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Joaquim Ribeiro

Clarinete . Direção

Natural de Vizela, Joaquim Ribeiro iniciou os estudos musicais com o seu pai aos 6 anos e, posteriormente, ingressou na Banda Sinfónica da GNR e no Conservatório Nacional de Lisboa, onde concluiria o curso complementar de Clarinete.

Prosseguiu os estudos na Escola Superior de Música de Lisboa (ESML), obtendo o diploma de licenciatura com as mais altas classificações.

Completou ainda a sua formação artística frequentando diversas classes de aperfeiçoamento em Clarinete com António Saiote, Guy Deplus, David Campbel, Walter Boykens, e Direção Coral e Técnica Vocal com Edgar Saramago, Lúcia Lemos e Vianey da Cruz.

De 2002 a 2004 estudou Direção de Orquestra com Jean-Sebastien Béreau no Conservatório de Música J. P. Rameau de Dijon – França, obtendo os certificados CEFM e DEM, com as respetivas classificações de Très Bien (Muito Bom) e Médaille de L’argent (Medalha de Prata).

Galardoado em diversos concursos, destacam-se os seguintes: 1º Prémio do Concurso Nacional da J.M.P., 1º Prémio «Jovens Músicos», 2º Prémio no Concurso de Clarinete de Setúbal. Com o Quarteto de Clarinetes de Lisboa foi premiado nos concursos «Prémio Cultura e Desenvolvimento», Prémio «Jovens Músicos» e Prémio «Artes e Ideias».

Foi em 1988, 89 e 90 selecionado em provas internacionais a participar como solista no estágio da Orquestra de Jovens do Mediterrâneo em França, e em 91 selecionado a participar no estágio da Orquestra Sinfónica de Jovens da Comunidade Europeia no Luxemburgo. Desempenhou durante 3 anos o cargo de Maestro do Coro da Sociedade Euterpe Alhandrense.

A sua fama como clarinetista proporcionou-lhe a dedicação de várias obras escritas por vários compositores, a realização de concertos com várias formações de câmara nos mais importantes festivais de música nacionais e internacionais, gravações para a rádio e TV, a colaboração em vários CD, o convite a ministrar cursos de aperfeiçoamento no continente, ilhas e Espanha, bem como a atuação a solo com a Banda Sinfónica da GNR e com as orquestras da RDP, Sinfónica Juvenil, de Câmara de Aveiro, Sinfonieta e Sinfónica Portuguesa.

As suas atuações a solo têm merecido da imprensa as mais elogiosas críticas, destacando-se as seguintes: “Clarinetista de sonoridade ampla, firme e de excelente técnica” (Diário Popular, 17/08/88 – Maria Helena de Freitas); “Uma interpretação sempre exemplarmente” (Diário de Noticias, 13/06/89 – José Pedro Blanc); “Clarinetista de enorme talento, de carreira notável, um dos melhores do País” (N. de V. 07/92 – M. M. Guerra); “Clarinetista de excelente técnica, grande intensidade interpretativa, de som aveludado, simplesmente perfeito” (Público, 21/05/01 – Teresa Cascudo).

Ao longo da sua carreira fez-se ouvir sob a direção de Carlo Maria Giulini, Jean Sébastien Béreau, Mstislav Rostropovich, Lukas Foss, George Hurst, Michel Tabachnik, Alain Lonbard, Arturo Tamayo, Michael Zilm, Wolfgang Rennert, Michel Plasson, entre outros com os mais prestigiados elogios.

A sua atividade musical levou-o a apresentações em Macau, França, Inglaterra, Itália, Holanda, Suiça, Dinamarca, Luxemburgo, Alemanha, Espanha.

É professor de Clarinete do Conservatório de Música «D. Dinis» (Odivelas), Solista da Banda Sinfónica da G.N.R. e da Orquestra Sinfónica Portuguesa.

[ Músicos naturais de Vizela ]
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