Gaio-verde

Pena Verde

Verde-Gaio, Pena Verde,
Verde-Gaio, Pena Verde,
Pena, Verde-Gaio, Pena,
Gaio, Pena Verde, Gaio.

Verde-Gaio, Pena Verde,
(Ai!) Vem cantar ao meu jardim!
Põe o pé na manjerona,
(Ai!) O bico no alecrim!

Não há nada que mais cresça
(Ai!) Como o pé da melancia!
Quem tem o amor ausente
(Ai!) Chora de noite e de dia.

O Verde-Gaio é meu
(Ai!) Que me custou bom dinheiro:
Custou-me quatro vinténs
(Ai!) Lá no Rio de Janeiro.

Verde-Gaio, Pena Verde,
Verde-Gaio, Pena Verde,
Pena, Verde-Gaio, Pena,
Gaio, Pena Verde, Gaio.

Verde-Gaio, Pena Verde,
(Ai!) Empresta-me o teu vestido!
O meu vestido são penas,
(Ai!) Em penas ando vestido.

Ó terra da minha terra,
(Ai!) Sombra da minha ramada!
Eu hei-de voltar a ela
(Ai!) Ou solteira ou casada!

Verde-Gaio, Pena Verde,
Verde-Gaio, Pena Verde,
Pena, Verde-Gaio, Pena,
Gaio, Pena Verde, Gaio.

Letra e música: Tradicional (“Verde-Gaio” de Casal d’Álvaro, Espinhel, Águeda, Beira Litoral)
Arranjo: Luís Fernandes
Intérprete: Toques do Caramulo (in CD “Mexe!”, d’Eurídice/d’Orfeu Associação Cultural, 2016)

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