barítono José de Freitas

JOSÉ DE FREITAS

José de Freitas, de nome completo José Cirilo de Freitas Silva, nasceu na Madeira e foi padre da Congregação da Missão (Padres Vicentinos). Já depois de padre, estudou nos conservatórios do Porto e de Lisboa, onde concluiu o Curso Superior de Canto com excelente classificação. Em 1978 tornou-se artista residente do Teatro Nacional de São Carlos onde se estreou com Schaunard em La Bohème. Foi intérprete de importantes papéis de barítono e de baixo-barítono em Portugal e no estrangeiro. Foi também diretor de coros e compositor de cânticos litúrgicos.

ENTREVISTA

Qual foi o primeiro momento em que se lembra de ter tido consciência de que a música era importante para si?

O primeiro momento?! Preferiria falar de uma pequena série de momentos… Concretizando: No meu 5º ano do seminário (hoje 9º ano), cerca dos 16 anos, quando a chamada “mudança de voz” era já algo acentuada, o meu ilustre professor de música, Padre António Ferreira Telles, poucos dias após ter-me convidado para tocar harmónio em algumas cerimónias litúrgicas (ele era o harmonista oficial, obviamente) e pedir-me para, alternadamente com outro colega, iniciar os cânticos na liturgia (o equivalente a solista), veio falar comigo na véspera da festa do Padroeiro do seminário (S. José), e disse-me: “Confio muito em ti para “segurares” a 4ª voz na missa solene de amanhã.” Ora aí tem um “puzzle” com bastante significado na minha “consciência musical” de jovem seminarista…

Quais os professores que mais o influenciaram no tempo de seminário?

Vou referir-me apenas a professores de música, obviamente. Desde os primeiros anos, tive uma veneração especial por um ilustre mestre, muito “sui generis”, mas muito competente e sabedor: o Padre António Ferreira Telles, a que atrás aludi. Era excelente harmonista, compositor, ótimo harmonizador. O Pe. Fernando da Cunha Carvalho, felizmente ainda entre nós, também teve influência na minha orientação musical, e não só. Mas vou salientar, sem querer ser injusto para os atrás citados e porventura outros, o Pe. João Dias de Azevedo, que muito me ajudou sobretudo no harmónio e no órgão, no Seminário de Mafra, onde fiz o meu noviciado (1954-1956). Nesse período, cheguei a tocar órgão em algumas celebrações dominicais e festas na Basílica de Mafra… E, para completar os anos do seminário, não poderei omitir o Pe. Fernando Pinto dos Reis (1929-2010).

Depois de ir para o seminário e de ser padre, quando é que se apercebeu de que cantar era o mais importante na sua vida profissional?

Como disse, cedo me iniciei e fui crescendo na função de solista. Continuei-a ao longo de todo o curso, alternando-a com o múnus de harmonista. Terminado o curso, fui incumbido da disciplina de Música (além de outras), no seminário menor. O concílio do Vaticano II acabava de privilegiar o vernáculo na liturgia. Iniciei a renovação de todo o repertório vigente. Eu próprio dei largas a uma velha paixão e iniciei a composição de cânticos em português, incluindo o “ordinário” e o “próprio” da missa para determinadas solenidades, além de outros cânticos circunstanciais. Aconselhado por não poucos, matriculei-me no Conservatório do Porto. Canto? Composição? Duas paixões. Muito incitado e encorajado pela professora D. Isabel Mallaguerra, decidi-me mais seriamente pelo canto, sem descurar a composição musical.

Após o curso geral de canto no Conservatório do Porto, vim a concluir o Curso Superior no Conservatório Nacional com a professora D. Helena Pina Manique. Com o programa do exame do curso superior concluído com alta classificação, fui convidado para vários recitais em Lisboa e não só. Iniciei logo de seguida o curso de ópera com o professor Álvaro Benamor e D. Helena Pina Manique. Fui admitido no Coro Gulbenkian, onde estive durante alguns meses até seguir para Paris com uma bolsa de estudos.

O diretor do Teatro Nacional de São Carlos, Eng. João Paes, que já me ouvira no Conservatório, convidou-me para, temporariamente, interromper o estágio em Paris e vir a Lisboa preparar o desempenho de um importante papel numa ópera portuguesa. Bem sucedido, pediu-me para, após o estágio parisiense, seguir para Florença, afim de preparar, com o famoso Gino Bechi, o importantíssimo papel de primeiro barítono (Lord Enrico d’Ashthon) da ópera Lucia di Lamermoor, de Donizetti. Cantei esse papel em novembro de 1977, no Teatro Rivoli (Porto)…

Toda esta “bola de neve” a partir da conclusão do curso superior de canto em 1974, todo o incrível desencadear de situações até finais de 1977, todo o ano de 1977 sobretudo, tudo isso responde à sua pergunta… Parafraseando, em contraste, um fadista, diria: “Ser cantor não foi meu sonho, mas cantar foi o meu fado…”

Dos anos em que estudou Música e Canto, que professores tiveram uma influência mais decisiva?

Nos conservatórios do Porto e de Lisboa, tive a felicidade de ser orientado respetivamente pelas professoras D. Isabel Mallaguerra e D. Helena Pina Manique, e ainda, por algum tempo, pela D. Arminda Correia, sem esquecer o Prof. Álvaro Benamor (cena).

Em Paris, como olvidar o trabalho com a famoso baixo Huc-Santana e o não menos célebre barítono Gabriel Bacquier? Em Itália, e aqui em Portugal, Gino Bechi foi simplesmente precioso no trabalho vocal e cénico. Este famoso barítono, que também me honrava com a sua amizade, cantou nos anos 40, em todos os grandes palcos do mundo. A sua famosa “entrega” aos espetáculos e nos espetáculos, quer cenicamente mas sobretudo vocalmente, levou-o a tal desgaste que teve de terminar a sua carreira por volta dos 40 anos, precisamente com a idade com que eu comecei…

Foi difícil deixar de ser padre e optar pela carreira musical?

Quando, em finais dos anos 60, me matriculei no Conservatório do Porto, confesso que o meu sonho era dar uma componente artística à minha missão de padre.

Começaram a surgir, porém, situações que não deixaram de me ir perturbando. Alguma confusão começou a instalar-se nos meus horizontes… Estávamos em pleno pós-74… Sobretudo a partir de 1977, comecei a sentir-me ultrapassado pelos acontecimentos. Tinham de ser tomadas decisões… Não podia viver na ambiguidade!… Houve muitas dúvidas, muitas incertezas… O meu Padre Provincial de então propôs-me fazer as duas coisas: padre e cantor… Tudo se desenrolava vertiginosamente… Eram convites para concertos, para óperas, etc.
Cheguei mesmo a atuar durante não pouco tempo, estando ainda no exercício do ministério… Fui chegando à conclusão de que as duas funções não faziam grande sentido… Em finais de 1978, acabei por tomar a decisão: pedi para Roma a dispensa do exercício das ordens. Não tive resposta fácil. Demorou mais de dois anos. Pelo meio, um apelo a que repensasse…

Qual foi o papel da Igreja na sua vida musical?

Primeiramente, como é obvio, penso em todo o curso do seminário. Para além de todos os aspetos da formação, a música da Igreja, o canto gregoriano, ocupou uma grande parte desse período, quer na teoria, quer na prática. O nosso Cantuale, um livro específico da Congregação da Missão com os mais belos cânticos gregorianos e muitos outros, a uma ou mais vozes, dominou grande parte desses anos, as nossas vozes e as nossas almas.

No seminário Maior, durante o curso de filosofia e teologia, para além das mais belas obras de polifonia sacra, cantávamos, todos os domingos e festas, o “comum” e o “próprio” em gregoriano, de acordo com o emblemático Liber Usualis, a mais completa obra do canto da Igreja. Tudo isto, naturalmente acompanhada da parte teórica, marca indelevelmente a minha personalidade e a minha formação musical. E não esqueço que quase sempre, alternadamente, fui organista e solista…

Após a ordenação, seguiram-se anos dominados pelo Concílio do Vaticano II, com uma série extraordinária de documentos sobre a música e a liturgia em vernáculo,com o aparecimento de excelentes compositores. E foram sempre surgindo, com os diversos papas, importantes documentos sobre a música litúrgica. Não posso esquecer os “famosos” cursos gregorianos de Fátima que frequentei.

Durante os anos 1977-1995, em que a vida artística teve o seu lado prioritário, nunca deixei de estar atento aos documentos da Igreja sobre música sacra e à obra de excelentes compositores que temos.

A partir de 1997, já no pós – S. Carlos, a pedido do meu grande amigo Conégo José Serrasina que acabava de ficar à frente da Paróquia dos Anjos, em Lisboa– a minha paróquia -, comecei a orientar o coro paroquial, tomando a peito a renovação dos cânticos e a dinamização litúrgica. Baseava-me sempre nos textos de cada celebração. Após 5 anos de intenso e profícuo trabalho, abracei outro projeto – na Capela do Palácio da Bemposta (Academia Militar), onde colaborei durante 13 anos (2003 – 2016). Durante este período, compus dezenas de cânticos que vieram a ser publicados pela Academia Militar, em 2012, num volume com o título Deus é Amor. Porque o “contexto” de então era “específico”, o referido volume irá “sofrer” brevemente substancial alteração.

Qual foi a maior deceção na sua vida?

Se me permite, não apresentaria uma mas duas deceções, e ambas no âmbito do mundo lírico. A primeira, logo de início. Tinha feito 40 anos. Eram diferentes, agora, o sonho e o ideal. Imaginava que perante mim, ia surgir um meio pleno de elevação, um ambiente superior, de arte, de cultura, etc. Cedo, porém, fui verificando e concluindo que as cores que sonhara belas, não, não o eram assim tanto… A realidade era bastante mais prosaica… Bem!… Respirei fundo, bem fundo, passe a expressão… E, vamos a isso!… Mas vamos mesmo! O desafio que ora iniciava era para ganhar, era mesmo para vencer!… E foi! Não tive o caminho atapetado de rosas, longe disso, muito longe! Foram necessárias uma fibra excecionalmente forte como considero ter, uma fé inabalável em Deus como efetivamente tenho, e também, obviamente, uma grande confiança nos talentos que Deus me deu, aliados à formação que tive (não poderei esquecê-lo!) E…aí vou eu!… E nem tudo foram espinhos, digamos em abono da verdade. Tive um público que me admirava e apoiava bastante, excelentes e excecionais críticas, outras nem tanto… E, entre um pessoal que rodava as três centenas (coro, orquestra, cantores, técnicos, etc), tive não poucos amigos e admiradores! Não esqueço que, logo no começo, nos primeiros ensaios, vi lágrimas nos olhos de algum do pessoal, ao verem a minha entrada enérgica, decidida, confiante, e pensando no “mundo” donde acabava de chegar… aos 40 anos!…

A segunda deceção foi no fim. Em finais de 92, a SEC, tendo à frente o Dr. Pedro Santana Lopes, achou por bem dissolver a Companhia Portuguesa de Ópera (cantores, orquestra, etc). Éramos 14 os cantores principais. Mesmo tendo em conta que eu continuava a cantar no país e não só, esta foi sem dúvida uma grande deceção. Aos 55 anos, encontrava-me no ponto mais alto da carreira, a nível vocal e cénico, na minha opinião e na de quantos me conheciam e ouviam! Esperava estar “em grande” mais uma boa dezena de anos… Lembrei-me então das palavras de Gino Bechi, quando, certo dia, nos anos 80, após fazer as célebres e espetaculares demonstrações, vocais e cénicas, durante um ensaio, e quando já contava perto dos 80 anos, teve este desabafo: “Agora é que eu sei cantar!”

Pois é!… Parafraseando o meu mestre, diria: “Agora… é que eu sabia cantar!…”

Qual foi o momento mais alto da carreira como cantor lírico?

Desempenhei os mais diversos papéis de 1º barítono, de baixo-barítono, papéis característicos, enfim, foram cerca de 50… Nunca tive um fracasso nos meus desempenhos. Pelo contrário! Escolher o momento mais alto?!… É difícil!… Estou a lembrar-me de não poucos… Do “Le Grand-Prêtre de Dagom” da ópera Samson et Dalila, de Saint-Saëns, em 1983. Quis preparar o papel em Lyon com o meu ex-professor de Paris, o grande barítono Gabriel Bacquier. Estou a recordar-me do “Dulcamara” da ópera L’Elisir d’Amore, de Donizetti, em 1984 e 1985… Do “Rocco”, da ópera Fidelio de Beethoven… Enfim, não vou alongar-me na citação de outras boas e belas hipóteses…

Mas vou escolher como momento mais alto uma ópera fora do estilo clássico: a ópera Kiú, do compositor espanhol Luís de Pablo, levada à cena em 1987 no Teatro Nacional de São Carlos. O meu papel de Babinshy, o pivô da ópera, na sua grande espetacularidade e dificuldade vocal e cénica, foi na verdade um momento muito alto na minha carreira! Não foi por acaso que o próprio compositor Luís de Pablo e o maestro Jesús Ramón Encimar me convidaram, 5 anos depois (dezembro de 1992 – janeiro de 1993), para interpretar em Madrid o mesmo papel!…

Quais foram os cantores líricos mundiais que mais o inspiraram?

Estavam na moda, nos anos 60, cantores líricos que deveras nos entusiasmavam. Lembro-me, por exemplo, de Mário Lanza, de Luís Mariano, de Alfredo Krauss que vim a conhecer em São Carlos, e com o qual contracenei, inicialmente, num ou noutro pequeno papel. E vários outros, quase todos tenores. O meu tipo de voz é de barítono ou de baixo-barítono. Mas foi sobretudo a partir do Curso Superior de Canto que comecei a interessar-me por vozes líricas, o que é absolutamente natural. Dado o meu tipo de voz, cerca de cinco ou seis cantores internacionais dominavam particularmente os meus gostos. Comecemos pelos alemães Dietrich Fischer-Dieskau e Hermann Prey, barítonos. O primeiro, absolutamente excecional em lied, tendo cantado praticamente tudo o que havia nesse domínio. Muitos o consideraram o maior músico do século XX. Foi inclusivamente maestro de música sacra. Ouvi-o ao vivo em Paris. Hermann Prey era superior como ator. As suas interpretações em óperas de Mozart, Rossini, Donizetti ficaram memoráveis. Outros dois barítonos ou baixo-barítonos, Fernando Corena e Rolando Panerai, eram também grandes cantores e atores, mais característicos que os anteriores. Outro barítono que, vocalmente (não cenicamente) me enchia as medidas, era Piero Cappuccilli. Era um barítono a que eu chamaria heróico-dramático, com uma incrível potência de voz. Jamais esquecerei o seu desempenho em Simon Boccanegra de Verdi, no São Carlos…

Poderia obviamente alongar-me, no que às vozes masculinas diz respeito. Mas também não posso deixar de me referir a vozes femininas que, além de nós deixarem siderados, tanto nos ensinaram! Antes de mais, Maria Callas!… Depois, uma Victoria de los Angeles que cheguei a ouvir na Gulbenkian. Fiorenza Cossotto, Mirella Freni, Christa LudwigMonserrat Caballé que ouvi em Paris dirigida por Leonard Bernstein… Uma Joan Sutherland, La Stupenda, a tal que cantou a Traviata no Coliseu na famosa noite de 24 para 25 de abril de 1974, com o já citado Alfredo Kraus… E eu estava lá!…

Quais os músicos portugueses mais influentes na sua carreira?

Por músicos, entendo compositores, professores, pianistas, ensaiadores, “pontos”, cantores, e, porque não, críticos… Antes de mais, as minhas duas professoras nos conservatórios do Porto e de Lisboa, respetivamente: Isabel Malaguerra e Helena Pina Manique. A professora D. Arminda Correia fez de forma extraordinária a breve transição entre uma e outra. Álvaro Benamor, na classe de ópera. A pianista Maria Helena Matos que me acompanhou com enorme competência desde o Conservatório Nacional, incluindo o exame final, e praticamente em todos os recitais que fui dando ao longo da carreira. O maestro Armando Vidal, músico de gema, com o qual preparei, como a generalidade dos artistas, quase todos os papéis que tinha a desempenhar nas dezenas de óperas em que fui interveniente. Entre os maestros – “pontos” – , não esquecerei o maestro Pasquali que tão competentemente orientou, durante os primeiros tempos, as nossas intervenções em palco, e o maestro Ascenso de Siqueira, grande e bom amigo e incrível ser humano… Tive a felicidade de trabalhar com encenadores como António Manuel Couto Viana, que me honrava com a sua amizade, Carlos Avillez (em várias óperas), Luís Miguel Cintra, João Lourenço

Cantores? Álvaro Malta, Hugo Casaes, Elizette Bayan, Armando Guerreiro, e outros… Lembro-me ainda de preciosas “dicas” que me deu Álvaro Malta

Compositores? Antes de mais, o Prof. Cândido Lima. Conheci-o em Paris. Conversávamos muito. Não esqueço o dia em que ele me apresentou ao seu amigo Iannis Xenakis… Fomos juntos a vários concertos. Preparei, com ele ao piano, algumas obras suas para canto. Foi meu pianista num concurso de canto em que fui premiado… Tudo isto em Paris, em 1977.

Com o grande compositor Fernando Lopes-Graça, tive a honra de preparar um importante papel de solista na sua obra As Sete Predicações d’Os Lusíadas, em vista à estreia mundial da mesma no VI Festival da Costa do Estoril (1980).
Joly Braga Santos honrava-me com a sua amizade e admiração. Com ele ensaiei o papel de solista na sua Cantata Das Sombras, sobre texto de Teixeira de Pascoaes, para primeira audição mundial no Teatro de S. Luís, a 27 de julho de 1985, com o Coro Gulbenkian, e enquadrada no XI Festival de Música da Costa do Estoril. De Joly Braga Santos nunca poderei esquecer as suas palavras, em pleno palco, no fim da última récita da sua Trilogia das Barcas, em maio de 1988: “Estou a compor uma ópera, para a Expo de Sevilha (daí a 4 anos), baseada numa obra de Frederico Garcia Llorca, Bodas de Sangue e tenho um muito bom papel para si”. Entretanto, o maestro falecia 2 meses depois, a 18 de julho de 1988, o que constituíu uma grande perda para o País, para a cultura portuguesa.

Quanto a críticos, devo dizer que, entre outros, Francine Benoit, João de Freitas Branco, José Blanc de Portugal muito me encorajaram e elogiaram!

E hoje, o que acha da evolução da ópera em Portugal?

Francamente, tenho dificuldade em responder. Há cerca de vinte e cinco anos, após a extinção da Companhia Portuguesa de Ópera e de ter dado como terminada a minha carreira lírica, abracei outro projeto e alheei-me bastante desse tema. Sei que, sobretudo por razões orçamentais, a programação se ressente, e muito. Tudo parece ser diferente. Repito: não tenho dados que me permitam fazer qualquer juízo de valor…

O que pensa do papel da música na Igreja?

Desde o Seminário Maior, fui lendo atentamente, e mais que uma vez, os documentos papais que surgiram desde o princípio do século XX:
o Motu próprio de São Pio X (1903) sobre a Restauração da Música Sacra;
a Constituição Apostólica Divini Cultus (1928) no pontificado de Pio XI, sobre a liturgia e a música sacra; a Encíclica Musicae Sacrae Disciplina (1953), do Papa Pio XII, sobre a Música Sacra, vocal e instrumental.

Logo após o Concílio do Vaticano II, surge a Constituição Conciliar Sacrosanctum Concilium (1963), a realçar que “a acção litúrgica reveste maior nobreza quando é celebrada com canto, com a presença dos ministros sagrados e a participação ativa do povo”. E quando fala de canto, obviamente que se refere ao canto sagrado intimamente unido com o texto. E se o canto gregoriano ocupa sempre um lugar privilegiado em igualdade de circunstâncias, não são excluídos os outros géneros de música sacra mormente a Polifonia, desde que em harmonia com o espírito da ação litúrgica, e de acordo com os diversos tempos litúrgicos, com as diversas celebrações e os vários momentos da celebração. Compositores, organistas, mestres de coro, cantores, músicos (instrumentistas) devem formar um todo para o esplendor do canto.

Alguns anos após o Concílio, a famosa Instrução Musicam Sacram (1967), da Sagrada Congregação dos Ritos, é a síntese, diria perfeita, do que à Música Sacra diz respeito, desde o canto na celebração da missa, passando pela preparação de melodias para os textos em vernáculo, depois a música para instrumental, o Canto no Ofício, etc etc.

O assunto levar-nos-ia ainda a três ou quatro intervenções de São João Paulo II, a uma célebre conferência do Cardeal Ratzinger (mais tarde Papa Bento XVI) em 1985, a uma Nota Pastoral dos nossos bispos por ocasião do Ano Europeu da Música (em novembro de 1985).

E o nosso Papa Francisco, por mais de uma vez, tem insistido que a Música Sacra e Canto Litúrgico devem estar plenamente inculturados nas linguagens artísticas atuais.

Quais os compositores que mais ouve e, desses, que obras prefere?

J.S. Bach é incontornável. Oiço com frequência, por exemplo, a Cantata do Café, cuja ária Hat man nicht mit seinen kindern fez parte do programa do meu exame do Curso Superior de Canto de Concerto, e foi uma das provas de acesso ao Coro Gulbenkian, em novembro de 1974; a Missa em Si m, cujas árias de baixo cantei; e a Paixão Segundo S. João, em que interpretei o papel de Jesus, no Porto, em abril de 1977, quando ainda estagiava em Paris…
Haëndel (O Messias, e Música Aquática); Beethoven (Sinfonias 3, 6 e 9) e a ópera Fidelio, cujo papel de Rocco desempenhei em junho de 1986; Mozart (o Requiem que, enquanto membro do Coro Gulbenkian, cantei no Coliseu em 1975, com gravação para a Erato; a Sinfonia nº 40, etc etc); Haydn (A criação, a Missa de Santa Cecília e a Sinfonia Concertante); Bizet (Carmen); Bramhs (Um Requiem Alemão);Rossini (Stabat Mater); Tchaickowsky (Romeu e Julieta e Francesa da Rimini; Dvorak (Sinfonia nº 9, O Novo mundo); Ravel (Bolero); Rodrigo (Concerto de Aranjuez); Strauss (valsas); Elgar (Concerto para violoncelo).

E muito, muito mais, obviamente.

O que o levou a colecionar livros e discos?

Certamente, e de uma forma geral, o meu gosto pela música, a ligação à Igreja, o meu profissionalismo, a cultura. É claro que tudo se desenrola de acordo com as diversas etapas da vida:

a minha função de professor de Música (além de outras disciplinas) no seminário menor, após a minha formação, e o começo dos meus estudos no Conservatório;

a minha transição para a vida pastoral, durante 3 anos;

a minha ida para Lisboa para concluir o curso Superior, do Conservatório, e a minha curta passagem pela Fundação Gulbenkian;

o meu estágio de dois anos em Paris, concluído com 2 meses em Itália;

o começo e a continuação da minha carreira lírica no Teatro Nacional de São Carlos;

os 3 anos pós-São Carlos em que continuei a minha carreira;

o abraçar de novo projeto: “trabalhar” um coro inserido numa missão pastoral na Paróquia dos Anjos (Lisboa), a minha Paróquia, a partir de 1997 e, posteriormente, de 2003 a 2016, na capela do Palácio da Bemposta (Academia Militar);

e porque não dizê-lo, as minhas viagens de automóvel, algumas longas, nos anos 70 e daí para cá, para já não falar da minha própria casa…

Como vê, são muitas as etapas e as circunstâncias em que procurei estar sempre em dia e dentro das exigências das mesmas. Livros, discos, cassetes, CDs, DVDs eram verdadeiros instrumentos de trabalho, de cultura, de ocupação, de prazer…

Julgo ter sintetizado as razões da minha importante biblioteca e discoteca, das quais progressivamente e criteriosamente, me vou voluntariamente desfazendo.

Antes da sua formação académica no conservatório, que lugar tinha a música erudita no seu papel de formador no seminário?

Além de renovar completamente o repertório de cânticos religiosos que vinha de há longos anos (o que supunha rodear-me de bom material), comecei a interessar-me por vozes maravilhosas que os discos faziam chegar até nós (Mario Lanza, Luis Mariano, Alfredo Krauss etc, e por orquestras excecionais que nos traziam as mais belas melodias clássicas, canções famosas, música de filmes históricos…

Tive sempre a preocupação de partilhar com os meus jovens alunos algum desse maravilhoso mundo musical… Era importante para a educação da sua sensibilidade, dos seus gostos, da sua cultura.

Lembro-me, e muitos ex-alunos (quer do seminário, quer do ensino público) se recordarão de ter dado a ouvir, entre outras obras, uma pequena peça do compositor russo Alexander Borodine. Tratava-se de Nas estepes da Ásia Central. Era a caravana que surgia ao longe, a marcha dos camelos, a intensidade instrumental que “subia” a anunciar a chegada da caravana, a permanência no terreno, o retomar da marcha, os sons que se iam extinguido… até a caravana se perder de vista!… Era tudo tão belo, tão claro! Apaixonante!… O interesse era enorme. Os alunos começavam a compreender que a música tem um sentido, um conteúdo, uma intenção, uma finalidade, uma expressão!
O mesmo sucedeu com outras obras, como o Hino da Alegria, da IX Sinfonia de Beethoven! Etc etc.

Mas adverti-os sempre para que nada disto desviasse a atenção do essencial da sua formação!…

Em três palavras como se caracteriza a si mesmo?

Persistente! Perfecionista! Brioso!

Lisboa, 19 de março de 2018

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JOSÉ DE FREITAS NA COMUNICAÇÃO SOCIAL

Um barítono que é crítico de si próprio

Correio da Manhã, 28 de abril de 1986

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De padre a cantor principal de ópera no Teatro São Carlos

Diário de Notícias do Funchal, 11 de maio de 1986

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José de Freitas: de padre a cantor

Correio da Manhã, 02 de agosto de 1987

Paulo Bastos, compositor português

SINOPSE BIOGRÁFICA

Grande parte da produção de Paulo Bastos centra-se na música de câmara e na música infanto-juvenil, apesar do número significativo de obras orquestrais, para instrumento solo e electrónica. Algumas estreias, gravações, assim como dedicatórias e encomendas da sua música, têm sido destinadas a agrupamentos e músicos de reputada qualidade. As suas obras têm sido tocadas regularmente por todo o mundo estando publicadas em várias editoras nacionais e internacionais.

LISTA DE OBRAS

Titulo da Obra/Data/Duração/Instrumentação/Estreia/Dedicatória/Edição

Estudos irreflexivos
2019
13’30”
Saxofone soprano e Vibrafone
ao Fernando Ramos e Jeffery Davis

da Cruz
2019
3’00”
Coro misto (SATB)
Revista Salicus

Annuntiatio
2019
13’00”
Orquestra de Sopros e Percussão
Estreia: 22, junho, 2019, Orquestra de Sopros e Percussão de Jovens Músicos da Universidade do Minho, Direção, Vitor Matos, Gala Sanjoanina – Entre a tradição e a modernidade, Theatro Circo, Braga
MIC.PT

Bucolicae
2018
11’00”
Violino, Violoncelo e Piano a 4 mãos
Estreia: 12, maio, 2019, Piano, Duo Jost Costa, Violino, Anne Mercier, Violoncelo, Sébastien Paul, Encomenda Le Printemps de l’Europe, Dijon, France;” 2ª e Estreia nacional: 23, novembro, 2019, Piano, Kla-Vier Duo [Patrícia Ventura e Sónia Amaral], Violino, Oksana Kurtash, violoncelo, António Ferreira, Museu Nogueira da Silva, Braga
“dédiée à Madame Sladana Zivkovic, adjointe au maire de Dijon, déléguée aux relations internationales, présidente de l’Office de Tourisme, vice-présidente de Dijon-métropole”
Scherzo Editions

Lagarto pintado
2018
1’30’
Ensemble de Violinos e Violas

clipping
2018
5’50”
Flauta à Ana Maria Ribeiro

do not fit
2018
8’00”
Violino e Piano
Estreia: 1, dezembro, 2018, Doppio Ensemble [Violino, Evandra Gonçalves, Piano, Ana Queirós], Cité Internationale Universitaire de Paris, Casa de Portugal André de Gouveia, Paris, France;
ao Doppio Ensemble
Scherzo Editions

Tetraktys
2017
10’00”
Decateto de metais
Scherzo Editions

Transbucólicas
2017
12’00”
2 Violinos, Viola e Violoncelo Estreia: outubro, 14, 2018, Quarteto de Cordas da Orquestra Sinfónica de Gouveia, violino, Diogo Costa, violino, Cláudio Soares, viola, Mariana Moreira, violoncelo, Joana Carvalho, Teatro Cine de Gouveia
Scherzo Editions

sou já do que fui
2017
8’00”
Piano a 4 Mãos
Estreia: 9, março, 2019, Piano, Duo Jost Costa (Yseult Jost & Domingos Costa), Festival Camino de Genere, Camino Al Tagliamento, Udine, Italie; 2ª: 13, abril, 2019, Piano, Duo Jost Costa (Yseult Jost & Domingos Costa), Cité Internationale Universitaire de Paris, Casa de Portugal André de Gouveia, Paris, France; 3ª: 17, maio, 2019, Piano, Duo Jost Costa (Yseult Jost & Domingos Costa), Institut Français Stuttgart, Deutschland; 4ª: 25, maio, 2019, Piano, Duo Jost Costa (Yseult Jost & Domingos Costa), Kulturraum “”Die Flora””, Gelsenkirchen, Deutschland; 5ª: 18, junho, 2019, Piano, Duo Jost Costa (Yseult Jost & Domingos Costa), Casa da Música, Porto; 6ª: 21, junho, 2019, Piano, Duo Jost Costa (Yseult Jost & Domingos Costa), Auditório Adelina Caravana, Braga; 7ª: 23, agosto, 2019, Piano, Duo Jost Costa (Yseult Jost & Domingos Costa), Festival Bowed Electrons 2019, Cape Town, South Africa; 8ª: 24, agosto, 2019, Piano, Duo Jost Costa (Yseult Jost & Domingos Costa), Festival Bowed Electrons 2019, Cape Town, South Africa; 9ª: 27, agosto, 2019, Piano, Duo Jost Costa (Yseult Jost & Domingos Costa), Festival Bowed Electrons 2019, Pretoria, South Africa; 10ª: 28, agosto, 2019, Piano, Duo Jost Costa (Yseult Jost & Domingos Costa), Festival Bowed Electrons 2019, Johannerburg, South Africa; 11ª: 20, setembro, 2019, Piano, Duo Jost Costa (Yseult Jost & Domingos Costa), Robert Bosch Saal, Stuttgart, Deutschland; 12ª : 14, março, 2020, Piano, Duo Jost Costa (Yseult Jost & Domingos Costa), Tubinger Motette, Tubinga, Deutschland;”
ao Duo Jost Costa
Scherzo Editions

em palavra a noite
2017
9’30”
Voz e piano
à Ana Barros

Não sei se vês como eu vejo
2016
2’30”
Coro misto
ao Coro Ars Vocalis

Pequenas histórias de uma Flauta 2016 8’40” Flauta e Piano
à minha filha Clara
AVA Musical Editions

Sol, la_. si, Fei! 2016 1’40” Flauta e Piano
à minha filha Clara

Flutzcla
2016
3’24”
Música Electroacústica sobre suporte

onaiP 2016
5’26”
Música Electroacústica sobre suporte
ao Paulo Mesquita

Feldage 2016
2’06”
Música Electroacústica sobre suporte

Flutz
2016
4’26”
Música Electroacústica sobre suporte

Kurtos 01
2016
52”
Música Electroacústica sobre suporte

Íris-abandono…
2016
10’20”
Vibrafone
MIC.PT

Cinco canções de Miguel Torga
2016
11’30”
Orquestra de Guitarras e Voz Estreia: Janeiro, 29, 2017, Orquestra de Cordas Dedilhadas do Minho, Voz, Mário João Alves, Direção, Rui Gama, Museu D. Diogo de Sousa, Braga; 2ª: 20, outubro, 2019, Orquestra de Violões, Direção, Thales Vieira Maestre, Hebraica, São Paulo, Brasil;” à Orquestra de Cordas Dedilhadas do Minho
MIC.PT

Pequenas histórias de uma Guitarra
2015
9’30”
Guitarra
ao meu sobrinho Manuel
AVA Musical Editions

Missae Breves
2015
16’20”
Coro a 3 vozes (SSA), Órgão e Oboé
Estreia: maio, 6, 2017, Coro de Pequenos Cantores de Esposende, Órgão, Diogo Zão, Oboé, Sara Amorim, Direção, Helena Venda Lima, IV Festival de Órgão de Braga, Basílica dos Congregados, Braga
ao Coro de Pequenos Cantores de Esposende

Ave Verum Corpus (b)
2015
5’00”
Coro a 3 vozes (SSA) a cappella
Estreia: Março, 19, 2016, Coro de Pequenos Cantores de Esposende, Direção, Helena Venda Lima, Igreja Matriz de Esposende ao Coro de Pequenos Cantores de Esposende
AVA Musical Editions

Ave Verum Corpus (a)
2015
4’00”
Coro a 3 vozes (SSA) a cappella
ao Coro de Pequenos Cantores de Esposende
Scherzo Editions

Indizível
2015 2’20”
Flauta e Piano
Estreia absoluta: Fevereiro, 09, 2017, Flauta, Morgana Patriarca Piano, Bernardo Soares Teatro Municipal de Vila do Conde, Encontros Nova Música em Vila do Conde
à Morgana Patriarca
AVA Musical Editions

Pequenas histórias de uma Violoncelo
2015
7’20”
Violoncelo e Piano
AVA Musical Editions

Wandering
2015
8’30”
Flauta e Marimba
Estreia: julho, 15, 2015, João Miguel Braga Simões, Carlos Miguel Araújo, Teatro Helena Sá e Costa, ESMAE, Porto 2ª: junho, 28, 2017, João Miguel Braga Simões, Susana Lopes, TheaterZaal, Conservatorium van Amsterdam, Amsterdam”
MIC.PT

dizem que passa um rio…
2015
2’14”
Música Electroacústica sobre suporte
Sonoscopia

Bebop it!
2014
9’00”
Saxofone alto ou barítono

Estreia: julho, 10, 2015, Luís Ribeiro – Portuguese Music for Sax Solo – SAXOPEN, Strasbourg; 2ª: Estreia nacional: julho, 14, 2015, Luís Ribeiro, SAXOPORTO no CMP, Porto; 3ª: junho, 6, 2016, Stefanie Santos, Concerto de Música Portuguesa para Saxofone Salão Nobre do Edifício dos Congregados, Departamento de Música da Universidade do Minho, Braga” ao Luís Ribeiro AVA Musical Editions

ad-sum
2014
5’00”
Piano
AVA Musical Editions

Seven, seven…
2014
7’40”
Trombone

Estreia: novembro, 22, 2017, Auditório Adelina Caravana, trombone, Ricardo Pereira, Braga
Dedicatória: ao Ricardo Pereira
AVA Musical Editions

Pelo aroma das sílabas
2014
16’07”
Coro infanti a 1 voz, Piano, Flauta, Fagote, Jogo de sinos, Viola, Contrabaixo “Gravação: março, 17, 2015, Coro de Pequenos Cantores de Esposende, direção, Helena Venda Lima, Fórum Rodrigues Sampaio em Esposende; Estreia: Março, 19, 2016 “Segredo” e “Bichinho-de-conta”, Festival de Música de Almada, Coro Infantil da Academia de Música de Almada, Solar dos Zagalhos; Estreia do ciclo completo: Maio, 27, 2016, Direção, Margarida Reis, Conservatório de Música do Porto; 3ª: 5, junho, 2016, Direção, Isabel Batista, Theatro Circo, Braga 4ª: junho, 2016, Coro Infantil da Academia de Música de Almada, Solar dos Zagalhos, Almada à minha filha Clara, ao António Ângelo Vasconcelos, à Cláudia Nélson, à Nívea, à minha filha Maria, à Sónia, à minha mãe” Cantar Mais – APEM

Terra e Theia
2014
5’20”
Coro misto (SATB)
Estreia: 28, junho, 2014, Auditório José Sarmento sob poema de Silvia Mota Lopes , “”Lua””, para coro misto a 4 vozes a cappella pelo Coro de Câmara da Companhia da Música, direcção, Célio Peixoto, Braga; 2ª; 4, julho, 2014, Feira do Livro, Coro de Câmara da Companhia da Música, direcção, Célio Peixoto, Braga; 3ª: 9, julho, 2014, Concerto na Praça – Coro de Câmara da Companhia da Música, Praça António Losa, direcção, Célio Peixoto; Braga”
AVA Musical Editions

Splash Songs
2014
7’00”
Coro infantil a 1 voz e Piano Estreia: 2, junho, 2014, Auditório Adelina Caravana, direção, Isabel Batista, Braga.

zapercuss
2014
8’10”
5 percussionistas

a Requiem for the music teacher
2014
8’56”
Orquestra de Guitarras e Bandolins Estreia: fevereiro, 17, 2015, Orquestra Portuguesa de Guitarras e Bandolins, Concerto de apresentação da OPGB ao Município de Gondomar, Direção, Juan Carlos Munoz, Centro Cultural de Rio Tinto; 2ª: abril, 10, 2015, Orquestra Portuguesa de Guitarras e Bandolins, direção, Paulo Matos, Auditório Adelina Caravana, Braga; 3ª: julho, 11, 2015, Orquestra Portuguesa de Guitarras e Bandolins, Concerto de Gala OPGB, direção, José Eduardo Gomes, Escola Dramática e Musical Valboense”
à Orquestra Portuguesa de Guitarras e Bandolins

Pequenas histórias de um Saxofone
2014
15’00”
Saxofone soprano/alto e Piano
Estreia: 17, março, 2016, saxofone, Francisco Cunha, piano, Patrícia Ventura
AVA Musical Editions

“01268”
2013

5’00”

Fagote

Estreia: 3, junho, 2014, Inês Coelho, Auditório Adelina Caravana, Braga
AVA Musical Editions

left with or without right
2013
4’00”
Piano
Estreia: 23, abril, 2016, Luana Ramos, Concurso Internacional de Música da Póvoa de Varzim
AVA Musical Editions

Três poemas de Natal
2013
6’03”
Coro a 3 vozes (SSA) a cappella
Estreia: dezembro, 21, 2013, primeiro tema, Coro dos Pequenos Cantores de Esposende, direcção, Helena Isabel Venda Lima, Igreja Paroquial de Marinhas, Esposende; 2ª Dezembro, 21, 2014, Coro dos Pequenos Cantores de Esposende, Novo disco – É tempo de Natal – com obras corais de Osvaldo Fernandes, Paulo Bastos, Fernando Lopes-Graça, Croner de Vasconcelos e Frederico de Freitas, Concerto de lançamento na Igreja Matriz de Esposende, direcção, Helena Isabel Venda Lima; 3ª Janeiro, 10, 2015, Coro dos Pequenos Cantores de Esposende, direcção, Helena Isabel Venda Lima, Concerto de Ano Novo, Arcos de Valdevez; 4ª Janeiro, 24, 2015, Coro dos Pequenos Cantores de Esposende, direcção, Helena Isabel Venda Lima, Encerramento da Semana Cultural do Colégio do Sardão, com Nobel da Paz D. Ximenes Belo em Vila Nova de Gaia; 5ª Dezembro, 23, 2015, Coro dos Pequenos Cantores de Esposende, direcção, Helena Isabel Venda Lima, Igreja Matriz da Apúlia.”
AVA Musical Editions

Lagarto macaco, burrato!
2013
9’00”
Coro infantil a 3 vozes (SSA) e Piano Estreia: junho, 12, 2014, Coro Juvenil do Conservatório de Música do Porto, direção, João Pedro Fernandes, Auditório do Conservatório de Música do Porto; 2ª Julho, 14, 2016, Jovens Cantores de Guimarães, direção, Janete Costa Ruiz, Paço dos Duques, Guimarães; 3ª Julho, 23, 2016, Jovens Cantores de Guimarães, direção, Janete Costa Ruiz, Igreja St António dos Capuchos, Guimarães”
AVA Musical Editions

for Alice again
2013
12’00”
Saxofone alto e tenor, Violino, Violoncelo e Piano Estreia: julho, 14, 2017, saxofone alto e tenor, Romeu Costa, violino, Sara Silva, violoncelo, Teresa Soares, piano, Sónia Amaral, narração, Nívea Pinheiro – Eurosax 2017 – Conservatório de Música do Porto
MIC.PT

Prelude to a rock and fugue
2013
5’30”
Piano a 4 Mãos
Estreia: 18, Fevereiro, 2019, piano, Kla-Vier Duo [Patrícia Ventura e Sónia Amaral], Palácio Foz, Lisboa; 2ª 22, Fevereiro, 2019, piano, Kla-Vier Duo [Patrícia Ventura e Sónia Amaral], Casa das Artes, Porto”
AVA Musical Editions

Pequenas histórias de um Violino
2013
7’00”
Violino e Piano
AVA Musical Editions

Baritnok
2012
7’00”
Saxofone barítono Estreia: 28, março, 2013, Romeu Costa, Concerto de encerramento da Masterclass de Saxofone com QuadQuartet, Auditório Adelina Caravana, Braga; 2ª: maio, 10, 2014, Romeu Costa, Salão Nobre da Universidade do Minho, Braga; 3ª: junho, 27, 2014, Romeu Costa, Concerto de apresentação do duo de saxofone barítono DONAR, Galeria Emergentes DST da agenda de shairproject.com, Braga; 4ª: julho, 18, 2014, Romeu Costa, Festival Internacional de Saxofone de Palmela, Auditório da Biblioteca Municipal de Palmela, Palmela; 5ª: maio, 24, 2016, Romeu Costa, “Crossover”, Casa da Música, Sala 2, Porto; 6ª: junho, 6, 2016, Miguel Gonçalves, Concerto de Música Portuguesa para Saxofone Salão Nobre do Edifício dos Congregados, Departamento de Música da Universidade do Minho, Braga”
AVA Musical Editions / Association Bar&Company

meu madrigal de madrugada
2012
8’30”
Orquestra de Cordas, Flauta, Harpa e Piano Estreia: julho, 25, 2014, flauta, Luciana Silva, harpa, Teresa Conceição, piano, Maria do Céu Camposinhos, e Orquestra de Cordas da Companhia da Música, Theatro Circo, Braga, direcção, Luís Machado”
AVA Musical Editions

Like a bandoneón
2012
9’00”
Quarteto de Saxofones
Estreia: novembro, 20, 2012, QuadQuartet, Casa da Música, Porto; 2ª: março, 28, 2013, QuadQuartet, Concerto de encerramento da Masterclass de Saxofone com QuadQuartet, Auditório Adelina Caravana, Braga; 3ª: 26, janeiro, 2019, Classe de Saxofone da Universidade do Minho, Museu Nogueira da Silva, Braga
AVA Musical Editions

Old fashioned pieces for Harp
2012
12’00”
Harpa
AVA Musical Editions

Urban Walk
2012 9’00” Marimba (5 oitavas)

10 peças infantis
2012
5’30”
Piano Estreia: maio, 26, 2012, Catarina Reis Mota, Auditório do Conservatório de Música do Porto, Porto; 2ª e Estreia: março, 4, 2013, Maria Bastos, Auditório Madalena Sá e Costa, Braga; 3ª: junho, 3 a 7, Concurso “Marília Rocha” Edição 2013, Peça imposta, Nível A, Vila do Conde; 4ª: 20, abril, Concurso de Piano “Pequenos Galinhos” Edição 2013, Maria Bastos; 5ª e Estreia: março, 22, 2014, “Recital Piano Música Portuguesa” por Joana Boaventura, Máximo Klyetsun, Eduarda Lopes e Marta Pinto da Companhia da Música, Braga; 6ª: maio, 14, 2014, “”Concerto de Piano 1º Ciclo””, Luís Cabral, Auditório do Conservatório de Música do Porto, Porto; 7ª: junho, 9, 2014, “”Compositores Portugueses contemporâneos””, Inês Pascoal, Auditório do Conservatório de Música do Porto, Porto 8ª: dezembro, 1, 2015, Gabriel Mata Freitas, Luís Pina Cabral, Auditório do Conservatório de Música do Porto, Porto; 9ª: fevereiro, 5, 2016, Matilde Monteiro, Auditório do Conservatório de Música do Porto, Porto; 10ª: fevereiro, 25, 2016, Matilde Monteiro, Auditório do Conservatório de Música do Porto, Porto; 11ª: abril, 8, 2016, Matilde Monteiro, Auditório do Conservatório de Música do Porto, Porto”
AVA Musical Editions

Pequenas histórias de um Harpa
2012
7’30”
Harpa
Estreia: outubro, 5, 2014, Laura Machado, III Ciclo Internacional de Harpa do Porto, Museu Romântico da Quinta da Macieirinha, Porto; 2ª: junho, 25, 2015, Laura Machado, Conservatório de Música Calouste Gulbenkian de Braga; 3ª: novembro, 23, 2015, Laura Machado, Audição em homenagem a Santa Cecília, Auditório da Academia de Música de Viana do Castelo”
AVA Musical Editions

O Elefante e a Pulga
2012
5’00”
Coro infantil a 1 voz e Piano
Estreia: março, 13, 2015, Coro Voximini, Direção, Armanda Patrício, Auditório Liszt, Conservatório Regional de Castelo Branco, Castelo Branco; 2ª: maio, 23, 2015, Coro Voximix, Direção, Armanda Patrício, Semana da Composição, ESML, Lisboa; 3ª: junho, 23, 2015, Coro e piano, Edgard Sales, Conservatório Superior de Música de Gaia, Vila Nova de Gaia; 4ª: Maio, 27, 2016, Direção, Margarida Reis, Auditório do Conservatório de Música do Porto; 5ª Junho, 8, 2018, Coro de 1º e 2º anos do Conservatório de Música Calouste Gulbenkian, Direção, Isabel Batista, Auditório Adelina Caravana, Braga; 6ª Junho, 11, 2018, Coro de 1º e 2º anos do Conservatório de Música Calouste Gulbenkian, Direção, Isabel Batista, Auditório Adelina Caravana, Braga;”
ao Coro Voximini
AVA Musical Editions

six2one
2012
7’00”
Piano (6 pianistas)
Estreia: 7, abril, 2013, Sofia Sarmento, Rui Martins, Patrícia Ventura, Maria do Céu Camposinhos, Célio Peixoto e Maria Hoffman, Theatro Circo, Braga; 2ª: 22, novembro, 2014, Concerto de Sta Cecília, Ana Margarida Coelho, Maria Madalena Duarte, Marlene Fernandes, Marta Oliveira, Patrícia Ventura e Svetlana Mikhaylishcheva, Auditório Adelina Caravana; 3ª: 13, abril, 2015, Ana Cancela, António Oliveira, Eduardo Resende, Joana Neto, Jorge Montenegro e Sónia Amaral, Concerto de Professores comemorativo da inauguração do Auditório do Conservatório de Música do Porto, Porto; 4ª: 13, maio, 2015, Abertura do Concurso Interno de Piano do CMCG de Braga, Ana Margarida Coelho, Maria Madalena Duarte, Marlene Fernandes, Marta Oliveira, Patrícia Ventura e Svetlana Mikhaylishcheva, Auditório Adelina Caravana, Braga” AVA Musical Editions

Cinco Indícios de ouro
2012
12’30”
Soprano e Guitarra
Estreia: 25, outubro, 2015, Canção de declínio nº 1, L’Effetto Ensemble – Dora Rodrigues e Rui Gama, 27ª Temporada Música São Roque, Convento de S. Pedro de Alcântara, Lisboa

Urban Walk
2012
9’00”
2 Marimbas
Estreia: 4, maio, 2013, Duo de Percussão Sforzanduo [Tomás Moital e Miguel Filipe], São Luiz Teatro Municipal, Lisboa; 2ª: 16, julho, 2014, “Made in ESMAE”, Tomás Rosa e João Miguel Braga Simões, Teatro Helena Sá e Costa, Porto; 3ª: 26, mar, 2015, IV Concurso Internacional de Música de Câmara “Cidade de Alcobaça”, Duo espanhol Face Two Phase (primeiro prémio na categoria Juníor), Cine-Teatro de Alcobaça – João d’Oliva Monteiro, Alcobaça”
AVA Musical Editions

Pequenas histórias de um Clarinete
2012
5’40”
Clarinete e Piano
Estreia: 2012, Maria Catarina Vieira, Auditório Adelina Caravana, Braga
AVA Musical Editions

Pequenas histórias de um Fagote
2012
4’20”
Fagote e Piano
AVA Musical Editions

Urban Walk 2011
4’30”
Marimba (4 oitavas)

Sete miniaturas
2010
9’00”
Oboé
Estreia: 28, outubro, 2015, Christophe Patrix, Masterclasse na ESML, Lisboa
AVA Musical Editions

Sanulu ba tolu
2010
14’30”
Orquestra
Estreia: julho, 2, 2011, Ensemble Instrumental da Companhia da Música, Auditório José Sarmento, Braga, direção, Toby Hoffman
AVA Musical Editions

Cinco quadros para Alice
2009
6’50”
Flauta e Piano
Estreia: junho, 20, 2009, Carlos Sousa, Ana Filipa Sousa, Beatriz Soares, Maria Beatriz Sousa, Daniel Pinheiro, Inês Buéza e Carolina Oliveira, XIII Semana Cultural, Auditório da Academia de Música de Paredes, Paredes; 2ª: maio, 4, 2010, alunos da Licenciatura em Música da Universidade do Minho, Pavilhão de exposições de Braga, Feira do Livro, Braga; 3ª: maio 31, e junho, 4, Concurso “Marília Rocha” Edição 2010, Peça imposta, Nível B, Vila do Conde; 4ª: maio, 12, 2012, Vasco P. Sousa e Kazuki Kon, Biblioteca Musical, Bairro dos Livros, Porto; 5ª: abril, 17, 2013, Professores e Alunos, Semana da Leitura, Auditório Adelina Caravana, Braga; 6ª: maio, 3, 2014, obra portuguesa obrigatória, nível elementar, Prémio Bomtempo 2014, Lisboa; 7ª: dezembro, 3, 2015, Flauta, Miguel Teixeira, piano, Sónia Amaral, Lar D. Pedro V, Braga; 8ª: março, 17, 2015, Flauta, Daniela Anjo, Piano, Sónia Amaral, Pequeno Auditório do Conservatório de Música do Porto; 9ª: fevereiro, 27, 2016, Flauta, Daniela Anjo, Piano, Sónia Amaral, Museu Nogueira da Silva, Braga; 10ª: abril, 17 a junho, 26, 2016, obra portuguesa obrigatória, nível elementar, Prémio Bomtempo 2016, Lisboa 11ª março. 23, 2017, Daniela Anjo e Sónia Amaral, Flauta e Piano, Histórias para flauta e piano, Ciclo de Quintas, “”Música à conversa…”” (6ª edição), Museu de Artes Decorativas de Viana do Castelo;”
Universidade do Minho / AVA Musical Editions

Ultima ratio
2005
6’30”
Orquestra de Cordas Estreia: julho, 24, 2005, Jovem Orquestra do Porto, Jornadas Europeias do Património, Pedras Salgadas, direcção, António Sérgio
AVA Musical Editions

Adsum
2004
4’40”
Piano a 4 Mãos
Estreia: 2005, José Diogo Martins e Leopoldina Pereira, Auditório Adelina Caravana, Braga; 2ª: 2005, José Diogo Martins e Leopoldina Pereira, FNAC, Braga; 3ª: 22, novembro, 2013, Duo Pianíssimo [Inês Andrade e Marta Menezes], “Música Portuguesa para quatro mãos”, Clube Setubalense, Setúbal; 4ª: 24, novembro, 2013, Duo Pianíssimo [Inês Andrade e Marta Menezes], “Música Portuguesa para quatro mãos”, Centro Cultural de Belém, Lisboa; 5ª: 22, dezembro, 2013, Kla-Vier Duo [Patrícia Ventura e Sónia Amaral], Hotel da Música, Mercado Bom Sucesso, Porto; 6ª: 25, janeiro, 2014, Kla-Vier Duo [Patrícia Ventura e Sónia Amaral], Auditório José Sarmento, Mercado Cultural do Carandá, Braga; 7ª: 28, fevereiro, 2014, Kla-Vier Duo [Patrícia Ventura e Sónia Amaral], Museu Nogueira da Silva, Braga; 8ª: 26, mar, 2014, Kla-Vier Duo [Patrícia Ventura e Sónia Amaral], Auditório Adelina Caravana, Braga; 9ª: 12, junho, 2014, Ana Cancela e Sónia Amaral, Auditório do Conservatório de Música do Porto, Porto; 10ª: 18, outubro, 2014, Kla-Vier Duo [Patrícia Ventura e Sónia Amaral], Cine-Teatro Eduardo Brazão, Vila Nova de Gaia; 11ª: 21, janeiro, 2016, Kla-Vier Duo [Patrícia Ventura e Sónia Amaral], Teatro Municipal Sá de Miranda, Viana do Castelo; 12ª: 9, janeiro, 2017, Kla-Vier Duo [Patrícia Ventura e Sónia Amaral], Conservatório de Música de Aveiro Gulbenkian, Aveiro; 13ª: 26, janeiro, 2018, Kla-Vier Duo [Patrícia Ventura e Sónia Amaral], Research Hands on PIANO, Aveiro; 14ª: 8, dezembro, 2018, Kla-Vier Duo [Patrícia Ventura e Sónia Amaral], Cité Internationale Universitaire de Paris, Casa de Portugal André de Gouveia, Paris, France; 15ª: 7, maio, 2019, Kla-Vier Duo [Patrícia Ventura e Sónia Amaral], XIII Síntese – Ciclo de Música Contemporânea da Guarda, Guarda”
AVA Musical Editions

O meio tom
2003
0’30”
Guitarra
AVA Musical Editions

3 Peças infantis
2002
1’50”
Piano
AVA Musical Editions

33.4
2001
33’4”
Música Electroacústica sobre suporte
Estreia: 2001, Espaço Maus Hábitos, Porto

allo stesso modo
2000
7’30”
Orquestra

Caricature
2000
3’00”
3 Clarinetes

Loin de là
2000
5’30”
Flauta, Clarinete, Fagote, Marimba, Vibrafone e Violoncelo

Ponti-Lista
2000
4’30”
Música Electroacústica e Piano em tempo real
Estreia: 9, outubro, 1999, Angel Gonzalez, Café Concerto da ESMAE, Porto

mist
2000
9’04”
Música Electroacústica sobre suporte

Mistura
2000
0’39”
Música Electroacústica sobre suporte

3 peças para clarinete
1999
3’20”
Clarinete
AVA Musical Editions

Five
1999
4’22”
Música Electroacústica sobre suporte
Estreia: 9, outubro, 1999, Café Concerto da ESMAE, Porto

Sónia
1998
5’20”
Música Electroacústica sobre suporte

Tribal 2
1998
3’10”
Música Electroacústica sobre suporte

17 peças para guitarra
1997
13’36”
Guitarra
Estreia: julho, 27, 2008, Rui Gama e classe de alunos, Salão Nobre do Edifício dos Gongregados da Universidade do Minho, Braga; 2ª: março, 17 e 18, 2003, Nível básico, II Concurso de Guitarra, Braga; 3ª: maio, 7, 2011, Rui Gama, Instituto de Música do Clube literário do Porto, Porto; 4ª: outubro, 29, 2011, Inês Pereira e David Ramalho, Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa; 5ª: março, 20 a 23, 2013, Nível II, Concurso Internacional da Cidade de Almada, Almada”
Universidade do Minho / AVA Musical Editions

Luz
1997
1’40”
Clarinete

Música para o projecto “Foguetão 2001”
1997
2’45”
Coro a 3 vozes (SSS), Voz de rapaz, Voz de menina e Piano
Estreia: 1997, Coro do Conservatório de Música Calouste Gulbenkian de Braga, direção, Rosa Maria Torres, Auditório Adelina Caravana, Braga
Porto Editora

Vinte e quatro
1997
5’30”
Orquestra de 24 guitarras
Estreia: 16, junho, 2019, Camerata de violões do Guri Santa Marcelina, Direção, Thales Vieira Maestre, Centro Educacional Unificado – Três Pontes, São Paulo, Brasil 2ª: 15, julho, 2019, Camerata de violões do Guri Santa Marcelina, Direção, Thales Vieira Maestre, Fábrica de Cultura – Belenzinho, São Paulo, Brasil; 3ª: 20, julho, 2019, Camerata de violões do Guri Santa Marcelina, Direção, Thales Vieira Maestre, Auditório do MASP, São Paulo, Brasil”
MIC.PT

Vinte Natal 97
1997
3’35”
Música Electroacústica sobre suporte

Sint…
1997
0’36”
Música Electroacústica sobre suporte

ab origine
1996
7’20”’
Piano
Estreia: 26, maio, 1996, Luís Serdoura, 3ªs Jornadas de Arte Contemporânea do Porto, Auditório da AICCOPN, Porto; 2ª: 1996, Catarina Cameira, Salão da Escola Superior de Música do Porto, Porto; 3ª: 10, outubro, 2003, Patrícia Sousa, Auditório da Ordem dos Médicos, Porto; 4ª: 19, setembro, 2009, Domingos Costa, Ciclo de concertos “Pianistas Bracarenses”, Auditório do Museu D. Diogo de Sousa, Braga; 5ª: 7, março, 2015, Domingos Costa, Musikalische Lesung mit Gedichten von Fernando Pessoa mit Christoph Plum und Domingos Costa Vorstadttheater Tübingen na Alemanha; 6ª: 22, março, 2015, Domingos Costa, with Norbert Goerlich, Stuttgart” AVA Musical Editions

Ossia 1996
4’00”
Flauta
Estreia: 29, maio, 2000, Henrique Fernandes, Café Concerto da ESMAE, Porto; 2ª: 4, maio, 2001, Vitor Alves, Auditório Adelina Caravana, Braga; 3ª: 2003, Marco Pereira, Capela de São Frutuoso de Montélios, Braga; 4ª: 02, julho, 2016, Bruna Curva, Viana do Castelo”
AVA Musical Editions

F3T3P
1996
3’30”
Piano
Estreia de uma das peças: 26, maio, 1996, Luís Serdoura, 3ªs Jornadas de Arte Contemporânea do Porto, Auditório da AICCOPN, Porto

Titled…
1996
3’40”
Flauta, guitarra, vibrafone, piano, violono, viola, violoncelo e contrabaixo
AVA Musical Editions

Hoquetus II
1996
12’00” 2 Clarinetes, 2 Fagotes e 2 Violoncelos

Redicta
1996
2’40”
Piano, Vibrafone, Wooblock e Violino
AVA Musical Editions

ab initio
1996
4’30”
Orquestra

“Música para “”…Abdica
1996
90’00”
Música Electroacústica sobre suporte e Instalação Multimédia
Estreia: 1996, Exposição Colectiva – “Objecto Luz” – Museu do Carro Eléctrico no Porto e Museu da Eletricidade em Lisboa

Arsis
1995
3’20”
Fagote Estreia: 1995, Rui Lopes; 2ª: 1995 a 1999 – Peça portuguesa obrigatória na ESMAE; 3ª: 1997, Encontros Internacionais de Fagotistas realizados em Karlsruhe e Frankfurt (Alemanha) e Viena (Áustria); 4ª: 2003, Hugo Mendes, Capela de São Frutuoso de Montélios, Braga; 5ª: 5, julho, 2016, Joana Lima, Santo Tirso”
AVA Musical Editions

Hoquetus
1995
5’00”
Flauta e 2 Violinos

Hexacorde
1995
4’00”
Violoncelo e Piano

3 Peças para clarinete e (…)
1995
4’30”
Clarinete,
Flauta e Violoncelo

Audio Orquestra
1995
5’06”
Música Electroacústica sobre suporte

Antigus
1995
2’07”
Música Electroacústica sobre suporte

Numbers
1995
1’48”
Música Electroacústica sobre suporte

Quarteto
1995
5’00”
2 Violinos, Viola e Violoncelo

Mokuso
1994
7’00”
Flauta, Flauta baixo, Clarinete, Clarinete baixo, 2 Pianos
Estreia: 6, maio, 1994, Grupo Música Nova, Grande Auditório da Gulturgest, direcção, Cândido Lima, Lisboa
AVA Musical Editions

Ao erguer da sombra
1994
2’00”
Versão do Grupo Frei Fado del Rey

Voz, Voz 1 e Voz 2
1994
5’10”
Música Electroacústica sobre suporte

Camembert
1994
4’03”
Música Electroacústica sobre suporte

Flauta
1994
2’24”
Música Electroacústica sobre suporte

Percussss!
1994
5’16”
Música Electroacústica sobre suporte

Mokuso
1993
7’00”
2 Pianos
Estreia: 22, junho, 1994, Catarina Cameira e Elsa Silva, Salão da Escola Superior de Música do Porto, Porto
AVA Musical Editions

Cage II
1993
4’40”
Música Electroacústica sobre suporte

Cigarro
1993
2’32”
Música Electroacústica sobre suporte

Rytmo I, II, II, IV e V
1993
14’51”
Música Electroacústica sobre suporte

Um conto no mar
1992
3’50”
Flauta, Voz e Piano

Rondó nº 2
1989
3’00”
Flauta e Piano
Estreia: Fátima Gomes e Isabel Fonseca, Casa das Artes, Porto
à Fátima Gomes e Isabel Fonseca

Rondó nº 1
1989
2’30”
Flauta e Piano
Estreia: Fátima Gomes e Isabel Fonseca, Casa das Artes, Porto
à Fátima Gomes e Isabel Fonseca

Prenúncios
1991
2’40”
Flauta, Guitarra e Piano

Três variações sobre uma vaga do mar
1990
2’00”
Piano

25 de dezembro
1987
1’00”
Piano

Invenções sem compasso
1987
0’40”
Piano

[ Lista facultada por Paulo Bastos, publicada na Meloteca a 23 de maio de 2020 ]

Sérgio Azevedo, compositor português

Sérgio Azevedo recebeu o 1º Prémio Joly Braga-Santos 1991 (orquestra), 1º Prémio Joly Braga-Santos 1991 (música de câmara), 1º Prémio Juventude Musical Portuguesa 1992, United Nations Prize 1994, 1º Prémio Joly Braga-Santos 1994, 1º Prémio Fernando Lopes-Graça 1997, 1º Prémio Fernando Lopes-Graça 1998, 2º Prémio Schiedmayer Internationalen Kompositionswettbewerb (Stuttgart – Germany) 1998, entre outros.

Lista de Obras

(AVA – Musical Editions)

1. Solos e Música de Câmara

1.1. Solos

1.1.1. Piano solo

Piano-Borboleta
Pavana
Sonatina nº2
Sonatina nº3
A Barking Sonatina (nº4)
Peças Rústicas (2 cadernos)
12 Bagatelas: Omaggio a György Ligeti
…A Song, for Keith…
Chicago Blues
Tango para Olga
24 Pequenos Prelúdios e Fugas

1.1.2. Outros instrumentos solo

Flauta

Variações Pastorais sobre um Tema de Gustav Holst
Birds Chattering
Partita
Wassermusik

Oboé

Bergerettes (I)
Duas Miniaturas
2 Bagatelas

Clarinete

On the Edge (também para saxofone alto)
Três Peças para Clarinete Solo
Rasgo
Spin
Intensità
Sonatina para Clarinete Solo
Concerto para Clarinete (Cadência)
Clarinet Études (I)
Clarinet Études (II)

Fagote

Três Miniaturas para Fagote Solo

Saxofone

On the Edge sax. (alt.)

Trompa

Interlúdio de “O Canto das Ilhas”

Harpa

Sonatina d’Estate

Guitarra

Seis Peças para Guitarra
Partita para Guitarra
Sonatina para Guitarra nº1
Sonatina para Guitarra nº2
Sonata para guitarra nº1
Sonata para Guitarra nº2
Sonata para Guitarra nº3
Sonata para Guitarra nº4

Violino

Sonatina nº1 para Violino Solo

Viola

Sonata para Viola

Violoncelo

Passaggio
A Pocket Sonatina nº5
Sonatina nº2

1.2. Duos

1.2.1. Piano a 4 mãos

Duas Borboletas para Olga
Sonatina para Piano a 4 Mãos
Balletto
Trois Pièces en Forme de Baguette
14 Melodias Populares Portuguesas

1.2.2. Dois Pianos

Duas Borboletas para Olga
Variações sobre um Tema de Paganini
Concertino para 2 Pianos

1.2.3. Instrumento com Piano

4 Peças Breves fl. / pf.
A Pequena Coruja que não chegou a Voar fl. / pf.
Suite Inutile fl. / pf.
Suite para Morgana fl. / pf.
A Pocket Sonatina nº1 fl. / pf.
A Pocket Sonatina nº2 ob. / pf.
Sonatina nº2 para Oboé e Piano
Sonatina nº3 para Oboé (ou Clarinete ou Sax alto) e Piano
Bergerettes (II) ob. / pf.
Sonata para Clarinete e Piano nº1
Sonata para Clarinete e Piano nº2, “Schwanengesang”
Quatro Peças Breves sax. alt. / pf.
Doctor Jekyll and Mr. Hyde’ Blues sax. ten. / pf.
Sonata para Trompa e Piano nº1
Sonata para Trompa e Piano nº2
Sonata para Trompa e Piano nº3, “Sonata Semplice”
A Pocket Sonatina nº3 euf. / pf.
Sonata para Tuba e Piano
Sonatina em Ré vn. / pf.
Sonatina nº3 / vn. / pf.
Petite Passacaille sur le nom de Ravel vn. / pf.
Variações sobre um Tema Original vc. / pf.
Sonatina em Ré, para Violino e Piano
Duas Peças de “Por um Caminho Relvado”, de Leos Janacék fl. / pf.
Sonata de Hukvaldy vn. / pf.
Sonatina nº2 vn. / pf.
Sonatina nº3 vn. / pf.
Sonatina nº4 vn. / pf.
Sonatina para Viola e Piano
Sonata para Violoncelo e Piano

1.2.3.1. Arranjos

Três Peças do Século XVIII (António Fragoso) vn. / pf.
Prélude (Maurice Ravel) vn. / pf.

1.2.4. Obras sem Piano

Divertimento para Flauta e Fagote
Sonatina para 2 Clarinetes
Divertimento Concertante vc. / cb.
Sonatina Bassa vc. / cb.
Sonatina para 2 Flautas

1.3. Trios

1.3.1. Com Piano

Cinco Borboletas para Olga fl. / cl.+cl.bx. / pf. ou accor.
5 Miniaturas em Trio cl. / vla. / pf.
Concertino de Câmara ob. / vla. / cb. / pf.
Berliner Trio cl. / vc. / pf.
Trio nº2 – in memoriam Constança Capdeville cl. / vc. / pf.
Cinco Pequenas Peças fl. / fg. / pf.
Hukvaldy Trio vn. / vc. / pf.
Pequena Suite cl. / vn. / pf.
Trio – Homenagem a Raoul Duffy ob. / fg. / pf.
Trio nº2 para Oboé, Fagote e Piano
Três Visões fl. / ob.+cor.ing. / pf.
Metamorphoses upon Gershwin’sThemes vn. / vc. /
Terzetto fl.+picc. / ob. / pf.

1.3.2. Sem Piano

Divertimento em Trio fl. / ob. / cl.bx. ou sax. ten.
Pelos Campos Fora – Suite Campestre fl. / cl. / fg.
Serenata alla Madrigalesca fl. / ob. / cl.
Suite Rústica ob. / cl. / fg.
The Courtyard Dances 3 fl.bis.
Concertino da Camera fl. / ob. / sax. alt.
Petite Suite Française ob. / cl. / fg.
Serenata em Trio fl. / ob. / cl.
Serenata fl. / ob. / cl.
Piccola Serenata a Tre fl. ou ob. / gtr. / vc.
Sonatina Piccolissima nº1 tpa. / tp. / tbn.
Suite d’après Fragonard nº1 fl.+picc. / ob.+cor.ing. / fg.

1.4. Quartetos

1.4.1. Com Piano

V mlhách… 1912 vn. / vla. / vc. / pf.

1.4.2. Arranjos

Horas Pastoris vn. / vla. / vc. / pf. (sobre Lopes-Graça)
Suite (quase) Rústica ob. / vla. / cb. / pf. (sobre Lopes-Graça)

1.4.3. Sem Piano

Sonatina nº1 para 4 Trompas
Sonatina nº2 para 4 Trompas
Suite de Hasék fl. / ob. / cl. / fg.
Popularuskia 2 vn. / vla. / vc.
Pequena Música de Coreto 3 cl. / 1 cl. bx.
Quarteto de Cordas nº1

1.5. Quintetos

1.5.1. Com Piano

Die Forelle, oder ein Traum nach Schubert vn. / vla. / vc. / cb. / pf.
Implosion cl. Bb / pf. / vn. / vla. / vc.
À procura da raposa fl. + picc. / cl. Bb + cl. Eb / pf. / vn. / vc.

1.5.2. Sem Piano

Quinteto ob. / cl. / vn. / vla. / cb.
Serenata 4 fl. / 1 fl.+fl.alt.
Visions d’Enfant (sobre peças de Constança Capdeville) fl.1 + picc. / fl.2 / ob. / cl. / fg.
Pastorais fl. / ob. / cl. / tpa. / fg.
Quinteto com Clarinete cl. / 2 vn. / vla. / vc.
Quinteto com Oboé ob. / 2 vn. / vla. / vc.
Suite de Danças Antigas 5 gtr.
A Short Overture 2 tpt. / tpa. / tbn. / tb.

1.6. Sextetos

1.6.1. Com Piano

Three American Portraits fl. / cl.+cor de bas. / pf. / vn. / vla. / vc.
Sexteto (“quase una serenata”) cl. / pf. / 2 vn. / vla. / vc.
Ariane dans son Labyrinthe fl.+fl. alt./ ob. / cl. / tpa. / pf.

1.6.2. Sem Piano

Sexteto nº2 cl. / fg. / tpa. / vn. / vla. / vc.
Tento do 1º Tom e Batalha a 6 6 órgãos

2. Ensembles

2.1. Mistos

2.1.1. Concertos e Obras Concertantes

Sequenza Ultima ob.+cor. ingl. / 10 instr.
…in modo concertante vc. / 8 instr.

2.1.2. Outras Obras

Septet cl. / fg. / tpt. / tbn. / 1 perc. / vn. / cb.
Atlas’ Journey
Tre Ritornelli
Concerto para Pequena Orquestra

2.2. Sopros

2.2.1. Concertos e Obras Concertantes

Concertino para Violoncelo e Sopros vc. Solo / 2 fl. / 2 ob. / 2 cl. / 2 fg. / 4 tpa.
Concertino de Câmara cl. / 9 cl.
Danças Concertantes pf. solo / 3 fl. / 3 ob. / 3 cl. / 3 fg. / 4 tpa. / 3 tpt. / 3 tbn. / 1 tuba

2.2.2. Outras Obras

Sinfonia para 9 Instrumentos de Sopro (1.2.2.2./2.0.0.0.)
Sinfonietta for Brass Septet (2.2.2.1.)
A Britten Celebration (2.2.2.2. / 2.0.0.0.)
O vento sopra onde quer… Concerto para Orquestra de Sopros

2.3. Orquestrações

2.3.1. Para grupos mistos

Duas Miniaturas Instrumentais (Igor Stravinsky) 15 mus.

2.3.2. Para grupos de sopros

Seixiana (Carlos Seixas) 12 mus.

3. Obras Orquestrais

3.1. Orquestra de Cordas

3.1.1. Concertos e Obras Concertantes

Suite Concertante fl. / cordas
Concertino para Trompa e Orquestra de Cordas
Concerto para Trompete e Orquestra de Cordas
Concerto para 2 Violinos
Reflections on a Portuguese Lullaby vn. / cordas
Variações Concertantes sobre um Tema Açoriano pf. / cordas
As Quatro Estações ob. / cordas:
Concertino d’Estate
Concertino d’Autunno
Concertino d’Inverno
Concertino di Primavera
Variações Concertantes sobre um Tema de Couperin 2 vc. / cordas
Concertino para Flauta e Cordas

3.1.2. Outras Obras

Divertimento para Cordas
Eine Kleine Streichmusik
Uma Pequena Serenata Diurna
Serenata “Tchaikovskiana”
Simple Airs and Simple Jigs
Concerto para a Noite de Natal
Sinfonietta para Orquestra de Cordas
Sir Francis his Music
Pequena Suite para Cordas
Purcelliana

3.1.3. Orquestrações

La Ville Endormie (António Fragoso) cordas + hp.

3.2. Pequena Orquestra / de Câmara / Clássica

3.2.1. Concertos e Obras Concertantes

Concertino para Guitarra e Pequena Orquestra
Concertino para Piano e Orquestra

3.2.2. Outras Obras

Abertura Giocosa
Sinfonietta Semplice
El Grand Tango del Señor Argentino Sauro
Piccola Sinfonia per Luigi Boccherini
Eine Mozart-Sinfonie
Rem.mb.r..g .r.nz Sch…rt (quasi una sinfonietta)

3.2.3. Orquestrações

Sonatine Bureaucratique (Erik Satie)
Minueto (J.S. Bach)
Piccolo Monumento per Igor Stravinsky (Carlo Gesualdo)
Concerto Romantique (António Fragoso) vn. / orq.

3.3. Orquestra Sinfónica

3.3.1. Concertos e Obras Concertantes

Concerto para 2 Pianos
Concerto para Piano
Concerto para Clarinete
Giochi di Uccelli – Concerto para Flauta

3.3.2. Outras Obras

Keep Going
Erasing Mahler
Variações sobre um Tema de Paganini
La Vera Storia d’Ulisse in Mare

3.4. Orquestrações

Polka (José Coelho dos Santos)
Diferencias sobre el Canto del Caballero y Pavana Real
Siciliana (Joly Braga Santos)
Gavota, op.12 nº2 (Sergei Prokofiev)
Gavotte, op.32 nº3 (Sergei Prokofiev)

4. Música Vocal e Coral

4.1. Voz e Piano / Instrumento(s) / Grupo de Câmara

4.1.1. Harmonizações de Melodias Populares / Outras

O Canto das Ilhas (I) voz / pf.
O Canto das Ilhas (II) voz / tpa. / pf.
Novo Fado da Severa (Frederico de Freitas) voz / pf.
Fado de Cascaes (anónimo) voz / pf.
Fado Corrido (anónimo) voz / pf.

4.1.2. Outras

Cinco Poemas de Mário Cesariny voz / pf.
Songs of the Old Barbed Wire voz / gtr.
Nursery Rhymes voz / pf.

4.2. Coro a Cappella / Com Instrumento(s)

4.2.1. Música Profana

Dois Madrigais de Camões

4.2.2. Música Sacra

A Senhora coro / acor.
Natal – Pequena Cantata Coral (ver 4.2.3.)

4.2.3. Harmonizações de Melodias Populares

Cinco Canções Regionais Portuguesas
3 Canções Satíricas
Natal – Pequena Cantata Coral
Cinco Canções das Ilhas dos Açores
Petit Cançonier d’Oc

5. Música para Crianças e Jovens / Escolas

5.1. Piano solo

O Pequeno Livro de Piano da Beatriz
O Pequeno Livro de Piano da Carolina
O Pequeno Livro de Piano da Francisca
O Pequeno Livro de Piano do Francisco
Milk or Beer? Alexandra’s Great Dilemma
Livro dos Pequenos Pianistas
Dois Pequenos Prelúdios e Fugas
Sonatina em Dó
Toccata
Six Pieces for Children
12 Pieces for Children
Suite de Valsas
Petites Musiques
Suite para uma Princesa Desconhecida
Cinco Peças para Crianças
Cinco Peças do Tidibum
De Um a Doze
Um Dia na Praia
Peças Daqui e Dali
Pequena Suite
Cinco Pequenas Peças
Cinco Peças para a Mão Esquerda
Músicas de Brincar I
Músicas de Brincar II
Músicas de Brincar III
8 Peças Fáceis para Crianças
Oito Pequenas Peças para Crianças
Kinderspiele
Sonatina para Piano nº5
Sonatinas para Piano nº6-8
Cinco Pequenos Estudos Cromáticos
Sonatina para Piano nº9
Sonatina para Piano nº10
Sonatina para Piano nº11
Sonatina para Piano nº12
Sonatina para Piano nº13
Caleidoscópio
Snapshots

5.2. Piano a 4 mãos

Duetos para Crianças
Les Promenades (prof. / aluno)
Duetos para Teresa e Luísa
Duetinos

5.3. Outros instrumentos solo

Suite em Modo Antigo gtr
25 Bagatelas gtr

5.4. Instrumento e Piano

Pequena Suite para a Corte de Lilliput fl. / pf.
Halloween Suite fl. / pf.
Sonatina para Clarinete e Piano nº1
Sonatina para Clarinete e Piano nº2
Sonatina para Clarinete e Piano nº3
Sonatina para Clarinete e Piano nº4 (“Pocket Sonatina nº4”)
Sonatina para Clarinete e Piano nº5, “Sonatina para Irene” (também versões para oboé, saxofone alto e violino)
Sonatina para Clarinete e Piano nº6
Sonatina para Trompa e Piano
Little Waltz for Little Eva tb / pf.
Peças para Violoncelo e Piano (Volume II)
Peças para Violoncelo e Piano (Volume III)
O Pequeno Livro de Violino da Matilde (Volume IV) vn. / pf.
Peças para Violoncelo e Piano (Volume I)
Peças para Violoncelo e Piano (Volume IV)
Peças para Violoncelo e Piano (Volume V)

5.5. Coro e Piano / Órgão

5.5.1. Música Profana

5.5.1.1. Canções com Piano

Canções com Insectos lá dentro
Insectário
Canções Zoo(i)lógicas
2 Canções Infantis
5 Canções Simples
5 (Novas) Canções Simples
Bichos de Arrepiar!
Canções sem Pés nem Cabeça
Passarada
Lingalenguas
O Dia da Carolina
3 Canções de Gatos
3 Canções de Ratos
Canção do Gato Vadio
A Rã e a Mosca (I)
A Rã e a Mosca (II)
Debaixo de Água e por Cima Dela (1º Livro)
Debaixo de Água e por Cima Dela (2º Livro)
9 Canções Fáceis
Canções do meu Quintal
A Charada da Bicharada (texto: Alice Vieira)
Canções de Palmo e Meio (I)
Canções de Palmo e Meio (II)
Canções de Palmo e Meio (III)
Cinco Cantigas de Bichos (texto: vários autores)
13 (Novas) Cantigas de Bichos
Aquela Nuvem e Outras I (texto: Eugénio de Andrade)
Aquela Nuvem e Outras II (texto: Eugénio de Andrade)

5.5.1.2. Cantatas com Piano

O Sono do João (texto: António Nobre)
Romance do Caçador e da Princesa (texto: anónimo)
Romance da Nau Catrineta (texto: anónimo)

5.5.2. Música Sacra

5.5.2.1. Música de Natal

A Natividade do Menino
O Natal no Sapatinho

5.5.2.2. Outra

Ave Maria c/org.
Missa Brevis c/org.
Messa Semplice c/org.

5.6. Coro e Ensemble

5.6.1. Música Profana

5.6.1.1. Canções

No Bosque pf. / perc.

5.6.1.2. Cantatas

Vozes da Terra

5.6.2. Música Sacra

5.6.2.1. Música de Natal

Uma Pequena Cantata de Natal
Natal do Menino
Auto do Menino Jesus
O Natal do Ninhou
O Sono do Menino
Pastoral de Natividade

5.6.2.2. Outra

Magnificat

5.7. Duos e Música de Câmara / Ensemble

O Pequeno Livro de Violino da Matilde (Volume II) 2 vn. (prof. / aluno)
O Pequeno Livro de Violino da Matilde (Volume III) 3 vn.
Homenage a Gaspar Sanz 3 gtr. / ensemble de gtr.

5.8. Orquestra de Cordas

5.8.1. Obras sem solista

Cinco Peças para Orquestra de Cordas
10 Peças para Orquestra de Cordas

5.8.2. Obras para orquestra de cordas com solista

Concerto para Piano nº1, “para as Crianças”
Concerto para Piano nº2, “para as Crianças”
Concerto para Piano nº3, “para os Jovens Pianistas”
Concerto para Piano nº4, “para os Jovens Pianistas”
”Variações Concertantes sobre um Tema Popular Português”
Concerto para Violino nº1 (para os jovens solistas)
Concerto para Violino nº2 (para os jovens solistas)

5.9. Contos Musicais

5.9.1. Narrador e piano / conjunto de câmara / orquestra escolar

Bernardino (texto: Manuela Bacelar – versão diferente da versão c/ensemble) fl.+picc. / cl. / fag. / vla. / cb.
O Valente Soldadinho de Chumbo (texto: H.C. Andersen)
Kô et Kô (texto: Pierre Guéguen) cl. / vn. / pf.
O Rouxinol do Imperador da China (texto: Hans Christian Andersen) coro e orq. esc.
O Pequeno Príncipe (texto: Antoine de Saint-Éxupéry, adapt. António Mega Ferreira) orq. esc.

5.9.2. Narrador e grande ensemble

História de uma Gaivota e do Gato que a ensinou a Voar (texto: Luís Sepúlveda)
Os Gnomos de Gnu (texto: Umberto Eco)
Bernardino (texto: Manuela Bacelar)

5.9.3. Narrador e orquestra

Romance do Grande Gatão (texto: Lídia Jorge)
O Veado Florido (texto: António Torrado)
O Conto da Ilha Desconhecida (texto: José Saramago)
Um Conto de Natal de Charles Dickens (texto: Charles Dickens)

5.10. Ópera

A Rainha das Abelhas (texto: Irmãos Grimm)

[ Lista facultada por Sérgio Azevedo, publicada na Meloteca a 23 de maio de 2020 ]

Sérgio Azevedo, compositor português
Sérgio Azevedo, compositor português

SINOPSE BIOGRÁFICA

Pedro Faria Gomes nasceu em Lisboa em 1979. É professor de composição na Universidade de Cardiff desde 2015, e leccionou também vários anos em Portugal e Hong Kong. A sua música é apresentada internacionalmente de forma regular, em especial em Portugal e no Reino Unido, onde vive desde 2007. Recebeu o PRS Sir Arthur Bliss Memorial Award em Composição e o Prémio Lopes-Graça. É doutorado pelo Royal College of Music em Londres.

LISTA DE OBRAS

Complete Works A-Z

À Memória de Anarda

for mixed choir
2005

À Memória de Anarda

for mixed choir and string orchestra
2006

À Procura de um Pinheiro

for children’s choir, children soloists and 5 instruments
2003

Campainhada

for 3 female voices and 3 instruments
2000

Canções do Quadrante

​for mixed choir, children’s choir and orchestra
2015

Cinco Canções Breves

for baritone and piano
2003-04

Como se Faz Cor-de-Laranja

​for speaker and 17 instruments
2006-07

Contours

for 10 instruments
2011

Contraluz

for orchestra
​2008-12

Crónica de Dor e Morte

​for mezzo, baritone, speaker, Portuguese guitar and piano
2003

Dark Chamber

for trumpet
2007

Díptico

for two pianos
2007

Dois Fados

for piano
​2007

Drive

for 6 instruments
2008

Dual

for viola, cello, bass clarinet and piano
2010

Dual

for viola, cello and marimba
2012

Duas fantasias

for viola and piano (also clarinet and piano)
2002

Duas Peças de Presente de Natal para as Crianças

for children’s choir, flute, clarinet, percussion and strings
2005

ELA

​for 18 instruments (brass and percussion)
2015-16

Elegia

for cello
2007

Epigrama

for orchestra
2008

Escape

for piano
​2007

Espera

for viola and piano
2009

​Evening

for soprano and viola
2016-17

Fantasy on a Theme by Copland

for viola and piano (also for flute and for violin)
2000

Fiddler’s Song

for baritone and piano
2010

Four Thai Songs

for male vocal quartet / quintet
​2001-03

How Beastly the Bourgeois Is

for soprano and orchestra
2014

Memória

for clarinet and piano
2012

Nachtmusik

for clarinet and piano
2010

Nobre Povo

for viola and string orchestra
2002

O Primeiro Dia

for mixed choir and orchestra
2002

O Violino Cigano

for speaker and orchestra
2005-06

Pete and Glen

for tenor, baritone and piano
2010-11

Pinguins

for chamber orchestra
2016

Poema

for cello and orchestra
2007-08

Prelúdio em Mi Bemol

for piano
1997

Psalmus 3

for mixed choir and orchestra
1999

Quatro Peças

for piano
2001

Rapsódia

for sitar and orchestra
2002

Recordação

for piano
2007

Returning

for violin, clarinet and piano
2010

Rio Triste

for soprano and piano
1997

Ritornello

for 6 instruments
1998

Romanza e Rondo

for 9 instruments
1998-99

Romanza e Rondo

for orchestra
2002

Séptuor

for 9 instruments
2000

Sinfonietta

for string orchestra
2001

Sleeping

for 10 instruments
2009

Sonata

for violin and piano
2018

​Tableaux

for 8 instruments
2018

Tereza’s Dreams

for 8 instruments
2013

Thanatos

for clarinet, violin, viola and cello
2007-08

Three Pieces for Wind Quintet

for wind quintet
2008-09

Three Reflections from Inscriptions

for mixed choir
2010

Toys and Games

for bassoon
2012

Uma Cantata Portuguesa

for mixed choir, children’s choir, soloists and orchestra
2004-05

Variações-Fantasia

for piano
2003

Viva o Entrudo!

for mixed choir, children’s choir, soloists and orchestra
1995-99

[ Lista facultada por Pedro Faria Gomes, publicada na Meloteca a 23 de maio de 2020 ]

Pedro Faria Gomes, compositor

Pedro Faria Gomes, créditos Katie Edginton