A Garota Não
Prémio José da Ponte

O Prémio José da Ponte para Novos Autores de Música (Portugal, 2015) é instituído pela Sociedade Portuguesa de Autores, tendo como principal objectivo distinguir jovens criadores musicais portugueses. O troféu foi criado pela SPA, após a morte de José da Ponte, em  2015.

2024

A Garota Não
A SPA decidiu atribuir o Prémio José da Ponte de 2023 à autora “A Garota Não” pelo seu disco “2 de Abril“, de 2023.

A Garota Não

A Garota Não

2023

Miguel Araújo
A SPA decidiu atribuir o Prémio José da Ponte de 2023 ao autor Miguel Araújo pelo seu disco “Chá lá lá“, de 2022.

2022

Rita Redshoes
O Prémio José da Ponte 2022 entregue à autora e cantora Rita Redshoes pelo seu CD “Lado Bom“, de 2021, que é o quinto álbum da cantora e o primeiro integralmente escrito em português.

2021

Luís Severo
O Prémio José da Ponte 2021 foi entregue ao jovem criador musical Luís Severo, criador e intérprete do CD “O Sol Voltou”, de 2019.

2020

Samuel Úria
O Prémio José da Ponte 2020 foi atribuído ao compositor, autor e intérprete Samuel Úria.

2019

Márcia
O Prémio José da Ponte de 2019 foi entregue no dia 8 de Maio de 2019 à cantora-autora Márcia pela qualidade do seu CD “Vai e Vem”, editado em 2018.

2018

Diogo Piçarra
pelo seu trabalho discográfico de 2017

2017

Capicua
pelo seu trabalho discográfico de 2016

2016

Agir
que tem vindo a afirmar-se como um dos mais talentosos músicos portugueses das novas gerações.

2015

D.A.M.A.
O primeiro Prémio José da Ponte foi entregue ao grupo D.A.M.A, destacando a qualidade artística e autoral do seu trabalho recente que o público a crítica têm consagrado.

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Prémio de Composição Acordeão Associação Folefest
Festival

O grande objetivo do Festival Folefest é dar a conhecer e promover o acordeão erudito, criando um público através da qualidade apresentada em todos os momentos musicais deste festival.

O Folefest pretende que todos os acordeonistas, professores e alunos participem e se sintam envolvidos neste projeto, sobre o qual temos a convicção que apresenta todas as condições para continuar a ser, um veículo de valorização do instrumento no nosso país.

A presença de músicos de enorme qualidade artística, como intérpretes nos concertos ou como júris do concurso, será uma ideologia sempre a seguir, pois acreditamos que desta forma o acordeão sairá inevitavelmente prestigiado.

Uma das metas atingidas tem sido, sem dúvida, a crescente integração do instrumento no meio artístico. Neste capítulo, a música de câmara, sempre presente no Folefest é um fator determinante para o reconhecimento do acordeão e dos acordeonistas portugueses.

Concurso

O Concurso Folefest tem como objetivos:
1. Estimular o gosto e o interesse pelo acordeão de concerto
2. Divulgar o repertório original para acordeão
3. Desenvolver a capacidade musical individual dos participantes
4. Incentivar os participantes para o estudo da música
5. Proporcionar o encontro entre diferentes orientações técnico-artísticas
6. Promover e desenvolver o nível artístico do acordeão de concerto
7. Sensibilizar os compositores portugueses para a criação de novas obras para acordeão
8. Projetar a carreira artística dos participantes

Prémio de Composição

O Prémio de Composição Acordeão Associação Folefest vai, em 2024, na 7ª edição.

Prémio de Composição Acordeão Associação Folefest

Prémio de Composição Acordeão Associação Folefest

Associação Folefest

A Associação Folefest foi criada em 18 de Abril de 2013. Tem como objetivo primordial promover e divulgar o acordeão de concerto em Portugal, através de diversos eventos, nomeadamente a organização de um Festival e Concurso de Acordeão realizado anualmente, o FOLEFEST.

  • Eventos organizados pela Associação:
  • Concertos com artistas nacionais e estrangeiros
  • Cursos de aperfeiçoamento musical com acordeonistas de reconhecido valor artístico
  • “Prémio de Composição para Acordeão”
  • “Encontro de Jovens Acordeonistas”
  • “Atelier de Acordeão” – curso para professores e alunos do curso superior de acordeão
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Operafest, Catarina Molder, créditos Susana Paiva

Nascido em Lisboa em 2020, o OPERAFEST conta com a direcção geral, artística e de comunicação de Catarina Molder. Posiciona-se desde a sua concepção num evento que une várias instituições da cidade, do país, do mundo, potenciando sinergias e talentos em torno de um projecto que pretende dinamizar o mercado de ópera português, contribuindo para a criação de novo repertório.

Aposta no talento português, colocando Portugal no mapa internacional de eventos de ópera inovadores, pela sua originalidade, abrangência e ambição de querer fazer chegar a ópera a novos públicos, com uma programação ao encontro de gostos e afinidades diferentes, organizada por ciclos temáticos.

Nasceu em plena pandemia e finalmente colocou Portugal e Lisboa na Rota dos Festivais internacionais de Ópera de Verão e mesmo com parcos meios obteve já excelentes criticas internacionais, foi um sucesso de bilheteria, conseguiu atingir uma variedade de públicos surpreendente e não habitual frequentador das instituições culturais de música clássica, estando este fenómeno a ser já objecto de estudo, por alunos de doutoramento da Universidade Nova de Lisboa.

Graças, a uma programação que conjuga tradição e vanguarda, construída em Ciclos com objectivos específicos, ao encontro das necessidades do mercado operático português e ao encontro de públicos diversificados e na urgência que a ópera tem de reinventar-se para ficar mais próximo da mundo e do público de hoje.

O OPERAFEST Lisboa trouxe nova dinâmica ao meio operático português, apresentando absolutas e impulsionando o único concurso de ópera contemporânea do país – Maratona Ópera XXI, onde se tem lançado toda uma nova geração de compositores talentosos, mas também intérpretes.

Tem sido palco e espaço de desenvolvimento para cantores, músicos, maestros, encenadores, cenógrafos, figurinistas e outros criativos ligado à produção operática, mas também produtores, maquinistas, no início de carreira, desenvolverem e fazerem crescer o seu talento.

O OPERAFEST assume-se como um Festival que condena o trabalho gratuito, excluindo o voluntariado gratuito, jovem ou em idade laboral.

Aposta no talento português do presente e do futuro e na dignificação e direitos do trabalho para os jovens. em um índice de trabalho com jovens até 25 anos, em postos de responsabilidade, em cerca de 30% (produção, design, técnica, compositores, músicos, cantores, actores) da sua actividade e na paridade de género.

Declara-se ecológico, promovendo a economia de recursos, reciclagem, o uso transporte público e reduzir ao máximo actividades, que promovam poluição e criação de lixo e plásticos desnecessários, quer na actividade directa do festival, quer nas actividade dos parceiros associados ao OPERAFEST, sua programação e eventual merchandising.

Com um Programação em ciclos variados pretende fazer chegar a todos os públicos grandes clássicos, com grande óperas do repertório operático revisitadas em leituras estimulantes.

Inéditos propõe a descobertas de títulos em estreia nacional e óperas e compositores menos conhecidos, de um passado recente.

Ao nível da Criação, encomenda novas óperas promove estreias absolutas.

A Maratona Ópera XXI é o seu concurso de ópera contemporânea que aposta no desenvolvimento da produção de ópera contemporânea a todos os níveis, da composição à encenação, estimulando a emergência de novos talentos.

Ópera Satélite convoca novas explorações, e novos olhares sobre a ópera, através do cruzamento com outros géneros musicais, (Rave Operática), como forma de cruzar públicos inusitados, e ainda conferências e debates, workshops variados.

Público do Futuro aposta na sensibilização dos mais novos novos à ópera.

Cine-Ópera propõe programação em cruzamento entre o cinema e a ópera.

O OPERAFEST tem um compromisso inabalável materializado em boas práticas de sustentabilidade cultural, social, ambiental e económica, evolutivas e continuadas, cujas repercussões vão muito além do universo e acção directa do festival. Empenhado em gerar sinergias conscientes entre todos os interlocutores das várias dimensões da sustentabilidade, essenciais para construir um mundo melhor, onde todos incluindo a própria ópera e todos os todos nela participam, possam prosperar.

Fonte: OPERAFEST, 28 de agosto de 2023

Operafest, Catarina Molder, créditos Susana Paiva

OPERAFEST, Catarina Molder, créditos Susana Paiva

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