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António Wagner Dinis

Barítono

António Wagner Dinis estudou Canto no Conservatório Nacional de Lisboa com Joana Silva. Aperfeiçoou-se em Lucerna e Paris com Elizabeth Grümmer e na Academia de Música de Basileia com Kurt Widmer. Frequentou igualmente o Estúdio de Ópera do Teatro de Basileia e a Schola Cantorum Basiliensis, onde teve a oportunidade de trabalhar com Inge Borhk, Reri Grist e René Jacobs. Presentemente, estuda com Vera Rosza em Londres.

Tem desempenhado vários papéis em diversas óperas na Suíça, Alemanha, Bélgica, Portugal e Extremo-Oriente, dirigidas por Thomas Binkley, René Jacobs, Michel Corboz, Hans-Martin Linde, Adrian Stern, Jost Meier, Jacques Mercier e Manuel Ivo Cruz.

Tem colaborado regularmente nas actividades da Ópera Mobile de Basel, Teatro Municipal de Lausanne, Ópera de Biel, Teatro Nacional de São Carlos (“Street Scene”, de Kurt Weill, em 1995) e Real Theatro de Queluz. Tem colaborado com diversas orquestras estrangeiras e com as principais orquestras nacionais em obras do repertório tradicional, algumas das quais posteriormente gravadas para a DRS (Rádio Suíça-Alemã), RDP, RTP, Erato, Movieplay Classics, RCA Classics, Harmonia Mundi e Virgin Classics.

Tem trabalhado com os pianistas João Paulo Santos, Armando Vidal e Nuno Vieira de Almeida. Com este último tem-se apresentado em todo o País, Espanha, França, Bélgica e Itália. Actuou nos Festivais de Locarno, La Granja, Barcelona, Ischia e da Flandres (Europália-91) e em quase todos os festivais portugueses. Como membro da International Opera Company de Londres efectuou várias digressões ao Extremo-Oriente em concertos e produções de ópera. No âmbito da Lisboa-94 criou o protagonista da ópera “O Doido e a Morte” (Alexandre Delgado), no Salão Nobre do Teatro Nacional de São Carlos.

Em 1995, apresentou-se em Bruxelas (Théâtre de la Monnaie) e em Berlim (Philharmonie), no “Orfeo” (Monteverdi), sob a direcção de René Jacobs. No mesmo ano, gravou um disco de Sousa Carvalho assinalando as comemorações do bicentenário do seu nascimento.

Em 1996, a par de inúmeros concertos com o Real Theatro de Queluz e com a Orquestra do Norte (Requiem, de Mozart, e “Il Barbiere di Siviglia”, de Rossini), participou na estreia da ópera “Édipo, a Tragédia do Saber” (António Pinho Vargas). Apresentou igualmente o espectáculo Orientes Clássicos – Homenagem a Constança Capdeville (ACARTE).

Em 1997, para além de duas digressões ao Oriente, patrocinadas pela Fundação do mesmo nome, gravou mais um disco com os Segréis de Lisboa e estreou-se no papel de Escamillo, com a Orquestra do Norte, e no papel de Juiz Turpin, no musical “Sweeney Todd”, no Teatro D. Maria II, com encenação de João Lourenço e sob a direcção de João Paulo Santos.

No âmbito da Expo 98, produziu e interpretou o papel titular da ópera “Don Giovanni”, com um elenco exclusivamente português, e fez-se ouvir na primeira audição moderna de um “Te Deum” de Sousa Carvalho, dirigido por Ketil Haugsand, posteriormente gravado para a Harmonia Mundi. Participou igualmente nas comemorações Weill-Lorca, no Festival de Música do Estoril e no musical “Of Thee I Sing” (Gershwin), no Festival Internacional de Música de Macau.

Em 1999, realizou diversos concertos com os Segréis de Lisboa, tendo um deles sido transmitido para a Euro-Rádio. No Teatro Nacional de São Carlos, integrou o elenco de “Orphée aux Enfers” (Jacques Offenbach) e o de “Die Zauberflöte” (Wolgang Amadeus Mozart).