Orquestra Clássica de Espinho

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Orquestra Clássica de Espinho

Orquestra

Ao longo das últimas décadas, Espinho afirmou-se como uma cidade de referência no panorama musical português, em boa parte por acção da Academia de Música de Espinho (AME), fundada em 1961 por Mário Neves.

No contexto desse pioneirismo caracterizador da acção da AME, foi fundada, em 1989, a Escola Profissional de Música de Espinho (EPME), a qual, ao longo dos últimos quinze anos, vem consolidando uma posição de prestígio em Portugal e no estrangeiro, pela sua acção pedagógica de formação de jovens músicos e de produção concertística decorrente precisamente da actividade pedagógica que desenvolve.

Ancorados nos resultados do trabalho de produção concertística da Orquestra Clássica da Escola Profissional de Música de Espinho – formação que materializou desde a fundação da EPME o resultado directo e visível da opção de um projecto educativo inovador e apostado em confrontar os jovens músicos com situações de formação tão próximas quanto possível das que irão experimentar na sua futura vida profissional, tendo apresentado desde a sua criação mais de duas centenas de concertos um pouco por todo o país e também no estrangeiro (onde se destacam as marcantes presenças no Music Meeting’92 em Düsseldorf e Eurotreef ’92 em Bruchsal (Alemanha), no XXIII Festival Internacional de Orquestras de Jovens de Múrcia 1999 (Espanha), no Aberdeen International Youth Festival (Escócia), em 1994 e em 2002 e, recentemente, uma digressão no Brasil, tendo actuado em importantes salas de espectáculos do Rio de Janeiro, S. Paulo, Brasília e Salvador, onde obteve excelentes críticas e um significativo sucesso) – entenderam a Câmara Municipal de Espinho e a EPME, avançar na consolidação e afirmação daquela formação, através da criação da Orquestra Clássica de Espinho (OCE).

A OCE constituiu-se assim como formação de carácter semi-profissional, embora de génese académica, sendo constituída maioritariamente por alunos e ex-alunos da EPME, apresentando-se mensalmente, de forma alternada, em formação alargada e formação reduzida de, respectivamente, 65 e 33 instrumentistas. A OCE, através deste modelo de funcionamento, apresenta-se como um projecto inovador no nosso país, destacando-se pela qualidade do trabalho apresentado e pela possibilidade que confere a jovens instrumentistas pré-profissionais de acederem a uma prática regular como músicos de orquestra, assim estimulando a sua actividade musical em fase de transição para a inserção no mercado de trabalho.

A orquestra irá apresentar uma programação diversificada – dando no seu primeiro ano de actividade destaque ao repertório do período clássico, bem como, à obra orquestral de um compositor português -, obtendo o concurso de solistas e maestros convidados. Numa segunda fase do projecto, para além dos objectivos já mencionados a OCE promoverá a realização de encomendas de novas obras a compositores portugueses. A OCE tem como Director Artístico e Maestro Titular, o maestro Cesário Costa.

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