Benjamim Salgado

Liturgia

Benjamim de Oliveira Salgado nasceu em Joane, Famalicão, a 08 de maio de 1916 e morreu em Joane, a 28 de janeiro de 1978.

Compositor e regente de coros, é uma plurifacetada personalidade bracarense. Foi, além de pároco e compositor para a liturgia, professor de Canto Gregoriano, História da Música, Piano e Harmónio, no Seminário Conciliar de Braga, director do jornal “Correio do Minho”, fundador e director artístico de coros, director geral da Fundação Cupertino de Miranda, director da Casa de Camilo e, caso raro, Presidente da Câmara Municipal de Famalicão.

Estudou música com os padres Francisco Galvão, Alberto Brás e Lucien Lambert (harmonia e contraponto), no Conservatório do Porto. Os seus cânticos, muitos deles sobre textos do P.e Joaquim Alves, têm o estilo da canção popular, na componente poética, no desenho melódico e na “roupagem harmónica despretensiosa, mas de apurado sabor” (M. Faria). Em 1957, assumiu a direcção do Orfeão Famalicense que, com as solicitações dos Encontros de Coros, o levou a dedicar-se às músicas corais sacra e profana. Foi membro da Comissão Bracarense de Música Sacra e colaborou na NRMS, na adesão às mudanças litúrgicas trazidas pelo Concílio Vaticano II.

OBRA INÉDITA

Missa (para vozes e orquestra).

Te Deum (para vozes e orquestra).

Missa de Requiem (para vozes e orquestra).

Libera me (para vozes e orquestra).

Ave Maria (para coro e orquestra, vozes e flauta solistas).

Ecce Panis (para quatro solo, quatro vozes e orquestra).

Rosas de Maio (para solos, coro e orquestra).

António José Ferreira

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