado em etapas, ao longo do ano. A primeira fase dele é feita no mês de Abril. Durante duas ou três aulas, os alunos, sozinhos ou em pares, escrevem o poema. Nessa tarefa, usam o vocabulário que estão a utilizar na aula, trabalham com rima e lidam com questões gramaticais, com ajuda do professor. “Damos ideias para o tema e tiramos dúvidas sobre tempos verbais, adjectivos, preposições e outras dificuldades de gramática”, conta Vívian. “Muitos escrevem mais de um poema para ter mais hipóteses de classificação”, diz Rosa.
2. Correcção e seleção inicial
Todos os poemas são avaliados pelas professoras Rosa e Vívian. Elas corrigem os erros de gramática e ortografia, e ainda fazem comentários sobre a coerência, a organização e a originalidade dos textos. Apenas os trabalhos escolhidos por elas passam para a segunda fase de selecção do festival. “Escolhemos os que têm mais coerência, profundidade e que não apresentem problemas graves de gramática e ortografia”, descreve Vívian.
3. Inscrição
Em Junho, os alunos recebem fichas de inscrição para o Festival e escolhem se vão participar como intérpretes, compositores ou em ambas as categorias. Quem concorre como intérprete diz na ficha que música vai cantar e pode inscrever uma banda completa, na qual pode haver pessoas de fora do colégio. Essa categoria é a mais procurada. “Os alunos acham que, se cantarem uma música baseada nos poemas deles mesmos, não farão sucesso porque a canção não é conhecida”, diz Rosa.
4. Segunda selecção
Durante as férias de Julho, o músico Marcelo Zurawski, contratado pelo Colégio, recebe de Rosa e Vívian a selecção inicial de poemas e escolhe entre eles os que possam ser adaptados a uma música. Apenas esses escolhidos concorrem na categoria compositor.
Em Agosto, no regresso às aulas, Marcelo, a sua banda e os alunos que escreveram os trabalhos aprovados nas duas selecções compõem juntos as músicas, a partir dos poemas. Com os que concorrem como intérpretes, o primeiro passo é conseguir a letra completa da música escolhida. Os professores treinam a pronúncia de todos os participantes.
Versos adolecentes
Trecho do poema Jail of Soul (Prisão da Alma), da aluna de 7ª série Mariana Vieira.
Everybody says what I have to do
I don’t know why
Maybe’cause they think that I’m a fool
My words won’t fly (…)
Telling lies about me
Just because I’m free
I choose my way
But they don’t let me go (…)
Todo mundo diz o que eu tenho que fazer
Não sei porquê
Talvez seja porque eles pensam que sou um tolo
Minhas palavras não vão voar (…)
Dizendo mentiras sobre mim
Apenas porque sou livre
Eu escolho meu caminho
Mas eles não me deixam ir (…)
Observe que a estudante utilizou várias aplicações da gramática inglesa, como os verbos “to do” e “to be”, vários tipos de pronomes e de tempos verbais e até uma expressão com abreviatura: maybe’cause, cuja forma extensa seria maybe it is because.
Adriana Vera e Silva (1998, adaptado pela Meloteca)
Micro
https://www.meloteca.com/wp-content/uploads/2018/08/micro.jpg400400António Ferreirahttps://www.meloteca.com/wp-content/uploads/2018/03/Logomarca-MELOTECA-300x86.jpgAntónio Ferreira2020-06-18 10:31:302021-06-23 18:53:08Aprender Inglês a Cantar
O conhecimento do Latim continua a ter uma importância incontornável em áreas como a música, as ciências da natureza, a literatura, a religião. No 4º ano de escolaridade as crianças estudam a romanização. Seria pertinente fazer com as crianças, nessa aproximação, apresentar audiovisuais e textos que ajudem as crianças a gostar de línguas e a respeitar o grandíssimo património que nos foi legado pela Roma antiga. Este artigo aparece na sequência de um desafio feito por uma professora do 1º Ciclo a apresentar algo à sua turma. Uma das atividades será um jogo rítmico com palavras latinas muito parecidas com palavras portuguesas.
Em seguida, lembrei-me álbum “Ave Mundi Luminar“, do compositor “Rodrigo Leão”, editado em 1993 pela Sony Music. Além do tema Ave Mundi, o álbum inclui outros que remetem para a influência latina, com objetivos de universalidade: Carpe Diem, Amatorius, Mysterium, In Excelsis.
Quer através da escuta, quer através da leitura, facilmente (ou com ajuda do professor) as crianças vão descobrir palavras portuguesas com origem no Latim a partir da canção (Ave, generosa, mundo, rosa, feliz, sagrada ou sacra, Virgem, Maria, Espírito, Santo, preciosa, gema, íntimo, sob, cordial, custódia, crucifixo, vulnerável, iluminar.
Rodrigo Leão juntou “a nobreza das vozes que se faziam ouvir em latim” a uma “subtil modernidade” nos arranjos de modo a alcançar uma visão do mundo “mais universalista” do que a dos Madredeus. A influência latina em Rodrigo Leão encontra-se também nos álbuns Alma Mater e Theatrum com temas como Solitarium, Locus Secretus, Contra Mundum e Solve Me Lucto.
Ave generosa Mundi Rosa Felix et sacra Virgo Maria Spiritus Sanctus laudamos te (Ave, ave Gemma Preciosa) Spiritus Sanctus laudamos te (Sub intimo cordis in custodia) Cruxificie vulnerati Ave Mundi Luminar Cruxificie vulnerati Ave Mundi Luminar
Ave generosa Mundi Rosa Felix et sacra Virgo Maria Spiritus Sanctus laudamos te (Ave, Ave Gemma Preciosa) Spiritus Sanctus laudamos Te (Sub intimo cordis in custodia) Cruxificie vulnerati
Ave Mundi Luminar Cruxificie vulnerati Ave Mundi Luminar Cruxificie vulnerati Ave Mundi Luminar Cruxificie vulnerati Ave Mundi Luminar
A estreia a solo de Rodrigo Leão – escudado com o Vox Ensemble – aconteceu quando a carreira dos Madredeus estava em pleno ascendente. Com «Ave Mundi Luminar», Rodrigo estabeleceu o seu próprio universo, juntando a nobreza das vozes que se faziam ouvir em latim a arranjos de uma subtil modernidade que ambicionavam uma vibração mais universal do que a que animava os Madredeus. Temas como «Ave Mundi» e «Carpe Diem» traduziam uma nova maneira de olhar o mundo que Rodrigo ainda não tinha explorado nos Madredeus ou na Sétima Legião, talvez mais universalista. E certamente mais pessoal.
Rodrigo Leão
Ave Mundi Luminar de Rodrigo Leão
https://www.meloteca.com/wp-content/uploads/2020/01/ave-mundi-luminar.jpg400400António Ferreirahttps://www.meloteca.com/wp-content/uploads/2018/03/Logomarca-MELOTECA-300x86.jpgAntónio Ferreira2020-01-24 10:41:232021-07-05 20:40:42Ave Mundi Luminar
– Ó filho, nesta altura achamos que não é boa ideia deixares a música barroca para te dedicares à música eletrónica…
Órgão barroco
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“Para Elisa”
– Não sejas tonta, Elisa!
Claro que me lembrei do teu aniversário!…
Für Elisa
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Um dia na infância de Philip Glass:
– Ó filho, o papá e a mamã adoram-te e adoram os teus arpejos mas…
Um dia na infância de Philip Glass
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Uma que toda a gente saiba!
Recital de piano
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– Tu não! O trombone!…
A morte e o trombone
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O percussionista barroco mais ou menos historicamente informado
Percussionista barroco
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Trio de Cordas de Schubert para músicos com expressões faciais exageradas.
Trio de cordas
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– É um oratório intitulado “Ó meu doce Jesus, filho da Virgem cheia de graça”. É na igreja de Nossa Senhora do Socorro de Santa Maria Madalena. Dura cerca de três horas. Trago-te um convite?
L’ambiance va être chouette
https://www.meloteca.com/wp-content/uploads/2019/12/uma-musica-que-toda-a-gente-saiba.jpg400400António Ferreirahttps://www.meloteca.com/wp-content/uploads/2018/03/Logomarca-MELOTECA-300x86.jpgAntónio Ferreira2019-12-28 22:19:442021-07-05 20:46:17Humor da Música
Cantar em coro é uma atividade que traz grandes benefícios artísticos, sociais e pessoais a quem canta, e retarda os efeitos do envelhecimento na comunicação.
Quem canta num coro aprende a dominar o seu instrumento, a voz, escuta as outras vozes, respeita os membros do coro, aprecia a agilidade e o timbre dos outros cantores. Trabalha a postura e reeduca a maneira de respirar.
O coro funciona como um anti-depressivo e melhora o humor. Ajuda a tecer laços mais ou menos fortes, conforme os anos, laços criados nos ensaios, encontros e partilha do palco. Melhora a partilha e as trocas intergeracionais.
Em coro, aprende-se a estar em grupo, a cooperar em projetos que ultrapassam o indivíduo e veiculam valores e mensagens sociais. Ganha-se autoconfiança, desenvolvem-se diversas competências e criam-se oportunidades de expressão. Desenvolve-se o lado direito do cérebro, sede da intuição, da criatividade e das capacidades artísticas.
Melhora o conhecimento da(s) língua(s), a comunicação, a dicção e articulação, o que torna as pessoas idosas mais inteligíveis do que as que não cantam. Estudos comprovam que o coro ajuda a estabilizar a voz: quem canta em coro fala num tom mais variado e controla melhor a voz.
Cantando em coro, a pessoa preserva a qualidade de vida e usufrui de uma vida social mais interessante.
“A música teria um efeito sobre o comportamento social. Assim, cantar em coro aumentaria, segundo diversos estudos, a confiança no outro e favoreceria a cooperação em detrimento da competição. No jogo do dilema do prisioneiro, por exemplo, conhecido por sondar a atitude de entreajuda face à traição, os indivíduos que cantam em coro imediatamente antes manifestam maior confiança no outro e cooperam mais do que aqueles que lêem poesia em grupo ou vêem um filme, ou que ouvem música gravada. (da revista Le Temps, traduzido por António José Ferreira)
Coro Polifónico de Amarante
https://www.meloteca.com/wp-content/uploads/2019/12/coro-polifonico-de-amarante.jpg400400António Ferreirahttps://www.meloteca.com/wp-content/uploads/2018/03/Logomarca-MELOTECA-300x86.jpgAntónio Ferreira2019-12-21 17:42:582021-07-05 20:48:03Coro e coesão