Ana Bela Chaves violetista

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Ana Bela Chaves

Violeta

Natural de Lisboa, Ana Bela Chaves foi discípula de François Broos no Conservatório Nacional da mesma cidade, onde em 1969 obteve o 1° Prémio de violeta.

Laureada em Portugal com o 1° Prémio Guilhermina Suggia de violeta em 1971, de música de câmara em 1972 e com os Prémios da Imprensa em 1974 e 1981. Em Espanha, ganhou o Prémio de violeta no Concurso Internacional de Orense 1974 e na Suiça, o 1° Prémio – por unanimidade – no Concurso Internacional de Genebra 1977.

Em 1992, foi Membro do Juri do mesmo Concurso e, em 1993 do Concurso Internacional da Radio de Munique.

Apresenta-se como solista com a grande maioria das orquestras portuguesas e também com algumas das mais prestigiadas orquestras internacionais, tais como a Orquestra de Paris, Suisse Romande, Shangaï, Osnabrück, Promenade de Amsterdão, as Orquestras das Radios de Viena, Estugarda e Madrid, Ensemble La Folia, Orquestra de Câmara de Toulouse… sob a direcção de nomeadamente: Manuel Ivo Cruz, Sir Colin Davis, Erich Bergel, Sir Roger Norrington, Bruno Pizzamiglio, Werner Torkanowsky, Claus Peter Flor, Andras Schiff, Claudio Scimone, Gyula Németh, Daniel Baremboïm e Christoph Eschenbach, entre outros.

Ana Bela Chaves actuou como concertista e em música de câmara no Japão, China, Coreia du Sul, Tailândia, Brasil, Argentina, Uruguai, Cabo Verde, Hungria e Estados Unidos, para alem das grandes cidades europeias.

De citar também os concertos em duo e em música de câmara com D. Baremboïm, O. Prats, P. Zukermann, W. Sawallisch e C. Eschenbach.

Dirige “masterclasses” em Portugal de Norte a Sul, em Espanha e em França.

Ana Bela Chaves dispõe duma importante discografia: dois concertos para violeta de J. Braga Santos e F. Lopes Graça, a Serenata Italiana de H. Wolf e a Sinfonia Concertante de W.A. Mozart. Três discos com os Solistas da Orquestra de Paris, um dos quais com a presença de V. Postnikova et G. Rojdestvenski. Onze discos com o grupo de câmara Opus Ensemble, do qual é membro fundador e o disco «Carta Branca a A. B. Chaves», que lhe é inteiramente consagrado. Este projeto foi apresentado em concertos em Portugal e na Bélgica.

Primeira violeta solista nas Orquestras Filarmónica e Gulbenkian de Lisboa, Ana Bela Chaves é desde 1980, primeira solista da Orquestra de Paris.

Universidade de Aveiro

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