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Teresa Cardoso de Menezes

Soprano

Teresa Cardoso de Menezes foi considerada pela crítica como “uma das mais talentosas cantoras portuguesas actuais” (Cristina Fernandes – PÚBLICO – 14 .12.2002).

Foi aluna de Elizette Bayan e concluiu o Curso de Canto na Escola Superior Música de Lisboa na classe de Helena Pina Manique, Olga Prats e Nicholas McNair.

Em classes de aperfeiçoamento estudou com Gundula Janowitz e preparou variado repertório com João Paulo Santos no Teatro Nacional de São Carlos.

Licenciada em Gestão de Empresas pelo ISCTE, foi premiada em 1993 no Concurso Nacional de Canto Luisa Todi. Tendo actuado em diversos locais e festivais, desde o TNSC e Fundação Calouste Gulbenkian, a Festivais de Verão em Portugal, Dinamarca, Espanha, ao Festival Internacional de Música de Macau, foi já acompanhada por orquestras como a Royal Philarmonic Orchestra of London, Orquestra da Ópera Nacional da China, Orquestra Gulbenkian, Orquestra Sinfónica Portuguesa, Orquestra Nacional do Porto. Foi convidada a cantar nas óperas “Carmen” (Frasquita e Micaela), “Viúva Alegre” (Valencienne), “L’Enfant et les Sortilèges” (Fogo e o Rouxinol), “Il Matrimonio Segreto” (Elizetta), “Rigoletto” (Gilda) “Parsifal” (Flor), “Ariadne auf Naxos” (Echo), “Manfred” de Schumann, “Don Giovanni” (D. Anna), e “La Bohème” (Musetta), entre outros.

De 2003 e 2004, destacam-se os concertos de árias de Ópera com a Orqustra Gulbenkian e direcção de Manuel Ivo Cruz no CAE da Figueira da Foz; com a Orquestra do Algarve e direcção de Álvaro Cassuto na inauguração do Festival de Música do Algarve, uma série de doze récitas do espectáculo “De Regresso à Broadway” de João Pereira Bastos, sob a direcção de Nuno Feist no Teatro Municipal de São Luiz, cantando temas de “West Side Story”, “The Sound of Music”, “My Fair Lady”, “Show Boat”, “Les Miserables”; e ainda a estreia nacional da cantata “Gli Amori di Teolinda”, com a Orqustra Sinfónica Portuguesa sob a direcção de Roberto Polastri.

Em 2005 no TNSC cantou o “Stabat Mater” de Pergolesi. Das suas actuações de concerto salienta ainda “o Messias” de Haendel, o “Stabat Mater” de D. Scarlatti, com a Orquestra Gulbenkian e direcção de M. Corboz; “Exsultate, Jubilate” de Mozart e a 4ª Sinfonia de G. Mahler, com a Orquestra, Nacional do Porto e direcção de Marc Tardue; e noutros concertos: a Cantata do Café nº 211 e dos Camponeses nº 212 de J.S. Bach, Gloria e Magnificat de Vivaldi, “Ein Deutsches Requiem” de Brahms, com a Sinfonieta de Lisboa e a Orquestra de Cascais e Oeiras.

Em recitais de canto e piano destacam-se “Os Sonetos de Petrarca” de F. Liszt com o pianista Nuno Vieira de Almeida no CAE da Figueira da Foz; recitais de Lied e Belcanto em duo com o pianista Francisco Sassetti; e em trio com o barítono Luís Rodrigues e a pianista Gabriela Canavilhas, por todo o país. A sua facilidade em abarcar repertórios contrastantes fez com que em 2005 formasse um novo Trio de Canto, Harpa e Piano, com a harpista Andreia Marques e o pianista Francisco Sassetti, cujo repertório eclético inclui as mais belas árias de Ópera e Opereta, à canção Napolitana, Espanhola, Francesa, Americana, com grande aceitação do público.

Cantou sob a direcção de Michael Zilm, Giuliano Carella, Marko Letonja, Renato Palumbo, Leonardo de Barros, Vasco P. Azevedo, Nicholay Lalov, Osvaldo Ferreira, e actuou ao lado de Elena Obraztsova, Anna Tomowa-Sintow, Sumi Jo, Miriam Gauci, Vincenzo Bello, Luís Miguel Cintra, Rão Kyao, João Grosso, Henrique Feist, Fernando Gomes, no País e no estrangeiro. A sua arte é bem apreciada nos seus dois trabalhos discográficos: CD “Je Veux Vivre” de árias de Ópera e o CD “Alleluia” de árias Sacras, acompanhada pela Orquestra Metropolitana de Lisboa, Coro Voces Caelestes e direcção de Manuel Ivo Cruz, demonstra uma versatilidade vocal e dramática desde o período Barroco ao Contemporâneo, passando por Bach, Haendel, Mozart, Verdi, Puccini, Gounod, R. Strauss, Rachamninov, A. Lloyd Webber, entre outros. “Alleluia” foi considerado pela crítica do Jornal Expresso (L. Leiderfarb 4.4.2003) como o 3º Melhor Disco do Ano de 2002, atingindo o Top da Fnac em Música Clássica em Dezembro de 2002.

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