barítono José de Freitas

JOSÉ DE FREITAS

José de Freitas, de nome completo José Cirilo de Freitas Silva, nasceu na Madeira e foi padre da Congregação da Missão (Padres Vicentinos). Já depois de padre, estudou nos conservatórios do Porto e de Lisboa, onde concluiu o Curso Superior de Canto com excelente classificação. Em 1978 tornou-se artista residente do Teatro Nacional de São Carlos onde se estreou com Schaunard em La Bohème. Foi intérprete de importantes papéis de barítono e de baixo-barítono em Portugal e no estrangeiro. Foi também diretor de coros e compositor de cânticos litúrgicos.

ENTREVISTA

Qual foi o primeiro momento em que se lembra de ter tido consciência de que a música era importante para si?

O primeiro momento?! Preferiria falar de uma pequena série de momentos… Concretizando: No meu 5º ano do seminário (hoje 9º ano), cerca dos 16 anos, quando a chamada “mudança de voz” era já algo acentuada, o meu ilustre professor de música, Padre António Ferreira Telles, poucos dias após ter-me convidado para tocar harmónio em algumas cerimónias litúrgicas (ele era o harmonista oficial, obviamente) e pedir-me para, alternadamente com outro colega, iniciar os cânticos na liturgia (o equivalente a solista), veio falar comigo na véspera da festa do Padroeiro do seminário (S. José), e disse-me: “Confio muito em ti para “segurares” a 4ª voz na missa solene de amanhã.” Ora aí tem um “puzzle” com bastante significado na minha “consciência musical” de jovem seminarista…

Quais os professores que mais o influenciaram no tempo de seminário?

Vou referir-me apenas a professores de música, obviamente. Desde os primeiros anos, tive uma veneração especial por um ilustre mestre, muito “sui generis”, mas muito competente e sabedor: o Padre António Ferreira Telles, a que atrás aludi. Era excelente harmonista, compositor, ótimo harmonizador. O Pe. Fernando da Cunha Carvalho, felizmente ainda entre nós, também teve influência na minha orientação musical, e não só. Mas vou salientar, sem querer ser injusto para os atrás citados e porventura outros, o Pe. João Dias de Azevedo, que muito me ajudou sobretudo no harmónio e no órgão, no Seminário de Mafra, onde fiz o meu noviciado (1954-1956). Nesse período, cheguei a tocar órgão em algumas celebrações dominicais e festas na Basílica de Mafra… E, para completar os anos do seminário, não poderei omitir o Pe. Fernando Pinto dos Reis (1929-2010).

Depois de ir para o seminário e de ser padre, quando é que se apercebeu de que cantar era o mais importante na sua vida profissional?

Como disse, cedo me iniciei e fui crescendo na função de solista. Continuei-a ao longo de todo o curso, alternando-a com o múnus de harmonista. Terminado o curso, fui incumbido da disciplina de Música (além de outras), no seminário menor. O concílio do Vaticano II acabava de privilegiar o vernáculo na liturgia. Iniciei a renovação de todo o repertório vigente. Eu próprio dei largas a uma velha paixão e iniciei a composição de cânticos em português, incluindo o “ordinário” e o “próprio” da missa para determinadas solenidades, além de outros cânticos circunstanciais. Aconselhado por não poucos, matriculei-me no Conservatório do Porto. Canto? Composição? Duas paixões. Muito incitado e encorajado pela professora D. Isabel Mallaguerra, decidi-me mais seriamente pelo canto, sem descurar a composição musical.

Após o curso geral de canto no Conservatório do Porto, vim a concluir o Curso Superior no Conservatório Nacional com a professora D. Helena Pina Manique. Com o programa do exame do curso superior concluído com alta classificação, fui convidado para vários recitais em Lisboa e não só. Iniciei logo de seguida o curso de ópera com o professor Álvaro Benamor e D. Helena Pina Manique. Fui admitido no Coro Gulbenkian, onde estive durante alguns meses até seguir para Paris com uma bolsa de estudos.

O diretor do Teatro Nacional de São Carlos, Eng. João Paes, que já me ouvira no Conservatório, convidou-me para, temporariamente, interromper o estágio em Paris e vir a Lisboa preparar o desempenho de um importante papel numa ópera portuguesa. Bem sucedido, pediu-me para, após o estágio parisiense, seguir para Florença, afim de preparar, com o famoso Gino Bechi, o importantíssimo papel de primeiro barítono (Lord Enrico d’Ashthon) da ópera Lucia di Lamermoor, de Donizetti. Cantei esse papel em novembro de 1977, no Teatro Rivoli (Porto)…

Toda esta “bola de neve” a partir da conclusão do curso superior de canto em 1974, todo o incrível desencadear de situações até finais de 1977, todo o ano de 1977 sobretudo, tudo isso responde à sua pergunta… Parafraseando, em contraste, um fadista, diria: “Ser cantor não foi meu sonho, mas cantar foi o meu fado…”

Dos anos em que estudou Música e Canto, que professores tiveram uma influência mais decisiva?

Nos conservatórios do Porto e de Lisboa, tive a felicidade de ser orientado respetivamente pelas professoras D. Isabel Mallaguerra e D. Helena Pina Manique, e ainda, por algum tempo, pela D. Arminda Correia, sem esquecer o Prof. Álvaro Benamor (cena).

Em Paris, como olvidar o trabalho com a famoso baixo Huc-Santana e o não menos célebre barítono Gabriel Bacquier? Em Itália, e aqui em Portugal, Gino Bechi foi simplesmente precioso no trabalho vocal e cénico. Este famoso barítono, que também me honrava com a sua amizade, cantou nos anos 40, em todos os grandes palcos do mundo. A sua famosa “entrega” aos espetáculos e nos espetáculos, quer cenicamente mas sobretudo vocalmente, levou-o a tal desgaste que teve de terminar a sua carreira por volta dos 40 anos, precisamente com a idade com que eu comecei…

Foi difícil deixar de ser padre e optar pela carreira musical?

Quando, em finais dos anos 60, me matriculei no Conservatório do Porto, confesso que o meu sonho era dar uma componente artística à minha missão de padre.

Começaram a surgir, porém, situações que não deixaram de me ir perturbando. Alguma confusão começou a instalar-se nos meus horizontes… Estávamos em pleno pós-74… Sobretudo a partir de 1977, comecei a sentir-me ultrapassado pelos acontecimentos. Tinham de ser tomadas decisões… Não podia viver na ambiguidade!… Houve muitas dúvidas, muitas incertezas… O meu Padre Provincial de então propôs-me fazer as duas coisas: padre e cantor… Tudo se desenrolava vertiginosamente… Eram convites para concertos, para óperas, etc.
Cheguei mesmo a atuar durante não pouco tempo, estando ainda no exercício do ministério… Fui chegando à conclusão de que as duas funções não faziam grande sentido… Em finais de 1978, acabei por tomar a decisão: pedi para Roma a dispensa do exercício das ordens. Não tive resposta fácil. Demorou mais de dois anos. Pelo meio, um apelo a que repensasse…

Qual foi o papel da Igreja na sua vida musical?

Primeiramente, como é obvio, penso em todo o curso do seminário. Para além de todos os aspetos da formação, a música da Igreja, o canto gregoriano, ocupou uma grande parte desse período, quer na teoria, quer na prática. O nosso Cantuale, um livro específico da Congregação da Missão com os mais belos cânticos gregorianos e muitos outros, a uma ou mais vozes, dominou grande parte desses anos, as nossas vozes e as nossas almas.

No seminário Maior, durante o curso de filosofia e teologia, para além das mais belas obras de polifonia sacra, cantávamos, todos os domingos e festas, o “comum” e o “próprio” em gregoriano, de acordo com o emblemático Liber Usualis, a mais completa obra do canto da Igreja. Tudo isto, naturalmente acompanhada da parte teórica, marca indelevelmente a minha personalidade e a minha formação musical. E não esqueço que quase sempre, alternadamente, fui organista e solista…

Após a ordenação, seguiram-se anos dominados pelo Concílio do Vaticano II, com uma série extraordinária de documentos sobre a música e a liturgia em vernáculo,com o aparecimento de excelentes compositores. E foram sempre surgindo, com os diversos papas, importantes documentos sobre a música litúrgica. Não posso esquecer os “famosos” cursos gregorianos de Fátima que frequentei.

Durante os anos 1977-1995, em que a vida artística teve o seu lado prioritário, nunca deixei de estar atento aos documentos da Igreja sobre música sacra e à obra de excelentes compositores que temos.

A partir de 1997, já no pós – S. Carlos, a pedido do meu grande amigo Conégo José Serrasina que acabava de ficar à frente da Paróquia dos Anjos, em Lisboa– a minha paróquia -, comecei a orientar o coro paroquial, tomando a peito a renovação dos cânticos e a dinamização litúrgica. Baseava-me sempre nos textos de cada celebração. Após 5 anos de intenso e profícuo trabalho, abracei outro projeto – na Capela do Palácio da Bemposta (Academia Militar), onde colaborei durante 13 anos (2003 – 2016). Durante este período, compus dezenas de cânticos que vieram a ser publicados pela Academia Militar, em 2012, num volume com o título Deus é Amor. Porque o “contexto” de então era “específico”, o referido volume irá “sofrer” brevemente substancial alteração.

Qual foi a maior deceção na sua vida?

Se me permite, não apresentaria uma mas duas deceções, e ambas no âmbito do mundo lírico. A primeira, logo de início. Tinha feito 40 anos. Eram diferentes, agora, o sonho e o ideal. Imaginava que perante mim, ia surgir um meio pleno de elevação, um ambiente superior, de arte, de cultura, etc. Cedo, porém, fui verificando e concluindo que as cores que sonhara belas, não, não o eram assim tanto… A realidade era bastante mais prosaica… Bem!… Respirei fundo, bem fundo, passe a expressão… E, vamos a isso!… Mas vamos mesmo! O desafio que ora iniciava era para ganhar, era mesmo para vencer!… E foi! Não tive o caminho atapetado de rosas, longe disso, muito longe! Foram necessárias uma fibra excecionalmente forte como considero ter, uma fé inabalável em Deus como efetivamente tenho, e também, obviamente, uma grande confiança nos talentos que Deus me deu, aliados à formação que tive (não poderei esquecê-lo!) E…aí vou eu!… E nem tudo foram espinhos, digamos em abono da verdade. Tive um público que me admirava e apoiava bastante, excelentes e excecionais críticas, outras nem tanto… E, entre um pessoal que rodava as três centenas (coro, orquestra, cantores, técnicos, etc), tive não poucos amigos e admiradores! Não esqueço que, logo no começo, nos primeiros ensaios, vi lágrimas nos olhos de algum do pessoal, ao verem a minha entrada enérgica, decidida, confiante, e pensando no “mundo” donde acabava de chegar… aos 40 anos!…

A segunda deceção foi no fim. Em finais de 92, a SEC, tendo à frente o Dr. Pedro Santana Lopes, achou por bem dissolver a Companhia Portuguesa de Ópera (cantores, orquestra, etc). Éramos 14 os cantores principais. Mesmo tendo em conta que eu continuava a cantar no país e não só, esta foi sem dúvida uma grande deceção. Aos 55 anos, encontrava-me no ponto mais alto da carreira, a nível vocal e cénico, na minha opinião e na de quantos me conheciam e ouviam! Esperava estar “em grande” mais uma boa dezena de anos… Lembrei-me então das palavras de Gino Bechi, quando, certo dia, nos anos 80, após fazer as célebres e espetaculares demonstrações, vocais e cénicas, durante um ensaio, e quando já contava perto dos 80 anos, teve este desabafo: “Agora é que eu sei cantar!”

Pois é!… Parafraseando o meu mestre, diria: “Agora… é que eu sabia cantar!…”

Qual foi o momento mais alto da carreira como cantor lírico?

Desempenhei os mais diversos papéis de 1º barítono, de baixo-barítono, papéis característicos, enfim, foram cerca de 50… Nunca tive um fracasso nos meus desempenhos. Pelo contrário! Escolher o momento mais alto?!… É difícil!… Estou a lembrar-me de não poucos… Do “Le Grand-Prêtre de Dagom” da ópera Samson et Dalila, de Saint-Saëns, em 1983. Quis preparar o papel em Lyon com o meu ex-professor de Paris, o grande barítono Gabriel Bacquier. Estou a recordar-me do “Dulcamara” da ópera L’Elisir d’Amore, de Donizetti, em 1984 e 1985… Do “Rocco”, da ópera Fidelio de Beethoven… Enfim, não vou alongar-me na citação de outras boas e belas hipóteses…

Mas vou escolher como momento mais alto uma ópera fora do estilo clássico: a ópera Kiú, do compositor espanhol Luís de Pablo, levada à cena em 1987 no Teatro Nacional de São Carlos. O meu papel de Babinshy, o pivô da ópera, na sua grande espetacularidade e dificuldade vocal e cénica, foi na verdade um momento muito alto na minha carreira! Não foi por acaso que o próprio compositor Luís de Pablo e o maestro Jesús Ramón Encimar me convidaram, 5 anos depois (dezembro de 1992 – janeiro de 1993), para interpretar em Madrid o mesmo papel!…

Quais foram os cantores líricos mundiais que mais o inspiraram?

Estavam na moda, nos anos 60, cantores líricos que deveras nos entusiasmavam. Lembro-me, por exemplo, de Mário Lanza, de Luís Mariano, de Alfredo Krauss que vim a conhecer em São Carlos, e com o qual contracenei, inicialmente, num ou noutro pequeno papel. E vários outros, quase todos tenores. O meu tipo de voz é de barítono ou de baixo-barítono. Mas foi sobretudo a partir do Curso Superior de Canto que comecei a interessar-me por vozes líricas, o que é absolutamente natural. Dado o meu tipo de voz, cerca de cinco ou seis cantores internacionais dominavam particularmente os meus gostos. Comecemos pelos alemães Dietrich Fischer-Dieskau e Hermann Prey, barítonos. O primeiro, absolutamente excecional em lied, tendo cantado praticamente tudo o que havia nesse domínio. Muitos o consideraram o maior músico do século XX. Foi inclusivamente maestro de música sacra. Ouvi-o ao vivo em Paris. Hermann Prey era superior como ator. As suas interpretações em óperas de Mozart, Rossini, Donizetti ficaram memoráveis. Outros dois barítonos ou baixo-barítonos, Fernando Corena e Rolando Panerai, eram também grandes cantores e atores, mais característicos que os anteriores. Outro barítono que, vocalmente (não cenicamente) me enchia as medidas, era Piero Cappuccilli. Era um barítono a que eu chamaria heróico-dramático, com uma incrível potência de voz. Jamais esquecerei o seu desempenho em Simon Boccanegra de Verdi, no São Carlos…

Poderia obviamente alongar-me, no que às vozes masculinas diz respeito. Mas também não posso deixar de me referir a vozes femininas que, além de nós deixarem siderados, tanto nos ensinaram! Antes de mais, Maria Callas!… Depois, uma Victoria de los Angeles que cheguei a ouvir na Gulbenkian. Fiorenza Cossotto, Mirella Freni, Christa LudwigMonserrat Caballé que ouvi em Paris dirigida por Leonard Bernstein… Uma Joan Sutherland, La Stupenda, a tal que cantou a Traviata no Coliseu na famosa noite de 24 para 25 de abril de 1974, com o já citado Alfredo Kraus… E eu estava lá!…

Quais os músicos portugueses mais influentes na sua carreira?

Por músicos, entendo compositores, professores, pianistas, ensaiadores, “pontos”, cantores, e, porque não, críticos… Antes de mais, as minhas duas professoras nos conservatórios do Porto e de Lisboa, respetivamente: Isabel Malaguerra e Helena Pina Manique. A professora D. Arminda Correia fez de forma extraordinária a breve transição entre uma e outra. Álvaro Benamor, na classe de ópera. A pianista Maria Helena Matos que me acompanhou com enorme competência desde o Conservatório Nacional, incluindo o exame final, e praticamente em todos os recitais que fui dando ao longo da carreira. O maestro Armando Vidal, músico de gema, com o qual preparei, como a generalidade dos artistas, quase todos os papéis que tinha a desempenhar nas dezenas de óperas em que fui interveniente. Entre os maestros – “pontos” – , não esquecerei o maestro Pasquali que tão competentemente orientou, durante os primeiros tempos, as nossas intervenções em palco, e o maestro Ascenso de Siqueira, grande e bom amigo e incrível ser humano… Tive a felicidade de trabalhar com encenadores como António Manuel Couto Viana, que me honrava com a sua amizade, Carlos Avillez (em várias óperas), Luís Miguel Cintra, João Lourenço

Cantores? Álvaro Malta, Hugo Casaes, Elizette Bayan, Armando Guerreiro, e outros… Lembro-me ainda de preciosas “dicas” que me deu Álvaro Malta

Compositores? Antes de mais, o Prof. Cândido Lima. Conheci-o em Paris. Conversávamos muito. Não esqueço o dia em que ele me apresentou ao seu amigo Iannis Xenakis… Fomos juntos a vários concertos. Preparei, com ele ao piano, algumas obras suas para canto. Foi meu pianista num concurso de canto em que fui premiado… Tudo isto em Paris, em 1977.

Com o grande compositor Fernando Lopes-Graça, tive a honra de preparar um importante papel de solista na sua obra As Sete Predicações d’Os Lusíadas, em vista à estreia mundial da mesma no VI Festival da Costa do Estoril (1980).
Joly Braga Santos honrava-me com a sua amizade e admiração. Com ele ensaiei o papel de solista na sua Cantata Das Sombras, sobre texto de Teixeira de Pascoaes, para primeira audição mundial no Teatro de S. Luís, a 27 de julho de 1985, com o Coro Gulbenkian, e enquadrada no XI Festival de Música da Costa do Estoril. De Joly Braga Santos nunca poderei esquecer as suas palavras, em pleno palco, no fim da última récita da sua Trilogia das Barcas, em maio de 1988: “Estou a compor uma ópera, para a Expo de Sevilha (daí a 4 anos), baseada numa obra de Frederico Garcia Llorca, Bodas de Sangue e tenho um muito bom papel para si”. Entretanto, o maestro falecia 2 meses depois, a 18 de julho de 1988, o que constituíu uma grande perda para o País, para a cultura portuguesa.

Quanto a críticos, devo dizer que, entre outros, Francine Benoit, João de Freitas Branco, José Blanc de Portugal muito me encorajaram e elogiaram!

E hoje, o que acha da evolução da ópera em Portugal?

Francamente, tenho dificuldade em responder. Há cerca de vinte e cinco anos, após a extinção da Companhia Portuguesa de Ópera e de ter dado como terminada a minha carreira lírica, abracei outro projeto e alheei-me bastante desse tema. Sei que, sobretudo por razões orçamentais, a programação se ressente, e muito. Tudo parece ser diferente. Repito: não tenho dados que me permitam fazer qualquer juízo de valor…

O que pensa do papel da música na Igreja?

Desde o Seminário Maior, fui lendo atentamente, e mais que uma vez, os documentos papais que surgiram desde o princípio do século XX:
o Motu próprio de São Pio X (1903) sobre a Restauração da Música Sacra;
a Constituição Apostólica Divini Cultus (1928) no pontificado de Pio XI, sobre a liturgia e a música sacra; a Encíclica Musicae Sacrae Disciplina (1953), do Papa Pio XII, sobre a Música Sacra, vocal e instrumental.

Logo após o Concílio do Vaticano II, surge a Constituição Conciliar Sacrosanctum Concilium (1963), a realçar que “a acção litúrgica reveste maior nobreza quando é celebrada com canto, com a presença dos ministros sagrados e a participação ativa do povo”. E quando fala de canto, obviamente que se refere ao canto sagrado intimamente unido com o texto. E se o canto gregoriano ocupa sempre um lugar privilegiado em igualdade de circunstâncias, não são excluídos os outros géneros de música sacra mormente a Polifonia, desde que em harmonia com o espírito da ação litúrgica, e de acordo com os diversos tempos litúrgicos, com as diversas celebrações e os vários momentos da celebração. Compositores, organistas, mestres de coro, cantores, músicos (instrumentistas) devem formar um todo para o esplendor do canto.

Alguns anos após o Concílio, a famosa Instrução Musicam Sacram (1967), da Sagrada Congregação dos Ritos, é a síntese, diria perfeita, do que à Música Sacra diz respeito, desde o canto na celebração da missa, passando pela preparação de melodias para os textos em vernáculo, depois a música para instrumental, o Canto no Ofício, etc etc.

O assunto levar-nos-ia ainda a três ou quatro intervenções de São João Paulo II, a uma célebre conferência do Cardeal Ratzinger (mais tarde Papa Bento XVI) em 1985, a uma Nota Pastoral dos nossos bispos por ocasião do Ano Europeu da Música (em novembro de 1985).

E o nosso Papa Francisco, por mais de uma vez, tem insistido que a Música Sacra e Canto Litúrgico devem estar plenamente inculturados nas linguagens artísticas atuais.

Quais os compositores que mais ouve e, desses, que obras prefere?

J.S. Bach é incontornável. Oiço com frequência, por exemplo, a Cantata do Café, cuja ária Hat man nicht mit seinen kindern fez parte do programa do meu exame do Curso Superior de Canto de Concerto, e foi uma das provas de acesso ao Coro Gulbenkian, em novembro de 1974; a Missa em Si m, cujas árias de baixo cantei; e a Paixão Segundo S. João, em que interpretei o papel de Jesus, no Porto, em abril de 1977, quando ainda estagiava em Paris…
Haëndel (O Messias, e Música Aquática); Beethoven (Sinfonias 3, 6 e 9) e a ópera Fidelio, cujo papel de Rocco desempenhei em junho de 1986; Mozart (o Requiem que, enquanto membro do Coro Gulbenkian, cantei no Coliseu em 1975, com gravação para a Erato; a Sinfonia nº 40, etc etc); Haydn (A criação, a Missa de Santa Cecília e a Sinfonia Concertante); Bizet (Carmen); Bramhs (Um Requiem Alemão);Rossini (Stabat Mater); Tchaickowsky (Romeu e Julieta e Francesa da Rimini; Dvorak (Sinfonia nº 9, O Novo mundo); Ravel (Bolero); Rodrigo (Concerto de Aranjuez); Strauss (valsas); Elgar (Concerto para violoncelo).

E muito, muito mais, obviamente.

O que o levou a colecionar livros e discos?

Certamente, e de uma forma geral, o meu gosto pela música, a ligação à Igreja, o meu profissionalismo, a cultura. É claro que tudo se desenrola de acordo com as diversas etapas da vida:

a minha função de professor de Música (além de outras disciplinas) no seminário menor, após a minha formação, e o começo dos meus estudos no Conservatório;

a minha transição para a vida pastoral, durante 3 anos;

a minha ida para Lisboa para concluir o curso Superior, do Conservatório, e a minha curta passagem pela Fundação Gulbenkian;

o meu estágio de dois anos em Paris, concluído com 2 meses em Itália;

o começo e a continuação da minha carreira lírica no Teatro Nacional de São Carlos;

os 3 anos pós-São Carlos em que continuei a minha carreira;

o abraçar de novo projeto: “trabalhar” um coro inserido numa missão pastoral na Paróquia dos Anjos (Lisboa), a minha Paróquia, a partir de 1997 e, posteriormente, de 2003 a 2016, na capela do Palácio da Bemposta (Academia Militar);

e porque não dizê-lo, as minhas viagens de automóvel, algumas longas, nos anos 70 e daí para cá, para já não falar da minha própria casa…

Como vê, são muitas as etapas e as circunstâncias em que procurei estar sempre em dia e dentro das exigências das mesmas. Livros, discos, cassetes, CDs, DVDs eram verdadeiros instrumentos de trabalho, de cultura, de ocupação, de prazer…

Julgo ter sintetizado as razões da minha importante biblioteca e discoteca, das quais progressivamente e criteriosamente, me vou voluntariamente desfazendo.

Antes da sua formação académica no conservatório, que lugar tinha a música erudita no seu papel de formador no seminário?

Além de renovar completamente o repertório de cânticos religiosos que vinha de há longos anos (o que supunha rodear-me de bom material), comecei a interessar-me por vozes maravilhosas que os discos faziam chegar até nós (Mario Lanza, Luis Mariano, Alfredo Krauss etc, e por orquestras excecionais que nos traziam as mais belas melodias clássicas, canções famosas, música de filmes históricos…

Tive sempre a preocupação de partilhar com os meus jovens alunos algum desse maravilhoso mundo musical… Era importante para a educação da sua sensibilidade, dos seus gostos, da sua cultura.

Lembro-me, e muitos ex-alunos (quer do seminário, quer do ensino público) se recordarão de ter dado a ouvir, entre outras obras, uma pequena peça do compositor russo Alexander Borodine. Tratava-se de Nas estepes da Ásia Central. Era a caravana que surgia ao longe, a marcha dos camelos, a intensidade instrumental que “subia” a anunciar a chegada da caravana, a permanência no terreno, o retomar da marcha, os sons que se iam extinguido… até a caravana se perder de vista!… Era tudo tão belo, tão claro! Apaixonante!… O interesse era enorme. Os alunos começavam a compreender que a música tem um sentido, um conteúdo, uma intenção, uma finalidade, uma expressão!
O mesmo sucedeu com outras obras, como o Hino da Alegria, da IX Sinfonia de Beethoven! Etc etc.

Mas adverti-os sempre para que nada disto desviasse a atenção do essencial da sua formação!…

Em três palavras como se caracteriza a si mesmo?

Persistente! Perfecionista! Brioso!

Lisboa, 19 de março de 2018

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JOSÉ DE FREITAS NA COMUNICAÇÃO SOCIAL

Um barítono que é crítico de si próprio

Correio da Manhã, 28 de abril de 1986

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De padre a cantor principal de ópera no Teatro São Carlos

Diário de Notícias do Funchal, 11 de maio de 1986

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José de Freitas: de padre a cantor

Correio da Manhã, 02 de agosto de 1987

Francisco de Sá Noronha (1820-1881). Um músico português no espaço atlântico
Francisco de Sá Noronha (1820-1881)

Em Outubro de 2019, na Biblioteca Nacional de Portugal, teve lugar o lançamento do livro Francisco de Sá Noronha (1820-1881). Um músico português no espaço atlântico, da autoria de Luísa Cymbron.

O livro traça a biografia de um violinista e compositor cuja vida decorreu entre Portugal e o Brasil num arco de sessenta anos que abrange as décadas centrais do século XIX. Nascido em Viana do Castelo, Noronha morreu no Rio de Janeiro, tendo cruzado cinco vezes o oceano Atlântico.

Português, emigrante, deveu a sua afirmação artística ao meio teatral carioca, tendo aí habitado durante o reinado de D. Pedro II. Como violinista, viajou pelas Américas e regressou à Europa e a Portugal, onde era praticamente um desconhecido. Empenhou-se na tentativa de criar, desde o Rio, o projecto de uma ópera nacional.

Depois de 1860, Francisco de Sá Noronha fixou-se durante uma larga temporada entre Lisboa e Porto e lutou obstinadamente para conseguir levar as suas obras à cena nos teatros de ópera portugueses.

Foi casado com Juana Paula Manso, uma escritora argentina, pioneira na defesa dos direitos da mulher, da qual se separou passados cerca de dez anos, e aparentemente viveu o resto da sua vida sem família.

Os seus derradeiros sucessos foram operetas que logo caíram no esquecimento.

No prefácio, Rui Vieira Nery, que também apresentou a obra, explica-nos que o texto nos esclarece “sobre a tipologia formal do repertório instrumental de concerto e de salão, bem como dos vários géneros vocais da canção de câmara e do teatro musical.

Analisa em profundidade a apropriação e a manipulação pelo compositor, na sua obra, das convenções de composição da ópera italiana e da opereta francesa do seu tempo.

Aborda em termos particularmente lúcidos a problemática da criação de uma ópera nacional em língua portuguesa, tanto em Portugal como no Brasil, à luz das estratégias de construção de identidades nacionais características da ideologia romântica, mas também das lógicas de distinção cosmopolita que pressupunham a circulação e a partilha, mesmo que transformando-os localmente, dos modelos de escrita emanados dos grandes centros de referência da vida musical europeia. […]

E consegue fazer tudo isto com uma narrativa cativante, uma linha de raciocínio clara e articulada, uma fundamentação rigorosa mas sem impedir a legibilidade da escrita, e, além do mais, com um suporte iconográfico de uma riqueza e uma diversidade impressionantes, permitindo ao leitor o contacto visual directo, não só com os retratos dos personagens e as imagens dos lugares do enredo, mas igualmente com uma documentação gráfica preciosa.”

Texto facultado por Luísa Cymbron, publicado na Meloteca a 15 de novembro de 2020

O velho Teatro de S. João (1789-1908). Teatro e música no Porto do longo século XIX
O velho Teatro de S. João (1789-1908). Teatro e música no Porto do longo século XIX

No dia 7 de Novembro de 2020, no Teatro Nacional São João, Porto, teve lugar o lançamento do livro O velho Teatro de S. João (1789-1908). Teatro e música no Porto do longo século XIX, um volume coordenado por Luísa Cymbron e Ana Isabel Vasconcelos que conta com a participação de musicólogos, historiadores de teatro e um arquitecto.

Inaugurado em finais de setecentos, o Teatro de S. João foi o principal espaço teatral da cidade e do Norte do país durante todo o século XIX. Como muitos outros teatros desse período construídos por iniciativa privada, era a “menina dos olhos” da sociedade urbana e, por isso, emerge na obra de vários escritores, uns mais emblemáticos, como Camilo Castelo Branco ou Júlio Dinis, outros mais desconhecidos, como Júlio Lourenço Pinto.

Pelo seu palco passaram espetáculos de ópera e teatro declamado, mas também concertos, zarzuela e opereta, bailado e espetáculos de variedades, numa miscelânea de géneros dramáticos e musicais.

Todas essas experiências dramatúrgicas e sonoras tiveram um impacto considerável na vida e no imaginário cultural de várias gerações de habitantes da cidade e da região. Todavia, mais de 110 anos passados sobre o incêndio de 1908, não existia uma publicação que documentasse de forma abrangente e transversal as actividades que este teatro proporcionou.

Na génese do livro, está um puzzle de investigações parcelares sobre o S. João, não se tendo ainda conseguido ajustar todas as peças de forma a proporcionar um panorama integral desse passado. Não se pretendeu, assim, escrever uma história deste teatro e de tudo o que nele teve lugar. O que propomos é apenas – e pragmaticamente – um conjunto de olhares sobre aspectos da vida do teatro, procurando, através deles, resgatar a sua história do esquecimento a que tem sido votada.

Perante a «modernidade líquida» que o presente nos oferece, com a sua consequente imediatez, pretendeu-se, por ora, promover uma reflexão interdisciplinar e cientificamente actualizada que, partindo do velho Teatro de S. João, ajude a contribuir para reposicionar a cultura teatral e as artes do espectáculo na vanguarda da nossa consciência histórica.

Texto facultado por Luísa Cymbron, publicado na Meloteca a 15 de novembro de 2020

[ Porto e a sua música ]
Orquestra da Universidade do Minho
DISSERTAÇÕES DE MESTRADO / RELATÓRIOS DE ESTÁGIO

Ensino da Música na Universidade do Minho (Portugal)

A “audiação” no desenvolvimento da criatividade na aprendizagem do saxofone / José Carlos Pinto Ribeiro 2015. Consulte AQUI.

A abordagem de técnicas estendidas no contexto do Ensemble de Flauta Transversal / João Daniel Magalhães Ferreira 2017. Consulte AQUI.

A abordagem pedagógica de Paul Harris no ensino do Clarinete numa escola do ensino artístico especializado da música / Alcina da Conceição Silva de Azevedo 2015. Consulte AQUI.

A Aplicabilidade Pedagógica do Canto no ensino do Violoncelo / André Nogueira Carriço 2015. Consulte AQUI.

A aplicação da técnica de buzzing no processo de ensino/aprendizagem do trombone / Bruno Ricardo Rodrigues Fernandes 2017. Consulte AQUI.

A aprendizagem das Ciências Musicais: estratégias potenciadoras do estudo autónomo dos alunos / Pedro Manuel Coutinho Lopes 2018. Consulte AQUI.

A Aprendizagem Instrumental Fora do Contexto da Partitura – Benefícios de um Maior Domínio da Escala do Violino / Sílvia Dorina Csigó Martins 2018. Consulte AQUI.

A aula como viagem: o património local no ensino das Ciências Musicais / Joel Luís Vilarinho de Barros Zão 2018. Consulte AQUI.

A aula de orquestra como laboratório para a criatividade / Carina Raquel Trindade de Albuquerque 2015. Consulte AQUI.

A Concentração na Prática Instrumental do Piano – métodos e estratégias de apoio ao estudo / Natália Sofia Varela Ferreira 2015. Consulte AQUI.

A Construção da Técnica Elementar de Viola d’arco no Ensino Especializado da Música / Emídio António Moreira Carvalho Ribeiro 2017. Consulte AQUI.

A coordenação motora bimanual no processo de ensino-aprendizagem da guitarra clássica. Estratégias para resolução de problemas técnicos e musicais / Rafael Rodrigues Centeio 2019. Consulte AQUI.

A criação e interpretação de personagem como veículo de expressão musical e consolidação da técnica violinística / Mara Alina Andrade Lopes Figueiredo da Silva 2016. Consulte AQUI.

A dança contemporânea como atividade artística complementar no ensino instrumental de guitarra / David José Lopes Ramalho 2017. Consulte AQUI.

A disciplina de Classe de conjunto no regime de Iniciação: Contributo para o repertório da orquestra de sopros / Jorge Dinis Ribeiro Fernandes 2017. Consulte AQUI.

A disciplina de Música de Câmara do 3º Grau: Construção partilhada de um portefólio de sugestões didáticas / Eva Sofia Ferreira Neiva 2013. Consulte AQUI.

A escola do século XXI – Monitorização do estudo do violino através das Novas Tecnologias / Dora Isabel Correia Durães 2017. Consulte AQUI.

A exemplificação instrumental como ferramenta de motivação nas aulas de contrabaixo no ensino especializado da música / Ana Raquel Marcos Quintas 2019.

A fixação articular como ferramenta para uma aprendizagem mais eficiente e eficaz no violino / Sara Emanuel dos Santos Nunes 2019. Consulte AQUI.

A Fonética Portuguesa na Articulação da Flauta Transversal / Fátima Alexandra Barbosa Seabra 2018. Consulte AQUI.

A gravação audiovisual como estratégia pedagógica no ensino de piano em contexto de sala de aula / Maria de Menezes Falcão Gomes Marques 2017. Consulte AQUI.

A Imagem como Recurso Pedagógico para o Ensino das Ciências Musicais / Leandro Vieira Monteiro 2016. Consulte AQUI.

A implementação do conceito Solkattu nas aulas de flauta transversal / Liliana Patrícia Rodrigues Gonçalves 2019.

A importância da aprendizagem da bateria na evolução técnica e musical de um percussionista / Bruno Alexandre Machado Reis 2018. Consulte AQUI.

A importância da aprendizagem de escalas no estudo da flauta transversal / Andreia Filipa Fernandes Soares 2016. Consulte AQUI.

A importância da definição de objetivos na aprendizagem do violino / Joaquim Aníbal Rego da Cruz Pimenta Pereira 2019. Consulte AQUI.

A importância da embocadura na aprendizagem da trompete e a sua influência na motivação discente / Pedro Celestino Fernandes Faria 2017. Consulte AQUI.

A importância da embocadura no ensino- aprendizagem da Tuba / José Romeu Barbosa da Silva 2017. Consulte AQUI.

A importância da Improvisação e o seu papel na formação de jovens músicos: contexto de Formação Musical e História da Cultura e das Artes / Diana Ribeiro da Costa 2015. Consulte AQUI.

A importância da prática performativa na pedagogia do canto no ensino artístico especializado / Ana Paula Fiúza Baptista de Matos 2017. Consulte AQUI.

A importância da relação professor/aluno / Ana Rita Von Doellinger Magalhães no ensino do Instrumento 2017. Consulte AQUI.

A importância da rotina diária no ensino especializado de trompete / André Fernando Alves da Rocha 2016. Consulte AQUI.

A Importância de uma Embocadura Eficiente no Processo de Ensino-Aprendizagem da Trompete / André Miguel Costa da Silva 2017. Consulte AQUI.

A importância do Coro de Pais como potenciador do sucesso escolar no contexto do Ensino Vocacional / Cosme Alberto Macedo Carneiro da Silva Campinho 2015. Consulte AQUI.

A importância do movimento e gesto corporal na performance musical em alunos de saxofone do Ensino Secundário / Luís Miguel Moreira Martins dos Reis Coelho 2018. Consulte AQUI.

A importância dos materiais didáticos no ensino das Ciências Musicais / Mónica Paula Fernandes Teixeira 2016. Consulte AQUI.

A importância dos meios digitais no desenvolvimento do estudo individual do Clarinete: O contributo dos mesmos como fator potenciador da motivação e elemento de autoavaliação dos discentes / Patrick Daniel Tavares Monteiro 2016. Consulte AQUI.

A improvisação aplicada como estratégia pedagógica no estudo da guitarra / Sérgio Andrade Gonçalves 2013. Consulte AQUI.

A Improvisação como Ferramenta Pedagógica no Ensino da Trompa nos 1º e 2º Ciclos / André Ferreira Maximino 2018. Aceda AQUI.

A improvisação na otimização da aprendizagem do saxofone no ensino especializado da música / Ana Margarida Leite de Faria 2016. Aceda AQUI.

A inclusão dos instrumentos da música tradicional nos conteúdos programáticos do ensino vocacional da percussão / Cláudio Gomes Miranda 2018. Consulte AQUI.

A Influência da Música Portuguesa no Ensino do Trombone / Luís Miguel Tavares de Almeida 2017. Consulte AQUI.

A Influência da Postura Corporal na Performance do Trombone em alunos do 3º Ciclo e Secundário / Ricardo André Gomes Pereira 2013. Consulte AQUI.

A influência do Gesto na Obtenção de Dinâmicas e Articulações nos Instrumentos de Percussão / António Henriques Magalhães Novais 2019

A influência positiva do envolvimento familiar no ensino do Fagote / Sandra Gonçalves Ochoa 2015. Consulte AQUI.

A Interdisciplinaridade no Ensino Vocacional de Música: Aprendizagem musical centrada no instrumento musical / Liliana Simões de Oliveira Magalhães 2014. Consulte AQUI.

A memorização musical para o desenvolvimento de competências de aprendizagem do trompete / Sérgio Filipe Rocha Pereira.

A memorização na aprendizagem da flauta transversal: uma compilação de estratégias de memorização segundo diferentes fases de aprendizagem do instrumento / Vera Lúcia Ferreira da Silva 2016. Consulte AQUI.

A Metáfora e a Imagética: um contributo para a expressividade musical no ensino do violino / Ana Filipa Alves Costa 2016. Consulte AQUI.

A Música Contemporânea de Vanguarda como Fator de Motivação no Ensino-Aprendizagem do Trombone / Luís Filipe Brandão Campos 2015. Consulte AQUI.

A Música Contemporânea para Clarinete Solo como meio de desenvolvimento de Competências Musicais na Aprendizagem do Clarinete no Ensino Secundário Especializado / Frederic da Silva Cardoso 2017. Consulte AQUI.

A Música Portuguesa no Ensino das Ciências Musicais e da Formação Musical / Sónia Maria Guimarães Marques 2014. Consulte AQUI.

A Música Tradicional Portuguesa no ensino vocacional / Mariana Freitas da Silva 2013. Consulte AQUI.

A otimização da leitura à primeira vista na disciplina de Classes de conjunto – Coro / Ernesto José Meireles Clemente 2017. Consulte AQUI.

A otimização da respiração na aprendizagem da trompa no ensino especializado de música / Filipe Luís Bernardo 2016. Consulte AQUI.

A Otimização da Respiração na Aprendizagem da Trompete / Henrique Nuno Silva de Azevedo 2014. Consulte AQUI.

A participação dos pais na vida escolar do aluno no ensino vocacional de música / Tiago Manuel Magalhães Ferreira 2015. Consulte AQUI.

A prática de excertos orquestrais como contributo para o desenvolvimento da leitura à primeira vista na aprendizagem de violino no Ensino Especializado da Música / Mariana Vidal Barros 2017. Consulte AQUI.

A prática do vibrato como recurso técnico e expressivo a partir dos primeiros anos de aprendizagem da guitarra clássica / Luís Miguel Silva Leite 2019. Consulte AQUI.

A preparação para a performance no ensino especializado de música: ansiedade, motivação e estratégias de estudo na aprendizagem do oboé / Daniela Marisa da Silva Pinhel 2017. Consulte AQUI.

A prevenção de lesões músculoesqueléticas na aprendizagem do saxofone no ensino especializado de música / Hugo Miguel Vieira Pinto Leite 2018. Consulte AQUI.

A prevenção de Lesões por Esforço Repetitivo (LER) nas aulas de saxofone / Juliana Azevedo Moreira 2015. Consulte AQUI.

A relação entre a postura e performance na aprendizagem do clarinete e em grupos de música de câmara / Inês Carolina Ramos Afonso 2019. Consulte AQUI.

A relevância do play along no acompanhamento pedagógico do trompete / Rui Miguel Vidal Tavares 2020

A respiração na prática do ensino da Flauta Transversal / Sofia Marlene Pereira do Rego 2017. Consulte AQUI.

A série de harmónicos e a mão direita na aprendizagem da Trompa no ensino especializado de música / Maria Helena Alves Costa 2018. Consulte AQUI.

A Técnica ao serviço da Performance – Aplicação de exercícios no estudo individual em prol da melhoria da execução técnica e performativa dos alunos de piano do 2º e 3º ciclo / Bárbara Dias Luís 2019

A tecnologia educativa ao serviço do estudo do piano: Estratégias para uma assimilação mais eficaz do texto musical / Luís Carlos Ferreira Cardoso Arede 2019. Consulte AQUI.

A voz cantada no ensino especializado de música / Sónia Alexandra Ferreira Macedo Gonçalves 2017. Consulte AQUI.

Acontecimentos significativos na aprendizagem do Violino. Um estudo exploratório em contexto pedagógico / Joana Luísa Gouveia da Costa 2018. Consulte AQUI.

Adaptação do método Colourstrings ao ensino da trompa / Paula Sofia Midão Teixeira 2020

Afinação como meio de uma vivência musical afetiva e efetiva. Os exercícios melódicos e harmónicos como base para o seu desenvolvimento nas aulas de Formação Musical / Iryna Horbatyuk 2019

Afinação: Estratégias para a obtenção de melhores resultados no estudo do fagote / Décio Bruno Nunes Escórcio 2019. Consulte AQUI.

Análise Musical na Formação do Jovem Músico: componente exclusiva da disciplina de Análise e Técnicas de Composição? / Andreia Cristina Soares da Silva 2018. Consulte AQUI.

Análise teórico-prática da partitura no ensino especializado da guitarra /José Pedro Costa Brandão 2018. Consulte AQUI.

Ansiedade na performance em crianças e adolescentes: Algumas estratégias pedagógicas de autocontrolo / Joana Mafalda Peixoto Araújo 2013. Aceda AQUI.

Aplicação de conceitos de “Audiação” na aprendizagem do Trombone / José Rafael Carvalho Badajós 2018. Consulte AQUI.

Aplicación de metodologías del deporte com balón en el aprendizaje de la percusión: Fútbol Sala y Percusión / Marta Rodríguez Figueiredo 2016. Consulte AQUI.

Aprendizagem contextual. Impacto motivacional de atividades musicais extracurriculares em alunos de Guitarra de um Conservatório de música / Marco Paulo Duarte Ferreira 2015. Consulte AQUI.

As atividades extracurriculares como fator de motivação na aprendizagem do instrumento / André Miguel Pereira Vieira 2014. Aceda AQUI.

As Canções Populares como contributo para o repertório de Iniciação ao Violino / Amaia Perez Eizaguirre 2014. Consulte AQUI.

As canções populares no 1º e 2º ciclos: A aplicação do Gradual de Iniciação para Trompete dos Professores Vasco Faria e Vítor Faria no Conservatório Bomfim / Telmo José Araújo Sousa 2019. Consulte AQUI.

As danças de salão brasileiras como base para exercícios de desenvolvimento técnico e interpretativo no ensino de piano / Catarina Dias Real de Oliveira 2019

As Estratégias de Estudo na Otimização da Aprendizagem de Clarinete no Ensino Vocacional de Música / Daniela Filipa Miranda Costa 2014. Consulte AQUI.

As novas tecnologias no ensino artístico especializado. Implicações na organização e estruturação do estudo da viola de arco / Bárbara Maria Falcão Peixoto Ribeiro 2016. Consulte AQUI.

As referências extramusicais portuguesas no ensino de piano: uma abordagem contextualizada de repertório contemporâneo português / Isabel Antunes Romero 2019

Aspetos técnicos de Flexibilidade na Trompa: uma proposta para a melhoria da performance musical dos alunos do ensino básico / Nelson Miguel Oliveira da Silva 2018. Consulte AQUI.

Aspetos técnicos e musicais subentendidos na prática violinística. A inclusão tácita de recursos gestuais e fisiológicos no ensino do instrumento / Ana Beatriz Veloso Cardona 2017. Consulte AQUI.

Associação da cor à notação musical tradicional: Efeitos na leitura e na compreensão musical global /Bárbara Serrano de Freitas 2019. Consulte AQUI.

Audição Musical Orientada: aplicação de estratégias pedagógicas de audição para uma compreensão musical mais significativa / João Pontes de Araújo 2015. Consulte AQUI.

Benefícios de um estudo variado para alunos de clarinete: flexibilização do trabalho de bases / David Emanuel Marinho Ferreira 2019

Compêndio do Clarinete: Um contributo para a sistematização dos recursos técnicos e expressivos no nível secundário do ensino vocacional / Paulo Ricardo Sampaio Martins 2015. Consulte AQUI.

Compilação de exercícios e estratégias, com guia para consolidação dos aspetos técnicos no ensino da flauta transversal / Luís Miguel Pontes Sousa 2019

Contributos do repertório multicultural para performance coral / Isabel Alexandra da Costa Soares Ribeiro 2019

Contributos para uma Etnopedagogia Musical / Hugo Manuel Soares de Brito 2013. Consulte AQUI.

Desenvolvimento da expressividade musical em alunos de Flauta Transversal / Milene Vera Mondim Tomaz 2018. Consulte AQUI.

Desenvolvimento da gramática tonal na aula de guitarra clássica através da improvisação / Tiago Morais Ribeiro de Sousa 2015. Consulte AQUI.

Diário – o aquecimento como contributo para o estudo e performance no ensino da Flauta Transversal / Joana Isabel Dias Miranda Guia 2015. Consulte AQUI.

Do repertório para a escala – estratégias criativas de ensino-aprendizagem de escalas e arpejos no ensino de piano / Nuno André Ferreira Pinheiro Areia 2019

Eficácia do aquecimento vocal na prática coral / António Fernando Rodrigues Oliveira 2018. Consulte AQUI.

El trabajo de la memoria en el piano: Estudio de pasajes en contextos determinados / Jorge Hernández Vidal 2016. Consulte AQUI.

Embocadura, Respiração e Articulação, princípios fundamentais para o estudo do clarinete / Nuno Ricardo da Cruz Teixeira 2018. Consulte AQUI.

Ensino coletivo de violino: a escolha do repertório como fator motivacional na aprendizagem do instrumento /Ana Filipa da Costa Abreu 2013. Consulte AQUI.

Entre o sopro e o som: Estratégias de desenvolvimento do pensamento musical segundo Arnold Jacobs / João Daniel Rebelo Fonseca 2017. Consulte AQUI.

Estratégias audiovisuais para o desenvolvimento da memorização com alunos de viola d’arco / Ana Luzia Lapo Franco 2016. Consulte AQUI.

Estratégias de Consciencialização do Estudo em Violino / Ricardo Filipe Dias Antunes 2013. Consulte AQUI.

Estratégias de ensino-aprendizagem de obras musicais com e sem recurso à partitura. Vantagens e desvantagens / Tiago Emanuel de Oliveira Sampaio 2015. Consulte AQUI.

Estratégias de leitura à primeira vista no ensino de piano em grupo / Sara Cristina Veloso Vilaça 2015. Consulte AQUI.

Estratégias de motivação e aprendizagem no ensino da História da Música: o papel da Iconografia Musical / José Manuel Oliveira Marques 2016. Consulte AQUI.

Estratégias didático-pedagógicas para resolução de problemas da técnica do arco aplicadas a jovens violetistas / Francisca Maria da Costa Moreira 2015. Consulte AQUI.

Estratégias e Práticas do Ensino de Mudanças de Posição no Violino / Eduardo Neves de Sousa 2017. Consulte AQUI.

Estratégias para a resolução de passagens musicais problemáticas no ensino especializado da Guitarra Clássica / Flávia de Freitas Oliveira 2018. Consulte AQUI.

Estratégias para desenvolver a velocidade de execução na guitarra desde os primeiros anos de estudo / António Oliveira Lopes 2019. Consulte AQUI.

Estratégias para o desenvolvimento da perceção auditiva na performance dos alunos de piano / Teresa Berenice Dores Fernandes 2018. Consulte AQUI.

Estratégias pedagógicas na aprendizagem da emissão de som no clarinete – respiração, material e metodologias de estudo / Hélder António Ferreira Lopes Barbosa 2015. Consulte AQUI. Exemplar 1/2 Exemplar 2/2

Estudo de Excertos Orquestrais como Ferramenta no Ensino de Flauta Transversal no 2º Ciclo do Ensino Básico / Susana Regina Azevedo Moreira 2018. Consulte AQUI.

Estudo de padrões de digitação de escalas. Uma estratégia para promover o domínio do diapasão da guitarra clássica no ensino artístico especializado / André Pires Morais da Costa 2016. Consulte AQUI.

Estudo mental no ensino do piano – implementação de estratégias no contexto de sala de aula no segundo ciclo do ensino básico / João Miguel Moreira e Silva 2019

Exercícios benéficos para a rotina performativa de um violoncelista / Paulo Pedro Pereira Dias Vasques Cepêda 2016. Consulte AQUI.

Exploração de funções sociais da música nas aulas de Saxofone e de Música de conjunto / Sílvia Madalena de Brito Ferreira Gonçalves 2018. Consulte AQUI.

Finalidades do Estudo de um Instrumento Musical Intervenção pedagógica com recurso a estratégias no ensino do violino para desenvolver a atenção seletiva / Joana Rebelo de Pinho 2015. Consulte AQUI.

Harmonia e Melodia: “duas faces da mesma moeda”; A linguagem musical na prática de guitarra clássica / David Louro Ribeiro 2016. Consulte AQUI.

Inclusão de compositores portugueses como fator de motivação no estudo básico do piano / Giosuè De Vincenti 2015. Consulte AQUI. Exemplar 1/2 Exemplar 2/2

Iniciação ao estudo da trompa – Ferramentas pedagógicas para a formação do trompista / Nuno Tiago Fernandes 2019. Consulte AQUI.

Introdução à música contemporânea no ensino vocacional de clarinete / Fábio Carvalho Meneses 2016. Consulte AQUI.

Jogos de improvisação como estratégia para a aquisição de competências técnicas e musicais na aprendizagem da percussão / Paulo Alexandre Pereira da Costa 2016. Consulte AQUI.

Jogos digitais no ensino: criação e implementação nas disciplinas de História da Música e Formação Musical / António Sérgio Fortuna Castro Canaveira do Vale 2019

La búsqueda de la expresividad en el piano: estrategias para estimular la musicalidad / Natalia Outón Gestido 2017. Consulte AQUI.

Leitura à primeira vista – componente imprescindível para o estudo bem-sucedido do piano / Filipa Gomes Figueiredo de Andrade 2014. Consulte AQUI.

Leituras Solfejadas: a escolha de excertos do repertório instrumental como estratégia de motivação / Analisa Almeida de Sousa Correia 2017. Consulte AQUI.

Linguagem corporal como recurso no ensino especializado do clarinete / Rui Jorge do Nascimento Lopes 2017. Consulte AQUI.

Memorização de uma Fuga do Cravo Bem Temperado de J.S.Bach – aplicação pedagógica de estratégias de memorização em alunos de piano do ensino vocacional / Vera Maria Seco Afonso da Fonte 2013. Consulte AQUI.

Motivação: Uma ferramenta para a aprendizagem / Ricardo Daniel Caló Santos 2015. Consulte AQUI.

Música e dança na era barroca – perspetivas da sua aplicabilidade no Ensino das Ciências Musicais / Carla Sofia Magalhães Moreira Sabino 2018. Consulte AQUI.

Música e Património no contexto da aprendizagem das Ciências Musicais / Ivânia Sofia Santos Esteves 2016. Consulte AQUI.

Música para marimba de Ney Rosauro como potenciador de aprendizagem para alunos do 1º ciclo ao secundário / Marília Belelli Barbosa 2016. Consulte AQUI.

O Aquecimento Direcionado como Ferramenta Pedagógica no Ensino do Contrabaixo / Cristiana de Sousa Gonçalves 2015. Consulte AQUI.

O cancioneiro musical português no Ensino das Ciências Musicais / Gerson Fábio Rodrigues Silva http://hdl.handle.net/1822/41303 2015. Consulte AQUI.

O Canto como ferramenta pedagógica no ensino/aprendizagem de Oboé no ensino especializado de Música / Joana Marisa Carvalho Moreira 2017. Consulte AQUI.

O Canto coral a capella no desenvolvimento da acuidade auditiva no ensino especializado de música / Emanuel Ferreira Soares da Silva 2017. Consulte AQUI.

O Cinema como Estratégia de Motivação e Aprendizagem no Ensino das Ciências Musicais e Formação Musical / Victor Thadeu Reis Oliveira 2016. Consulte AQUI.

O contributo da Técnica Alexander para a aprendizagem do violino no ensino especializado de música / Ana Marisa Rodrigues Teixeira 2019

O Contributo do Coaching para o Desenvolvimento do Aluno de Flauta Transversal / Raquel Sofia Duarte da Silva 2018. Consulte AQUI.

O coro infantil na escola vocacional: contributo para uma seleção informada e alargamento de repertório / Cíntia Andreia Alves Pereira 2017. Consulte AQUI.

O Desenvolvimento da Articulação no Ensino-Aprendizagem do Saxofone / Ana Carolina Lobo Correia 2016. Consulte AQUI.

O desenvolvimento da autonomia do estudante de Guitarra através da experimentação lúdica nas primeiras fases da aprendizagem / Eduardo Daniel Martins Baltar Soares 2013. Consulte AQUI.

O desenvolvimento da criatividade em contexto de mini-grupo: sugestões pedagógicas para o ensino do saxofone / Eugénia Filipa Ribeiro Martins 2013. Consulte AQUI.

O desenvolvimento de competências criativas do professor de Música de conjunto / Vera Fernandes Duque 2016. Consulte AQUI.

O desenvolvimento de hábitos positivos no processo de ensino-aprendizagem do violino: exercícios de relaxamento / Vera Lúcia Carvalho Lima Ferreira 2017. Consulte AQUI.

O Ensino das Ciências Musicais e a Retórica: Discurso Musical no Período Barroco / Paulo Jorge Miranda Araújo 2016. Consulte AQUI.

O Envolvimento Parental como Estratégia Pedagógica no Ensino Especializado de Música – um estudo com alunos de Contrabaixo / Nuno Jorge Pinto Guimarães Ribeiro Campos 2015. Consulte AQUI.

O envolvimento parental na otimização da aprendizagem da trompete no ensino especializado / Pedro Manuel Castro Silva 2017. Consulte AQUI.

O Flautim na iniciação à aprendizagem da Flauta Transversal / Elsa Daniela Ferreira da Costa 2019

O gosto como fator motivacional nos primeiros anos de estudo de violino / Alexandre Barbosa Ferreira / 2015. Consulte AQUI.

O Mindfulness na prática Guitarrística / João Paulo Santos Lopes 2020

O movimento corporal como ferramenta pedagógica nas aulas de Classe conjunto – Coro / Paula Cristina do Monte Santa Marinha 2018. Consulte AQUI.

O Multiculturalismo no Ensino Especializado da Música / César Filipe Mendonça Freitas 2017. Consulte AQUI.

O papel da aprendizagem cooperativa na disciplina de Música de Câmara: contributo para a definição de estratégias pedagógicas / Patrícia Fernandes Pires 2018. Consulte AQUI.

O papel da exemplificação instrumental pelo professor nas aulas de oboé / Luís Filipe Carneiro Gomes Alves 2016. Consulte AQUI.

O Papel da Memória na Aprendizagem das Ciências Musicais / Eduardo Miguel Fraguito Gomes Canelas 2017. Consulte AQUI.

O papel do Encarregado de Educação na autorregulação do aluno no contexto do ensino da viola d’arco / Ângela Raquel Machado Teles 2015. Consulte AQUI.

O papel dos pais na motivação para o estudo/aprendizagem do violino / Vânia Sofia Oliveira Fontão 2015. Consulte AQUI.

O Património Musical Bracarense no Currículo das Disciplinas de História da Música, Organologia e Formação Musical / Ana Rita Fernandes Campos 2014. Consulte AQUI.

O Potencial Pedagógico da Improvisação (Jazz) no processo Ensino/Aprendizagem da Trompete / António José Pacheco Ribeiro 2015. Consulte AQUI.

O repertório Erudito Contemporâneo no Ensino Especializado de Música: Programas Curriculares e Práticas Pedagógicas na Disciplina de Violino / Diogo Camelo Costa 2019

O repertório para Cordofones Dedilhados como Fonte de Aprendizagem no Ensino das Ciências Musicais / David Emanuel Guedes Rodrigues 2016. Consulte AQUI.

O trabalho auditivo na aula de saxofone: Estratégias de abordagem ao repertório / Andreia Carina Monteiro Mendes 2018. Consulte AQUI.

O Trabalho instrumental no estudo individual de violino do ensino básico: uma proposta de metodologia / Eliana Teresa Azevedo de Magalhães 2013. Consulte AQUI.

O uso de efeitos sonoros como estímulo no ensino do contrabaixo / Paulo Jorge Novo Boaventura 2018. Consulte AQUI.

O uso dos meios tecnológicos no ensino da trompa / Henrique Veríssimo Saleiro Torres 2015. Consulte AQUI.

O vibrato no saxofone – estratégias para a sua aprendizagem no ensino especializado de música / Miriam Aneiros Muiño 2019

Operacionalização do Processo de Raciocínio no estudo para o Desenvolvimento Técnico do Violino / Christelle Veiga do Vale 2015. Consulte AQUI.

Organização do tempo do estudo musical: Sugestões pedagógicas para a gestão do tempo do estudo individual do oboé / Jorge Gonçalo Vieira Patrão 2015. Consulte AQUI.

Os Concursos de Saxofone como reforço da motivação no estudo diário do aluno / Pedro Miguel da Silva Melo 2019

Os efeitos da ansiedade na performance dos alunos de fagote / Tiago Manuel da Silva Rodrigues 2017. Consulte AQUI.

Os princípios da Técnica Alexander no ensino instrumental de Contrabaixo / João Francisco de Magalhães e Silva Gonçalves 2018. Consulte AQUI.

Os Processos Criativos na aprendizagem da técnica do Violoncelo no Ensino Vocacional de Música / Adriana Amélia Pombal Dantas Esteves 2015. Consulte AQUI.

Otimização do Bouché e do Trilo na Trompa no Ensino Especializado de Música / Pedro Miguel Pereira Fernandes 2017. Consulte AQUI.

Otimização do estudo inicial do oboé: A procura da motivação / Sofia Alexandra Mendes Martins de Brito 2015. Consulte AQUI.

Otimização dos registos de grave e agudo na aprendizagem da trompa no ensino vocacional especializado de música / Nuno Leandro Dias da Silva 2017. Consulte AQUI.

Palhetas Simples: Técnicas de Manutenção para Aplicação na Interpretação e Pedagogia do Clarinete / Cátia Rosana Marinho Mendes 2015. Consulte AQUI.

Performance musical: Melhor com recurso à partitura? / Daniel Joaquim Ferreira Lemos 2015. Consulte AQUI.

Postura corporal en la interpretación y aprendizaje del clarinete en la enseñanza vocacional de la música / Adriana Carrera Carrera 2016. Consulte AQUI.

Postura e relaxamento: influência e importância na prática da trompa / Rui Emanuel Sampaio Martins 2016. Consulte AQUI.

Prática composicional no ensino da Guitarra clássica: Uma articulação pertinente? / André Daniel Marques Castilho de Matos Lopes 2015. Consulte AQUI.

Promoção da acuidade auditiva no Estudo Individual de Viola d’Arco: um estudo exploratório com base na audição interna / Carla Daniela da Costa Ferreira Marques 2015. Consulte AQUI.

Recursos mnemotécnicos na aula de Flauta Transversal / Maria Salomé Ramos Ferreira 2017. Consulte AQUI.

Reflexão crítica sobre um percurso profissional de ensino de piano nas Academias de Música de Barcelos e Guimarães nos anos 2003 – 2013. Relatório de Actividade Profissional / Ana Raquel Gomes da Rosa 2013. Consulte AQUI.

Reflexão e auto-regulação no processo de ensino-aprendizagem da guitarra / Ana Rita Rodrigues Gouveia Barbosa 2017. Consulte AQUI.

Relatório de Actividade Profissional / Cecilia Marga Siebrits 2018. Aceda AQUI.

Relatório de Actividade Profissional / Cidália de Fátima Rodrigues Fernandes 2013, Consulte AQUI.

Relatório de Actividade Profissional / Sara Maria Soares Cardoso 2013. Consulte AQUI.

Relatório de Actividade Profissional . Descrição e reflexão sobre um percurso profissional / Armando García 2015. Consulte AQUI.

Relatório de Actividade Profissional Música e Vida: Aprendizagem, Performance e Docência em Cuba e Portugal / Rafael Fernando Cutiño Dieguez 2015. Consulte AQUI.

Relatório de Actividade Profissional Percurso de Vida: A Formação Musical ao Encontro do Instrumentista / Mário de Jesus Fernandes da Cunha Bezerra 2017. Consulte AQUI.

Relatório de Actividade Profissional Percurso Profissional do Piano ao Cravo / Paula Alexandra Ribeiro da Silva Peixoto 2015. Consulte AQUI.

Relatório de Actividade Profissional Sons e silêncios duma vida / Rudesindo Soutelo Fernandez 2015. Consulte AQUI.

Relatório de Actividade Profissional Um Percurso Profissional / Vítor Manuel Ferreira da Silva Albuquerque 2013. Consulte AQUI.

Relaxamento, Correção Postural e Respiração na prática da Flauta Transversal: Aplicação de exercícios de Técnica de Alexander / Ricardo Manuel Teixeira de Pinho 2015. Consulte AQUI.

Relevância da Atividade Sensorial nos primeiros anos de aprendizagem do violino / Rúben Manuel da Silva 2016. Consulte AQUI.

repertório multi-estilístico para guitarra clássica no ensino especializado da música. Consequências da sua inclusão / Carlos Ferreira dos Santos David 2015. Aceda AQUI.

repertório Português para Violoncelo – Aplicabilidade Pedagógica no Ensino Básico / António José Aguiar da Silva Oliveira 2013. Consulte AQUI.

Respiração e articulação nos primórdios da aprendizagem. A sua importância para desenvolver uma técnica interpretativa eficaz / Rúben Dário Rêgo Henriques 2015. Consulte AQUI.

Respiração e Embocadura: Um contributo para o aperfeiçoamento na emissão e qualidade sonora no clarinete / Bruno Miguel Ferreira da Costa 2018. Consulte AQUI.

Seleção e Criação de Exercícios para a Resolução de Diferentes Problemas Técnicos no Contrabaixo / Ana Margarida Machado de Sousa 2017. Consulte AQUI.

Semanal do Trompinhas – Uma proposta de exercícios de aquecimento para a aprendizagem da trompa no ensino especializado de música até ao 2º Ciclo / Alfredo Moreira Macedo 2019

Soalhas, madeiras e metais. Os instrumentos complementares da Percussão nos Programas Curriculares / Duarte Nuno Aveiro dos Santos 2019

Técnica da Mão Esquerda: Uma Ajuda Essencial aos Alunos de Violoncelo do Ensino Básico / Ana Luísa Cadilhe Marques 2013. Consulte AQUI.

Técnicas de respiração na aprendizagem do clarinete no nível básico do ensino especializado da música /Tânia Sofia Capela Barbosa 2016. Aceda AQUI.

Teoria e Prática nas aulas de Formação Musical e História da Cultura e das Artes / Adriano Alberto Queirós de Macedo 2016. Consulte AQUI.

Um percurso profissional no Piano e na Música de Câmara no Ensino Especializado de Música em Portugal e em Itália / Francesca Serafini 2017. Consulte AQUI.

Uma abordagem da leitura à primeira vista na Guitarra Clássica / Tiago Manuel Carneiro Marques 2016. Consulte AQUI.

Uma abordagem jazzística ao currículo das Ciências Musicais no Conservatório de Música do Porto / César Miguel Gomes do Nascimento Oliveira 2018. Consulte AQUI.

Utilização de recursos áudio no ensino do trompete / Artur Miguel Lemos de Oliveira 2015. Consulte AQUI.

Valorização de práticas instrumentais em Formação / Flávio Ulisses Vasco Cardoso 2018. Consulte AQUI.

WikiScore: uma ferramenta tecnológica no ensino das Ciências Musicais / Teresa Augusta Carneiro Marinho 2013. Consulte AQUI.

Orquestra da Universidade do Minho

Orquestra da Universidade do Minho

[ Dados fornecidos pela Professora Doutora Elisa Lessa e publicados na Meloteca a 12 de novembro de 2020 ]