Fernando Fontes

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Fernando Fontes

Direção

Fernando Fontes iniciou os estudos de música com Delfina Figueiredo. No Conservatório Nacional estudou com Olga Prats (piano e música de câmara), Constança Capdeville (harmonia e contraponto) e Christopher Bochmann (fuga).

Frequentou os cursos de composição organizados pelo Serviço de Música da Fundação Calouste Gulbenkian orientados por Emanuel Nunes, e a primeira licenciatura do Departamento de Ciências Musicais da Universidade Nova de Lisboa.

Foi bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian na Holanda, tendo como disciplinas principais o piano (Alexander Hrisanide), a música de câmara e a direccão de orquestra (Joop van Zon).

Em 1981 obteve o 1º Prémio do Concurso Fernando Lopes-Graça para Piano e, em 1999, o 1º Prémio de Direção de Orquestra/Talentinum Musicum da cidade de Zlín, na República Checa.

Entre 1990 e 2007 foi Correpetidor e Maestro Assistente do Teatro Nacional de S. Carlos, trabalhando ao lado de maestros como Michael Zilm, Will Humburg, Wolfgang Rennert, Donato Renzetti, Giuliano Carela, Maurício Bennini, Jonathan Webb, João Paulo Santos, Martin André e Zoltán Peskó, entre outros.

Foi maestro convidado da Orquestra do Algarve e da Orquestra Clássica da Madeira. Dirigiu ainda a Orquestra Sinfónica Portuguesa, a Amsterdam Promenade Orkest, a Filharmonie Boruslav Martinú, o Collegium Antonín DvoráK e a Orquestra Sinfónica de Pescara.

No Centro Cultural de Belém dirigiu a Missa Criôla e outras obras de Ariel Ramirez a convite do compositor. Dirigiu as produções “The Telephone” de Gian Carlo Menotti e “Der Schauspieldirector” de W. A. Mozart, encomendas da Expo 98 à Opera Nova, e, no Teatro da Trindade, a ópera “The Man Who Mistake His Wife for a Hat” de Michael Nyman (uma produção que contou com a presença do compositor) e as “Bodas de Figaro” de W.A. Mozart. Dirigiu também a ópera “Cosi fan Tutte” do mesmo compositor e o O Morcego de J. Strauss no Teatro da Cidade de Opava, na República Checa.

Foi Maestro Titular do Coro do Circulo Portuense de Ópera. Dirigiu ainda, no Teatro Aberto em Lisboa, Sweeny Todd de Stephen Sondheim (em parceria com o maestro João Paulo Santos) e, no Teatro Municipal de Almada, o Stabat Mater de G. Pergolesi, a ópera O Doido e a Morte de Alexandre Delgado, e A Mãe de Bertold Bretch – com música de Hanns Eisler, tendo o seu trabalho sido reconhecido pela crítica como fundamental para o sucesso da produção (que foi nomeada para os Globos de Ouro).

É mestre em Artes Musicais e doutorado em Ciências Musicais pela Universidade Nova de Lisboa.

Lecciona na Escola Superior de Música de Lisboa desde 1990 como professor de Música de Câmara.

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