Armando Mota, pianista natural de Lisboa

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Armando Mota

Piano

Armando Mota nasceu em Lisboa. Aos 5 anos deu o seu primeiro recital de piano no Conservatório Nacional, onde terminou o seu curso com 18 valores. Teve como professores em Portugal, Francine Benoit, Campos Coelho e Lourenço Varela Cid. Aos oito escreveu as suas primeiras composições que tocou para João de Freitas Branco, no Teatro Nacional São Carlos.

Embora a sua atividade musical no inicio da sua carreira se concentrasse no piano, mais tarde, após ter concluído o curso de Direção de Orquestra em Viena, começou igualmente a dedicar-se à atividade de maestro, tendo fundado a sua própria orquestra, Akademia, com a qual tem discos gravados.

Posteriormente dedicou-se a outra das suas atividades favoritas, a composição.

Como pianista atuou por toda a Europa com destaque para a Áustria, Alemanha, Portugal e Itália. Viveu 10 anos em Viena onde estudou e se formou na Hochschule für Musik und Darstellende Kunst, nas classes de Hans Graf piano e Karl Randolf em direção de orquestra.

Foi aluno de Armando José Fernandes em composição. Como maestro dirigiu em Portugal a Orquestra Gulbenkian, a Orquestra do Algarve, a OSA, e no estrangeiro a Orquestra de Gdansk, Orquestra Akademia de Viena, a orquestra chinesa de Zhie Jang entre outras.

Como compositor tem várias obras sinfónicas, entre elas a “Suite das Descobertas”, o concerto para clarinete e orquestra de cordas, dois concertos para piano , um para violino, um para acordeão e orquestra e um para piano a 4 mãos. Foi professor em Viena e mais tarde na Academia de Música de Lagos e no Conservatório Regional do Algarve.

Radicou-se há 20 anos na região algarvia, onde foi professor e fundador de um conservatório, tendo recentemente fundado a Orquestra Sinfónica do Algarve.

É o diretor artístico do Festival internacional de Piano do Algarve, e presidente da Artedosul a entidade responsável pelos maiores eventos de música eruditos na região.

Berlim foi a cidade onde viveu igualmente 11 anos, e onde teve oportunidade de conhecer pessoalmente grandes nomes da música, tornando-se amigo de alguns como Wladimir Askenazy, Alexis Weissenberg, e Itzak Perhlman. Em Berlim  teve a oportunidade de aprender os meandros do agenciamento e do mundo empresarial no ramo da música erudita.

Foi bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian, do estado português, e do estado austríaco.

Tem um conhecimento profundo do mundo do espetáculo. O seu pai era musico. Desde pequeno acompanhava os ensaios da orquestra do pai. O seu avô foi mestre de cena do Teatro Nacional São Carlos durante 40 anos, o que lhe proporcionou ouvir um grande reportório de óperas e bailados desde muito jovem.

[ Músicos naturais de Lisboa ]

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