barítono José de Freitas

JOSÉ DE FREITAS

José de Freitas, de nome completo José Cirilo de Freitas Silva, nasceu na Madeira e foi padre da Congregação da Missão (Padres Vicentinos). Já depois de padre, estudou nos conservatórios do Porto e de Lisboa, onde concluiu o Curso Superior de Canto com excelente classificação. Em 1978 tornou-se artista residente do Teatro Nacional de São Carlos onde se estreou com Schaunard em La Bohème. Foi intérprete de importantes papéis de barítono e de baixo-barítono em Portugal e no estrangeiro. Foi também diretor de coros e compositor de cânticos litúrgicos.

ENTREVISTA

Qual foi o primeiro momento em que se lembra de ter tido consciência de que a música era importante para si?

O primeiro momento?! Preferiria falar de uma pequena série de momentos… Concretizando: No meu 5º ano do seminário (hoje 9º ano), cerca dos 16 anos, quando a chamada “mudança de voz” era já algo acentuada, o meu ilustre professor de música, Padre António Ferreira Telles, poucos dias após ter-me convidado para tocar harmónio em algumas cerimónias litúrgicas (ele era o harmonista oficial, obviamente) e pedir-me para, alternadamente com outro colega, iniciar os cânticos na liturgia (o equivalente a solista), veio falar comigo na véspera da festa do Padroeiro do seminário (S. José), e disse-me: “Confio muito em ti para “segurares” a 4ª voz na missa solene de amanhã.” Ora aí tem um “puzzle” com bastante significado na minha “consciência musical” de jovem seminarista…

Quais os professores que mais o influenciaram no tempo de seminário?

Vou referir-me apenas a professores de música, obviamente. Desde os primeiros anos, tive uma veneração especial por um ilustre mestre, muito “sui generis”, mas muito competente e sabedor: o Padre António Ferreira Telles, a que atrás aludi. Era excelente harmonista, compositor, ótimo harmonizador. O Pe. Fernando da Cunha Carvalho, felizmente ainda entre nós, também teve influência na minha orientação musical, e não só. Mas vou salientar, sem querer ser injusto para os atrás citados e porventura outros, o Pe. João Dias de Azevedo, que muito me ajudou sobretudo no harmónio e no órgão, no Seminário de Mafra, onde fiz o meu noviciado (1954-1956). Nesse período, cheguei a tocar órgão em algumas celebrações dominicais e festas na Basílica de Mafra… E, para completar os anos do seminário, não poderei omitir o Pe. Fernando Pinto dos Reis (1929-2010).

Depois de ir para o seminário e de ser padre, quando é que se apercebeu de que cantar era o mais importante na sua vida profissional?

Como disse, cedo me iniciei e fui crescendo na função de solista. Continuei-a ao longo de todo o curso, alternando-a com o múnus de harmonista. Terminado o curso, fui incumbido da disciplina de Música (além de outras), no seminário menor. O concílio do Vaticano II acabava de privilegiar o vernáculo na liturgia. Iniciei a renovação de todo o repertório vigente. Eu próprio dei largas a uma velha paixão e iniciei a composição de cânticos em português, incluindo o “ordinário” e o “próprio” da missa para determinadas solenidades, além de outros cânticos circunstanciais. Aconselhado por não poucos, matriculei-me no Conservatório do Porto. Canto? Composição? Duas paixões. Muito incitado e encorajado pela professora D. Isabel Mallaguerra, decidi-me mais seriamente pelo canto, sem descurar a composição musical.

Após o curso geral de canto no Conservatório do Porto, vim a concluir o Curso Superior no Conservatório Nacional com a professora D. Helena Pina Manique. Com o programa do exame do curso superior concluído com alta classificação, fui convidado para vários recitais em Lisboa e não só. Iniciei logo de seguida o curso de ópera com o professor Álvaro Benamor e D. Helena Pina Manique. Fui admitido no Coro Gulbenkian, onde estive durante alguns meses até seguir para Paris com uma bolsa de estudos.

O diretor do Teatro Nacional de São Carlos, Eng. João Paes, que já me ouvira no Conservatório, convidou-me para, temporariamente, interromper o estágio em Paris e vir a Lisboa preparar o desempenho de um importante papel numa ópera portuguesa. Bem sucedido, pediu-me para, após o estágio parisiense, seguir para Florença, afim de preparar, com o famoso Gino Bechi, o importantíssimo papel de primeiro barítono (Lord Enrico d’Ashthon) da ópera Lucia di Lamermoor, de Donizetti. Cantei esse papel em novembro de 1977, no Teatro Rivoli (Porto)…

Toda esta “bola de neve” a partir da conclusão do curso superior de canto em 1974, todo o incrível desencadear de situações até finais de 1977, todo o ano de 1977 sobretudo, tudo isso responde à sua pergunta… Parafraseando, em contraste, um fadista, diria: “Ser cantor não foi meu sonho, mas cantar foi o meu fado…”

Dos anos em que estudou Música e Canto, que professores tiveram uma influência mais decisiva?

Nos conservatórios do Porto e de Lisboa, tive a felicidade de ser orientado respetivamente pelas professoras D. Isabel Mallaguerra e D. Helena Pina Manique, e ainda, por algum tempo, pela D. Arminda Correia, sem esquecer o Prof. Álvaro Benamor (cena).

Em Paris, como olvidar o trabalho com a famoso baixo Huc-Santana e o não menos célebre barítono Gabriel Bacquier? Em Itália, e aqui em Portugal, Gino Bechi foi simplesmente precioso no trabalho vocal e cénico. Este famoso barítono, que também me honrava com a sua amizade, cantou nos anos 40, em todos os grandes palcos do mundo. A sua famosa “entrega” aos espetáculos e nos espetáculos, quer cenicamente mas sobretudo vocalmente, levou-o a tal desgaste que teve de terminar a sua carreira por volta dos 40 anos, precisamente com a idade com que eu comecei…

Foi difícil deixar de ser padre e optar pela carreira musical?

Quando, em finais dos anos 60, me matriculei no Conservatório do Porto, confesso que o meu sonho era dar uma componente artística à minha missão de padre.

Começaram a surgir, porém, situações que não deixaram de me ir perturbando. Alguma confusão começou a instalar-se nos meus horizontes… Estávamos em pleno pós-74… Sobretudo a partir de 1977, comecei a sentir-me ultrapassado pelos acontecimentos. Tinham de ser tomadas decisões… Não podia viver na ambiguidade!… Houve muitas dúvidas, muitas incertezas… O meu Padre Provincial de então propôs-me fazer as duas coisas: padre e cantor… Tudo se desenrolava vertiginosamente… Eram convites para concertos, para óperas, etc.
Cheguei mesmo a atuar durante não pouco tempo, estando ainda no exercício do ministério… Fui chegando à conclusão de que as duas funções não faziam grande sentido… Em finais de 1978, acabei por tomar a decisão: pedi para Roma a dispensa do exercício das ordens. Não tive resposta fácil. Demorou mais de dois anos. Pelo meio, um apelo a que repensasse…

Qual foi o papel da Igreja na sua vida musical?

Primeiramente, como é obvio, penso em todo o curso do seminário. Para além de todos os aspetos da formação, a música da Igreja, o canto gregoriano, ocupou uma grande parte desse período, quer na teoria, quer na prática. O nosso Cantuale, um livro específico da Congregação da Missão com os mais belos cânticos gregorianos e muitos outros, a uma ou mais vozes, dominou grande parte desses anos, as nossas vozes e as nossas almas.

No seminário Maior, durante o curso de filosofia e teologia, para além das mais belas obras de polifonia sacra, cantávamos, todos os domingos e festas, o “comum” e o “próprio” em gregoriano, de acordo com o emblemático Liber Usualis, a mais completa obra do canto da Igreja. Tudo isto, naturalmente acompanhada da parte teórica, marca indelevelmente a minha personalidade e a minha formação musical. E não esqueço que quase sempre, alternadamente, fui organista e solista…

Após a ordenação, seguiram-se anos dominados pelo Concílio do Vaticano II, com uma série extraordinária de documentos sobre a música e a liturgia em vernáculo,com o aparecimento de excelentes compositores. E foram sempre surgindo, com os diversos papas, importantes documentos sobre a música litúrgica. Não posso esquecer os “famosos” cursos gregorianos de Fátima que frequentei.

Durante os anos 1977-1995, em que a vida artística teve o seu lado prioritário, nunca deixei de estar atento aos documentos da Igreja sobre música sacra e à obra de excelentes compositores que temos.

A partir de 1997, já no pós – S. Carlos, a pedido do meu grande amigo Conégo José Serrasina que acabava de ficar à frente da Paróquia dos Anjos, em Lisboa– a minha paróquia -, comecei a orientar o coro paroquial, tomando a peito a renovação dos cânticos e a dinamização litúrgica. Baseava-me sempre nos textos de cada celebração. Após 5 anos de intenso e profícuo trabalho, abracei outro projeto – na Capela do Palácio da Bemposta (Academia Militar), onde colaborei durante 13 anos (2003 – 2016). Durante este período, compus dezenas de cânticos que vieram a ser publicados pela Academia Militar, em 2012, num volume com o título Deus é Amor. Porque o “contexto” de então era “específico”, o referido volume irá “sofrer” brevemente substancial alteração.

Qual foi a maior deceção na sua vida?

Se me permite, não apresentaria uma mas duas deceções, e ambas no âmbito do mundo lírico. A primeira, logo de início. Tinha feito 40 anos. Eram diferentes, agora, o sonho e o ideal. Imaginava que perante mim, ia surgir um meio pleno de elevação, um ambiente superior, de arte, de cultura, etc. Cedo, porém, fui verificando e concluindo que as cores que sonhara belas, não, não o eram assim tanto… A realidade era bastante mais prosaica… Bem!… Respirei fundo, bem fundo, passe a expressão… E, vamos a isso!… Mas vamos mesmo! O desafio que ora iniciava era para ganhar, era mesmo para vencer!… E foi! Não tive o caminho atapetado de rosas, longe disso, muito longe! Foram necessárias uma fibra excecionalmente forte como considero ter, uma fé inabalável em Deus como efetivamente tenho, e também, obviamente, uma grande confiança nos talentos que Deus me deu, aliados à formação que tive (não poderei esquecê-lo!) E…aí vou eu!… E nem tudo foram espinhos, digamos em abono da verdade. Tive um público que me admirava e apoiava bastante, excelentes e excecionais críticas, outras nem tanto… E, entre um pessoal que rodava as três centenas (coro, orquestra, cantores, técnicos, etc), tive não poucos amigos e admiradores! Não esqueço que, logo no começo, nos primeiros ensaios, vi lágrimas nos olhos de algum do pessoal, ao verem a minha entrada enérgica, decidida, confiante, e pensando no “mundo” donde acabava de chegar… aos 40 anos!…

A segunda deceção foi no fim. Em finais de 92, a SEC, tendo à frente o Dr. Pedro Santana Lopes, achou por bem dissolver a Companhia Portuguesa de Ópera (cantores, orquestra, etc). Éramos 14 os cantores principais. Mesmo tendo em conta que eu continuava a cantar no país e não só, esta foi sem dúvida uma grande deceção. Aos 55 anos, encontrava-me no ponto mais alto da carreira, a nível vocal e cénico, na minha opinião e na de quantos me conheciam e ouviam! Esperava estar “em grande” mais uma boa dezena de anos… Lembrei-me então das palavras de Gino Bechi, quando, certo dia, nos anos 80, após fazer as célebres e espetaculares demonstrações, vocais e cénicas, durante um ensaio, e quando já contava perto dos 80 anos, teve este desabafo: “Agora é que eu sei cantar!”

Pois é!… Parafraseando o meu mestre, diria: “Agora… é que eu sabia cantar!…”

Qual foi o momento mais alto da carreira como cantor lírico?

Desempenhei os mais diversos papéis de 1º barítono, de baixo-barítono, papéis característicos, enfim, foram cerca de 50… Nunca tive um fracasso nos meus desempenhos. Pelo contrário! Escolher o momento mais alto?!… É difícil!… Estou a lembrar-me de não poucos… Do “Le Grand-Prêtre de Dagom” da ópera Samson et Dalila, de Saint-Saëns, em 1983. Quis preparar o papel em Lyon com o meu ex-professor de Paris, o grande barítono Gabriel Bacquier. Estou a recordar-me do “Dulcamara” da ópera L’Elisir d’Amore, de Donizetti, em 1984 e 1985… Do “Rocco”, da ópera Fidelio de Beethoven… Enfim, não vou alongar-me na citação de outras boas e belas hipóteses…

Mas vou escolher como momento mais alto uma ópera fora do estilo clássico: a ópera Kiú, do compositor espanhol Luís de Pablo, levada à cena em 1987 no Teatro Nacional de São Carlos. O meu papel de Babinshy, o pivô da ópera, na sua grande espetacularidade e dificuldade vocal e cénica, foi na verdade um momento muito alto na minha carreira! Não foi por acaso que o próprio compositor Luís de Pablo e o maestro Jesús Ramón Encimar me convidaram, 5 anos depois (dezembro de 1992 – janeiro de 1993), para interpretar em Madrid o mesmo papel!…

Quais foram os cantores líricos mundiais que mais o inspiraram?

Estavam na moda, nos anos 60, cantores líricos que deveras nos entusiasmavam. Lembro-me, por exemplo, de Mário Lanza, de Luís Mariano, de Alfredo Krauss que vim a conhecer em São Carlos, e com o qual contracenei, inicialmente, num ou noutro pequeno papel. E vários outros, quase todos tenores. O meu tipo de voz é de barítono ou de baixo-barítono. Mas foi sobretudo a partir do Curso Superior de Canto que comecei a interessar-me por vozes líricas, o que é absolutamente natural. Dado o meu tipo de voz, cerca de cinco ou seis cantores internacionais dominavam particularmente os meus gostos. Comecemos pelos alemães Dietrich Fischer-Dieskau e Hermann Prey, barítonos. O primeiro, absolutamente excecional em lied, tendo cantado praticamente tudo o que havia nesse domínio. Muitos o consideraram o maior músico do século XX. Foi inclusivamente maestro de música sacra. Ouvi-o ao vivo em Paris. Hermann Prey era superior como ator. As suas interpretações em óperas de Mozart, Rossini, Donizetti ficaram memoráveis. Outros dois barítonos ou baixo-barítonos, Fernando Corena e Rolando Panerai, eram também grandes cantores e atores, mais característicos que os anteriores. Outro barítono que, vocalmente (não cenicamente) me enchia as medidas, era Piero Cappuccilli. Era um barítono a que eu chamaria heróico-dramático, com uma incrível potência de voz. Jamais esquecerei o seu desempenho em Simon Boccanegra de Verdi, no São Carlos…

Poderia obviamente alongar-me, no que às vozes masculinas diz respeito. Mas também não posso deixar de me referir a vozes femininas que, além de nós deixarem siderados, tanto nos ensinaram! Antes de mais, Maria Callas!… Depois, uma Victoria de los Angeles que cheguei a ouvir na Gulbenkian. Fiorenza Cossotto, Mirella Freni, Christa LudwigMonserrat Caballé que ouvi em Paris dirigida por Leonard Bernstein… Uma Joan Sutherland, La Stupenda, a tal que cantou a Traviata no Coliseu na famosa noite de 24 para 25 de abril de 1974, com o já citado Alfredo Kraus… E eu estava lá!…

Quais os músicos portugueses mais influentes na sua carreira?

Por músicos, entendo compositores, professores, pianistas, ensaiadores, “pontos”, cantores, e, porque não, críticos… Antes de mais, as minhas duas professoras nos conservatórios do Porto e de Lisboa, respetivamente: Isabel Malaguerra e Helena Pina Manique. A professora D. Arminda Correia fez de forma extraordinária a breve transição entre uma e outra. Álvaro Benamor, na classe de ópera. A pianista Maria Helena Matos que me acompanhou com enorme competência desde o Conservatório Nacional, incluindo o exame final, e praticamente em todos os recitais que fui dando ao longo da carreira. O maestro Armando Vidal, músico de gema, com o qual preparei, como a generalidade dos artistas, quase todos os papéis que tinha a desempenhar nas dezenas de óperas em que fui interveniente. Entre os maestros – “pontos” – , não esquecerei o maestro Pasquali que tão competentemente orientou, durante os primeiros tempos, as nossas intervenções em palco, e o maestro Ascenso de Siqueira, grande e bom amigo e incrível ser humano… Tive a felicidade de trabalhar com encenadores como António Manuel Couto Viana, que me honrava com a sua amizade, Carlos Avillez (em várias óperas), Luís Miguel Cintra, João Lourenço

Cantores? Álvaro Malta, Hugo Casaes, Elizette Bayan, Armando Guerreiro, e outros… Lembro-me ainda de preciosas “dicas” que me deu Álvaro Malta

Compositores? Antes de mais, o Prof. Cândido Lima. Conheci-o em Paris. Conversávamos muito. Não esqueço o dia em que ele me apresentou ao seu amigo Iannis Xenakis… Fomos juntos a vários concertos. Preparei, com ele ao piano, algumas obras suas para canto. Foi meu pianista num concurso de canto em que fui premiado… Tudo isto em Paris, em 1977.

Com o grande compositor Fernando Lopes-Graça, tive a honra de preparar um importante papel de solista na sua obra As Sete Predicações d’Os Lusíadas, em vista à estreia mundial da mesma no VI Festival da Costa do Estoril (1980).
Joly Braga Santos honrava-me com a sua amizade e admiração. Com ele ensaiei o papel de solista na sua Cantata Das Sombras, sobre texto de Teixeira de Pascoaes, para primeira audição mundial no Teatro de S. Luís, a 27 de julho de 1985, com o Coro Gulbenkian, e enquadrada no XI Festival de Música da Costa do Estoril. De Joly Braga Santos nunca poderei esquecer as suas palavras, em pleno palco, no fim da última récita da sua Trilogia das Barcas, em maio de 1988: “Estou a compor uma ópera, para a Expo de Sevilha (daí a 4 anos), baseada numa obra de Frederico Garcia Llorca, Bodas de Sangue e tenho um muito bom papel para si”. Entretanto, o maestro falecia 2 meses depois, a 18 de julho de 1988, o que constituíu uma grande perda para o País, para a cultura portuguesa.

Quanto a críticos, devo dizer que, entre outros, Francine Benoit, João de Freitas Branco, José Blanc de Portugal muito me encorajaram e elogiaram!

E hoje, o que acha da evolução da ópera em Portugal?

Francamente, tenho dificuldade em responder. Há cerca de vinte e cinco anos, após a extinção da Companhia Portuguesa de Ópera e de ter dado como terminada a minha carreira lírica, abracei outro projeto e alheei-me bastante desse tema. Sei que, sobretudo por razões orçamentais, a programação se ressente, e muito. Tudo parece ser diferente. Repito: não tenho dados que me permitam fazer qualquer juízo de valor…

O que pensa do papel da música na Igreja?

Desde o Seminário Maior, fui lendo atentamente, e mais que uma vez, os documentos papais que surgiram desde o princípio do século XX:
o Motu próprio de São Pio X (1903) sobre a Restauração da Música Sacra;
a Constituição Apostólica Divini Cultus (1928) no pontificado de Pio XI, sobre a liturgia e a música sacra; a Encíclica Musicae Sacrae Disciplina (1953), do Papa Pio XII, sobre a Música Sacra, vocal e instrumental.

Logo após o Concílio do Vaticano II, surge a Constituição Conciliar Sacrosanctum Concilium (1963), a realçar que “a acção litúrgica reveste maior nobreza quando é celebrada com canto, com a presença dos ministros sagrados e a participação ativa do povo”. E quando fala de canto, obviamente que se refere ao canto sagrado intimamente unido com o texto. E se o canto gregoriano ocupa sempre um lugar privilegiado em igualdade de circunstâncias, não são excluídos os outros géneros de música sacra mormente a Polifonia, desde que em harmonia com o espírito da ação litúrgica, e de acordo com os diversos tempos litúrgicos, com as diversas celebrações e os vários momentos da celebração. Compositores, organistas, mestres de coro, cantores, músicos (instrumentistas) devem formar um todo para o esplendor do canto.

Alguns anos após o Concílio, a famosa Instrução Musicam Sacram (1967), da Sagrada Congregação dos Ritos, é a síntese, diria perfeita, do que à Música Sacra diz respeito, desde o canto na celebração da missa, passando pela preparação de melodias para os textos em vernáculo, depois a música para instrumental, o Canto no Ofício, etc etc.

O assunto levar-nos-ia ainda a três ou quatro intervenções de São João Paulo II, a uma célebre conferência do Cardeal Ratzinger (mais tarde Papa Bento XVI) em 1985, a uma Nota Pastoral dos nossos bispos por ocasião do Ano Europeu da Música (em novembro de 1985).

E o nosso Papa Francisco, por mais de uma vez, tem insistido que a Música Sacra e Canto Litúrgico devem estar plenamente inculturados nas linguagens artísticas atuais.

Quais os compositores que mais ouve e, desses, que obras prefere?

J.S. Bach é incontornável. Oiço com frequência, por exemplo, a Cantata do Café, cuja ária Hat man nicht mit seinen kindern fez parte do programa do meu exame do Curso Superior de Canto de Concerto, e foi uma das provas de acesso ao Coro Gulbenkian, em novembro de 1974; a Missa em Si m, cujas árias de baixo cantei; e a Paixão Segundo S. João, em que interpretei o papel de Jesus, no Porto, em abril de 1977, quando ainda estagiava em Paris…
Haëndel (O Messias, e Música Aquática); Beethoven (Sinfonias 3, 6 e 9) e a ópera Fidelio, cujo papel de Rocco desempenhei em junho de 1986; Mozart (o Requiem que, enquanto membro do Coro Gulbenkian, cantei no Coliseu em 1975, com gravação para a Erato; a Sinfonia nº 40, etc etc); Haydn (A criação, a Missa de Santa Cecília e a Sinfonia Concertante); Bizet (Carmen); Bramhs (Um Requiem Alemão);Rossini (Stabat Mater); Tchaickowsky (Romeu e Julieta e Francesa da Rimini; Dvorak (Sinfonia nº 9, O Novo mundo); Ravel (Bolero); Rodrigo (Concerto de Aranjuez); Strauss (valsas); Elgar (Concerto para violoncelo).

E muito, muito mais, obviamente.

O que o levou a colecionar livros e discos?

Certamente, e de uma forma geral, o meu gosto pela música, a ligação à Igreja, o meu profissionalismo, a cultura. É claro que tudo se desenrola de acordo com as diversas etapas da vida:

a minha função de professor de Música (além de outras disciplinas) no seminário menor, após a minha formação, e o começo dos meus estudos no Conservatório;

a minha transição para a vida pastoral, durante 3 anos;

a minha ida para Lisboa para concluir o curso Superior, do Conservatório, e a minha curta passagem pela Fundação Gulbenkian;

o meu estágio de dois anos em Paris, concluído com 2 meses em Itália;

o começo e a continuação da minha carreira lírica no Teatro Nacional de São Carlos;

os 3 anos pós-São Carlos em que continuei a minha carreira;

o abraçar de novo projeto: “trabalhar” um coro inserido numa missão pastoral na Paróquia dos Anjos (Lisboa), a minha Paróquia, a partir de 1997 e, posteriormente, de 2003 a 2016, na capela do Palácio da Bemposta (Academia Militar);

e porque não dizê-lo, as minhas viagens de automóvel, algumas longas, nos anos 70 e daí para cá, para já não falar da minha própria casa…

Como vê, são muitas as etapas e as circunstâncias em que procurei estar sempre em dia e dentro das exigências das mesmas. Livros, discos, cassetes, CDs, DVDs eram verdadeiros instrumentos de trabalho, de cultura, de ocupação, de prazer…

Julgo ter sintetizado as razões da minha importante biblioteca e discoteca, das quais progressivamente e criteriosamente, me vou voluntariamente desfazendo.

Antes da sua formação académica no conservatório, que lugar tinha a música erudita no seu papel de formador no seminário?

Além de renovar completamente o repertório de cânticos religiosos que vinha de há longos anos (o que supunha rodear-me de bom material), comecei a interessar-me por vozes maravilhosas que os discos faziam chegar até nós (Mario Lanza, Luis Mariano, Alfredo Krauss etc, e por orquestras excecionais que nos traziam as mais belas melodias clássicas, canções famosas, música de filmes históricos…

Tive sempre a preocupação de partilhar com os meus jovens alunos algum desse maravilhoso mundo musical… Era importante para a educação da sua sensibilidade, dos seus gostos, da sua cultura.

Lembro-me, e muitos ex-alunos (quer do seminário, quer do ensino público) se recordarão de ter dado a ouvir, entre outras obras, uma pequena peça do compositor russo Alexander Borodine. Tratava-se de Nas estepes da Ásia Central. Era a caravana que surgia ao longe, a marcha dos camelos, a intensidade instrumental que “subia” a anunciar a chegada da caravana, a permanência no terreno, o retomar da marcha, os sons que se iam extinguido… até a caravana se perder de vista!… Era tudo tão belo, tão claro! Apaixonante!… O interesse era enorme. Os alunos começavam a compreender que a música tem um sentido, um conteúdo, uma intenção, uma finalidade, uma expressão!
O mesmo sucedeu com outras obras, como o Hino da Alegria, da IX Sinfonia de Beethoven! Etc etc.

Mas adverti-os sempre para que nada disto desviasse a atenção do essencial da sua formação!…

Em três palavras como se caracteriza a si mesmo?

Persistente! Perfecionista! Brioso!

Lisboa, 19 de março de 2018

.

JOSÉ DE FREITAS NA COMUNICAÇÃO SOCIAL

Um barítono que é crítico de si próprio

Correio da Manhã, 28 de abril de 1986

.

De padre a cantor principal de ópera no Teatro São Carlos

Diário de Notícias do Funchal, 11 de maio de 1986

.

José de Freitas: de padre a cantor

Correio da Manhã, 02 de agosto de 1987

Colette Maze, pianista
Colette Maze publica 5º álbum aos 106 anos

Colette Maze é uma pianista francesa de música clássica. Um dos seus compositores preferidos é Cluade Debussy. Aos 106 anos, a pianista publica novo álbum, o quinto da sua carreira. A paixão pela música acompanha-a desde a infância. É uma mulher de baixa estatura. Nasceu em Paris, em 1914, numa família burguesa que lhe deu uma educação severa.

“O piano dava-me um pouco de ternura e de evasão. O que eu não encontrava na minha família, encontrava no piano” – recorda. Toca ainda quatro horas por dia. O instrumento é para ela sinónimo de conforto e refúgio. Vive sozinha no seu apartamento em Paris.

Em adolescente, Colette entrou na École Normale de Musique de Paris. Foi discípula de Alfred Cortot e Nadia Boulanger. O seu último CD é dedicado a Satie e Debussy. Colette é mãe do realizador Fabrice Maze. Com a sua idade, é algo completamente inesperado, reconhece o seu filho. A sua mensagem é:

“Ama a vida, e ela te amará”

A pianista parisiense foi professora de piano toda a vida. Aos 100 anos tocava para manter a memória. Tem mil vidas e já foi hoquista, bailarina, enfermeira. O seu segredo de longevidade é “4 horas de piano por dia, três ovos frescos e um copo de vinho.”

Fonte: France Info

Colette aos 106 anos

Colette Maze, pianista

Colette Maze, pianista francesa

Presépio da Madre de Deus. Séc. XVIII. Museu Nacional do Azulejo, Lisboa

Adeste Fideles: quem é o autor?

por Rui Vieira Nery

Todos os anos, mais ou menos por esta altura, há uma alma patriótica que desenterra não se sabe bem de onde, com a melhor das intenções o disparate musicológico absoluto da atribuição do conhecido hino de Natal “Adeste fideles” ao nosso Rei D. João IV, o que desperta logo uma corrente interminável de “likes” de orgulho nacional.

Tocador de violino. Machado de Castro. Séc. XVIII. Basílica da Estrela, Lisboa

Tocador de violino. Machado de Castro. Séc. XVIII. Basílica da Estrela, Lisboa

Ano sim, ano não, a irritação profissional pela perpetuação desta atoarda faz-me tentar desmentir como posso o boato (tanto mais que a figura de D. João IV, sobre quem trabalho há quase quarenta anos, nos deve merecer a todos o maior respeito pelo seu papel inimitável de protector da Música e dos músicos portugueses do seu tempo, e não precisa para tal desta atribuição abusiva de paternidade musical).

Aqui fica, pois, mais uma vez, o devido esclarecimento, embora sabendo que estarei provavelmente a pregar no deserto, porque a mística do mito tem sempre mais força do que qualquer argumento racional.

  1. O “Adeste fideles” é uma obra composta em harmonia funcional inteiramente tonal, com acompanhamento de baixo contínuo, num estilo absolutamente incompatível com a prática musical do tempo de D. João IV, que morreu em 1656. Atribui-lo ao nosso Rei ou a qualquer compositor europeu da sua geração seria sensivelmente o mesmo disparate do que dizer que Bach poderia ter escrito da “Nona Sinfonia” de Beethoven ou que Brahms poderia ter sido o autor da “Sagração da Primavera”…
    2) Como se isto não bastasse, o próprio texto “Adeste fideles” não consta de quaisquer livros litúrgicos antes do século XVIII, até à sua edição por John Francis Wade no início da década de 1740, embora possa ter sido baseado, remotamente, num texto medieval. Estes dois argumentos deveriam ser suficientes para qualquer pessoa que saiba alguma coisa de Música do século XVII. Mas deve referir-se ainda que:
  2. É absolutamente falso que existam em Vila Viçosa quaisquer manuscritos do início do século XVII – ou de qualquer outro período, por sinal, até pelo menos meados do século XX – com esta obra. Trata-se de uma invenção surrealista de quem escreveu o artigo “Adeste fideles” da Wikipedia portuguesa.
  3. Nenhuma das várias fontes contemporâneas de D. João IV que enumeram detalhadamente as suas composições refere que ele tenha composto qualquer “Adeste fideles” (o que em qualquer caso não poderia ter feito porque o texto ainda não existia). E mesmo quando no final do século XVIII começou a haver a moda de atribuir arbitrariamente ao Rei obras anónimas, como o “Crux fidelis” ou o “Adjuva nos”, nunca o “Adeste fideles” foi sequer incluído nestas falsas atribuições.
    De onde nasceu então o mito da atribuição a D. João IV? É simples:
  4. Ao “Adeste fideles” foi dado o nome de “Portuguese Hymn” em várias publicações inglesas porque esta composição era cantada na capela da Embaixada de Portugal em Londres, que até à legalização do culto católico em Inglaterra, com a promulgação do Roman Catholic Relief Act de 1829, era um dos únicos locais em que ele podia ser celebrado em território britânico. Vincent Novello (1781–1861), que foi a partir de 1797 Mestre de Capela e Organista da Capela Portuguesa, publicou em 1811 uma colectânea intitulada A Collection of Sacred Music, as Performed at the Royal Portuguese Chapel in London que teve depois grande influência na constituição de um repertório católico inglês, e como “Adeste fideles” estava nela incluído passou a ser conhecido como o “Hino Português” e assim se foi divulgando no mundo católico internacional. Mais tarde seria incluído, numa versão “pseudo-gregoriana”, no próprio “Liber Usualis” editado na sequência da reforma litúrgica de Pio X, no início do século XX.
  5. A atribuição da obra a D. João IV é, pois, uma fantasia romântica sem qualquer fundamento, cuja origem é hoje impossível de datar com precisão, mas que não é sustentada por nenhum – absolutamente nenhum – dos autores que estudaram a vida e obra de D. João IV, de Joaquim de Vasconcelos e Ernesto Vieira a Mário de Sampaio Ribeiro e Luís de Freitas Branco, o que sugere que tenha surgido já em meados do século XX.
    Quem é então o autor do “Adeste fideles”?
  6. Não sabemos, pura e simplesmente, mas a natureza da própria música indica que não poderá ter sido composto antes do último quarto do século XVII e mais provavelmente já em inícios do século XVIII. Vincent Novello, quando publica o seu arranjo da obra, atribui-a a John Reading, organista do Winchester College que morreu em 1692, mas a primeira versão escrita que se conhece é de John Francis Wade (1711 – 1786), e sendo Reading protestante e Wade um católico assumido, que se exilou inclusive no Continente por lealdade à causa do Pretendente Stuart, seria mais natural que a Capela da Embaixada Portuguesa adoptasse uma obra sua do que uma da composição de um anglicano.

Rui Vieira Nery (artigo publicado no Facebook)

Presépio da Madre de Deus. Séc. XVIII. Museu Nacional do Azulejo, Lisboa

Presépio da Madre de Deus. Séc. XVIII. Museu Nacional do Azulejo, Lisboa

Pe. Manuel Faria, compositor

NOVA REVISTA DE MÚSICA SACRA

Compositores e cânticos publicados até 2001

ALBERTO JOSÉ BRÁS

Obra editada na Nova Revista de Música Sacra

(1972) “Bendito, bendito e louvado seja”, NRMS (7): 7.
(1977) “Meu Deus, eu creio”, NRMS (1): 9.

ÁLVARO NOGUEIRA

Obra editada na Nova Revista de Música Sacra

(1994) “No matrimónio cristão”, NRMS (71/72): 28-29.

ANTÓNIO AZEVEDO OLIVEIRA

Obra editada na Nova Revista de Música Sacra

(1978) “Nasceu Jesus entre os homens”, NRMS (7, 2ª série): 14-15.
(1978) “Santo”, NRMS (8, 2ª série): 7.
(1978) “Senhor, Tu és a luz”, NRMS (6, 2ª série): 12.
(1979) “Eu gosto de ti, ó Jesus”, NRMS (11/12, 2ª série): 22-23.
(1979) “Jesus vai comigo”, NRMS (11/12, 2ª série): 32-33.
(1979) “Vamos a Jesus”, NRMS (11/12, 2ª série): 6-7.
(1980) “Sois o caminho”, NRMS (14): 7-9.
(1980) “Vamos todos a Belém”, NRMS (15): 12-13.
(1981) “Ave Maria, mulher admirável”, NRMS (18): 10-12.
(1981) “Cristo crucificado ressuscitou”, NRMS (19/20): 22.
(1981) “O Senhor te defende de todo o mal”, NRMS (19/20): 20-21.
(1981) “Queremos ver transformados”, NRMS (17): 10-11.
(1981) “Se tiverdes em conta”, NRMS (19/20): 21.
(1981) “Todos aqueles que o Pai me deu”, NRMS (19/20): 24.
(1982) “Cantemos com alegria”, NRMS (24): 8-9.
(1982) “Eis a fonte da vida”, NRMS (22): 8-9.
(1984) “Anunciai com voz de júbilo”, NRMS (32): 11-12.
(1984) “Glória, honra e louvor”, NRMS (29): 8-9
(1984) “Hossana ao Filho de David”, NRMS (29): 6-7.
(1985) “Aleluia”, NRMS (36): 17.
(1985) “Ave Maria, Senhora”, NRMS (33/34): 6-7.
(1985) “Onde se reúnem dois ou três”, NRMS (36): 13.
(1985) “Queremos ser construtores”, NRMS (35): 19-20.
(1985) “Sois a escada de luz”, NRMS (33/34): 15-17.
(1985) “Somos testemunhas de Cristo”, NRMS (35): 12-13.
(1986) “Benigno Criador”, NRMS (40): 14-15.
(1986) “Naquele dia”, NRMS (39): 10.
(1986) “Por entre aclamações”, NRMS (39): 11.
(1986) “Quando virá, Senhor, o dia”, NRMS (39): 18-19.
(1986) “Virá o grande profeta”, NRMS (39): 13.
(1987) “Alegrem-se os céus, exulte a terra”, NRMS (44): 10-11.
(1987) “Dai-lhes, Senhor, o eterno descanso”, NRMS (42): 16-17.
(1987) “Fica connosco, Senhor”, NRMS (42): 6-7-
(1987) “Salve, estrela do mar”, NRMS (41): 13-14.
(1987) “Se me envolve a noite escura”, NRMS (42): 5.
(1988) “Acabou a missa”, NRMS (46): 20.
(1988) “Bendito seja Deus, bendito”, NRMS (48): 7.
(1988) “Bendito seja o nome do Senhor”, NRMS (45): 7.
(1988) “Celeste Jerusalém”, NRMS (49): 5-6.
(1988) “Já não sou eu que vivo”, NRMS (48): 20.
(1988) “O Senhor fez em mim maravilhas”, NRMS (45): 8-10.
(1988) “O Verbo fez-se carne”, NRMS (47): 14-15.
(1988) “Senhor Jesus, mestre divino”, NRMS (46): 8-9.
(1988) “Surge, Jerusalém, e resplandece”, NRMS (47): 5-6.
(1988) “Vinde, prostremo-nos em terra”, NRMS (48): 7-8.
(1989) “Cordeiro de Deus” da Missa de Festa, NRMS (50/51): 44-45.
(1989) “Glória a Deus e paz na terra”, NRMS (52): 6-7.
(1989) “Glória” da Missa de Festa, NRMS (50/51): 20-31.
(1989) “Glória”, NRMS (50/51): 19-21.
(1989) “O Verbo fez-se carne”, NRMS (52): 11, 14.
(1989) “Santo” da Missa de Festa, NRMS (50/51): 38-39.
(1989) “Santo”, NRMS (50/51): 32-33.
(1989) “Senhor, tende piedade de nós”, NRMS (50/51): 13-15.
(1990) “Estava a mãe dolorosa”, NRMS (53): 5.
(1990) “Jesus está no presépio”, NRMS (56): 15-16.
(1990) “Ladainha de todos os santos”, NRMS (55): 17.
(1990) “Lembrai-vos, Senhor, da vossa aliança”, NRMS (53): 6-7.
(1990) “Louva, Jerusalém, o Senhor”, NRMS (55): 10-11.
(1990) “Vinde, Senhor, mostrai-nos o vosso rosto”, NRMS (56): 6-7.
(1991) “ Já a luz se levantou”, NRMS (57): 19.
(1991) “Aplaudam mares e terra”, NRMS (57): 9-10.
(1991) “Na tarde daquele primeiro dia”, NRMS (57): 16-17.
(1991) “Não fostes vós que me escolhestes”, NRMS (59): 18-20.
(1991) “O Espírito de Deus repousou sobre mim”, NRMS (58): 3-6.
(1991) “O Senhor veio em meu auxílio”, NRMS (60): 5-7.
(1991) “O Senhor vem salvar-me”, NRMS (60): 8-10.
(1992) “ Louvai o nosso Deus”, NRMS (63): 15.
(1992) “Bem-aventurados os que têm fome”, NRMS (63): 16.
(1992) “Bendito seja Deus que nos escolheu”, NRMS (63): 17.
(1992) “Eu venho, Senhor, para fazer”, NRMS (62): 5-6.
(1992) “O Senhor virá no esplendor da sua glória”, NRMS (64): 14-15.
(1992) “Quem beber da água”, NRMS (61): 8-9.
(1993) “Anunciai com brados de alegria”, NRMS (68): 5-7.
(1993) “Com o coro dos apóstolos”, NRMS (66): 10-12.
(1993) “Em Vós, Senhor, está a fonte da vida”, NRMS (67): 12-14.
(1993) “Salvai-nos, Senhor nosso Deus”, NRMS (67): 5-7.
(1993) “Vi a fonte de água viva”, NRMS (65): 16-18.
(1994) “Apareceu entre nós um grande profeta”, NRMS (70): 19-20.
(1994) “Construí, Senhor, a sua casa”, NRMS (71/72): 30-32.
(1994) “Guardai, Senhor, as nossas famílias”, NRMS (71/72): 44-46.
(1994) “Maria, Mãe do Senhor”, NRMS (71/72): 50-52.
(1994) “Não me abandoneis, Senhor”, NRMS (69): 5-6.
(1995) “Ave Maria, farol do mar”, NRMS (73/74): 38-39
(1995) “Ave Maria, Mãe de Jesus”, NRMS (75): 16-18
(1995) “Ó Noite de Natal”, NRMS (76): 18-20.
(1995) “Rainha da graça”, NRMS (75): 5-7.
(1995) “Sorriem no campo as flores”, NRMS (73/74): 22-23.
(1995) “Vamos em paz”, NRMS (73/74): 40.
(1996) “Abriram-se os céus”, NRMS (80): 5-7.
(1996) “Agradável, Senhor, é a vossa morada”, NRMS (77/79): 40-42.
(1996) “Aos mortais dando comida”, NRMS (77/79): 15-17.
(1996) “Bom pastor, pão da verdade”, NRMS (77/79): 34-37.
(1996) “Canta, Igreja, o Rei do mundo”, NRMS (77/79): 44
(1996) “Oh sagrado banquete”, NRMS (77/79): 49-51.
(1997) “Cantemos um salmo de glória”, NRMS (84): 14-17.
(1997) “Enviai, Senhor, o vosso espírito”, NRMS (82/83): 27-31.
(1997) “O Espírito Santo desceu”, NRMS (82/83): 38-39.
(1997) “Somos testemunhas de Cristo”, NRMS (82/83): 40.
(1998) “A luz de Cristo ilumina a terra inteira”, NRMS (88): 3.
(1998) “Alegra-te, minha alma”, NRMS (87): 10-13.
(1998) “Ave, cheia de graça ”, NRMS (86): 17-20.
(1998) “Cantemos todos em coro”, NRMS (88): 18-20.
(1998) “Luz para iluminar as nações”, NRMS (88): 4.
(1998) “Recebereis a força do Espírito Santo”, NRMS (85): 5-8.
(1999) “A Vós, Senhor, ao vosso nome Santo”, NRMS (92): 27.
(1999) “Benditos de meu Pai”, NRMS (92): 24-26.
(1999) “Glória a Jesus Cristo”, NRMS (92): 5-8.
(1999) “O Cordeiro de Deus é o nosso pastor”, NRMS (90/91): 27-29.
(1999) “Procuremos José”, NRMS (89): 8-10.
(1999) “Senhor, trazei-nos a paz”, NRMS (90/91): 36-38.
(1999) “Vossos corações exultem”, NRMS (90/91): 33-35.
(2000) “Ave Maria, Senhora do Advento”, NRMS (95/96): 38-40.
(2000) “Bendito sejais, Senhor nosso Deus”, NRMS (93): 8-10.
(2000) “Cantai ao Senhor um cântico novo”, NRMS (94): 16-17.
(2000) “Coração de Jesus nossa esperança”, NRMS (93): 21-23.
(2000) “Rochedo, meu abrigo”, NRMS (94): 18-20.
(2000) “Vinde visitar-nos, Senhor”, NRMS (95/96): 7-10.
(2001) “Porque me vês, acreditas”, NRMS (97): 11-13.
(2001) “Cantai a Cristo Senhor”, NRMS (97): 18-19.
(2001) “Alegrai-vos e cantai”, NRMS (98): 12-13.
(2001) “Senhor, misericórdia”, NRMS (99/100): 10-11.
(2001) “Tende compaixão de nós, Senhor”, NRMS (99/100): 14-15.
(2001) “Glória”, NRMS (99/100): 36-42.
(2001) “Santo”, NRMS (99/100): 56-57.
(2001) “Cordeiro de Deus”, NRMS (99/100): 64-65.
(2001) “Credo”, NRMS (99/100): 69-72.

Conheça AQUI os produtos Meloteca!

Meloteca, recursos musicais criativos para crianças, professores, educadores e animadores

Meloteca, recursos musicais criativos para crianças, professores, educadores e animadores

ANTÓNIO CARTAGENO

Obra editada na Nova Revista de Música Sacra

(1990) “A vida que estava junto do Pai”, NRMS (56): 12-14.
(1991) “Sou ministro do Evangelho”, NRMS (59): 7.
(1991) “As minhas ovelhas ouvirão a minha voz”, NRMS (59): 9.
(1991) “Este é o servo fiel e prudente”, NRMS (59): 8.
(1991) “O corpo de Jesus é alimento”, NRMS (60): 13-14.
(1993) “O Senhor resuscitou verdadeiramente”, NRMS (65): 8-9.
(1994) “Louvai o nome do Senhor”, NRMS (71/72): 23.
(1994) “Quero bendizer-vos, todos os dias”, NRMS (71/72): 17-19.
(1996) “Águas das fontes, louvai”, NRMS (80): 24-26.
(1997) “Vinde e contemplai as obras do Senhor”, NRMS (84): 5-8.
(1998) “Feliz o povo que sabe aclamar-Vos”, NRMS (87): 14-17.
(1998) “Hoje ao templo do Senhor”, NRMS (88): 15-16.
(1998) “Levantai, ó portas, os vossos umbrais”, NRMS (85): 9-11.
(1998) “Salve, Mãe Santa”, NRMS (86): 14-16.
(1999) “Jesus, Rei admirável”, NRMS (92): 13-15.
(1999) “Tu a quem o Senhor quis confiar”, NRMS (89): 17-20.
(1999) “Vinde, Senhor, vinde em meu auxílio”, NRMS (90/91): 22-23.
(1999) cânticos de entrada e de comunhão I: próprio do tempo (org.). Fátima: Serviço Nacional de Música Sacra; Secretariado Nacional de Liturgia.
(1999) cânticos de entrada e de comunhão II: Tempo Comum, Solenidades do Senhor, Santoral (org.). Fátima: Serviço Nacional de Música Sacra; Secretariado Nacional de Liturgia.
(2001) “Aspergi-me, Senhor, com o hissope”, NRMS (99/100): 19.
(2001) “Santo”, NRMS (99/100): 52-53.
(2001) “Cordeiro de Deus”, NRMS (99/100): 60-61.

ANTÓNIO CORREIA DE NORONHA

Obra editada na Nova Revista de Música Sacra

(1978) “Senhor, tende compaixão de nós”, NRMS (5): 7-8.
(1978) “Santo”, NRMS (5): 8-10.
(1978) “Cordeiro de Deus”, NRMS (5): 10-11.

ANTÓNIO DOMINGUES CORREIA

Obra editada na Nova Revista de Música Sacra

(1977) “Perdão, ó meu Deus”, NRMS (1): 3.
(1977) “Dos crimes que comete o homem”, NRMS (1): 4.

ANTÓNIO FERREIRA DOS SANTOS

Obra editada na Nova Revista de Música Sacra

(1980) “Eu Vos amo, Senhor”, NRMS (16): 7-8.
(1981) “Felizes os mortos que morrem no Senhor”, NRMS (19/20): 30-31.
(1985) “Louvada seja na terra”, NRMS (33/34): 5.
(1986) “Deus vive na sua morada santa”, NRMS (38): 6.
(1988) “Eis que vem o Senhor”, NRMS (47): 7-9.

BENJAMIM DE OLIVEIRA SALGADO

Obra editada na Nova Revista de Música Sacra

(1971) “Aleluia, aleluia”, NRMS (2, 1ª série): 13.
(1971) “Aleluia, aleluia”, NRMS (4, 1ª série): 7.
(1971) “Neste dia que o Senhor fez”, NRMS (2, 1ª série): 12-13.
(1971) “No Senhor a misericórdia”, NRMS (1, 1ª série): 7.
(1971) “O Senhor é minha luz”, NRMS (1, 1ª série): 11.
(1971) “Para Vós, Senhor”, NRMS (4, 1ª série): 6.
(1972) “Como o lar de Nazaré”, NRMS (8, 1ª série): 6.
(1972) “Divina eucaristia”, NRMS (8, 1ª série): 5.
(1972) “Que Deus para vós seja”, NRMS (8, 1ª série): 3.
(1972) “Sois felizes se o Verbo”, NRMS (7, 1ª série): 14-15.
(1972) “Somos vossos, Senhor”, NRMS (8, 1ªsérie): 4.
(1973) “Adoremos, adoremos”, NRMS (12, 1ª série): 6.
(1973) “Ao teu sacrário venho cansado”, NRMS (12, 1ª série): 5.
(1973) “O pão e o vinho que vos trazemos”, NRMS (12, 1ª série): 4.
(1973) “Vinde, cristãos, adorar”, NRMS (12, 1ª série): 3.
(1977) “Senhor, eu Vos confio”, NRMS (nº 4, 2ª série): 14.
(1978) “A luz de Cristo ilumina a terra inteira”, NRMS (5, 2ª série): 4.
(1978) “A terra inteira cante ao Senhor”, NRMS (5, 2ª série): 3.
(1978) “Aleluia”, NRMS (5, 2ª série): 5.
(1978) “Na hóstia sobre a patena”, NRMS (6, 2ªsérie): 6-7.
(1978) “Nossa Senhora de Fátima, onde irás”, NRMS (2, 2ª série): 4.
(1978) “Qual farol da vossa ermida”, NRMS (5, 2ª série): 13-14.
(1978) “Senhor, nós Vos oferecemos”, NRMS (5, 2ª série): 6.
(1981) “Dai-lhes, Senhor, o descanso eterno”, NRMS (19/20): 39-40.
(1984) “Louvor e glória a Vós”, NRMS (32): 20
(1986) “Como o veado em busca das águas”, NRMS (38): 8-9.

CÂNDIDO LIMA

Obra editada na Nova Revista de Música Sacra

(1971) “Ave Maria”, NRMS (3): 13-14.

CARLOS SILVA

Obra editada na Nova Revista de Música Sacra

(1971) “Se hoje ouvirdes a voz do Senhor”, NRMS (1): 12
(1985) “Eu sou o pão vivo”, NRMS (36): 20.
(1986) “Senhora, um dia descestes”, NRMS (37): 12-13.
(1986) “O meu espírito exulta”, NRMS (38): 16.
(1987) “Oh verdadeiro Corpo do Senhor”, NRMS (42): 10-12.
(1988) “Viemos com alegria”, NRMS (46): 5.
(1988) “Senhor, para Ti o meu coração”, NRMS (46): 9.
(1988) “Povos, batei palmas”, NRMS (48): 11.
(1990) “Senhor, quanta alegria é encontrar-Te”, NRMS (55): 5-6.
(1991) “O Senhor alimentou-nos com a flor da farinha”, NRMS (60): 17-19.
(1995) “Gloriosa Rainha do mundo”, NRMS (75): 12-13.
(2000) “A messe é grande”, NRMS (94): 12-13.
(2001) “Vinde comer do meu Pão”, NRMS (98): 18-20.

D. PEDRO DE CRISTO

Obra transcrita por Francisco Faria e editada na Nova Revista de Música Sacra

(1971) “Tenebrae factae sunt”, NRMS (1): 23-26.
(1971) “Regina Coeli”, NRMS (3): 15-18.
(1972) “Panis quem ego dabo”, NRMS (8): 15-18.
(1981) “Tristis est anima mea”, NRMS (17): 17-19.
(1981) “Virgo prudentis”, NRMS (18): 17-20.
(1982) “Ut queant laxis”, NRMS (21): 17-19.
(1982) “Quem vidistis, pastores?”, NRMS (24): 17-20.
(1984) “Miserere mei, Domine”, NRMS (32): 17-20.
(1988) “O praeclara stella”, NRMS (45): 17-20.
(1989) “Es nascido”, NRMS (52): 15-20.
(1990) “O Sacramentum pietatis”, NRMS (55): 18-20.

DANIEL OLIVEIRA

Obra editada na Nova Revista de Música Sacra

(1973) “Deus nos visitou”, NRMS (12): 7.
(1973) “Ecce panis angelorum”, NRMS (12): 8-9.
(1982) “A Virgem Imaculada”, NRMS (24): 15-16.
(1992) “Ainda que passe por vales tenebrosos”, NRMS (62): 15-17.

EDUARDO DA FONSECA

Obra editada na Nova Revista de Música Sacra

(1973) “A luz da fé que nos guia”, harm., NRMS (11): 14-15.

FREDERICO DE FREITAS

Obra editada na Nova Revista de Música Sacra

(1971) “Exultabit cor meum”, NRMS (4): 14-17.
(1972) “Nossa Senhora da Granja”, NRMS (6): 14-15.
(1972) “Senhora do Almurtão”, NRMS (6): 16-17.
(1972) “Santa Combinha, Senhora Santa Combinha”, NRMS (6): 18.
(1973) “Alegrei-me quando me disseram”, NRMS (9/10): 5.
(1973) “Senhor, tende piedade de nós”, NRMS (9/10): 6-7.
(1973) “Glória”, NRMS (9/10): 8-13.
(1973) “Senhor, Vós tendes palavras”, NRMS (9/10): 14.
(1973) “Aleluia”, NRMS (9/10): 15.
(1973) “Aceitai, Senhor, as nossas ofertas”, NRMS (9/10): 16.
(1973) “Santo”, NRMS (9/10): 17-19.
(1973) “Bendito o que vem”, NRMS (9/10): 19-21.
(1973) “Cordeiro de Deus”, NRMS (9/10): 22-23.
(1973) “Louvarei para sempre o vosso nome”, NRMS (9/10): 24.
(1973) “Nós somos o povo de Deus”, NRMS (9/10): 25.
(1973) “Celebremos o mistério”, NRMS (9/10): 26-27.
(1973) “Veneremos, adoremos”, NRMS (9/10): 28-29.
(1973) “Bendito e louvado seja”, NRMS (9/10): 30-31.
(1973) “Bendito e louvado seja”, NRMS (9/10): 32-33.

HENRIQUE FERREIRA DE FARIA

Obra editada na Nova Revista de Música Sacra

(1977) “Cantai comigo”, NRMS (2): 5.
(1977) “Pelo pão do teu amor”, NRMS (2): 11.
(1977) “Bendito sejas”, NRMS (2): 14-15.
(1978) “Caminhamos na alegria”, NRMS (8): 3-4.
(1979) “Anjo da guarda”, NRMS (11/12): 5.
(1979) “Eu quero viver na Tua alegria”, NRMS (11/12): 24-25.
(1979) “És para mim, Jesus”, NRMS (11/12): 28-29.
(1980) “Bendita seja a luz do dia”, NRMS (14): 10-11.
(1981) “Quanta alegria é para mim”, NRMS (18): 13.
(1981) “Ó meu Jesus”, NRMS (18): 16.
(1984) “Cristo Jesus, Tu me chamaste”, NRMS (30): 7-8.
(1984) “Eu quero, Senhor, amar-Te”, NRMS (30): 18-19.
(1985) “Minha Senhora e minha Mãe”, NRMS (33/34): 28-29.
(1988) “Muito obrigado, Senhor Jesus”, NRMS (46): 6-7.
(1988) “Jesus é o amigo”, NRMS (46): 10-11.
(1988) “Quero amar-Te, meu Jesus”, NRMS (46): 14-15.
(1995) “Perto do Senhor, meu amigo”, NRMS (73/74): 7-8.
(1995) “A tua voz ouvi”, NRMS (73/74): 14-15.
(1995) “Jesus Cristo está comigo”, NRMS (73/74): 36-37.

HENRIQUE PEREIRA

Obra editada na Nova Revista de Música Sacra

(1973) “A luz da fé que nos guia”, NRMS (11): 14-15.

ISAAC RODRIGUES

Obra editada na Nova Revista de Música Sacra

(1973) “Ave Maris Stella”, NRMS (12): 9.

JOÃO MORAIS

Obra editada na Nova Revista de Música Sacra

(1971) “Aclame o Senhor a terra inteira”, NRMS (3): 3-4.
(1972) “Prelúdio coral ‘O Espírito do Senhor’”, NRMS (5): 3-5.
(1971) “O Espírito do Senhor”, NRMS (4): 5-6.

JOAQUIM GONÇALVES DOS SANTOS

Obra editada na Nova Revista de Música Sacra

(1971) “Provai e vede”, NRMS (1): 14.
(1971) “Nós ofertamos ao Senhor”, NRMS (3): 9-10.
(1971) “Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo”, NRMS (1): 15.
(1971) “Igreja, presença viva do Cordeiro”, NRMS (3): 8-9.
(1971) “Nós somos o povo do Senhor”, NRMS (2): 16-17.
(1971) “Aleluia”, NRMS (2): 17
(1971) “Acabará em peregrinação”, NRMS (3): 11-12.
(1971) “Adorem o Senhor os Reis da terra”, NRMS (4): 12-13.
(1971) “Aleluia”, NRMS (4): 13.
(1972) “Se me envolve a noite escura”, NRMS (6): 6.
(1977) “Ao Senhor do universo exaltai”, NRMS (1): 16-17.
(1977) “Terra inteira em paz e amor”, NRMS (1): 17.
(1977) “Aleluia”, NRMS (2): 18.
(1978) “Ó Santa Maria”, NRMS (5): 12.
(1978) “Santo”, NRMS (6): 8-9.
(1978) “Santos, amigos de Deus”, NRMS (8): 12-13.
(1979) “Nasceu o sol da Páscoa gloriosa”, NRMS (9): 15-17.
(1979) “Nossa Senhora do Rosário de Fátima”, NRMS (10): 6-7.
(1979) “Cantai um cântico novo”, NRMS (10): 8-9.
(1979) “Não erra o caminho quem anda em Jesus”, NRMS (11/12): 14-15.
(1980) “Mil vezes seja louvado”, NRMS (13): 16-17.
(1980) “Desça o orvalho”, NRMS (15): 8-9.
(1980) “Comungamos o teu Corpo”, NRMS (16): 18.
(1981) “Eis o dia que o Senhor fez”, NRMS (17): 8-9
(1981) “Ó Virgem Santa Maria”, NRMS (18): 8-9.
(1981) “Na vossa misericórdia”, NRMS (19/20): 35-36.
(1982) “Vós que renascestes”, NRMS (22): 20.
(1982) “Deixai vir a mim”, NRMS (23): 14-15
(1982) “Surge um clarão”, NRMS (24): 12-14.
(1983) “Onde há caridade verdadeira”, NRMS (25): 8.
(1984) “Da morte e do pecado libertai-nos”, NRMS (29): 12-13.
(1984) “Vamos comungar”, NRMS (30): 16-17.
(1984) “Louvado seja o meu Senhor”, NRMS (30): 20.
(1984) “Na terra Se fez carne”, NRMS (31): 16-18.
(1985) “Ó Maria, sois a Mãe de Jesus”, NRMS (33/34): 10-11.
(1985) “Abri os corações”, NRMS (35): 10-11.
(1985) “Cantai ao Senhor um cântico novo”, NRMS (36): 12.
(1986) “Louvai ao Senhor, louvai”, NRMS (37): 5.
(1986) “Com a bênção do Pai”, NRMS (38): 17.
(1986) “Louvor a Vós, Rei da eterna glória”, NRMS (40): 7.
(1986) “Desde a aurora Vos procuro”, NRMS (40): 8-9.
(1986) “Velai sobre nós, Salvador eterno”, NRMS (40): 20.
(1987) “Por Eva foi fechada aos homens”, NRMS (41): 12.
(1987) “Bendita sois Vós, ó Maria”, NRMS (41): 18.
(1987) “Nós temos em Sião”, NRMS (42): 8-9.
(1987) “Todos vós que tendes sede”, NRMS (42): 18-19.
(1987) “Vós sois o Caminho”, NRMS (42): 20.
(1987) “Hoje sobre nós”, NRMS (44): 5-7.
(1988) “Salve, Santa Mãe de Deus”, NRMS (45): 5-6.
(1988) “A tua voz chama por nós”, NRMS (46): 16-17.
(1988) “Tu és, Senhor, o bem maior”, NRMS (46): 18-19.
(1988) “Um dia sagrado brilhou”, NRMS (47): 18-20
(1988) “Aclamai o Senhor”, NRMS (48): 12-13.
(1989) “Jerusalém, cidade santa”, NRMS (49): 14-15.
(1989) “Na casa do Senhor”, NRMS (49): 16-17.
(1989) “Senhor, tende piedade de nós”, da Missa em honra de Santo André, NRMS (50/51): 9-10.
(1989) “Santo”, da Missa em honra de Santo André, NRMS (50/51): 34-35.
(1989) “Cordeiro”, da Missa em honra de Santo André, NRMS (50/51): 40-41
(1989) “Ó noite bendita”, NRMS (52): 10-11.
(1990) “Senhor, são muitos os nossos pecados”, NRMS (53): 18-20.
(1990) “Quem perder a sua vida”, NRMS (54): 16-17.
(1990) “Senhor Jesus Cristo”, NRMS (55): 7.
(1990) “Se morremos com Cristo”, NRMS (55): 12-13.
(1990) “Exultemos de alegria no Senhor”, NRMS (56): 10-11.
(1991) “Ressuscitou o Bom Pastor”, NRMS (57): 5-6.
(1991) “Vem, ó Espírito Santo”, NRMS (58): 16-18.
(1991) “Ide por todo o mundo”, NRMS (59): 16-17.
(1991) “Senhor, vem salvar-me”, NRMS (60): 8-10.
(1992) “Confesso o meu pecado”, NRMS (61): 10-14.
(1992) “O pão de Deus é o que desce do Céu”, NRMS (62): 12-14.
(1992) “Cantarei a bondade do Senhor”, NRMS (62): 18-20.
(1992) “Os santos resplandecem”, NRMS (63): 5.
(1992) “Vem, Senhor Jesus”, NRMS (64): 8-9.
(1992) “Povos que caminhais”, NRMS (64): 18-20.
(1993) “Que buscais ao romper do novo dia?”, NRMS (65): 11-15.
(1993) “Caminhando Jesus”, NRMS (66): 5-7.
(1993) “A minha alma exulta no Senhor”, NRMS (67): 20.
(1993) “Exulta, ó Filha de Sião”, NRMS (68): 10.
(1994) “Nós Vos louvamos e bendizemos”, NRMS (69): 10-13.
(1994) “Caminho pelo deserto”, NRMS (69): 14-17.
(1994) “Levanto os meus olhos”, NRMS (70): 5-7.
(1994) “Tomai, Senhor, e recebei”, NRMS (70): 10-11.
(1994) “Toda a santa Igreja canta”, NRMS (71/72): 9-11.
(1994) “Do santuário vos guarde o Senhor”, NRMS (71/72): 14-16.
(1994) “Cristo amou a Igreja”, NRMS (71/72): 36-39.
(1995) “Somos jovens e daremos nossas mãos”, NRMS (73/74): 9-11.
(1995) “O nosso Pão é Cristo”, NRMS (73/74): 31-33.
(1995) “Ditosa Virgem”, NRMS (75): 8-11.
(1995) “Glória a Vós, Jesus Menino”, NRMS (76): 5-9.
(1996) “Ó sacrossanta hóstia”, NRMS (77/78/79): 12-14.
(1996) “Devotamente eu Te adoro”, NRMS (77/78/79): 20-21.
(1996) “O vosso Corpo é o pão”, NRMS (77/78/79): 30-33.
(1996) “Louvemos a Santíssima Trindade”, NRMS (80): 12-14.
(1997) “Louvemos o Senhor”, NRMS (81): 8-11.
(1997) “Recebereis a força do Espírito”, NRMS (82/83): 7-11.
(1997) “Somos testemunhas do mundo novo”, NRMS (82/83): 18-19.
(1997) “Como é agradável a vossa morada”, NRMS (84): 9-11.
(1998) “Da terra aos céus se eleva triunfante”, NRMS (85): 15-17.
(1998) “Ave Maria”, NRMS (86): 10-13.
(1998) “Amai como Eu vos amei”, NRMS (87): 18-19.
(1998) “Recordamos, Senhor, a vossa misericórdia”, NRMS (88): 5-7.
(1999) “Ó famintos do Pão divino”, NRMS (89): 11-13.
(1999) “Meu Senhor, eu Vos amo”, NRMS (90/91): 9-10.
(1999) “Salvai, Senhor, vosso povo!”, NRMS (90/91): 11-13.
(1999) “O Cordeiro que foi imolado”, NRMS (92): 16-19.
(2000) “Saboreai como é bom”, NRMS (93): 11-13.
(2000) “Toda a terra Vos adore”, NRMS (94): 5-8.
(2000) “Senhor, que tanto amais o vosso povo”, NRMS (95/96): 11-13.
(2000) “Ao vosso amor paterno”, NRMS (95/96): 24-26.
(2001) “Os discípulos exultaram”, NRMS (97): 14-17.
(2001) “Aclamai o Senhor”, NRMS (98): 14-17.
(2001) “Senhor, tende piedade”, NRMS (99/100): 8-9.
(2001) “Glória”, NRMS (99/100): 42-46.
(2001) “Santo”, NRMS (99/100): 50-51.
(2001) “Cordeiro”, NRMS (99/100): 62-63.

JOÃO DUQUE

Obra editada na Nova Revista de Música Sacra

(1982) “Aleluia”, NRMS (21): 16.

JOAQUIM MENDES DE CARVALHO

Obra editada na Nova Revista de Música Sacra

(1978) “Vossa palavra, Senhor”, NRMS (6): 15.
(1978) “Confio, Senhor, na vossa misericórdia”, NRMS (7): 10-11.
(1982) “Aleluia”, NRMS (23): 12.
(1982) “Cantemos com alegria”, NRMS (24): 5-7.
(1984) “Meu Deus, revelai nas alturas”, NRMS (31): 8.
(1986) “Não temas, Maria”, NRMS (39): 14.
(1990) “A morrer crucificado”, NRMS (53): 14-15.
(1990) “Gloriosos testemunhas”, NRMS (54): 7-8.
(1991) “O Senhor deu aos seus santos”, NRMS (59): 14-15.
(1996) “Memorial da morte do Senhor”, NRMS (77/78/79): 22-23.
(1996) “Filho do Eterno Pai”, NRMS (80): 22-23.
(1997) “O amor de Deus foi derramado”, NRMS (82/83): 12-14.
(1998) “O Rei da glória e Senhor do universo”, NRMS (85): 18-20.
(1998) “Luz para todos os povos”, NRMS (88): 12-14.
(1999) “Senhor, Senhor, em vosso templo”, NRMS (90/91): 17-18.
(2000) “Uma voz que vem de longe”, NRMS (95/96): 17-19.
(2001) “Senhor, que fostes enviado”, NRMS (99/100): 16-17.
(2001) “Senhor que fostes enviado… Kyrie”, NRMS (99/100): 18.

JORGE BARBOSA

Obra editada na Nova Revista de Música Sacra

(1982) “Aleluia”, NRMS (23): 8-9.
(1985) “Convosco, Virgem Maria”, NRMS (33/34): 26-27.

JOSÉ DE SOUSA MARQUES

Obra editada na Nova Revista de Música Sacra

(1971) “O Senhor fez maravilhas”, NRMS (1): 16-17.
(1971) “Glória e louvor a Vós”, NRMS (1): 17-18.
(1971) “Glória a Vós, ó Deus”, NRMS (2): 18-19.
(1971) “Aleluia”, NRMS (2): 19
(1985) “Era como o Cordeiro”, NRMS (36): 14.
(1985) “Não foi por coisas corruptíveis”, NRMS (36): 15.
(1986) “O Senhor virá com poder”, NRMS (39): 15.
(1986) “Ave, Maria, cheia de graça”, NRMS (40): 15.
(1987) “Ave Maria”, NRMS (41): 15.
(1987) “Eis a escrava do Senhor”, NRMS (41): 16.
(1987) “Bendita sois Vós”, NRMS (41): 17.
(1990) “Excelso Criador”, NRMS (53): 12-13.
(1990) “Se o grão de trigo lançado à terra”, NRMS (54): 12-13.
(1990) “Povos da terra, cantai hinos de louvor”, NRMS (55): 8-9.
(1991) “Eu sou a videira”, NRMS (57): 7-8.
(1991) “Voltai-vos para o Senhor”, NRMS (58): 19-20.
(1991) “Eu Vos dou graças, Cristo”, NRMS (59): 10-11.
(1992) “Toda a minha glória”, NRMS (61): 15-16.
(1992) “Os olhos do Senhor”, NRMS (63): 18-20.
(1992) “Abre, claro Céu”, NRMS (64): 12-13.
(1993) “Já não vos chamo servos”, NRMS (66): 18-19.
(1993) “O príncipe da paz”, NRMS (68): 12-13.
(1993) “Aos homens de boa vontade”, NRMS (68): 13-14.
(1993) “Virão adorar-Vos, Senhor”, NRMS (68): 15.
(1994) “Vinde à presença do Senhor”, NRMS (70): 8-9.
(1994) “A terra está cheia da bondade do Senhor”, NRMS (71/72): 24-25.
(1994) “Em todo o tempo bendirei o Senhor”, NRMS (71/72): 40-41.
(1995) “Aleluia”, NRMS (73/74): 18.
(1995) “Resplandece a luz divina”, NRMS (76): 16-17.
(1996) “O pão do Céu que dás em alimento”, NRMS (77/78/79): 26-29.
(1996) “A voz do Senhor ressoa”, NRMS (80): 19-21.
(1997) “Todos ficaram cheios do Espírito Santo”, NRMS (82/83): 2021.
(1998) “Rainha do Santíssimo Rosário”, NRMS (86): 7-9.
(1998) “Os meus olhos viram a salvação”, NRMS (88): 8-9.
(1999) “Louvai o Senhor, povos de toda a terra!”, NRMS (90/91): 14-16.
(2000) “Por esta Eucaristia”, NRMS (93): 18-20.
(2000) “Vinde, vinde, vinde, povos da terra”, NRMS (95/96): 20-23.
(2001) “Kyrie”, da Missa de Juventude, NRMS (99/100): 12-13.
(2001) “Glória”, da Missa de Juventude, NRMS (99/100): 27-31.
(2001) “Santo”, da Missa de Juventude, NRMS (99/100): 54-55.
(2001) “Cordeiro”, da Missa de Juventude, NRMS (99/100): 66-67.

JOSÉ FERNANDES DA SILVA

Obra editada na Nova Revista de Música Sacra

(1971) “Aleluia”, NRMS (2, 1ª série): 22.
(1971) “Aleluia”, NRMS (4, 1ª série): 7-8.
(1971) “Louvor e glória a Vós”, NRMS (1, 1ª série): 19
(1971) “Meus Deus, meu Deus ”, NRMS (1, 1ª série): 18.
(1971) “Mostrai-nos, Senhor, o vosso amor”, NRMS (4, 1ª série): 7-8.
(1971) “Por entre aclamações”, NRMS (2, 1ª série): 20-21.
(1972) “Alegres comereis o pão da vida”, NRMS (6, 1ª série): 8.
(1972) “Dai-nos a vossa misericórdia”, NRMS (5, 1ª série):
(1977) “ Honra, glória e louvor”, NRMS (1, 2ª série): 11.
(1977) “A fé em Deus”, NRMS (11/12, 2ª série): 8-9.
(1977) “A paz vos deixo”, NRMS (1, 2ª série): 15.
(1977) “Cordeiro de Deus”, NRMS (1, 2ª série): 13.
(1977) “Florido em luz eu vejo”, NRMS (4, 2ª série): 6-7.
(1977) “Irmãos, a missa não findou”, NRMS (4, 2ª série): 12-13.
(1977) “Louvado sejais, Senhor”, NRMS (2, 2ª série): 15.
(1977) “No meio da minha vida”, NRMS (1, 2ª série): 12.
(1977) “Os dons que Vos trazemos”, NRMS (4, 2ª série): 8-9.
(1977) “Santo”, NRMS (1, 2ª série): 12-13.
(1977) “Senhor, eu tinha sede”, NRMS (4, 2ª série): 10-11.
(1977) “Somos convidados”, NRMS (2, 2ª série): 16-17.
(1977) “Vamos caminhando alegremente”, NRMS (1, 2ª série): 10.
(1977) “Honra, glória e louvor”, adapt., NRMS (1, 2ª série): 11.
(1977) “Vamos partir”, NRMS (1, 2ª série): 14.
(1977) “Vinde e ficai, Espírito”, NRMS (2, 2ª série): 8-9.
(1978) “Ao Senhor do universo”, NRMS (8, 2ª série): 10-11.
(1978) “Cordeiro de Deus”, NRMS (8, 2ª série): 8-9.
(1978) “Hoje nasceu”, NRMS (7, 2ª série): 12-13.
(1978) “O Senhor virá governar”, NRMS (7, 2ª série): 3.
(1978) “Senhor, fazei de mim um instrumento”, NRMS (6, 2ª série): 10-11.
(1979) “ Rainha dos anjos pura”, NRMS (10, 2ª série): 5.
(1979) “Alegres, jubilosos”, NRMS (10, 2ª série): 19
(1979) “Eu gosto de chamar-Te”, NRMS (11/12, 2ª série): 38.
(1979) “Seguros e fortes”, NRMS (11/12, 2ª série): 40.
(1980) “Acolhe, Deus de bondade”, NRMS (13): 10-11.
(1980) “Banquete Sagrado”, NRMS (14): 14-15.
(1980) “Ó nuvens chovei do justo”, NRMS (15): 11.
(1980) “Recebei, Senhor”, NRMS (16): 15-17.
(1980) “Santo”, NRMS (14): 12-13.
(1980) “Vamos todos guiados pela esperança”, NRMS (14): 5-6.
(1981) “Deixai-me saborear”, NRMS (17): 5.
(1981) “Eu te saúdo, ó Igreja minha mãe”, NRMS (18): 6-7.
(1981) “Formastes-me da terra”, NRMS (19/20): 28-29.
(1981) “Levem-te os anjos ao paraíso”, NRMS (19/20): 26-27.
(1981) “Não há vitória sem cruz”, NRMS (19/20): 32-33.
(1981) “Rainha dos Céus, alegrai-vos”, NRMS (17): 12-13.
(1982) “Cantai, cantai ao Senhor”, NRMS (22): 18-19.
(1982) “Cantemos ao Senhor”, NRMS (22): 10-11.
(1982) “Eu estou a porta e chamo”, NRMS (22): 16-17.
(1982) “O cálice de bênção”, NRMS (21): 12-14.
(1982) “O Senhor alimenta e enche de seus bens”, NRMS (23): 13.
(1982) “O Senhor do universo”, NRMS (21): 10-11.
(1982) “Se vos amardes”, NRMS (22): 14-15
(1982) “Seja bendito e louvado”, NRMS (22): 12-13.
(1983) “A terra está cheia da bondade”, NRMS (26): 20.
(1983) “Caminhai alegremente”, NRMS (26): 5.
(1983) “Construí vossa casa”, NRMS (26): 14-15.
(1983) “O Senhor vos conserve”, NRMS (26): 18-19.
(1983) “Pai, se este cálice”, NRMS (25): 6.
(1983) “Tomai e comei, diz o Senhor”, NRMS (25): 9-10.
(1984) “ Jesus Cristo fundou a sua Igreja”, NRMS (26): 16-17.
(1984) “A Cruz fizera do mundo velho”, NRMS (29): 14-15.
(1984) “Anjos e pastores”, NRMS (31): 12-13.
(1984) “Fala, Senhor”, NRMS (30): 14-15.
(1984) “Minha alma exulta”, NRMS (32): 14-16.
(1984) “Nem só de pão vive o homem”, NRMS (29): 16-17.
(1984) “Ó Cruz vitoriosa”, NRMS (29): 20.
(1985) “A nossa padroeira”, NRMS (33/34): 20-21.
(1985) “Aleluia”, NRMS (35): 11.
(1985) “Esta é a nossa fé”, NRMS (35): 14-15.
(1985) “Fez-vos Cristo luz do mundo”, NRMS (36): 6-7.
(1985) “Ó Virgem sagrada”, NRMS (33/34): 12-13.
(1985) “Como é suave, Senhor”, harm., NRMS (36): 8-9
(1985) “Santo”, NRMS (36): 16-17.
(1986) “Cordeiro de Deus”, NRMS (38): 15.
(1986) “Erguei-vos que vem o Senhor”, NRMS (39): 8-9.
(1986) “Levanta-te, Jerusalém”, NRMS (39): 16-17.
(1986) “Na cova da Iria”, NRMS (37): 14-15.
(1986) “Santo”, NRMS (38): 14.
(1986) “Somos todos convidados”, NRMS (40): 10-12.
(1987) “A ti pertence a realeza”, NRMS (44): 14.
(1987) “Hoje nasceu Jesus Cristo”, NRMS (44): 18.
(1987) “No princípio, antes de todos”, NRMS (44): 16-17.
(1987) “No Senhor está a misericórdia”, NRMS (44): 15.
(1987) “Ó admirável noite”, NRMS (44): 12-13.
(1987) “Ó Maria, doce porto”, NRMS (41): 7.
(1988) “Aleluia”, NRMS (46): 15.
(1988) “Deus connosco, Deus em nós”, NRMS (49): 20.
(1988) “Nos braços do Deus forte”, NRMS (45): 11-13.
(1988) “O Mestre disse um dia”, NRMS (46): 12-13.
(1988) “Se não comerdes a minha carne”, NRMS (48): 14-15.
(1988) “Vamos cantar, meu povo”, NRMS (47): 16-17.
(1989) “Acto penitencial – fórmula C”, NRMS (50/51): 8.
(1989) “Aleluia”, NRMS (50/51): 46.
(1990) “Alegrem-se no céu”, NRMS (54): 14-15.
(1990) “Deus, vinde em nosso auxílio”, NRMS (53): 8-9.
(1990) “Trazemos ao teu altar”, NRMS (55): 14.
(1990) “Vinde, Senhor, vinde visitar-nos”, NRMS (56): 8-9.
(1991) “Alegrai-vos no Senhor”, NRMS (58): 14-15.
(1991) “Disse Jesus: não temais”, NRMS (57): 14-15.
(1991) “Louvai o nosso Deus”, NRMS (60): 11-12.
(1991) “Maria Madalena e a outra Maria”, NRMS (57): 10-11.
(1991) “O Pai vos enviará o Espírito Santo”, NRMS (58): 8-9.
(1991) “Porque Deus quis que fossem seus pastores”, NRMS (59): 6.
(1991) “Vinde ver o lugar”, NRMS (57): 12-13.
(1992) “O Senhor nos visitará”, NRMS (64): 16-17.
(1992) “Ouvi, Senhor as minhas palavras”, NRMS (61): 5-7.
(1992) “Por obra e graça do céu”, NRMS (63): 12-14.
(1992) “Vem, Senhor Jesus”, NRMS (62): 7-8.
(1993) “Aclamai Jesus Cristo”, NRMS (65): 19-20.
(1993) “O Senhor enviou os seus apóstolos”, NRMS (66): 16-17.
(1993) “Os apóstolos plantaram a Igreja”, NRMS (66): 8-9.
(1993) “Senhor, eu creio que sois Cristo”, NRMS (67): 15-16.
(1993) “Vimos a sua estrela”, NRMS (68): 8-9.
(1994) “Abram-se as portas santas”, NRMS (71/72): 12-13.
(1994) “Cantarei ao Senhor por tudo”, NRMS (70): 13-14.
(1994) “Dou-vos um mandamento novo”, NRMS (71/72): 33-35.
(1994) “Eu confio, Senhor”, NRMS (70): 12.
(1994) “Eu vim para que tenham vida”, NRMS (70): 17-18.
(1994) “Lembra-te de mim, Senhor”, NRMS (69): 18-20.
(1994) “O Senhor me apontará o caminho”, NRMS (69): 7-9.
(1994) “Senhor Jesus, iluminai as nossas famílias”, NRMS (71/72): 20-21.
(1995) “Aleluia”, NRMS (73/74): 19.
(1995) “Cremos em Deus Pai”, NRMS (73/74): 26-27.
(1995) “Louvai o Senhor, povos de toda a terra”, NRMS (73/74): 16-17.
(1995) “Ó Virgem bela”, NRMS (75): 14-15.
(1995) “Pára, escuta e olha”, NRMS (73/74): 12-13.
(1995) “Quem disser: “Eu amo a Deus”, NRMS (73/74): 33-34.
(1995) “Salve, Virgem Mãe de Deus”, NRMS (75): 19-20.
(1995) “Uns magos vindos de Belém”, NRMS (76): 10-12.
(1996) “Adoremos Jesus Cristo”, NRMS (77/79): 43.
(1996) “Ao divino Sacramento”, NRMS (77/79): 37.
(1996) “Celebremos o mistério”, NRMS (77/79): 46-48.
(1996) “Cristo desceu às águas do Jordão”, NRMS (80): 16-18.
(1996) “Na água santa do baptismo”, NRMS (80): 16.
(1996) “Oh que pão, oh que comida”, NRMS (77/79): 18-19.
(1996) “Pão dos anjos, pão do céu”, NRMS (77/79): 24-25.
(1997) “Ave Maria Senhora”, NRMS (81): 12-14.
(1997) “Confirmai, Senhor, o que em nós fizestes”, NRMS (82/83): 34-35.
(1997) “O Espírito do Senhor encheu a terra”, NRMS (82/83): 32-33.
(1997) “Senhor, nada somos sem Ti”, NRMS (84): 12-13.
(1997) “Todos ficaram cheios do Espírito Santo”, NRMS (82/83): 36-37.
(1997) “Vamos proclamar pelo mundo inteiro”, NRMS (82/83): 15-17.
(1998) “Bendita a Virgem Maria”, NRMS (86): 5-6.
(1998) “Com Maria e José”, NRMS (88): 10-11.
(1998) “Exultai de alegria no Senhor”, NRMS (87): 22-24.
(1998) “Louvai, louvai ao Senhor”, NRMS (85): 12-14.
(1999) “Aleluia! Glória a Deus”, NRMS (92): 9-12.
(1999) “Deus é Pai, Deus é amor”, NRMS (90/91): 44.
(1999) “Eis o servo fiel e diligente”, NRMS (89): 5-7.
(1999) “Saciastes o vosso povo”, NRMS (90/91): 42-43.
(1999) “Senhor, que nos dais guarida”, NRMS (90/91): 24-26.
(1999) “Vós sois o pão vivo”, NRMS (90/91): 39.
(2000) “Alegra-te, filha de Sião”, NRMS (95/96): 30-31.
(2000) “Eis que vem o nosso Rei”, NRMS (95/96): 32-33.
(2000) “Escutai-me, Senhor, e respondei-me”, NRMS (94): 14-15.
(2000) “Eu venho sem demora”, NRMS (95/96): 34-35.
(2000) “Não temas, Maria”, NRMS (95/96): 36-37.
(2000) “O Senhor virá sem demora”, NRMS (95/96): 27-29.
(2000) “Sagrado Coração de Jesus redentor”, NRMS (93): 5-7.
(2001) “Exultai de alegria, cantai hinos”, NRMS (97): 5-7.
(2001) “Cantarei ao Senhor pelo bem”, NRMS (98): 9-11.
(2001) “Senhor, tende piedade”, NRMS (99/100): 7.
(2001) “Glória”, NRMS (99/100): 32-36.
(2001) “Santo”, NRMS (99/100): 47.
(2001) “Cordeiro de Deus”, NRMS (99/100): 58-59.

MANUEL ALAIO

Obra editada na Nova Revista de Música Sacra

(1978) “Bendito o que Deus envia”, NRMS (5): 15-16.
(1988) “Bendito e louvado seja”, NRMS (48): 18-19.

MANUEL DE FARIA BORDA

Obra editada na Nova Revista de Música Sacra

(1971) “Aleluia”, NRMS (4, 1ª série): 11.
(1971) “Todos os confins da terra”, NRMS (4, 1ª série): 10-11.
(1972) “Pecámos, Senhor”, NRMS (5, 1ª série): 13.
(1972) “Vinde todos pressurosos”, NRMS (6, 1ª série): 7.
(1978) “Vinde, Senhor, não tardeis”, NRMS (7, 2ª série): 4-6.
(1979) “Aclamações da anáfora II (Crianças)”, NRMS (11/12, 2ª série): 18-20.
(1979) “Cordeiro de Deus”, NRMS (11/12, 2ª série): 21.
(1979) “Nós te cantamos”, NRMS (10, 2ª série): 18.
(1979) “Santo”, NRMS (11/12, 2ª série): 19.
(1979) “Senhor, tende piedade de nós”, NRMS (11/12, 2ª série): 18.
(1980) “Cantemos todos alegres”, NRMS (15): 16-17.
(1981) “Morada eterna do Altíssimo”, NRMS (19/20): 18-19.
(1982) “ Hossana a Deus nas alturas”, NRMS (24): 10-11.
(1983) “Adoramos, Senhor, a vossa Cruz”, NRMS (25): 11.
(1984) “Não demoreis, ó Salvador”, NRMS (31): 5.
(1985) “Vinde, Espírito Divino”, NRMS (35): 5.
(1986) “Aclamai o Senhor terra inteira”, NRMS (37): 8-9.
(1986) “Adorarás o Senhor, teu Deus”, NRMS (40): 16-17.
(1986) “Eis o tempo favorável”, NRMS (40): 17-18.
(1986) “Glória a Deus”, NRMS (38): 10-11.
(1986) “Subimos para Jerusalém”, NRMS (40): 19.
(1987) “A minha boca proclamará”, NRMS (43): 15.
(1987) “Alegrai-vos, ó Virgem Maria”, NRMS (41): 41.
(1987) “Bendita sejais, ó Virgem”, NRMS (41): 8-9.
(1987) “Comemos, ó Senhor, do mesmo pão”, NRMS (43): 18.
(1987) “Cordeiro de Deus”, NRMS (43): 10-11.
(1987) “Ficai connosco, Senhor”, NRMS (43): 19.
(1987) “Iremos com alegria”, NRMS (43): 5.
(1987) “Levamos ao vosso altar”, NRMS (43): 14.
(1987) “Louvarei para sempre”, NRMS (43): 17.
(1987) “O cálice de bênção”, NRMS (43): 16.
(1987) “Ó Cruz bendita”, NRMS (43): 20.
(1987) “Santo”, NRMS (43): 8-10.
(1987) “Senhor, misericórdia”, NRMS (43): 6-7.
(1987) “Vós sois a glória de Jerusalém”, NRMS (41): 9-10.
(1988) “Cantai ao Senhor um cântico novo”, NRMS (48): 16.
(1988) “Não temas, povo de Deus”, NRMS (47): 5
(1988) “Naquela noite escura”, NRMS (47): 10-11.
(1988) “Reunidos em nome do Senhor”, NRMS (49): 19.
(1989) “Cordeiro de Deus” – da Missa em honra de Santo António, NRMS (50/51): 41-42.
(1989) “Santo” – da Missa em honra de Santo António, NRMS (50/51): 35-36.
(1989) “Senhor, tende piedade de nós”, NRMS (50/51): 11-12.
(1990) “Eis o tempo favorável”, NRMS (53): 10-11.
(1990) “Quem perder a vida”, NRMS (54): 11.
(1990) “Se alguém me servir”, NRMS (54): 10-11
(1990) “Se alguém quiser seguir-me”, NRMS (54): 9.
(1991) “Anunciai a todos os povos”, NRMS (58): 7.
(1991) “Tomé, porque me viste, acreditaste”, NRMS (57): 18.

MANUEL FARIA

Obra editada na Nova Revista de Música Sacra

(1971) “A nosso Deus, Bondade infinita”, NRMS (1): 3.
(1971) “No Senhor Omnipotente”, NRMS (1): 4.
(1971) “A Eucaristia é isto”, NRMS (1): 5-6.
(1971) “Tudo é grande e tem valor”, NRMS (1): 6.
(1971) “Todos juntos, neste dia”, NRMS (1): 21.
(1971) “Cantemos o Senhor que nos salvou”, NRMS (1): 22.
(1971) “Deus fez maravilhas”, NRMS (2): 4.
(1971) “Graças Vos dou, Senhor”, NRMS (2): 5.
(1971) “Aleluia”, NRMS (2): 6.
(1971) “Louvado sejais, Senhor”, NRMS (2): 20-21.
(1971) “Bendita e louvada seja”, harm., NRMS (2): 23.
(1971) “Com profundo amor”, NRMS (2): 24-25.
(1971) “Exultemos e cantemos de alegria”, NRMS (2): 25.
(1971) “Enviai, Senhor, o vosso Espírito”, NRMS (2): 26.
(1971) “A Hóstia branca do nosso altar”, NRMS (3): 5.
(1971) “Não fui eu, vosso Deus”, NRMS (3): 6.
(1971) “Jerusalém do Alto”, NRMS (3): 7-8.
(1971) “Hoje nasceu o nosso Salvador”, NRMS (4): 9.
(1971) “Hoje sobre nós resplandeceu uma luz”, NRMS (4): 10-11.
(1971) “A Cheia de graça nós vimos saudar”, NRMS (4): 17-18.
(1972) “Vinde e adoremos o Senhor”, NRMS (5): 7.
(1972) “Cristo, Filho de Deus”, NRMS (5): 7.
(1972) “Todos pecamos”, NRMS (5): 7-8.
(1972) “Qual Cordeiro inocente”, NRMS (5): 8.
(1972) “Não foi com ouro ou prata”, NRMS (5): 9.
(1972) “Sepultado o Senhor”, NRMS (5): 9.
(1972) “Morreu o nosso Pastor”, NRMS (5): 10.
(1972) “Bendita e louvada seja”, harm., NRMS (5): 15-16.
(1972) “Chora, povo meu”, NRMS (5): 17.
(1972) “Outrora São José”, NRMS (5): 18.
(1972) “Morada eterna do Altíssimo”, NRMS (6): 9.
(1972) “Neste dia, Senhor”, NRMS (6): 11.
(1972) “Santo Anjo do Senhor”, NRMS (6): 12-13.
(1972) “Louvemos o Senhor”, NRMS (7): 3.
(1972) “Aceitai, Senhor, a nossa humildade”, NRMS (7): 4.
(1972) “Senhor, que o vosso Corpo”, NRMS (7): 5.
(1972) “Bendito seja o vosso Santo Nome”, NRMS (7): 5-6.
(1972) “Que temos e somos”, NRMS (7): 9.
(1972) “É Jesus que vem dar-nos Jesus”, NRMS (7): 10-11.
(1972) “As tuas mãos beijamos”, NRMS (7): 12.
(1972) “Bendito, bendito e louvado seja”, NRMS (7): 13.
(1972) “Tu es sacerdos”, NRMS (7): 16-17.
(1972) “Bendito e louvados seja”, harm., NRMS (7): 18.
(1972) “Seja tua esposa abundante videira”, NRMS (8): 9-11.
(1972) “Corações por Deus unidos”, NRMS (8): 12-13.
(1972) “Glória e louvor ao Verbo Divino”, NRMS (8): 14.
(1973) “Vinde, adoremos o Senhor”, NRMS (11): 3.
(1973) “Louvarei o Senhor”, NRMS (11): 6.
(1973) “Salvai, Senhor, a minha alma”, NRMS (11): 7.
(1973) “Amar-Te sem medida”, NRMS (11): 9.
(1973) “Senhor Jesus, Caminho, Verdade e Vida”, NRMS (11): 10.
(1973) “A nossa alma, que Deus nos dá”, NRMS (11): 11.
(1973) “De joelhos, com amor”, NRMS (11): 11.
(1973) “Bendito seja Deus”, NRMS (11): 12.
(1973) “Mãos postas, dizei comigo”, NRMS (11): 12.
(1973) “O Sinal da Santa Cruz”, NRMS (11): 13.
(1973) “Povos da terra, exaltai”, NRMS (11): 16-18.
(1973) “Aos Mártires da Igreja”, NRMS (12): 10.
(1977) “Estais comigo, Senhor”, NRMS (1): 6-8.
(1977) “Senhor, nosso Deus, fazei-nos voltar”, NRMS (1): 18.
(1977) “Ó Nossa Senhora, cercada de luz”, NRMS (2): 3.
(1977) “Vinde, ó Santo Espírito”, NRMS (2): 6-8.
(1977) “Celebremos, cristãos”, NRMS (3): 3.
(1977) “Todas as nações recebeu”, NRMS (3): 4-5.
(1977) “Eterno Sacerdote e Rei Universal”, NRMS (3): 5-6.
(1977) “Salve, Jesus, Rei imortal”, NRMS (3): 7.
(1977) “Deus, vinde em meu auxílio”, NRMS (3): 8.
(1977) “Canta, Igreja, o Rei do mundo”, NRMS (3): 8-9.
(1977) “Cristo, sacerdote eterno”, NRMS (3): 9-10.
(1977) “Elevarei o cálice”, NRMS (3): 10-11.
(1977) “Senhor, Vós sois o caminho”, NRMS (3): 12-13.
(1977) “Deu-lhes o pão do céu”, NRMS (3): 13.
(1977) “Ó sagrado banquete”, NRMS (3): 14-15.
(1977) “Feliz o homem que pôs a sua esperança no Senhor”, NRMS (3): 16-17.
(1977) “Louvado seja o Senhor”, NRMS (4): 3.
(1977) “Louvado seja Deus”, arr., NRMS (4): 4-5.
(1977) “Ó meu Menino tão lindo”, harm., NRMS (4): 15.
(1977) “Ó Infante suavíssimo”, harm., NRMS (4): 16.
(1977) “Entrai, pastores, entrai”, harm., NRMS (4): 17.
(1977) “Vamos a Belém”, NRMS (4): 18.
(1978) “Ao grande e bom pastor”, NRMS (5): 17-18.
(1978) “Cantemos, cantemos”, NRMS (6): 3-4.
(1978) “Aleluia”, NRMS (6): 5.
(1978) “É dura a caminhada”, NRMS (6): 13.
(1978) “Ouçamos a palavra de Cristo”, harm., NRMS (6): 16.
(1978) “Veneremos, adoremos”, NRMS (6): 18.
(1978) “Bendito”, NRMS (6): 19
(1978) “Glória a Vós, Senhor Jesus”, NRMS (7): 5-6.
(1978) “Nós Vos louvamos, ó Deus”, NRMS (8): 16-19.
(1979) “Louvor e glória a Deus”, NRMS (9): 5-7.
(1979) “Atei os meus braços”, NRMS (9): 9-12.
(1979) “Já a cruz se levantou”, NRMS (9): 13-14.
(1979) “A terra inteira aclame o Senhor”, NRMS (9): 20.
(1979) “O meu coração exulta”, NRMS (10): 10-12.
(1979) “Caminhos da Virgem”, NRMS (10): 12-14.
(1979) “Aleluia”, NRMS (10): 20.
(1979) “Em cortejo da almas puras”, NRMS (11/12): 10-11.
(1979) “Tudo Vos damos em clara oferta”, NRMS (11/12): 16-17.
(1979) “Louvemos, louvemos”, NRMS (11/12): 26-27.
(1979) “Adoremos, adoremos”, NRMS (11/12): 30.
(1979) “Vamos embora, mas voltaremos”, NRMS (11/12): 31.
(1979) “Com os benditos anjos”, NRMS (11/12): 34-35.
(1979) “Pequenos e humildes somos nós”, NRMS (11/12): 36-37.
(1980) “Perdão, Senhor, perdão”, NRMS (13): 5.
(1980) “P’lo sangue derramado na Paixão”, NRMS (13): 14-15.
(1980) “Tende compaixão de nós, Senhor”, NRMS (13): 18.
(1980) “Salve, Virgem Dolorosa”, harm., NRMS (13): 19.
(1980) “Virgem dolorosa”, harm., NRMS (13): 20.
(1980) “Em coro altissonante e majestoso”, NRMS (14): 18-19.
(1980) “Esplendor que vem de Deus”, NRMS (14): 20.
(1980) “Alegra-te, ó minha alma”, NRMS (15): 5-7.
(1980) “Ó noite, trevas e nuvens”, NRMS (16): 5-6.
(1980) “Aleluia”, NRMS (16): 9.
(1980) “O Senhor é minha luz e salvação”, NRMS (16): 12-14.
(1981) “Somos a Igreja de Cristo”, harm., NRMS (17): 3-4.
(1981) “Oh! Que alegria quando me disseram”, NRMS (17): 14-16.
(1981) “A Santo António elevemos”, NRMS (18): 14-15.
(1981) “Os ossos humilhados”, NRMS (19/20): 12-13.
(1981) “Louvai ao Senhor”, NRMS (19/20): 14.
(1981) “Eu Vos glorifico, Senhor”, NRMS (19/20): 15.
(1981) “Eu sou a ressurreição e a vida”, NRMS (19/20): 16.
(1981) “Cristo ressuscitou”, NRMS (19/20): 17.
(1981) “Deus, vinde em nosso auxílio”, NRMS (19/20): 17.
(1981) “Eu sei que o meu Redentor vive”, NRMS (19/20): 37.
(1981) “Senhor, não me julgueis”, NRMS (19/20): 38-39.
(1982) “Louvor e glória a Vós”, NRMS (21): 5.
(1982) “O Hino da alegria”, NRMS (21): 6-9.
(1982) “Vós que fostes baptizados”, NRMS (22): 5-6.
(1982) “Ó Igreja Santa”, NRMS (22): 6-7.
(1982) “Ide por todo o mundo”, NRMS (23): 4-6.
(1982) “Dai a paz, Senhor”, NRMS (23): 6-7.
(1982) “Salvè, salvè, São Miguel”, NRMS (23): 18-19
(1983) “As crianças de Jerusalém”, NRMS (25): 3-5.
(1983) “Cruz fiel e redentora”, NRMS (25): 14-17.
(1983) “O Senhor ressuscitou verdadeiramente”, NRMS (25): 20.
(1983) “O Senhor vos abençoe”, NRMS (26): 8.
(1983) “Abençoai, Mãe bondosa”, NRMS (26): 9-11.
(1983) “Os dias são de luz”, NRMS (26): 12-13.
(1983) “Senhor, tende piedade de nós” (Missa em honra de São Jorge) ”, NRMS (27/28): 13-16.
(1983) “Glória”, NRMS (27/28): 17-24.
(1983) “Santo”, NRMS (27/28): 25-27.
(1983) “Cordeiro de Deus”, NRMS (27/28): 28-33.
(1983) “Olhai para mim, Senhor”, NRMS (27/28): 34-35.
(1983) “Reconhecemos, Senhor, a nossa culpa”, NRMS (27/28): 36-37.
(1983) “Pequei contra Vós, Senhor”, NRMS (27/28): 38-39.
(1983) “Guiai-me, Senhor”, NRMS (27/28): 40.
(1984) “Vós sereis meus amigos”, NRMS (29): 5
(1984) “Não há maior prova de amor”, NRMS (29): 18-19.
(1984) “Cantai, cantai alegremente”, NRMS (30): 5.
(1984) “Como promessa de cada hora”, NRMS (30): 6-7.
(1984) “O Senhor abençoará o seu povo”, NRMS (31): 14-15.
(1984) “Adeste, fideles”, harm., NRMS (31): 20.
(1984) “O estandarte da cruz proclama ao mundo”, NRMS (32): 4-5.
(1984) “Ó maravilha do amor de Deus”, NRMS (32): 5-6.
(1984) “Adoramos, Senhor, a vossa Santa Cruz”, NRMS (32): 6-7.
(1984) “Nós Vos adoramos e Vos bendizemos”, NRMS (32): 8.
(1984) “Crux fidelis inter omnis”, NRMS (32): 9-10.
(1985) “Nossa Senhora da Graça”, NRMS (33/34): 18-19.
(1985) “Coração Imaculado da Virgem”, NRMS (33/34): 22.
(1985) “Senhora de azul vestida”, NRMS (33/34): 30-32.
(1985) “Senhora, nós Vos louvamos”, NRMS (33/34): 34-39.
(1985) “O Sanctissima”, arr., NRMS (33/34): 40.
(1985) “Divino Espírito Santo”, NRMS (35): 6-7.
(1985) “Os justos viverão”, NRMS (36): 5.
(1986) “Deus vive na sua morada santa”, acomp., NRMS (38): 6-7.
(1986) “Despertai, Senhor, o vosso poder”, NRMS (39): 7.
(1987) “Chegou a hora mais alta”, NRMS (44): 20.
(1988) “Por Cristo e em Cristo”, NRMS (45): 14-16.
(1990) “Enquanto combatemos”, NRMS (54): 18-19.
(1990) “Amai os vossos inimigos”, NRMS (54): 20.
(1990) “Cantem, cantem os anjos”, NRMS (56): 19-20.
(1993) “Oh! Que alegria”, NRMS (67): 8-9.
(1993) “Cantemos, cantemos”, NRMS (68): 18-20.
(1996) “Veneremos, adoremos”, NRMS (77/78/79): 38-39.
(1998) “Aleluia”, NRMS (87): 21.

MANUEL LUÍS

Obra editada na Nova Revista de Música Sacra

(1971) “Aclamai o Senhor, porque Ele é bom”, NRMS (2): 14.
(1971) “Aleluia”, NRMS (2): 15-16.
(1971) “Deus abençoou a nossa terra”, NRMS (4): 4.
(1971) “Estai comigo, Senhor”, NRMS (1): 8-9.
(1971) “Felizes os convidados”, NRMS (4): 5.
(1971) “Glória a Vós, ó Cristo”, NRMS (1): 10.
(1971) “Vinde, Senhor, a Igreja Vos espera”, NRMS (4): 3.
(1972) “Cantarei eternamente”, NRMS (6): 10.
(1972) “Como a planta ressequida”, NRMS (6): 3.
(1972) “Feliz o homem que teme”, NRMS (8):7.
(1979) “Eterno Criador do Universo”, NRMS (9): 8.
(1979) “Virgem Mãe do mesmo Deus”, NRMS (10): 15.
(1980) “Cobriu-se a terra de luto”, NRMS (13): 12-13.
(1980) “Virgem Santa e Imaculada”, NRMS (15): 19-20.
(1981) “Nós te rogamos”, NRMS (19/20): 10-11.
(1982) “Nasceu o Sol da Páscoa gloriosa”, NRMS (21): 15.
(1983) “Do seu santuário, vos ajude”, NRMS (26): 6-7.
(1984) “O Senhor ressuscitou verdadeiramente”, NRMS (32): 13.
(1985) “Como é bela e formosa”, NRMS (33/34): 14.
(1985) “Como é suave, Senhor”, NRMS (36): 8-9.
(1986) “Cantai alegremente”, NRMS (38): 5.
(1986) “Cantai ao Senhor porque é eterno”, NRMS (37): 6-7.
(1990) “Bem-aventurados os que têm fome”, NRMS (53): 16-17.

MANUEL RODRIGUES DE AZEVEDO

Obra editada na Nova Revista de Música Sacra

(1973) “Senhor Jesus Cristo”, NRMS (12): 11.
(1973) “Levantando-se Jacob”, NRMS (12): 12.
(1973) “Este lugar é terrível”, NRMS (12): 13.
(1973) “Deus, vinde em nosso auxílio”, NRMS (12): 13.
(1973) “A casa do Senhor”, NRMS (12): 14.
(1973) “Esta é a casa do Senhor”, NRMS (12): 14.
(1973) “Esta é a casa de Deus”, NRMS (12): 15.
(1973) “Assisti-nos, Deus único”, NRMS (12): 15.
(1973) “Subirei ao altar do Senhor”, NRMS (12): 16.
(1973) “Entrai, santos de Deus”, NRMS (12): 16.
(1973) “Ungiu-te o Senhor”, NRMS (12): 17.
(1973) “Vinde, Espírito Santo”, NRMS (12): 17.
(1973) “Confirmai, ó Deus”, NRMS (12): 18.
(1973) “Sagrada Esposa de Cristo”, NRMS (12): 18.

MANUEL SIMÕES

Obra editada na Nova Revista de Música Sacra

(1971) “Irmãos cantemos ao Senhor”, NRMS (2, 1ª série): 8-9.
(1971) “Louvai ao Senhor com tudo”, NRMS (2, 1ª série): 9-10.
(1971) “Louvor a Vós, Rei da eterna glória”, NRMS (1, 1ª série): 14.
(1971) “O nosso Deus é Deus de amor”, NRMS (2, 1ª série): 7.
(1971) “O Senhor é clemente e cheio de compaixão”, NRMS (1, 1ª série): 13.
(1972) “Diz o Senhor: Aquele que beber”, NRMS (6, 1ª série): 4-5.
(1972) “Louvai ao Senhor, aleluia”, NRMS (8, 1ª série):8.
(1973) “Andarei na presença do Senhor”, NRMS (11, 1ª série): 4.
(1973) “Deus nos visitou”, NRMS (11, 1ª série): 8.
(1973) “Felizes os homens”, NRMS (11, 1ª série): 5.
(1977) “Louvarei para sempre”, NRMS (2, 2ª série): 12-13.
(1978) “Hóstia santa, penhor de salvação”, NRMS (6, 2ª série): 17.
(1978) “Nossos cânticos se elevem”, NRMS (8, 2ª série): 14-15.
(1978) “Ó verdadeiro corpo do Senhor”, NRMS (7, 2ª série): 7-9.
(1979) “Aleluia”, NRMS (9, 2ª série): 19.
(1979) “Lembrai-vos que vos pertenço”, NRMS (10, 1ª série):16-17.
(1979) “O Espírito do Senhor encheu a terra”, NRMS (9, 2ª série): 18.
(1980) “Abri, Senhor, os meus lábios”, NRMS (19/20, 2ª série): 3.
(1980) “Kyrie eleison”, NRMS (13): .
(1980) “Meia noite dada” (harm.), NRMS (15): 14-15.
(1980) “Santa Maria, Senhora da Luz”, NRMS (14): 16-17.
(1980) “Senhor, misericórdia”, NRMS (13, 1ª série): 6.
(1980) “Vós me salvastes, Senhor”, NRMS (16): 10-11.
(1981) “Dai-nos a vossa misericórdia”, NRMS (17): 6-7.
(1981) “Formaste-me da terra”, NRMS (19/20): 5-6.
(1981) “Minha alma tem sede de Deus”, NRMS (19/20): 7.
(1981) “Senhor da vida e da morte”, NRMS (19/20): 4.
(1981) “Senhor, vinde em meu auxílio”, NRMS (19/20): 6.
(1981) “Todos os que estão no sepulcro”, NRMS (19/20): 9.
(1982) “Eterno Criador do Universo”, NRMS (23): 16-17.
(1982) “Sabei que o nosso Deus”, NRMS (24): 3-4.
(1983) “Cristo, nosso Cordeiro Pascal”, NRMS (25): 19.
(1983) “Fontes do Senhor, bendizei”, NRMS (25): 18.
(1983) “Toda a nossa glória está na Cruz”, NRMS (25): 7.
(1984) “Aclamações da anáfora II (crianças)”, NRMS (30): 10-13.
(1984) “Bendito e louvado seja o sagrado nascimento” (harm.), NRMS (31): 19.
(1984) “Cordeiro de Deus”, NRMS (30): 13.
(1984) “O Anjo do Senhor”, NRMS (31): 6-7.
(1984) “Santo”, NRMS (30): 10-11.
(1984) “Senhor, tende piedade de nós”, NRMS (30): 9.
(1984) “Sois o meu refúgio”, NRMS (29): 10-11.
(1985) “Cordeiro de Deus”, NRMS (36): 18-19.
(1985) “Nome de Maria”, NRMS (33/34): 17.
(1985) “Ó Espírito Santo”, NRMS (35): 8-9.
(1985) “Ó Maria concebida sem pecado”, NRMS (33/34): 33.
(1986) “A mão do anjo tutelar” (trad. Adapt.), NRMS (38): 18-19.
(1986) “Cantai ao Senhor nosso Deus”, NRMS (38): 12-13.
(1986) “Ó meu Menino tão lindo” (harm.), NRMS (39): 20.
(1986) “Rainha dos Céus, alegrai-vos”, NRMS (37): 18-20.
(1987) “Bendita e louvada seja”, NRMS (41): 19-20.
(1987) “Santa Maria, Mãe de Deus”, NRMS (41): 20.
(1987) “Tu és Pedro”, NRMS (42): 14.
(1988) “Deus é o nosso refúgio”, NRMS (49): 8.
(1988) “Louvai o Senhor, todos”, NRMS (49): 10.
(1988) “O Senhor santificou a sua morada”, NRMS (49): 7.
(1988) “O Senhor santificou… Esta é a casa”, NRMS (49): 12-13.
(1988) “Ó vós que andais buscando”, NRMS (47): 12-13.
(1988) “Senhor, Vós sois grande”, NRMS (48): 17.
(1988) “Vamos com alegria”, NRMS (49): 9.
(1988) “Virão adorar-Vos, Senhor”, NRMS (49): 11.
(1989) “Acto penitencial – fórmula B”, NRMS (50/51): 7.
(1989) “Branca estais colorada”, NRMS (52): 12-14.
(1989) “Cordeiro de Deus” (da Missa Breve), NRMS (50/51): 43.
(1989) “Glória”, NRMS (50/51): 16-18.
(1989) “Santo”, NRMS (50/51): 37.
(1990) “Desde o nascer do sol”, NRMS (56): 17-18
(1990) “Povos da terra, louvai ao Senhor”, NRMS (55): 16.
(1991) “Cristo, Verbo de Deus Pai”, NRMS (59): 5.
(1991) “Derramarei sobre vós água pura”, NRMS (58): 10-12.
(1991) “O Espírito de Deus enche o Universo”, NRMS (58): 13-14.
(1991) “Os povos proclamam a sabedoria”, NRMS (59): 12-13.
(1992) “Brilhe a vossa luz diante dos homens”, NRMS (63): 7-8.
(1992) “Desce o orvalho sobre a terra”, NRMS (64): 10-11.
(1992) “Louvai, nações do universo”, NRMS (63): 9-11.
(1992) “Pela palavra de Jesus”, NRMS (62): 9-11.
(1992) “Troquemos o instante pelo eterno”, NRMS (61): 17-20.
(1992) “Vem depressa, Senhor”, NRMS (64): 5-7.
(1993) “Desde o romper da alvorada”, NRMS (65): 10.
(1993) “O Espírito de Deus os escolheu”, NRMS (66): 20.
(1993) “Preparei para vós um reino”, NRMS (66): 13-15.
(1993) “Recordamos neste dia três mistérios”, NRMS (68): 16-17.
(1993) “Rei Herodes, porque temes”, NRMS (68): 11.
(1993) “Senhor, quebrastes os laços da morte”, NRMS (65): 5-7.
(1993) “Vós, Senhor, que a luz criastes”, NRMS (67): 17.
(1994) “Felizes os que esperam no Senhor”, NRMS (71/72): 22-23.
(1994) “Ficai connosco, Senhor, e abençoai-nos”, NRMS (71/72): 42-43.
(1994) “Ó Deus, autor da luz”, NRMS (70): 15-16.
(1996) “Alegres tirareis a água pura” (harm.), NRMS (80):
(1997) “Confirmai, Senhor, o que em nós operou”, NRMS (82/83): 19-20.
(1997) “Oh Deus te salve, Maria”, NRMS (81): 16-17.
(1997) “Rainha dos anjos pura” (harm.), NRMS (81): 15.

MANUEL VALENÇA

Obra editada na Nova Revista de Música Sacra

(1986) “Quem vos escolheu, Rainha dos Céus”, NRMS (37): 16-17.
(1987) “Vinde, comei do meu pão”, NRMS (42): 13.
(1988) “Felizes os que habitam na vossa casa, Senhor”, NRMS (48): 9.
(1991) “A toda a hora bendirei o Senhor”, NRMS (60): 19-20.

MIGUEL CARNEIRO

Obra editada na Nova Revista de Música Sacra

(1979) “Uma certeza nos guia”, NRMS (11/12): 12-13.
(1980) “Corri, Senhor, pela estrada larga”, NRMS (13): 8-9.
(1981) “Desde toda a eternidade”, harm., NRMS (18): 5.
(1982) “Exulta de alegria no Senhor”, NRMS (21): 3-4.
(1984) “Kyrie, eleyson”, NRMS (32): 3.
(1985) “O povo de Deus te aclama”, NRMS (33/34): 8-9.
(1985) “Gloriosa Mãe de Deus”, NRMS (33/34): 23-25.
(1985) “Nós somos jovens”, NRMS (35): 16-18.
(1985) “Que bom, Senhor”, NRMS (36): 10-11.
(1986) “Da flor da farinha alimentou”, NRMS (37): 10-11.
(1986) “A minha alma tem sede de Vós”, NRMS (40): 5-7.
(1987) “Em redor do teu altar”, NRMS (42): 15.
(1989) “Nos dias do Senhor”, NRMS (52): 5.
(1994) “Um para o outro fostes criados”, NRMS (71/72): 26-28.
(1994) “Reunidos em Igreja”, NRMS (71/72): 47-49.
(1995) “Para Vós, Senhor, a minha alegria”, NRMS (73/74): 20-21
(1995) “Aceitai, Senhor, a nossa alegria”, NRMS (73/74): 24-25.
(1995) “Senhor, p’ra Ti meu canto jovem”, NRMS (73/74): 28-29.
(1995) “A minha alma louva o Senhor”, NRMS (76): 13-15.
(1996) “Eucaristia, celeste alimento”, NRMS (77/78/79): 9-11.
(1996) “Água do lado de Cristo”, NRMS (80): 8-11.
(1997) “Deus te salve, claro exemplo”, NRMS (81): 5-7.
(1997) “Se alguém tem sede”, NRMS (82/83): 22-25.
(1997) “É bom louvar-Te, Senhor”, NRMS (84): 18-20.
(1998) “Subirei alegre ao altar de Deus”, NRMS (87): 7-9.
(1999) “Nós vos louvamos, José”, NRMS (89): 14-16.
(1999) “Vinde à presença de Deus”, NRMS (90/91): 19-21.
(1999) “Escutai, Senhor, a prece”, NRMS (90/91): 30-32.
(1999) “Se escutais a Cristo Rei”, NRMS (92): 20-23.
(2000) “A Ti, Jesus, nós vamos”, NRMS (93): 14-17.
(2000) “Senhor, fica connosco”, NRMS (94): 9-11.
(2000) “Preparai os caminhos”, NRMS (95/96): 14-16.
(2001) “Cristo ressuscitou”, NRMS (97): 8-10.
(2001) “Aleluia”, NRMS (97): 20.
(2001) “Adorai o Senhor”, NRMS (98): 5-8.
(2001) “Glória”, NRMS (99/100): 20-26.
(2001) “Santo”, NRMS (99/100): 48-49.
(2001) “Cordeiro”, NRMS (99/100): 68.

P. CHAMOIM

Obra editada na Nova Revista de Música Sacra

(1977) “Jesus morre no Calvário”, NRMS (1): 5.

[ António José Ferreira, 2001 ]

Até 2001, trabalho a completar