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Daniel Bordignon

Maestro . Pedagogo

O maestro brasileiro que conquistou os palcos e o coração do público português

31 anos de uma vida dedicada à música, à formação e à transformação de pessoas

No dia 25 de agosto de 2026, o Maestro Daniel Bordignon completa 31 anos de carreira. Uma história que começou aos 6 anos, numa fanfarra escolar de Mogi das Cruzes, cidade para onde se mudou com a mãe depois de perder o pai, quando tinha apenas 1 ano e meio de idade.

Foi ali que nasceu uma paixão que se transformaria numa missão de vida.

Em Mogi, Bordignon construiu uma carreira de sucesso, reconhecimento e, sobretudo, de coragem para criar. Na Prefeitura, esteve à frente do projeto “Pequenos Músicos… Primeiros Acordes na Escola”, com o apoio e a confiança do então prefeito e amigo Marco Bertaiolli. O projeto alcançou mais de 11 mil jovens.

Mas os números contam apenas uma parte dessa história.

Hoje, centenas de antigos alunos dos seus projetos são músicos profissionais de altíssimo nível, muitos deles com carreiras de destaque no Brasil e no mundo. É nesse legado humano que Bordignon encontra uma das maiores razões para sentir orgulho da sua trajetória.

Ao longo da carreira brasileira, dirigiu bandas, orquestras e projetos em Mogi das Cruzes, Poá e outras cidades, recebeu 34 prémios nacionais e participou de importantes seminários e festivais de regência no Brasil, Argentina, Finlândia e Espanha. Criou ainda o 1.º Seminário de Regência de Mogi das Cruzes e foi professor de pós-graduação em Regência para Banda e Regência Orquestral pelo Instituto Alpha/Facec.

Mas uma nova página começou a ser escrita em Portugal.

PORTUGAL: UM NOVO CAPÍTULO, A MESMA ESSÊNCIA

Desde 2023, Daniel Bordignon tem vindo a conquistar palcos, músicos e público português, especialmente no distrito de Viseu.

Chegou trazendo uma carreira construída no Brasil, mas encontrou em Portugal algo que não se ensina em nenhuma escola: pessoas dispostas a acreditar, acolher e caminhar ao seu lado.

E foi assim que começaram a nascer novos projetos.

No Sátão, ajudou a concretizar o sonho do seu amigo Professor António José Carvalho, o Tozé Carvalho, na criação do Coro Satense Cónego Albano Martins de Sousa, por quem nutre profunda admiração e respeito.

Sob a sua direção, o coro apresentou a estreia mundial da obra “Mãe”, de Carlos Paixão, e “Elas Cantam Amália”, homenagem a Amália Rodrigues.

Em Moimenta da Beira, como diretor artístico e pedagógico da Sociedade Filarmónica, criou em 2026 a Escola de Música Sinfónica, aproximando os jovens da experiência de aprender e fazer música em conjunto.

No Touro, Vila Nova de Paiva, dirige pedagogicamente a Escola de Música e criou a Orquestra Experimental, abrindo novos caminhos para os jovens músicos.

Em Ribafeita, assumiu a Direção Artística da Banda Filarmónica e a Direção Pedagógica da Escola de Música, com a missão de preservar uma história centenária e, ao mesmo tempo, preparar o futuro.

E, desde 2024, conduz o Coro da UNISE – Universidade Sénior de Moimenta da Beira, onde a música ganhou uma dimensão ainda mais íntima: a capacidade de devolver confiança, alegria e sentido de pertença a quem nunca deixou de ter sonhos.

UM BRASILEIRO QUE APRENDEU A CHAMAR PORTUGAL DE CASA

Bordignon fala com emoção do reconhecimento que hoje recebe do povo português e do público que aprendeu a acompanhá-lo.

Tem orgulho das suas raízes.

Orgulho de Mogi das Cruzes.

Orgulho do Brasil.

Orgulho do legado que deixou nas cidades e nos projetos por onde passou.

Mas também tem uma profunda gratidão por Portugal.

Pelos músicos que o receberam.

Pelos alunos.

Pelas instituições.

Pelos amigos que lhe abriram as portas.

E pelas pessoas que lhe permitiram continuar a fazer aquilo que mais ama.

A realidade é diferente.

Mas a essência é a mesma.

A música continua a ser a sua linguagem.

Bordignon quer contribuir para os concelhos onde hoje trabalha, valorizando e divulgando a cultura portuguesa, respeitando as suas tradições e os seus talentos, sem jamais esquecer a sua identidade.

É brasileiro. E tem orgulho de o ser.

Portugal, porém, tornou-se parte importante da sua história.

31 ANOS. E A BATUTA CONTINUA LEVANTADA

Ao completar 31 anos de carreira, Daniel Bordignon olha para trás não apenas para contar conquistas, mas para reconhecer pessoas.

Os alunos que cresceram.

Os músicos que caminharam ao seu lado.

Os amigos que acreditaram.

As comunidades que o receberam.

E todos aqueles que, de alguma forma, fizeram parte desta longa partitura.

Bordignon tem orgulho da sua trajetória porque sabe que o verdadeiro sucesso não está apenas nos prémios ou nos palcos.

Está nas vidas que a música ajudou a transformar.

Aos 31 anos de carreira, continua a acreditar que ainda há muito para fazer.

Brasil foi a raiz. Portugal tornou-se um novo capítulo. A Europa é o horizonte.

E a batuta continua levantada.

31 anos de carreira.

Duas nações.

Uma vida dedicada à música.

E muitos compassos ainda por reger.

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