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Caccavella, Itália

Caccavella (semelhante ao putipù) é um membranofone de friccão com ressoador cilíndrico ou globular em metal, madeira ou terracota com pele de animal ou material sintético.

Cuíca, Brasil

Cuíca, também chamada puíta, (ou pwita em Angola), é um membranofone de friccão tradicional do Brasil. É muito muito usada na música popular brasileira e no Carnaval. Tem a forma de um tambor, mas é a fricção de uma varinha interna encostada à pele, no interior, que produz o seu timbre inconfundível. Pode ter sido levada para o Brasil por escravos africanos bantos, mas ligações podem ser traçadas a outras partes do nordeste africano, assim como à Península Ibérica, onde existe ainda hoje a sarronca.

Sarronca, ronca ou zamburra

Zamburra, roncadeira, zurra-burros e ronca são termos portugueses para o mesmo instrumento tradicional utilizado no folclore e acompanhamento de canções de reis e janeiras. Trata-se de um membranofone de fricção constituído por um cântaro de barro ou outro tipo de caixa de ressonância, uma pele que tapa a boca do vaso e um pau fino que trespassa a pele e, ao friccioná-la produz um som grave.

Sarronca, José Gavino, Barrancos, Portugal

Roncadeira, zamburra, zurra-burros, sarronca e ronca são termos portugueses para o mesmo instrumento tradicional utilizado no folclore e acompanhamento de canções de reis e janeiras. Trata-se de um membranofone de fricção, constituído por um cântaro de barro ou outro tipo de caixa de ressonância, uma pele que tapa a boca do vaso e um pau fino que trespassa a pele e, ao friccioná-la produz um som grave.

Ronca, Elvas

Ronca, sarronca, zurra-burros, zamburra e roncadeira são termos portugueses para o mesmo instrumento tradicional utilizado no folclore e acompanhamento de canções de reis e janeiras. Trata-se de um membranofone de fricção constituído por um cântaro de barro ou outro tipo de caixa de ressonância, uma pele que tapa a boca do vaso e um pau fino que trespassa a pele e, ao friccioná-la produz um som grave.