Ângelo Minhava padre

Ângelo Minhava

Padre

Ângelo do Carmo Minhava, padre da diocese de Vila Real, nasceu na freguesia de Ermelo, concelho de Mondim de Basto, a 15 de Janeiro de 1919. Ordenou-se sacerdote no Seminário de Vila Real, onde foi professor de música, latim, literatura e francês. Também leccionou no Ciclo Preparatório e na Escola Técnica de Vila Real (Música e Educação Religiosa e Moral Católica).

Organizou e dirigiu, a partir de 1946, o Orfeão do Seminário e também o Orfeão do Liceu Camilo Castelo Branco. Organizou e dirigiu, igualmente, vários grupos corais e teatrais, em diversas terras do distrito de Vila Real. Dotado de uma cultura geral muito vasta, colaborou em muitos jornais e revistas, nomeadamente sobre temas linguísticos.

É autor de obras em poesia, teatro e, sobretudo, música. Como musicólogo, dirigiu o Orfeão do Seminário, do Liceu Camilo Castelo Branco, da Escola Comercial e Industrial e do Instituto Politécnico, hoje Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro.

Musicou letras de muitos poetas e poetisas de todo o país, incluindo Madeira e Açores. Autor de muitas músicas de várias marchas, de que se destaca a de Montalegre.

Como escritor, escreveu em todas as áreas literárias destacando-se na poesia, com o poema herói-cómico-lírico a “Cabrilada”; no teatro com “A Bengala Milagreira”, “A Feira dos Pucarinhos” e “Recitativos” (alguns em francês e em castelhano); na Linguística: “Venha comigo à Lua” e “Aleo Aleo – quem adivinha?”; e na cultura religiosa e histórica, destaque para “Veja se Sabe” (Diálogos com um estudante, sobre Cristianismo e Materialismo).
Foi designado de monsenhor em 20 de Abril de 1997, aquando das bodas de diamante da diocese de Vila Real.

Em 3 e 4 de Abril de 1998 foi homenageado pela cidade de Vila Real. É o autor da Marcha de Montalegre.

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