barítono José de Freitas

JOSÉ DE FREITAS

José de Freitas, de nome completo José Cirilo de Freitas Silva, nasceu na Madeira e foi padre da Congregação da Missão (Padres Vicentinos). Já depois de padre, estudou nos conservatórios do Porto e de Lisboa, onde concluiu o Curso Superior de Canto com excelente classificação. Em 1978 tornou-se artista residente do Teatro Nacional de São Carlos onde se estreou com Schaunard em La Bohème. Foi intérprete de importantes papéis de barítono e de baixo-barítono em Portugal e no estrangeiro. Foi também diretor de coros e compositor de cânticos litúrgicos.

ENTREVISTA

Qual foi o primeiro momento em que se lembra de ter tido consciência de que a música era importante para si?

O primeiro momento?! Preferiria falar de uma pequena série de momentos… Concretizando: No meu 5º ano do seminário (hoje 9º ano), cerca dos 16 anos, quando a chamada “mudança de voz” era já algo acentuada, o meu ilustre professor de música, Padre António Ferreira Telles, poucos dias após ter-me convidado para tocar harmónio em algumas cerimónias litúrgicas (ele era o harmonista oficial, obviamente) e pedir-me para, alternadamente com outro colega, iniciar os cânticos na liturgia (o equivalente a solista), veio falar comigo na véspera da festa do Padroeiro do seminário (S. José), e disse-me: “Confio muito em ti para “segurares” a 4ª voz na missa solene de amanhã.” Ora aí tem um “puzzle” com bastante significado na minha “consciência musical” de jovem seminarista…

Quais os professores que mais o influenciaram no tempo de seminário?

Vou referir-me apenas a professores de música, obviamente. Desde os primeiros anos, tive uma veneração especial por um ilustre mestre, muito “sui generis”, mas muito competente e sabedor: o Padre António Ferreira Telles, a que atrás aludi. Era excelente harmonista, compositor, ótimo harmonizador. O Pe. Fernando da Cunha Carvalho, felizmente ainda entre nós, também teve influência na minha orientação musical, e não só. Mas vou salientar, sem querer ser injusto para os atrás citados e porventura outros, o Pe. João Dias de Azevedo, que muito me ajudou sobretudo no harmónio e no órgão, no Seminário de Mafra, onde fiz o meu noviciado (1954-1956). Nesse período, cheguei a tocar órgão em algumas celebrações dominicais e festas na Basílica de Mafra… E, para completar os anos do seminário, não poderei omitir o Pe. Fernando Pinto dos Reis (1929-2010).

Depois de ir para o seminário e de ser padre, quando é que se apercebeu de que cantar era o mais importante na sua vida profissional?

Como disse, cedo me iniciei e fui crescendo na função de solista. Continuei-a ao longo de todo o curso, alternando-a com o múnus de harmonista. Terminado o curso, fui incumbido da disciplina de Música (além de outras), no seminário menor. O concílio do Vaticano II acabava de privilegiar o vernáculo na liturgia. Iniciei a renovação de todo o repertório vigente. Eu próprio dei largas a uma velha paixão e iniciei a composição de cânticos em português, incluindo o “ordinário” e o “próprio” da missa para determinadas solenidades, além de outros cânticos circunstanciais. Aconselhado por não poucos, matriculei-me no Conservatório do Porto. Canto? Composição? Duas paixões. Muito incitado e encorajado pela professora D. Isabel Mallaguerra, decidi-me mais seriamente pelo canto, sem descurar a composição musical.

Após o curso geral de canto no Conservatório do Porto, vim a concluir o Curso Superior no Conservatório Nacional com a professora D. Helena Pina Manique. Com o programa do exame do curso superior concluído com alta classificação, fui convidado para vários recitais em Lisboa e não só. Iniciei logo de seguida o curso de ópera com o professor Álvaro Benamor e D. Helena Pina Manique. Fui admitido no Coro Gulbenkian, onde estive durante alguns meses até seguir para Paris com uma bolsa de estudos.

O diretor do Teatro Nacional de São Carlos, Eng. João Paes, que já me ouvira no Conservatório, convidou-me para, temporariamente, interromper o estágio em Paris e vir a Lisboa preparar o desempenho de um importante papel numa ópera portuguesa. Bem sucedido, pediu-me para, após o estágio parisiense, seguir para Florença, afim de preparar, com o famoso Gino Bechi, o importantíssimo papel de primeiro barítono (Lord Enrico d’Ashthon) da ópera Lucia di Lamermoor, de Donizetti. Cantei esse papel em novembro de 1977, no Teatro Rivoli (Porto)…

Toda esta “bola de neve” a partir da conclusão do curso superior de canto em 1974, todo o incrível desencadear de situações até finais de 1977, todo o ano de 1977 sobretudo, tudo isso responde à sua pergunta… Parafraseando, em contraste, um fadista, diria: “Ser cantor não foi meu sonho, mas cantar foi o meu fado…”

Dos anos em que estudou Música e Canto, que professores tiveram uma influência mais decisiva?

Nos conservatórios do Porto e de Lisboa, tive a felicidade de ser orientado respetivamente pelas professoras D. Isabel Mallaguerra e D. Helena Pina Manique, e ainda, por algum tempo, pela D. Arminda Correia, sem esquecer o Prof. Álvaro Benamor (cena).

Em Paris, como olvidar o trabalho com a famoso baixo Huc-Santana e o não menos célebre barítono Gabriel Bacquier? Em Itália, e aqui em Portugal, Gino Bechi foi simplesmente precioso no trabalho vocal e cénico. Este famoso barítono, que também me honrava com a sua amizade, cantou nos anos 40, em todos os grandes palcos do mundo. A sua famosa “entrega” aos espetáculos e nos espetáculos, quer cenicamente mas sobretudo vocalmente, levou-o a tal desgaste que teve de terminar a sua carreira por volta dos 40 anos, precisamente com a idade com que eu comecei…

Foi difícil deixar de ser padre e optar pela carreira musical?

Quando, em finais dos anos 60, me matriculei no Conservatório do Porto, confesso que o meu sonho era dar uma componente artística à minha missão de padre.

Começaram a surgir, porém, situações que não deixaram de me ir perturbando. Alguma confusão começou a instalar-se nos meus horizontes… Estávamos em pleno pós-74… Sobretudo a partir de 1977, comecei a sentir-me ultrapassado pelos acontecimentos. Tinham de ser tomadas decisões… Não podia viver na ambiguidade!… Houve muitas dúvidas, muitas incertezas… O meu Padre Provincial de então propôs-me fazer as duas coisas: padre e cantor… Tudo se desenrolava vertiginosamente… Eram convites para concertos, para óperas, etc.
Cheguei mesmo a atuar durante não pouco tempo, estando ainda no exercício do ministério… Fui chegando à conclusão de que as duas funções não faziam grande sentido… Em finais de 1978, acabei por tomar a decisão: pedi para Roma a dispensa do exercício das ordens. Não tive resposta fácil. Demorou mais de dois anos. Pelo meio, um apelo a que repensasse…

Qual foi o papel da Igreja na sua vida musical?

Primeiramente, como é obvio, penso em todo o curso do seminário. Para além de todos os aspetos da formação, a música da Igreja, o canto gregoriano, ocupou uma grande parte desse período, quer na teoria, quer na prática. O nosso Cantuale, um livro específico da Congregação da Missão com os mais belos cânticos gregorianos e muitos outros, a uma ou mais vozes, dominou grande parte desses anos, as nossas vozes e as nossas almas.

No seminário Maior, durante o curso de filosofia e teologia, para além das mais belas obras de polifonia sacra, cantávamos, todos os domingos e festas, o “comum” e o “próprio” em gregoriano, de acordo com o emblemático Liber Usualis, a mais completa obra do canto da Igreja. Tudo isto, naturalmente acompanhada da parte teórica, marca indelevelmente a minha personalidade e a minha formação musical. E não esqueço que quase sempre, alternadamente, fui organista e solista…

Após a ordenação, seguiram-se anos dominados pelo Concílio do Vaticano II, com uma série extraordinária de documentos sobre a música e a liturgia em vernáculo,com o aparecimento de excelentes compositores. E foram sempre surgindo, com os diversos papas, importantes documentos sobre a música litúrgica. Não posso esquecer os “famosos” cursos gregorianos de Fátima que frequentei.

Durante os anos 1977-1995, em que a vida artística teve o seu lado prioritário, nunca deixei de estar atento aos documentos da Igreja sobre música sacra e à obra de excelentes compositores que temos.

A partir de 1997, já no pós – S. Carlos, a pedido do meu grande amigo Conégo José Serrasina que acabava de ficar à frente da Paróquia dos Anjos, em Lisboa– a minha paróquia -, comecei a orientar o coro paroquial, tomando a peito a renovação dos cânticos e a dinamização litúrgica. Baseava-me sempre nos textos de cada celebração. Após 5 anos de intenso e profícuo trabalho, abracei outro projeto – na Capela do Palácio da Bemposta (Academia Militar), onde colaborei durante 13 anos (2003 – 2016). Durante este período, compus dezenas de cânticos que vieram a ser publicados pela Academia Militar, em 2012, num volume com o título Deus é Amor. Porque o “contexto” de então era “específico”, o referido volume irá “sofrer” brevemente substancial alteração.

Qual foi a maior deceção na sua vida?

Se me permite, não apresentaria uma mas duas deceções, e ambas no âmbito do mundo lírico. A primeira, logo de início. Tinha feito 40 anos. Eram diferentes, agora, o sonho e o ideal. Imaginava que perante mim, ia surgir um meio pleno de elevação, um ambiente superior, de arte, de cultura, etc. Cedo, porém, fui verificando e concluindo que as cores que sonhara belas, não, não o eram assim tanto… A realidade era bastante mais prosaica… Bem!… Respirei fundo, bem fundo, passe a expressão… E, vamos a isso!… Mas vamos mesmo! O desafio que ora iniciava era para ganhar, era mesmo para vencer!… E foi! Não tive o caminho atapetado de rosas, longe disso, muito longe! Foram necessárias uma fibra excecionalmente forte como considero ter, uma fé inabalável em Deus como efetivamente tenho, e também, obviamente, uma grande confiança nos talentos que Deus me deu, aliados à formação que tive (não poderei esquecê-lo!) E…aí vou eu!… E nem tudo foram espinhos, digamos em abono da verdade. Tive um público que me admirava e apoiava bastante, excelentes e excecionais críticas, outras nem tanto… E, entre um pessoal que rodava as três centenas (coro, orquestra, cantores, técnicos, etc), tive não poucos amigos e admiradores! Não esqueço que, logo no começo, nos primeiros ensaios, vi lágrimas nos olhos de algum do pessoal, ao verem a minha entrada enérgica, decidida, confiante, e pensando no “mundo” donde acabava de chegar… aos 40 anos!…

A segunda deceção foi no fim. Em finais de 92, a SEC, tendo à frente o Dr. Pedro Santana Lopes, achou por bem dissolver a Companhia Portuguesa de Ópera (cantores, orquestra, etc). Éramos 14 os cantores principais. Mesmo tendo em conta que eu continuava a cantar no país e não só, esta foi sem dúvida uma grande deceção. Aos 55 anos, encontrava-me no ponto mais alto da carreira, a nível vocal e cénico, na minha opinião e na de quantos me conheciam e ouviam! Esperava estar “em grande” mais uma boa dezena de anos… Lembrei-me então das palavras de Gino Bechi, quando, certo dia, nos anos 80, após fazer as célebres e espetaculares demonstrações, vocais e cénicas, durante um ensaio, e quando já contava perto dos 80 anos, teve este desabafo: “Agora é que eu sei cantar!”

Pois é!… Parafraseando o meu mestre, diria: “Agora… é que eu sabia cantar!…”

Qual foi o momento mais alto da carreira como cantor lírico?

Desempenhei os mais diversos papéis de 1º barítono, de baixo-barítono, papéis característicos, enfim, foram cerca de 50… Nunca tive um fracasso nos meus desempenhos. Pelo contrário! Escolher o momento mais alto?!… É difícil!… Estou a lembrar-me de não poucos… Do “Le Grand-Prêtre de Dagom” da ópera Samson et Dalila, de Saint-Saëns, em 1983. Quis preparar o papel em Lyon com o meu ex-professor de Paris, o grande barítono Gabriel Bacquier. Estou a recordar-me do “Dulcamara” da ópera L’Elisir d’Amore, de Donizetti, em 1984 e 1985… Do “Rocco”, da ópera Fidelio de Beethoven… Enfim, não vou alongar-me na citação de outras boas e belas hipóteses…

Mas vou escolher como momento mais alto uma ópera fora do estilo clássico: a ópera Kiú, do compositor espanhol Luís de Pablo, levada à cena em 1987 no Teatro Nacional de São Carlos. O meu papel de Babinshy, o pivô da ópera, na sua grande espetacularidade e dificuldade vocal e cénica, foi na verdade um momento muito alto na minha carreira! Não foi por acaso que o próprio compositor Luís de Pablo e o maestro Jesús Ramón Encimar me convidaram, 5 anos depois (dezembro de 1992 – janeiro de 1993), para interpretar em Madrid o mesmo papel!…

Quais foram os cantores líricos mundiais que mais o inspiraram?

Estavam na moda, nos anos 60, cantores líricos que deveras nos entusiasmavam. Lembro-me, por exemplo, de Mário Lanza, de Luís Mariano, de Alfredo Krauss que vim a conhecer em São Carlos, e com o qual contracenei, inicialmente, num ou noutro pequeno papel. E vários outros, quase todos tenores. O meu tipo de voz é de barítono ou de baixo-barítono. Mas foi sobretudo a partir do Curso Superior de Canto que comecei a interessar-me por vozes líricas, o que é absolutamente natural. Dado o meu tipo de voz, cerca de cinco ou seis cantores internacionais dominavam particularmente os meus gostos. Comecemos pelos alemães Dietrich Fischer-Dieskau e Hermann Prey, barítonos. O primeiro, absolutamente excecional em lied, tendo cantado praticamente tudo o que havia nesse domínio. Muitos o consideraram o maior músico do século XX. Foi inclusivamente maestro de música sacra. Ouvi-o ao vivo em Paris. Hermann Prey era superior como ator. As suas interpretações em óperas de Mozart, Rossini, Donizetti ficaram memoráveis. Outros dois barítonos ou baixo-barítonos, Fernando Corena e Rolando Panerai, eram também grandes cantores e atores, mais característicos que os anteriores. Outro barítono que, vocalmente (não cenicamente) me enchia as medidas, era Piero Cappuccilli. Era um barítono a que eu chamaria heróico-dramático, com uma incrível potência de voz. Jamais esquecerei o seu desempenho em Simon Boccanegra de Verdi, no São Carlos…

Poderia obviamente alongar-me, no que às vozes masculinas diz respeito. Mas também não posso deixar de me referir a vozes femininas que, além de nós deixarem siderados, tanto nos ensinaram! Antes de mais, Maria Callas!… Depois, uma Victoria de los Angeles que cheguei a ouvir na Gulbenkian. Fiorenza Cossotto, Mirella Freni, Christa LudwigMonserrat Caballé que ouvi em Paris dirigida por Leonard Bernstein… Uma Joan Sutherland, La Stupenda, a tal que cantou a Traviata no Coliseu na famosa noite de 24 para 25 de abril de 1974, com o já citado Alfredo Kraus… E eu estava lá!…

Quais os músicos portugueses mais influentes na sua carreira?

Por músicos, entendo compositores, professores, pianistas, ensaiadores, “pontos”, cantores, e, porque não, críticos… Antes de mais, as minhas duas professoras nos conservatórios do Porto e de Lisboa, respetivamente: Isabel Malaguerra e Helena Pina Manique. A professora D. Arminda Correia fez de forma extraordinária a breve transição entre uma e outra. Álvaro Benamor, na classe de ópera. A pianista Maria Helena Matos que me acompanhou com enorme competência desde o Conservatório Nacional, incluindo o exame final, e praticamente em todos os recitais que fui dando ao longo da carreira. O maestro Armando Vidal, músico de gema, com o qual preparei, como a generalidade dos artistas, quase todos os papéis que tinha a desempenhar nas dezenas de óperas em que fui interveniente. Entre os maestros – “pontos” – , não esquecerei o maestro Pasquali que tão competentemente orientou, durante os primeiros tempos, as nossas intervenções em palco, e o maestro Ascenso de Siqueira, grande e bom amigo e incrível ser humano… Tive a felicidade de trabalhar com encenadores como António Manuel Couto Viana, que me honrava com a sua amizade, Carlos Avillez (em várias óperas), Luís Miguel Cintra, João Lourenço

Cantores? Álvaro Malta, Hugo Casaes, Elizette Bayan, Armando Guerreiro, e outros… Lembro-me ainda de preciosas “dicas” que me deu Álvaro Malta

Compositores? Antes de mais, o Prof. Cândido Lima. Conheci-o em Paris. Conversávamos muito. Não esqueço o dia em que ele me apresentou ao seu amigo Iannis Xenakis… Fomos juntos a vários concertos. Preparei, com ele ao piano, algumas obras suas para canto. Foi meu pianista num concurso de canto em que fui premiado… Tudo isto em Paris, em 1977.

Com o grande compositor Fernando Lopes-Graça, tive a honra de preparar um importante papel de solista na sua obra As Sete Predicações d’Os Lusíadas, em vista à estreia mundial da mesma no VI Festival da Costa do Estoril (1980).
Joly Braga Santos honrava-me com a sua amizade e admiração. Com ele ensaiei o papel de solista na sua Cantata Das Sombras, sobre texto de Teixeira de Pascoaes, para primeira audição mundial no Teatro de S. Luís, a 27 de julho de 1985, com o Coro Gulbenkian, e enquadrada no XI Festival de Música da Costa do Estoril. De Joly Braga Santos nunca poderei esquecer as suas palavras, em pleno palco, no fim da última récita da sua Trilogia das Barcas, em maio de 1988: “Estou a compor uma ópera, para a Expo de Sevilha (daí a 4 anos), baseada numa obra de Frederico Garcia Llorca, Bodas de Sangue e tenho um muito bom papel para si”. Entretanto, o maestro falecia 2 meses depois, a 18 de julho de 1988, o que constituíu uma grande perda para o País, para a cultura portuguesa.

Quanto a críticos, devo dizer que, entre outros, Francine Benoit, João de Freitas Branco, José Blanc de Portugal muito me encorajaram e elogiaram!

E hoje, o que acha da evolução da ópera em Portugal?

Francamente, tenho dificuldade em responder. Há cerca de vinte e cinco anos, após a extinção da Companhia Portuguesa de Ópera e de ter dado como terminada a minha carreira lírica, abracei outro projeto e alheei-me bastante desse tema. Sei que, sobretudo por razões orçamentais, a programação se ressente, e muito. Tudo parece ser diferente. Repito: não tenho dados que me permitam fazer qualquer juízo de valor…

O que pensa do papel da música na Igreja?

Desde o Seminário Maior, fui lendo atentamente, e mais que uma vez, os documentos papais que surgiram desde o princípio do século XX:
o Motu próprio de São Pio X (1903) sobre a Restauração da Música Sacra;
a Constituição Apostólica Divini Cultus (1928) no pontificado de Pio XI, sobre a liturgia e a música sacra; a Encíclica Musicae Sacrae Disciplina (1953), do Papa Pio XII, sobre a Música Sacra, vocal e instrumental.

Logo após o Concílio do Vaticano II, surge a Constituição Conciliar Sacrosanctum Concilium (1963), a realçar que “a acção litúrgica reveste maior nobreza quando é celebrada com canto, com a presença dos ministros sagrados e a participação ativa do povo”. E quando fala de canto, obviamente que se refere ao canto sagrado intimamente unido com o texto. E se o canto gregoriano ocupa sempre um lugar privilegiado em igualdade de circunstâncias, não são excluídos os outros géneros de música sacra mormente a Polifonia, desde que em harmonia com o espírito da ação litúrgica, e de acordo com os diversos tempos litúrgicos, com as diversas celebrações e os vários momentos da celebração. Compositores, organistas, mestres de coro, cantores, músicos (instrumentistas) devem formar um todo para o esplendor do canto.

Alguns anos após o Concílio, a famosa Instrução Musicam Sacram (1967), da Sagrada Congregação dos Ritos, é a síntese, diria perfeita, do que à Música Sacra diz respeito, desde o canto na celebração da missa, passando pela preparação de melodias para os textos em vernáculo, depois a música para instrumental, o Canto no Ofício, etc etc.

O assunto levar-nos-ia ainda a três ou quatro intervenções de São João Paulo II, a uma célebre conferência do Cardeal Ratzinger (mais tarde Papa Bento XVI) em 1985, a uma Nota Pastoral dos nossos bispos por ocasião do Ano Europeu da Música (em novembro de 1985).

E o nosso Papa Francisco, por mais de uma vez, tem insistido que a Música Sacra e Canto Litúrgico devem estar plenamente inculturados nas linguagens artísticas atuais.

Quais os compositores que mais ouve e, desses, que obras prefere?

J.S. Bach é incontornável. Oiço com frequência, por exemplo, a Cantata do Café, cuja ária Hat man nicht mit seinen kindern fez parte do programa do meu exame do Curso Superior de Canto de Concerto, e foi uma das provas de acesso ao Coro Gulbenkian, em novembro de 1974; a Missa em Si m, cujas árias de baixo cantei; e a Paixão Segundo S. João, em que interpretei o papel de Jesus, no Porto, em abril de 1977, quando ainda estagiava em Paris…
Haëndel (O Messias, e Música Aquática); Beethoven (Sinfonias 3, 6 e 9) e a ópera Fidelio, cujo papel de Rocco desempenhei em junho de 1986; Mozart (o Requiem que, enquanto membro do Coro Gulbenkian, cantei no Coliseu em 1975, com gravação para a Erato; a Sinfonia nº 40, etc etc); Haydn (A criação, a Missa de Santa Cecília e a Sinfonia Concertante); Bizet (Carmen); Bramhs (Um Requiem Alemão);Rossini (Stabat Mater); Tchaickowsky (Romeu e Julieta e Francesa da Rimini; Dvorak (Sinfonia nº 9, O Novo mundo); Ravel (Bolero); Rodrigo (Concerto de Aranjuez); Strauss (valsas); Elgar (Concerto para violoncelo).

E muito, muito mais, obviamente.

O que o levou a colecionar livros e discos?

Certamente, e de uma forma geral, o meu gosto pela música, a ligação à Igreja, o meu profissionalismo, a cultura. É claro que tudo se desenrola de acordo com as diversas etapas da vida:

a minha função de professor de Música (além de outras disciplinas) no seminário menor, após a minha formação, e o começo dos meus estudos no Conservatório;

a minha transição para a vida pastoral, durante 3 anos;

a minha ida para Lisboa para concluir o curso Superior, do Conservatório, e a minha curta passagem pela Fundação Gulbenkian;

o meu estágio de dois anos em Paris, concluído com 2 meses em Itália;

o começo e a continuação da minha carreira lírica no Teatro Nacional de São Carlos;

os 3 anos pós-São Carlos em que continuei a minha carreira;

o abraçar de novo projeto: “trabalhar” um coro inserido numa missão pastoral na Paróquia dos Anjos (Lisboa), a minha Paróquia, a partir de 1997 e, posteriormente, de 2003 a 2016, na capela do Palácio da Bemposta (Academia Militar);

e porque não dizê-lo, as minhas viagens de automóvel, algumas longas, nos anos 70 e daí para cá, para já não falar da minha própria casa…

Como vê, são muitas as etapas e as circunstâncias em que procurei estar sempre em dia e dentro das exigências das mesmas. Livros, discos, cassetes, CDs, DVDs eram verdadeiros instrumentos de trabalho, de cultura, de ocupação, de prazer…

Julgo ter sintetizado as razões da minha importante biblioteca e discoteca, das quais progressivamente e criteriosamente, me vou voluntariamente desfazendo.

Antes da sua formação académica no conservatório, que lugar tinha a música erudita no seu papel de formador no seminário?

Além de renovar completamente o repertório de cânticos religiosos que vinha de há longos anos (o que supunha rodear-me de bom material), comecei a interessar-me por vozes maravilhosas que os discos faziam chegar até nós (Mario Lanza, Luis Mariano, Alfredo Krauss etc, e por orquestras excecionais que nos traziam as mais belas melodias clássicas, canções famosas, música de filmes históricos…

Tive sempre a preocupação de partilhar com os meus jovens alunos algum desse maravilhoso mundo musical… Era importante para a educação da sua sensibilidade, dos seus gostos, da sua cultura.

Lembro-me, e muitos ex-alunos (quer do seminário, quer do ensino público) se recordarão de ter dado a ouvir, entre outras obras, uma pequena peça do compositor russo Alexander Borodine. Tratava-se de Nas estepes da Ásia Central. Era a caravana que surgia ao longe, a marcha dos camelos, a intensidade instrumental que “subia” a anunciar a chegada da caravana, a permanência no terreno, o retomar da marcha, os sons que se iam extinguido… até a caravana se perder de vista!… Era tudo tão belo, tão claro! Apaixonante!… O interesse era enorme. Os alunos começavam a compreender que a música tem um sentido, um conteúdo, uma intenção, uma finalidade, uma expressão!
O mesmo sucedeu com outras obras, como o Hino da Alegria, da IX Sinfonia de Beethoven! Etc etc.

Mas adverti-os sempre para que nada disto desviasse a atenção do essencial da sua formação!…

Em três palavras como se caracteriza a si mesmo?

Persistente! Perfecionista! Brioso!

Lisboa, 19 de março de 2018

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JOSÉ DE FREITAS NA COMUNICAÇÃO SOCIAL

Um barítono que é crítico de si próprio

Correio da Manhã, 28 de abril de 1986

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De padre a cantor principal de ópera no Teatro São Carlos

Diário de Notícias do Funchal, 11 de maio de 1986

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José de Freitas: de padre a cantor

Correio da Manhã, 02 de agosto de 1987

Grupo de Bombos da Carreira, Santo Tirso

Lista dos Grupos de Bombos

Catalogação por concelho

Sítio incontornável na divulgação da música em Portugal, a Meloteca presta desde 2003 um serviço público sem financiamento público. Com as Listas Meloteca pretende-se aproximar músicos, associações e promotores de eventos.

Para se tornar mais acessível, clique AQUI e saiba mais sobre os serviços de divulgação.

Abrantes

  • Grupo de Bombos de São Facundo (União das Freguesias de São Facundo e Vale das Mós)
  • Grupo de Bombos “Os Zés Pereiras” do Tramagal (Tramagal)
  • Grupo de Percussão Tradicional de Mouriscas (Mouriscas)
  • Grupo de Percussão e Bombos “Sons do Tejo” (Abrantes)

Águeda

  • Grupo de Bombos de Préstimo (União das Freguesias de Préstimo e Macieira de Alcoba)
  • Grupo de Bombos de Castanheira do Vouga (União das Freguesias de Belazaima do Chão, Castanheira do Vouga e Agadão)
  • Grupo de Bombos “Os Zés Pereiras” de Valongo do Vouga (Valongo do Vouga)
  • Grupo de Percussão “Os Bate-Sola” (Águeda)
  • Grupo de Bombos da Associação Cultural e Recreativa de Macinhata do Vouga (Macinhata do Vouga)

Aguiar da Beira

  • Grupo de Bombos da Freguesia de Pena Verde
  • Grupo de Bombos de Gradiz
  • Grupo de Bombos dos Escuteiros de Aguiar da Beira (CGR – Corpo Nacional de Escutas)
  • Grupo de Percussão / Bombos da Associação Cultural e Recreativa de Eirado
  • Grupo de Bombos do Centro Social e Cultural de Aguiar da Beira

Alandroal

Albergaria-a-Velha

Albufeira

Alcácer do Sal

Alcanena

Alcobaça

Alcochete

Alcoutim

Alenquer

Alfândega da Fé

  • Associação Us Bat N’ Pelle

Alijó

  • Grupo de Zés Pereiras Amieirense (Amieiro)
  • Grupo de Zés Pereiras de Sanfins do Douro
  • Zés Pereiras de Cheires (Cheires)
  • Zés Pereiras de Sanfins do Douro
  • Zés Pereiras do Centro Recreativo e Cultural de Castedo do Douro

Aljezur

Aljustrel

Almada

  • Porbatuka Almada

Almeida

Almeirim

Almodôvar

Alpiarça

Alter do Chão

Alvaiázere

Alvito

Amadora

  • Bombrando (Encosta do Sol)
  • Dágadagadá (Alfornelos)

Amarante

  • Águias do Marão (Candemil)
  • As Rosas de Santa Maria de Jazente
  • Birabombo
  • Grupo de Bombos Amigos da Borga (Lufrei)
  • Grupo de Bombos de Santo Amaro (Gondar)
  • Grupo de Bombos de Santa Maria de Jazente
  • Grupo de Bombos de Santiago Figueiró
  • Grupo de Bombos de Santo Estevão (Vila Chã do Marão)
  • Grupo de Bombos de Vila Caiz (Vila Caiz)
  • Grupo de Bombos Os Unidos de Oliveira(Vila Meã)
  • Grupo de Bombos Zés Pereiras de Santa Cruz de Riba Tâmega (Vila Meã)
  • Grupo de Zés Pereiras Os Amarantinos (Vialonga)
  • Os Completos – Grupo de Bombos Regional (S. Simão)
  • Zés Pereiras Os Unidos da Paródia (Jazente)

Amares

  • Grupo de Bombos Animares (Clube Desportivo Recreativo e Cultural Amarense)
    Escola a Bombar (Amares)

Anadia

  • Grupo de Bombos Bate Forte, da Casa do Povo do Vilarinho do Bairro
  • Bombos de Anadia

Angra do Heroísmo

Ansião

Arcos de Valdevez

  • Grupo de Zés Pereiras Os Malinos (Távora)
  • Zés Pereiras Os Bate N’Avó (Soajo)

Arganil

Grupo de Bombos São Nicolau, da aldeia de Pardieiros (freguesia da Benfeita)

Armamar

  • Grupo de Bombos do Centro Cultural e Recreativo de São Cosmado
  • Zés Pereiras S. Tiago Vale Verde – Os Borgas Da Queimada (Queimada)

Arouca

Arraiolos

Arronches

Arruda dos Vinhos

Aveiro

Grupo de Bombos Bate Forte

Avis

Azambuja

Baião

  • Ancetoca (Acede)
  • Bombos de Santa Comba (Tolões)
  • Grupo de Bombos Os Alegrinhos da Associação Desportiva e Cultural de Ingilde (Ingilde)
  • Grupo de Bombos Verão Azul (Grilo)
  • Grupo de Bombos Zés Pereiras Os Baionenses (Baião)
  • Grupo de Bombos “Zés P’reiras Voluntários de Baião” (Bombos de Baião)

Barcelos

  • Grupos de bombos de Barcelos
    Bombos de São Tiago
    Grupo de Zés Pereiras “Companheiros de Alegria”
    Grupo de Zés Pereiras de Barcelinhos
    Grupo de Zés Pereiras e Gigantones de Fragoso
    Grupo de Zés Pereiras “Estrelas do Norte”
    Grupo de Zés Pereiras “Os Castiços da Silva”
    Grupo de Zés Pereiras Nacionais de Fragoso
    Grupo de Zés Pereiras “Peles da Justiça”

Barrancos

Barreiro

  • Bombos do Rancho Folclórico Regional do Lavradio

Batalha

Beja

Belmonte

Benavente

Bombarral

Borba

Boticas

  • Grupo de Bombos da ADC Constantim

Braga

  • Tim Ca Bombo
  • Bombos com Alma, Adaúfe
  • Grupo Bombart, Panóias
  • Associação Ida e Volta – Zés Pereiras, gigantones e cabeçudos, São Vicente
  • Bomboémia – Grupo de Percussão da Universidade do Minho
  • Equipa Espiral Associação Humanitária, Cultural e Recreativa, 
  • Grupo de Bombos e Cabeçudos da rusga de S. Vicente
  • Grupo de Bombos Tambombo, Palmeira

Bragança

  • Bombos de Samil
  • Grupo de Bombos 7 Infantes (Parada, Bragança)
  • Vira Bombos da APADI

Cabeceiras de Basto

  • ARBORADA – Associação Recreativa e Cultural de Bombos da Orada
  • Associação ‘Zés Pereiras de Basto’

Cadaval

Caldas da Rainha

  • Grupo de Bombos Monte Olivett

Calheta (Madeira)

Calheta (São Jorge)

Caminha

  • Grupo de Bombos “Bombosinho”
  • Grupo de Bombos de Vila Praia de Âncora
  • Grupo de Bombos São Gonçalo de Dem
  • Grupo de Bombos São Tiago de Sopo

Campo Maior

Cantanhede

Carrazeda de Ansiães

  • Os Zíngaros de Carrazeda de Ansiães

Carregal do Sal

  • Bombos Fialenses (Fial, freguesia de Oliveira do Conde)
  • Grupo Recreativo e Cultural Zés Pereiras (Oliveira do Conde)
  • Zabumba de Oliveirinha (Oliveirinha)

Cartaxo

Cascais

Castanheira de Pêra

Castelo Branco

  • Associação Recreativa Cultural Grupo Bombos de Almaceda
  • Grupo de Bombos de Alcains
  • Grupo de Bombos de Lardosa
  • Grupo de Bombos Os Vicentinos (São Vicente da Beira)
  • Grupo de Percussão da Escola Cidade de Castelo Branco

Castelo de Paiva

  • Grupo de Bombos de Bairros

Castelo de Vide

Castro Daire

Castro Marim

Castro Verde

Celorico da Beira

  • Bombos do Baraçal
  • Os Pregoeiros – Bombos de Souropires

Celorico de Basto

  • Amigos da União de Basto
  • Arnoia em Movimento
  • Bombos de Santa Eufémia (Agilde)
  • Bombos de Santa Maria (Moreira do Castelo)
  • Caetanos de Gagos
  • Castelos em Movimento
  • Grupo de Bombos Os Tugas (Carvalho)
  • Grupo de Bombos Zés Pereiras (Vila Nova, Corgo)
  • Viva Moreira
  • Zés Pereiras de Carvalho
  • Zés Pereiras de S. Romão do Corgo

Chamusca

Chaves

Cinfães

  • Grupo de Bombos Os Carapuças – Espadanedo
  • Cinfães A Rufar – Cinfães

Coimbra

Condeixa-a-Nova

Constância

Coruche

Corvo

Covilhã

  • Grupo de Bombos de Aldeia do Souto Arrebimb O Malho (Aldeia do Souto)
  • Grupo de Bombos e Adufeiras da Casa do Povo de Paul (Paul)
  • Grupo de Bombos e Rancho Folclórico de Ourondo
  • Grupo de Bombos Eradense (Erada)
  • Grupo de Bombos Toca a Bombar – Cantar Galo
  • Grupo de Bombos Tok Avakalhar (Paul)
  • Zabumbas da Casa do Povo do Paul

Crato

Cuba

Câmara de Lobos

Elvas

Entroncamento

Espinho

  • Grupo de Bombos da CerciEspinho
  • Espinho Rufar

Esposende

  • Associação dos Zés P’reiras de Antas
  • Grupo Os Figueirinhas na Rua
  • Zés P’reiras de Mar

Estarreja

  • Grupo de Bombos da Associação Recreativa e Cultural do Curval

Estremoz

Évora

Fafe

  • Bombos Amigos da Borga (Regadas)
  • Grupo de Bombos da CERCIFAF
  • Grupo de Bombos Os Unidos de Golães (Golães)
  • Zés Pereiras Estrelas do Norte (Fareja)

Faro

Felgueiras

  • Grupo Amigos da Terra de Sendim
  • Grupo de Bombos da aDesBorbaG (Associação Pelo Progresso e Desenvolvimento de Borba de Godim (Vila da Lixa)
  • Grupo de Bombos de Sernande
  • Grupo de Bombos Guerreiros de S. Jorge (São Jorge de Vizela)
  • Grupo de Bombos Os Unidos (Borba de Godim)
  • Grupo de Bombos Santo André (Macieira da Lixa)
  • Grupo de Bombos Unir Macieira (Macieira da Lixa)
  • Os Amigos tocadores de Bombos (Pedreira)

Ferreira do Alentejo

Ferreira do Zêzere

Figueira da Foz

Figueira de Castelo Rodrigo

Figueiró dos Vinhos

Fornos de Algodres

  • Grupo de Bombos de Carapito

Freixo de Espada à Cinta

  • Bombos da Veiga

Fronteira

Funchal

Fundão

  • Associação de Bombos de Souto da Casa
  • Bombos de Lavacolhos
  • Bombos do Castelejo
  • Bombos do Rancho Folclórico da Cova da Beira
  • Grupo de Bombos As Zabumbas de Alpedrinha
  • Grupo de Bombos da Barroca
  • Grupo de Bombos da Fatela
  • Grupo de Bombos da Liga dos Amigos do Alcaide
  • Grupo de Bombos das Donas
  • Grupo de Bombos de Alcongosta
  • Grupo de Bombos do Fundão
  • Grupo de Bombos do Rancho Folclórico As Cantarinhas de Telhado
  • Grupo de Bombos do Rancho Folclórico de Valverde
  • Grupo de Bombos do Rancho Folclórico da Casa do Povo de Souto da Casa
  • Grupo de Bombos do Rancho Folclórico de Silvares Beira Baixa
  • Grupo de Bombos dos Três Povos
  • Grupo de Bombos Os Arrelia (Fatela)
  • Grupo Folclórico e Etnográfico dos Amigos do Fundão

Gavião

Golegã

Gondomar

  • Grupo de Bombos FPG / Fanfarra Particular de Gondomar
  • Grupo de Zés Pereiras do Passal

Gouveia

  • Bombásticos (Grupo de Bombos do IG – Escola Profissional de Gouveia)
  • Bombos Estrelas de Gouveia
  • Grupo de Bombos de Paços da Serra

Grândola

Guarda

Grupo de Percussão de Valhelhas

Guimarães

  • Associação Os Baketas (Souto, Santa Maria)
  • Grupo de Bombos Família Lopes (Lordelo)
  • Grupo de Bombos Santa Maria de Gémeos
  • Zés Pereiras de São Faustino

Góis

Horta

Idanha-a-Nova

Ílhavo

  • Grupo de Bombos “Toca a Baldar” – Associação Cultural e Recreativa “Os Baldas”

Lagoa (Algarve)

Lagoa (São Miguel)

Lagos

Lajes das Flores

Lajes do Pico

Lamego

  • Associação de Bombos S. Pedro (Penude)
  • Bombos de Samodães (Lamego)
  • Grupo de Bombos Boinas Pretas (Britiande)
  • Grupo de Bombos Boinas Verdes (Sande)
  • Grupo de Bombos Toca A Batucar da Associação Desportiva e Cultural de Samodães

Leiria

  • Grupo de Bombos Só Pedra

Lisboa

  • Ajuda A Bombar (Ajuda)
  • Bombos Alta Batida
  • Grupo das Gaitas de Foles e Percussão da Casa Pia de Lisboa
  • Grupo de Percussão Paradiddle (Olivais)
  • Grupo de Percussão Ritmus – Instituto Jacob Rodrigues Pereira

Loulé

  • Rufos – Orquestra de Bombos

Loures

Lourinhã

Lousã

  • Grupo de Bombos Pedra e Racha
  • Grupo de Bombos de São Nicolau

Lousada

  • As Amigas da Terra (Covas)
  • Grupo de Bombos da Associação Desportiva e Cultural de Figueiras
  • Grupo de Bombos de Ordem (Ordem)
  • Grupo de Bombos de São Veríssimo (Nevogilde)
  • Grupo de Bombos Os Amigos do Bairro (Casais)
  • Grupo de Bombos “Os Amigos de Caíde de Rei”
  • Lousadarrufar (Macieira)

Mação

Macedo de Cavaleiros

  • Banda de Latos de Bagueixe (aldeia de Bagueixe)
  • Grupo de Bombos de Ala (aldeia de Ala)
  • Bombos Abelhudos de Cernadela e Cortiços
  • Grupo de Bombos Toka a Bombar (freguesia de Arcas)

Machico

Madalena

Mafra

  • Academia do Bombo – Orquestra de Percussão de Mafra

Maia

Mangualde

  • Grupo de Bombos Mangualdenses

Manteigas

Marco de Canaveses

  • Grupo de Bombos de São Lourenço (Marco de Canaveses)
  • Grupo de Bombos Pau e Pele (Paredes de Viadores)
  • Grupo de Bombos Zés Pereiras de Santo André de Vila Boa de Quires (Vila Boa de Quires)
  • Grupo de Bombos de Laurentim (Sande)
  • Os Bravos de Outeiro (Marco de Canaveses)
  • Bombos de Maureles (Maureles)
  • Bombos S. Miguel do Grupo Danças e Cantares do Soalhães (Soalhães)
  • Grupo de Bombos de Sobretâmega (Sobretâmega)
  • Grupo de Bombos Santa Maria Maior de Penha Longa (Penha Longa)
  • Bombos de Santa Eulália (Ariz)

Marinha Grande

  • Tocandar

Marvão

Matosinhos

  • Be-Dom (Senhora da Hora)
  • Grupo de Bombos da Cruz de Pau de Matosinhos

Mealhada

Meda

Melgaço

Mesão Frio

Mira

Miranda do Corvo

  • Bombos & Tombos

Miranda do Douro

Mirandela

  • Associação dos Bombos de Mirandela (ABOMIR)

Mogadouro

Moimenta da Beira

Moita

Monção

  • Grupo de Bombos “Toca a Bombar” (Cambeses)
  • Grupo de Bombos “Fim do Silêncio” (Mazedo)
  • Grupo de Bombos “Amigos de São Pedro de Mazedo” (Mazedo)
  • Grupo de Bombos de Pias (Pias)
  • Grupo de Bombos de Abedim

Monchique

Mondim de Basto

  • Grupo de Bombos de Atei
  • Zés Pereiras da Associação Grupo Regional São Jorge (Paradança)

Monforte

Montalegre

  • Rufas de Balteiro
  • Grupo de Bombos Ritmos da Serra
  • Grupo de Bombos Os Três Canecos

Montemor-o-Novo

Montemor-o-Velho

Montijo

  • Anau A Rufar
  • Batucando Orquestra de Percussão

Mora

Mortágua

Moura

Mourão

Murça

  • Amigos dos Bombos de Murça
  • Grupo de Bombos de Martim (Os Malapieiros)

Murtosa

Mértola

Nazaré

Nelas

  • Grupo de Bombos da ARC Paço (Canas de Senhorim)
  • Grupo de Bombos da ADRC Cimo do Povo

Nisa

Nordeste

Óbidos

Odemira

Odivelas

Oeiras

Oleiros

  • Associação Os Cucos de Vilar Barroco
  • Bombos da Cardosa (Sarnadas de São Simão)
  • Grupo de Bombos do GAIO (Grupo dos Amigos Incondicionais do Orvalho)
  • Grupo de Bombos do Vilar

Olhão

Oliveira de Azeméis

  • Grupo de Bombos “Os Janizários”
  • Grupo de Bombos da Associação Recreativa e Cultural do Curval

Oliveira de Frades

  • Grupo de Bombos de Souto de Lafões

Oliveira do Bairro

  • Grupo de Bombos “Bate Forte” (Vilarinho do Bairro)

Oliveira do Hospital

  • Açor Tambor – Trio de Percussão Tradicional da Serra do Açor
  • Grupo de Bombos Pedra e Racha (Nogueira do Cravo)

Ourique

Ourém

Ovar

Paços de Ferreira

  • Bombos Escola de Modelos de Paços de Ferreira (Modelos)
  • Grupo Zés Pereiras J. Brito
  • Grupo de Bombos Os Imparáveis de Paços de Ferreira
  • Grupo de Bombos Os Independentes da Raimonda
  • Grupo de Bombos Os Menaços
  • Grupo de Bombos Os Re-Formados Amigos da Galhofa (Arreigada)
  • Grupo de Bombos Zés Pereiras da Raimunda
  • Grupo de Bombos São Mamede de Seroa (Seroa)Pedasons Ecosons – Grupo de Percussão da Associação Cultural Recreativa Pedaços de Nós (Freamunde)

Palmela

  • Bardoada – O Grupo do Sarrafo (Pinhal Novo)

Pampilhosa da Serra

Paredes

  • Grupo de Bombos Amigos do Salão Paroquial de Sobrosa (Vila de Sobrosa)
  • Grupo de Bombos da Madalena (Paredes)
  • Grupo de Bombos de São Tomé de Bitarães (Bitarães)
  • Grupo de Bombos Os Rufias (Gondalães)
  • Grupo de Bombos Os Pestinhas (Lordelo)
  • Grupo de Bombos Os Traquinas do Bairro (Motriz)
  • Grupo de Bombos Zés Pereiras São Miguel de Gandra (Gandra)
  • Zés Pereiras de Recarei (Recarei)
  • Zés Pereiras de Santo Estêvão de Vilela

Paredes de Coura

  • Amigos da Música (Coura)
  • Os Amigos da Farra (Padornelo)
  • Os Figueiras na Rua (Rubiães)
  • Os Tradicionais (Agualonga)
  • Os Trovoada (Romarigães)

Pedrógão Grande

Penacova

Penafiel

  • Associação Grupo de Bombos Os Amigos de Boelhe
  • Associação Social e Cultural Bombos da Eira (Luzim)
  • conjunto Zés Pereiras de S. Julião (Lagares)
  • Grupo de Bombos da Associação Cultural Juvenil do Mozinho (Oldrões)
  • Grupo de Bombos da Associação Desenvolvimento da Freguesia de Guilhufe
  • Grupo de Bombos de Rans
  • Grupo de Bombos de São Romão (Vila Cova)
  • Grupo de Bombos de Urrô
  • Grupo de Bombos do Divino Salvador de Castelões
  • Grupo de Bombos Os Amigos de Cima (Rio de Moinhos)
  • Grupo de Bombos Os Amigos de Luzim (Luzim)
  • Grupo de Bombos de Recezinhos de S. Mamede
  • Grupo de Bombos Zés Pereiras de Croca
  • Grupo de Bombos Juventude (Cabeça Santa)
  • Grupo Zés Pereiras Os Amigos de Galegos
  • Zés Pereiras ACFA (Fonte Arcada)

Penalva do Castelo

Penamacor

  • Grupo de Bombos da Junta de Freguesia de Penamacor

Penedono

Penela

Peniche

Peso da Régua

  • Grupo de Bombos Bate Latas, de Alvações do Tenha (Vilarinho dos Freires)
  • Botabaixo (Vilarinho do Freires)
  • Os Filoxera (Peso da Régua)

Pinhel

Pombal

  • Grupo de Bombos de Carnide

Ponta Delgada

Ponta do Sol

Ponte da Barca

  • Grupo de Bombos de Sampriz (Ponte da Barca)
  • Grupo de Bombos de Entre Ambos-Os-Rios
  • Grupo de Bombos Os Figueiras Na Rua (Antas)
  • Grupo de Bombos Os Imparáveis de Bravães

Ponte de Lima

  • Grupo de Bombos de Fontão
  • Grupo de Bombos de S. Tiago Maior (Poiares)
  • Grupo de Bombos do Bárrio
  • Grupo de Bombos e fanfarra “Unidos de Cepões”
  • Grupo de Bombos “Os Carapuças” de Santa Cruz do Lima
  • Grupo Santo André de Vitorino dos Piães
  • Zés Pereiras de Sandiães

Ponte de Sor

Portalegre

  • Bombos d’Arraia

Portel

Portimão

Porto

Porto Moniz

Porto Santo

Porto de Mós

Povoação

Praia da Vitória

Proença-a-Nova

Póvoa de Lanhoso

  • Bombadela – Grupo de Percussão de Vilela
  • Os Marias – Grupo de Percussão do Theatro Club
  • Valquírias – Grupo de Percussão e bombos

Póvoa de Varzim

Redondo

  • Tomba Lobos – Projeto de Percussão Tradicional Portuguesa

Reguengos de Monsaraz

Resende

  • Grupo de Bombos Bom Romão
  • Grupo de Bombos Bommouros (S. Martinho de Mouros)
  • Grupo de Bombos Os Taramelas

Ribeira Brava

Ribeira Grande

  • Associação Âncora da Vila (Vila de Rabo de Peixe)
  • Bombomania – Associação de Bombos da Freguesia da Maia
  • Ritmos de Santa Bárbara da Ribeira Grande

Ribeira de Pena

  • Grupo de Bombos de Santa Marinha (Associação Cultural, Desportiva e Recreativa de Santa Marinha)
  • Grupo de Bombos de Balteiro

Rio Maior

Sabrosa

  • Grupo de Zés Pereiras de Sabrosa

Sabugal

Salvaterra de Magos

Santa Comba Dão

Santa Cruz

Santa Cruz da Graciosa

Santa Cruz das Flores

Santa Maria da Feira

  • A Trupe Animação, Teatro de Rua, Percussão (Milheirós de Poiares)
  • Grupo de Bombos, Tambores e Gaitas de Santa Maria (Santa Maria da Feira)
  • Grupo de Percussão da Associação Pelo Prazer de Viver (Mozelos)
  • Grupo de Percussão JUV a Percutir da Juventude de Sanguedo
  • Grupo de Percussão Rufus & Circus (Santa Maria da Feira)
  • Grupo de Percussão Sempra Bombar (Santa Maria da Feira)
  • Grupo de Percussões Tradicionais da Associação Fórum Ambiente e Cidadania (Mosteirô)
  • Orquestra de Percussão Tukata (Santa Maria da Feira)
  • Saltimbancos Santa Maria (Paços de Brandão)
  • São Tiago A Rufar (Santiago de Lobão)

Santa Marta de Penaguião

  • Associação Bombos de Santa Marta (Santa Marta de Penaguião)
  • Bombos de Sanhoane (Sanhoane)

Santana

Santarém

Santiago do Cacém

Santo Tirso

  • Amigos do Bombo de Refojos
  • Grupo de Bombos da Carreira
  • Grupo Feminino de Bombos As Bombas (Reguenga)
Grupo de Bombos da Carreira, Santo Tirso

Grupo de Bombos da Carreira, Santo Tirso

São Brás de Alportel

São João da Madeira

  • Grupo de Tambores Bora Lá Tocar

São João da Pesqueira

São Pedro do Sul

  • Grupo de Bombos e Tarolas de Negrelos (Associação Cultural e Recreativa de Negrelos)
  • Grupo de Amigos dos Bombos de Alcofra

São Roque do Pico

São Vicente

Sardoal

Sátão

Seia

Grupo de Bombos “Zés Pereiras – Aikdoy”

Seixal

  • Karmadrums
  • Projecto Rufa Bidon Percussão Urbana e Tradicional
  • Orquestra de Percussão Tocá Rufar

Sernancelhe

  • Grupo de Bombos de Vila da Ponte

Serpa

  • Bombos Alenritmo – Aldeia Nova de S. Bento
  • Grupo de Bombos Pias A Bombar (Pias)

Sertã

Sesimbra

Setúbal

  • Bombo’Sapiens (APPACDM de Setúbal)
  • Ribombando (da Academia de Música e Belas-Artes Luísa Todi)

Sever do Vouga

Silves

  • Orquestra de Percussão “Os Percutunes”

Sines

  • Skalabá Tuka Associação Artística

Sintra

  • Bombos da Escola Agostinho da Silva (Casal de Cambra)
  • Bombos da Escola Miguel Torga (Sintra)
  • Grupo de Bombos das Mercês
  • Grupo de Percussão Santa Maria do Magoito
  • Moinhos a Bombar (EBS Alto dos Moinhos, Terrugem)

Sobral de Monte Agraço

Soure

Sousel

Tábua

  • Grupo de Bombos “Sons e Rufadelas”

Tabuaço

  • Associação dos Amigos dos Bombos de Barcos (AA BB)
  • Grupo “Os Rabelos”

Tarouca

  • Grupo Cultural Bombos de Tarouca
  • Grupo de Bombos de Arguedeira
  • Grupo de Bombos de Mondim da Beira

Tavira

Terras de Bouro

  • CACI – Souto Grupo de Bombos
  • Grupo de Bombos da Freguesia da Lomba

Tomar

Tondela

  • Grupo de Bombos da Sociedade Filarmónica Tondelense

Torre de Moncorvo

  • Grupo de Bombos Bomb’Aii
  • Grupo de Bombos de Ala (Freguesia de Ala)
  • Grupo de Bombos de Mós (Freguesia de Mós)
  • Grupo de Bombos de S. Lourenço de Lousa (Freguesia da Lousa)
  • Grupo de Bombos e Gigantones de Valtorno

Torres Novas

Torres Vedras

  • Bruta Bombos (Cambelas)
  • Projeto “Rufinhos” – Oficina de Percussão e Movimento
  • Rufos & Roncos – Gaitas, Percussão & Cia. (Ponte do Rol)
  • Gaiteiros De Freiria – Associação Musical E Etnográfica (Freiria)
  • Ribombar – Grupo de Gaitas e Percussão do A.E.P. Vítor Melícias (Torres Vedras)

Trancoso

  • Grupo de Bombos da Serra do Pisco (Serra do Pisco)
  • Grupo de Bombos de Rio Mel Os Caldeireiros (Rio Mel)
  • Malta de Carapito (Carapito)
  • Malta de Miguel Chôco (Miguel Chôco)
  • Malta de Rio de Moinhos (Rio de Moinhos)
  • Malta de Venda do Cepo (Venda do Cepo)
  • Malta de Vila Novinha (Vila Novinha)

Trofa

Vagos

  • Bombos & Concertinas do Fontão
  • Grupo de Bombos Estrelas em Ação

Vale de Cambra

  • Bombos Abelhudos de Cernadela e Cortiços

Valença

  • Bombos de São Cristóvão Gondomil
  • Zés P’reiras de S. Tiago de Boivão

Valongo

  • Batnapel – Grupo de Bombos e gigantones da Associação Sócio-Cultural “Os Filhos da Pauta”
  • Grupo de Bombos São João de Sobrado
  • Sons com Bombos – Grupo da Associação Académica e Cultural de Ermesinde (AACE)

Valpaços

  • Grupo de Bombos da APPACDM de Valpaços

Velas

Vendas Novas

Viana do Alentejo

Viana do Castelo

  • Academia de Percussão do Alto Minho (Santa Maria Maior)
  • Associação Grupo de Bombos Rosas de Vila Franca
  • Bombos São Sebastião (Darque)
  • Escola de Bombos de Santa Marta de Portuzelo
  • Grupo de Bombos Amigos d’Areia
  • Grupo de Bombos da Associação Cultural e Recreativa de Deocriste
  • Grupo de Bombos da Ronda Típica de Carreço
  • Grupo de Bombos de Serreleis
  • Grupo de Bombos e fanfarra de Bárrio (Amorim)
  • Grupo de Bombos Os Amigos de Areia (Darque)
  • Grupo de Bombos Rosas de Vila Franca
  • Grupo Zés Pereiras “Os Trambolhões” de Castelo do Neiva
  • Grupo Zés Pereiras do Neiva (São Romão)
  • Viana Bombos – Bombos da Casa dos Rapazes de Viana do Castelo

Vidigueira

Vieira do Minho

  • Grupo de Bombos os Trampolineiros de Vieira

Vila de Rei

Vila do Bispo

Vila do Conde

  • Grupo de Bombos de Modivas
  • Grupo de Bombos S. Bento de Vairão
  • Zés Pereiras Vilacondenses (Vila do Conde)
  • Grupo de Percussão Percutir (Mindelo)

Vila do Porto

Vila Flor

Vila Franca de Xira

Vila Franca do Campo

Vila Nova da Barquinha

Vila Nova de Cerveira

  • Bombos São Pantaleão (Cornes)
  • Bombos de S. Tiago de Sopo
  • Bombos do Divino Salvador de Covas
  • Grupo de Bombos de Nogueira
  • Grupo de Bombos de S. Tiago Maior (Poiares)

Vila Nova de Famalicão

  • Grupo Musical Os Delaenses (Delães)
  • Grupo Zés Pereiras e Musical Os Divertidos (Delães)

Vila Nova de Foz Côa

  •  Grupo de Bombos ACR Sendim

Vila Nova de Gaia

  • Associação Antiga Rasa
  • Nova Comissão de São Gonçalo da Rasa
  • Grupo de Bombos dos Marinhantes
  • Os Mareantes do Rio Douro

Vila Nova de Paiva

  • Associação Os Badalões (Queiriga)
  • Fanfarra Tourense (da freguesia de Touro)
  • Grupo de Bombos de Pendilhe (AGBP – Associação Grupo Bombos de Pendilhe)

Vila Nova de Poiares

Vila Pouca de Aguiar

  • Grupo de Bombos da ACRTX Tourencinho

Vila Real

  • Bartolomeus / Abobeleira (UF Mouçós e Lamares)
  • Bombinhas Show (Uf Mouçós e Lamares)
  • Grupo de Bombos da Campeã
  • Grupo de Bombos de Lordelo
  • Grupo de Bombos de Agarez (Vila Marim)
  • Grupo de Bombos de Arnadelo (Torgueda)
  • Grupo de Bombos de Ferreiros (Borbela)
  • Grupo de Bombos de Santo Antão, de Sapiões (Mondrões)
  • Grupo de Bombos de Vilarinho da Samardã
  • Grupo de Bombos de Torgueda
  • Grupo de Bombos Explosão de Abambres (Mateus, 1970)
  • Grupo de Bombos Janotas / S. Vicente de Paula* (Vila Real)
  • Grupo de Bombos Malta do Zé da Pêra, de Ferreiros (Borbela
  • Grupo de Bombos Os Águias da Lage (Mouçós)
  • Grupo de Bombos “Os Caricas”, de Sabroso (Folhadela)
  • Grupo de Bombos “Os Pochas”, de Vila Seca (Adoufe)
  • Grupo de Bombos “Os Relâmpagos”, de Sanguinhedo (UF Mouçós e Lamares)
  • Grupo de Bombos “Os Verdes”, de Arnadelo (Torgueda)
  • Grupo de Bombos Os Zés Pereiras de Santo Estêvão de Vilela
  • Grupo de Bombos “Os Trovadores”, da Raia (Mateus)
  • Os Batanetes Grupo de Bombos de Justes
  • Grupo de Bombos de Fortunho (S. Tomé do Castelo)

Vila Real de Santo António

Vila Velha de Ródão

  • Grupo de Bombos «Os Grifos»
  • Toc & Ródão (Grupo de Percussão)

Vila Verde

  • Zés Pereiras “Os Frujeiras” (Duas Igrejas)
  • ARBORADA (Associação Recreativa e Cultural Bombos da Orada)

Vila Viçosa

Vimioso

Vinhais

Viseu

  • Grupo de Bombos Os Braveses da Associação Académica de Viseu (Abraveses)
  • Grupo de Bombos Os Maravilhas (Vila Nova do Campo)
  • Grupo de Zés Pereiras Os Águias da Associação de Passos de Silgueiros

Vizela

  • Associação Musical e Recreativa Família Peixoto (Grupo de Bombos Família Peixoto ou Irmãos Peixoto)
  • Bombos Amigos da Toca
  • Grupo de Bombos Bota Fogo

Vouzela

  • Grupo de Bombos de Campia
  • Grupo de Bombos de Cercosa

Para aceder à totalidade dos concelhos mapeados em Portugal, o inventário contínuo pode ser consultado diretamente no Musorbis, pesquisando pela estrutura [Nome do Concelho] e os seus bombos.

João Malha, compositor e maestro

João Malha

Lista de obras

Orquestra Clássica/Sinfónica

Nuages, ca. 8 min, 2021, encomenda da Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras, Orquestra Clássica

Noturno, António Fragoso, orquestração, ca. 8 min, 2019, Orquestra Clássica/Sinfónica

Pensamento, Daniel Reis, orquestração, ca. 5 min, 2020, encomenda de Simão Francisco para a Orquestra Sinfónica de Thomar

Orquestra de Sopros

Abertura Brevis, ca. 2 min, 2022, Encomenda de Renata Oliveira e da Orquestra de Sopros de Ourém para o concurso World Music Contest em Kerkrade.

(Re)Nascer das Cinzas, ca. 6 min, 2022, Encomenda de Bruno Cruz e Banda Filarmónica Pedroguense, em memória das vítimas da tragédia de Pedrogão Grande.

Abertura Festiva, ca. 4:30 min, 2022, Encomenda de Pedro Ralo

BAND N’ BASS, Concerto para Trombone Baixo e Banda, ca. 10 min, 2022, Encomenda de António Vilhena e Banda Sinfónica do Exército

É Urgente o Amor, com Coro e Soprano Solo, ca. 10 min, 2022, Encomenda para o espectáculo “100 Vozes pela Liberdade”, pela SFUA

Sonho de uma Noite de Verão, ca. 7 min, 2021, Encomenda da Sociedade Filarmónica Ermegeirense

Sinfonietta para Sopros, ca. 10 min, 2019, Adaptado do “Concertino para Flauta e Saxofone Alto”

Apoteose, ca. 11 min, 2018, 2º prémio no concurso VI Concurso Nacional de Composição BSP

Jazz Suite, ca. 13 min, 2019, 1º prémio no concurso VII Concurso de Composição para Orquestra de Sopros da Fundação INATEL e Banda Sinfónica do Exército

Concertino para Flauta e Saxofone Alto, ca. 10 min, 2019, encomenda de André Cabica para a Banda da Força Aérea Portuguesa

A Aventura, ca. 11 min, 2017

Abertura para Mais um Copo, ca. 5 min, 2020, dedicada à Orquestra Zana Batuta

Peralta (Marcha de Rua), ca. 3.30 min, 2020, encomenda de Bruno Cruz para a Banda da Sociedade Filarmónica Pedroguense

Ensembles

Fantasia para Ensemble de Metais, Trompete Piccolo – Trompete 1/2/3/4 – Trompa 1/2/3/4 – Trombone 1/2/3 – Trombone Baixo – Eufónio 1/2 – Tuba 1/2 – Percussão, ca. 6 min, 2020, encomenda de Tiago Alves para a BellsBrass Ensemble

Fantasia para Ensemble de Cordas, ca. 8 min, 2020, encomenda da Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras

Malha’s Groove, ca. 3 min, 2017, dedicada à AlmaDa Street Band, Saxofone Soprano – Clarinete – Saxofone Alto 1/2 – Saxofone Tenor – Saxofone Barítono – Trombone – Tuba – Guitarra – Percussão 1/2

skAlmada!, ca. 2 min, 2018, encomenda da AlmaDa Street Band

Música de Câmara

“Chuva de Verão”, para Oboé e Piano, ca. 4 min, 2022, Encomenda de João Balegas

“Divertimento”, para Flauta, Clarinete em Sib e Fagote, ca. 6 min, 2021, encomenda da OCCO

Quinteto de Cordas nº1 em Sol Maior, ca. 5 min, 2020, peça vencedora do concurso Música Nova 2020

Izanami e o Pescador, Requinta – Clarinete Baixo, ca. 6 min, 2020, dedicada a Ruben Leiria e Inês Correia

Rapsódia numa Floresta Encantada, Flauta – Oboé – Clarinete, ca. 5 min, 2018, dedicada a Marta Borges, Inês Santos e Patrícia Graça

Clarizzolla!, Clarinete – Piano, ca. 3 min, 2018

Ai Margarida, Camané e Mário Laginha, Oboé – Piano, arranjo, ca. 4 min, 2019, dedicada ao Duo Reencontros

Uma canção de embalar, Flauta 1/2/3, ca. 3 min, 2020, dedicada a Tania Clemente, Carolina Moreira e João Policarpo

Meditação em Tons de Branco, Oboé – Clarinete – Clarinete Baixo – Saxofone Alto – Fagote, ca. 7min, 2018, dedicada a Sara Dias, Hugo Bento, Patrícia Sofia, Raquel Luzia e Nuno Mourão

Discussões em Clave de Fá, Fagote – Trombone Tenor – Piano, ca. 2 min, 2016

Instrumento Solo

A Song for the Void, Maestro solo, ca. 7 min, 2020, dedicado às vítimas do COVID-19

Stomp It!, Trombone solo, ca. 4 min, 2019, dedicado a João Gomes

Polaridades?, Flautim solo, ca. 6 min, 2019, dedicado a Maria Brás

Noturno No.1 – Memórias e fantasias, Piano solo, ca. 4 min, 2014

A Inexorável Via do Tempo, Piano solo, ca. 6 min, 2017

Satienne 1, Piano solo, ca. 3 min, 2017

Coro

O Magnum Mysterium, SATB, ca. 5 min, 2018

Ridículas!, SATB, ca. 4 min, 2018, dedicado ao coro Setúbal Voz

João Malha, compositor e maestro

João Malha, compositor e maestro

Duarte Costa, guitarrista, pedagogo e compositor

LISTA DE OBRAS DE JOSÉ DUARTE COSTA

01. Obras para guitarra solo

10 Prelúdios Românticos – 1ª série (I-V) Prelúdio I
Prelúdio II
Prelúdio III
Prelúdio IV
Prelúdio V
10 Prelúdios Românticos – 2ª série (VI-X) e XI Prelúdio VI
Prelúdio VII
Prelúdio VIII
Prelúdio IX
Prelúdio X
Prelúdio XI
A Canção de Maria
A Valsa dos Cantores
Abalada
Andante e Allegro
Andante em Sol menor (obra incompleta)
Ansiedade
Balada Celestial
Balada da Solidão
Balada do Sonhador
Balada do Trovador
Canada (obra incompleta)
Capricho à Espanhola
Capricho à Italiana
Dança da Princesa
Dança do Príncipe
Dança do Rei
Dança Portuguesa (Corridinho)
Duas Danças do filme “Ladrão Precisa-se” – nº 1
Duas Danças do filme “Ladrão Precisa-se” – nº 2
Evocação a Camões
Fantasia Oriental
Fantasia Oriental II (chino-árabe)
Gaita de Foles
Homenagem a Beethoven – versão 1
Homenagem a Beethoven – versão 2
Homenagem a Fortéa
Homenagem a Gaspar Sainz
Homenagem a Giuliani
Homenagem a Mozart
Homenagem a Scarlati
Homenagem a Schubert
Homenagem a Sor (estudo de concerto)
Homenagem a Weiss
Malilá (obra incompleta)
Marcha Militar I
Marcha Militar II
Minueto
Nostalgia Crioula
O Choro da Mulata
O Choro do Mulato
O Sagrado Amor Parental
Os Pobres (estudo) (obra inédita)
Pavana para Dom João III (obra inédita)
Procissão
Serenata Portuguesa
Sintra (Abertura)
Sonho de Amor (Nocturno)
Valsa à Brasileira
Valsa Espanhola (Dança Espanhola)
Variações sobre o “Hino à Alegria” de Beethoven

02. Arranjos para guitarra solo [ Género ]

A Portuguesa [ portuguesa ]
Ai Mouraria [ portuguesa ]
Alcobaça [ portuguesa ]
Avé Fátima [ portuguesa ]
Bailinho da Camacha [ portuguesa ]
Bailinho da Madeira [ portuguesa ]
Canção do Mar [ portuguesa ]
Casa Portuguesa [ portuguesa ]
Chula [ portuguesa ]
Coimbra é uma lição de amor [ portuguesa ]
Dá-me o Braço, Anda d’ Aí – versão 1 [ portuguesa ]
Dá-me o Braço, Anda d’ Aí – versão 2 [ portuguesa ]
Fado Hilário [ portuguesa ]
Fado Malhoa [ portuguesa ]
Fandango do Ribatejo [ portuguesa ]
Habanera [ Tema de Série TV ]
Lisboa Antiga [ portuguesa ]
O Cauteleiro [ portuguesa ]
O Malhão d’ Águeda – versão 1 [ portuguesa ]
O Malhão d’ Águeda – versão 2 [ portuguesa ]
Rapsódia Portuguesa [ portuguesa ]
Tu Te Reconnaitras [ Festival Eurovisão ]
Vira do Minho [ portuguesa ]

03. Arranjos clássicos

Allegro da 40ª Sinfonia de Mozart
Avé Maria de Schubert
Concerto de Aranjuez – 2º andamento (versão 1) (obra incompleta)
Concerto de Aranjuez – 2º andamento (versão 2)
Dueto para Duas Mãos
Gavota – Scarlatti
Greensleeves
Prelúdio em Dó Maior – J. S. Bach
Romance e Lágrima
Serenata – Schubert
Tocata e Fuga em Ré menor – J. S. Bach

04. Arranjos de música de filmes

Love Story [ música de filmes ]
Ponte sobre o Rio Kwai [ Música de filmes ]

05. Obras para duas guitarras

Foragido [ Melodia de Miguel Duarte Costa ]
Lágrima
Meditação [ Melodia de Miguel Duarte Costa ]
Melodia Árabe
Suite Queluz Suite Queluz – 1ª guitarra
Suite Queluz – 2ª guitarra
Valsa à Francesa Valsa à Francesa – 1ª guitarra
Valsa à Francesa – 2ª guitarra
Variações para Luis XIV partitura geral

06. Arranjos para duas guitarras

Coimbra é uma lição
Dá-me o Braço, Anda d’Aí – versão 3
Doce Esperança
Fado à Antiga
Fado Hilário
O Fado da Severa

07. Arranjos clássicos para duas ou três guitarras

Avé Maria – Gounod partitura geral
canção de embalar – Brahms partitura geral
Hino à Alegria
O Fado dos Dois Tons (acompanhamento em guit. esp.ª)

08. Concerto Ibérico

Versão
Guitarra Solo partitura geral
Duas Guitarras Concerto Ibérico – 1ª Guitarra
Concerto Ibérico – 2ª Guitarra
Guitarra, Violino e Violoncelo Concerto Ibérico – Guitarra
Concerto Ibérico – Violino
Concerto Ibérico – Violoncelo
Guitarra e Orquestra Concerto Ibérico – Contrabaixo
Concerto Ibérico – Fagote
Concerto Ibérico – Flauta
Concerto Ibérico – Guitarra
Concerto Ibérico – Oboé
Concerto Ibérico – Viola
Concerto Ibérico – Violino I
Concerto Ibérico – Violino II
Concerto Ibérico – Violoncelo
partitura geral

09. Festa Portuguesa

Versão
Guitarra e Piano partitura geral
Guitarra, Violino e Violoncelo partitura geral

10. Escola de Guitarra

30 Estudos Seleccionados
Duas Lições para Iniciação à Guitarra
Enciclopédia de Exercícios em Dó Maior
Exercícios de Virtuosismo
Método de Iniciação em 10 Lições (edição TM)
Método de Guitarra – volume I (4 edições)
Método de Guitarra – volume II (5 edições)
Método de Guitarra – volume III (4 edições)
Método de Guitarra – volume IV Edição actual
Método de Guitarra – volume V (2 edições)
Método de Guitarra Portuguesa Edição TM
Preliminar – Método para formar tons (2 edições)

11. Guitarra Portuguesa

Álbum de composições para guitarra portuguesa
Dá-me o Braço, Anda d’ Aí (arranjo)

12. Canto e Guitarra

Sou do Ribatejo (Canto e Guitarra)
Duarte Costa, guitarrista, pedagogo e compositor

Duarte Costa, guitarrista, pedagogo e compositor

Fonte: Escola de Música Duarte Costa, 12 de março de 2024