barítono José de Freitas

JOSÉ DE FREITAS

José de Freitas, de nome completo José Cirilo de Freitas Silva, nasceu na Madeira e foi padre da Congregação da Missão (Padres Vicentinos). Já depois de padre, estudou nos conservatórios do Porto e de Lisboa, onde concluiu o Curso Superior de Canto com excelente classificação. Em 1978 tornou-se artista residente do Teatro Nacional de São Carlos onde se estreou com Schaunard em La Bohème. Foi intérprete de importantes papéis de barítono e de baixo-barítono em Portugal e no estrangeiro. Foi também diretor de coros e compositor de cânticos litúrgicos.

ENTREVISTA

Qual foi o primeiro momento em que se lembra de ter tido consciência de que a música era importante para si?

O primeiro momento?! Preferiria falar de uma pequena série de momentos… Concretizando: No meu 5º ano do seminário (hoje 9º ano), cerca dos 16 anos, quando a chamada “mudança de voz” era já algo acentuada, o meu ilustre professor de música, Padre António Ferreira Telles, poucos dias após ter-me convidado para tocar harmónio em algumas cerimónias litúrgicas (ele era o harmonista oficial, obviamente) e pedir-me para, alternadamente com outro colega, iniciar os cânticos na liturgia (o equivalente a solista), veio falar comigo na véspera da festa do Padroeiro do seminário (S. José), e disse-me: “Confio muito em ti para “segurares” a 4ª voz na missa solene de amanhã.” Ora aí tem um “puzzle” com bastante significado na minha “consciência musical” de jovem seminarista…

Quais os professores que mais o influenciaram no tempo de seminário?

Vou referir-me apenas a professores de música, obviamente. Desde os primeiros anos, tive uma veneração especial por um ilustre mestre, muito “sui generis”, mas muito competente e sabedor: o Padre António Ferreira Telles, a que atrás aludi. Era excelente harmonista, compositor, ótimo harmonizador. O Pe. Fernando da Cunha Carvalho, felizmente ainda entre nós, também teve influência na minha orientação musical, e não só. Mas vou salientar, sem querer ser injusto para os atrás citados e porventura outros, o Pe. João Dias de Azevedo, que muito me ajudou sobretudo no harmónio e no órgão, no Seminário de Mafra, onde fiz o meu noviciado (1954-1956). Nesse período, cheguei a tocar órgão em algumas celebrações dominicais e festas na Basílica de Mafra… E, para completar os anos do seminário, não poderei omitir o Pe. Fernando Pinto dos Reis (1929-2010).

Depois de ir para o seminário e de ser padre, quando é que se apercebeu de que cantar era o mais importante na sua vida profissional?

Como disse, cedo me iniciei e fui crescendo na função de solista. Continuei-a ao longo de todo o curso, alternando-a com o múnus de harmonista. Terminado o curso, fui incumbido da disciplina de Música (além de outras), no seminário menor. O concílio do Vaticano II acabava de privilegiar o vernáculo na liturgia. Iniciei a renovação de todo o repertório vigente. Eu próprio dei largas a uma velha paixão e iniciei a composição de cânticos em português, incluindo o “ordinário” e o “próprio” da missa para determinadas solenidades, além de outros cânticos circunstanciais. Aconselhado por não poucos, matriculei-me no Conservatório do Porto. Canto? Composição? Duas paixões. Muito incitado e encorajado pela professora D. Isabel Mallaguerra, decidi-me mais seriamente pelo canto, sem descurar a composição musical.

Após o curso geral de canto no Conservatório do Porto, vim a concluir o Curso Superior no Conservatório Nacional com a professora D. Helena Pina Manique. Com o programa do exame do curso superior concluído com alta classificação, fui convidado para vários recitais em Lisboa e não só. Iniciei logo de seguida o curso de ópera com o professor Álvaro Benamor e D. Helena Pina Manique. Fui admitido no Coro Gulbenkian, onde estive durante alguns meses até seguir para Paris com uma bolsa de estudos.

O diretor do Teatro Nacional de São Carlos, Eng. João Paes, que já me ouvira no Conservatório, convidou-me para, temporariamente, interromper o estágio em Paris e vir a Lisboa preparar o desempenho de um importante papel numa ópera portuguesa. Bem sucedido, pediu-me para, após o estágio parisiense, seguir para Florença, afim de preparar, com o famoso Gino Bechi, o importantíssimo papel de primeiro barítono (Lord Enrico d’Ashthon) da ópera Lucia di Lamermoor, de Donizetti. Cantei esse papel em novembro de 1977, no Teatro Rivoli (Porto)…

Toda esta “bola de neve” a partir da conclusão do curso superior de canto em 1974, todo o incrível desencadear de situações até finais de 1977, todo o ano de 1977 sobretudo, tudo isso responde à sua pergunta… Parafraseando, em contraste, um fadista, diria: “Ser cantor não foi meu sonho, mas cantar foi o meu fado…”

Dos anos em que estudou Música e Canto, que professores tiveram uma influência mais decisiva?

Nos conservatórios do Porto e de Lisboa, tive a felicidade de ser orientado respetivamente pelas professoras D. Isabel Mallaguerra e D. Helena Pina Manique, e ainda, por algum tempo, pela D. Arminda Correia, sem esquecer o Prof. Álvaro Benamor (cena).

Em Paris, como olvidar o trabalho com a famoso baixo Huc-Santana e o não menos célebre barítono Gabriel Bacquier? Em Itália, e aqui em Portugal, Gino Bechi foi simplesmente precioso no trabalho vocal e cénico. Este famoso barítono, que também me honrava com a sua amizade, cantou nos anos 40, em todos os grandes palcos do mundo. A sua famosa “entrega” aos espetáculos e nos espetáculos, quer cenicamente mas sobretudo vocalmente, levou-o a tal desgaste que teve de terminar a sua carreira por volta dos 40 anos, precisamente com a idade com que eu comecei…

Foi difícil deixar de ser padre e optar pela carreira musical?

Quando, em finais dos anos 60, me matriculei no Conservatório do Porto, confesso que o meu sonho era dar uma componente artística à minha missão de padre.

Começaram a surgir, porém, situações que não deixaram de me ir perturbando. Alguma confusão começou a instalar-se nos meus horizontes… Estávamos em pleno pós-74… Sobretudo a partir de 1977, comecei a sentir-me ultrapassado pelos acontecimentos. Tinham de ser tomadas decisões… Não podia viver na ambiguidade!… Houve muitas dúvidas, muitas incertezas… O meu Padre Provincial de então propôs-me fazer as duas coisas: padre e cantor… Tudo se desenrolava vertiginosamente… Eram convites para concertos, para óperas, etc.
Cheguei mesmo a atuar durante não pouco tempo, estando ainda no exercício do ministério… Fui chegando à conclusão de que as duas funções não faziam grande sentido… Em finais de 1978, acabei por tomar a decisão: pedi para Roma a dispensa do exercício das ordens. Não tive resposta fácil. Demorou mais de dois anos. Pelo meio, um apelo a que repensasse…

Qual foi o papel da Igreja na sua vida musical?

Primeiramente, como é obvio, penso em todo o curso do seminário. Para além de todos os aspetos da formação, a música da Igreja, o canto gregoriano, ocupou uma grande parte desse período, quer na teoria, quer na prática. O nosso Cantuale, um livro específico da Congregação da Missão com os mais belos cânticos gregorianos e muitos outros, a uma ou mais vozes, dominou grande parte desses anos, as nossas vozes e as nossas almas.

No seminário Maior, durante o curso de filosofia e teologia, para além das mais belas obras de polifonia sacra, cantávamos, todos os domingos e festas, o “comum” e o “próprio” em gregoriano, de acordo com o emblemático Liber Usualis, a mais completa obra do canto da Igreja. Tudo isto, naturalmente acompanhada da parte teórica, marca indelevelmente a minha personalidade e a minha formação musical. E não esqueço que quase sempre, alternadamente, fui organista e solista…

Após a ordenação, seguiram-se anos dominados pelo Concílio do Vaticano II, com uma série extraordinária de documentos sobre a música e a liturgia em vernáculo,com o aparecimento de excelentes compositores. E foram sempre surgindo, com os diversos papas, importantes documentos sobre a música litúrgica. Não posso esquecer os “famosos” cursos gregorianos de Fátima que frequentei.

Durante os anos 1977-1995, em que a vida artística teve o seu lado prioritário, nunca deixei de estar atento aos documentos da Igreja sobre música sacra e à obra de excelentes compositores que temos.

A partir de 1997, já no pós – S. Carlos, a pedido do meu grande amigo Conégo José Serrasina que acabava de ficar à frente da Paróquia dos Anjos, em Lisboa– a minha paróquia -, comecei a orientar o coro paroquial, tomando a peito a renovação dos cânticos e a dinamização litúrgica. Baseava-me sempre nos textos de cada celebração. Após 5 anos de intenso e profícuo trabalho, abracei outro projeto – na Capela do Palácio da Bemposta (Academia Militar), onde colaborei durante 13 anos (2003 – 2016). Durante este período, compus dezenas de cânticos que vieram a ser publicados pela Academia Militar, em 2012, num volume com o título Deus é Amor. Porque o “contexto” de então era “específico”, o referido volume irá “sofrer” brevemente substancial alteração.

Qual foi a maior deceção na sua vida?

Se me permite, não apresentaria uma mas duas deceções, e ambas no âmbito do mundo lírico. A primeira, logo de início. Tinha feito 40 anos. Eram diferentes, agora, o sonho e o ideal. Imaginava que perante mim, ia surgir um meio pleno de elevação, um ambiente superior, de arte, de cultura, etc. Cedo, porém, fui verificando e concluindo que as cores que sonhara belas, não, não o eram assim tanto… A realidade era bastante mais prosaica… Bem!… Respirei fundo, bem fundo, passe a expressão… E, vamos a isso!… Mas vamos mesmo! O desafio que ora iniciava era para ganhar, era mesmo para vencer!… E foi! Não tive o caminho atapetado de rosas, longe disso, muito longe! Foram necessárias uma fibra excecionalmente forte como considero ter, uma fé inabalável em Deus como efetivamente tenho, e também, obviamente, uma grande confiança nos talentos que Deus me deu, aliados à formação que tive (não poderei esquecê-lo!) E…aí vou eu!… E nem tudo foram espinhos, digamos em abono da verdade. Tive um público que me admirava e apoiava bastante, excelentes e excecionais críticas, outras nem tanto… E, entre um pessoal que rodava as três centenas (coro, orquestra, cantores, técnicos, etc), tive não poucos amigos e admiradores! Não esqueço que, logo no começo, nos primeiros ensaios, vi lágrimas nos olhos de algum do pessoal, ao verem a minha entrada enérgica, decidida, confiante, e pensando no “mundo” donde acabava de chegar… aos 40 anos!…

A segunda deceção foi no fim. Em finais de 92, a SEC, tendo à frente o Dr. Pedro Santana Lopes, achou por bem dissolver a Companhia Portuguesa de Ópera (cantores, orquestra, etc). Éramos 14 os cantores principais. Mesmo tendo em conta que eu continuava a cantar no país e não só, esta foi sem dúvida uma grande deceção. Aos 55 anos, encontrava-me no ponto mais alto da carreira, a nível vocal e cénico, na minha opinião e na de quantos me conheciam e ouviam! Esperava estar “em grande” mais uma boa dezena de anos… Lembrei-me então das palavras de Gino Bechi, quando, certo dia, nos anos 80, após fazer as célebres e espetaculares demonstrações, vocais e cénicas, durante um ensaio, e quando já contava perto dos 80 anos, teve este desabafo: “Agora é que eu sei cantar!”

Pois é!… Parafraseando o meu mestre, diria: “Agora… é que eu sabia cantar!…”

Qual foi o momento mais alto da carreira como cantor lírico?

Desempenhei os mais diversos papéis de 1º barítono, de baixo-barítono, papéis característicos, enfim, foram cerca de 50… Nunca tive um fracasso nos meus desempenhos. Pelo contrário! Escolher o momento mais alto?!… É difícil!… Estou a lembrar-me de não poucos… Do “Le Grand-Prêtre de Dagom” da ópera Samson et Dalila, de Saint-Saëns, em 1983. Quis preparar o papel em Lyon com o meu ex-professor de Paris, o grande barítono Gabriel Bacquier. Estou a recordar-me do “Dulcamara” da ópera L’Elisir d’Amore, de Donizetti, em 1984 e 1985… Do “Rocco”, da ópera Fidelio de Beethoven… Enfim, não vou alongar-me na citação de outras boas e belas hipóteses…

Mas vou escolher como momento mais alto uma ópera fora do estilo clássico: a ópera Kiú, do compositor espanhol Luís de Pablo, levada à cena em 1987 no Teatro Nacional de São Carlos. O meu papel de Babinshy, o pivô da ópera, na sua grande espetacularidade e dificuldade vocal e cénica, foi na verdade um momento muito alto na minha carreira! Não foi por acaso que o próprio compositor Luís de Pablo e o maestro Jesús Ramón Encimar me convidaram, 5 anos depois (dezembro de 1992 – janeiro de 1993), para interpretar em Madrid o mesmo papel!…

Quais foram os cantores líricos mundiais que mais o inspiraram?

Estavam na moda, nos anos 60, cantores líricos que deveras nos entusiasmavam. Lembro-me, por exemplo, de Mário Lanza, de Luís Mariano, de Alfredo Krauss que vim a conhecer em São Carlos, e com o qual contracenei, inicialmente, num ou noutro pequeno papel. E vários outros, quase todos tenores. O meu tipo de voz é de barítono ou de baixo-barítono. Mas foi sobretudo a partir do Curso Superior de Canto que comecei a interessar-me por vozes líricas, o que é absolutamente natural. Dado o meu tipo de voz, cerca de cinco ou seis cantores internacionais dominavam particularmente os meus gostos. Comecemos pelos alemães Dietrich Fischer-Dieskau e Hermann Prey, barítonos. O primeiro, absolutamente excecional em lied, tendo cantado praticamente tudo o que havia nesse domínio. Muitos o consideraram o maior músico do século XX. Foi inclusivamente maestro de música sacra. Ouvi-o ao vivo em Paris. Hermann Prey era superior como ator. As suas interpretações em óperas de Mozart, Rossini, Donizetti ficaram memoráveis. Outros dois barítonos ou baixo-barítonos, Fernando Corena e Rolando Panerai, eram também grandes cantores e atores, mais característicos que os anteriores. Outro barítono que, vocalmente (não cenicamente) me enchia as medidas, era Piero Cappuccilli. Era um barítono a que eu chamaria heróico-dramático, com uma incrível potência de voz. Jamais esquecerei o seu desempenho em Simon Boccanegra de Verdi, no São Carlos…

Poderia obviamente alongar-me, no que às vozes masculinas diz respeito. Mas também não posso deixar de me referir a vozes femininas que, além de nós deixarem siderados, tanto nos ensinaram! Antes de mais, Maria Callas!… Depois, uma Victoria de los Angeles que cheguei a ouvir na Gulbenkian. Fiorenza Cossotto, Mirella Freni, Christa LudwigMonserrat Caballé que ouvi em Paris dirigida por Leonard Bernstein… Uma Joan Sutherland, La Stupenda, a tal que cantou a Traviata no Coliseu na famosa noite de 24 para 25 de abril de 1974, com o já citado Alfredo Kraus… E eu estava lá!…

Quais os músicos portugueses mais influentes na sua carreira?

Por músicos, entendo compositores, professores, pianistas, ensaiadores, “pontos”, cantores, e, porque não, críticos… Antes de mais, as minhas duas professoras nos conservatórios do Porto e de Lisboa, respetivamente: Isabel Malaguerra e Helena Pina Manique. A professora D. Arminda Correia fez de forma extraordinária a breve transição entre uma e outra. Álvaro Benamor, na classe de ópera. A pianista Maria Helena Matos que me acompanhou com enorme competência desde o Conservatório Nacional, incluindo o exame final, e praticamente em todos os recitais que fui dando ao longo da carreira. O maestro Armando Vidal, músico de gema, com o qual preparei, como a generalidade dos artistas, quase todos os papéis que tinha a desempenhar nas dezenas de óperas em que fui interveniente. Entre os maestros – “pontos” – , não esquecerei o maestro Pasquali que tão competentemente orientou, durante os primeiros tempos, as nossas intervenções em palco, e o maestro Ascenso de Siqueira, grande e bom amigo e incrível ser humano… Tive a felicidade de trabalhar com encenadores como António Manuel Couto Viana, que me honrava com a sua amizade, Carlos Avillez (em várias óperas), Luís Miguel Cintra, João Lourenço

Cantores? Álvaro Malta, Hugo Casaes, Elizette Bayan, Armando Guerreiro, e outros… Lembro-me ainda de preciosas “dicas” que me deu Álvaro Malta

Compositores? Antes de mais, o Prof. Cândido Lima. Conheci-o em Paris. Conversávamos muito. Não esqueço o dia em que ele me apresentou ao seu amigo Iannis Xenakis… Fomos juntos a vários concertos. Preparei, com ele ao piano, algumas obras suas para canto. Foi meu pianista num concurso de canto em que fui premiado… Tudo isto em Paris, em 1977.

Com o grande compositor Fernando Lopes-Graça, tive a honra de preparar um importante papel de solista na sua obra As Sete Predicações d’Os Lusíadas, em vista à estreia mundial da mesma no VI Festival da Costa do Estoril (1980).
Joly Braga Santos honrava-me com a sua amizade e admiração. Com ele ensaiei o papel de solista na sua Cantata Das Sombras, sobre texto de Teixeira de Pascoaes, para primeira audição mundial no Teatro de S. Luís, a 27 de julho de 1985, com o Coro Gulbenkian, e enquadrada no XI Festival de Música da Costa do Estoril. De Joly Braga Santos nunca poderei esquecer as suas palavras, em pleno palco, no fim da última récita da sua Trilogia das Barcas, em maio de 1988: “Estou a compor uma ópera, para a Expo de Sevilha (daí a 4 anos), baseada numa obra de Frederico Garcia Llorca, Bodas de Sangue e tenho um muito bom papel para si”. Entretanto, o maestro falecia 2 meses depois, a 18 de julho de 1988, o que constituíu uma grande perda para o País, para a cultura portuguesa.

Quanto a críticos, devo dizer que, entre outros, Francine Benoit, João de Freitas Branco, José Blanc de Portugal muito me encorajaram e elogiaram!

E hoje, o que acha da evolução da ópera em Portugal?

Francamente, tenho dificuldade em responder. Há cerca de vinte e cinco anos, após a extinção da Companhia Portuguesa de Ópera e de ter dado como terminada a minha carreira lírica, abracei outro projeto e alheei-me bastante desse tema. Sei que, sobretudo por razões orçamentais, a programação se ressente, e muito. Tudo parece ser diferente. Repito: não tenho dados que me permitam fazer qualquer juízo de valor…

O que pensa do papel da música na Igreja?

Desde o Seminário Maior, fui lendo atentamente, e mais que uma vez, os documentos papais que surgiram desde o princípio do século XX:
o Motu próprio de São Pio X (1903) sobre a Restauração da Música Sacra;
a Constituição Apostólica Divini Cultus (1928) no pontificado de Pio XI, sobre a liturgia e a música sacra; a Encíclica Musicae Sacrae Disciplina (1953), do Papa Pio XII, sobre a Música Sacra, vocal e instrumental.

Logo após o Concílio do Vaticano II, surge a Constituição Conciliar Sacrosanctum Concilium (1963), a realçar que “a acção litúrgica reveste maior nobreza quando é celebrada com canto, com a presença dos ministros sagrados e a participação ativa do povo”. E quando fala de canto, obviamente que se refere ao canto sagrado intimamente unido com o texto. E se o canto gregoriano ocupa sempre um lugar privilegiado em igualdade de circunstâncias, não são excluídos os outros géneros de música sacra mormente a Polifonia, desde que em harmonia com o espírito da ação litúrgica, e de acordo com os diversos tempos litúrgicos, com as diversas celebrações e os vários momentos da celebração. Compositores, organistas, mestres de coro, cantores, músicos (instrumentistas) devem formar um todo para o esplendor do canto.

Alguns anos após o Concílio, a famosa Instrução Musicam Sacram (1967), da Sagrada Congregação dos Ritos, é a síntese, diria perfeita, do que à Música Sacra diz respeito, desde o canto na celebração da missa, passando pela preparação de melodias para os textos em vernáculo, depois a música para instrumental, o Canto no Ofício, etc etc.

O assunto levar-nos-ia ainda a três ou quatro intervenções de São João Paulo II, a uma célebre conferência do Cardeal Ratzinger (mais tarde Papa Bento XVI) em 1985, a uma Nota Pastoral dos nossos bispos por ocasião do Ano Europeu da Música (em novembro de 1985).

E o nosso Papa Francisco, por mais de uma vez, tem insistido que a Música Sacra e Canto Litúrgico devem estar plenamente inculturados nas linguagens artísticas atuais.

Quais os compositores que mais ouve e, desses, que obras prefere?

J.S. Bach é incontornável. Oiço com frequência, por exemplo, a Cantata do Café, cuja ária Hat man nicht mit seinen kindern fez parte do programa do meu exame do Curso Superior de Canto de Concerto, e foi uma das provas de acesso ao Coro Gulbenkian, em novembro de 1974; a Missa em Si m, cujas árias de baixo cantei; e a Paixão Segundo S. João, em que interpretei o papel de Jesus, no Porto, em abril de 1977, quando ainda estagiava em Paris…
Haëndel (O Messias, e Música Aquática); Beethoven (Sinfonias 3, 6 e 9) e a ópera Fidelio, cujo papel de Rocco desempenhei em junho de 1986; Mozart (o Requiem que, enquanto membro do Coro Gulbenkian, cantei no Coliseu em 1975, com gravação para a Erato; a Sinfonia nº 40, etc etc); Haydn (A criação, a Missa de Santa Cecília e a Sinfonia Concertante); Bizet (Carmen); Bramhs (Um Requiem Alemão);Rossini (Stabat Mater); Tchaickowsky (Romeu e Julieta e Francesa da Rimini; Dvorak (Sinfonia nº 9, O Novo mundo); Ravel (Bolero); Rodrigo (Concerto de Aranjuez); Strauss (valsas); Elgar (Concerto para violoncelo).

E muito, muito mais, obviamente.

O que o levou a colecionar livros e discos?

Certamente, e de uma forma geral, o meu gosto pela música, a ligação à Igreja, o meu profissionalismo, a cultura. É claro que tudo se desenrola de acordo com as diversas etapas da vida:

a minha função de professor de Música (além de outras disciplinas) no seminário menor, após a minha formação, e o começo dos meus estudos no Conservatório;

a minha transição para a vida pastoral, durante 3 anos;

a minha ida para Lisboa para concluir o curso Superior, do Conservatório, e a minha curta passagem pela Fundação Gulbenkian;

o meu estágio de dois anos em Paris, concluído com 2 meses em Itália;

o começo e a continuação da minha carreira lírica no Teatro Nacional de São Carlos;

os 3 anos pós-São Carlos em que continuei a minha carreira;

o abraçar de novo projeto: “trabalhar” um coro inserido numa missão pastoral na Paróquia dos Anjos (Lisboa), a minha Paróquia, a partir de 1997 e, posteriormente, de 2003 a 2016, na capela do Palácio da Bemposta (Academia Militar);

e porque não dizê-lo, as minhas viagens de automóvel, algumas longas, nos anos 70 e daí para cá, para já não falar da minha própria casa…

Como vê, são muitas as etapas e as circunstâncias em que procurei estar sempre em dia e dentro das exigências das mesmas. Livros, discos, cassetes, CDs, DVDs eram verdadeiros instrumentos de trabalho, de cultura, de ocupação, de prazer…

Julgo ter sintetizado as razões da minha importante biblioteca e discoteca, das quais progressivamente e criteriosamente, me vou voluntariamente desfazendo.

Antes da sua formação académica no conservatório, que lugar tinha a música erudita no seu papel de formador no seminário?

Além de renovar completamente o repertório de cânticos religiosos que vinha de há longos anos (o que supunha rodear-me de bom material), comecei a interessar-me por vozes maravilhosas que os discos faziam chegar até nós (Mario Lanza, Luis Mariano, Alfredo Krauss etc, e por orquestras excecionais que nos traziam as mais belas melodias clássicas, canções famosas, música de filmes históricos…

Tive sempre a preocupação de partilhar com os meus jovens alunos algum desse maravilhoso mundo musical… Era importante para a educação da sua sensibilidade, dos seus gostos, da sua cultura.

Lembro-me, e muitos ex-alunos (quer do seminário, quer do ensino público) se recordarão de ter dado a ouvir, entre outras obras, uma pequena peça do compositor russo Alexander Borodine. Tratava-se de Nas estepes da Ásia Central. Era a caravana que surgia ao longe, a marcha dos camelos, a intensidade instrumental que “subia” a anunciar a chegada da caravana, a permanência no terreno, o retomar da marcha, os sons que se iam extinguido… até a caravana se perder de vista!… Era tudo tão belo, tão claro! Apaixonante!… O interesse era enorme. Os alunos começavam a compreender que a música tem um sentido, um conteúdo, uma intenção, uma finalidade, uma expressão!
O mesmo sucedeu com outras obras, como o Hino da Alegria, da IX Sinfonia de Beethoven! Etc etc.

Mas adverti-os sempre para que nada disto desviasse a atenção do essencial da sua formação!…

Em três palavras como se caracteriza a si mesmo?

Persistente! Perfecionista! Brioso!

Lisboa, 19 de março de 2018

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JOSÉ DE FREITAS NA COMUNICAÇÃO SOCIAL

Um barítono que é crítico de si próprio

Correio da Manhã, 28 de abril de 1986

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De padre a cantor principal de ópera no Teatro São Carlos

Diário de Notícias do Funchal, 11 de maio de 1986

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José de Freitas: de padre a cantor

Correio da Manhã, 02 de agosto de 1987

Hugo Vasco Reis, compositor português

SINOPSE BIOGRÁFICA

Hugo Vasco Reis (Lisboa, 1981) é compositor. Estudou composição na Escola Superior de Música de Lisboa, e participou em diversas masterclasses com Hans Tutschku, Chaya Czernowin, Toshio Hosokawa, Dieter Ammann, Franck Bedrossian, Stefan Prins, entre outros. O seu catálogo contém obras para orquestra, música de câmara, solo e eletroacústica, sendo interpretadas e premiadas na Europa e EUA. Editou cinco álbuns monográficos, foram nomeados pela SPA e GDA para melhor trabalho de música erudita.

LISTA DE OBRAS

SOLO

2014:

Metamorphosis and resonances for piano

for piano solo (6’30”)
Premiered by Cândido Fernandes; January 6th, 2014; Auditório Vianna da Motta (Lisbon, Portugal)
Recorded by Cândido Fernandes, in “Metamorphosis and Resonances” CD HVR.02

2015:

Metamorphosis and resonances for viola

for viola solo (5’00”)
Commissioned by “Antena 2/Prémio Jovens Músicos” 2016 (Lisbon, Portugal)
Premiered by Prémio Jovens Músicos 2015; July 19th, 2015; Casa da Música (Porto, Portugal)
Recorded by Lourenço Macedo Sampaio, in “Metamorphosis and Resonances” CD HVR.02

Metamorphosis and resonances for flute

for flute solo (4’30”)
Premiered by Monika Streitová; November 30th, 2017; Museu de São Roque (Lisbon, Portugal)
Recorded by Monika Streitová, in “Metamorphosis and Resonances” CD HVR.02

2016:

Metamorphosis and resonances for cello

for cello solo (10’00”)
Premiered by Filipe Quaresma; April 6th, 2019; O’Culto da Ajuda (Lisbon, Portugal)
Recorded by Filipe Quaresma, in “Metamorphosis and Resonances” CD HVR.02

2017:

Metamorphosis and resonances for bass clarinet

for bass clarinet solo (8’30”)
Commissioned by Frederic Cardoso – 2017
Premiered by Frederic Cardoso; December 5th, 2017; Conservatório de Música de Paredes (Paredes, Portugal)
Recorded by Frederic Cardoso, in “Metamorphosis and Resonances” CD HVR.02 and “Mixed Dialogues” CD Frederic Cardoso

Metamorphosis and resonances for harp

for harp solo (6’00”)
Selected work in “Future Blend Project” 2017 (Warwick, England)
Selected work in “International Society for Contemporary Music – World Music Days 2019” (Tallinn, Estonia)
Premiered by Becki Mcllory; January 6th, 2018; The Lord Leycester (Warwick, UK)
Recorded by Ana Castanhito, in “Metamorphosis and Resonances” CD HVR.02

Metamorphosis and resonances for accordion

for accordion solo (9’00”)
Prized in “Folefest Composition Competition” 2017 (Lisbon, Portugal)
Selected work in “Festival Risuonanze 2018” (Udine, Italy)
Premiered by Paulo Jorge Ferreira; February 7th, 2018; Teatro Trindade (Lisbon, Portugal)
Recorded by Paulo Jorge Ferreira, in “Metamorphosis and Resonances” CD HVR.02

Metamorphosis and resonances for guitar

for guitar solo (9’00”)
Recorded by Pedro Rodrigues, in “Metamorphosis and Resonances” CD HVR.02

Micro images for piano

for piano solo (1’00”)
Commissioned by Martin Tchiba (2017)
Premiered by Martin Tchiba; May 17th, 2018; Main Hall (“Großer Sendesaal”) of SR Radio (Saarbrücken, Germany)

Micro images for guitar

for guitar solo (2’00”)
Premiered by Luís Miguel Leite; December 21st, 2018; Auditório da Academia de Música de Vizela (Vizela, Portugal)

2018:

Micro images for cello

for cello solo (1’00”)
Premiered by Miloz Drogowski; June 14th, 2018; Lisboa Incomum (Lisboa, Portugal)

Micro images for portuguese guitar

for portuguese guitar solo (1’30”)
Recorded by Hugo Vasco Reis, in “O Espaço da Sombra” CD HVR.04

Ec(h)o

for portuguese guitar solo (6’30”)
Recorded by Hugo Vasco Reis, in “O Espaço da Sombra” CD HVR.04

Súbito

for portuguese guitar solo (6’00”)
Recorded by Hugo Vasco Reis, in “O Espaço da Sombra” CD HVR.04

Linea

for portuguese guitar solo (15’00”)
Premiered by Hugo Vasco Reis; January 17th, 2020, Conservatório de Música de Vila do Conde (Vila do Conde, Portugal)
Recorded by Hugo Vasco Reis, in “O Espaço da Sombra” CD HVR.04

Tabula rasa

for portuguese guitar solo (3’30”)
Recorded by Hugo Vasco Reis, in “O Espaço da Sombra” CD HVR.04

MÚSICA DE CÂMARA

2015:

O horizonte de uma borboleta

for flute, violin and piano (5’00”)
Selected work in “ESML Chamber Music” 2015 (Lisbon, Portugal)
Premiered by Dina Hernandez (flute), João Cunha (violin) and Cândido Fernandes (piano); March 11th, 2015; Teatro-Estúdio Mário Viegas (Lisbon, Portugal)
Recorded by David Silva, Francisco Henriques and Cândido Fernandes, in “Chamber Music I” CD HVR.05

Enigmatic icon

for percussion and electronics (14’00”)
Selected work in “Ecos de um Meta-Tempo” 2016 (Lisbon, Portugal)
Premiered by Cristiano Rios, Pedro Tavares (percussion) and Hugo Vasco Reis (electronics); July 8th, 2016; Panteão Nacional (Lisboa, Portugal)
Recorded by Drumming – Grupo de Percussão, in “Chamber Music I” CD HVR.05

2016

From where the wind blows

for two clarinets (8’00”)
Recorded by Víctor Pereira and Ricardo Alves, in “Chamber Music I” CD HVR.05

2017:

Transparent(e)

for flute, viola and harp (14’00”)
Prized in “New Gallery Concert Series Composition Competition” 2017 (Boston, USA)
Selected in “Portuguese Association of Composers” Call for Scores 2018 (Lisbon, Portugal)
Premiered by Jessi Rosinski (flute), Asheigh Gordon (viola) and Amanda Romano (harp); April 14th, 2018; Cambridge Art Association (Boston, USA)
Recorded by Lisbon Ensemble 20.21 (Marina Camponês, Ana Monteverde and Carolina Coimbra), in “Chamber Music I” CD HVR.05

2018:

Aeonian

for SATB and electronics (12’00”)
Commissioned by Coro Setúbal Voz
Premiered by Coro Setúbal Voz; Conductor: Jorge Salgueiro; March 28th, 2018; (Setúbal, Portugal)

Micro images for contrabass flute, contrabass clarinet and contrabassoon

for contrabass flute, contrabass clarinet and contrabassoon (2’30”)
Commissioned by Rarescale Ensemble (Carla Rees, Sarah Watts and Ashley Myall)
Premiered by Rarescale Ensemble; June 21st, 2018; St. James Church, Sussex Gardens (London, England)

Relevos oníricos

for portuguese guitar and piano (10’30”)
Recorded by Hugo Vasco Reis and António Victorino d’Almeida, in “O Espaço da Sombra” CD HVR.04

Memória em labirinto

for portuguese guitar and piano (5’30”)
Recorded by Hugo Vasco Reis and Cândido Fernandes, in “O Espaço da Sombra” CD HVR.04

Rizoma

for violin, cello and piano (15’00”)
Commissioned by Musicamera (Emerging Composer Program 2018)
Premiered by Luís Pacheco Cunha (violin), Catherine Synck (violoncello), Jill Lawson (piano); Conductor: Brian Mac; December 10th, 2018; (Lisboa, Portugal)
Recorded by Luís Pacheco Cunha (violin), Catherine Synck (violoncello), Jill Lawson (piano), in “Chamber Music I” CD HVR.05

2019:

Some lines mixing a colour

for Soprano, Saxophone, Accordion, Viola and Violoncello (8’00”)
Commissioned by Síntese – Grupo de Música
Premiered by Síntese – Grupo de Música Contemporânea; May 3rd, 2019; (Guarda, Portugal)

Micro images for viola and piano

for viola and piano (2’00”)
Premiered by Aleksandra Demowska-Madejska and Andrzej Karałow; July 26th, 2019; International Summer Course for Composers SYNTHETIS 2019 (Radziejowice, Poland)

Micro imagens clarinet and cello

for clarinet and cello (1’30”)

Colors seen in silence I

for clarinet and piano (7’00”)
Commissioned by Victor Pereira and Vítor Pinho
Premiered by Victor Pereira (clarinet) and Vítor Pinho (piano); September 21st, 2019; (Castelo de Paiva, Portugal)

Paisagens, quero-as comigo

for flute, clarinet, percussion, harp, piano, mezzo soprano, violin, viola and cello (9’00”)
Prized in “GMCL/Jorge Peixinho International Composition Competition” 2019 (Lisbon, Portugal)
Premiered by Grupo de Música Contemporânea de Lisboa; November 21st, 2019; Museu da Música (Lisbon, Portugal)

2020:

Colors seen in silence II

for flute and piano (7’30”)
Commissioned by Marco Pereira and Lígia Madeira
Premiered by Marco Pereira and Lígia Madeira (flute) and (piano); February 14th, 2020; (V.N. Gaia, Portugal)

ORQUESTRA

2015:

O pensamento de si

for orchestra (5’00”)
Selected work in “ESML Symphonic Orchestra” 2015 (Lisbon, Portugal)
Premiered by Orquestra Sinfónica da Escola Superior de Música de Lisboa; Conductor: Vasco Pearce de Azevedo; June 6th, 2015; Auditório Vianna da Motta (Lisbon, Portugal)

2017:

An imaginary impulse

for orchestra (16’00”)

ELECTRÓNICA

2015:

Moment(o)

for acousmatic (5’02”)
Premiered by Hugo Vasco Reis; June 30th, 2018; Lisboa Incomum (Lisboa, Portugal)
Recorded by Hugo Vasco Reis, in “I am (k)not – Acousmatic Works I” CD HVR.03

2016:

A cor do pensamento

for acousmatic (9’15”)
Selected work in “Matera Intermedia Festival 2016” (Matera, Italy)
Premiered in December 17th to 22nd, 2016; Casa Cava Auditorium; MATERA INTERMEDIA FESTIVAL 2016 (Matera, Italy)
Recorded by Hugo Vasco Reis, in “I am (k)not – Acousmatic Works I” CD HVR.03

2017:

Súbita escuridão

for acousmatic (5’05”)
Premiered by Hugo Vasco Reis; October 28th, 2017; Dias da Música Eletroacústica – DME55; Espaço Lisboa Incomum (Lisbon, Portugal)
Recorded by Hugo Vasco Reis, in “I am (k)not – Acousmatic Works I” CD HVR.03

2018:

Pulsação infinita

for acousmatic (7’57”)
Premiered by Hugo Vasco Reis; June 30th, 2018; Lisboa Incomum (Lisboa, Portugal)
Recorded by Hugo Vasco Reis, in “I am (k)not – Acousmatic Works I” CD HVR.03

Eco de cristal

for acousmatic (8’31”)
Premiered by Hugo Vasco Reis; December 20th, 2018; O´culto da Ajuda (Lisboa, Portugal)
Recorded by Hugo Vasco Reis, in “I am (k)not – Acousmatic Works I” CD HVR.03

Sons umbilicais

for acousmatic (12’42”)
Premiered by Hugo Vasco Reis; December 20th, 2018; O´culto da Ajuda (Lisboa, Portugal)
Recorded by Hugo Vasco Reis, in “I am (k)not – Acousmatic Works I” CD HVR.03

Finos raios de luz

for portuguese guitar and electronics (6’30”)
Premiered by Hugo Vasco Reis; January 17th, 2020, Conservatório de Música de Vila do Conde (Vila do Conde, Portugal)
Recorded by Hugo Vasco Reis, in “O Espaço da Sombra” CD HVR.04

2020:

Dimensions I

for clarinet and electronics (8’00”)
Commissioned by Victor Pereira
Premiered by Hugo Vasco Reis; January 14th, 2020; Casa da Música (Porto, Portugal)

Hugo Vasco Reis, compositor português
Hugo Vasco Reis, compositor português
Jorge Ramos, compositor português

Em 2013, foi aceite na ESML – Escola Superior de Música de Lisboa onde concluiu a Licenciatura em Música – Composição em 2016 sob a orientação principal de João Madureira, Luís Tinoco e António Pinho Vargas. Atualmente encontra-se a finalizar o Mestrado em Música – Composição (focado na música eletrónica e eletroacústica) sobre a orientação do professor Carlos Caires.

Lista de obras

  • 2010/2011 — SemiQuaver para flauta e clarinete
  • 2011/2o18 — Gyrationis para violoncelo solo
  • 2011/2015 — Clarinet Party para clarinete solo
  • 2011/2012 — An Animated Epic para quinteto misto
  • 2011/2012 — Electronik Peace para electroacústica stereo
  • 2012 — Pensamento para piano solo
  • 2012/2013 — Project 2 para electroacústica stereo
  • 2012/2013 — Mixed Emotions para quinteto misto
  • 2013 — Prometheus para quinteto de sopros
  • 2013 — TH0UGHT2 para electroacústica stereo
  • 2013 — Subentender para quarteto misto
  • 2014 — Prometheus for Flutes para quarteto de flautas
  • 2014/2015 — Momentum para orquestra de sopros
  • 2015 — Merge para voz e contrabaixo
  • 2015 — .sdiff para flauta solo
  • 2015 — DNA para orquestra sinfónica
  • 2015/2016 — vibr-A-phone para vibrafone solo
  • 2015/2016 — Em construção… para clarinete e bailarina
  • 2015/2016 — Recompor para ensemble de flautas
  • 2016 — Recompor v2 para ensemble misto
  • 2016 — A different story… para soprano, recitante masculino e electrónica
  • 2016 — Lesson of the Future para electroacústica quadrifónica
  • 2011/2017 — Falling in Love Again para clarinete, violoncelo, piano, video e electrónica
  • 2017 — Grains para orquestra clássica e electrónica
  • 2017/2018 — Song of Happiness # para performer de electrónica em tempo real
  • 2019 — Moving Sources para orquestra clássica
  • 2020 — Flux para dois órgãos ibéricos

[ Informação facultada por Jorge Ramos e publicada na Meloteca a 23 de maio de 2020 ]

Jorge Ramos, compositor português
Jorge Ramos, compositor português
Conrad Kiesel (1846-1921)

Dicionário de termos musicais

ALEMÃO-PORTUGUÊS

Musik Deutsch Portugiesisch Wörterbuch

Glossário criado sob a orientação da Professora Doutora Claudia Fischer, do Departamento de Estudos Germanísticos da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, por estudantes do 2º ciclo em Tradução Alemão – Português: Andreia Marinho, Filipe Almeida Neves, Joana Frazão, Joana Saalfeld, Lina Kawas, Manon Coelho, Sofia Patrocínio, Stephanie Valente Correia, Tiago Botas, Artur Santos Sousa, Inês Cerejo, Joana Sardo, João Cardoso Marques, Thamar Stolz.

O CLi é o Centro de Línguas da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. A sua função principal é oferecer cursos de línguas estrangeiras a qualquer pessoa interessada, mesmo que não seja estudante. Tem cursos (de iniciação e intermédios) de diversas línguas, incluindo o alemão.

A

A-Bassettklarinette, die, sub: (o) clarinete de basset em lá

A-Klarinette, sub.; clarinete em lá

Absolute Musik: (a) música absoluta

Abweichend, adj.: desviante

Achtel, die, sub: (a) colcheia

Achtelnote, die, sub.: (a) colcheia

Achtelpause, sub.: (a) pausa de colcheia

Akklamation, die, sub.: (a) aclamação

Akustisch, adj.: acústico

Ästhetisch, adj: estético

Akkordeon, das, sub.: acordeão

Alteration, die, sub.: (a) alteração

Angebot, sub.: (o) orçamento (órgão)

Antike Zymbeln, pl.: crótalos

Anzupfen, v.: dedilhar, beliscar

Arbeitsmethode, sub.: (o) método de trabalho

Artikulation, die, sub.: (a) articulação

Asymmetrische Teilungsform: divisão assimétrica

Asymmetrische Zeitteilung: divisão de tempo assimétrica

Atonalität: (a) atonalidade

Auflösung, die: (a) resolução

Auflösungszeichen, sub.: (o) bequadro

Aufnahme, sub.: (a) gravação

Auftakt, der, sub.: (a) anacrusa / anacruse

Auftritt, der, sub.: (a) actuação

Ausführung, der, sub.: (a) execução

Authentische Kadenz: cadência perfeita

B

Bachsch, adj.: bachiano

Bagatelle, die, sub: bagatela

Ballade, die, sub.: (a) balada

Band, die, sub.: banda

Barock, das, sub.: (o) barroco (período)

Barockmusik, die: (a) música barroca

Barockorchester, das: (a) orquestra barroca

Bassetthorn, das, sub.: (o) cor de basset

Bassschlüssel, der, sub.: (a) clave de fá

Bauen, v.: construir novo instrumento (órgão)

B-Dur: Si bemol maior

B-moll: si b menor

Be, sub.: bemol

Begleiten, v.: acompanhar

Begleitung, die, sub.: acompanhamento

Bergmannszither, sub.: (o) cistro

Bestandsaufnahme, sub.: (o) inventário, levantamento

Betonung, die, sub.: (a) acentuação

Bis hinunter zum (geschriebenen) tiefen C: até ao dó grave (escrito)

Blasen, v.: soprar

Bläserquartett, das, sub.: quarteto de sopros

Bläserquintett, das, sub.: quinto de sopros

Blasinstrument, das, sub.: instrumento de sopro

Blasinstrumentenfamilie, die, sub.: família dos instrumentos de sopro

Blasorchester, das, sub.: orquestra de sopros

Blechblasinstrument, das, sub.: instrumento de sopro de metal

Blockflöte, die, sub.: flauta de bisel, flauta doce

Bogen, der, sub.: (o) arco

Bohrung, die, sub.: (o) furo

Bratsche, die, sub.: (a) violeta, viola de arco

Bühnenmusik, die: (a) música incidental

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos. Faz ACD e ALD (formações de curta e longa duração), realiza oficinas de música durante o ano letivo e dinamiza atividades em colónias de férias. 

Contacto

António José Ferreira
962 942 759

C

Cambiata, die, sub.: (a) cambiata

Cantus planus, der: (o) cantochão

Cavaquinho, die, sub.: (o) cavaquinho

Cecilianismus, der: (o) cecilianismo

Celesta, die, sub.: (a) celesta

Cellist, der, sub.: (o) violoncelista

Cellistin, die, sub.: (a) violoncelista

Cembalo, der, sub.: (o) cravo

Chor, der, sub.: (o) coro

Choral, der: (o) coral

Choralfantasie, die: (a) fantasia coral

Choralpartita, die: (a) partita coral

Chorisch, adj.: coral

Chormusik, die: (a) música coral

Cis-dur: Dó# Maior

Chorsatz, der, sub.: (a) composição polifónica, (a) composição coral

Chorsätze, die, sub.: composição polifónica

Cis-moll: dó #menor

Cister, cyther, sub.: (o) cistro

Clavichord, sub.: (o) clavicórdio

Chordophon, das: (o) cordophone

Choreographie, die, sub.: (a) coreografia

Cornamuse, sub.: (a) cornamusa

Corni, sub.: (as) trompas

Chorsänger, der, sub.: (o) corista

Chromatisch, adj.: cromático

Chromatische Tonleiter, die: (a) escala cromática

D

D-Dur: Ré maior

D-moll: ré menor

Demontieren, v.: desmontar

Dezibel, das, sub.: (o) decibel

Dirigent, der, sub.: (o) maestro

Diskantlied, das, sub.: (a) cantilena

Dissonant, adj.: dissonante

Dissonanz, die: (a) dissonância

Divertimento, das, sub.: (o) divertimento

Dodekafonie, die: (a) música dodecafónica

Dodekafonisch, adj.: dodecafónico

Dreivierteltakt, der, sub.: compasso ternário, compasso de 3/4

Dolcian, sub.: (a) dulciana

Dominante, die, sub.: (a) dominante

Doppelglissando: glissando duplo

Doppelrohrblatt, das: (a) palheta dupla

Dorisch, adj.: dório

Dramatik, die: (a) arte dramática

Dreifaches glissando: glissando triplo

Drehleier, sub.: (a) sanfona

Drehorgel, sub.: (o) órgão mecânico

Dudelsack, sub.: (a) gaita-de-foles

Duett, das, sub.: (o) dueto

Dulcian, sub.: (a) dulciana

Dulzaina, die, sub.: (a) dulçaina

Dulzian, die, sub.: (o) baixão

Dulzimer, der, sub.: (o) dulcimer

Duole, die, sub.: (a) duína

Dur-Tonarten: tonalidades maiores

Durakkord, der: (o) acorde maior

Durtonart, die: (a) tonalidade maior

Durtonleiter, die: (a) escala maior

E

E-Dur: mi maior

E-Orgel, die: (o) órgão eletrónico

E-moll: mi menor

Ein Schlag: um tempo

Eingang, der, sub.: (a) entrada

Einleitung, die, sub.: (a) introdução

Einzeln besetzt: um único instrumento para cada voz

Einweihen, v.: inaugurar (órgão)

Einweihung, sub.: (a) inauguração (órgão)

Elegie, die, sub.: (a) elegia

Elektrofon, das, sub.: (o) eletrofone

Elektronisches Instrument, das: (o) instrumento eletrónico

Elektronische Musik, die: (a) música eletrónica

Entzerrung, die: (a) equalização

Ernste Musik, die: música séria

Erweitertes Register: registo alargado

Exposition, die, sub.: (a) exposição

Expressionismus, der, sub.: (o) expressionismo

Euphonium, das, sub.: (o) eufónio

F

F-Dur: Fá maior

F-moll: Fá menor

Faburden, der, sub.: (o) fabordão

Faburdon, der: (o) fabordão

Fado, der, sub.: (o) fado

Fantasie, die: (a) fantasia

Fauxbourdon, der: (o) fabordão

Fagott, der, sub.: (o) fagote

Fagotti, sub.: (os) fagotes

Falsett, das, sub.: (o) falsete

Familie der Blockflöten: família das flautas de bisel / doces

Fandango, der, sub.: (o) fandango

Fanfare, die, sub.: (a) fanfarra

Fassung, die, sub.: (a) versão

Fermate, die, sub.: (a) suspensão

Fiedel, sub.: (a) fídula

Fingerwechsel, sub., substituição (de dedos)

Flamenco, der, sub.: (o) flamenco

Flauti, sub.: (as) flautas

Flexion, die, sub.: (a) inflexão

Flöte, die, sub.: (a) flauta

Flöteninstrument, das, sub.: a flauta

Flötenkonzert, das: (o) concerto para flauta

Flötist, der, sub.: (o) flautista

Flötistin, die: (a) flautista

Flügel, der, sub.: (o) piano de cauda

Fonetisch, adj.: fonético

Fonogramm, das: (o) fonograma

Fonograph, der, sub.: (o) fonógrafo

Fonographie, die: (a) fonografia

Form, die, sub.: (a) forma

Frankoflämische Schule, die: (a) Escola Franco-Flamenga

Frequenz, die: (a) frequência

Fuge, die, sub.: (a) fuga

Fünfteilung, sub.: a divisão em cinco

Funk, der, sub.: (o) funk

Funktion, die, sub.: (a) função

G

G-Bassettklarinette, die, sub.: (o) cor de basset em sol

G-Dur: Sol maior

G-moll: sol menor

Galanter Stil, der: (o) estilo galante

Gallikanischer Gesang, der: (o) canto galicano

Ganze, die, sub.: (a) semibreve

Ganze Note: (a) semibreve

Ganze Pause, sub.: pausa de quatro tempos

Ganze Phrase: uma frase inteira

Ganzton, der, sub.: tom [ inteiro ]

Ganztonskala, die, sub.: esacla de tons inteiros

Geige, die, sub.: (o) violino

Geigenbauer, der, sub.: (o) luthier, violeiro

Geistliche Musik, die: música sacra

Gestimmt, adj.: afinado/a

Gigue, die, sub.: (a) giga

Gitarre, die, sub.: (a) guitarra

Gitarrist, der: (o) guitarrista

Gitarrist, die, sub.: (a) guitarrista

Glasharmonika, die: (a) harmónica de vidro

Gleichschwebende Temperatur, die: (o) temperamento igual

Glissando dês daumens: glissando do polegar

Gloria, das, sub.: (o) Gloria

Gong, der, sub.: (o) gongo

Gospel, der, sub.: (o) Gospel

Gothic, adj.: gótico

Götterdämmerung, die, sub.: (O) Crepúsculo dos Deuses

Graduale, das, sub.: (o) Graduale

Gregorianischer Gesang, der, sub.: (o) canto gregoriano

Gruppiert, v.: agrupado

Guitarre, gitarre, die, sub.: (a) guitarra

H

H-moll: si menor

Habanera, die, sub.: (a) habanera

Halbe, die, sub.: (a) mínima

Halbe Note, die, sub.: (a) mínima

Halbepause, die, sub.: (a) pausa de dois tempos

Halbschluss, der: (a) meia cadência

Halbton, der: meio tom

Halszither, sub.: (o) cistro

Hammer, der, sub.: (o) martelo

Hharzzither, sub: (o) cistro

Handorgeln, (das): (a) concertina

Harfe, das, sub.: (a) harpa

Harmonie, die, sub.: (a) harmonia

Harmonika, die, sub.: (a) harmónica

Harmonium, das: (o) harmónio

Harfenist, der, sub.: (o) harpista

Harfenistin, die, sub.: (a) harpista

Harpe, sub.: (a) harpa

Hausmusik, die: (a) casa da música

Hemiole, die, sub.: (a) hemíola

Heptatonisch, adj: heptatónica

Hertz, das, sub.: (o) hertz

Heterofonie, die, sub.: (a) heterofonia

Highfidelity, die: (a) alta fidelidade

Historisch, adj.: histórico

Kopfhörer, der, sub.: (os) auscultadores

Hoquetus, der, sub.: o hoqueto

Hoch: agudo

Holzblasintrument, das, sub.: instrumento de sopro de madeira

Hochgebildet, adj.: erudito, muito culto

Homofonisch, adj: homofónico

Homorhythmisch, adj.: homorrítmico

Horn, das, sub.: (a) trompa

Hornist, der, sub.: (o) trompista

Hornistin, die: (a) trompista

Hornkonzert, das: o concerto para trompa

Hörprobe, die, sub.: (o) teste de audição

Hymne, die, sub.: (o) hino

I

Iambisch, adj.: jâmbico

Idiofon, das, sub.: (o) idiofone

Ikonographie, die, sub.: (a) iconografia

Iktus, der, sub.: (o) ictus

Imitation, die, sub.: (a) imitação

Impedanz, die, sub.: (a) impedância

Impressionismus, der, sub.: (o) impressionismo

Impromptü, das, sub.: (o) improviso

Installation, die, sub.: (a) instalação

Intensität, die, sub.: (a) intensidade

Interferenz, die, sub.: (a) interferência

Instrument, das, sub.: (o) instrumento

instrumental, adj: instrumental

Instrumentalmusik, die: (a) música instrumental

Instrumentation, die, sub.: (a) instrumentação

Instrumentenbauer, der, sub.: (o) construtor de instrumentos

Instrumentengruppe, die, sub.: (o) grupo de instrumentos

Interpretation, die: interpretação

Intervall, das, sub.: (o) intervalo

Intonation, die, sub.: (a) entoação

Introitus, der, sub.: (o) introitus

Invention, die, sub.: (a) invenção

Ionisch, adj.: Jónio

Irische Harfe, die: (a) harpa irlandesa

Isorhythmisch, adj.: isorrítmico

J

Jazz, der, sub.: (o) Jazz

Jazzensemble, das: (o) agrupamento jazz

Jukebox, die, sub.: (a) caixa de música

Nebeneinanderstellung, die, sub.: (a) justaposição

K

Kabinetorgel, sub.: (o) órgão de armário

Kakofonie, die, sub.: (a) cacofonia

Kalamaia, sub.: (a) charamela

Kalimba, das: (a) kalimba

Kalkant, sub.: (o) foleiro (órgão), pessoa que dá ao fole

Kammerchor, der: (o) coro de câmara

Kammermusik, die, sub.: (a) música de câmara

Kammerorchester, das: (a) orquestra de câmara

Kanon, der, sub.: (o) cânone

Kantate, die, sub.: (a) cantata

Kapellmeister, der: (o) mestre-capela

Karaoke, das, sub.: (o) karaoke

Kastagnette, die, sub.: (as) castanholas

Zäsur, die, sub.: (a) cesura

Kategorie, die, sub.: (a) categoria

Kazoo, die: (o) kazoo

Kirchenkantate, die: (a) cantata sacra

Kirchenorgel, die, sub.: (o) órgão de igreja

Kithara, die, sub.: (a) cítara

Klang, der, sub.: (o) som

Klarinette, die, sub.: (o) clarinete

Klarinettenkonzert, das, sub.: (o) concerto para clarinete

Klarinettist, der, sub.: (o) clarinetista

Klarinettistin, die, sub.: (a) clarinetista

Klaviatur, sub.: (o) manual, teclado

Klavichord, die, sub.: (o) clavicórdio

Klavier, das, sub.: piano

Klavierkonzert , das: (o) concerto para piano

Klavierquartett, das: quarteto com piano

Klaviersonate, die: sonata para piano

Kleiner Mollseptakkord, der: acorde de 7ª menor

Klingen, v.: soar

Kolophonium, das, sub.: (a) resina

Koloratur, die, sub.: (a) coloratura

Komposition, die, sub.: (a) composição

Kompositorisch, adj.: composicional

Komponieren, v.: compor

Kontrabass, sub.: (o) contrabaixo

Konzert, sub.: (o) concerto

Konzertant, adj.: concertante

Konzertkritik, die, sub.: (a) crítica de concerto

Konzertmeister, der, sub.: (o) concertino, o primeiro violino

Konsonant, adj.: consonante

Konsonanz, die, sub.: (a) consonância

Korpus der Geige, der, sub.: (o) corpo do violino

Korrepitor, der: pianista acompanhador

Koto, die, sub.: (o) koto

Kredo, das, sub.: (o) credo

Kreuz, das, sub.: (a) sustenido

Kromphorn, sub.: (o) cromorne

Krummhorn, sub.: (o) cromorne

Krumphorn, sub.: (o) cromorne

Kuhglocke, die: (o) chocalho (de vaca)

Kultur, die, sub.: (a) cultura

Kunstmusik, die, sub.: (a) música erudita

Kurze Punktierung: staccato

Kürzer, adj.: mais curto

Kyrie, das, sub.: (o) Kyrie

L

Lage, die, sub.: registo

Lamentation, die, sub.: (a) lamentação

Langgezogen, adj.: prolongado

Lärm, der, sub.: (o) ruído

Laut, adj.: forte

Laute, die, sub.: (o) alaúde

Laouto, sub.: (o) alaúde

Lautstärke, die, sub.: (o) volume

Laute, sub.: (o) alaúde

Lautstärke, die, sub.: (a) intensidade de som

Legato-Bogen, der, sub.: (a) ligadura de legato, ligadura de expressão

Leier, die, sub.: lira

Leise, adj.: piano

Leitmotiv, das, sub.: leitmotiv

Librettist, der, sub.: (o) libretista

Librettistin, der: (a) libretista

Lied, das, sub.: (o) lied

Lippenspannung, die, sub.: (a) pressão dos lábios

Lithophon, das: (o) litofone

Liturgie, die, sub.: (a) Liturgia

Liturgisch, adj.: litúrgico

Loch, das, sub.: (o) orifício

Löcher, sub.: (os) orifícios

Luftsäule, die, sub.: (a) coluna de ar

Luftschwingung, die, sub.: (a) vibração de ar

Luftstrom, der, sub.: (a) corrente de ar

Lutherzither, sub.: (o) cistro

Lydisch, adj: lídio

Lyrisch, adj.: lírico

Lyrischer Tenor: (o) tenor lírico

M

Madrigal, das, sub.: (o) madrigal

Magnificat, das, sub.: (o) Magnificat

Magnifikat, das, sub.: (o) Magnificat

Mandola, die, sub.: (a) bandola

Mandoline, die, sub.: (o) bandolim

Mannheimer Schule, die: (a) Escola de Manheim

Maraca, die, sub.: (a) maraca

Maraka, die: (a) maraca

Marimba, die, sub.: (a) marimba

Manual, das, sub.: (o) manual, teclado

Manualklaviatur: (o) teclado manual

Mazurka, die, sub.: (a) mazurca

Mbira, die, sub.: (a) mbira

Mediante, die, sub.: (a) mediante

Melisma, das, sub.: (o) melisma

Melismatisch, adj.: melismático

Melodie, die, sub.: (a) melodia

Melodische Typen: (os) tipos melódicos

Melodram, das, sub.: (o) melodrama

Meister, der, sub.: (o) mestre

Membran, die: (a) membrana

Membranofon, das, sub.: (o) membranofone

Membranophon, das, sub.: (o) membranofone

Mensuralnotation, die, sub.: (a) notação mensurada

Menuett, das, sub.: (o) minueto

Messe, die, sub.: (a) missa

Metallofon, das, sub.: o metalofone

Metallophon, das, sub.: o metalofone

Metrische Einheit: (a) unidade métrica

Metronom, das, sub.: (o) metrónomo

Mezzosopran, das, sub.: mezzo-soprano

MIDI, das, sub.: (o) MIDI

Mikrofon, das: (o) microfone

Mikrophon, das, sub.: (o) microfone

Mikro, das, sub.: (o) micro

Militärmusik, die: (a) música militar

Minimalismus, der, sub.: (o) minimalismo

Minstrel, der, sub.: (o) menestrel

Miserere, das: (o) Miserere

Mittelalter, das: (a) Idade Média

Mittel-C, das: (o) Dó central

Mitteralterlich, adj.: medieval

Mixolydisch, adj: mixolídio

Modal, adj: modal

Modern, adj: moderno

Modulation, die, sub.: (a) modulação

Modus, das, sub.: (o) modo

Moll-Tonarten, die: (as) tonalidades menores

Mollakkord, der: (o) acorde menor

Molltonleiter, die: (a) tonalidade menor

Monodisch, adj: monódico

Monodie, die, sub.: (a) monodia

Monofonisch, adj: monofónico

Monophonisch, adj: monofónico

Monofonie, die, sub.: (a) monofonia

Monophonie, die, sub.: (a) monofonia

Monothematisch, adj: monotemático

Mordent, der, sub.: (o) mordente

Mottete, die, sub.: (o) motete

Motiv, das, sub.: (o) motivo

Mozartisch, adj: mozartiano

Mundharmonika, die: (a) harmónica

Mundorgel, die: (o) harmónica, gaita de beiços

Mundstück, das, sub.: (a) boquilha ou bocal (instr. de metal)

Musica ficta, die: (a) musica ficta

Musik, die, sub.: (a) música

Musical, das: (o) musical

Musikalisch, adj: musical

Musikalische Analyse, die: (a) Análise Musical

Musikalität, die, sub.: a musicalidade

Musikästhetik, das: (a) estética musical

Musikphilosophie, die: (a) filosofia da música

Musikstil, der: (o) estilo musical

Musikalisch: em termos musicais

Musikalische Wahrheit: (a) verdade musical

Musiker, der, sub.: (o) músico

Musikwissenschaftliche Anläufe: (as) iniciativas de ordem musicológica

Musizieren, v.: fazer música

Musikbranche, die: (a) indústria musical

Musikgeschichte, die: (a) História da Música

Musikethnologie, die, sub.: (a) etnomusicologia

Musikmobiliar, sub.: (a) estante

Musikschule, die: (a) escola de música

Musikstück, das: peça musical

Musiktheorie, die: (a) Teoria Musical

Musikerzieher, der: (o) professor de música

Musikerzieherin, die: (a) professora de música

Musikpädagogik, die: (a) pedagogia musical

Musikpsychologie, die: (a) psicologia da música

Musiktherapie, die, sub.: (a) musicoterapia

Musikzeitschrift, die: (a) revista de música

Musikwissenschaft, die, sub.: (a) musicologia

Mythologie, die, sub.: (a) mitologia

N

Nasal, adj.: nasal

Nationalhymne, die, sub.: (o) hino nacional

Natürlich, adj: natural

Negrospiritual, der: (o) espiritual negro

Neobarock, der, sub.: (o) neobarroco

Neoklassisch, adj.: (o) neoclássico

Neoklassizismus, der, sub.: (o) neoclassicismo

Neapolitanischer Sextakkord, der: (o) acorde de sexta napolitana

Neoromantisch, adj: neo-romântico

Neume, die, sub.: (o) neuma

Newage, das: New Age

None, die: (a) nona

Nonenakkord, der: (o) acorde de 9ª

Nocturne, die: (o) noturno

Nonett, das, sub.: (o) noneto

Nasenflöte, die, sub.: (a) flauta nasal

Notation, die, sub.: (a) notação

Note, die, sub.: a nota

O

Obertonreihe, die, sub.: série de harmónicos

Oboe, das, sub.: o oboé

Oboe d’Amore, die: oboe d’amore

Oboist, der, sub: (o) oboista

Oboistin, die, sub.: (a) oboista

Ode, die, sub.: (a) ode

Offertorium, das: (o) ofertório

Oktave, die, sub.: a oitava

Oktavparallelen, sub. pl.: oitavas paralelas

Oktett, das, sub.: (o) octeto

Onomatopöie, die, sub.: (a) onomatopeia

Oper, die, sub.: (a) ópera

Opera buffa, die: (a) ópera bufa

Opernhaus, das, sub.: (a) ópera, teatro da ópera

Opera seria, die: (a) ópera séria

Operette, die, sub.: (a) opereta

Ophikleide, die, sub.: (o) oficleide

Opus, das, sub.: (o) opus

Oratorium, das, sub.: (a) oratória

Orchester, das, sub.: a orquestra

Orchesterklang, der, sub.: o som orquestral

Orchestral, adj.: orquestral

Orchestersuite, die: suite orquestral

Orchestrierung, die, sub.: (a) orquestração

Ordinarium, das: (o) ordinário

Organist, der, sub.: (o) organista

Organistin, die, sub.: (a) organista

Organum, das: (o) organum

Orgel, die, sub.: (o) órgão

Orgelbau, sub.: (a) oficina de organaria, organaria

Orgelmusik, die: (a) música para órgão

Orgelschule: (o) método de órgão

Orgelstimmer, sub.: (o) intonador (órgão)

Orgeltechnik: (a) técnica do órgão

Originalität, die, sub.: (a) originalidade

Ornament, das, sub.: (o) ornamento

Ornamentieren, v.: ornamentar

Ostinato, der: (o) ostinato

Ouvertüre, die, sub.: (a) abertura

P

Panflöte, die, sub.: (a) flauta de Pã

Panpfeife, die, sub.: (a) flauta de Pã

Parallelen, pl.: paralelas

Parodie, die, sub.: (a) paródia

Partita, die, sub.: (a) partita

Partitur, die, sub.: (a) partitura

Passacaglia, sub.: (a) passacaglia

Passage, die, sub.: (a) passagem

Passion, die, sub.: (a) Paixão

Pauke, sub.: (os) tímpanos

Pause, die, sub.: (a) pausa

Pavane, die, sub.: pavane

Pedal, das, sub.: (o) pedal

Pedaltechnik: (a) técnica da pedaleira

Pentatonisch, adj.: pentatónico

Perkussion, die: (a) percussão

Periode, die, sub.:: (o) período

Pfeife, die, sub.: tubo, apito

Pfeifenmacher, sub.: (o) fabricante de tubos, tubeiro

Pfeifenorgel, die, sub.: (o) órgão de tubos

Phrase, die, sub.: (a) frase

Phrasiert, sub.: (o) fraseado

Phigilin, sub.: (a) fídula

Philharmonisch, adj.: filarmónico

Philharmoniker: Orquestra Filarmónica

Phrygisch, adj.: frígio

Pianist, der, sub.: (o) pianista

Pianistin, die, sub.: (a) pianista

Pianistisch, adj.: pianístico

Piano, das, sub: (o) piano

Pianoforte, das, sub.: pianoforte

Pianola, das, sub.: (a) pianola

Pikkoloflöte, die, sub.: piccolo, flautim

Plagale Kadenz: cadência plagal

Plektron, das: (o) plectro

Polychorisch, adj. policoral

Polyfonie, die, sub.: (a) polifonia

Polytonal, adj: politonal

Polytonalität, die, sub.: (a) politonalidade

Pommer, sub.: (a) charamela

Popmusik, die: (a) música pop

Portamento, das: (o) portamento

Portativ, das, sub.: (o) [ órgão ] portativo

Position, die, sub.: (a) posição

Positiv, das: (o) órgão positivo

Postludium, das, sub.: (o) poslúdio

Präludium, das, sub.: (o) prelúdio

Präpariertes Klavier: (o) piano preparado

Prime, die, sub.: uníssono

Primgeige, die: primeiro violino

Privatmusikerziehung, die: educação musical privada

Programmmusik, die: (a) música programática

Prolog, der, sub.: (o) prólogo

Protestsong, der: canção de intervenção

Psalm, der: (o) salmo

Psalmodie, die, sub.: (a) salmodia

Psalter, das, sub.: (o) saltério

Punktierte halbe Note: (a) mínima pontuada, mínima com ponto de aumentação

Pythagoreisch, adj.: pitagórico

Pythagoreische Skala, die: (a) escala pitagórica

Q

Quadratnotation, die: (a) notação quadrada

Qualitative Überlegenheit: (a) superioridade qualitativa

Quarte, die: (a) quarta

Quartenakorrd, der: (o) acorde de 4ª

Quartett, das, sub.: (o) quarteto

Querflöte, die, sub.: (a) flauta transversal

Quinte, die: (a) quinta

Quintenzirkel, der: (o) círculo das quintas

Quintparallelen, sub., pl..: quintas paralelas

Quintett, das, sub.: (o) quinteto

Querflöte, die, sub.: (a) flauta traversa

R

Radleier, sub.: (a) sanfona

Ragtime, der, sub.: (o) ragtime

Rap, der, sub.: (o) rap

Realismus, der, sub.: (o) realismo

Rebec, das der, sub.: (a) rabeca

Reggae, der, sub.: (o) reggae

Registrierung, die, sub.: (a) registação

Reverb, der, sub.: (a) reverberação

Reduktion, die, sub.: (a) redução

Refrain, der: (o) refrão

Regal, sub.:(o) realejo

Registrant, sub.: registador (órgão)

Reihe, die, sub.: (a) série

Reigen, der, sub.: (a) dança de roda

Rhapsodie, die, sub.: rapsódia

Rekonstruktion, die, sub.: (a) reconstrução

Renaissance, die: (a) Renascença

Rekonstruieren, v.: reconstruir

Requiem, das, sub.: (o) Requiem

Requiemmesse, die: Missa de Requiem

Reparatur, die, sub.: (a) reparação

Reparieren, v.: reparar (órgão)

Resonanz, die: (a) ressonância

Responsorium, das, sub.: (o) responsório

Restauration, die, sub.: (o) restauro

Restaurieren, v.: restaurar

Restaurierung, die, sub.: (o) restauro

Rezension, die, sub.: (a) recensão

Rezital, das, sub.: (o) recital

Rezitativ, das, sub.: (o) recitativo

Rhythmik, die, sub.: (a) rítmica

Rhythmisch unbefriedigenden Sätze: (as) composições ritmicamente mal concebidas

Rhythmishe Angelegenheiten: (as) questões de rítmica / questões rítmicas

Rhythmischen Perioden: (os) períodos rítmicos

Rhythmsection, die: (a) secção rítmica

Rhythmus, der, sub.: (o) ritmo

Ritornell, das: (o) ritornello

Rockmusik, die: (a) música rock

Rockoper, die: (a) ópera rock

Rohr, das, sub.: (o) tubo

Rohrblatt, das, sub.: (a) palheta

Rohrblätter, die, sub.: (as) palhetas, a palheta dupla

Rohrblasinstrumente, die, sub.: (os) instrumentos (de sopro) de palheta

Rohrlänge, die, sub.: (o) comprimento do tubo

Rohrweite, die, sub.: (a) largura do tubo

Romantisch, adj.: romântico

Rondoform, die, sub.: (a) forma rondó

Rumba, der, sub.: (a) rumba

S

Sackbut, die, sub.: sacabuxa

Salsa, der, sub.: salsa

Saqueboute, die, sub.: sacabuxa

Sackpfeife, die, sub.: (a) gaita-de-foles

Saite, die, sub.: (a) corda

Saiten, die, sub.: (as) cordas

Saiteninstrument, das: (o) instrumento de corda

Salonmusik, die: música de salão

Satzlehre, die: (os) rudimentos de composição

Sarrusofon, das, sub.: sarrusofone

Sarrusophon, das, sub.: sarrusofone

Satirisch, adj.: satírico

Satz, der, sub.: (o) andamento

Sauber gespielt: tocado de forma clara

Saxofon, das, sub.: saxofone

Saxophon, das: saxofone

Saxofonist, der: (o) saxofonista

Saxofonistin, die: (a) saxofonista

Schalmei, die, sub.: (a) charamela

Schalmay, die, sub.: (a) charamela

Schalmey, die, sub.: (a) charamela

Scharfe Kante: aresta afiada

Schellentrommel, die, sub.: (a) pandeireta

Schematische Folgen: sequências esquemáticas

Schlag, der, sub.: (o) tempo (do compasso)

Schlagzeug, das: instrumento de percussão

Schlagzeuger, der: (o) percussionista

Schlagzeugerin, die: (a) percussionista

Schlüssel, der, sub.: (a) clave

Schnabel, der, sub.: (a) boquilha

Schönbergisch, adj.: schönbergiano

Schwingen, v.: vibrar

Schwingung, die, sub.: (a) vibração

Sechszehntelpause, sub.: (a) pausa de semicolcheia

Sechszenhtelnote, sub.: (a) semicolcheia

Septett, das: septeto

Sequenz, die: (a) sequência

Serenade, die: (a) serenata

Serialismus, der: serialismo

Serielle Musik, die: música serial

Singen, v.: cantar

Sinfonische Band, die: Banda Sinfónica

Sinfonisches Gedicht, das: (o) poema sinfónico

Sinfonie, die, sub.: (a) sinfonia

Syllabisch, adj.: silábico

Symphonie, die: (a) sinfonia

Solist, der, sub.: (o) solista

Solistin, die: (a) solista

Sprache, die: (a) língua

Sopran, der: soprano

Soundtrack, der: (a) banda sonora

Spanische Gitarre, die: guitarra espanhola

Spielen, v.: tocar

Spieler, sub.: (o) instrumentista, (o) executante

Spinet, das, sub.: (a) espineta

Spiritual, der: (o) espiritual

Steg, der, sub.: (o) cavalete

Stereofonie, die: (a) estereofonia

Stereofonisch, adj.: estereofónico

Stereophonie, die: (a) estereofonia

Stimme, die, sub.: (a) voz

Stimmung, sub.: (a) afinação (de órgão)

Stimmstock, der, sub.: (a) alma

Streichquartett, das, sub.: (o) quarteto de cordas

Strecken [ der finger ] : (a) extensão [ dos dedos ]

Streicher, sub. pl.: cordas

Streichpsalter, sub.: (o) saltério

Strophe, die: (a) estrofe

Struktur, die: (a) estrutura

Strukturalismus, der: estruturalismo

Stück, das, sub.: (a) peça, (a) composição

Studie, die: (o) estudo

Stilistisch, adj.: estilístico

Studio, das: (o) estúdio

Subdominante, die: (a) subdominante

Supertonika, die: (a) sobretónica

Suspension, die: (a) suspensão

Synkope, die: (a) síncopa

Syrinx, die: (a) flauta de Pã

System, das, sub.: (o) sistema

T

Takt, der, sub.: (o) compasso

Taktstrich, der, sub.: a barra de compasso, barra simples

Tamburin, sub.: (o) pandeiro

Taktwechsel, der, sub.: a mudança de compasso

Tanz, der: (a) dança

Tanzmusik, die: (a) música de dança

Teilung, die, sub.: (as) divisões

Tempo, das, sub.: o andamento, o tempo (só quando se trata de não confundir com andamento = Satz)

Tief, adj.: grave

Tiefe Note, sub.: (a) nota grave

Tiefste geschriebene Ton:, der: a nota escrita mais grave

Ton, der, sub.: (o) som

Tonart, die, sub.: a tonalidade

Tonartentabelle, die, sub.: a tabela de tonalidades

Tonakzent, der, sub.: acentuação musical

Tonartvorzeichen, das, sub.: a armação da clave

Tonartvorzeichnung, die: armação da clave

Töne, die, sub.: (os) sons

Tonsatz, der: (a) composição musical

Tonsätze, sub.: (as) composições musicais

Thüringer zither: (o) cistro

Tishpositiv: (o) positivo de mesa (órgão)

Transkription, die, sub.: (a) transcrição

Traversflöte, sub.: (a) flauta traversa

Triller, sub.: (o) trilo

Triole, die, sub.: tercina

Trugschluss, der: (a) cadência interrompida

Truhenorgel, der, sub.: (o) positivo transportável

Tutti, das, sub.: no tutti

U

Übermäßig, adj: aumentado

Übereinstimmen, v.: coincidir

Ukulele, die, sub.: ukulele

Umfang, die, sub.: (a) extensão

Umkehrung, die: (a) inversão

Umkomponieren, v.: reescrever

Umgestalten, v.: transformar

Umschrift, die, sub.: (a) adaptação

Urfassung, die, sub.: (a) versão original

Urkomposition, die, sub.: (a) composição original

V

Variation, die, sub.: variação

Verbreitete Fassung: (a) versão corrente

Verdienst, das, sub.: (o) mérito

Verfasser, der, sub.: (o) autor

Vers, der, sub.: solo

Vergleichende Musikwissenschaft, die: (a) etnomusicologia

Verzeichnis, das: (o) catálogo de obras

Version, die, sub.: (a) versão

Verwandte Instrumente: instrumentos semelhantes

Verzierung, die: (o) ornamento, (a) ornamentação

Verzierungen spielen: tocar ornamentos

Vertrag, der, sub.: (o) contrato

Vibrafon, das, sub.: vibrafone

Vibrieren, das, sub.: vibração

Vibraphon, das, sub.: vibrafone

Vibrato, das, sub.: vibrato

Vierfaches glissando: quádruplo glissando

Viertel, die, sub.: (a) semínima

Viertelnote, die, sub.: (a) semínima

Viertelpause, die, sub.: (a) pausa de semínima

Viervierteltakt, der, sub.: compasso quaternário, compasso 4/4

Vihuela, die, sub.: vihuela

Villancico, der, sub.: (o) vilancete

Vina, die, sub.: vina

Viola da Gamba, die: viola da gamba

Viola (e Bratsche), die, sub.: (a) viola de arco

Violine, die: (o) violino

Violinschlüssel, der, sub.: (a) clave de sol

Violoncellist, der, sub.: (o) violoncelista

Violoncello, das, sub.: (o) violoncelo

Virginal, das, sub.: (o) virginal

Virtuosität, die, sub.: virtuosismo

Virtuos, adj.: virtuosístico

Vokal, adj.: vocal

Vokalise, die, sub.: vocaliso

Vokalmusik, die, sub.: música vocal

Volkslied, das, sub.: (a) canção popular, canção tradicional

Volksmusik, die, sub.: (a) música popular

Vogelorgel, der, sub.: (a) serineta

Vorangebot, das, sub.: (a) estimativa

Vorschlag, das, sub.: (o) projecto

Vorspielen, v.: tocar em público

Vortrag, der, sub.: (o) recital

W

Wagnerisch, adj.: wagneriano

Wagnertuba, die, sub.: tuba wagneriana

Waldzither, sub.: (o) cistro

Walzer, der, sub.: (a) valsa

Wassermusik, die: Música Aquática

Wasserorgel, sub.: (o) órgão hidráulico, hidraulo

Wechsel, der, sub.: (a) alternância

Weihnachtslied, das: (a) canção de natal

Welle, die, sub.: onda

Weltliche Musik, die: (a) música profana

Weltmusik, die, sub.: música do mundo

Werk, das, sub.: (a) obra

Werklist, sub.: (a) lista de obras

Wert, der, sub.: (o) valor

Wiederholungszeichen, das, sub.: (o) sinal de repetição

Wiegenlied, das: (a) canção de embalar

Wiener Klassik, die: (o) classicismo vienense

Wiener Schule, die: (a) Escola de Viena

Wohltemperiert, adj.: bem temperado

Wortakzent, der, sub.: (a) prosódia, acentuação musical

Zwei-Vierteltakt, der: (o) compasso binário, compasso de 2/4

X

Xylophon, das, sub.: (o) xilofone

Y

Z

Zamba, die, sub.: (o) samba

Zeile, die, sub.: (a) linha

Zigeunermusik, die: (a) música cigana

Zigeunerskala, die: (a) escala cigana

Zister, die, sub.: (o) cistro

Zitter, die, sub.: (o) cistro

Zitol, die, sub.: (a) cítola

Zuhörerschaft, die, sub.: (o) público

Zurna, die, sub.: zurna

Zweiundreissigstelnote, die, sub.: (a) fusa

Zwei-viertel-takt, der, sub.: (o) compasso binário ou compasso 2/4

Zweite Wiener Schule, die: (a) Segunda Escola de Viena

Zwischenspiel, das, sub.: (o) interlúdio

Zyklus, der, sub.: (o) ciclo

Conrad Kiesel (1846-1921)
Conrad Kiesel (1846-1921)