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Castro Verde, Casa da Dona Maria

A Vila de Castro Verde

Cantiga primeira:

Às vezes me ponho eu
Na minha vida a pensar:
Quem eu era, quem eu sou,
Ao que eu havia chegar!

Moda:

A vila de Castro Verde
És uma estrela brilhante:
Como ela outra não há,
És a mesma que eras dantes.

Letra e música: Popular (Alentejo)
Intérprete: Grupo Coral “Os Ganhões de Castro Verde” (in CD “Modas”, Robi Droli, 1994; Livro/2CD “Terra: Antologia 1972-2006”: CD 1, Associação de Cante Alentejano “Os Ganhões”, 2006)
Outras versões: Grupo Coral “Os Ganhões de Castro Verde” (in LP “Castro Verde É Nossa Terra”, Valentim de Carvalho, 1975); Grupo Coral “Os Ganhões de Castro Verde” (in CD “É Tão Grande o Alentejo”, Associação de Cante Alentejano “Os Ganhões”, 1997)

Castro Verde, Casa da Dona Maria
Castro Verde, Casa da Dona Maria
Roseira

[Moda:]

Muito bem parece
Raminho de flores
Gravado no peito,
Gravado no peito
Dos trabalhadores.

Dos trabalhadores,
Dos oficiais…
No meu lindo amor,
No meu lindo amor
Inda brilha mais.

[Cantiga:]

Algum dia eu era,
Agora já não,
Da tua roseira,
Da tua roseira
O melhor botão.

[Moda:]

Muito bem parece
Raminho de flores
Gravado no peito,
Gravado no peito
Dos trabalhadores.

Dos trabalhadores,
Dos oficiais…
No meu lindo amor,
No meu lindo amor
Inda brilha mais.

Letra e música: Popular (Alentejo)
Intérprete: Grupo Coral “Os Ganhões de Castro Verde”* (in CD “Modas”, Robi Droli, 1994; Livro/2CD “Terra: Antologia 1972-2006”: CD 1, Associação de Cante Alentejano “Os Ganhões”, 2006)

*Ponto – Manuel Pancadas

Alto – António Revez
Grupo Coral “Os Ganhões de Castro Verde”:
António Matos (reformado), António Mira (trabalhador rural), António Revez (taxista), Antero Medeiro (moleiro), António Teresa (pastor), Arsénio Graça (motorista), Eugénio Brito (agricultor), Francisco Pancadas Gonçalves (cantoneiro), Francisco Mestre (trabalhador rural), Francisco Mira (reformado), Homero Mestre (motorista), João Ferraz (pedreiro), Joaquim Canário (motorista), José da Conceição (trabalhador rural), José Coelho (motorista), José Guerreiro (marteleiro), José Jerónimo (tractorista), José Leitão (reformado), José Matos (motorista), José Rosa (agricultor), Manuel Anjos (trabalhador rural), Manuel Coelho (motorista), Manuel Pancadas Gonçalves (carpinteiro), Manuel Paulo (trabalhador rural), Manuel Pontes (comerciante), Manuel Romão (vigilante), Manuel Silva (reformado)
Produção – Beppe Greppi e Maurizio Martinotti
Gravado no Teatro de Castro Verde, em 28 e 30 de Maio de 1993
Técnicos de gravação – Beppe Greppi e Maurizio Martinotti

Roseira
Roseira
Castro Verde

Moda:

Silva, silva, enleio, enleio!
Silva, silva, enleado, enleado!
Não me venhas cá dizer,
Ó sim, sim, meu bem-amado!

Ó sim, sim, meu bem-amado!
Ó sim, sim, ó meu recreio!
Silva, silva, enleado, enleado!
Silva, silva, enleio, enleio!

Silva, Silva, Enleio, Enleio (I) (dança encadeada)
Letra e música: Tradicional (Castro Verde, Baixo Alentejo)
Informantes: Grupo Coral Feminino “As Atabuas” (São Marcos da Ataboeira, Castro Verde) e Pedro Mestre (Sete, Castro Verde)
Recolha: Lia Marchi (in “Caderno de Danças do Alentejo”, Associação Pédexumbo e Olaria Cultural, 2010 – p. 42-45)
Intérprete: Aqui Há Baile (in CD “Caderno de Danças do Alentejo – adaptações”, Associação Pédexumbo/Caracol Secreto, 2013)

Castro Verde
Castro Verde