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João Queirós

Tenor

Natural de Lisboa, João Queirós estudou com Cortez Medina e Cristina de Castro.

Desde 1996 que é membro efetivo do Coro do Teatro Nacional de São Carlos e tem desenvolvido em simultâneo uma atividade solística não só neste Teatro mas também na Fundação Gulbenkian, Fundação de Serralves, Teatro de Almada e participado em concertos com a Orquestra Metropolitana de Lisboa e Sinfónica Juvenil.

Do seu reportório consta Janik em Diário do Desaparecido de L. Janácek, com encenação de Marie Mignot e acompanhado por João Paulo Santos, O Governador Civil no “Doido e a Morte” de Alexandre Delgado, com encenação de Joaquim Benite no Teatro de Almada.

Em concerto interpretou Requiem de Mozart, Petite Messe Solennelle de Rossini, Die Schöpfung de Haydn, 9ª sinfonia de Beethoven e Cantata de D. Garcia de Joly Braga Santos. Destaca-se a participação em Le Vin Erbé de Frank Martin com encenação de luís Miguel Cintra.

Ao longo dos anos têm participado em diversas produções da Companhia Opera do Castelo.

22 janeiro 2013

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