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Rui Horta

Coreografia

Rui Horta nasceu em Lisboa, onde começou a dançar aos dezassete anos nos Cursos de Bailado do Ballet Gulbenkian, com Jorge Salavisa e Wanda Ribeiro da Silva, tendo posteriormente vivido vários anos em Nova Iorque onde terminou a sua formação em Dança.

Entre 1984 e 87 fundou e dirigiu artisticamente a Companhia de Dança de Lisboa e, mais tarde, com o apoio do Serviço ACARTE da Fundação Gulbenkian, criou o seu próprio grupo com o qual efectuou as suas primeiras digressões pela Europa.

Entre 1991 e 98 dirigiu artisticamente o SOAP Dance Theater Frankfurt tendo efectuado intensas tournées por todo o mundo, actuando em teatros como o Hebel Theater, em Berlim, Maison de la Dance, em Lyon, Théâtre de La Ville, em Paris, e The Joyce Theater, em Nova Iorque, e participando em eventos como o Festival Internacional de Tóquio e Kit-Copenhagen Capital Europeia da Cultura 96, entre muitos outros.

Em Junho de 1992, Rui Horta ganhou o Grande Prémio dos ”Reencontres Chorégraphiques Internationales de Bagnolet”, bem como o ”Bony Bird Award”. Tem, também, criado obras para outras companhias tais como Transitions, Endança, New Carte Blanche, Ballet Cullberg, Ballet du Grand Théâtre de Genève, Tanzwerk (Ópera Nürnberg), Ballet da Ópera de Dortmund, Ballet do Theater am Gärtner Platz em Munique, Icelandic Ballet, Irish Dance Theatre, Ballet da Ópera de Linz, Ballet Nacional de Marselha, entre outras.

A convite do Goethe Institut realizou projectos coreográficos em Tóquio, Budapeste, Gent, Madrid e Moscovo. Em 1996, encenou a ópera Rake’s Progress para a Ópera de Basileia, e no ano seguinte foi distinguido com o ”Deutscher Produzentenpreis für Choreographie”, um dos mais importantes prémios de criação atribuídos na Alemanha.

Em 1999 criou uma nova obra para a sua própria companhia, residente no Teatro Muffathalle em Munique e outra para o Nederlands Dans Theater II. Na Temporada 2000-2001, Rui Horta regressou a Portugal, onde estabeleceu um Centro Coreográfico em Montemor-o-Novo, sendo igualmente artista associado à Maison de la Culture de Bourges.

Em 2001, com o apoio do ICAM e ARTE/ZDF, realizou o seu primeiro filme intitulado Rugas . Ainda no mesmo ano criou Pixel no âmbito dos Encontros Acarte 2001.

Para o Ballet Gulbenkian, Rui Horta coreografou os bailados “Lunar, o dia fragmentado”, 1997, “Cartografia dos lugares comuns”, 1999, e “À mesa em 15 minutos”, 2000, tendo ainda remontado “Wolfgang, bitte ..” e “Flat Space Moving”.

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