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Manuel Brás da Costa

Contratenor

Tendo iniciado os estudos no Instituto Gregoriano de Lisboa, o contratenor Manuel Brás da Costa concluiu o curso superior de canto na Escola Superior de Lisboa em 1995.

Prosseguiu os estudos, como bolseiro do C.N.C., no Royal College of Music, Londres (1995-1998), onde obteve os diplomas de pós graduação em Performance e Concert Singer. Estudou com Luís Madureira, Margaret Cable, Michael Chance e Elena Dumitrsco Nentwig.

A partir de 2004 prosseguiu a sua formação em Portugal com João Lourenço.

Participou nos concursos de canto Luísa Tody, Concurso Internacional de canto de Braila (Roménia), Concurso Internacional de canto de Chimay (Bruxelas).

Foi laureado nos concursos Internacionais de canto Graziella Schiutti Prize , Early Music Competition, e obteve o 2º lugar no Keith Falkner Prize.

Manuel Brás da Costa apresenta-se como solista desde 1992, tendo efectuado uma série de concertos em Portugal, Inglaterra, Alemanha, França, Bélgica, África, India e Macau.

Trabalhou sob direcção dos maestros Jorge Matta, João Paulo Santos, Leonardo de Barros, Cesário Costa, César Viana, Manuel Morais, João Paulo Janeiro, Ricardo Cangi, Kethil Haugsand, Paul Spicer, Ivan Moody, Joana Carneiro, Henrique Piloto, Nickolay Lalov.

Participou nos festivais de música nacionais e internacionais de Macau, Goa (Índia), Coimbra, Algarve, Festival de Orgão de Lisboa, Festival de Música de Mafra, da Guarda, de Lamego, de Ovar, de Chaves, nas jornadas de Música Antiga da Fundação Calouste Gulbenkian, Festival de Música de S. Roque, Encontros com o Barroco (Porto), XII Encontros da Primavera (Guimarães), Festival de Música Antiga de Óbidos, de Benavente, Arrábida, Loulé.

É membro dos agrupamentos de música antiga Capela Joanina, Birundum – Música Medieval e Renascentista, Os Segréis de Lisboa – Música Antiga, Escobar Ensemble – Música Profana e Religiosa Renascentista e San Simon – grupo especializado em Cantigas de Amigo, Escárnio e de Mal dizer.

Ao longo da sua carreira desempenhou vários papeis que se notabilizaram: “Reset” de Vasco Mendonça; Jesuíta no espectáculo “Kaminari”; Oberon em “A Midsummer Nigt’s Dream” de B. Britten, Britten Theatre (Londres); Endiminione – “La Callisto” de Cavalli, Britten Theatre (Londres); Arsindo no “Il Trionfo d’Amore” de Francisco António de Almeida (Centro Cultural de Belém e Centro Cultural e de Congressos em Aveiro); Benjamin na ópera “Nefertiti” de José Júlio Lopes (Teatro da Trindade); Castrato na peça de teatro “A última Batalha”, de Fernando Augusto (Teatro Aberto); Anjo da história na ópera “Os dias levantados” de António Pinho Vargas (Teatro Nacional de S. Carlos); Verão na peça de teatro “O trionfo de Inverno” de Gil Vicente (Teatro da Cornucópia); “O Inverno de 45” de Michael Deutsh (Teatro da Trindade).

Gravou discos de vilancicos e vilancetes de Escobar com o Escobar Ensemble, Missa de Carlos Seixas com a Orquestra Barroca da Noruega, Canções medievais e renascentistas com o grupo Birundum, além de participações em gravações de música para órgão e canto acompanhado por João Vaz. No corrente ano vai ser lançado um disco de Cantigas de Amigo pelo grupo San Simon.

Além da sua actividade como cantor exerce actualmente a profissão de professor de Canto no ACT (Escola de Actores), no CAL (Centro de Artes de Lisboa) e no Instituto Gregoriano de Lisboa.

Tem realizado diversos “workshops” de Canto/Voz – Faculdade Católica, Faculdade Moderna, Teatro da Trindade e Centro de Dança do Porto.

É director de voz/professor de canto em várias peças de teatro.