barítono José de Freitas

JOSÉ DE FREITAS

José de Freitas, de nome completo José Cirilo de Freitas Silva, nasceu na Madeira e foi padre da Congregação da Missão (Padres Vicentinos). Já depois de padre, estudou nos conservatórios do Porto e de Lisboa, onde concluiu o Curso Superior de Canto com excelente classificação. Em 1978 tornou-se artista residente do Teatro Nacional de São Carlos onde se estreou com Schaunard em La Bohème. Foi intérprete de importantes papéis de barítono e de baixo-barítono em Portugal e no estrangeiro. Foi também diretor de coros e compositor de cânticos litúrgicos.

ENTREVISTA

Qual foi o primeiro momento em que se lembra de ter tido consciência de que a música era importante para si?

O primeiro momento?! Preferiria falar de uma pequena série de momentos… Concretizando: No meu 5º ano do seminário (hoje 9º ano), cerca dos 16 anos, quando a chamada “mudança de voz” era já algo acentuada, o meu ilustre professor de música, Padre António Ferreira Telles, poucos dias após ter-me convidado para tocar harmónio em algumas cerimónias litúrgicas (ele era o harmonista oficial, obviamente) e pedir-me para, alternadamente com outro colega, iniciar os cânticos na liturgia (o equivalente a solista), veio falar comigo na véspera da festa do Padroeiro do seminário (S. José), e disse-me: “Confio muito em ti para “segurares” a 4ª voz na missa solene de amanhã.” Ora aí tem um “puzzle” com bastante significado na minha “consciência musical” de jovem seminarista…

Quais os professores que mais o influenciaram no tempo de seminário?

Vou referir-me apenas a professores de música, obviamente. Desde os primeiros anos, tive uma veneração especial por um ilustre mestre, muito “sui generis”, mas muito competente e sabedor: o Padre António Ferreira Telles, a que atrás aludi. Era excelente harmonista, compositor, ótimo harmonizador. O Pe. Fernando da Cunha Carvalho, felizmente ainda entre nós, também teve influência na minha orientação musical, e não só. Mas vou salientar, sem querer ser injusto para os atrás citados e porventura outros, o Pe. João Dias de Azevedo, que muito me ajudou sobretudo no harmónio e no órgão, no Seminário de Mafra, onde fiz o meu noviciado (1954-1956). Nesse período, cheguei a tocar órgão em algumas celebrações dominicais e festas na Basílica de Mafra… E, para completar os anos do seminário, não poderei omitir o Pe. Fernando Pinto dos Reis (1929-2010).

Depois de ir para o seminário e de ser padre, quando é que se apercebeu de que cantar era o mais importante na sua vida profissional?

Como disse, cedo me iniciei e fui crescendo na função de solista. Continuei-a ao longo de todo o curso, alternando-a com o múnus de harmonista. Terminado o curso, fui incumbido da disciplina de Música (além de outras), no seminário menor. O concílio do Vaticano II acabava de privilegiar o vernáculo na liturgia. Iniciei a renovação de todo o repertório vigente. Eu próprio dei largas a uma velha paixão e iniciei a composição de cânticos em português, incluindo o “ordinário” e o “próprio” da missa para determinadas solenidades, além de outros cânticos circunstanciais. Aconselhado por não poucos, matriculei-me no Conservatório do Porto. Canto? Composição? Duas paixões. Muito incitado e encorajado pela professora D. Isabel Mallaguerra, decidi-me mais seriamente pelo canto, sem descurar a composição musical.

Após o curso geral de canto no Conservatório do Porto, vim a concluir o Curso Superior no Conservatório Nacional com a professora D. Helena Pina Manique. Com o programa do exame do curso superior concluído com alta classificação, fui convidado para vários recitais em Lisboa e não só. Iniciei logo de seguida o curso de ópera com o professor Álvaro Benamor e D. Helena Pina Manique. Fui admitido no Coro Gulbenkian, onde estive durante alguns meses até seguir para Paris com uma bolsa de estudos.

O diretor do Teatro Nacional de São Carlos, Eng. João Paes, que já me ouvira no Conservatório, convidou-me para, temporariamente, interromper o estágio em Paris e vir a Lisboa preparar o desempenho de um importante papel numa ópera portuguesa. Bem sucedido, pediu-me para, após o estágio parisiense, seguir para Florença, afim de preparar, com o famoso Gino Bechi, o importantíssimo papel de primeiro barítono (Lord Enrico d’Ashthon) da ópera Lucia di Lamermoor, de Donizetti. Cantei esse papel em novembro de 1977, no Teatro Rivoli (Porto)…

Toda esta “bola de neve” a partir da conclusão do curso superior de canto em 1974, todo o incrível desencadear de situações até finais de 1977, todo o ano de 1977 sobretudo, tudo isso responde à sua pergunta… Parafraseando, em contraste, um fadista, diria: “Ser cantor não foi meu sonho, mas cantar foi o meu fado…”

Dos anos em que estudou Música e Canto, que professores tiveram uma influência mais decisiva?

Nos conservatórios do Porto e de Lisboa, tive a felicidade de ser orientado respetivamente pelas professoras D. Isabel Mallaguerra e D. Helena Pina Manique, e ainda, por algum tempo, pela D. Arminda Correia, sem esquecer o Prof. Álvaro Benamor (cena).

Em Paris, como olvidar o trabalho com a famoso baixo Huc-Santana e o não menos célebre barítono Gabriel Bacquier? Em Itália, e aqui em Portugal, Gino Bechi foi simplesmente precioso no trabalho vocal e cénico. Este famoso barítono, que também me honrava com a sua amizade, cantou nos anos 40, em todos os grandes palcos do mundo. A sua famosa “entrega” aos espetáculos e nos espetáculos, quer cenicamente mas sobretudo vocalmente, levou-o a tal desgaste que teve de terminar a sua carreira por volta dos 40 anos, precisamente com a idade com que eu comecei…

Foi difícil deixar de ser padre e optar pela carreira musical?

Quando, em finais dos anos 60, me matriculei no Conservatório do Porto, confesso que o meu sonho era dar uma componente artística à minha missão de padre.

Começaram a surgir, porém, situações que não deixaram de me ir perturbando. Alguma confusão começou a instalar-se nos meus horizontes… Estávamos em pleno pós-74… Sobretudo a partir de 1977, comecei a sentir-me ultrapassado pelos acontecimentos. Tinham de ser tomadas decisões… Não podia viver na ambiguidade!… Houve muitas dúvidas, muitas incertezas… O meu Padre Provincial de então propôs-me fazer as duas coisas: padre e cantor… Tudo se desenrolava vertiginosamente… Eram convites para concertos, para óperas, etc.
Cheguei mesmo a atuar durante não pouco tempo, estando ainda no exercício do ministério… Fui chegando à conclusão de que as duas funções não faziam grande sentido… Em finais de 1978, acabei por tomar a decisão: pedi para Roma a dispensa do exercício das ordens. Não tive resposta fácil. Demorou mais de dois anos. Pelo meio, um apelo a que repensasse…

Qual foi o papel da Igreja na sua vida musical?

Primeiramente, como é obvio, penso em todo o curso do seminário. Para além de todos os aspetos da formação, a música da Igreja, o canto gregoriano, ocupou uma grande parte desse período, quer na teoria, quer na prática. O nosso Cantuale, um livro específico da Congregação da Missão com os mais belos cânticos gregorianos e muitos outros, a uma ou mais vozes, dominou grande parte desses anos, as nossas vozes e as nossas almas.

No seminário Maior, durante o curso de filosofia e teologia, para além das mais belas obras de polifonia sacra, cantávamos, todos os domingos e festas, o “comum” e o “próprio” em gregoriano, de acordo com o emblemático Liber Usualis, a mais completa obra do canto da Igreja. Tudo isto, naturalmente acompanhada da parte teórica, marca indelevelmente a minha personalidade e a minha formação musical. E não esqueço que quase sempre, alternadamente, fui organista e solista…

Após a ordenação, seguiram-se anos dominados pelo Concílio do Vaticano II, com uma série extraordinária de documentos sobre a música e a liturgia em vernáculo,com o aparecimento de excelentes compositores. E foram sempre surgindo, com os diversos papas, importantes documentos sobre a música litúrgica. Não posso esquecer os “famosos” cursos gregorianos de Fátima que frequentei.

Durante os anos 1977-1995, em que a vida artística teve o seu lado prioritário, nunca deixei de estar atento aos documentos da Igreja sobre música sacra e à obra de excelentes compositores que temos.

A partir de 1997, já no pós – S. Carlos, a pedido do meu grande amigo Conégo José Serrasina que acabava de ficar à frente da Paróquia dos Anjos, em Lisboa– a minha paróquia -, comecei a orientar o coro paroquial, tomando a peito a renovação dos cânticos e a dinamização litúrgica. Baseava-me sempre nos textos de cada celebração. Após 5 anos de intenso e profícuo trabalho, abracei outro projeto – na Capela do Palácio da Bemposta (Academia Militar), onde colaborei durante 13 anos (2003 – 2016). Durante este período, compus dezenas de cânticos que vieram a ser publicados pela Academia Militar, em 2012, num volume com o título Deus é Amor. Porque o “contexto” de então era “específico”, o referido volume irá “sofrer” brevemente substancial alteração.

Qual foi a maior deceção na sua vida?

Se me permite, não apresentaria uma mas duas deceções, e ambas no âmbito do mundo lírico. A primeira, logo de início. Tinha feito 40 anos. Eram diferentes, agora, o sonho e o ideal. Imaginava que perante mim, ia surgir um meio pleno de elevação, um ambiente superior, de arte, de cultura, etc. Cedo, porém, fui verificando e concluindo que as cores que sonhara belas, não, não o eram assim tanto… A realidade era bastante mais prosaica… Bem!… Respirei fundo, bem fundo, passe a expressão… E, vamos a isso!… Mas vamos mesmo! O desafio que ora iniciava era para ganhar, era mesmo para vencer!… E foi! Não tive o caminho atapetado de rosas, longe disso, muito longe! Foram necessárias uma fibra excecionalmente forte como considero ter, uma fé inabalável em Deus como efetivamente tenho, e também, obviamente, uma grande confiança nos talentos que Deus me deu, aliados à formação que tive (não poderei esquecê-lo!) E…aí vou eu!… E nem tudo foram espinhos, digamos em abono da verdade. Tive um público que me admirava e apoiava bastante, excelentes e excecionais críticas, outras nem tanto… E, entre um pessoal que rodava as três centenas (coro, orquestra, cantores, técnicos, etc), tive não poucos amigos e admiradores! Não esqueço que, logo no começo, nos primeiros ensaios, vi lágrimas nos olhos de algum do pessoal, ao verem a minha entrada enérgica, decidida, confiante, e pensando no “mundo” donde acabava de chegar… aos 40 anos!…

A segunda deceção foi no fim. Em finais de 92, a SEC, tendo à frente o Dr. Pedro Santana Lopes, achou por bem dissolver a Companhia Portuguesa de Ópera (cantores, orquestra, etc). Éramos 14 os cantores principais. Mesmo tendo em conta que eu continuava a cantar no país e não só, esta foi sem dúvida uma grande deceção. Aos 55 anos, encontrava-me no ponto mais alto da carreira, a nível vocal e cénico, na minha opinião e na de quantos me conheciam e ouviam! Esperava estar “em grande” mais uma boa dezena de anos… Lembrei-me então das palavras de Gino Bechi, quando, certo dia, nos anos 80, após fazer as célebres e espetaculares demonstrações, vocais e cénicas, durante um ensaio, e quando já contava perto dos 80 anos, teve este desabafo: “Agora é que eu sei cantar!”

Pois é!… Parafraseando o meu mestre, diria: “Agora… é que eu sabia cantar!…”

Qual foi o momento mais alto da carreira como cantor lírico?

Desempenhei os mais diversos papéis de 1º barítono, de baixo-barítono, papéis característicos, enfim, foram cerca de 50… Nunca tive um fracasso nos meus desempenhos. Pelo contrário! Escolher o momento mais alto?!… É difícil!… Estou a lembrar-me de não poucos… Do “Le Grand-Prêtre de Dagom” da ópera Samson et Dalila, de Saint-Saëns, em 1983. Quis preparar o papel em Lyon com o meu ex-professor de Paris, o grande barítono Gabriel Bacquier. Estou a recordar-me do “Dulcamara” da ópera L’Elisir d’Amore, de Donizetti, em 1984 e 1985… Do “Rocco”, da ópera Fidelio de Beethoven… Enfim, não vou alongar-me na citação de outras boas e belas hipóteses…

Mas vou escolher como momento mais alto uma ópera fora do estilo clássico: a ópera Kiú, do compositor espanhol Luís de Pablo, levada à cena em 1987 no Teatro Nacional de São Carlos. O meu papel de Babinshy, o pivô da ópera, na sua grande espetacularidade e dificuldade vocal e cénica, foi na verdade um momento muito alto na minha carreira! Não foi por acaso que o próprio compositor Luís de Pablo e o maestro Jesús Ramón Encimar me convidaram, 5 anos depois (dezembro de 1992 – janeiro de 1993), para interpretar em Madrid o mesmo papel!…

Quais foram os cantores líricos mundiais que mais o inspiraram?

Estavam na moda, nos anos 60, cantores líricos que deveras nos entusiasmavam. Lembro-me, por exemplo, de Mário Lanza, de Luís Mariano, de Alfredo Krauss que vim a conhecer em São Carlos, e com o qual contracenei, inicialmente, num ou noutro pequeno papel. E vários outros, quase todos tenores. O meu tipo de voz é de barítono ou de baixo-barítono. Mas foi sobretudo a partir do Curso Superior de Canto que comecei a interessar-me por vozes líricas, o que é absolutamente natural. Dado o meu tipo de voz, cerca de cinco ou seis cantores internacionais dominavam particularmente os meus gostos. Comecemos pelos alemães Dietrich Fischer-Dieskau e Hermann Prey, barítonos. O primeiro, absolutamente excecional em lied, tendo cantado praticamente tudo o que havia nesse domínio. Muitos o consideraram o maior músico do século XX. Foi inclusivamente maestro de música sacra. Ouvi-o ao vivo em Paris. Hermann Prey era superior como ator. As suas interpretações em óperas de Mozart, Rossini, Donizetti ficaram memoráveis. Outros dois barítonos ou baixo-barítonos, Fernando Corena e Rolando Panerai, eram também grandes cantores e atores, mais característicos que os anteriores. Outro barítono que, vocalmente (não cenicamente) me enchia as medidas, era Piero Cappuccilli. Era um barítono a que eu chamaria heróico-dramático, com uma incrível potência de voz. Jamais esquecerei o seu desempenho em Simon Boccanegra de Verdi, no São Carlos…

Poderia obviamente alongar-me, no que às vozes masculinas diz respeito. Mas também não posso deixar de me referir a vozes femininas que, além de nós deixarem siderados, tanto nos ensinaram! Antes de mais, Maria Callas!… Depois, uma Victoria de los Angeles que cheguei a ouvir na Gulbenkian. Fiorenza Cossotto, Mirella Freni, Christa LudwigMonserrat Caballé que ouvi em Paris dirigida por Leonard Bernstein… Uma Joan Sutherland, La Stupenda, a tal que cantou a Traviata no Coliseu na famosa noite de 24 para 25 de abril de 1974, com o já citado Alfredo Kraus… E eu estava lá!…

Quais os músicos portugueses mais influentes na sua carreira?

Por músicos, entendo compositores, professores, pianistas, ensaiadores, “pontos”, cantores, e, porque não, críticos… Antes de mais, as minhas duas professoras nos conservatórios do Porto e de Lisboa, respetivamente: Isabel Malaguerra e Helena Pina Manique. A professora D. Arminda Correia fez de forma extraordinária a breve transição entre uma e outra. Álvaro Benamor, na classe de ópera. A pianista Maria Helena Matos que me acompanhou com enorme competência desde o Conservatório Nacional, incluindo o exame final, e praticamente em todos os recitais que fui dando ao longo da carreira. O maestro Armando Vidal, músico de gema, com o qual preparei, como a generalidade dos artistas, quase todos os papéis que tinha a desempenhar nas dezenas de óperas em que fui interveniente. Entre os maestros – “pontos” – , não esquecerei o maestro Pasquali que tão competentemente orientou, durante os primeiros tempos, as nossas intervenções em palco, e o maestro Ascenso de Siqueira, grande e bom amigo e incrível ser humano… Tive a felicidade de trabalhar com encenadores como António Manuel Couto Viana, que me honrava com a sua amizade, Carlos Avillez (em várias óperas), Luís Miguel Cintra, João Lourenço

Cantores? Álvaro Malta, Hugo Casaes, Elizette Bayan, Armando Guerreiro, e outros… Lembro-me ainda de preciosas “dicas” que me deu Álvaro Malta

Compositores? Antes de mais, o Prof. Cândido Lima. Conheci-o em Paris. Conversávamos muito. Não esqueço o dia em que ele me apresentou ao seu amigo Iannis Xenakis… Fomos juntos a vários concertos. Preparei, com ele ao piano, algumas obras suas para canto. Foi meu pianista num concurso de canto em que fui premiado… Tudo isto em Paris, em 1977.

Com o grande compositor Fernando Lopes-Graça, tive a honra de preparar um importante papel de solista na sua obra As Sete Predicações d’Os Lusíadas, em vista à estreia mundial da mesma no VI Festival da Costa do Estoril (1980).
Joly Braga Santos honrava-me com a sua amizade e admiração. Com ele ensaiei o papel de solista na sua Cantata Das Sombras, sobre texto de Teixeira de Pascoaes, para primeira audição mundial no Teatro de S. Luís, a 27 de julho de 1985, com o Coro Gulbenkian, e enquadrada no XI Festival de Música da Costa do Estoril. De Joly Braga Santos nunca poderei esquecer as suas palavras, em pleno palco, no fim da última récita da sua Trilogia das Barcas, em maio de 1988: “Estou a compor uma ópera, para a Expo de Sevilha (daí a 4 anos), baseada numa obra de Frederico Garcia Llorca, Bodas de Sangue e tenho um muito bom papel para si”. Entretanto, o maestro falecia 2 meses depois, a 18 de julho de 1988, o que constituíu uma grande perda para o País, para a cultura portuguesa.

Quanto a críticos, devo dizer que, entre outros, Francine Benoit, João de Freitas Branco, José Blanc de Portugal muito me encorajaram e elogiaram!

E hoje, o que acha da evolução da ópera em Portugal?

Francamente, tenho dificuldade em responder. Há cerca de vinte e cinco anos, após a extinção da Companhia Portuguesa de Ópera e de ter dado como terminada a minha carreira lírica, abracei outro projeto e alheei-me bastante desse tema. Sei que, sobretudo por razões orçamentais, a programação se ressente, e muito. Tudo parece ser diferente. Repito: não tenho dados que me permitam fazer qualquer juízo de valor…

O que pensa do papel da música na Igreja?

Desde o Seminário Maior, fui lendo atentamente, e mais que uma vez, os documentos papais que surgiram desde o princípio do século XX:
o Motu próprio de São Pio X (1903) sobre a Restauração da Música Sacra;
a Constituição Apostólica Divini Cultus (1928) no pontificado de Pio XI, sobre a liturgia e a música sacra; a Encíclica Musicae Sacrae Disciplina (1953), do Papa Pio XII, sobre a Música Sacra, vocal e instrumental.

Logo após o Concílio do Vaticano II, surge a Constituição Conciliar Sacrosanctum Concilium (1963), a realçar que “a acção litúrgica reveste maior nobreza quando é celebrada com canto, com a presença dos ministros sagrados e a participação ativa do povo”. E quando fala de canto, obviamente que se refere ao canto sagrado intimamente unido com o texto. E se o canto gregoriano ocupa sempre um lugar privilegiado em igualdade de circunstâncias, não são excluídos os outros géneros de música sacra mormente a Polifonia, desde que em harmonia com o espírito da ação litúrgica, e de acordo com os diversos tempos litúrgicos, com as diversas celebrações e os vários momentos da celebração. Compositores, organistas, mestres de coro, cantores, músicos (instrumentistas) devem formar um todo para o esplendor do canto.

Alguns anos após o Concílio, a famosa Instrução Musicam Sacram (1967), da Sagrada Congregação dos Ritos, é a síntese, diria perfeita, do que à Música Sacra diz respeito, desde o canto na celebração da missa, passando pela preparação de melodias para os textos em vernáculo, depois a música para instrumental, o Canto no Ofício, etc etc.

O assunto levar-nos-ia ainda a três ou quatro intervenções de São João Paulo II, a uma célebre conferência do Cardeal Ratzinger (mais tarde Papa Bento XVI) em 1985, a uma Nota Pastoral dos nossos bispos por ocasião do Ano Europeu da Música (em novembro de 1985).

E o nosso Papa Francisco, por mais de uma vez, tem insistido que a Música Sacra e Canto Litúrgico devem estar plenamente inculturados nas linguagens artísticas atuais.

Quais os compositores que mais ouve e, desses, que obras prefere?

J.S. Bach é incontornável. Oiço com frequência, por exemplo, a Cantata do Café, cuja ária Hat man nicht mit seinen kindern fez parte do programa do meu exame do Curso Superior de Canto de Concerto, e foi uma das provas de acesso ao Coro Gulbenkian, em novembro de 1974; a Missa em Si m, cujas árias de baixo cantei; e a Paixão Segundo S. João, em que interpretei o papel de Jesus, no Porto, em abril de 1977, quando ainda estagiava em Paris…
Haëndel (O Messias, e Música Aquática); Beethoven (Sinfonias 3, 6 e 9) e a ópera Fidelio, cujo papel de Rocco desempenhei em junho de 1986; Mozart (o Requiem que, enquanto membro do Coro Gulbenkian, cantei no Coliseu em 1975, com gravação para a Erato; a Sinfonia nº 40, etc etc); Haydn (A criação, a Missa de Santa Cecília e a Sinfonia Concertante); Bizet (Carmen); Bramhs (Um Requiem Alemão);Rossini (Stabat Mater); Tchaickowsky (Romeu e Julieta e Francesa da Rimini; Dvorak (Sinfonia nº 9, O Novo mundo); Ravel (Bolero); Rodrigo (Concerto de Aranjuez); Strauss (valsas); Elgar (Concerto para violoncelo).

E muito, muito mais, obviamente.

O que o levou a colecionar livros e discos?

Certamente, e de uma forma geral, o meu gosto pela música, a ligação à Igreja, o meu profissionalismo, a cultura. É claro que tudo se desenrola de acordo com as diversas etapas da vida:

a minha função de professor de Música (além de outras disciplinas) no seminário menor, após a minha formação, e o começo dos meus estudos no Conservatório;

a minha transição para a vida pastoral, durante 3 anos;

a minha ida para Lisboa para concluir o curso Superior, do Conservatório, e a minha curta passagem pela Fundação Gulbenkian;

o meu estágio de dois anos em Paris, concluído com 2 meses em Itália;

o começo e a continuação da minha carreira lírica no Teatro Nacional de São Carlos;

os 3 anos pós-São Carlos em que continuei a minha carreira;

o abraçar de novo projeto: “trabalhar” um coro inserido numa missão pastoral na Paróquia dos Anjos (Lisboa), a minha Paróquia, a partir de 1997 e, posteriormente, de 2003 a 2016, na capela do Palácio da Bemposta (Academia Militar);

e porque não dizê-lo, as minhas viagens de automóvel, algumas longas, nos anos 70 e daí para cá, para já não falar da minha própria casa…

Como vê, são muitas as etapas e as circunstâncias em que procurei estar sempre em dia e dentro das exigências das mesmas. Livros, discos, cassetes, CDs, DVDs eram verdadeiros instrumentos de trabalho, de cultura, de ocupação, de prazer…

Julgo ter sintetizado as razões da minha importante biblioteca e discoteca, das quais progressivamente e criteriosamente, me vou voluntariamente desfazendo.

Antes da sua formação académica no conservatório, que lugar tinha a música erudita no seu papel de formador no seminário?

Além de renovar completamente o repertório de cânticos religiosos que vinha de há longos anos (o que supunha rodear-me de bom material), comecei a interessar-me por vozes maravilhosas que os discos faziam chegar até nós (Mario Lanza, Luis Mariano, Alfredo Krauss etc, e por orquestras excecionais que nos traziam as mais belas melodias clássicas, canções famosas, música de filmes históricos…

Tive sempre a preocupação de partilhar com os meus jovens alunos algum desse maravilhoso mundo musical… Era importante para a educação da sua sensibilidade, dos seus gostos, da sua cultura.

Lembro-me, e muitos ex-alunos (quer do seminário, quer do ensino público) se recordarão de ter dado a ouvir, entre outras obras, uma pequena peça do compositor russo Alexander Borodine. Tratava-se de Nas estepes da Ásia Central. Era a caravana que surgia ao longe, a marcha dos camelos, a intensidade instrumental que “subia” a anunciar a chegada da caravana, a permanência no terreno, o retomar da marcha, os sons que se iam extinguido… até a caravana se perder de vista!… Era tudo tão belo, tão claro! Apaixonante!… O interesse era enorme. Os alunos começavam a compreender que a música tem um sentido, um conteúdo, uma intenção, uma finalidade, uma expressão!
O mesmo sucedeu com outras obras, como o Hino da Alegria, da IX Sinfonia de Beethoven! Etc etc.

Mas adverti-os sempre para que nada disto desviasse a atenção do essencial da sua formação!…

Em três palavras como se caracteriza a si mesmo?

Persistente! Perfecionista! Brioso!

Lisboa, 19 de março de 2018

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JOSÉ DE FREITAS NA COMUNICAÇÃO SOCIAL

Um barítono que é crítico de si próprio

Correio da Manhã, 28 de abril de 1986

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De padre a cantor principal de ópera no Teatro São Carlos

Diário de Notícias do Funchal, 11 de maio de 1986

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José de Freitas: de padre a cantor

Correio da Manhã, 02 de agosto de 1987

Santa Cecília ao órgão, com anjo, de Jacques Blanchard

Santa Cecília, padroeira dos músicos

Santa Cecília é uma santa cristã do século II, da qual se tem poucas informações biográficas. É conhecida como padroeira dos músicos e da música sacra, por constar que ao morrer, cantou a Deus. Terá sido martirizada entre 176 e 180, sob o império de Marco Aurélio. “Escavações arqueológicas não deixam dúvidas sobre sua existência, mas sua história só foi registrada no século V, na narrativa Paixão de Santa Cecília”.

Santa Cecília é a santa da Igreja Católica que mais tem basílicas em Roma (nenhuma outra santa conseguiu tal feito) e é uma das santas mais veneradas da Idade Média, além de ser a primeira santa encontrada com corpo incorrupto, no ano de 1599, mesmo depois de tantos séculos.

São numerosas as suas representações na pintura, a tocar órgão de tubos, violino, bandolim, piano, cravo, acompanhada de um ou mais anjos, por vezes músicos. Aparece também representada na companhia de outros santos.

Santa Cecília ao órgão

Rafaello Sanzio

(1516-1517), Êxtase de Santa Cecília, pormenor, Rafaello Sanzio (Itália, 1483-1520). Ao centro, Santa Cecília; à esquerda, São Paulo, à direita, Maria Madalena; atrás, Santa Augustina e São João Evangelista.

(1516-1517), Êxtase de Santa Cecília, Rafaello Sanzio (1483-1520). Ao centro, Santa Cecilia; à esquerda, São Paulo, à direita, Maria Madalena; Santa Augustina e São João Evangelista, atrás.

Êxtase de Santa Cecília de Raffaello Sanzio

Orazio Gentileschi

(séc.XVI/XVII), Orazio Gentileschi (Itália, Piza, 1553-1639)

Santa Cecília de Orazio Gentileschi

Santa Cecília de Orazio Gentileschi

Orazio Gentileschi e Giovanni Lanfranco

(c. 1617/1618 e c. 1621/1627), Orazio Gentileschi e Giovanni Lanfranco

Artemisia Gentileschi

(1620?), Artemisia Gentileschi (Itália, 1593-1652/1653)

Simon Vouet

(c. 1626) Simon Vouet (França, 1590-1649), óleo sobre tela, Blanton Museum of Art

Santa Cecília, de Simon Vouet, Blanton Museum of Art

Santa Cecília de Simon Vouet

Carlo Bononi

(c. 1630), atribuído a Carlo Bononi (Itália, 1569?-1632), óleo sobre tela

Santa Cecília de Carlo Bononi

Santa Cecília de Carlo Bononi

Peter Paul Rubens

(1639/1640), Peter Paul Rubens (Flandres, na atual Bélgica, 1577-1640), óleo sobre tela

Santa Cecília de Peter Paul Rubens

Santa Cecília de Peter Paul Rubens

Il Sasoferrato

(séc. XVII, 1ª metade) Il Sasoferrato [ Giovanni Battista Salvi da Sassoferrato] (Itália, Nápoles, 1635-1650), Museo Poldi Pezzoli

Il Sasoferrato (1635-1650), Museo Poldi Pezzoli

Santa Cecília, Il Sasoferrato

Cornelis de Baellieur, o Velho

(1647) Cornelis de Baellieur, o Velho (Flandres, 1607–1671, colab. Frans Francken III), óleo sobre tela

Santa Cecília, de Cornelis de Baellieur o Velho

Santa Cecília de
Cornelis deBaellieur o Velho

Guercino

(1649) Guercino [ Giovanni Francesco Barbieri, Il Guercino ] (Itália, 1591-1666), óleo sobre tela

Santa Cecília

Santa Cecília de Il Guercino

Justus Sustermans

(século XVII), atribuído a Justus Sustermans (1597-1681), óleo sobre tela, National Trust, Stourhead (Inglaterra)

Santa Cecília atribuída a Justus Sustermans

Santa Cecília atribuída a Justus Sustermans

Carlo Dolci

(1671), Carlo Dolci (Itália, 1616-1686)

Nicola Monare

(séc. XVII), Nicola Monare (Itália, XVII)

Santa Cecília de Nicola Monare

Santa Cecília de Nicola Monare

Jacques Blanchard

(séc. XVII, primeira metade), Jacques Blanchard (França, 1600-1638)

Santa Cecília ao órgão, com anjo, de Jacques Blanchard

Santa Cecília de Jacques Blanchard

Pietro da Cortona

(séc. XVII), Pietro da Cortona [ Pietro Berrettini ] (Itália, 1596-1669)

Santa Cecília, Pietro da Cortona

Santa Cecília de Pietro da Cortona

Charles-François Poerson

(séc. XVII-XVIII) Charles-François Poerson (França, 1653-1725)

Onorio Marinari

(séc. XVII-XVIII) Onorio Marinari (Itália, Florença, 1627-1715)

Santa Cecília, Onorio Marinari (Itália, Florença, 1627-1715)

Santa Cecília de Onorio Marinari

Johann Ziegler

(séc. XVIII/XIX), Johann Ziegler (Alemanha/Áustria, 1749-1812)

Santa Cecília de Johann Ziegler (Alemanha/Áustria, 1749-1812)

Santa Cecília de Santa Cecília de Johann Ziegler

Anton Joseph Dräger

(1823), Anton Joseph Dräger (Alemanha, 1794-1833)

(1823), Anton Joseph Dräger (Alemanha, 1794-1833)

Santa Cecília de Anton Joseph Dräger

Simon Glucklich

(1886), Simon Glucklich (Alemanha, 1863-1943)

Santa Cecília ao órgão acompanhada por anjos

Santa Cecília de Simon Glucklich

John Melhuish Strudwick

(1896), John Melhuish Strudwick (Reino Unido, 1849-1935)

Sidney Meteyard

(séc. XIX-XX), Sidney Meteyard (Reino Unido, 1868-1947)

Edward Reginald Frampton

(séc. XIX) Edward Reginald Frampton (Reino Unido, 1872-1903)

Edward Reginald Frampton (Reino Unido, 1872-1903)

Santa Cecília de Edward Reginald Frampton

Ludomir Slendzinski

(1973) Prelude – Saint Cecily (1973), Ludomir Slendzinski (Polónia, 1889-1980)

Johann Scheffer von Leonhardshof

(1820) Johann Scheffer von Leonhardshof (Áustria, 1795-1822), Museu Diocesano de Olomouc

Santa Cecília de Johann Scheffer von Leonhardshof (Áustria, 1795-1822)

Santa Cecília de Johann Scheffer von Leonhardshof

Santa Cecília com anjos

Orazio Gentileschi

(1625), Orazio Gentileschi (Itália, 1563-1639)

Antiveduto Gramatica

(1620-25), Antiveduto Gramatica (Itália, 1571-1626)

Carlo Saraceni

(c. 1610), Carlo Saraceni (Itália, 1579-1620)

Santa Cecília tocando harpa

Abate Ciccio

(séc. XVII/XVIII), Abate Ciccio [ Solimena Francesco] (Itália, 1657-1747)

Santa Cecília, Abate Ciccio (Itália, 1657-1747)

Santa Cecília de Abate Ciccio

Anton Kern

Santa Cecília de Anton Kern

Santa Cecília de Anton Kern

Santa Cecília ao cravo

Nicolas Poussin

(c. 1635), óleo sobre tela, Nicolas Poussin (França, 1594-1665)

Santa Cecília, Nicolas Poussin, 1627

Santa Cecília de Nicolas Poussin

Anónimo do séc. XVII

(séc. XVII), Anónimo (séc. XVII), Museu Nacional Frei Manuel do Cenáculo – Évora

Santa Cecília de anónimo do séc. XVII

Santa Cecília com violino

Guido Reni

(1606), Guido Reni (Itália, 1575-1642)

Bernardo Cavallino

(c. 1645), óleo sobre tela, Bernardo Cavallino (1616-1646), Museum of Fine Arts, Boston (EUA)

Santa Cecília, Bernardo Cavallino (1616-1646), Museum of Fine Arts, Boston (EUA)

Santa Cecília de Bernardo Cavallino

Simone Cantarini

(séc. XVII), óleo sobre tela, Simone Cantarini (Itália, 1612-1648)

Santa Cecília, Simone Cantarini (Itália, 1612-1648)

Santa Cecília de Simone Cantarini

Anónimo

(séc. XVII), Santa Cecília em êxtase (Itália, seguidor do estilo de Guido Reni)

Santa Cecília, por anónimo bolonhês do século XVII

Santa Cecília de anónimo bolonhês do séc. XVII

Santa Cecília ao piano

Max Ernst

(1923) The Shrine of Saint Cecilia – The invisible piano, Max Ernst (Alemanha/EUA, 1891-1976)

Santa Cecília com alaúde

Artemisia Gentileschi

(1620), Artemisia Gentileschi (Itália, 1593-1652/1653)

Santa Cecília, Artemisia Gentileschi (Itália, 1593-1652/1653)

Santa Cecília de Artemisia Gentileschi

Francisco da Silva Romão

(séc. XIX), Francisco da Silva Romão (Brasil, 1834-1895)

Santa Cecília de Francisco Romão da Silva, Brasil

Santa Cecília de Francisco Romão da Silva

Santa Cecília tocando espineta

Michiel Coxie

(1569), Michiel Coxie (Flandres, 1499-1592), óleo sobre tela

Santa Cecilia de Michiel Coxie

Santa Cecília de Michiel Coxie

Santa Cecília com contrabaixo

Domenico Zampieri

(séc. XVII) Domenico Zampieri [ Domenichino ] (Itália, 1581-1641)

Santa Cecília, de Domenichino

Santa Cecília de Domenichino

Santa Cecília com partitura

Giambattista Tiepolo

(séc. XIX) Giambattista Tiepolo (Itália, 1696-1770)

Santa Cecília, Giambattista Tiepolo (1696 - 1770)

Santa Cecília de Giambattista Tiepolo

(1895), John William Waterhouse (Inglaterra, 1849-1917)

A infância de Santa Cecília

Marie Spartali Stillman

(1883), Marie Spartali Stillman (Inglaterra, 1844-1927)

Mulher nobre como Santa Cecília

discípulo de Ambrosius Benson

An Unknown Noblewoman, as Saint Cecilia – discípulo de Ambrosius Benson

Santa Cecília com Valeriano e Tibúrcio

Orazio Gentilesch

(c. 1620), Orazio Gentilesch (Itália, 1563-1639)

[ António José Ferreira, Sandim, 22 de novembro de 2020 ]

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

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Rilhafoles

A Música e a Missão

Música na Casa Mãe da Congregação da Missão

Convento de Rilhafoles

O Convento de Rilhafoles, depois Hospital de Rilhafoles e desde 1911 Hospital Miguel Bombarda GOB, pertenceu primeiramente à Congregação da Missão de São Vicente de Paulo e foi fundado por autorização pontifícia (Breve de 10 de Setembro de 1717) e do Cardeal-Patriarca D. Tomás de Almeida (alvará de 4 de Janeiro de 1717).

Também era designado por: Casa Mãe da Congregação da Missão, Casa da Congregação da Missão em Rilhafoles, Casa de São João e São Paulo, Casa de Rilhafoles.

Rilhafoles

Rilhafoles

Festas de Beatificação de S. Vicente de Paulo

A 27 de Setembro de 1727 tinha o Papa Bento XIII publicado um decreto que declarava a heroicidade das virtudes praticadas pelo Servo de Deus Vicente de Paulo.

A 14 de Julho de 1729 mandou publicar e expedir o Breve de Beatificação, ao qual se seguiu, a 13 de Agosto, outro que permitia a recitação do Ofício e a celebração da missa do Bem-aventurado no dia 27 de Setembro, aniversário da sua morte. Este favor era concedido à terra natal de Vicente de Paulo, às freguesias de Paris onde ele estabelecera as suas obras, e aos membros e casas da Congregação da Missão, bem como aos seus convictores e seminaristas.

Era autorizada outrossim, naquele ano, sob rito duples maior, a solenidade da Beatificação em dia autorizado pelo ordinário, mas não anterior à celebração da mesma solenidade em S. Pedro de Roma, onde devia realizar-se a 21 de Agosto. Podia fazer-se essa festa em todas as igrejas às quais fora concedida a missa e o ofício.

O Breve gratulatório ‘Si gloria hominis ex honore Patris’, mandado por Bento XIII, em 29 de Agosto de 1729, ao P.e Bonnet, Superior Geral, ao mesmo tempo que felicitava a Congregação, exortava-a a renovar-se no espírito do Beato Fundador.

Apesar de estar sozinho com o irmão, o P.e Joffreu não quis deixar de comemorar, como lhe fosse possível, o fausto acontecimento, e no dia 26 de Setembro de 1729 comunicou a Sua Majestade a intenção de celebrar no dia seguinte, em Rilhafoles, a missa do novo Bem-aventurado.

O rei, após um instante de surpresa, respondeu: “Bem, meu Padre, quero que essa missa seja solene. Há-de, pois, ser cantada, e cantadas serão também as vésperas. E eu mesmo quero assistir.”

Surpreendido com tal determinação, tomada assim de improviso, o P.e Joffreu opôs as suas dificuldades, agradecendo a Sua Majestade, mas alegando que lhe parecia impossível.

“Ora adeus! – diz do lado o Cardeal da Mota, que se encontrava presente – Com esses impossíveis é que Sua Majestade sabe fazer milagres!”

Tratou-se pois, imediatamente, de ornar o melhor possível a capela dos Padres da Missão, enquanto o rei dava por seu lado as suas ordens. Tudo se fez solenemente, como se projectara, e mais ainda.

Desde a alvorada do dia 27 foram rezadas várias missas, houve primeiras vésperas, missa solene, segundas vésperas e matinas cantadas. A tudo assistiu D. João V, mesmo às matinas, apesar de entrarem bastante pela noite adiante.

A missa foi celebrada e as Vésperas presididas por Mons. Ferreira, arcediago de Santa Cristina, e mais tarde dignitário da catedral. Às matinas oficiou o P.e Ambrósio Viedma, padre da diocese de Valença e músico da Patriarcal, que trouxe consigo a orquestra da mesma. Mais tarde foi este digno eclesiástico um dos convictores de Rilhafoles, e muito concorreu para a fundação de um asilo de órfãos.

Entre a assistência, além de Sua Majestade, figuraram algumas pessoas de distinção, e os religiosos capuchos do vizinho convento de Santo António. Da casa real, foram também, de manhã, o Príncipe D. José, e de tarde, a Rainha, a Princesa e a Infanta D. Francisca, bem como Sua Eminência o Cardeal da Mota, e o Sr. Patriarca.

O facto teve bastante notoriedade para ser assinalado, com relevo, pela ‘Gazeta de Lisboa’, o jornal da época, nos seus números de 29 de Setembro e de 6 de Outubro seguinte.

Não faltaram também, segundo o costume das grandes festas públicas, demonstrações de regozijo popular, estando à noite a casa da Missão brilhantemente iluminada.

As notícias que temos só nos falam em um dia de festa. Ter-se-á feito tríduo no ano seguinte, ao comemorar o aniversário desta data? Também não achamos vestígio desse tríduo nos apontamentos de que dispomos, mas no segundo volume dos Sermões de Rafael Bluteau encontram-se três panegíricos do Beato Vicente de Paulo com indicação de serem para as festas da sua Beatificação (61); é claro que estas não podiam ser as de 1729, pois a improvisação de tais festas não podia dar tempo a preparar qualquer panegírico, nem dele se faz menção no relato bastante pormenorizado que ainda temos.

É de notar que no exórdio do primeiro desses panegíricos, o P.e Bluteau refere uma circunstância pessoal que merece ser recordada:

“Perdoai, meu Santo – exclama ele – a confiança com que aceitei a honra de orador e panegirista da vossa glória neste tríduo da solenidade da vossa Beatificação”.

“Há mais de setenta anos que na cidade de Paris, na vossa casa de S. Lázaro, recebi, de joelhos, a vossa santa bênção, e no mesmo tempo vos vi lançado aos meus pés (humilhação excessiva) de que fiquei tão admirado e confuso que emudeci”.

“Mas quis Deus que se reservassem as palavras para estes dias em que já não vos considero, como naquele tempo, pela vossa veneranda canície, candidato da Eternidade, mas devotamente vos venero vestido do paludamento da glória sempiterna, possuidor da bem-aventurança”.

“Quando na vossa presença me prostrei em terra eu era de muito tenra idade, etc.”

Como quer que seja desse tríduo, é certo que o rei D. João V não deixou mais de ir, todos os anos, assistir em Rilhafoles à festa do dia 27 de Setembro, e ainda não deixou de se apresentar nessa data no ano de 1737, no ano da canonização, quando a Santa Sé acabava de fixar no dia 19 de Julho a festa litúrgica do Santo Fundador. Era particular a devoção que o rei tinha ao grande Santo da Caridade.

As festas da Beatificação foram um motivo de espiritual conforto para o P.e Joffreu, mas nem por isso modificaram a situação que tanto o fazia sofrer. A correspondência com o Visitador da Província de Roma, P.e della Torre, e por esse meio a comunicação com a sua família religiosa, era um lenitivo precioso na sua soledade, mas esse mesmo lhe foi tirado quando, após conflitos surgidos entre Lisboa e Roma, se consumou o corte das relações diplomáticas.

P.e BRÁULIO GUIMARÃES, Apontamentos para a História da Província Portuguesa da Congregação da Missão – Volume 1 – páginas 149 a 152.

Festas da canonização de S. Vicente de Paulo

Foi em 16 de Junho de 1737 que foi publicada a Bula de Clemente XII que inscrevia na lista dos Santos o nome glorioso do Beato Vicente de Paulo.

Tanto os seus filhos de Lisboa como o rei D. João V pensaram, desde logo em comemorar com solenidades condignas um tão jubiloso facto. Pensou-se primeiro em fazê-lo no mês de Outubro. Mas para que houvesse mais tempo para a devida preparação, o rei determinou que ficassem as festas para depois da Páscoa de 1738.

Por ser pequena e não estar concluída de todo a igreja de Rilhafoles, aventou-se a hipótese de se fazer a festa num templo mais amplo, chegando a indicar-se como mais próxima, a igreja do vizinho convento de S. António dos Capuchos.

O P. e Joffreu, insurgiu-se. Pequena a igreja? Mas mais pequeno era, antes dela, o oratório doméstico, e isso não impediu que nele se realizassem com esplendor, e com a presença de Sua Majestade, as festas da Beatificação.

O rei compreendeu, e condescendeu com o desejo do Padre a quem não queria desagradar. Ficou assente que as festas se fariam na igreja de Rilhafoles.

Uma primeira preparação para as festas foi a publicação, a expensas do rei, de uma Vida de S. Vicente de Paulo e das Regras Comuns da Congregação da Missão.

A ‘Vida de S. Vicente’ foi traduzida do espanhol, de Fr. João do SS. mo Sacramento, por D. José Barbosa, Teatino, LX 1738 fol. gr. – XX, 612 pág.

É uma bela edição, em óptimo papel, impressão nitidíssima, e gravuras de Debrie (retrato de S. Vicente a vinhetas).

Das “Regras” fizeram-se duas edições: uma in 8º, outra in 12º. São belos exemplares, com um prólogo que é, em latim, o resumo da Vida de S. Vicente, e com Bulas, em apêndice, que se não encontram na edição de Paris.

Delas se fez uma tiragem numerosa. O P.e Manuel José Vieira pôde dizer, hiperbolicamente, que se se conservassem todos os exemplares, havia com que dar um a cada membro da Congregação, mesmo que esta subsistisse até ao fim dos séculos!… Apesar disso, infelizmente, até para bibliotecas é hoje difícil encontrar algum.

Notaremos que, se a Vida de S. Vicente apareceu em 1738, um mês antes das festas, as Regras só apareceram cinco anos depois. Compreende-se facilmente que assim fosse, por ser a primeira publicação destinada ao público, com o fim de tornar conhecido o Santo, e a segunda, reservada à Comunidade, que quase não existia ainda em Portugal.

Para preparar mais directamente a festa, que seria um oitavário a começar no dia 19 de Julho, com a festa litúrgica de S. Vicente, foi ornada sumptuosamente a nova igreja da casa, que veio substituir, no mesmo lugar amplificado, a antiga e pequena capela da quinta de José de Melo, tornada primeiro oratório da Comunidade. O rei ofereceu, para a circunstância, uma rica lâmpada de prata, do valor de 500$000 reis, e ricas ornamentações deram ao interior do templo a majestade e beleza que convém às grandes solenidades.

As festas começaram no dia 18, que era uma quinta-feira, sendo cantadas as primeiras vésperas de S. Vicente com a assistência do rei, do príncipe herdeiro D. José, de D. Pedro, esposo da augusta D. Maria, e dos infantes D. António e D. Manuel.

Na casa ainda se conservou por muito tempo, datado de 14 de Julho e destinado ao príncipe D. José, um programa com indicação pormenorizada de todas as solenidades do oitavário.

No mesmo dia as segundas vésperas foram presididas pelo Deão da Igreja Patriarcal.

No dia 19, que era o da festa litúrgica e primeiro do oitavário, houve missa pontifical celebrada pelo Sr. Patriarca, ficando por isso para a função da tarde o panegírico do Santo, que foi pregado, com notável brilho, pelo nosso comensal, o distinto orador D. Mariano Gavila, já nosso conhecido.

Nesse dia, como em um outro da oitava, assistiu também a rainha, que habitualmente estava impedida por ter de ficar em Belém a velar a princesa sua filha que se encontrava doente.

Os outros dias da oitava foram repartidos entre as diferentes comunidades religiosas da cidade, das quais cada uma, no seu dia, fornecia, por via de regra, oficiante e pregador.

O segundo dia, 20, coube aos Padres Jesuítas, sendo pregador um Padre da Companhia, do Colégio de Évora, que veio propositadamente a Lisboa para esse fim, havendo no entanto missa pontifical em que celebrou um cónego da Sé.

O terceiro dia, 21, foi atribuído aos Cónegos Regulares da Divina Providência; foi ainda um cónego da Sé que oficiou à missa, mas o pregador foi o Cónego Regular D. José Barbosa cujo discurso foi impresso, e se conservava na biblioteca de Rilhafoles.

No quarto dia, 22, reservado aos Dominicanos, oficiou um religioso da Ordem, e pregou Fr. Manuel Coelho, antigo Reitor do Colégio de Coimbra, Prior do Convento de Lisboa, Provincial da sua Ordem e Deputado do Santo Ofício, em Lisboa.

O quinto dia, 23, coube aos Religiosos Agostinhos, celebrando um deles e pregando Fr. António da Piedade, antigo Prior do Convento da Graça, de Santarém, e autor do livro intitulado “Meio Dia Agustiniano”.

No sexto dia, 24, que pertenceu aos Trinitários, dos quais um celebrou a missa, foi pregador Fr. Manuel de São Tomás, que viria a morrer sob as ruínas do terremoto de 1755. O seu discurso, impresso, conservava-se no Convento da Trindade, e pereceu no incêndio que o devorou então.

O sétimo dia, 25, foi atribuído aos Carmelitas, que forneceram celebrante da missa e pregador do dia, que foi o antigo Provincial da Ordem, Fr. Filipe de Santa Teresa.

No dia 26, oitavo dia, houve, ofício pontifical em que celebrou um cónego da Patriarcal, sendo pregador um padre do Convento de Santo António da Convalescença, dos religiosos da Província de Santo António aos quais cabia esse dia.

Os religiosos de cada instituto assistiam às solenidades no dia que a esse instituto estava reservado.

Os três ofícios pontificais celebrados por cónegos durante este oitavário, foram-no em virtude de um privilégio concedido à Igreja Patriarcal por Clemente XI na Bula ‘In supremo’, de Novembro de 1716, recorrendo-se ao Cabido da Sé por terem coro particular nesses dias as ordens designadas para oficiar neles.

Todos os dias do oitavário, assistiram regularmente o rei e os príncipes, que vinham de manhã e ficavam para a tarde, passando na casa todo o dia. Todos os dias também eram os músicos da Patriarcal que vinham com as suas harmonias, contribuir para o esplendor e beleza dos actos litúrgicos.

O rei D. João V tomou à sua conta todas as despesas com as solenidades, querendo que nada faltasse à sua pompa e magnificência.

As festas terminaram no dia 26 com uma solene procissão em que foram conduzidas triunfalmente a imagem e as relíquias de S. Vicente de Paulo, com a assistência de todas as comunidades religiosas já referidas e do clero secular das freguesias da Pena, Socorro e S. José. Saindo do pátio de Rilhafoles dirigiu-se para a avenida, percorrendo o campo de Sant’Ana para regressar pela Rua da Cruz da Carreira.

À noite houve iluminações gerais dos conventos que tinham tomado parte nas festas, associando-se igualmente o dos Padres de S. Filipe Néri. A casa de Rilhafoles, naturalmente, não podia ficar atrás nestas demonstrações festivas, sendo magnífica a sua Iluminação.

O cronista faz notar que também o refeitório participou da festa, sendo a mesa servida naquelas dias com a profusão e magnificência que traduzia a régia generosidade. Cada dia tomavam parte nas refeições os religiosos que nesse dia tinham oficiado. Quiseram escusar-se os Jesuítas por não costumarem comer fora de casa, mas obrigou-os o rei, pondo à porta guardas que os não deixaram sair.

Tudo decorreu com a ordem, com esplendor, com a beleza e majestade que se podia desejar, para glória de Deus e do seu humilde servo Vicente de Paulo. Compreenda-se que ficasse consolado, e imensamente grato ao rei, o digno filho de S. Vicente que era o P.e Joffreu; mas consolação maior e motivo de gratidão mais viva, havia ele ainda de ter com um facto que havia de ser o mais apetecível fruto das festas que acabavam de celebrar-se.”

P.e BRÁULIO GUIMARÃES, Apontamentos para a História da Província Portuguesa da Congregação da Missão – Volume 1 – páginas 160 a 163)

Merecem destaque as diversas actuações da Orquestra da Patriarcal na Igreja da Casa-Mãe da Congregação da Missão, de Rilhafoles, certamente devido ao apoio do monarca à instituição. Já durante das festas da beatificação de S. Vicente de Paulo, em 1727, a sua música marcou presença.

Mas aquando das magníficas comemorações da canonização, em Julho de 1737, a recentemente construída Igreja acolheu oito dias consecutivos de uma das melhores Orquestras de música barroca da Europa, fundada e aperfeiçoada por D. João V e que rivalizava com a Orquestra do Vaticano.

Note-se que a Orquestra da Patriarcal, além da ser uma orquestra barroca alargada, dispunha de cantores para dois ou mais coros, a quatro vozes cada, e de solistas de elevadíssimo virtuosismo, alguns deles castratti italianos, e que o seu reportório, de influência italiana mas com características da tradição polifónica portuguesa, era constituído maioritariamente por obras de compositores portugueses do mais alto nível europeu, alguns dos quais haviam estudado em Roma, enquanto bolseiros do rei, como António Teixeira, Francisco António de Almeida e João Rodrigues Esteves, também músicos, e que, pelo menos os dois últimos, foram dirigentes e professores nessa orquestra e escola.

Nesses oito dias, na presença de D. João V, um melómano sabedor que não iria ouvir obras em repetição, decorreu na Igreja da Congregação da Missão em Rilhafoles, o que podemos considerar um prolongado Festival de música sacra barroca portuguesa, sabendo-se que no último dia das comemorações, após a procissão já referida, estas encerraram com um Te Deum, perante a assistência de muitos fiéis.

Um festival da mais sofisticada música europeia da época, com obras decerto muito variadas, desde as cantatas até aos monumentais Te Deum (um destes Te Deum, de António Teixeira, que sobreviveu ao terramoto de 1755, além de orquestra instrumental alargada, inclui 4 coros a 4 vozes cada, e 8 solistas).

Embora ainda hoje não se conheçam em pormenor o conjunto das actuações e digressões da Orquestra da Patriarcal, podemos afirmar que os espectáculos de Julho de 1738, na Casa-Mãe da Congregação da Missão, constituíram um acontecimento raro e de grande nível artístico, na história da música barroca portuguesa.

No Arquivo de Música da Biblioteca Nacional de Lisboa, encontram-se diversas obras dedicadas a S. Vicente de Paulo, que a seguir elencamos, com anotações dos serviços desse arquivo:

1- Novena de S. Vicente de Paulo, música manuscrita da autoria de António Leal Moreira, 1817.

2 – Responsórios de S. Vicente de Paulo. Manuscrito, para coro a quatro vozes e órgão, com partes para solista, Lisboa, 1835, Frei José Marques e Silva, entre 1800 e 1837, dedicado ao Conde do Redondo.

3 – Hymno das primeiras vésperas de S. Vicente de Paulo, manuscrito autógrafo, Frei José Marques e Silva, entre 1800 e 1837.

4 – Hymno das Matinas de S. Vicente de Paulo, manuscrito autógrafo, Frei José Marques e Silva, entre 1800 e 1837, oferecida e dedicada ao Conde do Redondo.

5 – Missa de S. Vicente de Paulo, anónimo, entre 1800 e 1850.

6 – Mottetos de S. Vicente de Paulo, autor desconhecido, entre 1830 e 1870, em 5 partes.

7 – Hymno de Laudes de S. Vicente de Paulo, para coro a 4 vozes, Frei José Marques e Silva, entre 1800 e 1837.

A existência destas partituras (e outras que possivelmente se guardem noutro local ou que foram destruídas em 1834), indicia que a música na Casa de Rilhafoles desempenhava papel de relevo, atingindo um nível que é lícito considerar alto, em Portugal.

Com efeito, estas obras musicais foram criadas, muito possivelmente, para as Casas da Congregação e em louvor de S. Vicente de Paulo, e por compositores bem reconhecidos da época, como António Leal Moreira (1758-1819), suplantado talvez só por Marcos Portugal, e como Marques da Silva (1780-1837).

O facto de algumas pautas (que não sabemos serem um de vários originais), conterem dedicatórias ou a indicação de serem oferecidas ao Conde do Redondo, um amigo da instituição, não invalida aquela interpretação, sendo ainda de colocar a hipótese de terem sido encomendadas e custeadas pelo Conde para utilização litúrgica nas Igrejas da Congregação da Missão, em especial na de Rilhafoles.

Cf: Bráulio Guimarães, Ob. Cit., Vol. I, p. 165.

O Dr. Vitor Freire, último Director do Hospital Miguel Bombarda e que pertence a uma Comissão de Preservação do Hospital Miguel Bombarda, a qual tem tentado que não seja destruído e se apague a memória quer da Congregação, quer de todo o património histórico daquela casa (museu, capela, balneários).

Nova Revista de Música Sacra, Braga

BIBLIOGRAFIAS

MÚSICA RELIGIOSA EM PORTUGAL NO SÉCULO XX

1. MAGISTÉRIO EPISCOPAL

1. 1. BISPOS

1. 1. 1. ANTES DO CONCÍLIO

BARROSO, A. J. S., bispo do Porto, Música nas Egrejas, in Boletim da Diocese do Porto 3 (1916) 185-187.

LEÃO, A. B., bispo do Porto, Música Sacra, in BDP 6 (1919) 570-575.

ANTÓNIO, bispo de Coimbra, Festas religiosas, in Lm 3(1939)184.

SOUSA, A. J., bispo do Porto, Provisão sobre orfeões e ensaios, in Lm 6(1942)722.

CEREJEIRA, M., Cardeal Patriarca, Provisão sobre festas, in Lm 7(1943)3.

SOUSA, A. J., bispo do Porto, Observações sobre a legislação diocesana relativa a festas, in Lm 8(1944)396-397.

OLIVEIRA, E. S., bispo de Coimbra, Provisão sobre festas, in Lm 14(1950)488-490.

CEREJEIRA, M., Cardeal Patriarca, Liga de Acção Litúrgica e Paroquial, in Lm 18(1954)328-329.

EPISCOPADO PORTUGUÊS, As atitudes comuns dos fiéis nas missas chamadas comunitárias, in Lm 24(1960)91.

1. 1. 2. DEPOIS DO CONCÍLIO

JOÃO, bispo de Lamego, Breve guia da celebração da missa segundo a nova reforma litúrgica para o clero da Diocese de Lamego, in Lm 29(1965) 243-263.

ALTINO, bispo de Sá da Bandeira, Carta Pastoral sobre a Reforma Litúrgica da missa, in Lm 29(1965)263-268.

FLORENTINO, bispo do Porto, Comissão Episcopal de Liturgia, in Lm 30 (1966)762.

ANTÓNIO, bispo de Vila Real, Nomeação da Comissão Diocesana de Liturgia, in Lm 32(1968)223.

GONÇALVES, J., bispo auxiliar de Braga, Homilia sobre o canto litúrgico, in Nova Revista de Música Sacra 22 (1982) 1-2.

—, Liturgia matrimonial , in NRMS 26 (1983) 1-3.

MONTEIRO, A. X., bispo de Lamego, Dr M. Faria, in memoriam, in NRMS 26 (1983) 1-3.

PINHEIRO, C. F. M., bispo auxiliar de Braga, Homilia no encontro dos grupos corais paroquias do arciprestado de Vila Nova de Famalicão em Riba d’Ave-6 de Julho de 1986 , in NRMS 38 (1986) 1-3.

REBIMBAS, J. T., bispo do Porto, Cantai ao Senhor um cântico novo, in Boletim de Música Litúrgica 63 (1986) 2-5.

—, O novo órgão de tubos na Sé Catedral do Porto, in NRMS 37 (1986) 2-3.

ORTIGA, J., bispo auxiliar de Braga, Participação litúrgica através do canto |Homilia no Encontro de Coros Paroquiais do Arciprestado de Barcelos, no dia 9 de Julho de 1989|, in NRMS 52 (1989) 2.

NOGUEIRA, E. D., bispo de Braga, A Música Sacra é acto de louvor a Deus, in NRMS 58 (1991) 1-2.

1. 2. 1. CONFERÊNCIA EPISCOPAL

EPISCOPADO PORTUGUÊS DA METRÓPOLE, Nota sobre a aplicação das normas do “motu proprio” Sacram Liturgiam, in Lm 28(1964)92-96; Ora et Labora 12(1965)491-498.

CONFERÊNCIA EPISCOPAL PORTUGUESA, Nota sobre o canto litúrgico, in Lm 46 (1985) 423-426 |22 de Novembro de 1985|.

1. 2. 2. COMISSÃO EPISCOPAL DE LITURGIA

COMISSÃO EPISCOPAL DE LITURGIA (PORTUGAL), Esclarecimentos, in Lm 29(1965)16-20, 151, 155, 330, 495, 335, 670.

—, |Nomeação da Comissão Portuguesa de Música Sacra|, in Lm 29(1965)240.

—, Normas Litúrgicas, in Lm 32 (1967) 836-856.

2. FONTES DA MÚSICA RELIGIOSA EM PORTUGAL

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Meloteca, recursos musicais criativos para crianças, professores, educadores e animadores

LYRA SACRA (Braga 1903-1905) compil. de A. MENEZES, SJ.

LYRA SACRA. cânticos a Nosso Senhor. Parte I: Ao Ssmo Sacramento (Lisboa 1905) compil. de A. MENESES, SJ.

COROS RELIGIOSOS (Lisboa: Livraria Católica 1910) de T. BORBA.

SALVÈ NOBRE PADROEIRA! (Lisboa 1914) Melodia Popular recolhida e harmonizada pelo Pe BALLESTER, CM.

SALTÉRIO EUCARÍSTICO (cânticos ao Ssmo Sacramento próprios para a Hora de Adoração ) (Braga 1920) de A. SANTOS, OFM.

HINO DO I CONGRESSO EUCARÍSTICO NACIONAL (Braga 1924) de A. SANTOS, OFM.

LYRA SACRA. Collecção Portuguesa de Cantos Religiosos a Nossa Senhora. Proprios para o Mez de Maria (Lisboa: Ed. Joaquim A. Rodrigues 1924, 2 ed. rev) compil. de A. MENEZES, SJ.

LYRA SACRA. Collecção Portuguesa de Cantos Religiosos a Nossa Senhora. Proprios para o Mez de Maria (Lisboa, 1924, 2 ed) compil. de A. MENEZES, SJ.

CANTAI AO SENHOR! Orações e Cantos da Igreja nos divinos ofícios e nas devoções tradicionais. missas para o povo. Motetes Simples, cânticos (Braga 1925) compil. de J. A. CORREIA, CSSP.

CANTAI AO SENHOR. missas, Vésperas, canto litúrgico e cânticos em vernáculo. Próprio das quadras da liturgia (Advento, Natal, Quaresma, Páscoa, Pentecostes). Canto Devocional: Eucarístico, Mariano, dos Santos (Lisboa: Procuradoria das Missões do Espírito Santo 1925, 1 ed), compil. de J. A. CORREIA, CSSP.

MISSA EM HONRA DO SS SACRAMENTO (Braga: Ed. do “Boletim Mensal das Missões Franciscanas” 1925) de A. SANTOS, OFM.

HINO “TE DEUM LAUDAMUS” (Braga 1926) de L. SOUSA.

LIVRO DE CÂNTICOS RELIGIOSOS em Português e Shironga para uso das Missões Católicas Portuguesas ao Sul do Save na Província de Moçambique (Lourenço Marques 1927).

DEVOCIONÁRIO MUSICAL (Bruges: Desclée de Brower 1927) compil. de L. G. MARIZ, SJ.

SALTÉRIO MARIANO. cânticos a Nossa Senhora (Braga: Edição do “Boletim Mensal” 1927) de A. SANTOS, OFM.

HINO POPULAR A S. FRANCISCO DE ASSIS (Braga: Ed. da Empresa do “Boletim Mensal” 1928) de B. CRESPO, OFM.

HINO DE S. FRANCISCO (Braga 1928) de A. LEÇA-L. MAGALHÃES.

O “CÂNTICO DO SOL” DE SÃO FRANCISCO DE ASSIS (Braga 1929), de A. LEÇA.

DEVOCIONÁRIO MUSICAL para uso das paróquias, seminários, colégios e institutos similares (Lisboa 1930, 2 ed) compil. de L. G. MARIZ, SJ.

ECOS DO SANTUÁRIO. Colecção de motetes e cânticos religiosos a uma ou duas vozes iguais com acompanhamento de Órgão ou harmónio (Braga: Livraria e Papelaria Nacional 1931) de M. C. ALAIO-J. C. L. TORRES.

CÂNTICOS ANTONIANOS (Braga 1931), feitos e coleccionados por A. SANTOS, OFM.

SALTÉRIO EUCARÍSTICO. cânticos ao SS.mo Sacramento próprios para a Hora de Adoração e para a Sagrada Comunhão (Braga: Edição do “Boletim Mensal” 1933, 3 ed) de A. SANTOS, OFM.

CANTAI AO SENHOR, com música e acompanhamento, para os ofícios e devoções do ciclo religioso. I parte. missas, de festas e de funerais, em gregoriano e em música moderna (Lisboa: Procuradoria das Missões do Espírito Santo 1934, 2 ed).

CANTAI AO SENHOR, com música e acompanhamento, para os ofícios e devoções do ciclo religioso. II parte.Vésperas e bênção do SS. Sacramento, Te Deum, Recepção do Prelado (Lisboa: Procuradoria das Missões do Espírito Santo 1934, 2 ed).

CANTAI AO SENHOR, com música e acompanhamento, para os ofícios e devoções do ciclo religioso. III parte.cânticos Latinos ao Coração de Jesus, a Nossa Senhora, aos Santos e Próprio do tempo (Lisboa: Procuradoria das Missões do Espírito Santo 1934, 2 ed).

HINO A SÃO JOSÉ (Braga: Ed. do Autor) de L. TORRES.

CÂNTICOS PARA OS CERTAMES CATEQUÍSTICOS (Braga 1935).

CANTAI AO SENHOR. missas, Vésperas, canto litúrgico e cânticos em vernáculo. Próprio das quadras da liturgia (Advento, Natal, Quaresma, Páscoa, Pentecostes). Canto Devocional: Eucarístico, Mariano, dos Santos (Lisboa: Procuradoria das Missões do Espírito Santo 1935, 2 ed) compil. de J. A. CORREIA.

CÂNTICOS PARA A BÊNÇÃO DO SS distribuidos por todos os dias (Porto: Tipografia Costa Carregal 1935), de L. RODRIGUES.

HINO DA CATEQUESE (Lamego 1936, 2 ed) de A. F. ALVES.

CANTAI AO SENHOR (S.l.: Procuradoria das Missões do Espírito Santo 1936, 2 ed).

MISCELÂNEA MUSICAL RELIGIOSA (Porto 1937) de L. RODRIGUES.

MISSA CORAL em louvor de Nossa Senhora de Fátima (Braga 1937) de J. C. P. ALMEIDA.

JUVENTUDE. Hino (Porto: Costa Carregal 1938) de A. LEÇA.

MISSA DA CATEQUESE. cânticos para a missa e hino da catequese (Braga 1938) de J. ANGÉRRI.

SAUDADES DA MINHA ALMA. cânticos Religiosos em latim e português (Braga 1938) de J. ANGERRI.

JUBILATE. Selecção de cânticos Sacros (Lisboa: União Gráfica 1939) de I. ALDASSORO, SSCC.

CANTAI AO SENHOR (Lisboa: Imprensa Lucas 1939).

MISSA “LAUDATE PUERI, DOMINUM” (Porto: Costa Carregal 1939) de L. RODRIGUES.

MISSA “O CRUCIS VICTORIA” (Braga 1939) de J. ANGÉRRI.

SÚPLICAS AO CÉU. cânticos Religiosos em latim e português (Braga 1940) de M. J. S. MARTA.

PORTUGAL É DE CRISTO JESUS! executada pela primeira vez em Guimarãis, pelos Seminários de Braga, por ocasião das Festas Centenárias de 1940 (Braga: Edição dos Seminários de Braga 1940) de M. S. RIBEIRO-J. F. FONTES.

HINO DO CONGRESSO EUCARÍSTICO DE VAGOS (Braga 1940) de M. M. RUMOR-M. QUARESMA.

MISSA BREVE E FÁCIL em honra do Beato Nun’Álvares Pereira, oferecida e dedicada à Mocidade Portuguesa (Braga 1941) de A. F. ALVES.

MISSA “JUVENES ET VIRGINES” dedicada às Juventudes e Cruzadas (Porto 1941) de J. G. S. LOPES.

O DEUS AMANTE (Braga: Missões Franciscanas 1941) de A. F. ALVES.

O SALUTARIS HOSTIA E TANTUM ERGO (Braga: Missões Franciscanas 1941) de A. F. ALVES.

TOTA PULCHRA ES , MARIA (Braga 1942) de A. F. ALVES.

LÍRIOS DE MAIO (Porto: Educação Nacional 1943).

MÚSICA DESCRITIVA DA PARÁBOLA DO FILHO PRÓDIGO (Lamego: Tip. Voz de Lamego 1943) de A. F. ALVES.

REGINA PACIS. Missa breve e fácil (Braga: Tipografia das Missões Franciscanas 1943) de A. PARENTE.

REGINA PACIS. Missa breve e fácil a duas vozes e órgão e o hino “Oração da Paz ” (Braga 1943) de A. PARENTE.

MÚSICA SACRA (Porto: Lopes da Silva 1943) de L. RODRIGUES.

BENEDICAMUS DOMINO. Colecção de cânticos Religiosos (Lamego: Crisos 1944) de A. F. ALVES.

CANTAI AO SENHOR (S.l.: Procuradoria das Missões do Espírito Santo 1944, 2 ed).

MANUALE OFFICII ET MISSAE PRO DEFUNCTIS (Porto 1944) de L. RODRIGUES.

EUCARÍSTICAS. cânticos para a Sagrada Comunhão (Porto: Edições Lopes da Silva 1944) de L. RODRIGUES -A. R. NEVES-J. M. GONÇALVES.

CANTA, MINHA ALMA, CANTA. cânticos religiosos em latim e português (Lisboa: Sassetti 1945) de J. ANGÉRRI.

CÂNTICOS DA JUVENTUDE I. A Nossa Senhora (Braga 1945) de M. FARIA.

CÂNTICOS DA JUVENTUDE II. Ao Coração de Jesus (Braga 1945) de M. FARIA.

CÂNTICOS DA JUVENTUDE III. Ao Santíssimo Sacramento (Braga 1945) de M. FARIA.

CÂNTICOS DA JUVENTUDE IV (cânticos populares ao Menino Jesus e outras devoções ) (Braga 1945) de M. FARIA.

CARRILHÃO DE FÁTIMA. Às mulheres de Portugal às quais se deve a iniciativa do novo Carrilhão para a Basílica de Fátima (Barcelos: Edição do Autor 1945) de L. TORRES.

CONFITEMUR seu cantus varii ad benedictionem SS. Sacramenti et alias sacras functiones (Almada: Seminarium S. Pauli 1945).

FESTA EUCARÍSTICA do Arciprestado de Gouveia (Braga 1945) de A. PARENTE-A. A. JERÓNIMO.

HINO DA LIGA INTENSIFICADORA DA ACÇÃO MISSIONÁRIA =Canções patrióticas e missionárias 2 (Braga 1945) de O. TEIXEIRA.

MISSA DE “REQUIEM” a duas vozes iguais e órgão (Penacova: Litografia União 1945) de A. COSTA.

ROSAS BRANCAS. Composições e discursos para a comunhão solene das crianças (Porto: Lopes da Silva 1945) de L. RODRIGUES e A. R. NEVES.

STABAT MATER (Régua 1945) de A. F. ALVES.

STABAT MATER DOLOROSA (Régua: Editor J. Alcino Cordeiro 1945) de B. SALGADO.

A MISSA DO PEREGRINO. Aos pés de Nossa Senhora (Braga: Tipografia das Missões Franciscanas 1946) de B. SALGADO.

À SENHORA DO SAMEIRO. AVÈ, SENHORA DO MINHO (Braga 1946) de B. SALGADO-J. ALVES.

AOS NOBRES MUNICÍPIOS DE PORTUGAL CRISTÃO. Consagração ao Coração Imaculado de Maria (Braga 1946) de L. TORRES.

APOTEOSE À VIRGEM (Bragança 1946) de M. BRÁS-M. FERREIRA.

AVÈ MARIA (Régua: Editor J. Alcino Cordeiro 1946, 3 ed) de A. F. ALVES.

CÂNTICO PARA A COROAÇÃO DE Nª Sª DE FÁTIMA RAINHA DE PORTUGAL (Brga: Missões Franciscanas 1946) de M. F. FARIA.

CÂNTICO PARA A COROAÇÃO DE NOSSA SENHORA DE FÁTIMA RAINHA DE PORTUGAL (Braga 1946) de M. FARIA-M. NEVES.

ECCE SACERDOS MAGNUS (Régua: Editor J. Alcino Cordeiro 1946) de A. F. ALVES.

ECOS DA ROMAGEM DAS JUVENTUDES CATÓLICAS À COVA DA IRIA (13 de Maio de 1946 ) (Braga: Edição do Autor 1946) de L. TORRES.

HINO DA ACÇÃO CATÓLICA PORTUGUESA (Lisboa: Edição da Junta Central da ACP 1946) de M. MATEO.

HINO DA CATEQUESE (Régua: Editor J. Alcino Cordeiro 1946) de A. F. ALVES.

HINO DE MONSENHOR ALVES DA ROCHA (Braga 1946) de B. SALGADO-C. VARELA.

HINO DO CORPO NACIONAL DE ESCUTAS (Braga 1946), de B. SALGADO-J. ALVES.

HINO E CÂNTICO DA FESTA EUCARÍSTICA DE NESPEREIRA (Arciprestado de Gouveia ) (Braga 1946) de M. FERNANDES-G. PINTO.

MARCHA CATEQUÍSTICA (Braga 1946) de M. F. BORDA.

MISSA BREVE E FÁCIL EM HONRA DO BEATO NUN’ÁLVARES PEREIRA. Oferecida à Mocidade Portuguesa (Régua: J. Alcino Cordeiro 1946, 2 ed) de A. F. ALVES.

MISSA EM HONRA DE NOSSA SENHORA DA ASSUNÇÃO, padroeira da Sé de Lamego (Régua: Editor Júlio Alcino Cordeiro 1946) de A. F. ALVES.

NAS ALTURAS DA PENEDA (Braga 1946) de A. BRAZ-J. ALVES.

ORAÇÃO PELOS SACERDOTES (Régua: J. Alcino Codeiro 1946) de A. F. ALVES.

SAUDAÇÃO SOLENE (Braga 1946) de A. F. ALVES.

SIM (Régua: J. Alcino Cordeiro 1946) de A. F. ALVES.

SUSPIROS DE ALMA, SAUDADES DA MINHA MÃE (Régua 1946) de A. F. ALVES.

AÇUCENAS (Régua: J. Alcino Cordeiro 1947) A. F. ALVES.

AVE MARIA (Coimbra: Ed. do Autor 1947) de A. LAPA.

MISSA BREVE E FÁCIL EM HONRA DE SÃO JOÃO DE BRITO (Porto: Costa Carregal 1947).

MISSA EM HONRA DE S. JOÃO DE BRITO, dedicada aos peregrinos portugueses que em Roma assistiram à sua canonização em 22 de Junho de 1947 (Régua: J. Alcino Cordeiro 1947) de A. F. ALVES.

NA VIA DOLOROSA À SOMBRA DA CRUZ (Régua: J. Alcino Cordeiro 1947) de A. F. ALVES.

OS MEUS TRÊS AMORES. 50 cânticos em latim e português (Lisboa: Sassetti 1947).

SOU SÓ TEU, SENHOR (Régua: J. Alcino Cordeiro 1947) de A. F. ALVES.

MISSA “PASTOR ANGELICUS”a duas vozes (Braga: Editorial Franciscana 1947) de J. ANGERRI.

MISSA “PARCE DOMINE”. 4 cânticos em português para a Missa rezada (Braga 1947) de A. BRÁS-J. ALVES.

DOAÇÃO. Oração em coro falado para o ofertório da Missa. I, Gregoriano (VII tom) e Fabordão (Lisboa: União Gráfica 1947) de A. GONÇALVES.

DOAÇÃO. Oração em coro falado para o ofertório da Missa. II, Música da Oração Jocista (Lisboa: União Gráfica 1947) de A. GONÇALVES.

À PADROEIRA. Portugal agradecido =Lauda Sion 1 (Braga 1947) de J. G. S. LOPES.

HINO A S. JOÃO DE BRITO =Lauda Sion 2 (Braga 1947) de J. G. S. LOPES.

MISSA “DE ANGELIS” (Braga 1947).

HINO AO SACERDÓCIO (Braga 1947) de M. VALENÇA, OFM.

FLORINHAS DO CAMPO (cânticos para o mês de Maria) (Braga 1948) de M. FARIA.

HINO DA FALPERRA ao Senhor da Agonia e a Santa Maria Madalena (Braga 1948).

HINO POPULAR A NOSSA SENHORA DE FÁTIMA (Braga: Missões Franciscanas 1948) de J. F. TROCADO.

MISSA “MATER DEI” a três vozes e órgão (Braga: Edição do Autor 1948) de R. MARQUES.

CÂNTICO AO MENINO DEUS. Para voz, solo e coro com acompanhamento de òrgão. Para ser cantado pelas criancas da minha aldeia (Braga 1948) de J. NEVES-J. P. ROCHA.

POR S. NUNO E POR PORTUGAL (Braga 1948) de B. SALGADO-J. ALVES.

MEMORIA TRANSITUS S. P. N. FRANCISCI per coro a 4 voci miste e organo (Braga 1948) de A. SANTINI, OFM.

HINO POPULAR A NOSSA SENHORA DE FÁTIMA (Braga 1948) de J. F. TROCADO.

À VIRGEM MÃE. Dois cânticos a vozes e órgão = Lauda Sion 4 (Freamunde: Tipografia Popular 1949) de J. G. S. GONÇAVES.

AO REI DE AMOR, composições a várias vozes e órgão = Lauda Sion 7 (Freamunde: Tipografia Popular 1949) de J. G. S. GONÇAVES.

AVE MARIA FORMOSA. Cântico a Nossa Senhora (Porto: Ed. do Autor 1949) de C. MORAIS.

AVE MARIA, para solo, duas vozes e órgão = Lauda Sion 3 (Freamunde: Tipografia Popular 1949) de J. G. S. GONÇAVES.

AVE VERUM, a duas vozes e órgão = Lauda Sion 5 (Freamunde: Tipografia Popular 1949) de J. G. S. GONÇAVES.

CÂNTICO A S. FILOMENA (Braga 1949) de M. FARIA-J. ALVES.

CÂNTICOS DA CONFIRMAÇÃO , 3 cânticos a duas vozes e órgão = Lauda Sion 6 (Freamunde: Tipografia Popular 1949) de J. G. S. GONÇAVES.

CÂNTICOS DE NATAL, 4 composições a duas vozes e órgão = Lauda Sion 11 (Freamunde: Tipografia Popular 1949) de J. G. S. GONÇAVES.

ECCE SACERDOS MAGNUS (Braga: Tipografia Missões Franciscanas 1949) de M. FARIA.

HINO A SANTA FILOMENA, a duas vozes, solo e órgão = Lauda Sion 8 (Freamunde: Tipografia Popular 1949) de J. NEVES.

HINO EUCARÍSTICO (Braga 1949) de A. PARENTE-E. ROSÁRIO.

HINO MISSIONÁRIO (Braga: Editorial Franciscana 1949) de M. VALENÇA, OFM.

O SALUTARIS HOSTIA (Felgueiras: Seminário de Santa Teresinha 1949).

O SALUTARIS HOSTIA , 5 composições a 1 e 2 vozes com acompanhamento de órgão = Lauda Sion 9 (Freamunde: Tipografia Popular 1949) de J. G. S. GONÇAVES.

O VOS OMNES (Braga: Missões Franciscanas 1949) de R. MARQUES.

SUBIU AO CÉU. No lançamento da primeira pedra duma Igreja a edificar em honra de Nossa Senhora da Conceição de Montalegre (Braga 1949) de L. RODRIGUES-A. MINHAVA.

TANTUM ERGO, 3 composições a duas vozes e órgão = Lauda Sion 10 (Freamunde: Tipografia Popular 1949) de J. G. S. GONÇAVES.

HINO A S. MARTINHO DE DUME (Braga 1950) de A. BRÁS-M. DUME.

CANTA JUVENTUDE (Lisboa: J.I.C.F. 1950).

CÂNTICOS AO MENINO DEUS =Laudate Dominum 1 (Braga 1950) de J. M. N. OLIVEIRA.

HINO OFICIAL DOS TERCEIROS CARMELITAS (Porto 1950).

HINO PARA O IV CENTENÁRIO DE S. JOÃO DE DEUS (Braga 1950) de J. C. L. TORRES.

HORAS DA VIRGEM MARIA (Braga 1950) de M. VILAVERDE.

MANUAL DO PEREGRINO DE FÁTIMA (Fátima: Edição do Santuário de Fátima 1950, 7 ed).

PEREGRINA DO MILAGRE (Braga: Edição do Autor 1950) de B. SALGADO-A. C. OLIVEIRA.

ECOS DO SANTUÁRIO. Colecção de Motetes. cânticos religiosos (Braga 1951, 2 ed) de M. ALAIO-J. C. L. TORRES.

ADEUS. Cântico para o fim de Maio (Braga 1951) de M. F. BORDA-J. ALVES.

ANGELUS DE FÁTIMA. Cânone a 4 vozes (Porto: Ed. do Autor 1951) de M. J. RAPOSO.

CANTAI AO SENHOR (Braga 1951, 4 ed).

SAUDAÇÃO A NOSSA SENHORA DE FÁTIMA PEREGRINA DO MINHO (Braga 1951) de M. FARIA-J. ALVES.

TORRES VEDRAS A FÁTIMA. Cântico da Peregrinação de 1951 (Braga 1951) de A. LEÇA-A. S. LINO.

SALVÈ-RAINHA, ou Quatro cânticos em honra de Nossa Senhora (Braga 1951) de B. SALGADO.

VIGÍLIA MARIAL SOBRE O TEMA DA ASSUNÇÃO (Lisboa: Procuradoria de Nossa Senhora das Graças 1951).

AÇUCENAS DE NOSSA SENHORA. Vigília de Oração para as recepções (Lisboa 1952).

MISSA EM LOUVOR DE JESUS “O REI PACÍFICO” (a duas vozes e Órgão) e três motetes a três vozes: Adoro Te devote, Pange Lingua, e Tantum ergo (Braga 1952) de J. C. P. ALMEIDA.

CÂNTICOS A NOSSA SENHORA (Porto: Casa Nun’Álvares 1952, 15 ed).

CÂNTICOS RELIGIOSOS destinados às Congregações de Nosssa Senhora, e muito especialmente às Pias Uniões das Filhas de Maria (Braga 1952).

HINO DO CONGRESSO EUCARÍSTICO REGIONAL DE GUIMARÃES (Braga 1952) de M. FARIA-ALMA LUSA.

NATAL! NATAL! Versos para a novena e para a festa (Braga 1952) de B. SALGADO.

Ó MÃE CELESTE (Braga 1952) de J. C. GONÇALVES.

ROMAGEM A NOSSA SENHORA EM TERRAS DE PORTUGAL (Barcelos: Ed. do Autor 1952) de L. TORRES.

CÂNTICO A NOSSA SENHORA APARECIDA DE BALUGÃES (Braga 1952) de L. TORRES-C. PORTUGAL.

HINO A S. MARIA GORETTI (Braga 1952) de M. VALENÇA, OFM-M. S. DINIS, Ofm.

JESUS (Braga 1952) de M. VALENÇA, OFM-T. RIBEIRO.

VINDE PEQUENINOS! CÂNTICOS DA COMUNHÃO (Braga 1952).

A VIRGEM DAS DORES (Braga 1953) de M. VALENÇA, OFM.

CÂNTICOS. ANO MARIANO 1953-54, |pro-manuscrito| oferecido pelas Doroteias do Campo Grande.

CÂNTICOS RELIGIOSOS para uso das escolas católicas nas missões da diocese da Beira, Moçambique (Beira 1953) org. de J. V. SIMÕES, S.J.

NOVOS CÂNTICOS (Braga: Edição do Autor 1953) de M. FARIA.

ROSA MÍSTICA (Braga 1953, 1 ed) de M. F. BORDA.

CANTA JUVENTUDE (Lisboa: JICF 1954, 2 ed).

CANTORAL DO CONGRESSISTA DO ANO MARIANO EM BRAGA (Braga 1954).

HINO À VIRGEM IMACULADA (Braga 1954) de M. FARIA.

HINO DO CENTENÁRIO DA DEFINIÇÃO DOGMÁTICA DA IMACULADA CONCEIÇÃO (Porto: Ed. do Autor 1954) de A. BRÁS.

MISSA JUBILAR EM HONRA DA IMACULADA composta para o Congresso Mariano Nacional (Braga, 8 a 13 de Maio de 1954 ) (Braga 1954) de B. SALGADO-J. ALVES.

ORAÇÃO LACISTA (Braga 1954).

SAUDADES DA MINHA ALMA. cânticos Religiosos em latim e português (Braga, Editorial Franciscana 1954, 2 ed) de J. ANGERRI.

CANTAR É REZAR. Colecção de cantos religiosos populares em latim e em português (Porto: Edições Salesianas 1955).

CÂNTICOS RELIGIOSOS (Bissau 1955).

LIVRO DE CÂNTICOS RELIGIOSOS. Ad usum Ir. Barros, CM (Mafra 1955).

RECEBEI, Ó DEUS ETERNO. Cântico Ofertorial =cânticos da Comunidade Cristã 1 (Lisboa 1955) de M. LUIS.

HINO DA OBRA DAS VOCAÇÕES (Lisboa: Ed. da “Obra das Vocações e Seminários” 1955) de P. PIRIOU, SSCC-M. NEVES.

PARA A DEVOÇÃO DAS ALMAS (Braga 1955) de B. SALGADO.

VI CONCENTRAÇÃO DAS FAMÍLIAS DA L.I.C.F. presidida por Sua Excelência Reverendíssima o Senhor Arcebispo de Mitilene. Programa com os cânticos (Fátima 1955).

CADERNOS MUSICAIS, 1º Caderno (Braga 1956) de B. SALGADO.

CADERNOS MUSICAIS, 2º Caderno (Braga 1956) de B. SALGADO.

CÂNTICO DO ADEUS (Braga 1956) de B. SALGADO.

HINO DO PADRE M. DA NÓBREGA (Braga 1956) de A. C. MINHAVA.

LIVRO DE CÂNTICOS RELIGIOSOS. Português e shironga (Cucujães 1956, 6 ed) de M. R. BAPTISTA.

MISSA EM HONRA DO BEATO NUNO ÁLVARES PEREIRA patrono da Infantaria portuguesa (Lamego 1956), de A. F. ALVES.

O SANTA MARIA (Moimenta da Beira: Casa de S. J. 1956) de A. F. ALVES.

2 CÂNTICOS A NOSSA SENHORA PARA O MÊS DE MAIO (Braga 1957) de M. FARIA.

CADERNOS MUSICAIS, 3º Caderno (Braga 1957) de B. SALGADO.

CANTAI AO SENHOR (Lisboa: Editorial LIAM 1957, 5 ed).

CÂNTICOS A NOSSA SENHORA (Porto: Casa Nun’Álvares 1957, 16 ed).

HARPA DA EUCARISTIA (Braga 1957) de M. F. BORDA.

HINO DO BISPO AUXILIAR DE BRAGA, D. Francisco Maria da silva (Braga 1957) de M. F. BORDA.

JUBILATE. Antologia de cânticos Religiosos (Lisboa: União Gráfica 1957, 2 ed.) compil. de M. F. BORDA.

NOVOS CÂNTICOS do Natal ao posto popular português sobre poesias de J. A. Alves e A. Xavier Monteiro (Braga: Edição do Seminário Conciliar 1957) de M. F. FARIA.

O SACRUM CONVIVIUM. Colectânea de cânticos para a missa (Ed. do Seminário de Almada 1957), de IRUARRIZAGA, adapt. Por M. LUÍS.

PELAS ALMAS (Braga 1957) de M. F. BORDA.

TRÊS SALMOS SEGUIDOS DO CÂNTICO DO MAGNIFICAT (Braga 1957) de M. FARIA.

OURO, INCENSO E MIRRA. cânticos Religiosos (Braga 1958) de J. ANGERRI.

CANTAI AO SENHOR (Lisboa: Junta Central da A.C.P. 1958) compil. de J. C. FERREIRA.

10 CÂNTICOS SOBRE OS SALMOS =cânticos da Assembleia Cristã 2 (Lisboa: Secretariado Diocesano da Catequese 1958) de M. LUIS-F. MELRO.

MISSA BREVE EM PORTUGUÊS para solistas, coro uníssono e órgão sem pedal (Braga 1958) de M. SIMÕES.

“STELLA MARIS”. Missa a duas vozes e órgão (Edição do Autor 1958) de MARQUES, R.

HINO DA PARÓQUIA (Braga 1958) de A. C. MINHAVA-M. NEVES.

HOSANNA (Porto: Crisos 1958) de L. RODRIGUES.

TE DEUM para 3 vozes iguais (Braga 1958) de B. SALGADO.

HINO MISSIONÁRIO (Braga: Editorial Francisca 1958, 2 ed) de M. VALENÇA, OFM.

CANTAI JOCISTAS (Funchal 1959).

NOVOS CÂNTICOS para as comunhões solenes sobre poesias de A. Freitas, J. Linhares e J. Alves (Braga: Ed. do Seminário Conciliar de Braga 1959) de M. F. FARIA.

HINO DO PRELADO DE AVEIRO (Braga 1959) de M. FARIA.

LOUVEMOS A DEUS. Colectânea de Hinos e cânticos (Minas da Panasqueira 1959) de M. V. LEAL.

cancioneiro JOCISTA (Lisboa: Edições JOC 1960, 2 ed).

CANTAR (Seminário da Guarda 1960, 2 ed. refund).

CÂNTICO DE GLÓRIA. cânticos e salmos para o Advento-Natal-Epifania = cânticos da Assembleia Cristã 5 (Lisboa 1960) de M. LUÍS.

LAUDATE. cânticos religiosos em latim e português para uso do Seminário Menor da Diocese de Coimbra (Figueira da Foz 1960) compil. de A. FRADE.

NOVOS CÂNTICOS (Braga 1960, 2 ed) de M. FARIA.

GLÓRIA A DEUS. cânticos populares religiosos, para solenizar as missas dos Domingos e Festas, segundo as normas da Instrução sobre Música Sacra e Sagrada Liturgia, de S.S. o Papa Pio XII (Luanda 1960, 1 ed) de M. A. SILVA, CSSp.

SALMOS (Aveiro: Academia de Santa Joana Princesa; Seminário de Aveiro 1960).

CANTAR É REZAR. Manual de cânticos Religiosos (em Latim, Português, Chope e Ronga ) (Lourenço Marques 1961).

VII CENTENÁRIO DO NASCIMENTO DO SANTO CONDESTÁVEL. Roteiro Litúrgico da Peregrinação das Relíquias (1961).

CÂNTICOS RELIGIOSOS em Latim, Português e Changana (Lourenço Marques 1962).

HINO DA OBRA DAS VOCAÇÕES. Coração Sacerdotal de Jesus (Porto: Ed. da “Obra das Vocações Sacerdotais” 1962) de P. PIRIOU, SSCC-M. NEVES.

LOUVORES À VIRGEM MARIA coligidos e, em parte, harmonizados pelo Pe Lima Torres (Braga 1962).

MARCHA CATEQUÍSTICA (Braga: Edição do Secretariado da Catequese 1962) de M. F. BORDA.

PEREGRINAÇÃO NACIONAL DAS CRIANÇAS A FÁTIMA, Secretariado Nacional da Cruzada Eucarística (Braga 1962).

CANTA . |Pro manuscrito ad uso privato fuori comercio| (s.l. 1963).

CANTATE DOMINO. cânticos Sagrados (Fátima: Missões Consolata 1963).

EUCARISTIA. cânticos e salmos para a missa = cânticos da Assembleia Cristã 3 (Lisboa 1963, 2 ed.) de M. LUÍS.

JUVENTUDE E MISSÃO DA IGREJA. Vida Litúrgica da Segunda Semana Nacional de Estudos Missionários (Coimbra 1963).

CÂNTICOS A NOSSA SENHORA =cânticos da Assembleia Cristã 6 (Lisboa: Secretariado Diocesano da Catequese; Novellae Olivarum 1963) de M. LUÍS.

CÂNTICOS QUARESMAIS. cânticos e salmos para os tempos da Septuagésima e da Quaresma = cânticos da Assembleia Cristã 5 (Lisboa 1963) M. LUÍS.

EUCARISTIA =cânticos da Assembeia Cristã 3 (Lisboa: Secretariado Diocesano da Catequese; Novellae Olivarum 1963, 2 ed. rev. e aument.) de M. LUÍS.

PENITÊNCIA E ORAÇÃO. cânticos, preces e orações (Santarém 1963).

HINO DE SUA EXCELÊNCIA REVERENDÍSSIMA O SENHOR ARCEBISPO PRIMAZ D. Francisco Maria da Silva (Braga 1964) de M. F. BORDA-M. F. S. SILVA.

HINO DO CENTENÁRIO DO SAMEIRO (Braga: Ed. da Confraria 1964) de A. BRÁS-C. GIL.

cancioneiro MISSIONÁRIO (Lisboa: Ed. LIAM 1964, 1 ed).

CANTAI AO SENHOR (Namaacha: Instituto Mouzinho de Albuquerque 1964).

CÂNTICOS (Torres Novas: Colégio de Santa Maria 1964).

CANTAI AO SENHOR UM CÂNTICO NOVO. 24 salmos em Português (Nova Lisboa? 1964) de J. GELINEAU, SJ, tradução e adpatação de F. M. JANEIRO, CSSP.

CANTAI AO SENHOR UM CÂNTICO NOVO (Braga 1964) compil. de F. M. JANEIRO, CSSP.

10 CÂNTICOS SOBRE OS SALMOS =cânticos da Assembleia Cristã 2 (Lisboa: Secretariado Diocesano da Catequese 1964, 3 ed) de M. LUIS-F. MELRO.

HINO E ORAÇÃO DA SANTA MISSÃO (Lisboa: Difusora Bíblica 1964) de F. M. MOURISCA-M. NEGREIROS.

MISSA POPULAR CANTADA (em Português ) (Barcelos 1965) de T. ARAGUÉS.

Hino dos Mártires do Brasil (Braga: Edição do Pe A. Santiago 1965) de M. F. BORDA-A. S. PRIOR, SJ.

CANTEMUS DOMINO (Pombeiro 1965).

MISSA RESPONSORIAL =cânticos da assembleia Cristã 7 (Lisboa: Secretariado Diocesano da Catequese 1965) de M. LUIS.

MISSA RESPONSORIAL. Edição A, sem acompanhamento =cânticos da Assembleia Cristã (Lisboa: Secretariado Diocesano da Catequese 1965) de M. LUIS.

HINO DO EMIGRANTE (Braga: Edição do Secretariado da Emigração 1965) de B. SALGADO-D. FERNANDES.

MISSA EM PORTUGUÊS (Porto: Edições Salesianas 1965, 3 ed) de A. F. SANTOS.

MISSA SIMPLES EM PORTUGUÊS (Singeverga: Ed. “Ora et Labora” 1965) de C. B. SOUSA.

SALMOS E CÂNTICOS (Coimbra 1965) |edição policopiada de cânticos para uso interno dos seminários da diocese de Coimbra|, compil. de A. FRADE..

A PARTICIPAÇÃO NA SANTA MISSA (Lisboa: Secretariado Nacional da Catequese 1966).

ORATÓRIO DO NATAL. Dedicado às Forças Armadas que, no Ultramar, defendem heroicamente, o nome de Portugal (s.n. 1966) de A. F. ALVES.

MISSA EM HONRA DE S . LUZIA (Braga 1966) de M. F. BORDA.

MISSA SIMPLES EM PORTUGUÊS com acompanhamento para órgão ou harmónio (Lisboa: União Gráfica 1966) de C. B. SOUSA

CÂNTICOS LITÚRGICOS (Singeverga 1966).

CÂNTICOS DE FÁTIMA (Fátima: Missões Consolata 1966).

CÂNTICO DE GLÓRIA. cânticos para o Advento, Natal e Epifania =cânticos da Assembleia Cristã 4 (Lisboa: Secretariado Diocesano da Catequese 1966, 2 ed) de M. LUIS.

CÂNTICOS PARA A SEMANA SANTA E PÁSCOA (Lisboa 1966) de M. LUIS |pro-manuscrito|.

CÂNTICOS PARA A SEMANA SANTA E PÁSCOA segundo o texto oficial aprovado (Lisboa: União Gráfica 1966) de M. LUIS.

CÂNTICOS PARA A SEMANA SANTA. Melodias aprovadas para uso do celebrante e ministros (Lisboa: União Gráfica 1966) de M. LUIS.

MISSAL FESTIVO LATINO-PORTUGUÊS. SEMANA SANTA. Melodias aprovadas para uso do celebrante e dos ministros (Lisboa: União Gráfica 1966).

SALMOS PARA CANTAR. cânticos de entrada e comunhão para domingos e festas (Lisboa: Paróquia de S. Isabel 1966).

MISSA SIMPLES em português com acompanhamento para órgão ou harmónium (Lisboa: União Gráfica 1966) de C. B. SOUSA.

MISSA “PAZ NA TERRA” (Gráfica de Leiria 1966) de F. VENÂNCIO.

A IGREJA CANTA (Seminário Maior de Évora 1967).

MARIA, MINHA QUERIDA MÃE (Lamego 1967).

MISSA EM HONRA DE SÃO JOSÉ ESPOSO DE MARIA VIRGEM instrumentada para Banda e Orquestra (Moimenta da Beira 1967) de A. F. ALVES.

MISSA EM HONRA DE SÃO JOSÉ, ESPOSO DE MARIA VIRGEM (Moimenta da Beira 1967) de A. F. ALVES.

CANTEMUS DOMINO (Mafra 1967).

CÂNTICO NOVO. Para uso particular do Seminário dos Padres Capuchinhos (Porto 1967).

20 cânticos para a Missa (Braga 1967) de M. FARIA.

cânticos para a missa . Natal, Quaresma, Páscoa, Pentecostes e Pelo Ano (Braga 1967), de M. FARIA-J. ALVES-X. MONTEIRO.

CÂNTICO PARA O CINQUENTENÁRIO DAS APARIÇÕES DE FÁTIMA (Braga 1967) de M. FARIA-M. NEVES.

CÂNTICOS QUARESMAIS. cânticos e Salmos para os tempos da Septuagésima e da Quaresma =cânticos da Assembleia Cristã 4 (Lisboa: Secretariado Diocesano da Catequese; União Gráfica 1967, 2 ed) de M. LUIS.

OS CÂNTICOS DO SANTUÁRIO DO BOM JESUS (Paróquia de São Mateus do Pico 1967).

MISSA EM HONRA DE S. JOSÉ, OPERÁRIO (Moimenta da Beira 1968) de A. F. ALVES.

20 CÂNTICOS PARA A MISSA (Braga 1968) de M. FARIA.

HINO A NOSSA SENHORA DAS DORES (Braga 1968) de M. FARIA.

LADAINHA DOS SANTOS =cânticos da Assembleia Cristã 8 (Lisboa: Secretariado Diocesano da Catequese; União Gráfica 1968) de M. LUIS.

CÂNTICOS LITÚRGICOS. Comum do Tempo e dos Santos. Separata da Revista “Ora et Labora” (Mosteiro de Singeverga 1968) de C. B. SOUSA.

CÂNTICOS LITÚRGICOS com acompanhamento de órgão (Singeverga 1968) de C. B. SOUSA.

ORAÇÃO LITÚRGICA DA TARDE (Vésperas), separata da Revista “Ora et Labora” (Mosteiro de Singeverga 1968) de C. B. SOUSA.

44 CÂNTICOS LITÚRGICOS (Lisboa: Grupos de Vida Cristã 1969).

ACLAMEMOS (s.n. 1969).

HINO A NOSSA SENHORA DA PAZ (Barral, Ponte da Barca) (Braga 1969) de M. F. BORDA-C. GIL.

LAUDATE DOMINUM (Cucujães: Seminário de Cucujães 1969?, 3 ed.).

MISSA ANGÉLICA, segundo o texto português definitivo para Assembleia e Coros (Braga: Editorial Franciscana 1969) de A. COSTA, OFM.

PRESÉPIO NOVO (Novos cânticos Natalícios ) (Braga 1969) de M. FARIA.

GLÓRIA AO PRESÉPIO (Braga 1970) de B. SALGADO-A. FERNANDO.

LOUVADO SEJAS, MEU SENHOR. Cântico de S. Francisco de Assis (Braga 1970) de A. COSTA, OFM.

MISSA COMUNITÁRIA E 6 CÂNTICOS INTERCALARES (Braga: Editorial Franciscana 1970) de A. COSTA, OFM.

MISSA E TANTUM ERGO EM PORTUGUÊS (Barcelos 1970) de J. BARBOSA.

MISSA POPULAR (Braga 1970) de M. FARIA.

MISSA POPULAR EM HONRA DE S. FRANCISCO DE ASSIS (Braga 1970) de M. FARIA.

O POVO DE DEUS REUNIDO (Lisboa 1970, 1 ed) de J. P. MARTINS – A. CARTAGENO.

RITMOS LITÚRGICOS (Valadares 1970, 2 ed) compil de D. QUINA.

SALMOS E CÂNTICOS I (Caldas da Saúde 1970) de M. SIMÕES, SJ.

SENHORA DA PRIMAVERA. cânticos Marianos (Braga 1970) de M. FARIA.

ANDA, VEM CANTAR (Porto: Capuchinhos 1971).

CANTEMOS TODOS (1971, 7 ed).

MISSA DE S. PIO X (Braga 1971) de B. SALGADO.

MISSAL ROMANO. MELODIAS OFICIAIS (Lisboa: União Gráfica 1971).

MÚSICA E VIDA (Leiria: Secretariado Diocesano de Liturgia 1971). Vol.1.

O PRIMEIRO ENCONTRO DO PASTOR. Sé de Lisboa, 21-11-1971 (Lisboa: União Gráfica 1971).

OS CÂNTICOS DA SEMANA SANTA E PÁSCOA (Lisboa 1971).

OS CÂNTICOS DA SEMANA SANTA E PÁSCOA (Porto 1971) de A. SANTOS; M. LUÍS.

RITMOS LITÚRGICOS (Valadares: Boa Nova 1971, 4 ed).

SALMOS E CÂNTICOS (Coimbra: Edição Particular do Seminário Maior de Coimbra 1971, 3 ed) org. de A. FRADE.

SALMOS RESPONSORIAIS E ACLAMAÇÕES. Fascículo II. Ano C =Leccionário do Missal Romano (Lisboa: União Gráfica 1971) de M. LUIS.

SALMOS RESPONSORIAIS E ACLAMAÇÕES. Fascículo II. Quaresma e Tempo Pascal. Ano C (Lisboa 1971) de M. LUIS.

CANTAI AO SENHOR (Lisboa: Edição da Liga Intensificadora da Acção Missionária, 1972).

CANTAMOS UM MUNDO NOVO! (Porto 1972, 2 ed).

CÂNTICOS LITÚRGICOS (Mosteiro de Singeverga 1972, 2 ed) de C. B. SOUSA.

CANTAR A DEUS E A PAZ (Porto: Editorial Perpétuo Socorro 1972) pela equipa diocesana de música litúrgica do Porto.

COMUNHÃO SOLENE DE PROFISSÃO DE FÉ. Sugestões Pastorais e Litúrgicas (Porto: Secretariado Diocesano da Educação Cristã 1972).

IREI AO ALTAR DE DEUS. Pequeno devocionário, missal, ritual, cantoral (Guimarães 1972, 3 ed.).

MISSA EM HONRA DE S. BENTO (Braga 1972) de M. F. BORDA.

CANTEMOS AO SENHOR (Lourenço Marques 1973, 1 ed).

CANTEMOS TODOS. Antologia de cânticos adaptados à Santa Missa e vário (Cucujães: Editorial Missões 1973, 9 ed).

CÂNTICOS LITÚRGICOS para o tempo comum (Verão) (Seminário de Faro 1973) de J. P. MARTINS.

MISSA DE ALVA. Homenagem a M. Faria (Braga 1973) de S. G. LUIS.

MÚSICA E VIDA (Leiria: Secretariado Diocesano de Liturgia 1973) Vol. 2 e 3.

RITMOS LITÚRGICOS (Valadares: Seminário da Boa Nova 1973?).

SALMOS RESPONSORIAIS E ACLAMAÇÕES DO LECCIONÁRIO PASCAL =Leccionário do Missal Romano (Lisboa: União Gráfica 1973).

SALMOS RESPONSORIAIS E ACLAMAÇÕES DO LECCIONÁRIO PASCAL. Ano B (Lisboa: União Gráfica 1973). Fascículo II, de M. LUIS.

SALMOS RESPONSORIAIS E ACLAMAÇÕES DO LECCIONÁRIO PASCAL. Ano B . (Lisboa: União Gráfica 1973) de M. LUIS.

ANTIFONÁRIO DA CELEBRAÇÃO PASCAL. Músicas Litúrgicas para a Semana Santa. Separata da Revista OL 20(1974) (Mosteiro de Singeverga 1974) de C. B. SOUSA-M. SILVA.

CANÇÕES PARA UM MUNDO NOVO (Edições Paulistas 1974).

CANTAI AO SENHOR (Braga: Franciscana 1974, 6 ed).

CANTEMOS COM A IGREJA. Oração do tempo presente (Ofícios Vespertinos) (Edições Paulinas 1974).

HINO A NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO (Luanda 1974) de A. F. ALVES.

O POVO DE DEUS REUNIDO (Faro 1974) de J. P. MARTINS.

ORAÇÃO DE LAUDES E VÉSPERAS NA MISSA DAS EXÉQUIAS (Porto 1974) da Comissão Diosesana de Liturgia e Música Sacra do Porto.

A FAMÍLIA FRANCISCANA EM FÁTIMA. A Jesus Cristo por Maria com Francisco (Porto 1975).

CANTA AMIGO CANTA (Coimbra: Editorial Além-Mar 1975, 3 ed).

CANTA AMIGO CANTA . Música dos cânticos gravados na cassete “Canta amigo Canta I” (Coimbra 1975) compil. J. AUGUSTO.

CÂNTICO A NOSSA SENHORA DA PAZ (Barral, Ponte da Barca). Cântico ao gosto popular minhoto (Braga 1975) de M. FARIA-M. NEVES.

MUNDO JOVEM. Colectânea de cânticos religiosos, canções modernas e populares para uso privado (Maia: Combonianos 1975).

SAUDAÇÃO À MÃE DO CÉU (Lamego 1975) de A. F. ALVES.

CANTA AMIGO CANTA II. Música dos cânticos gravados na cassete “Canta amigo Canta II” (Coimbra 1976) compil. de J. AUGUSTO.

CÂNTICOS PARA A CELEBRAÇÃO EUCARÍSTICA, PARA ENCONTROS E REUNIÕES, in O emigrante reza. Composição e coordenação de um grupo de missionários portugueses na Alemanha (1976, 2 ed).

HINO DO CENTENÁRIO da Congregação das Irmãs Franciscanas Hospitaleiras da Imaculada Conceição (Braga 1976) de M. FARIA-M. BRANCO, OFM.

HINOS PARA A LITURGIA, fascículo I =Música e Celebração 1 (Lisboa 1976) de M. LUIS.

JUNTOS PARA CANTAR (Lisboa 1976, 2 ed).

LOUVADO SEJAS, Ó MEU SENHOR (Lisboa 1976) de A. MENDES, OFMCap.

MARANATHÁ (Fátima 1976).

MARANATHÁ (Leiria 1976).

CANÇÕES GEN (Lisboa: Edição do Movimento dos Focolares 1977).

CANTA CONNOSCO NO TEU CAMINHAR. CANÇÕES RÍTMICAS PARA CONVÍVIOS E CELEBRAÇÕES LITÚRGICAS (Ed. do Seminário dos Carvalhos 1977).

CÂNTICO A NOSSA SENHORA DA PAZ (Braga 1977) de M. FARIA.

II ENCONTRO DE PASTORAL LITÚRGICA DA DIOCESE DE COIMBRA . 27 a 30 de Dezembro de 1977, de M. LUIS.

MARANATHÁ (Tomar: Seminário da Boa Nova 1977).

CANTA AMIGO CANTA (Colectânea de cânticos rítmicos, litúrgicos e de mensagem ) (Coimbra 1978, 5 ed).

CÂNTICOS RELIGIOSOS ALENTEJANOS (I e II) (Beja 1978/80).

FAZ ESCURO MAS EU CANTO porque a manhã vai chegar (Lisboa: SNECJ 1978).

SEMANA SANTA. LAUDES (Santuário de Fátima 1978).

CANÇÕES PARA MARIÁPOLIS (Lisboa: Editora Cidade Nova 1979, 1 ed).

I CENTENÁRIO DO NASCIMENTO DE MONS. CÓN. DR. J.M. PEREIRA DOS REIS. cânticos para a Missa e para a Sessão. Seminário Patriarcal de Cristo Rei (Olivais, 30 de Janeiro de 1979).

MÚSICA E VIDA (Leiria: Secretariado Diocesano de Liturgia 1979) Vol. 4.

NOS DIAS DO SENHOR. cânticos para o Advento, Natal, Epifania (Leiria: Comissão Diocesana da Pastoral do Domingo 1979).

ORAÇÃO LITÚRGICA DA TARDE OU VÉSPERAS. Colectânea de novas melodias para as vésperas dominicais e feriais, no saltério distribuído em quatro semanas, segundo a nova liturgia das horas (Singeverga 1979).

O SENHOR RESSUSCITOU. cânticos para a vigília pascal e domingos da Páscoa (Leiria: Comissão Diocesana da Pastoral do Domingo 1979).

SIMÕES, M., Missa de Pentecostes 4. v. m. (s.l. 1979).

TENS UM AMIGO QUE TE AMA (Edições Paulistas 1979, 3 ed) de C. GABARAIN.

CANTAR A FÉ E A VIDA (Lagos; Vila do Bispo: Comunidades Paroquiais 1980).

CÂNTICO NOVO. Ele está vivo (cânticos para “Grupos Carismáticos” ) (1980). Vol.6.

CRISTO RESSUSCITOU. cânticos para a Vigília Pascal e Domingos da Páscoa (Leiria: Comissão Diocesana da Pastoral do Domingo 1980).

JESUS, NUESTRA PÁSCUA (Madrid: Paulinas 1980) de J. P. MARTINS.

O SENHOR SALVOU-ME. cânticos para a Quaresma e Semana Santa (Leiria: Comissão Diocesana da Pastoral do Domingo 1980).

CINQUENTENÁRIO DA FUNDAÇÃO DO SEMINÁRIO DOS OLIVAIS. cânticos para a Missa (Lisboa, 24 de Outubro de 1981).

I ENCONTRO ARQUIDIOCESANO DE PASTORAL LITÚRGICA, A celebração da eucaristia. Guião das celebrações para a assembleia (Braga 1981).

LOUVAI AO SENHOR IX. Liturgia das Horas. Laudes e vésperas dos 4 domingos. Completas (Lisboa 1981).

O ESPÓLIO MUSICAL DO PEQUENO SEMINÁRIO DE NOSSA SENHORA DA OLIVEIRA (Guimarães 1981) de M. FARIA.

ORAÇÕES, CÂNTICOS E MODALIDADES DE ORAÇÃO para os encontros de experiências de Deus (Braga: Ed. Franciscana 1981).

CANTAR A FÉ (Vila Nova de Gaia: Seminário Redentorista de Cristo Rei 1982) compil. de J. M. P. CARDOSO.

COMUNIDADE DE VIDA, Kyrios. Cantos para grupos e comunidades que celebram a fé (1982).

HISTÓRIAS QUE JESUS CONTOU. Guia de actividades (Edições Paulistas 1982).

MUNDO JOVEM, CANTAI AO SENHOR (Lisboa 1982) de F. M. JANEIRO, CSSP.

O PRESÉPIO (I). cânticos para o Natal. Sobre textos da Liturgia das Horas (Vila do Conde: Academia de Música de S. Pio X 1982) de D. OLIVEIRA.

OREMOS. Orações e cânticos (Edição da Diocese do Xai-Xai 1982).

CELEBRAÇÃO EUCARÍSTICA presidida por Sua Santidade o Papa João Paulo II em Lisboa, a 14 de Maio de 1982. Guião da Assembleia .

O PAPA NO SAMEIRO. Guia litúrgico para a assembleia eucarística (Braga 1982).

A MESSE É GRANDE (Lisboa 1983) de A. MENDES, OFMCap.

DEUS É AMOR (Lisboa: Edições Paulistas 1983) de C. GABARAIN.

É O SENHOR! CANTOS PARA A ASSEMBLEIA CRISTÃ ! (Porto: Comunidade de vida 1983).

FONTE DE ALEGRIA. Colectânea de cantos para o Movimento apostólico de Schoenstatt (Lisboa 1983).

I ENCONTRO DIOCESANO DE PASTORAL LITÚRGICA. A celebração litúrgica (Beja 1983).

LOUVAI AO SENHOR X (Lisboa 1983).

LOUVAI AO SENHOR XI (Lisboa 1983).

O CALVÁRIO. cânticos para a Semana Santa com textos da Liturgia (Vila do Conde: Academia de Música de S. Pio X 1983) de D. OLIVEIRA.

UMA VOZ CLAMA NO DESERTO (Lisboa: Paulistas 1983) de J. P. MARTINS.

À SS TRINDADE. CÂNTICOS PARA A MISSA (Vila do Conde 1984) de D. OLIVEIRA.

ESTE É O TEMPO FAVORÁVEL. Salmos responsoriais, aclamações, cânticos e hinos para a Quaresma (ano A) (Faro 1984) de J. P. MARTINS.

ESTE É O TEMPO FAVORÁVEL. Quaresma. cânticos para a missa e vésperas (ano A) (Faro 1984) de J. P. MARTINS.

CÂNTICOS PARA AS CELEBRAÇÕES LITÚRGICAS (Braga 1984) de M. F. BORDA.

LOUVAI O SENHOR (Lisboa 1984) Vol. 1, 2, 3, 5, 6, compil. de M. SILVA, OFM.

MAIO EM FESTA. 31 FLORES ORIGINAIS A NOSSA SENHORA (Borba: Edição da Paróquia de S. Bartolomeu 1984) de F. R. MARQUES.

PERSEVERANTES NA ORAÇÃO. Devocionário Popular (Porto: Editorial Perpétuo Socorro 1984).

HISTÓRIAS QUE JESUS CONTOU nº 2. Guia de actividades (Edições Paulistas 1985).

O PROFETA. Cantos para grupos e comunidades que celebram a fé (Porto: Edições Salesianas 1985).

A PÁSCOA DO POVO DE DEUS (Faro 1986) de J. P. MARTINS.

CANTOS CRISTÃOS (Lisboa: Edições Paulistas 1986) de J. MORAIS.

CANTAI AO SENHOR UM CÂNTICO NOVO (Lisboa: Pneuma 1986).

ROSA MÍSTICA (Braga 1986, 2 ed) de M. F. BORDA.

SERVIÇO DIOCESANO DE MÚSICA LITÚRGICA, A música litúrgica do nosso tempo (Porto 1986).

CANTAI AO SENHOR. missas com crianças (Edições Paulistas 1987).

FESTA DA VIDA (Fátima 1987) de A. MENDES, OFMCap.

TRÍDUO PASCAL (Lisboa: Comissão de Liturgia e Música Sacra do Patriarcado de Lisboa 1987) de M. LUIS

CONSAGRADOS PARA A MISSÃO HOJE EM PORTUGAL (Fátima: CNIR-FNIRF 1988).

CURSO DE FORMAÇÃO PARA ANIMADORES VOCACIONAIS. Oração Litúrgica (Fátima 1988).

I ENCONTRO DIOCESANO DE PASTORAL LITÚRGICA. A celebração litúrgica. Guião das celebrações litúrgicas (Vila Real 1988).

SONHO DE NATAL (Lisboa: Edições Paulistas 1988) de JESUS, M.

PEREGRINAÇÃO NACIONAL DAS RELIGIOSAS. Vila Viçosa (FNIRF 1988).

CÂNTICOS LITÚRGICOS. Tempo de Advento (Lisboa: Edições Paulistas 1989) de J. MORAES.

CÂNTICOS LITÚRGICOS. Tempo de Natal (Lisboa: Edições Paulistas 1989) de J. MORAES.

CÂNTICOS PARA A EUCARISTIA. Tempo da Quaresma (Lisboa: Edições Paulistas 1989) de J. MORAES.

CÂNTICOS PARA A EUCARISTIA. Tempo Pascal (Lisboa: Edições Paulistas 1989) de J. MORAES.

LITURGIA. Jornadas Catequéticas (Fátima 1989).

SALMOS RESPONSORIAIS, ano A (Braga: Comissão Bracarense de Música Sacra 1989) de A. A. OLIVEIRA.

VIII SEMANA MISSIONÁRIA. Animação Missionária da Igreja em Portugal (Fátima 1989).

cancioneiro JMV (Felgueiras 1990, 2 ed).

CANÇÕES (Editora Cidade Nova 1990).

CANTAI AO SENHOR UM CÂNTICO NOVO (Lisboa: Pneuma 1990, 3 ed).

GUIA DO PEREGRINO DE FÁTIMA (Edição do Santuário de Fátima 1990, 2 ed).

NOVO CANTEMOS TODOS. Música e texto (Cucujães: Editorial Missões 1990).

ORAÇÃO DO ANJO DIANTE DO SS.MO SACRAMENTO. Basílica do Santuário (Fátima 1990).

SALMOS RESPONSORIAIS, ano B (Braga: Comissão Bracarense de Música Sacra 1990) de A. A. OLIVEIRA.

ASSEMBLEIA GERAL DE SUPERIORES MAIORES. Encontro dos Secretariados Regionais. Liturgia . 1991.

CÂNTICOS PARA O ADVENTO E NATAL (Lisboa: Comissão Diocesana de Liturgia e Música Sacra 1991).

O SENHOR MINHA FESTA (Lisboa: Edições Paulistas 1991) de M. T. KOLLING, ICM.

ORATÓRIO. Festa de Aniversário Natalício do Menino Jesus (Moimenta da Beira 1991) de A. F. ALVES.

SALMOS RESPONSORIAIS, ano C (Braga: Comissão Bracarense de Música Sacra 1991) de A. A. OLIVEIRA.

UM CÂNTICO NOVO (Lisboa: Edições Paulistas 1991) de M. J. LOUREIRO.

AO DIVINO SACRAMENTO. Guião para a Solenidade do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo e culto eucarístico fora da Missa (Porto: Secretariado Diocesano de Liturgia 1992, 1 ed).

CANÇÕES (Editora Cidade Nova 1992).

CANTA AMIGO CANTA . Texto (Lisboa: Ed. Além-Mar 1992).

CANTAI COM ARTE E COM ALMA (Lisboa: Edições Paulistas 1992).

CÂNTICOS PARA A SEMANA SANTA E TEMPO PASCAL (Lisboa: Comissão Diocesana de Liturgia e Música Sacra 1992, 2 ed.).

PRECÓNIO PASCAL (Coimbra: Gráfica de Coimbra 1992).

SONHO DE NATAL (Lisboa: Edições Paulistas 1992) de M. JESUS.

27 RESPONSÓRIOS DA SAMANA SANTA (Braga 1993) de M. FARIA.

AS NOSSAS CANÇÕES DE NATAL. Canções em português, francês e inglês (Porto: Porto Editora 1993).

BÍBLIA, O LIVRO DAS VOCAÇÕES. Curso de formação de animadores vocacionais. Caderno de apoio aos tempos de celebração (Fátima 1993).

CANTA AMIGO CANTA. Música e texto (Lisboa: Ed. Além-Mar 1993).

CLARA MAIS CLARA QUE O DIA. Cantata (Santo Tirso 1993) de A. MENDES, OFMCap.

DEIXA DEUS ENTRAR =Deus precisa de mim 9 (1993) de M. A. COSTA.

ESPERANÇA NA DOR. Celebração exequial (Cucujães: Editorial Missões 1993, 3 ed).

EU SOU O VOSSO DEUS. Músicas e letras das canções da catequese de apoio ao 5º ano de catequese (Lisboa: Logomédia; Secretariado Nacional da Educação Cristã 1993).

JESUS VIVE! Livro de cânticos (Coimbra: Comunidade Emanuel 1993).

MÚSICA LITÚRGICA (Vila Nova de Famalicão: Fundação Cupertino de Miranda 1993) de B. O. SALGADO.

QUEREMOS SEGUIR-TE. Músicas e letras das canções da cassete de apoio ao 3º ano de catequese (Lisboa: Logomedia; SNEC 1993).

CÂNTICOS RELIGIOSOS ALENTEJANOS (Beja 1994, 3 ed) vol. 2.

VEM CANTAR A VIDA =Louvai ao Senhor 16 (Lisboa 1993) de M. SILVA.

FAMÍLIA, FONTE DE VOCAÇÕES. Curso de animadores vocacionais. Caderno de aoio aos tempos de celebração (Fátima 1994).

FORTE É O AMOR. cânticos da família (Fátima: Secretariado Nacional de Dinamização Bíblica 1994) de A. MENDES, OFMCap.

PERSEVERANTES NA ORAÇÃO. Devocionário Popular (Porto: Editorial Perpétuo Socorro, 1994, 5 ed).

RENASCER CANTANDO. Colectânea de cânticos religiosos e populares (Carvalhos: Edição do Seminário do Coração de Maria 1994, 7 ed).

VIDA EM ABUNDÂNCIA. Vida da Missa da Vida (Fátima 1993) de A. MENDES, OFMCap.

A HORA DE MARIA, MÃE DA IGREJA. Celebração mariana para o sábado santo (Fátima: Irmãs Servas de Maria Reparadoras 1995).

CANTAI AO SENHOR UM CÂNTICO NOVO. Colectânea de cânticos para uso da Comunidade “Pneumavita” e “Amigos de Pneuma” (Edições Pneuma 1995, 6 ed).

DEUS PRECISA DE MIM. Selecção dos volumes 1 e 2 (Fátima 1995) Vol. 11.

EVANGELHO PARA OS MAIS NOVOS. cânticos, comentários, dramatizações e danças (Lisboa: Paulinas 1995) de M. FUERTES.

LOUCO POR DEUS NA HOSPITALIDADE. Cantata. V Centenário de S. João de Deus (Editorial Hospitalidade 1995) de A. F. SANTOS.

MULHER, LUZ DE FUTURO (1995) de A. MENDES, OFMCap.

RESSUSCITOU. cânticos do Caminho Neocatecumenal (Lisboa: Centro Neocatecumenal “Servo de Javé” 1995, 2 ed).

TUA PALAVRA PERMANECE (Lisboa: Paulinas 1995).

A BÍBLIA DO MEU PAPÁ (Lisboa: Paulinas 1996) de M. FUERTES.

CANÇÕES PARA MARIÁPOLIS com acordes para viola (Parede: Editora Cidade Nova 1996).

CANTAI AO SENHOR UM CÂNTICO NOVO. Colectânea de cânticos para uso da Comunidade “Pneumavita” e “Amigos de Pneuma” (Edições Pneuma 1996, 7 ed).

CANTEMOS TODOS. Antologia de cânticos para celebrações litúrgicas (Cucujães: Editorial Missões 1996, 12 ed).

CANTEMOS TODOS. Texto Musical. Antologia de cânticos para Celebrações Litúrgicas (Cucujães: Editorial Missões 1996).

CANTEMOS TODOS. Texto Musical. Suplemento da 12ª edição com Índice Alfabético Geral (Cucujães: Editorial Missões 1996).

ESTE É O TEMPO FAVORÁVEL (Faro 1996) de J. P. MARTINS.

MISSA E ORDENAÇÕES NO 25º ANIVERSÁRIO DE D. ANTÓNIO COMO PATRIARCA DE LISBOA. 29 de Junho de 1996, Solenidade de S. Pedro e S. Paulo. Mosteiro dos Jerónimos.

NATAL EM PORTUGAL. Canções populares-Côro Maioria Cantare (Lisboa: Paulinas 1996).

XIV ENCONTRO NACIONAL DE ESTUDANTES DE TEOLOGIA. A Teologia no Limiar do Terceiro Milénio (Lamego: AEFTSML; FNAET 1996).

“In sono tubae”. Vinte e cinco cânticos litúrgicos. Coro de 4 vozes mistas e instrumentos de banda (Viana do Castelo 1997), instrumentação de J. A. BARBOSA.

CANTAI A DEUS. HINÁRIO DA MISSÃO (Lisboa: Edição dos Padres Vicentinos 1997) org. de A. J. FERREIRA, CM.

CANTATE, LAUDATE! cânticos para celebrações litúrgicas (1997) de O. P. MARQUES.

FESTA DOS AMIGUINHOS DE JESUS. Clavesinhas de sol (Lisboa: Paulinas 1997).

GLÓRIA A VÓS, Ó CRISTO. cânticos a Jesus Cristo. A caminho do grande Jubileu do Ano 2000 (Leiria 1997) compil. de Carlos Silva.

LITURGIA DAS HORAS. Edição para canto. Tempo Comum (Secretariado Nacional de Liturgia 1997)

SALMOS RESPONSORIAIS (Lisboa 1997, edição renovada) de M. LUIS.

SALMOS RESPONSORIAIS. Livro do organista (Lisboa 1997) de M. LUIS, harmonizações de A. CARTAGENO.

santos, j., 5 cânticos para coro a 4 v. m., solistas, instrumentos de sopro e órgão ad libitum (Moimenta 1997).

“In sono tubae”. Vinte e cinco cânticos litúrgicos. Coro de 4 vozes mistas e instrumentos de banda , vol. 2 (Viana do Castelo 1998), instrumentação de J. A. BARBOSA.

A DIOCESE DE SANTARÉM ACOLHE O SEU BISPO D. M. PELINO DOMINGUES (Sé Catedral de Santarém, 22 de Março de 1998).

A VIDA CONSAGRADA ÀS PORTAS DO TERCEIRO MILÉNIO. XIV Semana de estudo sobe a vida consagrada (Fátima 1998).

AKATHISTOS. Hino em honra da Virgem, Mãe de Deus. Texto adaptado por F. Melro, Música de A. Cartageno (Fátima: Secretariado Nacional de Liturgia 1998).

CÂNTICOS RELIGIOSOS (A.R.A.C.A. 1998).

FÁTIMA JOVEM 98. Enviados pelo Espírito renovaremos a Terra (Fátima 1998).

GUIA DO PEREGRINO DE FÁTIMA. cânticos (Santuário de Fátima 1998).

GUIA DO PEREGRINO DE FÁTIMA. cânticos 3 ed. (Santuário de Fátima 1998) compil de A. R. OLIVEIRA.

PALAVRAS DE VIDA. cânticos para uso nos cursos e grupos de dinamização bíblica 8 ed. (Fátima 1998).

UMA FORÇA INVISÍVEL… =Deus precisa de mim 13 (Fátima 1998).

VINDE, ESPÍRITO SANTO. cânticos ao Espírito Santo (Fátima 1998).

XX SEMANA BÍBLICA NACIONAL. Semanas Bíblicas Regionais. Jubileu 2000. Ano II-1998. O Espírito Santo “Senhor que dá a vida ” (Fátima: SNDB 1998).

XXIV ENCONTRO NACIONAL DE PASTORAL LITÚRGICA. Guião das celebrações litúrgicas. O Espírito Santo na liturgia. A caminho do ano 2000 (Fátima 1998) do Secretariado Nacional de Liturgia.

CANTA, POVO DE DEUS 2 ed. (Fátima: Santuário de Fátima 1999), org. A. R. OLIVEIRA.

cânticos instrumentados para banda (Serviço Nacional de Música Sacra-Secretariado Nacional de Liturgia 1999), instrum. de J. A. BARBOSA.

CANTAI A DEUS. Hinário da Missão. Música e texto (Lisboa: Edição dos Padres Vicentinos 2000) org. de A. J. FERREIRA, CM.

3. ESTUDOS

ACTA do Congresso Litúrgico Nacional Romano-Bracarense (Braga: Empresa da “Acção Católica 1927) 84-103.

ALEGRIA, J. A., Presença ou ausência do espírito do “Motu Proprio” sobre a “Musica Sacra”?, in Lm 18 (1954) 100-107.

—, O canto popular religioso, in Lm 19 (1955) 465-471.

—, Pio XII e a Música Sagrada, in Lm 20 (1956) 184-188.

—, Os cânticos da Missa e o povo, in Lm 21 (1957) 201-210.

— , A música religiosa portuguesa perante o passado e o presente, in Lm 22 (1958) 201-211.

—, A atitude popular nas igrejas e a legislação canónica portuguesa, in Lm 22 (1958) 31-39.

—, O futuro da nossa música religiosa, in Lm 22 (1958) 474-485.

—, O Concílio, o latim e a música, in Lm 28 (1964) 493-499.

— , Equívocos litúrgicos, in Lm 30 (1966) 309-314.

—, Canto Gregoriano, in Verbo Eciclopédia Luso Brasileira de cultura. Vol. 9, 1030-1032.

—, Música Sacra, in Verbo Eciclopédia Luso Brasileira de cultura. Vol. 13, 1602-1604.

— , A música litúrgica e as interferências populares (A aplicação ao caso português) |separata da Lumen |. s.d.

ALMADA, B., A música no templo, in Lm 4 (1940) 526-531.

—, Modo de executar a música sacra, in Lm 4 (1940) 711-718.

ALMENDRA, J., O 3º Congresso Internacional de Música Sacra, in Canto Gregoriano nº 4 (1957) 3-7.

—, Pio XII e o Canto Gregoriano, in CG nº 8 (1958) 2-4.

—, Pedagogia musical segundo o método Ward, in Cen 30(1968-69)146-152.

ALVES, J., Programa Musical de uma pastoral litúrgica, in OL 13 (1966) 280-297.

AMORIM, M., A Música Litúrgica nas Celebrações do Tríduo Pascal, in BPL 29-31 (1983) 102-115.

—, O coro litúrgico na liturgia do Concílio Vaticano II, in BML 88/89 (1991) 2-8.

—, O renascimento, em Portugal, da cultura musical para órgão, in BML 117(1996)81-85; 121/122(1997)62-67; 123/124(1998)2-4.

ANTUNES, J. P. C., “Soli Deo Gloria”. Um contributo interdisciplinar para a fundamentação da dimensão musical da liturgia cristã = Humanística e Teologia 10 (Porto: UCP; Fundação Eng. António de Almeida 1996).

BARBOSA, J. A., Presença de Jesus na assembleia que canta, in NRMS 31 (1984) 2-4.

—, Sentido de Deus na assembleia que reza e canta, in NRMS 31 (1984) 2-4.

BORDA, A., Evocação do Pe M. de Carvalho Alaio, in NRMS 48 (1988) 1-2.

BRÁS, M., Os seminários e a cultura musical , in Boletim Mensal de Vulgarização das questões paroquiais 2-3 (1948-1949) 12-15; Lit 2(1948)12-15, 41-46, 64-70.

BRITO, M. C., Estudos de História da Música em Portugal Imprensa Universitária, 78 (Lisboa: Editorial Estampa 1989).

CARNEIRO, A., A música em Braga (Braga 1959).

CARVALHO, J. M., Restauro do órgão da Sé de Braga (do lado do Evangelho), in NRMS 40 (1986) 1-3.

—, Restauro dos órgãos da Sé de Braga, in NRMS 53 (1990) 1-3.

COELHO, A., OSB, missas cantadas-missas solitárias, in OD 5 (1930/31) 254-261.

—, Curso de Liturgia Romana I (Singeverga: Edições Ora et Labora 1950, 3 ed).

COSTA, M. G., Cantores e instrumentistas da Catedral de Lamego (Lamego 1992).

CRUZ, A., O canto da Igreja, in OD 1 (1926/27) 238-243.

CUNHA, J., Da música e do canto como imagem da unidade da Igreja, in BML 38 (1980) 7-8.

—, A Igreja e o canto gregoriano, in BML 40 (1981) 8-9.

—, João XXII e a polifonia nascente, in BML 41 (1981) 8-9.

—, O Concílio de Trento e a Música, in BML 42 (1981) 5-6.

—, Bento XIV: a encíclica “Annus qui”, in BML 43 (1981) 8-9.

—, Pio X: O Movimento Litúrgico e a música sacra, in BML 44 (182) 8-9.

—, Música e participação na liturgia, in BML 45 (1982) 8-9.

—, O órgão e a liturgia, in BML 46 (1982) 6-7.

FARIA, C., Manuel Faria. Vida e obra (Câmara Municipal de Famalicão 1998).

FARIA, F., A Música de M. Faria. A Fidelidade ao Espírito, in NRMS 27/28 (1983) 1-7.

FARIA, M., A Encíclica “Musicae Sacrae Disciplina” de S. S. Pio XII, in Lm 20 (1956) 174-178.

—, O motu proprio de Pio X e a Música Moderna (Braga: Tipografia da Oficina de S. J. 1957).

—, A música sacra do Pe. Tomaz Borba, in Cen 29(1968-69)48-53.

—, A função da Música Sacra, in NRMS 2 (1971) 1-2.

—, Música Sacra e destemperos publicitários, in NRMS 6 (1972) 19-20.

—, Problemas actuais da Música Sacra, in Cen 49(1972-73)26-30.

—, Cânticos, música e instrumentos musicais na celebração litúrgica (Braga 1976) |Manuscrito|.

—, O pensamento da Igreja a respeito da sua música (Braga 1976-77) |separata da Celebração Litúrgica |.

—, Homilia do IV Encontro de Coros Paroquiais do arciprestado de Famalicão, in NRMS 14 (1980) 2-3.

FARIA, S., Autores dos Hinos da Liturgia das Horas , in BPL 13 (1979) 26-29.

FERREIRA, A., A propósito de “Equívocos Litúrgicos”, in Lm 30 (1966) 498-499.

FERREIRA, A. J., A fé e o canto. Ensaio de leitura teológica do canto religioso em português (1903-1963) (Porto 1991) |Tese de licenciatura orientada pelo Dr João Peixoto|.

FERREIRA, J., Evocação do Padre M. Luis, in NRMS 27-28 (1983) 1-2.

—, O que a liturgia pede à música, in BPL 69 (1993) 25-34.

—, Nos 80 anos, in Novellae Olivarum 22 (1998).

—, Os mistérios de Cristo na Liturgia (Secretariado Nacional de Liturgia 1998).

FERREIRA, P., Padre M. Simões, SJ, in BPL 77 (1995) 23-25.

GAVINA, L. A., Música: conflito de gerações?, in Cen 38-39(1970-71)151-160.

HENRIQUES, M., O Órgão de tubos: símbolo da assembleia que canta, in BML 90/91 (1991) 42-48.

LAVAJO, J. C., Música sacra pós-conciliar. À procura da sua identidade , in Lm 45 (1984) 343-345.

LUIS, M., Critérios fundamentais para escolher os cânticos litúrgicos , in BPL 4 (1977) 25-32.

—, A música na liturgia a partir do Vaticano II, in BPL 11/12 (1978) 57-68.

—, O canto na celebração dos Sacramentos da Iniciação Cristã, in BPL 20/21 (1981) 134-147.

—, O Salmo Responsorial, in BML nº 26, 2-9.

MATTA, J., Música e espiritualidade, in Christus (Junho de 1997, ano 1) 60-61.

MIRANDA, P. C. L., Música Sacra evolui, in Brot 138 (1994) 363-380.

—, O difícil evoluir da Música Sacra (I) Do maneirismo à modernidade, in Brot 139 (1994) 363-379.

—, O difícil evoluir da Música Sacra (II) Do maneirismo à modernidade, in Brot 139 (1994) 461-474.

—, Evolução da Música Sacra, in Brot 140 (1995) 309-327.

NERY, R. V.; CASTRO, P. F., Histoire de la Musique =Synthèses de la Culture Portugaise (Lisboa: Imprensa Nacional – Casa da Moeda 1991).

NOGUEIRA, E. D., A restauração litúrgica e a “Mediator Dei”, in Lm 18 (1954) 69-75.

OLIVEIRA, A., A liturgia é uma acção sonora, in OL 15 (1968) 150-169.

OLIVEIRA, A. A., Liturgia, Festa da presença de Cristo: Música e assembleia , in NRMS 44 (1987) 1-3.

—, A Constituição sobre a Liturgia e a renovação da Música Sacra, in NRMS 54 (1990) 1-3; 55 (1990) 1-3.

—, Os cantos do Missal, in NRMS 63 (1992) 1-4.

—, A Música, expressão sublime da comunicação com Deus, in NRMS 75 (1995) 1-3.

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—, Pela renovação litúrgica, in Lm 31 (1967) 717-727.

—, Uma carta extraviada, in NRMS nº 3, IV (1977) 20.

RODRIGUES, L., Legislação eclesiástica sobre a música religiosa, in Lm 2 (1938) 288-298.

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SANTOS, A. F., Música rítmica, uma esperança para a Liturgia do nosso tempo ?, in OL 20 (1974) 53-56.

—, Os vários ministros da música na liturgia, in BPL 11/12 (1978) 29-44.

—, Evocação do Pe M. Luis, in BPL 21/24 (1981) 148-149.

—, O canto na celebração da Liturgia das Horas, in BPL 21/24 (1981) 134-147.

—, O Canto da Assembleia Litúrgica, in BPL 33/36 (1984) 108-125.

—, Evocação de Palestrina e Orlando di Lasso, in BPL 76 (1994) 154-156.

—, Palavras de Encerramento do Primeiro Curso Nacional de Música Litúrgica , in BPL 76 (1994) 151-153.

SARMENTO, A. C. R., O Canto, laço da paróquia, in OD 6 (1931-32) 467-476.

SILVA, J. F., A crise da Música Litúrgica, in NRMS 14 (1980) 3-4.

—, A música religiosa coral e instrumental de Barcelos e seu termo , in NRMS 56 (1990) 1-2.

SILVA, M. E. G., A função da música na liturgia, in Lm 40 (1979) 13-14.

SIMÕES, M., Breves notas sobre as missas com crianças, in NRMS 30 (1984) 1-3.

—, O Padre Alaio e a Escola de Braga, in NRMS 48 (1988) 2-3.

SOUSA, C. B., A Música na Liturgia, segundo o capítulo VI da Constituição conciliar , in OL 11 (1964) 111-117.

SOUSA, P. G. A., A Música na liturgia, in NRMS 58 (1991) 2.

TROCADO, J., O canto gregoriano, in OD 6 (1931/32) 233-243.

VALENÇA, M., Para um repertório de autêntica Música Sacra, in NRMS 9 (II série)1-2.

—, O órgão na história e na arte (Braga 1987).

—, No IV centenário de Palestrina, in NRMS 71/72(1994)3-5.

—, A arte organística em Portugal – depois de 1750 (Braga 1995).

VENÂNCIO, F., A Música na Liturgia. Um problema actual, in Lm 32 (1968) 118-123.

ZEZINHO, P., Cantar é um serviço que a Igreja me pede, in Lm 55 (1994) 460-462.

3.1 PEQUENOS ARTIGOS ANÓNIMOS
A música gravada e o uso aparelhos sonoros na liturgia, in BML n° 33, 2-9.

A música litúrgica no pensamento da igreja , in BML n° 5 (1972) 2-5.

Alguns amáveis conselhos a um animador litúrgico, in BML n° 123/124(1998)31-32 .

As aclamações, in BML n° 27, 2-9.

Canto de comunhão, in BML n° 50 (1983) 2-7 .

Como escolher um repertório para a liturgia, in BML n° 47 (1982) 2 -4.

Como preparar o canto da assembleia?, in BML n° 41 (1981) 2-7.

Conselhos sobre música litúrgica, in BML n° 86/87 (1991) 98-99.

Cordeiro de Deus (canto da fracção), in BML n° 57 (1984) 2-4.

Credo, in BML n° 56 (1984) 3-6.

Glória a Deus nas alturas, in BML n° 54 (1983) 2-5; 26(1999)2-5, 42 -46, 82-86.

Ite missa est: um cântico final?, in BML n° 52 (1983) 2-3.

Kyrie eleison, in BML 26(1998)42-47, 82-84.

Música e canto para uma celebração que evangelize, in BML n° 123/124 (1998) 32-33.

Música litúrgica, um serviço laical na comunidade cristã, in BML n° 38 (1980) 2-6.

Música na evangelização, in BML n° 10 (1974) 2-5; 11 (1974)3-6; 12 (1974) 2-4.

O animador do canto da assembleia, in BML n° 93 (1991) 2-5.

O canto de entrada da missa, in BML n° 48 (1982) 2-7.

O canto de ofertório, in BML nº 49 (1982) 2-8.

O canto de vésperas, in BML n° 31, 2-9.

O canto na celebração da confirmação, in BML n° 84/85 (1990) 51-53.

O canto na celebração do baptismo das crianças, in BML n° 83 (1989) 7-9.

O canto na celebração, in BML, n° 94 (1992) 22-23.

O canto no processo ritual da iniciação cristã, in BML n° 75/76 (1988) 42-46; 77 (1988) 82-88.

O canto pós-comunhão, in BML n° 51 (1983) 2-7.

O coro na liturgia, in BML n° 40 (1981) 2-7.

O hino e a celebração eucarística, in BML n° 24 (1977) 2-8.

O órgão de tubos ao longo da história / o grande órgão de tubos da sé catedral do Porto, in BML n° 60 (1985) 62-76).

O que é e o que não é a música litúrgica, in BML n° 28(1978) 2-7; 29 (1978)2-8; 30 (1978) 2-6.

O que se canta hoje na missa é música litúrgica? Um diálogo proveitoso, in BML n° 78/79 (1989) 35-38.

O tesouro musical da igreja, in BML n° 60 (1985) 42-46.

Os “pueri cantores”, in BML n° 95/96 (1992) 42-48; 97 (1992) 82-88.

Os actores da celebração litúrgica, in BML n° 39 (1980) 2-7.

Que música para a liturgia do nosso tempo?, in BML n° 43 (1981) 2 -7.

Senhor tende piedade de nós, in BML n° 55 (1984) 2-5.

Uso de instrumentos na liturgia, in BML n° 32, 2-5.

4. REVISTAS COM INTERESSE LITÚRGICO-MUSICAL

Boletim de música litúrgica (Porto).

Boletim de pastoral litúrgica (Aveiro).

Canto Gregoriano. Órgão do Centro de Estudos Gregorianos (Lisboa).

Liturgia (Singeverga).

Lumen (Lisboa).

Música sacra. Revista mensal de música religiosa (Coimbra).

Nova revista de música sacra (Braga).

Opus Dei (Singeverga).

Ora et labora (Singeverga).

Nova Revista de Música Sacra, Braga

Nova Revista de Música Sacra, Braga

SIGLAS E ABREVIATURAS

BDP – Boletim da Diocese do Porto

BIL – Boletim de Informação Litúrgica

BIP – Boletim de Informação Pastoral

BML – Boletim de Música Litúrgica

BPL – Boletim de Pastoral Litúrgica

Brot. – Brotéria

CAA – Cantai com arte e com alma

CEL – Conferência Episcopal de Liturgia

Cen- Cenáculo

CEP – Conferência Episcopal Portuguesa

Cf. – conferir

CNS – cânticos a Nossa Senhora

Compil. – compilação

CS – Cantai ao Senhor

CSCN – Cantai ao Senhor um cântico novo

CT – Cantemos Todos

DM – Devocionário Musical

ENPL – Encontro Nacional de Pastoral Litúrgica

GS – Gaudium et Spes

Ibid. – Ibidem

ID. – IDEM

Instrum. – instrumentação

Lit – Liturgia

LG – Lumen Gentium

Lm – Lumen

MD – Mediator Dei

MS – Musicam Sacram

MSD – Musicae Sacrae Disciplina

NCT – Novo Cantemos Todos

NL – Normas Litúrgicas

NRMS – Nova Revista de Música Sacra

OD – Opus Dei

OL – Ora et labora

org. – organização

s.p. – sem página

SC – Sacrosanctum Concilium

TS – Tra Ia Sollecitudini

Vol. – volume

António José Ferreira

Meloteca, 05 Setembro 2007