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Prémio de Composição para Acordeão 2020 (4ª edição)

Prémio de Composição para Acordeão 2020 (4ª edição)

Este ano as obras a concurso foram escritas para Acordeão solista e Ensemble.

O Júri foi formado por:

Luís Tinoco – compositor

Daniel Moreira – compositor

Paulo Jorge Ferreira – acordeonista/compositor

As obras premiadas serão editadas pelo MPMP e estreadas num concerto do Festival Folefest em 2021, com transmissão pela RTP/Antena 2.

Prémio Composição Acordeão 2020

Resultados

1º Prémio:

José Brandão

Obra: Um Última Reflexão

2º Prémio:

Francisco Gomes

Obra: Torma

3º Prémio:

Gonçalo Rodrigues

Obra: Silentium

Coordenação Artística:

Paulo Jorge Ferreira

Produção:

Carisa Marcelino, Horácio Pio, Liliana Rodrigues

Prémio de Composição para Acordeão 2020 (4ª edição)

Prémio de Composição para Acordeão 2020 (4ª edição)

Eventos

A próxima edição da International Piano Competition for Young Musicians realiza-se entre os dias 16 e 23 de outubro de 2021, nos Países Baixos. A data limite de inscrição é 30 de junho de 2021.

A Manhattan International Music Competition tornou-se um dos grandes símbolos da vida musical clássica em Nova Iorque, com mais de $50,000 de prémios, gravação de CD e diversos prémios. A data limite de inscrição é 30 de junho de 2020. O concurso inclui as disciplinas de Piano, Canto, Cordas, Sopros e Música de Câmara e 5 categorias / idade. A seleção é feita por vídeo. O concerto dos vencedores terá lugar no Carneggie Hall a 29 de dezembro de 2020.

No que é a última semana do ciclo de programação BoCA Online – concluindo dois meses e meio recheados de um extenso conjunto de actividades nascido no contexto específico da Covid-19 e das suas urgências, a BoCA – Biennial of Contemporary Arts e o maat – Museu de Arte, Arquitetura lançam RExFORM – Projeto Internacional de Performance. Esta é uma parceria colaborativa que tem o intuito de promover a criação artística contemporânea. Focado nas artes performativas, o projecto apoia a produção de obras de jovens artistas até aos 35 anos. Todos os anos, um júri internacional selecionará o projecto vencedor que beneficiará de financiamento, de um primeiro espaço de exposição e de promoção internacional.

Na sua edição inaugural, esta iniciativa destina-se em exclusivo a artistas portugueses e decorre no âmbito do movimento Portugal #EntraemCena, um marketplace digital, lançado em abril, onde artistas, marcas e empresas que se juntam num esforço colaborativo de salvaguardar a cultura e os seus intervenientes numa altura crítica para o sector. O concurso está aberto a projectos que contribuam para aprofundar e alargar o conceito de performance dentro das artes visuais e performativas, da dança e da música.

Podem candidatar -se artistas a título individual ou em grupo e será dada prioridade a projectos baseados em intersecões interdisciplinares, incluindo artes plásticas, coreografia, teatro, novos media e narrativas multimédia. Só serão aceites projectos que possam ser desenvolvidos até ao final de 2020.

O período de candidaturas decorre até ao dia 19 de julho na plataforma Portugal #EntraemCena. O projecto vencedor será divulgado a 10 de agosto. O júri desta primeira edição é composto por Beatrice Leanza (maat, diretora executiva), Catherine Wood (Tate Modern, curadora sénior de performance), John Romão (BoCA Bienal, diretor artístico) e Chloé Siganos (Centre Pompidou, diretora de Artes Performativas). O projecto vencedor beneficiará de um financiamento de 12 mil euros  para investigação e produção.

RExFORM – Projeto Internacional de Performance “surge numa  altura de crise global provocada pela propagação da COVID-19 e, na  sua génese, incorpora a importância social de apoiar e promover a  experimentação nas gerações mais jovens. Por um lado, tornando viável a criação artística, e por outro, atraindo novos públicos para um género híbrido e performativo que desafia os padrões convencionais impulsionando a emergência de novas linguagens”, afirma Beatrice Leanza, diretora executiva do maat.

“Pretende-se desafiar o formato expositivo habitual, procurando alternativas físicas ou virtuais inovadoras que joguem com a porosidade das fronteiras artísticas. Trata-se de um desafio a projectos que apontem para novas linguagens”, acrescenta John Romão, diretor da BoCA.

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