Adriana Ferreira, flauta transversal

Flauta transversal, flauta transversa ou apenas flauta, é um aerofone da família dos sopros de madeira, embora seja na atualidade construída em metal.

A flauta transversal, tubo cilíndrico de metal aberto numa das extremidades, é composta por três peças independentes que o executante tem de montar de cada vez que vai tocar. Esta divisão facilita o transporte do instrumento mas, o que é mais importante, permite afiná-lo consoante se introduz mais ou menos a cabeça na parte superior do corpo.

As três secções são compostas pela cabeça (que acolhe a embocadura), o corpo (onde se encontra o complexo sistema de chaves), e o pé. Cada uma é montada na outra através das braçadeiras de encaixe metálico. A cabeça mede aproximadamente 22 cm de comprimento e possui um diâmetro que oscila entre os 17 e os 19 mm.

Museu Nacional das Bandas Filarmónicas

A embocadura apresenta um orifício lateral rodeado por uma chapa metálica na qual repousa o lábio inferior do executante. O corpo ou parte central é a de maior tamanho, cerca de 35,5 cm. Por ultimo, o pé tem um comprimento de 13 cm e é rematado por um aro final. Este instrumento não possui nenhuma palheta, mas o som é produzido através do bisel, colocado sob o lábio inferior do interprete. O bordo mais afastado do bisel corta a corrente de ar, na flauta moderna, uma chapa ajuda a dirigi-la corretamente e deste modo, é produzida a vibração da coluna interior e, por conseguinte, o som.
Tem um som agradável e suave e oferece uma grande quantidade de matrizes sonoros consoante se toque no registo grave (mais quente) ou agudo (mais penetrante).

Fonte: Museu Nacional das Bandas Filarmónicas

Adriana Ferreira, flauta transversal
Adriana Ferreira, flauta transversal
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