Artigos

Litofone é um instrumento de percussão constituído por pedras sonoras de diferentes tamanhos, em forma de barras ou outras, dispostas como as dos xilofones, ou em placas suspensas.

Partilhe
Share on Facebook
Facebook
Wind chimes

Wind chimes é um idiofone de mão formado por tubos de metal ou de bambu pendentes que batem entre si com a agitação provocada pela mão ou pelo vento.

Partilhe
Share on Facebook
Facebook
Taça tibetana

Taça tibetana é um idiofone tibetano de percussão direta constituído por uma taça metálica percutida ou friccionada por uma baqueta de madeira.

Partilhe
Share on Facebook
Facebook
Agogô, Brasil

Termo yoruba que significa “sino”, agogô é um idiofone de percussão direta tradicional do Brasil constituído por duas, três ou quatro campânulas de ferro, coco ou madeira ligados entre si. O executante toca batendo com uma baqueta de madeira numa das campânulas (ou batendo uma campânula na outra, no caso dos agogôs de metal). O agogô entrou no Brasil por via africana, sendo utilizado nas danças de origem africana e similares (capoeira, e candomblé, por exemplo).

O agogo de madeira é muito usado na música tradicional do Brasil e na Educação Musical em muitos países.

[ Instrumentos musicais do Brasil ]
Partilhe
Share on Facebook
Facebook
Chocalhos de Alcáçovas

Chocalho é uma campainha colocada pelos pastores ao pescoço das ovelhas, cabras ou vacas. Não sendo propriamente um instrumento musical, o chocalho de vaca já teve utilização em obras orquestrais (Sinfonia dos Alpes, de Richard Strauss, e Sinfonias nº 6 e nº 7 de Gustav Mahler).

Chocalhos de Alcáçovas

 

O Fabrico de Chocalhos, considerado Património Cultural Imaterial, é uma arte singular que existe na região do Alentejo há mais de dois mil anos. Ofício importante na identidade da região, esta arte preserva-se ainda sobretudo nos concelhos de Estremoz, Reguengos de Monsaraz e Viana do Alentejo, tendo sido passada de geração em geração, O centro de fabrico principal fica na freguesia de Alcáçovas, onde também se pode visitar o Museu do Chocalho, uma coleção particular com mais de 3.000 peças recolhida ao longo de 60 anos. O chocalho português é um instrumento de percussão tradicional, com um som inconfundível e um papel fundamental na paisagem sonora das áreas rurais, sobretudo onde ainda se pratica o pastoreio. A prática é transmitida de pais para filhos e requer um processo de fabrico manual muito próprio, antes das peças serem polidas e aperfeiçoadas.

[ Instrumentos Musicais de Portugal ]

Chocalho aparece também como nome genérico de idiofones de agitamento do tipo maraca, com pequenos objetos no interior, ou do tipo chincalho, com soalhas que chocam; ou do tipo chincalho, com soalhas.

Partilhe
Share on Facebook
Facebook
Brinquinho, Madeira, Portugal

Brinquinho é um idiofone típico do folclore madeirense constituído por bonecos vestidos com trajes regionais, com caricas e castanholas que se movimentam pelo eixo vertical de uma cana de 60/70 cm. O registo iconográfico mais antigo data do início do século XX.

[ Instrumentos musicais da Madeira ]
Partilhe
Share on Facebook
Facebook
Caixa chinesa

Caixa chinesa é um idiofone de percussão direta em forma de caixa de madeira percutido com baqueta.

Partilhe
Share on Facebook
Facebook
Prato, ou címbalo

Prato suspenso é um idiofone de percussão direta constituído por um prato pendurado de uma mão pela pega, ou colocado num dispositivo em tripé, percutido com baqueta.

Partilhe
Share on Facebook
Facebook
Sino

O sino é um instrumento do tipo idiofone, com badalo, feito de bronze, existente e ainda funcional em muitas igrejas. Um conjunto de sinos afinados para o efeito forma um carrilhão.

“Os sons dos sinos integram a paisagem cultural e sonora de diversas cidades portuguesas que ainda mantêm ativos esses instrumentos como parte de seu património sonoro e artístico.

Através dos seus toques, os sinos foram responsáveis, desde tempos remotos, por ordenar o tempo, alegrar as festividades, comunicar publicamente variadas notícias, alertar para as intempéries e incêndios, garantir a proteção espiritual, chorar os mortos, regular o trabalho, ajudar nos partos difíceis, entre outras funções.

O cotidiano das cidades era marcado pela presença constante de uma “sonoridade brônzea”, organizada através de um sofisticado sistema de códigos sonoros reconhecidos por seus habitantes. A salvaguarda do importante património sineiro, em território português – no qual identifica-se sinos datados desde o século XIII -, a preservação dos saberes relacionadas à prática de fundição, a relevância da recuperação e preservação dos toques manuais, o impacto da mecanização, a valorização do ofício de sineiro(a) e o debate sobre a cultura sineira portuguesa como património material e imaterial são alguns dos temas tratados por especialistas convidados no webinário O Património Sineiro Português, realizado pelo projeto PASEV – Patrimonialização da Paisagem Sonora de Évora, da Universidade de Évora, CESEM/UÉ, CIDEHUS, em 2021.

Contou com o apoio da Direção Regional de Cultura do Alentejo – DRCA, Mestrado em Gestão e Valorização do Património Histórico Cultural/UÉ, Cátedra da UNESCO em Património Imaterial e Saber-Fazer Tradicional/UÉ, ICOMOS-Comissão Nacional Portuguesa.

Partilhe
Share on Facebook
Facebook
Castanholas de cabo

Castanholas de cabo são um idiofone feito de madeira, de plástico ou outro material, composto de duas partes côncavas e um cabo.

Partilhe
Share on Facebook
Facebook