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Luís Meireles

Flauta transversal

Com mais de 400 concertos realizados como solista ou em música de câmara, o flautista portuense Luís Meireles tem vindo a desenvolver uma consistente carreira internacional, tendo até à data tocado em importantes salas e festivais de muitos países, onde se incluem Portugal, (incluindo Açores e Madeira), Espanha, (incluindo Gran Canária), França, Itália (incluindo Sardenha e Sicília), Suiça, Bélgica, Inglaterra, Suécia, Finlândia, Noruega,  Alemanha, Polónia, República Checa, Eslováquia, Áustria, Hungria, Roménia, Sérvia, Eslovénia, Croácia, Montenegro, Macedónia, Grécia,  Rússia, Casaquistão, EUA, Cuba e Singapura.

A sua formação começou no Conservatório do Porto, prosseguindo os estudos em Madrid (Andrès Carreres), Bruxelas (Michel Lefebre e Roland van der Bergen) e Paris, onde trabalhou 9 anos sob orientação de Christian Cheret, Vicenz Prats e Jean Ferrandis, tendo obtido os seus Diplomas Superiores em Flauta, Pedagogia e Música de Câmara na École Normale de Musique, assim como os diplomas superiores e 3º ciclo de música de câmara nos Conservatórios Municipais de Paris (VI e XX). Participou ainda, regularmente, em muitas dezenas de Masterclasses orientadas por artistas de reputação mundial.

Gravou 7 CD para as editoras Numérica, Açor e Harmos Records, 4 dos quais abordando obras do grande reportório de flauta e piano, com Maria José Souza Guedes, outros dois exclusivamente dedicados à música portuguesa para flauta solo e para flauta e piano, com o pianista Eduardo Resende, e o mais recente com obras de Haydn, com o violinista Pedro Meireles, seu filho e o violoncelista Ken Ichinose. Estes CD valeram-lhe excelentes criticas, na imprensa de referência em Portugal e em revistas como a Pan, da British Flute Society, Fluit, da Associação de Flautistas Holandesa, Flöte Aktuell, da Associação alemã e Flauta y Música, da Associação de Flautistas da Andaluzia.

Fez a estreia de numerosas obras para flauta, algumas a si dedicadas, por compositores como Fernando Correia de Oliveira, Filipe Pires, Cândido Lima, Fernando Lapa, Fernando Valente, João-Heitor Rigaud, Carlos Azevedo, José Firmino, António Pinho Vargas, Eurico Carrapatoso e Sérgio Azevedo.

Foi solista da Orquestra Sinfónica de Szczecin, Macedonian Philarmonic, Orquestra Nacional do Casaquistão, Orquestra de Câmara da Silésia, Orquestra de Câmara Clássica de Bratislava, Orquestra Sinfónica do Porto (RDP), Camerata Musical do Porto, Orquestra do Norte, Orquestra Nacional do Porto, etc, sob a direcção dos Maestros Andrew Grams, Zarco Princic, Ernest Hoetzl, Jan Vincent Hawel, Manuel Ivo Cruz, Gunther Arglebe e Ferreira Lobo, entre outros.

Mantém desde 1996 um Duo com a sua mulher, a pianista Maria José Souza Guedes, com que se apresentou em muitas salas prestigiadas, em Portugal e por quase toda a Europa. Vários dos seus concertos foram transmitidos, tendo colaborado em programas de várias estações de Rádio e Televisão em Portugal (RDP, RTP), Grécia (TV Macedónia), França (M6), Hungria (Rádio Bartok) Ljubljana (Rádio Nacional Eslovena), Novi Sad – Sérvia (Rádio Novi Sad) e Casaquistão (TV oficial). Colaborou ainda, ao longo da sua carreira, com destacadas figuras do mundo da flauta, como Maxence Larrieu, Claudi Arimany, Istvan Matüz, José-Daniel Castellon, Massimo Mercelli, Giuseppe Nova, Celso Woltzenlogel,  etc.

É professor do quadro do Conservatório do Porto, onde lecciona desde 1991. Foi também convidado para leccionar  “masterclasses” em instituições prestigiadas como: Academia de Música de Debrecen (Hungria), Academic College do Conservatório Tchaikovsky (Moscovo), Academia Nacional de Musica do Casaquistão, Conservatório Darius Milhaud (Paris), Inter-Fest Bitola (Macedónia), Cursos de Verão de Vertiskos (Grécia), Conservatórios de Sassari (Sardenha), Tessalónica (Grécia), Kielce (Polónia), Coimbra, Funchal, Escola Profissional de Évora e ESML, assim como nos Cursos Internacionais do Porto e de Guimarães.

Integrou o Júri do Concurso Internacional “Shabyt” 2005 (Astana – Casaquistão).

Luís Meireles toca em flautas de madeira, manufaturadas para si pelo conceituado construtor Anton Braun e em flautas graves –alto, baixo e contrabaixo – construídas pela conhecida especialista holandesa Eva Kingma.

[ Atualizado a 08 de janeiro de 2019 ]

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