barítono José de Freitas

JOSÉ DE FREITAS

José de Freitas, de nome completo José Cirilo de Freitas Silva, nasceu na Madeira e foi padre da Congregação da Missão (Padres Vicentinos). Já depois de padre, estudou nos conservatórios do Porto e de Lisboa, onde concluiu o Curso Superior de Canto com excelente classificação. Em 1978 tornou-se artista residente do Teatro Nacional de São Carlos onde se estreou com Schaunard em La Bohème. Foi intérprete de importantes papéis de barítono e de baixo-barítono em Portugal e no estrangeiro. Foi também diretor de coros e compositor de cânticos litúrgicos.

ENTREVISTA

Qual foi o primeiro momento em que se lembra de ter tido consciência de que a música era importante para si?

O primeiro momento?! Preferiria falar de uma pequena série de momentos… Concretizando: No meu 5º ano do seminário (hoje 9º ano), cerca dos 16 anos, quando a chamada “mudança de voz” era já algo acentuada, o meu ilustre professor de música, Padre António Ferreira Telles, poucos dias após ter-me convidado para tocar harmónio em algumas cerimónias litúrgicas (ele era o harmonista oficial, obviamente) e pedir-me para, alternadamente com outro colega, iniciar os cânticos na liturgia (o equivalente a solista), veio falar comigo na véspera da festa do Padroeiro do seminário (S. José), e disse-me: “Confio muito em ti para “segurares” a 4ª voz na missa solene de amanhã.” Ora aí tem um “puzzle” com bastante significado na minha “consciência musical” de jovem seminarista…

Quais os professores que mais o influenciaram no tempo de seminário?

Vou referir-me apenas a professores de música, obviamente. Desde os primeiros anos, tive uma veneração especial por um ilustre mestre, muito “sui generis”, mas muito competente e sabedor: o Padre António Ferreira Telles, a que atrás aludi. Era excelente harmonista, compositor, ótimo harmonizador. O Pe. Fernando da Cunha Carvalho, felizmente ainda entre nós, também teve influência na minha orientação musical, e não só. Mas vou salientar, sem querer ser injusto para os atrás citados e porventura outros, o Pe. João Dias de Azevedo, que muito me ajudou sobretudo no harmónio e no órgão, no Seminário de Mafra, onde fiz o meu noviciado (1954-1956). Nesse período, cheguei a tocar órgão em algumas celebrações dominicais e festas na Basílica de Mafra… E, para completar os anos do seminário, não poderei omitir o Pe. Fernando Pinto dos Reis (1929-2010).

Depois de ir para o seminário e de ser padre, quando é que se apercebeu de que cantar era o mais importante na sua vida profissional?

Como disse, cedo me iniciei e fui crescendo na função de solista. Continuei-a ao longo de todo o curso, alternando-a com o múnus de harmonista. Terminado o curso, fui incumbido da disciplina de Música (além de outras), no seminário menor. O concílio do Vaticano II acabava de privilegiar o vernáculo na liturgia. Iniciei a renovação de todo o repertório vigente. Eu próprio dei largas a uma velha paixão e iniciei a composição de cânticos em português, incluindo o “ordinário” e o “próprio” da missa para determinadas solenidades, além de outros cânticos circunstanciais. Aconselhado por não poucos, matriculei-me no Conservatório do Porto. Canto? Composição? Duas paixões. Muito incitado e encorajado pela professora D. Isabel Mallaguerra, decidi-me mais seriamente pelo canto, sem descurar a composição musical.

Após o curso geral de canto no Conservatório do Porto, vim a concluir o Curso Superior no Conservatório Nacional com a professora D. Helena Pina Manique. Com o programa do exame do curso superior concluído com alta classificação, fui convidado para vários recitais em Lisboa e não só. Iniciei logo de seguida o curso de ópera com o professor Álvaro Benamor e D. Helena Pina Manique. Fui admitido no Coro Gulbenkian, onde estive durante alguns meses até seguir para Paris com uma bolsa de estudos.

O diretor do Teatro Nacional de São Carlos, Eng. João Paes, que já me ouvira no Conservatório, convidou-me para, temporariamente, interromper o estágio em Paris e vir a Lisboa preparar o desempenho de um importante papel numa ópera portuguesa. Bem sucedido, pediu-me para, após o estágio parisiense, seguir para Florença, afim de preparar, com o famoso Gino Bechi, o importantíssimo papel de primeiro barítono (Lord Enrico d’Ashthon) da ópera Lucia di Lamermoor, de Donizetti. Cantei esse papel em novembro de 1977, no Teatro Rivoli (Porto)…

Toda esta “bola de neve” a partir da conclusão do curso superior de canto em 1974, todo o incrível desencadear de situações até finais de 1977, todo o ano de 1977 sobretudo, tudo isso responde à sua pergunta… Parafraseando, em contraste, um fadista, diria: “Ser cantor não foi meu sonho, mas cantar foi o meu fado…”

Dos anos em que estudou Música e Canto, que professores tiveram uma influência mais decisiva?

Nos conservatórios do Porto e de Lisboa, tive a felicidade de ser orientado respetivamente pelas professoras D. Isabel Mallaguerra e D. Helena Pina Manique, e ainda, por algum tempo, pela D. Arminda Correia, sem esquecer o Prof. Álvaro Benamor (cena).

Em Paris, como olvidar o trabalho com a famoso baixo Huc-Santana e o não menos célebre barítono Gabriel Bacquier? Em Itália, e aqui em Portugal, Gino Bechi foi simplesmente precioso no trabalho vocal e cénico. Este famoso barítono, que também me honrava com a sua amizade, cantou nos anos 40, em todos os grandes palcos do mundo. A sua famosa “entrega” aos espetáculos e nos espetáculos, quer cenicamente mas sobretudo vocalmente, levou-o a tal desgaste que teve de terminar a sua carreira por volta dos 40 anos, precisamente com a idade com que eu comecei…

Foi difícil deixar de ser padre e optar pela carreira musical?

Quando, em finais dos anos 60, me matriculei no Conservatório do Porto, confesso que o meu sonho era dar uma componente artística à minha missão de padre.

Começaram a surgir, porém, situações que não deixaram de me ir perturbando. Alguma confusão começou a instalar-se nos meus horizontes… Estávamos em pleno pós-74… Sobretudo a partir de 1977, comecei a sentir-me ultrapassado pelos acontecimentos. Tinham de ser tomadas decisões… Não podia viver na ambiguidade!… Houve muitas dúvidas, muitas incertezas… O meu Padre Provincial de então propôs-me fazer as duas coisas: padre e cantor… Tudo se desenrolava vertiginosamente… Eram convites para concertos, para óperas, etc.
Cheguei mesmo a atuar durante não pouco tempo, estando ainda no exercício do ministério… Fui chegando à conclusão de que as duas funções não faziam grande sentido… Em finais de 1978, acabei por tomar a decisão: pedi para Roma a dispensa do exercício das ordens. Não tive resposta fácil. Demorou mais de dois anos. Pelo meio, um apelo a que repensasse…

Qual foi o papel da Igreja na sua vida musical?

Primeiramente, como é obvio, penso em todo o curso do seminário. Para além de todos os aspetos da formação, a música da Igreja, o canto gregoriano, ocupou uma grande parte desse período, quer na teoria, quer na prática. O nosso Cantuale, um livro específico da Congregação da Missão com os mais belos cânticos gregorianos e muitos outros, a uma ou mais vozes, dominou grande parte desses anos, as nossas vozes e as nossas almas.

No seminário Maior, durante o curso de filosofia e teologia, para além das mais belas obras de polifonia sacra, cantávamos, todos os domingos e festas, o “comum” e o “próprio” em gregoriano, de acordo com o emblemático Liber Usualis, a mais completa obra do canto da Igreja. Tudo isto, naturalmente acompanhada da parte teórica, marca indelevelmente a minha personalidade e a minha formação musical. E não esqueço que quase sempre, alternadamente, fui organista e solista…

Após a ordenação, seguiram-se anos dominados pelo Concílio do Vaticano II, com uma série extraordinária de documentos sobre a música e a liturgia em vernáculo,com o aparecimento de excelentes compositores. E foram sempre surgindo, com os diversos papas, importantes documentos sobre a música litúrgica. Não posso esquecer os “famosos” cursos gregorianos de Fátima que frequentei.

Durante os anos 1977-1995, em que a vida artística teve o seu lado prioritário, nunca deixei de estar atento aos documentos da Igreja sobre música sacra e à obra de excelentes compositores que temos.

A partir de 1997, já no pós – S. Carlos, a pedido do meu grande amigo Conégo José Serrasina que acabava de ficar à frente da Paróquia dos Anjos, em Lisboa– a minha paróquia -, comecei a orientar o coro paroquial, tomando a peito a renovação dos cânticos e a dinamização litúrgica. Baseava-me sempre nos textos de cada celebração. Após 5 anos de intenso e profícuo trabalho, abracei outro projeto – na Capela do Palácio da Bemposta (Academia Militar), onde colaborei durante 13 anos (2003 – 2016). Durante este período, compus dezenas de cânticos que vieram a ser publicados pela Academia Militar, em 2012, num volume com o título Deus é Amor. Porque o “contexto” de então era “específico”, o referido volume irá “sofrer” brevemente substancial alteração.

Qual foi a maior deceção na sua vida?

Se me permite, não apresentaria uma mas duas deceções, e ambas no âmbito do mundo lírico. A primeira, logo de início. Tinha feito 40 anos. Eram diferentes, agora, o sonho e o ideal. Imaginava que perante mim, ia surgir um meio pleno de elevação, um ambiente superior, de arte, de cultura, etc. Cedo, porém, fui verificando e concluindo que as cores que sonhara belas, não, não o eram assim tanto… A realidade era bastante mais prosaica… Bem!… Respirei fundo, bem fundo, passe a expressão… E, vamos a isso!… Mas vamos mesmo! O desafio que ora iniciava era para ganhar, era mesmo para vencer!… E foi! Não tive o caminho atapetado de rosas, longe disso, muito longe! Foram necessárias uma fibra excecionalmente forte como considero ter, uma fé inabalável em Deus como efetivamente tenho, e também, obviamente, uma grande confiança nos talentos que Deus me deu, aliados à formação que tive (não poderei esquecê-lo!) E…aí vou eu!… E nem tudo foram espinhos, digamos em abono da verdade. Tive um público que me admirava e apoiava bastante, excelentes e excecionais críticas, outras nem tanto… E, entre um pessoal que rodava as três centenas (coro, orquestra, cantores, técnicos, etc), tive não poucos amigos e admiradores! Não esqueço que, logo no começo, nos primeiros ensaios, vi lágrimas nos olhos de algum do pessoal, ao verem a minha entrada enérgica, decidida, confiante, e pensando no “mundo” donde acabava de chegar… aos 40 anos!…

A segunda deceção foi no fim. Em finais de 92, a SEC, tendo à frente o Dr. Pedro Santana Lopes, achou por bem dissolver a Companhia Portuguesa de Ópera (cantores, orquestra, etc). Éramos 14 os cantores principais. Mesmo tendo em conta que eu continuava a cantar no país e não só, esta foi sem dúvida uma grande deceção. Aos 55 anos, encontrava-me no ponto mais alto da carreira, a nível vocal e cénico, na minha opinião e na de quantos me conheciam e ouviam! Esperava estar “em grande” mais uma boa dezena de anos… Lembrei-me então das palavras de Gino Bechi, quando, certo dia, nos anos 80, após fazer as célebres e espetaculares demonstrações, vocais e cénicas, durante um ensaio, e quando já contava perto dos 80 anos, teve este desabafo: “Agora é que eu sei cantar!”

Pois é!… Parafraseando o meu mestre, diria: “Agora… é que eu sabia cantar!…”

Qual foi o momento mais alto da carreira como cantor lírico?

Desempenhei os mais diversos papéis de 1º barítono, de baixo-barítono, papéis característicos, enfim, foram cerca de 50… Nunca tive um fracasso nos meus desempenhos. Pelo contrário! Escolher o momento mais alto?!… É difícil!… Estou a lembrar-me de não poucos… Do “Le Grand-Prêtre de Dagom” da ópera Samson et Dalila, de Saint-Saëns, em 1983. Quis preparar o papel em Lyon com o meu ex-professor de Paris, o grande barítono Gabriel Bacquier. Estou a recordar-me do “Dulcamara” da ópera L’Elisir d’Amore, de Donizetti, em 1984 e 1985… Do “Rocco”, da ópera Fidelio de Beethoven… Enfim, não vou alongar-me na citação de outras boas e belas hipóteses…

Mas vou escolher como momento mais alto uma ópera fora do estilo clássico: a ópera Kiú, do compositor espanhol Luís de Pablo, levada à cena em 1987 no Teatro Nacional de São Carlos. O meu papel de Babinshy, o pivô da ópera, na sua grande espetacularidade e dificuldade vocal e cénica, foi na verdade um momento muito alto na minha carreira! Não foi por acaso que o próprio compositor Luís de Pablo e o maestro Jesús Ramón Encimar me convidaram, 5 anos depois (dezembro de 1992 – janeiro de 1993), para interpretar em Madrid o mesmo papel!…

Quais foram os cantores líricos mundiais que mais o inspiraram?

Estavam na moda, nos anos 60, cantores líricos que deveras nos entusiasmavam. Lembro-me, por exemplo, de Mário Lanza, de Luís Mariano, de Alfredo Krauss que vim a conhecer em São Carlos, e com o qual contracenei, inicialmente, num ou noutro pequeno papel. E vários outros, quase todos tenores. O meu tipo de voz é de barítono ou de baixo-barítono. Mas foi sobretudo a partir do Curso Superior de Canto que comecei a interessar-me por vozes líricas, o que é absolutamente natural. Dado o meu tipo de voz, cerca de cinco ou seis cantores internacionais dominavam particularmente os meus gostos. Comecemos pelos alemães Dietrich Fischer-Dieskau e Hermann Prey, barítonos. O primeiro, absolutamente excecional em lied, tendo cantado praticamente tudo o que havia nesse domínio. Muitos o consideraram o maior músico do século XX. Foi inclusivamente maestro de música sacra. Ouvi-o ao vivo em Paris. Hermann Prey era superior como ator. As suas interpretações em óperas de Mozart, Rossini, Donizetti ficaram memoráveis. Outros dois barítonos ou baixo-barítonos, Fernando Corena e Rolando Panerai, eram também grandes cantores e atores, mais característicos que os anteriores. Outro barítono que, vocalmente (não cenicamente) me enchia as medidas, era Piero Cappuccilli. Era um barítono a que eu chamaria heróico-dramático, com uma incrível potência de voz. Jamais esquecerei o seu desempenho em Simon Boccanegra de Verdi, no São Carlos…

Poderia obviamente alongar-me, no que às vozes masculinas diz respeito. Mas também não posso deixar de me referir a vozes femininas que, além de nós deixarem siderados, tanto nos ensinaram! Antes de mais, Maria Callas!… Depois, uma Victoria de los Angeles que cheguei a ouvir na Gulbenkian. Fiorenza Cossotto, Mirella Freni, Christa LudwigMonserrat Caballé que ouvi em Paris dirigida por Leonard Bernstein… Uma Joan Sutherland, La Stupenda, a tal que cantou a Traviata no Coliseu na famosa noite de 24 para 25 de abril de 1974, com o já citado Alfredo Kraus… E eu estava lá!…

Quais os músicos portugueses mais influentes na sua carreira?

Por músicos, entendo compositores, professores, pianistas, ensaiadores, “pontos”, cantores, e, porque não, críticos… Antes de mais, as minhas duas professoras nos conservatórios do Porto e de Lisboa, respetivamente: Isabel Malaguerra e Helena Pina Manique. A professora D. Arminda Correia fez de forma extraordinária a breve transição entre uma e outra. Álvaro Benamor, na classe de ópera. A pianista Maria Helena Matos que me acompanhou com enorme competência desde o Conservatório Nacional, incluindo o exame final, e praticamente em todos os recitais que fui dando ao longo da carreira. O maestro Armando Vidal, músico de gema, com o qual preparei, como a generalidade dos artistas, quase todos os papéis que tinha a desempenhar nas dezenas de óperas em que fui interveniente. Entre os maestros – “pontos” – , não esquecerei o maestro Pasquali que tão competentemente orientou, durante os primeiros tempos, as nossas intervenções em palco, e o maestro Ascenso de Siqueira, grande e bom amigo e incrível ser humano… Tive a felicidade de trabalhar com encenadores como António Manuel Couto Viana, que me honrava com a sua amizade, Carlos Avillez (em várias óperas), Luís Miguel Cintra, João Lourenço

Cantores? Álvaro Malta, Hugo Casaes, Elizette Bayan, Armando Guerreiro, e outros… Lembro-me ainda de preciosas “dicas” que me deu Álvaro Malta

Compositores? Antes de mais, o Prof. Cândido Lima. Conheci-o em Paris. Conversávamos muito. Não esqueço o dia em que ele me apresentou ao seu amigo Iannis Xenakis… Fomos juntos a vários concertos. Preparei, com ele ao piano, algumas obras suas para canto. Foi meu pianista num concurso de canto em que fui premiado… Tudo isto em Paris, em 1977.

Com o grande compositor Fernando Lopes-Graça, tive a honra de preparar um importante papel de solista na sua obra As Sete Predicações d’Os Lusíadas, em vista à estreia mundial da mesma no VI Festival da Costa do Estoril (1980).
Joly Braga Santos honrava-me com a sua amizade e admiração. Com ele ensaiei o papel de solista na sua Cantata Das Sombras, sobre texto de Teixeira de Pascoaes, para primeira audição mundial no Teatro de S. Luís, a 27 de julho de 1985, com o Coro Gulbenkian, e enquadrada no XI Festival de Música da Costa do Estoril. De Joly Braga Santos nunca poderei esquecer as suas palavras, em pleno palco, no fim da última récita da sua Trilogia das Barcas, em maio de 1988: “Estou a compor uma ópera, para a Expo de Sevilha (daí a 4 anos), baseada numa obra de Frederico Garcia Llorca, Bodas de Sangue e tenho um muito bom papel para si”. Entretanto, o maestro falecia 2 meses depois, a 18 de julho de 1988, o que constituíu uma grande perda para o País, para a cultura portuguesa.

Quanto a críticos, devo dizer que, entre outros, Francine Benoit, João de Freitas Branco, José Blanc de Portugal muito me encorajaram e elogiaram!

E hoje, o que acha da evolução da ópera em Portugal?

Francamente, tenho dificuldade em responder. Há cerca de vinte e cinco anos, após a extinção da Companhia Portuguesa de Ópera e de ter dado como terminada a minha carreira lírica, abracei outro projeto e alheei-me bastante desse tema. Sei que, sobretudo por razões orçamentais, a programação se ressente, e muito. Tudo parece ser diferente. Repito: não tenho dados que me permitam fazer qualquer juízo de valor…

O que pensa do papel da música na Igreja?

Desde o Seminário Maior, fui lendo atentamente, e mais que uma vez, os documentos papais que surgiram desde o princípio do século XX:
o Motu próprio de São Pio X (1903) sobre a Restauração da Música Sacra;
a Constituição Apostólica Divini Cultus (1928) no pontificado de Pio XI, sobre a liturgia e a música sacra; a Encíclica Musicae Sacrae Disciplina (1953), do Papa Pio XII, sobre a Música Sacra, vocal e instrumental.

Logo após o Concílio do Vaticano II, surge a Constituição Conciliar Sacrosanctum Concilium (1963), a realçar que “a acção litúrgica reveste maior nobreza quando é celebrada com canto, com a presença dos ministros sagrados e a participação ativa do povo”. E quando fala de canto, obviamente que se refere ao canto sagrado intimamente unido com o texto. E se o canto gregoriano ocupa sempre um lugar privilegiado em igualdade de circunstâncias, não são excluídos os outros géneros de música sacra mormente a Polifonia, desde que em harmonia com o espírito da ação litúrgica, e de acordo com os diversos tempos litúrgicos, com as diversas celebrações e os vários momentos da celebração. Compositores, organistas, mestres de coro, cantores, músicos (instrumentistas) devem formar um todo para o esplendor do canto.

Alguns anos após o Concílio, a famosa Instrução Musicam Sacram (1967), da Sagrada Congregação dos Ritos, é a síntese, diria perfeita, do que à Música Sacra diz respeito, desde o canto na celebração da missa, passando pela preparação de melodias para os textos em vernáculo, depois a música para instrumental, o Canto no Ofício, etc etc.

O assunto levar-nos-ia ainda a três ou quatro intervenções de São João Paulo II, a uma célebre conferência do Cardeal Ratzinger (mais tarde Papa Bento XVI) em 1985, a uma Nota Pastoral dos nossos bispos por ocasião do Ano Europeu da Música (em novembro de 1985).

E o nosso Papa Francisco, por mais de uma vez, tem insistido que a Música Sacra e Canto Litúrgico devem estar plenamente inculturados nas linguagens artísticas atuais.

Quais os compositores que mais ouve e, desses, que obras prefere?

J.S. Bach é incontornável. Oiço com frequência, por exemplo, a Cantata do Café, cuja ária Hat man nicht mit seinen kindern fez parte do programa do meu exame do Curso Superior de Canto de Concerto, e foi uma das provas de acesso ao Coro Gulbenkian, em novembro de 1974; a Missa em Si m, cujas árias de baixo cantei; e a Paixão Segundo S. João, em que interpretei o papel de Jesus, no Porto, em abril de 1977, quando ainda estagiava em Paris…
Haëndel (O Messias, e Música Aquática); Beethoven (Sinfonias 3, 6 e 9) e a ópera Fidelio, cujo papel de Rocco desempenhei em junho de 1986; Mozart (o Requiem que, enquanto membro do Coro Gulbenkian, cantei no Coliseu em 1975, com gravação para a Erato; a Sinfonia nº 40, etc etc); Haydn (A criação, a Missa de Santa Cecília e a Sinfonia Concertante); Bizet (Carmen); Bramhs (Um Requiem Alemão);Rossini (Stabat Mater); Tchaickowsky (Romeu e Julieta e Francesa da Rimini; Dvorak (Sinfonia nº 9, O Novo mundo); Ravel (Bolero); Rodrigo (Concerto de Aranjuez); Strauss (valsas); Elgar (Concerto para violoncelo).

E muito, muito mais, obviamente.

O que o levou a colecionar livros e discos?

Certamente, e de uma forma geral, o meu gosto pela música, a ligação à Igreja, o meu profissionalismo, a cultura. É claro que tudo se desenrola de acordo com as diversas etapas da vida:

a minha função de professor de Música (além de outras disciplinas) no seminário menor, após a minha formação, e o começo dos meus estudos no Conservatório;

a minha transição para a vida pastoral, durante 3 anos;

a minha ida para Lisboa para concluir o curso Superior, do Conservatório, e a minha curta passagem pela Fundação Gulbenkian;

o meu estágio de dois anos em Paris, concluído com 2 meses em Itália;

o começo e a continuação da minha carreira lírica no Teatro Nacional de São Carlos;

os 3 anos pós-São Carlos em que continuei a minha carreira;

o abraçar de novo projeto: “trabalhar” um coro inserido numa missão pastoral na Paróquia dos Anjos (Lisboa), a minha Paróquia, a partir de 1997 e, posteriormente, de 2003 a 2016, na capela do Palácio da Bemposta (Academia Militar);

e porque não dizê-lo, as minhas viagens de automóvel, algumas longas, nos anos 70 e daí para cá, para já não falar da minha própria casa…

Como vê, são muitas as etapas e as circunstâncias em que procurei estar sempre em dia e dentro das exigências das mesmas. Livros, discos, cassetes, CDs, DVDs eram verdadeiros instrumentos de trabalho, de cultura, de ocupação, de prazer…

Julgo ter sintetizado as razões da minha importante biblioteca e discoteca, das quais progressivamente e criteriosamente, me vou voluntariamente desfazendo.

Antes da sua formação académica no conservatório, que lugar tinha a música erudita no seu papel de formador no seminário?

Além de renovar completamente o repertório de cânticos religiosos que vinha de há longos anos (o que supunha rodear-me de bom material), comecei a interessar-me por vozes maravilhosas que os discos faziam chegar até nós (Mario Lanza, Luis Mariano, Alfredo Krauss etc, e por orquestras excecionais que nos traziam as mais belas melodias clássicas, canções famosas, música de filmes históricos…

Tive sempre a preocupação de partilhar com os meus jovens alunos algum desse maravilhoso mundo musical… Era importante para a educação da sua sensibilidade, dos seus gostos, da sua cultura.

Lembro-me, e muitos ex-alunos (quer do seminário, quer do ensino público) se recordarão de ter dado a ouvir, entre outras obras, uma pequena peça do compositor russo Alexander Borodine. Tratava-se de Nas estepes da Ásia Central. Era a caravana que surgia ao longe, a marcha dos camelos, a intensidade instrumental que “subia” a anunciar a chegada da caravana, a permanência no terreno, o retomar da marcha, os sons que se iam extinguido… até a caravana se perder de vista!… Era tudo tão belo, tão claro! Apaixonante!… O interesse era enorme. Os alunos começavam a compreender que a música tem um sentido, um conteúdo, uma intenção, uma finalidade, uma expressão!
O mesmo sucedeu com outras obras, como o Hino da Alegria, da IX Sinfonia de Beethoven! Etc etc.

Mas adverti-os sempre para que nada disto desviasse a atenção do essencial da sua formação!…

Em três palavras como se caracteriza a si mesmo?

Persistente! Perfecionista! Brioso!

Lisboa, 19 de março de 2018

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JOSÉ DE FREITAS NA COMUNICAÇÃO SOCIAL

Um barítono que é crítico de si próprio

Correio da Manhã, 28 de abril de 1986

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De padre a cantor principal de ópera no Teatro São Carlos

Diário de Notícias do Funchal, 11 de maio de 1986

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José de Freitas: de padre a cantor

Correio da Manhã, 02 de agosto de 1987

Pe. Manuel Faria, compositor

NOVA REVISTA DE MÚSICA SACRA

Compositores e cânticos publicados até 2001

ALBERTO JOSÉ BRÁS

Obra editada na Nova Revista de Música Sacra

(1972) “Bendito, bendito e louvado seja”, NRMS (7): 7.
(1977) “Meu Deus, eu creio”, NRMS (1): 9.

ÁLVARO NOGUEIRA

Obra editada na Nova Revista de Música Sacra

(1994) “No matrimónio cristão”, NRMS (71/72): 28-29.

ANTÓNIO AZEVEDO OLIVEIRA

Obra editada na Nova Revista de Música Sacra

(1978) “Nasceu Jesus entre os homens”, NRMS (7, 2ª série): 14-15.
(1978) “Santo”, NRMS (8, 2ª série): 7.
(1978) “Senhor, Tu és a luz”, NRMS (6, 2ª série): 12.
(1979) “Eu gosto de ti, ó Jesus”, NRMS (11/12, 2ª série): 22-23.
(1979) “Jesus vai comigo”, NRMS (11/12, 2ª série): 32-33.
(1979) “Vamos a Jesus”, NRMS (11/12, 2ª série): 6-7.
(1980) “Sois o caminho”, NRMS (14): 7-9.
(1980) “Vamos todos a Belém”, NRMS (15): 12-13.
(1981) “Ave Maria, mulher admirável”, NRMS (18): 10-12.
(1981) “Cristo crucificado ressuscitou”, NRMS (19/20): 22.
(1981) “O Senhor te defende de todo o mal”, NRMS (19/20): 20-21.
(1981) “Queremos ver transformados”, NRMS (17): 10-11.
(1981) “Se tiverdes em conta”, NRMS (19/20): 21.
(1981) “Todos aqueles que o Pai me deu”, NRMS (19/20): 24.
(1982) “Cantemos com alegria”, NRMS (24): 8-9.
(1982) “Eis a fonte da vida”, NRMS (22): 8-9.
(1984) “Anunciai com voz de júbilo”, NRMS (32): 11-12.
(1984) “Glória, honra e louvor”, NRMS (29): 8-9
(1984) “Hossana ao Filho de David”, NRMS (29): 6-7.
(1985) “Aleluia”, NRMS (36): 17.
(1985) “Ave Maria, Senhora”, NRMS (33/34): 6-7.
(1985) “Onde se reúnem dois ou três”, NRMS (36): 13.
(1985) “Queremos ser construtores”, NRMS (35): 19-20.
(1985) “Sois a escada de luz”, NRMS (33/34): 15-17.
(1985) “Somos testemunhas de Cristo”, NRMS (35): 12-13.
(1986) “Benigno Criador”, NRMS (40): 14-15.
(1986) “Naquele dia”, NRMS (39): 10.
(1986) “Por entre aclamações”, NRMS (39): 11.
(1986) “Quando virá, Senhor, o dia”, NRMS (39): 18-19.
(1986) “Virá o grande profeta”, NRMS (39): 13.
(1987) “Alegrem-se os céus, exulte a terra”, NRMS (44): 10-11.
(1987) “Dai-lhes, Senhor, o eterno descanso”, NRMS (42): 16-17.
(1987) “Fica connosco, Senhor”, NRMS (42): 6-7-
(1987) “Salve, estrela do mar”, NRMS (41): 13-14.
(1987) “Se me envolve a noite escura”, NRMS (42): 5.
(1988) “Acabou a missa”, NRMS (46): 20.
(1988) “Bendito seja Deus, bendito”, NRMS (48): 7.
(1988) “Bendito seja o nome do Senhor”, NRMS (45): 7.
(1988) “Celeste Jerusalém”, NRMS (49): 5-6.
(1988) “Já não sou eu que vivo”, NRMS (48): 20.
(1988) “O Senhor fez em mim maravilhas”, NRMS (45): 8-10.
(1988) “O Verbo fez-se carne”, NRMS (47): 14-15.
(1988) “Senhor Jesus, mestre divino”, NRMS (46): 8-9.
(1988) “Surge, Jerusalém, e resplandece”, NRMS (47): 5-6.
(1988) “Vinde, prostremo-nos em terra”, NRMS (48): 7-8.
(1989) “Cordeiro de Deus” da Missa de Festa, NRMS (50/51): 44-45.
(1989) “Glória a Deus e paz na terra”, NRMS (52): 6-7.
(1989) “Glória” da Missa de Festa, NRMS (50/51): 20-31.
(1989) “Glória”, NRMS (50/51): 19-21.
(1989) “O Verbo fez-se carne”, NRMS (52): 11, 14.
(1989) “Santo” da Missa de Festa, NRMS (50/51): 38-39.
(1989) “Santo”, NRMS (50/51): 32-33.
(1989) “Senhor, tende piedade de nós”, NRMS (50/51): 13-15.
(1990) “Estava a mãe dolorosa”, NRMS (53): 5.
(1990) “Jesus está no presépio”, NRMS (56): 15-16.
(1990) “Ladainha de todos os santos”, NRMS (55): 17.
(1990) “Lembrai-vos, Senhor, da vossa aliança”, NRMS (53): 6-7.
(1990) “Louva, Jerusalém, o Senhor”, NRMS (55): 10-11.
(1990) “Vinde, Senhor, mostrai-nos o vosso rosto”, NRMS (56): 6-7.
(1991) “ Já a luz se levantou”, NRMS (57): 19.
(1991) “Aplaudam mares e terra”, NRMS (57): 9-10.
(1991) “Na tarde daquele primeiro dia”, NRMS (57): 16-17.
(1991) “Não fostes vós que me escolhestes”, NRMS (59): 18-20.
(1991) “O Espírito de Deus repousou sobre mim”, NRMS (58): 3-6.
(1991) “O Senhor veio em meu auxílio”, NRMS (60): 5-7.
(1991) “O Senhor vem salvar-me”, NRMS (60): 8-10.
(1992) “ Louvai o nosso Deus”, NRMS (63): 15.
(1992) “Bem-aventurados os que têm fome”, NRMS (63): 16.
(1992) “Bendito seja Deus que nos escolheu”, NRMS (63): 17.
(1992) “Eu venho, Senhor, para fazer”, NRMS (62): 5-6.
(1992) “O Senhor virá no esplendor da sua glória”, NRMS (64): 14-15.
(1992) “Quem beber da água”, NRMS (61): 8-9.
(1993) “Anunciai com brados de alegria”, NRMS (68): 5-7.
(1993) “Com o coro dos apóstolos”, NRMS (66): 10-12.
(1993) “Em Vós, Senhor, está a fonte da vida”, NRMS (67): 12-14.
(1993) “Salvai-nos, Senhor nosso Deus”, NRMS (67): 5-7.
(1993) “Vi a fonte de água viva”, NRMS (65): 16-18.
(1994) “Apareceu entre nós um grande profeta”, NRMS (70): 19-20.
(1994) “Construí, Senhor, a sua casa”, NRMS (71/72): 30-32.
(1994) “Guardai, Senhor, as nossas famílias”, NRMS (71/72): 44-46.
(1994) “Maria, Mãe do Senhor”, NRMS (71/72): 50-52.
(1994) “Não me abandoneis, Senhor”, NRMS (69): 5-6.
(1995) “Ave Maria, farol do mar”, NRMS (73/74): 38-39
(1995) “Ave Maria, Mãe de Jesus”, NRMS (75): 16-18
(1995) “Ó Noite de Natal”, NRMS (76): 18-20.
(1995) “Rainha da graça”, NRMS (75): 5-7.
(1995) “Sorriem no campo as flores”, NRMS (73/74): 22-23.
(1995) “Vamos em paz”, NRMS (73/74): 40.
(1996) “Abriram-se os céus”, NRMS (80): 5-7.
(1996) “Agradável, Senhor, é a vossa morada”, NRMS (77/79): 40-42.
(1996) “Aos mortais dando comida”, NRMS (77/79): 15-17.
(1996) “Bom pastor, pão da verdade”, NRMS (77/79): 34-37.
(1996) “Canta, Igreja, o Rei do mundo”, NRMS (77/79): 44
(1996) “Oh sagrado banquete”, NRMS (77/79): 49-51.
(1997) “Cantemos um salmo de glória”, NRMS (84): 14-17.
(1997) “Enviai, Senhor, o vosso espírito”, NRMS (82/83): 27-31.
(1997) “O Espírito Santo desceu”, NRMS (82/83): 38-39.
(1997) “Somos testemunhas de Cristo”, NRMS (82/83): 40.
(1998) “A luz de Cristo ilumina a terra inteira”, NRMS (88): 3.
(1998) “Alegra-te, minha alma”, NRMS (87): 10-13.
(1998) “Ave, cheia de graça ”, NRMS (86): 17-20.
(1998) “Cantemos todos em coro”, NRMS (88): 18-20.
(1998) “Luz para iluminar as nações”, NRMS (88): 4.
(1998) “Recebereis a força do Espírito Santo”, NRMS (85): 5-8.
(1999) “A Vós, Senhor, ao vosso nome Santo”, NRMS (92): 27.
(1999) “Benditos de meu Pai”, NRMS (92): 24-26.
(1999) “Glória a Jesus Cristo”, NRMS (92): 5-8.
(1999) “O Cordeiro de Deus é o nosso pastor”, NRMS (90/91): 27-29.
(1999) “Procuremos José”, NRMS (89): 8-10.
(1999) “Senhor, trazei-nos a paz”, NRMS (90/91): 36-38.
(1999) “Vossos corações exultem”, NRMS (90/91): 33-35.
(2000) “Ave Maria, Senhora do Advento”, NRMS (95/96): 38-40.
(2000) “Bendito sejais, Senhor nosso Deus”, NRMS (93): 8-10.
(2000) “Cantai ao Senhor um cântico novo”, NRMS (94): 16-17.
(2000) “Coração de Jesus nossa esperança”, NRMS (93): 21-23.
(2000) “Rochedo, meu abrigo”, NRMS (94): 18-20.
(2000) “Vinde visitar-nos, Senhor”, NRMS (95/96): 7-10.
(2001) “Porque me vês, acreditas”, NRMS (97): 11-13.
(2001) “Cantai a Cristo Senhor”, NRMS (97): 18-19.
(2001) “Alegrai-vos e cantai”, NRMS (98): 12-13.
(2001) “Senhor, misericórdia”, NRMS (99/100): 10-11.
(2001) “Tende compaixão de nós, Senhor”, NRMS (99/100): 14-15.
(2001) “Glória”, NRMS (99/100): 36-42.
(2001) “Santo”, NRMS (99/100): 56-57.
(2001) “Cordeiro de Deus”, NRMS (99/100): 64-65.
(2001) “Credo”, NRMS (99/100): 69-72.

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ANTÓNIO CARTAGENO

Obra editada na Nova Revista de Música Sacra

(1990) “A vida que estava junto do Pai”, NRMS (56): 12-14.
(1991) “Sou ministro do Evangelho”, NRMS (59): 7.
(1991) “As minhas ovelhas ouvirão a minha voz”, NRMS (59): 9.
(1991) “Este é o servo fiel e prudente”, NRMS (59): 8.
(1991) “O corpo de Jesus é alimento”, NRMS (60): 13-14.
(1993) “O Senhor resuscitou verdadeiramente”, NRMS (65): 8-9.
(1994) “Louvai o nome do Senhor”, NRMS (71/72): 23.
(1994) “Quero bendizer-vos, todos os dias”, NRMS (71/72): 17-19.
(1996) “Águas das fontes, louvai”, NRMS (80): 24-26.
(1997) “Vinde e contemplai as obras do Senhor”, NRMS (84): 5-8.
(1998) “Feliz o povo que sabe aclamar-Vos”, NRMS (87): 14-17.
(1998) “Hoje ao templo do Senhor”, NRMS (88): 15-16.
(1998) “Levantai, ó portas, os vossos umbrais”, NRMS (85): 9-11.
(1998) “Salve, Mãe Santa”, NRMS (86): 14-16.
(1999) “Jesus, Rei admirável”, NRMS (92): 13-15.
(1999) “Tu a quem o Senhor quis confiar”, NRMS (89): 17-20.
(1999) “Vinde, Senhor, vinde em meu auxílio”, NRMS (90/91): 22-23.
(1999) cânticos de entrada e de comunhão I: próprio do tempo (org.). Fátima: Serviço Nacional de Música Sacra; Secretariado Nacional de Liturgia.
(1999) cânticos de entrada e de comunhão II: Tempo Comum, Solenidades do Senhor, Santoral (org.). Fátima: Serviço Nacional de Música Sacra; Secretariado Nacional de Liturgia.
(2001) “Aspergi-me, Senhor, com o hissope”, NRMS (99/100): 19.
(2001) “Santo”, NRMS (99/100): 52-53.
(2001) “Cordeiro de Deus”, NRMS (99/100): 60-61.

ANTÓNIO CORREIA DE NORONHA

Obra editada na Nova Revista de Música Sacra

(1978) “Senhor, tende compaixão de nós”, NRMS (5): 7-8.
(1978) “Santo”, NRMS (5): 8-10.
(1978) “Cordeiro de Deus”, NRMS (5): 10-11.

ANTÓNIO DOMINGUES CORREIA

Obra editada na Nova Revista de Música Sacra

(1977) “Perdão, ó meu Deus”, NRMS (1): 3.
(1977) “Dos crimes que comete o homem”, NRMS (1): 4.

ANTÓNIO FERREIRA DOS SANTOS

Obra editada na Nova Revista de Música Sacra

(1980) “Eu Vos amo, Senhor”, NRMS (16): 7-8.
(1981) “Felizes os mortos que morrem no Senhor”, NRMS (19/20): 30-31.
(1985) “Louvada seja na terra”, NRMS (33/34): 5.
(1986) “Deus vive na sua morada santa”, NRMS (38): 6.
(1988) “Eis que vem o Senhor”, NRMS (47): 7-9.

BENJAMIM DE OLIVEIRA SALGADO

Obra editada na Nova Revista de Música Sacra

(1971) “Aleluia, aleluia”, NRMS (2, 1ª série): 13.
(1971) “Aleluia, aleluia”, NRMS (4, 1ª série): 7.
(1971) “Neste dia que o Senhor fez”, NRMS (2, 1ª série): 12-13.
(1971) “No Senhor a misericórdia”, NRMS (1, 1ª série): 7.
(1971) “O Senhor é minha luz”, NRMS (1, 1ª série): 11.
(1971) “Para Vós, Senhor”, NRMS (4, 1ª série): 6.
(1972) “Como o lar de Nazaré”, NRMS (8, 1ª série): 6.
(1972) “Divina eucaristia”, NRMS (8, 1ª série): 5.
(1972) “Que Deus para vós seja”, NRMS (8, 1ª série): 3.
(1972) “Sois felizes se o Verbo”, NRMS (7, 1ª série): 14-15.
(1972) “Somos vossos, Senhor”, NRMS (8, 1ªsérie): 4.
(1973) “Adoremos, adoremos”, NRMS (12, 1ª série): 6.
(1973) “Ao teu sacrário venho cansado”, NRMS (12, 1ª série): 5.
(1973) “O pão e o vinho que vos trazemos”, NRMS (12, 1ª série): 4.
(1973) “Vinde, cristãos, adorar”, NRMS (12, 1ª série): 3.
(1977) “Senhor, eu Vos confio”, NRMS (nº 4, 2ª série): 14.
(1978) “A luz de Cristo ilumina a terra inteira”, NRMS (5, 2ª série): 4.
(1978) “A terra inteira cante ao Senhor”, NRMS (5, 2ª série): 3.
(1978) “Aleluia”, NRMS (5, 2ª série): 5.
(1978) “Na hóstia sobre a patena”, NRMS (6, 2ªsérie): 6-7.
(1978) “Nossa Senhora de Fátima, onde irás”, NRMS (2, 2ª série): 4.
(1978) “Qual farol da vossa ermida”, NRMS (5, 2ª série): 13-14.
(1978) “Senhor, nós Vos oferecemos”, NRMS (5, 2ª série): 6.
(1981) “Dai-lhes, Senhor, o descanso eterno”, NRMS (19/20): 39-40.
(1984) “Louvor e glória a Vós”, NRMS (32): 20
(1986) “Como o veado em busca das águas”, NRMS (38): 8-9.

CÂNDIDO LIMA

Obra editada na Nova Revista de Música Sacra

(1971) “Ave Maria”, NRMS (3): 13-14.

CARLOS SILVA

Obra editada na Nova Revista de Música Sacra

(1971) “Se hoje ouvirdes a voz do Senhor”, NRMS (1): 12
(1985) “Eu sou o pão vivo”, NRMS (36): 20.
(1986) “Senhora, um dia descestes”, NRMS (37): 12-13.
(1986) “O meu espírito exulta”, NRMS (38): 16.
(1987) “Oh verdadeiro Corpo do Senhor”, NRMS (42): 10-12.
(1988) “Viemos com alegria”, NRMS (46): 5.
(1988) “Senhor, para Ti o meu coração”, NRMS (46): 9.
(1988) “Povos, batei palmas”, NRMS (48): 11.
(1990) “Senhor, quanta alegria é encontrar-Te”, NRMS (55): 5-6.
(1991) “O Senhor alimentou-nos com a flor da farinha”, NRMS (60): 17-19.
(1995) “Gloriosa Rainha do mundo”, NRMS (75): 12-13.
(2000) “A messe é grande”, NRMS (94): 12-13.
(2001) “Vinde comer do meu Pão”, NRMS (98): 18-20.

D. PEDRO DE CRISTO

Obra transcrita por Francisco Faria e editada na Nova Revista de Música Sacra

(1971) “Tenebrae factae sunt”, NRMS (1): 23-26.
(1971) “Regina Coeli”, NRMS (3): 15-18.
(1972) “Panis quem ego dabo”, NRMS (8): 15-18.
(1981) “Tristis est anima mea”, NRMS (17): 17-19.
(1981) “Virgo prudentis”, NRMS (18): 17-20.
(1982) “Ut queant laxis”, NRMS (21): 17-19.
(1982) “Quem vidistis, pastores?”, NRMS (24): 17-20.
(1984) “Miserere mei, Domine”, NRMS (32): 17-20.
(1988) “O praeclara stella”, NRMS (45): 17-20.
(1989) “Es nascido”, NRMS (52): 15-20.
(1990) “O Sacramentum pietatis”, NRMS (55): 18-20.

DANIEL OLIVEIRA

Obra editada na Nova Revista de Música Sacra

(1973) “Deus nos visitou”, NRMS (12): 7.
(1973) “Ecce panis angelorum”, NRMS (12): 8-9.
(1982) “A Virgem Imaculada”, NRMS (24): 15-16.
(1992) “Ainda que passe por vales tenebrosos”, NRMS (62): 15-17.

EDUARDO DA FONSECA

Obra editada na Nova Revista de Música Sacra

(1973) “A luz da fé que nos guia”, harm., NRMS (11): 14-15.

FREDERICO DE FREITAS

Obra editada na Nova Revista de Música Sacra

(1971) “Exultabit cor meum”, NRMS (4): 14-17.
(1972) “Nossa Senhora da Granja”, NRMS (6): 14-15.
(1972) “Senhora do Almurtão”, NRMS (6): 16-17.
(1972) “Santa Combinha, Senhora Santa Combinha”, NRMS (6): 18.
(1973) “Alegrei-me quando me disseram”, NRMS (9/10): 5.
(1973) “Senhor, tende piedade de nós”, NRMS (9/10): 6-7.
(1973) “Glória”, NRMS (9/10): 8-13.
(1973) “Senhor, Vós tendes palavras”, NRMS (9/10): 14.
(1973) “Aleluia”, NRMS (9/10): 15.
(1973) “Aceitai, Senhor, as nossas ofertas”, NRMS (9/10): 16.
(1973) “Santo”, NRMS (9/10): 17-19.
(1973) “Bendito o que vem”, NRMS (9/10): 19-21.
(1973) “Cordeiro de Deus”, NRMS (9/10): 22-23.
(1973) “Louvarei para sempre o vosso nome”, NRMS (9/10): 24.
(1973) “Nós somos o povo de Deus”, NRMS (9/10): 25.
(1973) “Celebremos o mistério”, NRMS (9/10): 26-27.
(1973) “Veneremos, adoremos”, NRMS (9/10): 28-29.
(1973) “Bendito e louvado seja”, NRMS (9/10): 30-31.
(1973) “Bendito e louvado seja”, NRMS (9/10): 32-33.

HENRIQUE FERREIRA DE FARIA

Obra editada na Nova Revista de Música Sacra

(1977) “Cantai comigo”, NRMS (2): 5.
(1977) “Pelo pão do teu amor”, NRMS (2): 11.
(1977) “Bendito sejas”, NRMS (2): 14-15.
(1978) “Caminhamos na alegria”, NRMS (8): 3-4.
(1979) “Anjo da guarda”, NRMS (11/12): 5.
(1979) “Eu quero viver na Tua alegria”, NRMS (11/12): 24-25.
(1979) “És para mim, Jesus”, NRMS (11/12): 28-29.
(1980) “Bendita seja a luz do dia”, NRMS (14): 10-11.
(1981) “Quanta alegria é para mim”, NRMS (18): 13.
(1981) “Ó meu Jesus”, NRMS (18): 16.
(1984) “Cristo Jesus, Tu me chamaste”, NRMS (30): 7-8.
(1984) “Eu quero, Senhor, amar-Te”, NRMS (30): 18-19.
(1985) “Minha Senhora e minha Mãe”, NRMS (33/34): 28-29.
(1988) “Muito obrigado, Senhor Jesus”, NRMS (46): 6-7.
(1988) “Jesus é o amigo”, NRMS (46): 10-11.
(1988) “Quero amar-Te, meu Jesus”, NRMS (46): 14-15.
(1995) “Perto do Senhor, meu amigo”, NRMS (73/74): 7-8.
(1995) “A tua voz ouvi”, NRMS (73/74): 14-15.
(1995) “Jesus Cristo está comigo”, NRMS (73/74): 36-37.

HENRIQUE PEREIRA

Obra editada na Nova Revista de Música Sacra

(1973) “A luz da fé que nos guia”, NRMS (11): 14-15.

ISAAC RODRIGUES

Obra editada na Nova Revista de Música Sacra

(1973) “Ave Maris Stella”, NRMS (12): 9.

JOÃO MORAIS

Obra editada na Nova Revista de Música Sacra

(1971) “Aclame o Senhor a terra inteira”, NRMS (3): 3-4.
(1972) “Prelúdio coral ‘O Espírito do Senhor’”, NRMS (5): 3-5.
(1971) “O Espírito do Senhor”, NRMS (4): 5-6.

JOAQUIM GONÇALVES DOS SANTOS

Obra editada na Nova Revista de Música Sacra

(1971) “Provai e vede”, NRMS (1): 14.
(1971) “Nós ofertamos ao Senhor”, NRMS (3): 9-10.
(1971) “Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo”, NRMS (1): 15.
(1971) “Igreja, presença viva do Cordeiro”, NRMS (3): 8-9.
(1971) “Nós somos o povo do Senhor”, NRMS (2): 16-17.
(1971) “Aleluia”, NRMS (2): 17
(1971) “Acabará em peregrinação”, NRMS (3): 11-12.
(1971) “Adorem o Senhor os Reis da terra”, NRMS (4): 12-13.
(1971) “Aleluia”, NRMS (4): 13.
(1972) “Se me envolve a noite escura”, NRMS (6): 6.
(1977) “Ao Senhor do universo exaltai”, NRMS (1): 16-17.
(1977) “Terra inteira em paz e amor”, NRMS (1): 17.
(1977) “Aleluia”, NRMS (2): 18.
(1978) “Ó Santa Maria”, NRMS (5): 12.
(1978) “Santo”, NRMS (6): 8-9.
(1978) “Santos, amigos de Deus”, NRMS (8): 12-13.
(1979) “Nasceu o sol da Páscoa gloriosa”, NRMS (9): 15-17.
(1979) “Nossa Senhora do Rosário de Fátima”, NRMS (10): 6-7.
(1979) “Cantai um cântico novo”, NRMS (10): 8-9.
(1979) “Não erra o caminho quem anda em Jesus”, NRMS (11/12): 14-15.
(1980) “Mil vezes seja louvado”, NRMS (13): 16-17.
(1980) “Desça o orvalho”, NRMS (15): 8-9.
(1980) “Comungamos o teu Corpo”, NRMS (16): 18.
(1981) “Eis o dia que o Senhor fez”, NRMS (17): 8-9
(1981) “Ó Virgem Santa Maria”, NRMS (18): 8-9.
(1981) “Na vossa misericórdia”, NRMS (19/20): 35-36.
(1982) “Vós que renascestes”, NRMS (22): 20.
(1982) “Deixai vir a mim”, NRMS (23): 14-15
(1982) “Surge um clarão”, NRMS (24): 12-14.
(1983) “Onde há caridade verdadeira”, NRMS (25): 8.
(1984) “Da morte e do pecado libertai-nos”, NRMS (29): 12-13.
(1984) “Vamos comungar”, NRMS (30): 16-17.
(1984) “Louvado seja o meu Senhor”, NRMS (30): 20.
(1984) “Na terra Se fez carne”, NRMS (31): 16-18.
(1985) “Ó Maria, sois a Mãe de Jesus”, NRMS (33/34): 10-11.
(1985) “Abri os corações”, NRMS (35): 10-11.
(1985) “Cantai ao Senhor um cântico novo”, NRMS (36): 12.
(1986) “Louvai ao Senhor, louvai”, NRMS (37): 5.
(1986) “Com a bênção do Pai”, NRMS (38): 17.
(1986) “Louvor a Vós, Rei da eterna glória”, NRMS (40): 7.
(1986) “Desde a aurora Vos procuro”, NRMS (40): 8-9.
(1986) “Velai sobre nós, Salvador eterno”, NRMS (40): 20.
(1987) “Por Eva foi fechada aos homens”, NRMS (41): 12.
(1987) “Bendita sois Vós, ó Maria”, NRMS (41): 18.
(1987) “Nós temos em Sião”, NRMS (42): 8-9.
(1987) “Todos vós que tendes sede”, NRMS (42): 18-19.
(1987) “Vós sois o Caminho”, NRMS (42): 20.
(1987) “Hoje sobre nós”, NRMS (44): 5-7.
(1988) “Salve, Santa Mãe de Deus”, NRMS (45): 5-6.
(1988) “A tua voz chama por nós”, NRMS (46): 16-17.
(1988) “Tu és, Senhor, o bem maior”, NRMS (46): 18-19.
(1988) “Um dia sagrado brilhou”, NRMS (47): 18-20
(1988) “Aclamai o Senhor”, NRMS (48): 12-13.
(1989) “Jerusalém, cidade santa”, NRMS (49): 14-15.
(1989) “Na casa do Senhor”, NRMS (49): 16-17.
(1989) “Senhor, tende piedade de nós”, da Missa em honra de Santo André, NRMS (50/51): 9-10.
(1989) “Santo”, da Missa em honra de Santo André, NRMS (50/51): 34-35.
(1989) “Cordeiro”, da Missa em honra de Santo André, NRMS (50/51): 40-41
(1989) “Ó noite bendita”, NRMS (52): 10-11.
(1990) “Senhor, são muitos os nossos pecados”, NRMS (53): 18-20.
(1990) “Quem perder a sua vida”, NRMS (54): 16-17.
(1990) “Senhor Jesus Cristo”, NRMS (55): 7.
(1990) “Se morremos com Cristo”, NRMS (55): 12-13.
(1990) “Exultemos de alegria no Senhor”, NRMS (56): 10-11.
(1991) “Ressuscitou o Bom Pastor”, NRMS (57): 5-6.
(1991) “Vem, ó Espírito Santo”, NRMS (58): 16-18.
(1991) “Ide por todo o mundo”, NRMS (59): 16-17.
(1991) “Senhor, vem salvar-me”, NRMS (60): 8-10.
(1992) “Confesso o meu pecado”, NRMS (61): 10-14.
(1992) “O pão de Deus é o que desce do Céu”, NRMS (62): 12-14.
(1992) “Cantarei a bondade do Senhor”, NRMS (62): 18-20.
(1992) “Os santos resplandecem”, NRMS (63): 5.
(1992) “Vem, Senhor Jesus”, NRMS (64): 8-9.
(1992) “Povos que caminhais”, NRMS (64): 18-20.
(1993) “Que buscais ao romper do novo dia?”, NRMS (65): 11-15.
(1993) “Caminhando Jesus”, NRMS (66): 5-7.
(1993) “A minha alma exulta no Senhor”, NRMS (67): 20.
(1993) “Exulta, ó Filha de Sião”, NRMS (68): 10.
(1994) “Nós Vos louvamos e bendizemos”, NRMS (69): 10-13.
(1994) “Caminho pelo deserto”, NRMS (69): 14-17.
(1994) “Levanto os meus olhos”, NRMS (70): 5-7.
(1994) “Tomai, Senhor, e recebei”, NRMS (70): 10-11.
(1994) “Toda a santa Igreja canta”, NRMS (71/72): 9-11.
(1994) “Do santuário vos guarde o Senhor”, NRMS (71/72): 14-16.
(1994) “Cristo amou a Igreja”, NRMS (71/72): 36-39.
(1995) “Somos jovens e daremos nossas mãos”, NRMS (73/74): 9-11.
(1995) “O nosso Pão é Cristo”, NRMS (73/74): 31-33.
(1995) “Ditosa Virgem”, NRMS (75): 8-11.
(1995) “Glória a Vós, Jesus Menino”, NRMS (76): 5-9.
(1996) “Ó sacrossanta hóstia”, NRMS (77/78/79): 12-14.
(1996) “Devotamente eu Te adoro”, NRMS (77/78/79): 20-21.
(1996) “O vosso Corpo é o pão”, NRMS (77/78/79): 30-33.
(1996) “Louvemos a Santíssima Trindade”, NRMS (80): 12-14.
(1997) “Louvemos o Senhor”, NRMS (81): 8-11.
(1997) “Recebereis a força do Espírito”, NRMS (82/83): 7-11.
(1997) “Somos testemunhas do mundo novo”, NRMS (82/83): 18-19.
(1997) “Como é agradável a vossa morada”, NRMS (84): 9-11.
(1998) “Da terra aos céus se eleva triunfante”, NRMS (85): 15-17.
(1998) “Ave Maria”, NRMS (86): 10-13.
(1998) “Amai como Eu vos amei”, NRMS (87): 18-19.
(1998) “Recordamos, Senhor, a vossa misericórdia”, NRMS (88): 5-7.
(1999) “Ó famintos do Pão divino”, NRMS (89): 11-13.
(1999) “Meu Senhor, eu Vos amo”, NRMS (90/91): 9-10.
(1999) “Salvai, Senhor, vosso povo!”, NRMS (90/91): 11-13.
(1999) “O Cordeiro que foi imolado”, NRMS (92): 16-19.
(2000) “Saboreai como é bom”, NRMS (93): 11-13.
(2000) “Toda a terra Vos adore”, NRMS (94): 5-8.
(2000) “Senhor, que tanto amais o vosso povo”, NRMS (95/96): 11-13.
(2000) “Ao vosso amor paterno”, NRMS (95/96): 24-26.
(2001) “Os discípulos exultaram”, NRMS (97): 14-17.
(2001) “Aclamai o Senhor”, NRMS (98): 14-17.
(2001) “Senhor, tende piedade”, NRMS (99/100): 8-9.
(2001) “Glória”, NRMS (99/100): 42-46.
(2001) “Santo”, NRMS (99/100): 50-51.
(2001) “Cordeiro”, NRMS (99/100): 62-63.

JOÃO DUQUE

Obra editada na Nova Revista de Música Sacra

(1982) “Aleluia”, NRMS (21): 16.

JOAQUIM MENDES DE CARVALHO

Obra editada na Nova Revista de Música Sacra

(1978) “Vossa palavra, Senhor”, NRMS (6): 15.
(1978) “Confio, Senhor, na vossa misericórdia”, NRMS (7): 10-11.
(1982) “Aleluia”, NRMS (23): 12.
(1982) “Cantemos com alegria”, NRMS (24): 5-7.
(1984) “Meu Deus, revelai nas alturas”, NRMS (31): 8.
(1986) “Não temas, Maria”, NRMS (39): 14.
(1990) “A morrer crucificado”, NRMS (53): 14-15.
(1990) “Gloriosos testemunhas”, NRMS (54): 7-8.
(1991) “O Senhor deu aos seus santos”, NRMS (59): 14-15.
(1996) “Memorial da morte do Senhor”, NRMS (77/78/79): 22-23.
(1996) “Filho do Eterno Pai”, NRMS (80): 22-23.
(1997) “O amor de Deus foi derramado”, NRMS (82/83): 12-14.
(1998) “O Rei da glória e Senhor do universo”, NRMS (85): 18-20.
(1998) “Luz para todos os povos”, NRMS (88): 12-14.
(1999) “Senhor, Senhor, em vosso templo”, NRMS (90/91): 17-18.
(2000) “Uma voz que vem de longe”, NRMS (95/96): 17-19.
(2001) “Senhor, que fostes enviado”, NRMS (99/100): 16-17.
(2001) “Senhor que fostes enviado… Kyrie”, NRMS (99/100): 18.

JORGE BARBOSA

Obra editada na Nova Revista de Música Sacra

(1982) “Aleluia”, NRMS (23): 8-9.
(1985) “Convosco, Virgem Maria”, NRMS (33/34): 26-27.

JOSÉ DE SOUSA MARQUES

Obra editada na Nova Revista de Música Sacra

(1971) “O Senhor fez maravilhas”, NRMS (1): 16-17.
(1971) “Glória e louvor a Vós”, NRMS (1): 17-18.
(1971) “Glória a Vós, ó Deus”, NRMS (2): 18-19.
(1971) “Aleluia”, NRMS (2): 19
(1985) “Era como o Cordeiro”, NRMS (36): 14.
(1985) “Não foi por coisas corruptíveis”, NRMS (36): 15.
(1986) “O Senhor virá com poder”, NRMS (39): 15.
(1986) “Ave, Maria, cheia de graça”, NRMS (40): 15.
(1987) “Ave Maria”, NRMS (41): 15.
(1987) “Eis a escrava do Senhor”, NRMS (41): 16.
(1987) “Bendita sois Vós”, NRMS (41): 17.
(1990) “Excelso Criador”, NRMS (53): 12-13.
(1990) “Se o grão de trigo lançado à terra”, NRMS (54): 12-13.
(1990) “Povos da terra, cantai hinos de louvor”, NRMS (55): 8-9.
(1991) “Eu sou a videira”, NRMS (57): 7-8.
(1991) “Voltai-vos para o Senhor”, NRMS (58): 19-20.
(1991) “Eu Vos dou graças, Cristo”, NRMS (59): 10-11.
(1992) “Toda a minha glória”, NRMS (61): 15-16.
(1992) “Os olhos do Senhor”, NRMS (63): 18-20.
(1992) “Abre, claro Céu”, NRMS (64): 12-13.
(1993) “Já não vos chamo servos”, NRMS (66): 18-19.
(1993) “O príncipe da paz”, NRMS (68): 12-13.
(1993) “Aos homens de boa vontade”, NRMS (68): 13-14.
(1993) “Virão adorar-Vos, Senhor”, NRMS (68): 15.
(1994) “Vinde à presença do Senhor”, NRMS (70): 8-9.
(1994) “A terra está cheia da bondade do Senhor”, NRMS (71/72): 24-25.
(1994) “Em todo o tempo bendirei o Senhor”, NRMS (71/72): 40-41.
(1995) “Aleluia”, NRMS (73/74): 18.
(1995) “Resplandece a luz divina”, NRMS (76): 16-17.
(1996) “O pão do Céu que dás em alimento”, NRMS (77/78/79): 26-29.
(1996) “A voz do Senhor ressoa”, NRMS (80): 19-21.
(1997) “Todos ficaram cheios do Espírito Santo”, NRMS (82/83): 2021.
(1998) “Rainha do Santíssimo Rosário”, NRMS (86): 7-9.
(1998) “Os meus olhos viram a salvação”, NRMS (88): 8-9.
(1999) “Louvai o Senhor, povos de toda a terra!”, NRMS (90/91): 14-16.
(2000) “Por esta Eucaristia”, NRMS (93): 18-20.
(2000) “Vinde, vinde, vinde, povos da terra”, NRMS (95/96): 20-23.
(2001) “Kyrie”, da Missa de Juventude, NRMS (99/100): 12-13.
(2001) “Glória”, da Missa de Juventude, NRMS (99/100): 27-31.
(2001) “Santo”, da Missa de Juventude, NRMS (99/100): 54-55.
(2001) “Cordeiro”, da Missa de Juventude, NRMS (99/100): 66-67.

JOSÉ FERNANDES DA SILVA

Obra editada na Nova Revista de Música Sacra

(1971) “Aleluia”, NRMS (2, 1ª série): 22.
(1971) “Aleluia”, NRMS (4, 1ª série): 7-8.
(1971) “Louvor e glória a Vós”, NRMS (1, 1ª série): 19
(1971) “Meus Deus, meu Deus ”, NRMS (1, 1ª série): 18.
(1971) “Mostrai-nos, Senhor, o vosso amor”, NRMS (4, 1ª série): 7-8.
(1971) “Por entre aclamações”, NRMS (2, 1ª série): 20-21.
(1972) “Alegres comereis o pão da vida”, NRMS (6, 1ª série): 8.
(1972) “Dai-nos a vossa misericórdia”, NRMS (5, 1ª série):
(1977) “ Honra, glória e louvor”, NRMS (1, 2ª série): 11.
(1977) “A fé em Deus”, NRMS (11/12, 2ª série): 8-9.
(1977) “A paz vos deixo”, NRMS (1, 2ª série): 15.
(1977) “Cordeiro de Deus”, NRMS (1, 2ª série): 13.
(1977) “Florido em luz eu vejo”, NRMS (4, 2ª série): 6-7.
(1977) “Irmãos, a missa não findou”, NRMS (4, 2ª série): 12-13.
(1977) “Louvado sejais, Senhor”, NRMS (2, 2ª série): 15.
(1977) “No meio da minha vida”, NRMS (1, 2ª série): 12.
(1977) “Os dons que Vos trazemos”, NRMS (4, 2ª série): 8-9.
(1977) “Santo”, NRMS (1, 2ª série): 12-13.
(1977) “Senhor, eu tinha sede”, NRMS (4, 2ª série): 10-11.
(1977) “Somos convidados”, NRMS (2, 2ª série): 16-17.
(1977) “Vamos caminhando alegremente”, NRMS (1, 2ª série): 10.
(1977) “Honra, glória e louvor”, adapt., NRMS (1, 2ª série): 11.
(1977) “Vamos partir”, NRMS (1, 2ª série): 14.
(1977) “Vinde e ficai, Espírito”, NRMS (2, 2ª série): 8-9.
(1978) “Ao Senhor do universo”, NRMS (8, 2ª série): 10-11.
(1978) “Cordeiro de Deus”, NRMS (8, 2ª série): 8-9.
(1978) “Hoje nasceu”, NRMS (7, 2ª série): 12-13.
(1978) “O Senhor virá governar”, NRMS (7, 2ª série): 3.
(1978) “Senhor, fazei de mim um instrumento”, NRMS (6, 2ª série): 10-11.
(1979) “ Rainha dos anjos pura”, NRMS (10, 2ª série): 5.
(1979) “Alegres, jubilosos”, NRMS (10, 2ª série): 19
(1979) “Eu gosto de chamar-Te”, NRMS (11/12, 2ª série): 38.
(1979) “Seguros e fortes”, NRMS (11/12, 2ª série): 40.
(1980) “Acolhe, Deus de bondade”, NRMS (13): 10-11.
(1980) “Banquete Sagrado”, NRMS (14): 14-15.
(1980) “Ó nuvens chovei do justo”, NRMS (15): 11.
(1980) “Recebei, Senhor”, NRMS (16): 15-17.
(1980) “Santo”, NRMS (14): 12-13.
(1980) “Vamos todos guiados pela esperança”, NRMS (14): 5-6.
(1981) “Deixai-me saborear”, NRMS (17): 5.
(1981) “Eu te saúdo, ó Igreja minha mãe”, NRMS (18): 6-7.
(1981) “Formastes-me da terra”, NRMS (19/20): 28-29.
(1981) “Levem-te os anjos ao paraíso”, NRMS (19/20): 26-27.
(1981) “Não há vitória sem cruz”, NRMS (19/20): 32-33.
(1981) “Rainha dos Céus, alegrai-vos”, NRMS (17): 12-13.
(1982) “Cantai, cantai ao Senhor”, NRMS (22): 18-19.
(1982) “Cantemos ao Senhor”, NRMS (22): 10-11.
(1982) “Eu estou a porta e chamo”, NRMS (22): 16-17.
(1982) “O cálice de bênção”, NRMS (21): 12-14.
(1982) “O Senhor alimenta e enche de seus bens”, NRMS (23): 13.
(1982) “O Senhor do universo”, NRMS (21): 10-11.
(1982) “Se vos amardes”, NRMS (22): 14-15
(1982) “Seja bendito e louvado”, NRMS (22): 12-13.
(1983) “A terra está cheia da bondade”, NRMS (26): 20.
(1983) “Caminhai alegremente”, NRMS (26): 5.
(1983) “Construí vossa casa”, NRMS (26): 14-15.
(1983) “O Senhor vos conserve”, NRMS (26): 18-19.
(1983) “Pai, se este cálice”, NRMS (25): 6.
(1983) “Tomai e comei, diz o Senhor”, NRMS (25): 9-10.
(1984) “ Jesus Cristo fundou a sua Igreja”, NRMS (26): 16-17.
(1984) “A Cruz fizera do mundo velho”, NRMS (29): 14-15.
(1984) “Anjos e pastores”, NRMS (31): 12-13.
(1984) “Fala, Senhor”, NRMS (30): 14-15.
(1984) “Minha alma exulta”, NRMS (32): 14-16.
(1984) “Nem só de pão vive o homem”, NRMS (29): 16-17.
(1984) “Ó Cruz vitoriosa”, NRMS (29): 20.
(1985) “A nossa padroeira”, NRMS (33/34): 20-21.
(1985) “Aleluia”, NRMS (35): 11.
(1985) “Esta é a nossa fé”, NRMS (35): 14-15.
(1985) “Fez-vos Cristo luz do mundo”, NRMS (36): 6-7.
(1985) “Ó Virgem sagrada”, NRMS (33/34): 12-13.
(1985) “Como é suave, Senhor”, harm., NRMS (36): 8-9
(1985) “Santo”, NRMS (36): 16-17.
(1986) “Cordeiro de Deus”, NRMS (38): 15.
(1986) “Erguei-vos que vem o Senhor”, NRMS (39): 8-9.
(1986) “Levanta-te, Jerusalém”, NRMS (39): 16-17.
(1986) “Na cova da Iria”, NRMS (37): 14-15.
(1986) “Santo”, NRMS (38): 14.
(1986) “Somos todos convidados”, NRMS (40): 10-12.
(1987) “A ti pertence a realeza”, NRMS (44): 14.
(1987) “Hoje nasceu Jesus Cristo”, NRMS (44): 18.
(1987) “No princípio, antes de todos”, NRMS (44): 16-17.
(1987) “No Senhor está a misericórdia”, NRMS (44): 15.
(1987) “Ó admirável noite”, NRMS (44): 12-13.
(1987) “Ó Maria, doce porto”, NRMS (41): 7.
(1988) “Aleluia”, NRMS (46): 15.
(1988) “Deus connosco, Deus em nós”, NRMS (49): 20.
(1988) “Nos braços do Deus forte”, NRMS (45): 11-13.
(1988) “O Mestre disse um dia”, NRMS (46): 12-13.
(1988) “Se não comerdes a minha carne”, NRMS (48): 14-15.
(1988) “Vamos cantar, meu povo”, NRMS (47): 16-17.
(1989) “Acto penitencial – fórmula C”, NRMS (50/51): 8.
(1989) “Aleluia”, NRMS (50/51): 46.
(1990) “Alegrem-se no céu”, NRMS (54): 14-15.
(1990) “Deus, vinde em nosso auxílio”, NRMS (53): 8-9.
(1990) “Trazemos ao teu altar”, NRMS (55): 14.
(1990) “Vinde, Senhor, vinde visitar-nos”, NRMS (56): 8-9.
(1991) “Alegrai-vos no Senhor”, NRMS (58): 14-15.
(1991) “Disse Jesus: não temais”, NRMS (57): 14-15.
(1991) “Louvai o nosso Deus”, NRMS (60): 11-12.
(1991) “Maria Madalena e a outra Maria”, NRMS (57): 10-11.
(1991) “O Pai vos enviará o Espírito Santo”, NRMS (58): 8-9.
(1991) “Porque Deus quis que fossem seus pastores”, NRMS (59): 6.
(1991) “Vinde ver o lugar”, NRMS (57): 12-13.
(1992) “O Senhor nos visitará”, NRMS (64): 16-17.
(1992) “Ouvi, Senhor as minhas palavras”, NRMS (61): 5-7.
(1992) “Por obra e graça do céu”, NRMS (63): 12-14.
(1992) “Vem, Senhor Jesus”, NRMS (62): 7-8.
(1993) “Aclamai Jesus Cristo”, NRMS (65): 19-20.
(1993) “O Senhor enviou os seus apóstolos”, NRMS (66): 16-17.
(1993) “Os apóstolos plantaram a Igreja”, NRMS (66): 8-9.
(1993) “Senhor, eu creio que sois Cristo”, NRMS (67): 15-16.
(1993) “Vimos a sua estrela”, NRMS (68): 8-9.
(1994) “Abram-se as portas santas”, NRMS (71/72): 12-13.
(1994) “Cantarei ao Senhor por tudo”, NRMS (70): 13-14.
(1994) “Dou-vos um mandamento novo”, NRMS (71/72): 33-35.
(1994) “Eu confio, Senhor”, NRMS (70): 12.
(1994) “Eu vim para que tenham vida”, NRMS (70): 17-18.
(1994) “Lembra-te de mim, Senhor”, NRMS (69): 18-20.
(1994) “O Senhor me apontará o caminho”, NRMS (69): 7-9.
(1994) “Senhor Jesus, iluminai as nossas famílias”, NRMS (71/72): 20-21.
(1995) “Aleluia”, NRMS (73/74): 19.
(1995) “Cremos em Deus Pai”, NRMS (73/74): 26-27.
(1995) “Louvai o Senhor, povos de toda a terra”, NRMS (73/74): 16-17.
(1995) “Ó Virgem bela”, NRMS (75): 14-15.
(1995) “Pára, escuta e olha”, NRMS (73/74): 12-13.
(1995) “Quem disser: “Eu amo a Deus”, NRMS (73/74): 33-34.
(1995) “Salve, Virgem Mãe de Deus”, NRMS (75): 19-20.
(1995) “Uns magos vindos de Belém”, NRMS (76): 10-12.
(1996) “Adoremos Jesus Cristo”, NRMS (77/79): 43.
(1996) “Ao divino Sacramento”, NRMS (77/79): 37.
(1996) “Celebremos o mistério”, NRMS (77/79): 46-48.
(1996) “Cristo desceu às águas do Jordão”, NRMS (80): 16-18.
(1996) “Na água santa do baptismo”, NRMS (80): 16.
(1996) “Oh que pão, oh que comida”, NRMS (77/79): 18-19.
(1996) “Pão dos anjos, pão do céu”, NRMS (77/79): 24-25.
(1997) “Ave Maria Senhora”, NRMS (81): 12-14.
(1997) “Confirmai, Senhor, o que em nós fizestes”, NRMS (82/83): 34-35.
(1997) “O Espírito do Senhor encheu a terra”, NRMS (82/83): 32-33.
(1997) “Senhor, nada somos sem Ti”, NRMS (84): 12-13.
(1997) “Todos ficaram cheios do Espírito Santo”, NRMS (82/83): 36-37.
(1997) “Vamos proclamar pelo mundo inteiro”, NRMS (82/83): 15-17.
(1998) “Bendita a Virgem Maria”, NRMS (86): 5-6.
(1998) “Com Maria e José”, NRMS (88): 10-11.
(1998) “Exultai de alegria no Senhor”, NRMS (87): 22-24.
(1998) “Louvai, louvai ao Senhor”, NRMS (85): 12-14.
(1999) “Aleluia! Glória a Deus”, NRMS (92): 9-12.
(1999) “Deus é Pai, Deus é amor”, NRMS (90/91): 44.
(1999) “Eis o servo fiel e diligente”, NRMS (89): 5-7.
(1999) “Saciastes o vosso povo”, NRMS (90/91): 42-43.
(1999) “Senhor, que nos dais guarida”, NRMS (90/91): 24-26.
(1999) “Vós sois o pão vivo”, NRMS (90/91): 39.
(2000) “Alegra-te, filha de Sião”, NRMS (95/96): 30-31.
(2000) “Eis que vem o nosso Rei”, NRMS (95/96): 32-33.
(2000) “Escutai-me, Senhor, e respondei-me”, NRMS (94): 14-15.
(2000) “Eu venho sem demora”, NRMS (95/96): 34-35.
(2000) “Não temas, Maria”, NRMS (95/96): 36-37.
(2000) “O Senhor virá sem demora”, NRMS (95/96): 27-29.
(2000) “Sagrado Coração de Jesus redentor”, NRMS (93): 5-7.
(2001) “Exultai de alegria, cantai hinos”, NRMS (97): 5-7.
(2001) “Cantarei ao Senhor pelo bem”, NRMS (98): 9-11.
(2001) “Senhor, tende piedade”, NRMS (99/100): 7.
(2001) “Glória”, NRMS (99/100): 32-36.
(2001) “Santo”, NRMS (99/100): 47.
(2001) “Cordeiro de Deus”, NRMS (99/100): 58-59.

MANUEL ALAIO

Obra editada na Nova Revista de Música Sacra

(1978) “Bendito o que Deus envia”, NRMS (5): 15-16.
(1988) “Bendito e louvado seja”, NRMS (48): 18-19.

MANUEL DE FARIA BORDA

Obra editada na Nova Revista de Música Sacra

(1971) “Aleluia”, NRMS (4, 1ª série): 11.
(1971) “Todos os confins da terra”, NRMS (4, 1ª série): 10-11.
(1972) “Pecámos, Senhor”, NRMS (5, 1ª série): 13.
(1972) “Vinde todos pressurosos”, NRMS (6, 1ª série): 7.
(1978) “Vinde, Senhor, não tardeis”, NRMS (7, 2ª série): 4-6.
(1979) “Aclamações da anáfora II (Crianças)”, NRMS (11/12, 2ª série): 18-20.
(1979) “Cordeiro de Deus”, NRMS (11/12, 2ª série): 21.
(1979) “Nós te cantamos”, NRMS (10, 2ª série): 18.
(1979) “Santo”, NRMS (11/12, 2ª série): 19.
(1979) “Senhor, tende piedade de nós”, NRMS (11/12, 2ª série): 18.
(1980) “Cantemos todos alegres”, NRMS (15): 16-17.
(1981) “Morada eterna do Altíssimo”, NRMS (19/20): 18-19.
(1982) “ Hossana a Deus nas alturas”, NRMS (24): 10-11.
(1983) “Adoramos, Senhor, a vossa Cruz”, NRMS (25): 11.
(1984) “Não demoreis, ó Salvador”, NRMS (31): 5.
(1985) “Vinde, Espírito Divino”, NRMS (35): 5.
(1986) “Aclamai o Senhor terra inteira”, NRMS (37): 8-9.
(1986) “Adorarás o Senhor, teu Deus”, NRMS (40): 16-17.
(1986) “Eis o tempo favorável”, NRMS (40): 17-18.
(1986) “Glória a Deus”, NRMS (38): 10-11.
(1986) “Subimos para Jerusalém”, NRMS (40): 19.
(1987) “A minha boca proclamará”, NRMS (43): 15.
(1987) “Alegrai-vos, ó Virgem Maria”, NRMS (41): 41.
(1987) “Bendita sejais, ó Virgem”, NRMS (41): 8-9.
(1987) “Comemos, ó Senhor, do mesmo pão”, NRMS (43): 18.
(1987) “Cordeiro de Deus”, NRMS (43): 10-11.
(1987) “Ficai connosco, Senhor”, NRMS (43): 19.
(1987) “Iremos com alegria”, NRMS (43): 5.
(1987) “Levamos ao vosso altar”, NRMS (43): 14.
(1987) “Louvarei para sempre”, NRMS (43): 17.
(1987) “O cálice de bênção”, NRMS (43): 16.
(1987) “Ó Cruz bendita”, NRMS (43): 20.
(1987) “Santo”, NRMS (43): 8-10.
(1987) “Senhor, misericórdia”, NRMS (43): 6-7.
(1987) “Vós sois a glória de Jerusalém”, NRMS (41): 9-10.
(1988) “Cantai ao Senhor um cântico novo”, NRMS (48): 16.
(1988) “Não temas, povo de Deus”, NRMS (47): 5
(1988) “Naquela noite escura”, NRMS (47): 10-11.
(1988) “Reunidos em nome do Senhor”, NRMS (49): 19.
(1989) “Cordeiro de Deus” – da Missa em honra de Santo António, NRMS (50/51): 41-42.
(1989) “Santo” – da Missa em honra de Santo António, NRMS (50/51): 35-36.
(1989) “Senhor, tende piedade de nós”, NRMS (50/51): 11-12.
(1990) “Eis o tempo favorável”, NRMS (53): 10-11.
(1990) “Quem perder a vida”, NRMS (54): 11.
(1990) “Se alguém me servir”, NRMS (54): 10-11
(1990) “Se alguém quiser seguir-me”, NRMS (54): 9.
(1991) “Anunciai a todos os povos”, NRMS (58): 7.
(1991) “Tomé, porque me viste, acreditaste”, NRMS (57): 18.

MANUEL FARIA

Obra editada na Nova Revista de Música Sacra

(1971) “A nosso Deus, Bondade infinita”, NRMS (1): 3.
(1971) “No Senhor Omnipotente”, NRMS (1): 4.
(1971) “A Eucaristia é isto”, NRMS (1): 5-6.
(1971) “Tudo é grande e tem valor”, NRMS (1): 6.
(1971) “Todos juntos, neste dia”, NRMS (1): 21.
(1971) “Cantemos o Senhor que nos salvou”, NRMS (1): 22.
(1971) “Deus fez maravilhas”, NRMS (2): 4.
(1971) “Graças Vos dou, Senhor”, NRMS (2): 5.
(1971) “Aleluia”, NRMS (2): 6.
(1971) “Louvado sejais, Senhor”, NRMS (2): 20-21.
(1971) “Bendita e louvada seja”, harm., NRMS (2): 23.
(1971) “Com profundo amor”, NRMS (2): 24-25.
(1971) “Exultemos e cantemos de alegria”, NRMS (2): 25.
(1971) “Enviai, Senhor, o vosso Espírito”, NRMS (2): 26.
(1971) “A Hóstia branca do nosso altar”, NRMS (3): 5.
(1971) “Não fui eu, vosso Deus”, NRMS (3): 6.
(1971) “Jerusalém do Alto”, NRMS (3): 7-8.
(1971) “Hoje nasceu o nosso Salvador”, NRMS (4): 9.
(1971) “Hoje sobre nós resplandeceu uma luz”, NRMS (4): 10-11.
(1971) “A Cheia de graça nós vimos saudar”, NRMS (4): 17-18.
(1972) “Vinde e adoremos o Senhor”, NRMS (5): 7.
(1972) “Cristo, Filho de Deus”, NRMS (5): 7.
(1972) “Todos pecamos”, NRMS (5): 7-8.
(1972) “Qual Cordeiro inocente”, NRMS (5): 8.
(1972) “Não foi com ouro ou prata”, NRMS (5): 9.
(1972) “Sepultado o Senhor”, NRMS (5): 9.
(1972) “Morreu o nosso Pastor”, NRMS (5): 10.
(1972) “Bendita e louvada seja”, harm., NRMS (5): 15-16.
(1972) “Chora, povo meu”, NRMS (5): 17.
(1972) “Outrora São José”, NRMS (5): 18.
(1972) “Morada eterna do Altíssimo”, NRMS (6): 9.
(1972) “Neste dia, Senhor”, NRMS (6): 11.
(1972) “Santo Anjo do Senhor”, NRMS (6): 12-13.
(1972) “Louvemos o Senhor”, NRMS (7): 3.
(1972) “Aceitai, Senhor, a nossa humildade”, NRMS (7): 4.
(1972) “Senhor, que o vosso Corpo”, NRMS (7): 5.
(1972) “Bendito seja o vosso Santo Nome”, NRMS (7): 5-6.
(1972) “Que temos e somos”, NRMS (7): 9.
(1972) “É Jesus que vem dar-nos Jesus”, NRMS (7): 10-11.
(1972) “As tuas mãos beijamos”, NRMS (7): 12.
(1972) “Bendito, bendito e louvado seja”, NRMS (7): 13.
(1972) “Tu es sacerdos”, NRMS (7): 16-17.
(1972) “Bendito e louvados seja”, harm., NRMS (7): 18.
(1972) “Seja tua esposa abundante videira”, NRMS (8): 9-11.
(1972) “Corações por Deus unidos”, NRMS (8): 12-13.
(1972) “Glória e louvor ao Verbo Divino”, NRMS (8): 14.
(1973) “Vinde, adoremos o Senhor”, NRMS (11): 3.
(1973) “Louvarei o Senhor”, NRMS (11): 6.
(1973) “Salvai, Senhor, a minha alma”, NRMS (11): 7.
(1973) “Amar-Te sem medida”, NRMS (11): 9.
(1973) “Senhor Jesus, Caminho, Verdade e Vida”, NRMS (11): 10.
(1973) “A nossa alma, que Deus nos dá”, NRMS (11): 11.
(1973) “De joelhos, com amor”, NRMS (11): 11.
(1973) “Bendito seja Deus”, NRMS (11): 12.
(1973) “Mãos postas, dizei comigo”, NRMS (11): 12.
(1973) “O Sinal da Santa Cruz”, NRMS (11): 13.
(1973) “Povos da terra, exaltai”, NRMS (11): 16-18.
(1973) “Aos Mártires da Igreja”, NRMS (12): 10.
(1977) “Estais comigo, Senhor”, NRMS (1): 6-8.
(1977) “Senhor, nosso Deus, fazei-nos voltar”, NRMS (1): 18.
(1977) “Ó Nossa Senhora, cercada de luz”, NRMS (2): 3.
(1977) “Vinde, ó Santo Espírito”, NRMS (2): 6-8.
(1977) “Celebremos, cristãos”, NRMS (3): 3.
(1977) “Todas as nações recebeu”, NRMS (3): 4-5.
(1977) “Eterno Sacerdote e Rei Universal”, NRMS (3): 5-6.
(1977) “Salve, Jesus, Rei imortal”, NRMS (3): 7.
(1977) “Deus, vinde em meu auxílio”, NRMS (3): 8.
(1977) “Canta, Igreja, o Rei do mundo”, NRMS (3): 8-9.
(1977) “Cristo, sacerdote eterno”, NRMS (3): 9-10.
(1977) “Elevarei o cálice”, NRMS (3): 10-11.
(1977) “Senhor, Vós sois o caminho”, NRMS (3): 12-13.
(1977) “Deu-lhes o pão do céu”, NRMS (3): 13.
(1977) “Ó sagrado banquete”, NRMS (3): 14-15.
(1977) “Feliz o homem que pôs a sua esperança no Senhor”, NRMS (3): 16-17.
(1977) “Louvado seja o Senhor”, NRMS (4): 3.
(1977) “Louvado seja Deus”, arr., NRMS (4): 4-5.
(1977) “Ó meu Menino tão lindo”, harm., NRMS (4): 15.
(1977) “Ó Infante suavíssimo”, harm., NRMS (4): 16.
(1977) “Entrai, pastores, entrai”, harm., NRMS (4): 17.
(1977) “Vamos a Belém”, NRMS (4): 18.
(1978) “Ao grande e bom pastor”, NRMS (5): 17-18.
(1978) “Cantemos, cantemos”, NRMS (6): 3-4.
(1978) “Aleluia”, NRMS (6): 5.
(1978) “É dura a caminhada”, NRMS (6): 13.
(1978) “Ouçamos a palavra de Cristo”, harm., NRMS (6): 16.
(1978) “Veneremos, adoremos”, NRMS (6): 18.
(1978) “Bendito”, NRMS (6): 19
(1978) “Glória a Vós, Senhor Jesus”, NRMS (7): 5-6.
(1978) “Nós Vos louvamos, ó Deus”, NRMS (8): 16-19.
(1979) “Louvor e glória a Deus”, NRMS (9): 5-7.
(1979) “Atei os meus braços”, NRMS (9): 9-12.
(1979) “Já a cruz se levantou”, NRMS (9): 13-14.
(1979) “A terra inteira aclame o Senhor”, NRMS (9): 20.
(1979) “O meu coração exulta”, NRMS (10): 10-12.
(1979) “Caminhos da Virgem”, NRMS (10): 12-14.
(1979) “Aleluia”, NRMS (10): 20.
(1979) “Em cortejo da almas puras”, NRMS (11/12): 10-11.
(1979) “Tudo Vos damos em clara oferta”, NRMS (11/12): 16-17.
(1979) “Louvemos, louvemos”, NRMS (11/12): 26-27.
(1979) “Adoremos, adoremos”, NRMS (11/12): 30.
(1979) “Vamos embora, mas voltaremos”, NRMS (11/12): 31.
(1979) “Com os benditos anjos”, NRMS (11/12): 34-35.
(1979) “Pequenos e humildes somos nós”, NRMS (11/12): 36-37.
(1980) “Perdão, Senhor, perdão”, NRMS (13): 5.
(1980) “P’lo sangue derramado na Paixão”, NRMS (13): 14-15.
(1980) “Tende compaixão de nós, Senhor”, NRMS (13): 18.
(1980) “Salve, Virgem Dolorosa”, harm., NRMS (13): 19.
(1980) “Virgem dolorosa”, harm., NRMS (13): 20.
(1980) “Em coro altissonante e majestoso”, NRMS (14): 18-19.
(1980) “Esplendor que vem de Deus”, NRMS (14): 20.
(1980) “Alegra-te, ó minha alma”, NRMS (15): 5-7.
(1980) “Ó noite, trevas e nuvens”, NRMS (16): 5-6.
(1980) “Aleluia”, NRMS (16): 9.
(1980) “O Senhor é minha luz e salvação”, NRMS (16): 12-14.
(1981) “Somos a Igreja de Cristo”, harm., NRMS (17): 3-4.
(1981) “Oh! Que alegria quando me disseram”, NRMS (17): 14-16.
(1981) “A Santo António elevemos”, NRMS (18): 14-15.
(1981) “Os ossos humilhados”, NRMS (19/20): 12-13.
(1981) “Louvai ao Senhor”, NRMS (19/20): 14.
(1981) “Eu Vos glorifico, Senhor”, NRMS (19/20): 15.
(1981) “Eu sou a ressurreição e a vida”, NRMS (19/20): 16.
(1981) “Cristo ressuscitou”, NRMS (19/20): 17.
(1981) “Deus, vinde em nosso auxílio”, NRMS (19/20): 17.
(1981) “Eu sei que o meu Redentor vive”, NRMS (19/20): 37.
(1981) “Senhor, não me julgueis”, NRMS (19/20): 38-39.
(1982) “Louvor e glória a Vós”, NRMS (21): 5.
(1982) “O Hino da alegria”, NRMS (21): 6-9.
(1982) “Vós que fostes baptizados”, NRMS (22): 5-6.
(1982) “Ó Igreja Santa”, NRMS (22): 6-7.
(1982) “Ide por todo o mundo”, NRMS (23): 4-6.
(1982) “Dai a paz, Senhor”, NRMS (23): 6-7.
(1982) “Salvè, salvè, São Miguel”, NRMS (23): 18-19
(1983) “As crianças de Jerusalém”, NRMS (25): 3-5.
(1983) “Cruz fiel e redentora”, NRMS (25): 14-17.
(1983) “O Senhor ressuscitou verdadeiramente”, NRMS (25): 20.
(1983) “O Senhor vos abençoe”, NRMS (26): 8.
(1983) “Abençoai, Mãe bondosa”, NRMS (26): 9-11.
(1983) “Os dias são de luz”, NRMS (26): 12-13.
(1983) “Senhor, tende piedade de nós” (Missa em honra de São Jorge) ”, NRMS (27/28): 13-16.
(1983) “Glória”, NRMS (27/28): 17-24.
(1983) “Santo”, NRMS (27/28): 25-27.
(1983) “Cordeiro de Deus”, NRMS (27/28): 28-33.
(1983) “Olhai para mim, Senhor”, NRMS (27/28): 34-35.
(1983) “Reconhecemos, Senhor, a nossa culpa”, NRMS (27/28): 36-37.
(1983) “Pequei contra Vós, Senhor”, NRMS (27/28): 38-39.
(1983) “Guiai-me, Senhor”, NRMS (27/28): 40.
(1984) “Vós sereis meus amigos”, NRMS (29): 5
(1984) “Não há maior prova de amor”, NRMS (29): 18-19.
(1984) “Cantai, cantai alegremente”, NRMS (30): 5.
(1984) “Como promessa de cada hora”, NRMS (30): 6-7.
(1984) “O Senhor abençoará o seu povo”, NRMS (31): 14-15.
(1984) “Adeste, fideles”, harm., NRMS (31): 20.
(1984) “O estandarte da cruz proclama ao mundo”, NRMS (32): 4-5.
(1984) “Ó maravilha do amor de Deus”, NRMS (32): 5-6.
(1984) “Adoramos, Senhor, a vossa Santa Cruz”, NRMS (32): 6-7.
(1984) “Nós Vos adoramos e Vos bendizemos”, NRMS (32): 8.
(1984) “Crux fidelis inter omnis”, NRMS (32): 9-10.
(1985) “Nossa Senhora da Graça”, NRMS (33/34): 18-19.
(1985) “Coração Imaculado da Virgem”, NRMS (33/34): 22.
(1985) “Senhora de azul vestida”, NRMS (33/34): 30-32.
(1985) “Senhora, nós Vos louvamos”, NRMS (33/34): 34-39.
(1985) “O Sanctissima”, arr., NRMS (33/34): 40.
(1985) “Divino Espírito Santo”, NRMS (35): 6-7.
(1985) “Os justos viverão”, NRMS (36): 5.
(1986) “Deus vive na sua morada santa”, acomp., NRMS (38): 6-7.
(1986) “Despertai, Senhor, o vosso poder”, NRMS (39): 7.
(1987) “Chegou a hora mais alta”, NRMS (44): 20.
(1988) “Por Cristo e em Cristo”, NRMS (45): 14-16.
(1990) “Enquanto combatemos”, NRMS (54): 18-19.
(1990) “Amai os vossos inimigos”, NRMS (54): 20.
(1990) “Cantem, cantem os anjos”, NRMS (56): 19-20.
(1993) “Oh! Que alegria”, NRMS (67): 8-9.
(1993) “Cantemos, cantemos”, NRMS (68): 18-20.
(1996) “Veneremos, adoremos”, NRMS (77/78/79): 38-39.
(1998) “Aleluia”, NRMS (87): 21.

MANUEL LUÍS

Obra editada na Nova Revista de Música Sacra

(1971) “Aclamai o Senhor, porque Ele é bom”, NRMS (2): 14.
(1971) “Aleluia”, NRMS (2): 15-16.
(1971) “Deus abençoou a nossa terra”, NRMS (4): 4.
(1971) “Estai comigo, Senhor”, NRMS (1): 8-9.
(1971) “Felizes os convidados”, NRMS (4): 5.
(1971) “Glória a Vós, ó Cristo”, NRMS (1): 10.
(1971) “Vinde, Senhor, a Igreja Vos espera”, NRMS (4): 3.
(1972) “Cantarei eternamente”, NRMS (6): 10.
(1972) “Como a planta ressequida”, NRMS (6): 3.
(1972) “Feliz o homem que teme”, NRMS (8):7.
(1979) “Eterno Criador do Universo”, NRMS (9): 8.
(1979) “Virgem Mãe do mesmo Deus”, NRMS (10): 15.
(1980) “Cobriu-se a terra de luto”, NRMS (13): 12-13.
(1980) “Virgem Santa e Imaculada”, NRMS (15): 19-20.
(1981) “Nós te rogamos”, NRMS (19/20): 10-11.
(1982) “Nasceu o Sol da Páscoa gloriosa”, NRMS (21): 15.
(1983) “Do seu santuário, vos ajude”, NRMS (26): 6-7.
(1984) “O Senhor ressuscitou verdadeiramente”, NRMS (32): 13.
(1985) “Como é bela e formosa”, NRMS (33/34): 14.
(1985) “Como é suave, Senhor”, NRMS (36): 8-9.
(1986) “Cantai alegremente”, NRMS (38): 5.
(1986) “Cantai ao Senhor porque é eterno”, NRMS (37): 6-7.
(1990) “Bem-aventurados os que têm fome”, NRMS (53): 16-17.

MANUEL RODRIGUES DE AZEVEDO

Obra editada na Nova Revista de Música Sacra

(1973) “Senhor Jesus Cristo”, NRMS (12): 11.
(1973) “Levantando-se Jacob”, NRMS (12): 12.
(1973) “Este lugar é terrível”, NRMS (12): 13.
(1973) “Deus, vinde em nosso auxílio”, NRMS (12): 13.
(1973) “A casa do Senhor”, NRMS (12): 14.
(1973) “Esta é a casa do Senhor”, NRMS (12): 14.
(1973) “Esta é a casa de Deus”, NRMS (12): 15.
(1973) “Assisti-nos, Deus único”, NRMS (12): 15.
(1973) “Subirei ao altar do Senhor”, NRMS (12): 16.
(1973) “Entrai, santos de Deus”, NRMS (12): 16.
(1973) “Ungiu-te o Senhor”, NRMS (12): 17.
(1973) “Vinde, Espírito Santo”, NRMS (12): 17.
(1973) “Confirmai, ó Deus”, NRMS (12): 18.
(1973) “Sagrada Esposa de Cristo”, NRMS (12): 18.

MANUEL SIMÕES

Obra editada na Nova Revista de Música Sacra

(1971) “Irmãos cantemos ao Senhor”, NRMS (2, 1ª série): 8-9.
(1971) “Louvai ao Senhor com tudo”, NRMS (2, 1ª série): 9-10.
(1971) “Louvor a Vós, Rei da eterna glória”, NRMS (1, 1ª série): 14.
(1971) “O nosso Deus é Deus de amor”, NRMS (2, 1ª série): 7.
(1971) “O Senhor é clemente e cheio de compaixão”, NRMS (1, 1ª série): 13.
(1972) “Diz o Senhor: Aquele que beber”, NRMS (6, 1ª série): 4-5.
(1972) “Louvai ao Senhor, aleluia”, NRMS (8, 1ª série):8.
(1973) “Andarei na presença do Senhor”, NRMS (11, 1ª série): 4.
(1973) “Deus nos visitou”, NRMS (11, 1ª série): 8.
(1973) “Felizes os homens”, NRMS (11, 1ª série): 5.
(1977) “Louvarei para sempre”, NRMS (2, 2ª série): 12-13.
(1978) “Hóstia santa, penhor de salvação”, NRMS (6, 2ª série): 17.
(1978) “Nossos cânticos se elevem”, NRMS (8, 2ª série): 14-15.
(1978) “Ó verdadeiro corpo do Senhor”, NRMS (7, 2ª série): 7-9.
(1979) “Aleluia”, NRMS (9, 2ª série): 19.
(1979) “Lembrai-vos que vos pertenço”, NRMS (10, 1ª série):16-17.
(1979) “O Espírito do Senhor encheu a terra”, NRMS (9, 2ª série): 18.
(1980) “Abri, Senhor, os meus lábios”, NRMS (19/20, 2ª série): 3.
(1980) “Kyrie eleison”, NRMS (13): .
(1980) “Meia noite dada” (harm.), NRMS (15): 14-15.
(1980) “Santa Maria, Senhora da Luz”, NRMS (14): 16-17.
(1980) “Senhor, misericórdia”, NRMS (13, 1ª série): 6.
(1980) “Vós me salvastes, Senhor”, NRMS (16): 10-11.
(1981) “Dai-nos a vossa misericórdia”, NRMS (17): 6-7.
(1981) “Formaste-me da terra”, NRMS (19/20): 5-6.
(1981) “Minha alma tem sede de Deus”, NRMS (19/20): 7.
(1981) “Senhor da vida e da morte”, NRMS (19/20): 4.
(1981) “Senhor, vinde em meu auxílio”, NRMS (19/20): 6.
(1981) “Todos os que estão no sepulcro”, NRMS (19/20): 9.
(1982) “Eterno Criador do Universo”, NRMS (23): 16-17.
(1982) “Sabei que o nosso Deus”, NRMS (24): 3-4.
(1983) “Cristo, nosso Cordeiro Pascal”, NRMS (25): 19.
(1983) “Fontes do Senhor, bendizei”, NRMS (25): 18.
(1983) “Toda a nossa glória está na Cruz”, NRMS (25): 7.
(1984) “Aclamações da anáfora II (crianças)”, NRMS (30): 10-13.
(1984) “Bendito e louvado seja o sagrado nascimento” (harm.), NRMS (31): 19.
(1984) “Cordeiro de Deus”, NRMS (30): 13.
(1984) “O Anjo do Senhor”, NRMS (31): 6-7.
(1984) “Santo”, NRMS (30): 10-11.
(1984) “Senhor, tende piedade de nós”, NRMS (30): 9.
(1984) “Sois o meu refúgio”, NRMS (29): 10-11.
(1985) “Cordeiro de Deus”, NRMS (36): 18-19.
(1985) “Nome de Maria”, NRMS (33/34): 17.
(1985) “Ó Espírito Santo”, NRMS (35): 8-9.
(1985) “Ó Maria concebida sem pecado”, NRMS (33/34): 33.
(1986) “A mão do anjo tutelar” (trad. Adapt.), NRMS (38): 18-19.
(1986) “Cantai ao Senhor nosso Deus”, NRMS (38): 12-13.
(1986) “Ó meu Menino tão lindo” (harm.), NRMS (39): 20.
(1986) “Rainha dos Céus, alegrai-vos”, NRMS (37): 18-20.
(1987) “Bendita e louvada seja”, NRMS (41): 19-20.
(1987) “Santa Maria, Mãe de Deus”, NRMS (41): 20.
(1987) “Tu és Pedro”, NRMS (42): 14.
(1988) “Deus é o nosso refúgio”, NRMS (49): 8.
(1988) “Louvai o Senhor, todos”, NRMS (49): 10.
(1988) “O Senhor santificou a sua morada”, NRMS (49): 7.
(1988) “O Senhor santificou… Esta é a casa”, NRMS (49): 12-13.
(1988) “Ó vós que andais buscando”, NRMS (47): 12-13.
(1988) “Senhor, Vós sois grande”, NRMS (48): 17.
(1988) “Vamos com alegria”, NRMS (49): 9.
(1988) “Virão adorar-Vos, Senhor”, NRMS (49): 11.
(1989) “Acto penitencial – fórmula B”, NRMS (50/51): 7.
(1989) “Branca estais colorada”, NRMS (52): 12-14.
(1989) “Cordeiro de Deus” (da Missa Breve), NRMS (50/51): 43.
(1989) “Glória”, NRMS (50/51): 16-18.
(1989) “Santo”, NRMS (50/51): 37.
(1990) “Desde o nascer do sol”, NRMS (56): 17-18
(1990) “Povos da terra, louvai ao Senhor”, NRMS (55): 16.
(1991) “Cristo, Verbo de Deus Pai”, NRMS (59): 5.
(1991) “Derramarei sobre vós água pura”, NRMS (58): 10-12.
(1991) “O Espírito de Deus enche o Universo”, NRMS (58): 13-14.
(1991) “Os povos proclamam a sabedoria”, NRMS (59): 12-13.
(1992) “Brilhe a vossa luz diante dos homens”, NRMS (63): 7-8.
(1992) “Desce o orvalho sobre a terra”, NRMS (64): 10-11.
(1992) “Louvai, nações do universo”, NRMS (63): 9-11.
(1992) “Pela palavra de Jesus”, NRMS (62): 9-11.
(1992) “Troquemos o instante pelo eterno”, NRMS (61): 17-20.
(1992) “Vem depressa, Senhor”, NRMS (64): 5-7.
(1993) “Desde o romper da alvorada”, NRMS (65): 10.
(1993) “O Espírito de Deus os escolheu”, NRMS (66): 20.
(1993) “Preparei para vós um reino”, NRMS (66): 13-15.
(1993) “Recordamos neste dia três mistérios”, NRMS (68): 16-17.
(1993) “Rei Herodes, porque temes”, NRMS (68): 11.
(1993) “Senhor, quebrastes os laços da morte”, NRMS (65): 5-7.
(1993) “Vós, Senhor, que a luz criastes”, NRMS (67): 17.
(1994) “Felizes os que esperam no Senhor”, NRMS (71/72): 22-23.
(1994) “Ficai connosco, Senhor, e abençoai-nos”, NRMS (71/72): 42-43.
(1994) “Ó Deus, autor da luz”, NRMS (70): 15-16.
(1996) “Alegres tirareis a água pura” (harm.), NRMS (80):
(1997) “Confirmai, Senhor, o que em nós operou”, NRMS (82/83): 19-20.
(1997) “Oh Deus te salve, Maria”, NRMS (81): 16-17.
(1997) “Rainha dos anjos pura” (harm.), NRMS (81): 15.

MANUEL VALENÇA

Obra editada na Nova Revista de Música Sacra

(1986) “Quem vos escolheu, Rainha dos Céus”, NRMS (37): 16-17.
(1987) “Vinde, comei do meu pão”, NRMS (42): 13.
(1988) “Felizes os que habitam na vossa casa, Senhor”, NRMS (48): 9.
(1991) “A toda a hora bendirei o Senhor”, NRMS (60): 19-20.

MIGUEL CARNEIRO

Obra editada na Nova Revista de Música Sacra

(1979) “Uma certeza nos guia”, NRMS (11/12): 12-13.
(1980) “Corri, Senhor, pela estrada larga”, NRMS (13): 8-9.
(1981) “Desde toda a eternidade”, harm., NRMS (18): 5.
(1982) “Exulta de alegria no Senhor”, NRMS (21): 3-4.
(1984) “Kyrie, eleyson”, NRMS (32): 3.
(1985) “O povo de Deus te aclama”, NRMS (33/34): 8-9.
(1985) “Gloriosa Mãe de Deus”, NRMS (33/34): 23-25.
(1985) “Nós somos jovens”, NRMS (35): 16-18.
(1985) “Que bom, Senhor”, NRMS (36): 10-11.
(1986) “Da flor da farinha alimentou”, NRMS (37): 10-11.
(1986) “A minha alma tem sede de Vós”, NRMS (40): 5-7.
(1987) “Em redor do teu altar”, NRMS (42): 15.
(1989) “Nos dias do Senhor”, NRMS (52): 5.
(1994) “Um para o outro fostes criados”, NRMS (71/72): 26-28.
(1994) “Reunidos em Igreja”, NRMS (71/72): 47-49.
(1995) “Para Vós, Senhor, a minha alegria”, NRMS (73/74): 20-21
(1995) “Aceitai, Senhor, a nossa alegria”, NRMS (73/74): 24-25.
(1995) “Senhor, p’ra Ti meu canto jovem”, NRMS (73/74): 28-29.
(1995) “A minha alma louva o Senhor”, NRMS (76): 13-15.
(1996) “Eucaristia, celeste alimento”, NRMS (77/78/79): 9-11.
(1996) “Água do lado de Cristo”, NRMS (80): 8-11.
(1997) “Deus te salve, claro exemplo”, NRMS (81): 5-7.
(1997) “Se alguém tem sede”, NRMS (82/83): 22-25.
(1997) “É bom louvar-Te, Senhor”, NRMS (84): 18-20.
(1998) “Subirei alegre ao altar de Deus”, NRMS (87): 7-9.
(1999) “Nós vos louvamos, José”, NRMS (89): 14-16.
(1999) “Vinde à presença de Deus”, NRMS (90/91): 19-21.
(1999) “Escutai, Senhor, a prece”, NRMS (90/91): 30-32.
(1999) “Se escutais a Cristo Rei”, NRMS (92): 20-23.
(2000) “A Ti, Jesus, nós vamos”, NRMS (93): 14-17.
(2000) “Senhor, fica connosco”, NRMS (94): 9-11.
(2000) “Preparai os caminhos”, NRMS (95/96): 14-16.
(2001) “Cristo ressuscitou”, NRMS (97): 8-10.
(2001) “Aleluia”, NRMS (97): 20.
(2001) “Adorai o Senhor”, NRMS (98): 5-8.
(2001) “Glória”, NRMS (99/100): 20-26.
(2001) “Santo”, NRMS (99/100): 48-49.
(2001) “Cordeiro”, NRMS (99/100): 68.

P. CHAMOIM

Obra editada na Nova Revista de Música Sacra

(1977) “Jesus morre no Calvário”, NRMS (1): 5.

[ António José Ferreira, 2001 ]

Até 2001, trabalho a completar

Santa Cecília ao órgão, com anjo, de Jacques Blanchard

Santa Cecília, padroeira dos músicos

Santa Cecília é uma santa cristã do século II, da qual se tem poucas informações biográficas. É conhecida como padroeira dos músicos e da música sacra, por constar que ao morrer, cantou a Deus. Terá sido martirizada entre 176 e 180, sob o império de Marco Aurélio. “Escavações arqueológicas não deixam dúvidas sobre sua existência, mas sua história só foi registrada no século V, na narrativa Paixão de Santa Cecília”.

Santa Cecília é a santa da Igreja Católica que mais tem basílicas em Roma (nenhuma outra santa conseguiu tal feito) e é uma das santas mais veneradas da Idade Média, além de ser a primeira santa encontrada com corpo incorrupto, no ano de 1599, mesmo depois de tantos séculos.

São numerosas as suas representações na pintura, a tocar órgão de tubos, violino, bandolim, piano, cravo, acompanhada de um ou mais anjos, por vezes músicos. Aparece também representada na companhia de outros santos.

Santa Cecília ao órgão

Rafaello Sanzio

(1516-1517), Êxtase de Santa Cecília, pormenor, Rafaello Sanzio (Itália, 1483-1520). Ao centro, Santa Cecília; à esquerda, São Paulo, à direita, Maria Madalena; atrás, Santa Augustina e São João Evangelista.

(1516-1517), Êxtase de Santa Cecília, Rafaello Sanzio (1483-1520). Ao centro, Santa Cecilia; à esquerda, São Paulo, à direita, Maria Madalena; Santa Augustina e São João Evangelista, atrás.

Êxtase de Santa Cecília de Raffaello Sanzio

Orazio Gentileschi

(séc.XVI/XVII), Orazio Gentileschi (Itália, Piza, 1553-1639)

Santa Cecília de Orazio Gentileschi

Santa Cecília de Orazio Gentileschi

Orazio Gentileschi e Giovanni Lanfranco

(c. 1617/1618 e c. 1621/1627), Orazio Gentileschi e Giovanni Lanfranco

Artemisia Gentileschi

(1620?), Artemisia Gentileschi (Itália, 1593-1652/1653)

Simon Vouet

(c. 1626) Simon Vouet (França, 1590-1649), óleo sobre tela, Blanton Museum of Art

Santa Cecília, de Simon Vouet, Blanton Museum of Art

Santa Cecília de Simon Vouet

Carlo Bononi

(c. 1630), atribuído a Carlo Bononi (Itália, 1569?-1632), óleo sobre tela

Santa Cecília de Carlo Bononi

Santa Cecília de Carlo Bononi

Peter Paul Rubens

(1639/1640), Peter Paul Rubens (Flandres, na atual Bélgica, 1577-1640), óleo sobre tela

Santa Cecília de Peter Paul Rubens

Santa Cecília de Peter Paul Rubens

Il Sasoferrato

(séc. XVII, 1ª metade) Il Sasoferrato [ Giovanni Battista Salvi da Sassoferrato] (Itália, Nápoles, 1635-1650), Museo Poldi Pezzoli

Il Sasoferrato (1635-1650), Museo Poldi Pezzoli

Santa Cecília, Il Sasoferrato

Cornelis de Baellieur, o Velho

(1647) Cornelis de Baellieur, o Velho (Flandres, 1607–1671, colab. Frans Francken III), óleo sobre tela

Santa Cecília, de Cornelis de Baellieur o Velho

Santa Cecília de
Cornelis deBaellieur o Velho

Guercino

(1649) Guercino [ Giovanni Francesco Barbieri, Il Guercino ] (Itália, 1591-1666), óleo sobre tela

Santa Cecília

Santa Cecília de Il Guercino

Justus Sustermans

(século XVII), atribuído a Justus Sustermans (1597-1681), óleo sobre tela, National Trust, Stourhead (Inglaterra)

Santa Cecília atribuída a Justus Sustermans

Santa Cecília atribuída a Justus Sustermans

Carlo Dolci

(1671), Carlo Dolci (Itália, 1616-1686)

Nicola Monare

(séc. XVII), Nicola Monare (Itália, XVII)

Santa Cecília de Nicola Monare

Santa Cecília de Nicola Monare

Jacques Blanchard

(séc. XVII, primeira metade), Jacques Blanchard (França, 1600-1638)

Santa Cecília ao órgão, com anjo, de Jacques Blanchard

Santa Cecília de Jacques Blanchard

Pietro da Cortona

(séc. XVII), Pietro da Cortona [ Pietro Berrettini ] (Itália, 1596-1669)

Santa Cecília, Pietro da Cortona

Santa Cecília de Pietro da Cortona

Charles-François Poerson

(séc. XVII-XVIII) Charles-François Poerson (França, 1653-1725)

Onorio Marinari

(séc. XVII-XVIII) Onorio Marinari (Itália, Florença, 1627-1715)

Santa Cecília, Onorio Marinari (Itália, Florença, 1627-1715)

Santa Cecília de Onorio Marinari

Johann Ziegler

(séc. XVIII/XIX), Johann Ziegler (Alemanha/Áustria, 1749-1812)

Santa Cecília de Johann Ziegler (Alemanha/Áustria, 1749-1812)

Santa Cecília de Santa Cecília de Johann Ziegler

Anton Joseph Dräger

(1823), Anton Joseph Dräger (Alemanha, 1794-1833)

(1823), Anton Joseph Dräger (Alemanha, 1794-1833)

Santa Cecília de Anton Joseph Dräger

Simon Glucklich

(1886), Simon Glucklich (Alemanha, 1863-1943)

Santa Cecília ao órgão acompanhada por anjos

Santa Cecília de Simon Glucklich

John Melhuish Strudwick

(1896), John Melhuish Strudwick (Reino Unido, 1849-1935)

Sidney Meteyard

(séc. XIX-XX), Sidney Meteyard (Reino Unido, 1868-1947)

Edward Reginald Frampton

(séc. XIX) Edward Reginald Frampton (Reino Unido, 1872-1903)

Edward Reginald Frampton (Reino Unido, 1872-1903)

Santa Cecília de Edward Reginald Frampton

Ludomir Slendzinski

(1973) Prelude – Saint Cecily (1973), Ludomir Slendzinski (Polónia, 1889-1980)

Johann Scheffer von Leonhardshof

(1820) Johann Scheffer von Leonhardshof (Áustria, 1795-1822), Museu Diocesano de Olomouc

Santa Cecília de Johann Scheffer von Leonhardshof (Áustria, 1795-1822)

Santa Cecília de Johann Scheffer von Leonhardshof

Santa Cecília com anjos

Orazio Gentileschi

(1625), Orazio Gentileschi (Itália, 1563-1639)

Antiveduto Gramatica

(1620-25), Antiveduto Gramatica (Itália, 1571-1626)

Carlo Saraceni

(c. 1610), Carlo Saraceni (Itália, 1579-1620)

Santa Cecília tocando harpa

Abate Ciccio

(séc. XVII/XVIII), Abate Ciccio [ Solimena Francesco] (Itália, 1657-1747)

Santa Cecília, Abate Ciccio (Itália, 1657-1747)

Santa Cecília de Abate Ciccio

Anton Kern

Santa Cecília de Anton Kern

Santa Cecília de Anton Kern

Santa Cecília ao cravo

Nicolas Poussin

(c. 1635), óleo sobre tela, Nicolas Poussin (França, 1594-1665)

Santa Cecília, Nicolas Poussin, 1627

Santa Cecília de Nicolas Poussin

Anónimo do séc. XVII

(séc. XVII), Anónimo (séc. XVII), Museu Nacional Frei Manuel do Cenáculo – Évora

Santa Cecília de anónimo do séc. XVII

Santa Cecília com violino

Guido Reni

(1606), Guido Reni (Itália, 1575-1642)

Bernardo Cavallino

(c. 1645), óleo sobre tela, Bernardo Cavallino (1616-1646), Museum of Fine Arts, Boston (EUA)

Santa Cecília, Bernardo Cavallino (1616-1646), Museum of Fine Arts, Boston (EUA)

Santa Cecília de Bernardo Cavallino

Simone Cantarini

(séc. XVII), óleo sobre tela, Simone Cantarini (Itália, 1612-1648)

Santa Cecília, Simone Cantarini (Itália, 1612-1648)

Santa Cecília de Simone Cantarini

Anónimo

(séc. XVII), Santa Cecília em êxtase (Itália, seguidor do estilo de Guido Reni)

Santa Cecília, por anónimo bolonhês do século XVII

Santa Cecília de anónimo bolonhês do séc. XVII

Santa Cecília ao piano

Max Ernst

(1923) The Shrine of Saint Cecilia – The invisible piano, Max Ernst (Alemanha/EUA, 1891-1976)

Santa Cecília com alaúde

Artemisia Gentileschi

(1620), Artemisia Gentileschi (Itália, 1593-1652/1653)

Santa Cecília, Artemisia Gentileschi (Itália, 1593-1652/1653)

Santa Cecília de Artemisia Gentileschi

Francisco da Silva Romão

(séc. XIX), Francisco da Silva Romão (Brasil, 1834-1895)

Santa Cecília de Francisco Romão da Silva, Brasil

Santa Cecília de Francisco Romão da Silva

Santa Cecília tocando espineta

Michiel Coxie

(1569), Michiel Coxie (Flandres, 1499-1592), óleo sobre tela

Santa Cecilia de Michiel Coxie

Santa Cecília de Michiel Coxie

Santa Cecília com contrabaixo

Domenico Zampieri

(séc. XVII) Domenico Zampieri [ Domenichino ] (Itália, 1581-1641)

Santa Cecília, de Domenichino

Santa Cecília de Domenichino

Santa Cecília com partitura

Giambattista Tiepolo

(séc. XIX) Giambattista Tiepolo (Itália, 1696-1770)

Santa Cecília, Giambattista Tiepolo (1696 - 1770)

Santa Cecília de Giambattista Tiepolo

(1895), John William Waterhouse (Inglaterra, 1849-1917)

A infância de Santa Cecília

Marie Spartali Stillman

(1883), Marie Spartali Stillman (Inglaterra, 1844-1927)

Mulher nobre como Santa Cecília

discípulo de Ambrosius Benson

An Unknown Noblewoman, as Saint Cecilia – discípulo de Ambrosius Benson

Santa Cecília com Valeriano e Tibúrcio

Orazio Gentilesch

(c. 1620), Orazio Gentilesch (Itália, 1563-1639)

[ António José Ferreira, Sandim, 22 de novembro de 2020 ]

Reciclanda

Reciclanda

O projeto Reciclanda promove a reutilização, reciclagem e sustentabilidade desde idade precoce.

Com música, instrumentos reutilizados, poesia e literaturas de tradição oral, contribui para o desenvolvimento global da criança e o bem estar dos idosos.

Contacto

António José Ferreira
962 942 759

Rilhafoles

A Música e a Missão

Música na Casa Mãe da Congregação da Missão

Convento de Rilhafoles

O Convento de Rilhafoles, depois Hospital de Rilhafoles e desde 1911 Hospital Miguel Bombarda GOB, pertenceu primeiramente à Congregação da Missão de São Vicente de Paulo e foi fundado por autorização pontifícia (Breve de 10 de Setembro de 1717) e do Cardeal-Patriarca D. Tomás de Almeida (alvará de 4 de Janeiro de 1717).

Também era designado por: Casa Mãe da Congregação da Missão, Casa da Congregação da Missão em Rilhafoles, Casa de São João e São Paulo, Casa de Rilhafoles.

Rilhafoles

Rilhafoles

Festas de Beatificação de S. Vicente de Paulo

A 27 de Setembro de 1727 tinha o Papa Bento XIII publicado um decreto que declarava a heroicidade das virtudes praticadas pelo Servo de Deus Vicente de Paulo.

A 14 de Julho de 1729 mandou publicar e expedir o Breve de Beatificação, ao qual se seguiu, a 13 de Agosto, outro que permitia a recitação do Ofício e a celebração da missa do Bem-aventurado no dia 27 de Setembro, aniversário da sua morte. Este favor era concedido à terra natal de Vicente de Paulo, às freguesias de Paris onde ele estabelecera as suas obras, e aos membros e casas da Congregação da Missão, bem como aos seus convictores e seminaristas.

Era autorizada outrossim, naquele ano, sob rito duples maior, a solenidade da Beatificação em dia autorizado pelo ordinário, mas não anterior à celebração da mesma solenidade em S. Pedro de Roma, onde devia realizar-se a 21 de Agosto. Podia fazer-se essa festa em todas as igrejas às quais fora concedida a missa e o ofício.

O Breve gratulatório ‘Si gloria hominis ex honore Patris’, mandado por Bento XIII, em 29 de Agosto de 1729, ao P.e Bonnet, Superior Geral, ao mesmo tempo que felicitava a Congregação, exortava-a a renovar-se no espírito do Beato Fundador.

Apesar de estar sozinho com o irmão, o P.e Joffreu não quis deixar de comemorar, como lhe fosse possível, o fausto acontecimento, e no dia 26 de Setembro de 1729 comunicou a Sua Majestade a intenção de celebrar no dia seguinte, em Rilhafoles, a missa do novo Bem-aventurado.

O rei, após um instante de surpresa, respondeu: “Bem, meu Padre, quero que essa missa seja solene. Há-de, pois, ser cantada, e cantadas serão também as vésperas. E eu mesmo quero assistir.”

Surpreendido com tal determinação, tomada assim de improviso, o P.e Joffreu opôs as suas dificuldades, agradecendo a Sua Majestade, mas alegando que lhe parecia impossível.

“Ora adeus! – diz do lado o Cardeal da Mota, que se encontrava presente – Com esses impossíveis é que Sua Majestade sabe fazer milagres!”

Tratou-se pois, imediatamente, de ornar o melhor possível a capela dos Padres da Missão, enquanto o rei dava por seu lado as suas ordens. Tudo se fez solenemente, como se projectara, e mais ainda.

Desde a alvorada do dia 27 foram rezadas várias missas, houve primeiras vésperas, missa solene, segundas vésperas e matinas cantadas. A tudo assistiu D. João V, mesmo às matinas, apesar de entrarem bastante pela noite adiante.

A missa foi celebrada e as Vésperas presididas por Mons. Ferreira, arcediago de Santa Cristina, e mais tarde dignitário da catedral. Às matinas oficiou o P.e Ambrósio Viedma, padre da diocese de Valença e músico da Patriarcal, que trouxe consigo a orquestra da mesma. Mais tarde foi este digno eclesiástico um dos convictores de Rilhafoles, e muito concorreu para a fundação de um asilo de órfãos.

Entre a assistência, além de Sua Majestade, figuraram algumas pessoas de distinção, e os religiosos capuchos do vizinho convento de Santo António. Da casa real, foram também, de manhã, o Príncipe D. José, e de tarde, a Rainha, a Princesa e a Infanta D. Francisca, bem como Sua Eminência o Cardeal da Mota, e o Sr. Patriarca.

O facto teve bastante notoriedade para ser assinalado, com relevo, pela ‘Gazeta de Lisboa’, o jornal da época, nos seus números de 29 de Setembro e de 6 de Outubro seguinte.

Não faltaram também, segundo o costume das grandes festas públicas, demonstrações de regozijo popular, estando à noite a casa da Missão brilhantemente iluminada.

As notícias que temos só nos falam em um dia de festa. Ter-se-á feito tríduo no ano seguinte, ao comemorar o aniversário desta data? Também não achamos vestígio desse tríduo nos apontamentos de que dispomos, mas no segundo volume dos Sermões de Rafael Bluteau encontram-se três panegíricos do Beato Vicente de Paulo com indicação de serem para as festas da sua Beatificação (61); é claro que estas não podiam ser as de 1729, pois a improvisação de tais festas não podia dar tempo a preparar qualquer panegírico, nem dele se faz menção no relato bastante pormenorizado que ainda temos.

É de notar que no exórdio do primeiro desses panegíricos, o P.e Bluteau refere uma circunstância pessoal que merece ser recordada:

“Perdoai, meu Santo – exclama ele – a confiança com que aceitei a honra de orador e panegirista da vossa glória neste tríduo da solenidade da vossa Beatificação”.

“Há mais de setenta anos que na cidade de Paris, na vossa casa de S. Lázaro, recebi, de joelhos, a vossa santa bênção, e no mesmo tempo vos vi lançado aos meus pés (humilhação excessiva) de que fiquei tão admirado e confuso que emudeci”.

“Mas quis Deus que se reservassem as palavras para estes dias em que já não vos considero, como naquele tempo, pela vossa veneranda canície, candidato da Eternidade, mas devotamente vos venero vestido do paludamento da glória sempiterna, possuidor da bem-aventurança”.

“Quando na vossa presença me prostrei em terra eu era de muito tenra idade, etc.”

Como quer que seja desse tríduo, é certo que o rei D. João V não deixou mais de ir, todos os anos, assistir em Rilhafoles à festa do dia 27 de Setembro, e ainda não deixou de se apresentar nessa data no ano de 1737, no ano da canonização, quando a Santa Sé acabava de fixar no dia 19 de Julho a festa litúrgica do Santo Fundador. Era particular a devoção que o rei tinha ao grande Santo da Caridade.

As festas da Beatificação foram um motivo de espiritual conforto para o P.e Joffreu, mas nem por isso modificaram a situação que tanto o fazia sofrer. A correspondência com o Visitador da Província de Roma, P.e della Torre, e por esse meio a comunicação com a sua família religiosa, era um lenitivo precioso na sua soledade, mas esse mesmo lhe foi tirado quando, após conflitos surgidos entre Lisboa e Roma, se consumou o corte das relações diplomáticas.

P.e BRÁULIO GUIMARÃES, Apontamentos para a História da Província Portuguesa da Congregação da Missão – Volume 1 – páginas 149 a 152.

Festas da canonização de S. Vicente de Paulo

Foi em 16 de Junho de 1737 que foi publicada a Bula de Clemente XII que inscrevia na lista dos Santos o nome glorioso do Beato Vicente de Paulo.

Tanto os seus filhos de Lisboa como o rei D. João V pensaram, desde logo em comemorar com solenidades condignas um tão jubiloso facto. Pensou-se primeiro em fazê-lo no mês de Outubro. Mas para que houvesse mais tempo para a devida preparação, o rei determinou que ficassem as festas para depois da Páscoa de 1738.

Por ser pequena e não estar concluída de todo a igreja de Rilhafoles, aventou-se a hipótese de se fazer a festa num templo mais amplo, chegando a indicar-se como mais próxima, a igreja do vizinho convento de S. António dos Capuchos.

O P. e Joffreu, insurgiu-se. Pequena a igreja? Mas mais pequeno era, antes dela, o oratório doméstico, e isso não impediu que nele se realizassem com esplendor, e com a presença de Sua Majestade, as festas da Beatificação.

O rei compreendeu, e condescendeu com o desejo do Padre a quem não queria desagradar. Ficou assente que as festas se fariam na igreja de Rilhafoles.

Uma primeira preparação para as festas foi a publicação, a expensas do rei, de uma Vida de S. Vicente de Paulo e das Regras Comuns da Congregação da Missão.

A ‘Vida de S. Vicente’ foi traduzida do espanhol, de Fr. João do SS. mo Sacramento, por D. José Barbosa, Teatino, LX 1738 fol. gr. – XX, 612 pág.

É uma bela edição, em óptimo papel, impressão nitidíssima, e gravuras de Debrie (retrato de S. Vicente a vinhetas).

Das “Regras” fizeram-se duas edições: uma in 8º, outra in 12º. São belos exemplares, com um prólogo que é, em latim, o resumo da Vida de S. Vicente, e com Bulas, em apêndice, que se não encontram na edição de Paris.

Delas se fez uma tiragem numerosa. O P.e Manuel José Vieira pôde dizer, hiperbolicamente, que se se conservassem todos os exemplares, havia com que dar um a cada membro da Congregação, mesmo que esta subsistisse até ao fim dos séculos!… Apesar disso, infelizmente, até para bibliotecas é hoje difícil encontrar algum.

Notaremos que, se a Vida de S. Vicente apareceu em 1738, um mês antes das festas, as Regras só apareceram cinco anos depois. Compreende-se facilmente que assim fosse, por ser a primeira publicação destinada ao público, com o fim de tornar conhecido o Santo, e a segunda, reservada à Comunidade, que quase não existia ainda em Portugal.

Para preparar mais directamente a festa, que seria um oitavário a começar no dia 19 de Julho, com a festa litúrgica de S. Vicente, foi ornada sumptuosamente a nova igreja da casa, que veio substituir, no mesmo lugar amplificado, a antiga e pequena capela da quinta de José de Melo, tornada primeiro oratório da Comunidade. O rei ofereceu, para a circunstância, uma rica lâmpada de prata, do valor de 500$000 reis, e ricas ornamentações deram ao interior do templo a majestade e beleza que convém às grandes solenidades.

As festas começaram no dia 18, que era uma quinta-feira, sendo cantadas as primeiras vésperas de S. Vicente com a assistência do rei, do príncipe herdeiro D. José, de D. Pedro, esposo da augusta D. Maria, e dos infantes D. António e D. Manuel.

Na casa ainda se conservou por muito tempo, datado de 14 de Julho e destinado ao príncipe D. José, um programa com indicação pormenorizada de todas as solenidades do oitavário.

No mesmo dia as segundas vésperas foram presididas pelo Deão da Igreja Patriarcal.

No dia 19, que era o da festa litúrgica e primeiro do oitavário, houve missa pontifical celebrada pelo Sr. Patriarca, ficando por isso para a função da tarde o panegírico do Santo, que foi pregado, com notável brilho, pelo nosso comensal, o distinto orador D. Mariano Gavila, já nosso conhecido.

Nesse dia, como em um outro da oitava, assistiu também a rainha, que habitualmente estava impedida por ter de ficar em Belém a velar a princesa sua filha que se encontrava doente.

Os outros dias da oitava foram repartidos entre as diferentes comunidades religiosas da cidade, das quais cada uma, no seu dia, fornecia, por via de regra, oficiante e pregador.

O segundo dia, 20, coube aos Padres Jesuítas, sendo pregador um Padre da Companhia, do Colégio de Évora, que veio propositadamente a Lisboa para esse fim, havendo no entanto missa pontifical em que celebrou um cónego da Sé.

O terceiro dia, 21, foi atribuído aos Cónegos Regulares da Divina Providência; foi ainda um cónego da Sé que oficiou à missa, mas o pregador foi o Cónego Regular D. José Barbosa cujo discurso foi impresso, e se conservava na biblioteca de Rilhafoles.

No quarto dia, 22, reservado aos Dominicanos, oficiou um religioso da Ordem, e pregou Fr. Manuel Coelho, antigo Reitor do Colégio de Coimbra, Prior do Convento de Lisboa, Provincial da sua Ordem e Deputado do Santo Ofício, em Lisboa.

O quinto dia, 23, coube aos Religiosos Agostinhos, celebrando um deles e pregando Fr. António da Piedade, antigo Prior do Convento da Graça, de Santarém, e autor do livro intitulado “Meio Dia Agustiniano”.

No sexto dia, 24, que pertenceu aos Trinitários, dos quais um celebrou a missa, foi pregador Fr. Manuel de São Tomás, que viria a morrer sob as ruínas do terremoto de 1755. O seu discurso, impresso, conservava-se no Convento da Trindade, e pereceu no incêndio que o devorou então.

O sétimo dia, 25, foi atribuído aos Carmelitas, que forneceram celebrante da missa e pregador do dia, que foi o antigo Provincial da Ordem, Fr. Filipe de Santa Teresa.

No dia 26, oitavo dia, houve, ofício pontifical em que celebrou um cónego da Patriarcal, sendo pregador um padre do Convento de Santo António da Convalescença, dos religiosos da Província de Santo António aos quais cabia esse dia.

Os religiosos de cada instituto assistiam às solenidades no dia que a esse instituto estava reservado.

Os três ofícios pontificais celebrados por cónegos durante este oitavário, foram-no em virtude de um privilégio concedido à Igreja Patriarcal por Clemente XI na Bula ‘In supremo’, de Novembro de 1716, recorrendo-se ao Cabido da Sé por terem coro particular nesses dias as ordens designadas para oficiar neles.

Todos os dias do oitavário, assistiram regularmente o rei e os príncipes, que vinham de manhã e ficavam para a tarde, passando na casa todo o dia. Todos os dias também eram os músicos da Patriarcal que vinham com as suas harmonias, contribuir para o esplendor e beleza dos actos litúrgicos.

O rei D. João V tomou à sua conta todas as despesas com as solenidades, querendo que nada faltasse à sua pompa e magnificência.

As festas terminaram no dia 26 com uma solene procissão em que foram conduzidas triunfalmente a imagem e as relíquias de S. Vicente de Paulo, com a assistência de todas as comunidades religiosas já referidas e do clero secular das freguesias da Pena, Socorro e S. José. Saindo do pátio de Rilhafoles dirigiu-se para a avenida, percorrendo o campo de Sant’Ana para regressar pela Rua da Cruz da Carreira.

À noite houve iluminações gerais dos conventos que tinham tomado parte nas festas, associando-se igualmente o dos Padres de S. Filipe Néri. A casa de Rilhafoles, naturalmente, não podia ficar atrás nestas demonstrações festivas, sendo magnífica a sua Iluminação.

O cronista faz notar que também o refeitório participou da festa, sendo a mesa servida naquelas dias com a profusão e magnificência que traduzia a régia generosidade. Cada dia tomavam parte nas refeições os religiosos que nesse dia tinham oficiado. Quiseram escusar-se os Jesuítas por não costumarem comer fora de casa, mas obrigou-os o rei, pondo à porta guardas que os não deixaram sair.

Tudo decorreu com a ordem, com esplendor, com a beleza e majestade que se podia desejar, para glória de Deus e do seu humilde servo Vicente de Paulo. Compreenda-se que ficasse consolado, e imensamente grato ao rei, o digno filho de S. Vicente que era o P.e Joffreu; mas consolação maior e motivo de gratidão mais viva, havia ele ainda de ter com um facto que havia de ser o mais apetecível fruto das festas que acabavam de celebrar-se.”

P.e BRÁULIO GUIMARÃES, Apontamentos para a História da Província Portuguesa da Congregação da Missão – Volume 1 – páginas 160 a 163)

Merecem destaque as diversas actuações da Orquestra da Patriarcal na Igreja da Casa-Mãe da Congregação da Missão, de Rilhafoles, certamente devido ao apoio do monarca à instituição. Já durante das festas da beatificação de S. Vicente de Paulo, em 1727, a sua música marcou presença.

Mas aquando das magníficas comemorações da canonização, em Julho de 1737, a recentemente construída Igreja acolheu oito dias consecutivos de uma das melhores Orquestras de música barroca da Europa, fundada e aperfeiçoada por D. João V e que rivalizava com a Orquestra do Vaticano.

Note-se que a Orquestra da Patriarcal, além da ser uma orquestra barroca alargada, dispunha de cantores para dois ou mais coros, a quatro vozes cada, e de solistas de elevadíssimo virtuosismo, alguns deles castratti italianos, e que o seu reportório, de influência italiana mas com características da tradição polifónica portuguesa, era constituído maioritariamente por obras de compositores portugueses do mais alto nível europeu, alguns dos quais haviam estudado em Roma, enquanto bolseiros do rei, como António Teixeira, Francisco António de Almeida e João Rodrigues Esteves, também músicos, e que, pelo menos os dois últimos, foram dirigentes e professores nessa orquestra e escola.

Nesses oito dias, na presença de D. João V, um melómano sabedor que não iria ouvir obras em repetição, decorreu na Igreja da Congregação da Missão em Rilhafoles, o que podemos considerar um prolongado Festival de música sacra barroca portuguesa, sabendo-se que no último dia das comemorações, após a procissão já referida, estas encerraram com um Te Deum, perante a assistência de muitos fiéis.

Um festival da mais sofisticada música europeia da época, com obras decerto muito variadas, desde as cantatas até aos monumentais Te Deum (um destes Te Deum, de António Teixeira, que sobreviveu ao terramoto de 1755, além de orquestra instrumental alargada, inclui 4 coros a 4 vozes cada, e 8 solistas).

Embora ainda hoje não se conheçam em pormenor o conjunto das actuações e digressões da Orquestra da Patriarcal, podemos afirmar que os espectáculos de Julho de 1738, na Casa-Mãe da Congregação da Missão, constituíram um acontecimento raro e de grande nível artístico, na história da música barroca portuguesa.

No Arquivo de Música da Biblioteca Nacional de Lisboa, encontram-se diversas obras dedicadas a S. Vicente de Paulo, que a seguir elencamos, com anotações dos serviços desse arquivo:

1- Novena de S. Vicente de Paulo, música manuscrita da autoria de António Leal Moreira, 1817.

2 – Responsórios de S. Vicente de Paulo. Manuscrito, para coro a quatro vozes e órgão, com partes para solista, Lisboa, 1835, Frei José Marques e Silva, entre 1800 e 1837, dedicado ao Conde do Redondo.

3 – Hymno das primeiras vésperas de S. Vicente de Paulo, manuscrito autógrafo, Frei José Marques e Silva, entre 1800 e 1837.

4 – Hymno das Matinas de S. Vicente de Paulo, manuscrito autógrafo, Frei José Marques e Silva, entre 1800 e 1837, oferecida e dedicada ao Conde do Redondo.

5 – Missa de S. Vicente de Paulo, anónimo, entre 1800 e 1850.

6 – Mottetos de S. Vicente de Paulo, autor desconhecido, entre 1830 e 1870, em 5 partes.

7 – Hymno de Laudes de S. Vicente de Paulo, para coro a 4 vozes, Frei José Marques e Silva, entre 1800 e 1837.

A existência destas partituras (e outras que possivelmente se guardem noutro local ou que foram destruídas em 1834), indicia que a música na Casa de Rilhafoles desempenhava papel de relevo, atingindo um nível que é lícito considerar alto, em Portugal.

Com efeito, estas obras musicais foram criadas, muito possivelmente, para as Casas da Congregação e em louvor de S. Vicente de Paulo, e por compositores bem reconhecidos da época, como António Leal Moreira (1758-1819), suplantado talvez só por Marcos Portugal, e como Marques da Silva (1780-1837).

O facto de algumas pautas (que não sabemos serem um de vários originais), conterem dedicatórias ou a indicação de serem oferecidas ao Conde do Redondo, um amigo da instituição, não invalida aquela interpretação, sendo ainda de colocar a hipótese de terem sido encomendadas e custeadas pelo Conde para utilização litúrgica nas Igrejas da Congregação da Missão, em especial na de Rilhafoles.

Cf: Bráulio Guimarães, Ob. Cit., Vol. I, p. 165.

O Dr. Vitor Freire, último Director do Hospital Miguel Bombarda e que pertence a uma Comissão de Preservação do Hospital Miguel Bombarda, a qual tem tentado que não seja destruído e se apague a memória quer da Congregação, quer de todo o património histórico daquela casa (museu, capela, balneários).