José Corvelo

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José Corvelo

Barítono

José Corvelo nasceu na Ilha das Flores, Açores.

É licenciado, com elevada classificação, pela Escola Superior de Música e das Artes do Espectáculo onde integrou a classe de José de Oliveira Lopes. Foi-lhe atribuído o prémio Eng. António de Almeida pela Fundação com o mesmo nome, que distingue os melhores alunos finalistas das universidades portuenses.

A sua formação iniciou-se no Conservatório Regional de Ponta Delgada onde estudou Canto com Imaculada Pacheco, estudando também Flauta Transversal, piano e guitarra clássica, frequentando depois o Conservatório Regional de Angra do Heroísmo, na classe de Luísa Alcobía Leal, concluindo o curso com alta classificação.

Tem participado em “masterclasses” com Oliveira Lopes, Fernanda Correia, Rudolf Knoll, Lamara Tchekónia, Liliana Bizineche, Ambra Vespasiani, Ettore Nova, Enza Ferrari e, regularmente, com Jorge Vaz de Carvalho.

Apresenta-se frequentemente em recitais com os pianistas Luís Magalhães, Carla Seixas, Pedro Ludgero e João Queirós, a percussionista Elisabeth Davis, o acordeonista Pedro Santos e com o guitarrista Artur Caldeira. Participou com o pianista Adriano Jordão, nos programas comemorativos do centenário da morte de Verdi, da estação de televisão SIC. Colaborou com o Grupo Música Nova, sob a direcção de Cândido Lima.

Tem-se apresentado em várias salas do País, entre as quais: Coliseu dos Recreios, Teatro Nacional de São Carlos, Teatro S.Luíz, Teatro da Trindade, Teatro Camões, Centro de Artes Modernas da Fundação Calouste Gulbenkian e Aula Magna em Lisboa; Coliseu do Porto, Rivoli Teatro, Teatro Nacional de São João, Casa da Música e Fundação Eng. António de Almeida no Porto; Casa das Artes em Famalicão; Teatro Angrense em Angra do Heroísmo; Teatro Aveirense em Aveiro; Teatro Viriato em Viseu; Estúdio Fénix em Fafe; Teatro Lethes em Faro; Auditório Municipal Eunice Muñoz em Oeiras; Centro de Artes e Espectáculos na Figueira da Foz.

José Corvelo foi solista nas seguintes obras: “Magnificat em Sol” e “Magnificat em Dó” de G.Ph. Telemann, “Come Ye Sons of Art” de H. Purcell “Magnificat BWV 243” e “Paixão Segundo S. João” de J.S.Bach, “Messias” de Haendel, “Missa de Natal Checa” de J.J.Ryba, “Stabat Mater” de J.Haydn, “Requiem”, “Krönungs-Messe” e “Litaniae Lauretanae K.109” de Mozart, “Sinfonia nº 9” de Beethoven “Missa em Sol Maior” de Schubert, “Requiem” de Faurè, “Stabat Mater” de Rossini, “Carmina Burana” de Carl Orff, “O Encoberto” de Maria de Lourdes Martins, “O lobo Diogo e o mosquito Valentim” (Diogo), editado em DVD e transmitido pela Antena 2 e “A Floresta” (Anão) de Eurico Carrapatoso, (estreia absoluta) “La Serva Padrona”(Uberto) e “La Contadina Astuta” (Don Tabarrano) de Pergolesi, “The Little Sweep” (Black Bob/Tom) de Britten, “A Donzela Guerreira” (D.Duardos/Pai de D.Marcos) de Maria de Lourdes Martins (estreia absoluta), “Os Fugitivos” (Alfredo) de J.Eduardo Rocha (estreia absoluta), “Hin und Zurück” (médico) de Hindemith, “The Bear” (Smirnov) de W.Walton, “A Raposinha Matreira” (Padre) de Leos Janacek, “La Donna di genio volubile” (Don Salustio) de Marcos Portugal, “Medea” (Capo delle Guardie) de L.Cherubini “Le Nozze di Figaro” (Antonio/Il conte di Almaviva/Figaro) e “Don Giovanni” (Leporello) de Mozart, “Il barbiere di Siviglia” (Fiorello/Don Basilio/Bartolo) de Rossini, “Rigoletto” (Monterone) e “La Traviata” (Marquis d’Obigny/Barone Douphol) de Verdi, “Don Pasquale” (Notaro/Don Pasquale) de Donizetti, “Carmen” (Morales) de Bizet, “La Bohème” (Benoit/Alcindoro), “Madama Butterfly” (Lo Zio Bonzo) e “Tosca” (Sciarrone/ Scarpia) de Puccini.

Tem recebido, por parte da crítica, óptimas referências: “É difícil ser-se tão bom num pequeno papel como aconteceu com José Corvelo.” (Jornal de Notícias – Maestro José Atalaya; La Bohème, Coliseu do Porto, Junho de 2000, Benoit e Alcindoro); “José Corvelo promete ser um elemento importante e significativo no panorama lírico português (.) Já aqui o ouvi várias vezes e muito bem” (Comentários à transmissão directa da Antena 2 – Maestro Mário Mateus; Le Nozze di Figaro, Coliseu do Porto, Maio de 2002, Antonio) “. José Corvelo foi perfeito na caracterização do jardineiro” (Diário de Notícias – Bernardo Mariano; Le Nozze di Figaro, Coliseu do Porto, Antonio); “O Anão (José Corvelo) e o Sábio colaram muito bem voz e personagem.” (Diário de Notícias – Bernardo Mariano; A Floresta, co-produção TNSC/Teatro S.Luís, Fevereiro de 2004); “Tanto o soprano Angélica Neto como o barítono José Corvelo encarnaram os seus papeis de forma expressiva e engraçada.” (Jornal Expresso – Luciana Leiderfarb; A Floresta, Teatro S.Luís); “.Catherine Rey e José Corvelo constituíram uma dupla eficaz.” (Expresso – Teresa Castanheira; Os Fugitivos, Teatro da Trindade, Março de 2004 ); “Simplicidade e segurança que se encontraram num leque vasto de interpretes(.), do estúdio de ópera, ou os mais experientes Luís Rodrigues, Mário Redondo e José Corvelo” (Público – Augusto M. Seabra, A Raposinha Matreira, Rivoli Teatro, Julho de 2004); “.a situação dramática-musical existiu, não se podendo deixar de referir as interpretações de Juliana Mauger e José Corvelo” (Público – Augusto M. Seabra, The Bear, Centro de Artes Modernas da Fundação Calouste Gulbenkian, Outubro de 2004); “Carlo Cigni, Nidia Palácios, Ana Ferraz e José Corvelo estiveram muito bem nos seus respectivos papéis”(Público – Teresa Cascudo, Medea, TNSC, Janeiro de 2005); “Os cantores estiveram entre o correcto e o admirável, com destaque para a excelente prestação de José Corvelo como Figaro, de Lara Martins como Susanna e de Teresa Gardner como Contessa.” (Público – Manuel Pedro Ferreira, Le Nozze di Figaro, Teatro da Trindade, Setembro de 2006); “No plano vocal, estiveram muito seguros Corvelo (Figaro) e Redondo (Conde) – também os cantores com mais traquejo do elenco.” (Diário de Notícias – Bernardo Mariano, Le Nozze di Figaro, Teatro da Trindade, Setembro de 2006).

Trabalhou com os encenadores Norma Graça-Silvestre, Mietta Corli, Joseph Franconi Lee, Jorge Rodrigues, Paulo Matos, Maria Emília Correia, Carlos Avilez, Orlando Arocha, Carla Lopes, Andrea Lupi, Tim Coleman, Stuart Hopps, Luca Veggetti, Jorge Vaz de Carvalho, Italo Nunziata, Nuno M. Cardoso, Luís Miguel Cintra e Nuno Carinhas.

Nas diversas óperas, oratórios e concertos realizados, cantou com a Orquestra do Norte, Orquestra Nacional do Porto, Remix Ensemble, Orquestra Sinfónica Juvenil, Orquestra Portuguesa das Escolas de Música, Orquestra Filarmonia das Beiras, Orquestra de Câmara de Coimbra, Orquestra do Algarve, Orquestra Clássica da Madeira, Orquestra Clássica de Espinho, Orquestra Sinfónica da Póvoa de Varzim, Orquestra Artave, Ensemble Barroco Europeu, Orquestra Metropolitana de Lisboa, Orquestra Sinfónica Portuguesa.

Foi dirigido pelos maestros Ferreira Lobo, Rafael Montes Gómez, Jaroslav Mikus, Filipe Sá, Vítor Matos, Paulo Silva, Paulo Martins, Felipe Nabuco-Silvestre, Osvaldo Ferreira, Armando Vidal, Manuel Ivo Cruz, Gunther Arglebe, Virgílio Caseiro, Rui Massena, António V. Lourenço, Christopher Bochmann, Julian Reynolds, Leonardo de Barros, Félix Carrasco, Stephen Darlington, Cesário Costa, Roberto Pérez, João Paulo Santos, Marko Letonja, Zsolt Hamar, Nicola Giusti, Martin André, Niksa Bareza, Roberto Manfredini, Reynald Giovaninetti, Johannes Willig e Marc Tardue.

Próximos compromissos incluem: Le Nozze di Figaro (Figaro), D.Giovanni (Leporello), Carmen (Escamillo), Carmina Burana, Mass of the children de John Rutter, Requiem de Mozart entre outros.