António Mota organista

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António Mota

Órgão

António José Marques de Sá Mota é doutorado em Música pela Universidade de Aveiro, em 2007, com uma tese sobre “Olivier Messiaen e o Livre du Saint Sacrement – Estudo Analítico e Estilístico”, sob orientação de João Pedro Oliveira.

Foi aluno de Órgão de Antoine Sibertin-Blanc, no Instituto Gregoriano de Lisboa e na Escola Superior de Música de Lisboa, tendo nesta última concluído em 2000 a licenciatura em Órgão, com média final de curso máxima – o que lhe valeu um prémio de mérito pelo Instituto Politécnico de Lisboa.

É licenciado e Mestre em Engenharia Electrotécnica e de Computadores, pelo Instituto Superior Técnico (Universidade Técnica de Lisboa), em 1995 e 1999, respectivamente, tendo até 2000 exercido funções de docência e trabalho de investigação nesta área.

Lecciona actualmente Órgão no CMJ (Conservatório de Música da JOBRA, onde exerce também funções de Delegado do Grupo de Teclas e é membro do Conselho Pedagógico) e na AMVP (Academia de Música de Vilar de Paraíso). Realiza paralelamente trabalho de investigação no grupo de Música Sacra / Estudos Sistemáticos do Órgão, da Escola de Artes da Universidade Católica do Porto, com Giampaolo di Rosa e Paulo Antunes.

Em 2007 apresentou na Universidade de Aveiro uma conferência sobre “A Música para Órgão de Olivier Messiaen”. Tem sido convidado regularmente para funções de júri de exames de Órgão, tanto a nível geral como superior. Foi organista titular da Igreja do Sagrado Coração de Jesus em Lisboa, de 1989 a 2004. Colaborou também frequentemente na Sé Patriarcal de Lisboa, como organista substituto de Antoine Sibertin-Blanc, assim como na igreja dos Jerónimos.

Na qualidade de concertista, tem exercido actividade regular, actuando tanto a solo como com coros e orquestras. A solo já tocou em concerto nos grandes órgãos da Sé Patriarcal de Lisboa, igreja de S. Vicente de Fora (Lisboa), Sé do Porto, Sé de Leiria, igreja da Lapa (Porto), igreja da Imaculada Conceição (Porto), Sé de Beja, Universidade de Aveiro e igreja de Joane. Participou como solista em festivais, tal como o Festival de Órgão de Aveiro (igreja de Vagos, Universidade de Aveiro, igreja da Aradas) e no 5º Ciclo de Órgão e Música Sacra do Porto “Vox et Organum ’08”. A nível internacional, foi solista no VII Festival Internacional São Bento de Órgão da cidade de São Paulo, Brasil, em 2000. Acompanhou também coralistas e instrumentistas em concerto no Museu Gulbenkian, no Festival de Música de S. Roque, no Festival Coral Internacional “Costa Azul”, no III e VI Festival Internacional de Órgão de Lisboa, com a Orquestra Sinfónica Portuguesa, entre outros. Em 2000 e 2003 gravou CDs com o Coro de Santa Maria de Belém, da igreja dos Jerónimos. Em 1997 recebeu um primeiro prémio ex-aequo no 1º Concurso Nacional de Jovens Organistas na Cidade do Lis, em Leiria.

O seu repertório abrange compositores da época barroca, romântica e contemporânea, tendo particular interesse em J.S. Bach e Olivier Messiaen. Toca a integral para Órgão de Amaral Vieira – o maior compositor brasileiro vivo.

Em termos de composição própria, António Mota conta actualmente 6 opus compostas para Órgão (lista completa de opus: “Pequeno Prelúdio para Carrilhão de 17 Notas – in memoriam José Rocha”, opus 1 – 1995; “Prelúdio Perpétuo”, opus 2 – 2000; “Marche Triomphale – dedicado ao Mestre-Organeiro Dinarte Machado”, opus 3 – 2001; “Toccata TriTonalis – dedicado a Antoine Sibertin-Blanc”, opus 4 – 2002; “Fantasia sobre Ave Maris Stela”, opus 5 – 2003; “Fantasia sobre um Cântico de Natal”, opus 6 – 2003; existe em versão para Órgão moderno e para 2 órgãos ibéricos; “Oops, I did it again Fugue”, opus 7 – 2006).

Frequentou cursos (“Master Class”) de interpretação organística com Jürgen Essl (2000), Klemens Schnorr (2001), Graham Barber (2002 e 2003), Giampaolo di Rosa (2002), Hans-Ola Ericsson (2003), além de outros cursos (pedagogia musical com Peter Röbke (2002) e Baixo Contínuo com Hermann Stinders (2002)). Aprofundou a sua prática ao Órgão, durante 1 ano e meio, em regime de “curso livre”, com Giampaolo di Rosa, na Escola de Artes da Universidade Católica Portuguesa. Trabalhou 3 anos como docente na Escola Superior de Música de Lisboa (cadeiras de Órgão e Acompanhamento e Improvisação).

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