Agir, 09-04-2018

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Agir

Voz

Bernardo Correia Ribeiro de Carvalho Costa, mais conhecido por Agir (Lisboa, 18 de março de 1988), é um cantor e músico português, filho do cantor Paulo de Carvalho e da atriz Helena Isabel. Começou a carreira musical aos 12 anos, cantando, tocando, compondo e produzindo as suas próprias músicas, que disponibilizava gratuitamente na internet. Passou depois dois anos em digressão com o pai.

Ainda adolescente, começou a formar o seu reportório, largamente influenciado pelo Dancehall, mas igualmente com traços de Hip-Hop, Reggae, Soul, House, Dirty House e R&B. A sua música foi conquistando um número imenso de fãs através da sua divulgação nas redes sociais, com destaque para o Youtube (curiosamente, a grande maioria dos mais de 200 temas de Agir que constam no Youtube não foram lá colocados pelo cantor, mas por fãs). O primeiro grande sucesso de Agir, nomeadamente entre o público adolescente, foi o tema “Wella”.

Com a fadista Milene Candeias, integrou o projecto TribUrbana, que participou no Festival RTP da Canção de 2007, com o tema “Dá-me a Lua”. O tema terminou em 4º lugar, com 3046 votos.

Agir compôs entretanto para nomes como Mariza, Rita Guerra, a sua irmã Mafalda Sacchetti e para o seu pai, para quem compôs a música “Meu Mundo Inteiro” (inicialmente gravada pelo próprio Agir com o nome “Balada”). A música foi editada em 2008 no álbum “Do Amor”, de Paulo de Carvalho. Mais tarde, o pai de Agir voltou a gravar em dueto com Mariza.

A 29 de julho de 2010, a editora Vidisco lançou o seu disco de estreia, intitulado simplesmente “Agir”. Foi também o autor da banda sonora da peça de teatro “As Encalhadas”, protagonizada pela sua mãe, por Maria João Abreu e Rita Salema e que estreou em 2010.

O segundo álbum, “Leva-me a Sério”, foi editado em 2015 e tornou-se um grande sucesso, atingindo o nº 1 do top português de álbuns (de facto, o álbum estreou-se na vice-liderança do top e só alcançou o nº 1 59 semanas depois de ter sido lançado) , acabando por lhe ser atribuído o galardão de platina (15.000 exemplares vendidos). Inclui temas como “Are You Ready?”, “Tempo É Dinheiro” e “Como Ela É Bela”.  Curiosamente, a 1ª edição de “Leva-me a Sério”, lançada em março desse ano, não inclui aquele que é, até à data do 2º trimestre de 2018 o maior êxito de Agir: “Parte-me o Pescoço”. O hit já está, porém, presente na 2ª edição do álbum, lançada em dezembro de 2015.

Agir fez a direção artística do espetáculo “Intemporal”, comemorativo dos 54 anos de carreira de Paulo de Carvalho, que se realizou no Tivoli em 2016. Também em 2016, Agir realizou concertos no Coliseu do Porto e Coliseu dos Recreios, que contaram com convidados especiais, como Blaya, C4 Pedro e Filipe Gonçalves, entre outros.

Em 2017, integrou o painel de jurados do talent show Just Duet, da SIC, juntamente com o pai, Héber Marques e Gisela João. Nesse ano, participou vocalmente numa nova versão de “O Meu Mundo Inteiro”, com o pai. A faixa foi incluída no álbum “Duetos”, da Paulo de Carvalho, lançado em 2017.

“Manto de Água”, tema lançado no 1º trimestre de 2017 e que conta com a colaboração de Ana Moura, é o tema de apresentação do terceiro disco de Agir, No Fame. Seguiram-se os singles “Pensa em Nós” (2017), “Minha Flor” (2017) e “Até ao Fim” (2018), sendo este último uma colaboração com Diogo Piçarra. Em abril de 2018, lançou dois singles com uma componente mais hip hop, “Falas Demais” e “Vai Madonna!!!”. No Fame, foi lançado a 4 de maio de 2018. No Fame inclui os singles “Manto de Água”, “Minha Flor”, “Até ao Fim”, “Falas Demais” e “Vai Madonna!!!”.

AGIR – Cantando Abril homenageia cancioneiro do 25 de Abril num concerto a transmitir pela RTP 1 este sábado, às 22H30, nas comemorações dos 47 anos do 25 de Abril

AGIR – Cantando Abril é um concerto de homenagem de um dos mais importantes artistas contemporâneos da música portuguesa ao cancioneiro do 25 de Abril, aos seus poetas e músicos de intervenção, como Zeca Afonso, Sérgio Godinho ou Fausto, entre outros. Com emissão às 22H30 deste sábado, 24 de Abril, AGIR – Cantando Abril inaugura a programação especial que a RTP preparou para a comemoração dos 47 anos do 25 de Abril, nos seus canais 1, 2 e Memória.

O concerto foi gravado no Cineteatro Capitólio e conta com as participações especiais dos cantores Ana Bacalhau, Buba Espinho e Carolina Milhanas, e de Gaspar Varela na guitarra portuguesa.

AGIR – Cantando Abril surge após a sua recente participação especial no Festival da Canção, em que cantou dois dos maiores clássicos de todos os tempos da música portuguesa, “Flor Sem Tempo” e “E Depois do Adeus” numa homenagem ao pai, Paulo de Carvalho.

A surpresa que a RTP preparou permitiu a muitos recordar e a tantos outros descobrir duas das canções mais emblemáticas do Festival da Canção, que se tornaram referências maiores do cancioneiro pop nacional, em particular “E Depois do Adeus” que, com letra de José Niza, venceu a 12ª edição do Festival RTP da Canção e serviu de primeira senha à revolução do 25 de Abril, consagrando Paulo de Carvalho como um artista de excepção e um dos ícones da luta pela democracia em Portugal.

Com 3 álbuns de originais em nome próprio, o primeiro, homónimo, o segundo “Leva-me a sério” e o último “No Fame”, AGIR é um dos mais reputados artistas da sua geração, sendo presença constante nas playlists da rádios com os seus temas a solo e diversas colaborações com alguns dos maiores nomes da música nacional como Ana Moura, Carolina Deslandes, Diogo Piçarra, Karetus, Papillon ou 9 MILLER.

No seu percurso contam-se várias conquistas, entre as quais três Coliseus esgotados, o prémio “Best Portuguese Act” nos MTV EMA 2015, o Globo de Ouro de “Melhor Intérprete Individual” ou o galardão de disco de Platina pelo álbum “Leva-me A Sério”.

Quando a pandemia eclodiu preparava o lançamento do seu novo e quarto álbum de originais, que decidiu guardar para uma fase menos conturbada, tendo então lançado “Alma”, uma canção escrita como um contributo para ajudar as pessoas a vencerem a solidão, numa altura em que as perturbações mentais dispararam ou se agravaram, devido ao confinamento, à degradação das condições económicas, à incerteza quanto ao futuro e a tantas outras causas individuais, tendo entregue 100% do lucro dos Plays à Associação SOS Voz Amiga.

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