Artigos académicos ou de divulgação sobre música

Nova Revista de Música Sacra, Braga

BIBLIOGRAFIAS

MÚSICA RELIGIOSA EM PORTUGAL NO SÉCULO XX

1. MAGISTÉRIO EPISCOPAL

1. 1. BISPOS

1. 1. 1. ANTES DO CONCÍLIO

BARROSO, A. J. S., bispo do Porto, Música nas Egrejas, in Boletim da Diocese do Porto 3 (1916) 185-187.

LEÃO, A. B., bispo do Porto, Música Sacra, in BDP 6 (1919) 570-575.

ANTÓNIO, bispo de Coimbra, Festas religiosas, in Lm 3(1939)184.

SOUSA, A. J., bispo do Porto, Provisão sobre orfeões e ensaios, in Lm 6(1942)722.

CEREJEIRA, M., Cardeal Patriarca, Provisão sobre festas, in Lm 7(1943)3.

SOUSA, A. J., bispo do Porto, Observações sobre a legislação diocesana relativa a festas, in Lm 8(1944)396-397.

OLIVEIRA, E. S., bispo de Coimbra, Provisão sobre festas, in Lm 14(1950)488-490.

CEREJEIRA, M., Cardeal Patriarca, Liga de Acção Litúrgica e Paroquial, in Lm 18(1954)328-329.

EPISCOPADO PORTUGUÊS, As atitudes comuns dos fiéis nas missas chamadas comunitárias, in Lm 24(1960)91.

1. 1. 2. DEPOIS DO CONCÍLIO

JOÃO, bispo de Lamego, Breve guia da celebração da missa segundo a nova reforma litúrgica para o clero da Diocese de Lamego, in Lm 29(1965) 243-263.

ALTINO, bispo de Sá da Bandeira, Carta Pastoral sobre a Reforma Litúrgica da missa, in Lm 29(1965)263-268.

FLORENTINO, bispo do Porto, Comissão Episcopal de Liturgia, in Lm 30 (1966)762.

ANTÓNIO, bispo de Vila Real, Nomeação da Comissão Diocesana de Liturgia, in Lm 32(1968)223.

GONÇALVES, J., bispo auxiliar de Braga, Homilia sobre o canto litúrgico, in Nova Revista de Música Sacra 22 (1982) 1-2.

—, Liturgia matrimonial , in NRMS 26 (1983) 1-3.

MONTEIRO, A. X., bispo de Lamego, Dr M. Faria, in memoriam, in NRMS 26 (1983) 1-3.

PINHEIRO, C. F. M., bispo auxiliar de Braga, Homilia no encontro dos grupos corais paroquias do arciprestado de Vila Nova de Famalicão em Riba d’Ave-6 de Julho de 1986 , in NRMS 38 (1986) 1-3.

REBIMBAS, J. T., bispo do Porto, Cantai ao Senhor um cântico novo, in Boletim de Música Litúrgica 63 (1986) 2-5.

—, O novo órgão de tubos na Sé Catedral do Porto, in NRMS 37 (1986) 2-3.

ORTIGA, J., bispo auxiliar de Braga, Participação litúrgica através do canto |Homilia no Encontro de Coros Paroquiais do Arciprestado de Barcelos, no dia 9 de Julho de 1989|, in NRMS 52 (1989) 2.

NOGUEIRA, E. D., bispo de Braga, A Música Sacra é acto de louvor a Deus, in NRMS 58 (1991) 1-2.

1. 2. 1. CONFERÊNCIA EPISCOPAL

EPISCOPADO PORTUGUÊS DA METRÓPOLE, Nota sobre a aplicação das normas do “motu proprio” Sacram Liturgiam, in Lm 28(1964)92-96; Ora et Labora 12(1965)491-498.

CONFERÊNCIA EPISCOPAL PORTUGUESA, Nota sobre o canto litúrgico, in Lm 46 (1985) 423-426 |22 de Novembro de 1985|.

1. 2. 2. COMISSÃO EPISCOPAL DE LITURGIA

COMISSÃO EPISCOPAL DE LITURGIA (PORTUGAL), Esclarecimentos, in Lm 29(1965)16-20, 151, 155, 330, 495, 335, 670.

—, |Nomeação da Comissão Portuguesa de Música Sacra|, in Lm 29(1965)240.

—, Normas Litúrgicas, in Lm 32 (1967) 836-856.

2. FONTES DA MÚSICA RELIGIOSA EM PORTUGAL

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LYRA SACRA (Braga 1903-1905) compil. de A. MENEZES, SJ.

LYRA SACRA. Cânticos a Nosso Senhor. Parte I: Ao Ssmo Sacramento (Lisboa 1905) compil. de A. MENESES, SJ.

COROS RELIGIOSOS (Lisboa: Livraria Católica 1910) de T. BORBA.

SALVÈ NOBRE PADROEIRA! (Lisboa 1914) Melodia Popular recolhida e harmonizada pelo Pe BALLESTER, CM.

SALTÉRIO EUCARÍSTICO (Cânticos ao Ssmo Sacramento próprios para a Hora de Adoração ) (Braga 1920) de A. SANTOS, OFM.

HINO DO I CONGRESSO EUCARÍSTICO NACIONAL (Braga 1924) de A. SANTOS, OFM.

LYRA SACRA. Collecção Portuguesa de Cantos Religiosos a Nossa Senhora. Proprios para o Mez de Maria (Lisboa: Ed. Joaquim A. Rodrigues 1924, 2 ed. rev) compil. de A. MENEZES, SJ.

LYRA SACRA. Collecção Portuguesa de Cantos Religiosos a Nossa Senhora. Proprios para o Mez de Maria (Lisboa, 1924, 2 ed) compil. de A. MENEZES, SJ.

CANTAI AO SENHOR! Orações e Cantos da Igreja nos divinos ofícios e nas devoções tradicionais. Missas para o povo. Motetes Simples, Cânticos (Braga 1925) compil. de J. A. CORREIA, CSSP.

CANTAI AO SENHOR. Missas, Vésperas, canto litúrgico e cânticos em vernáculo. Próprio das quadras da liturgia (Advento, Natal, Quaresma, Páscoa, Pentecostes). Canto Devocional: Eucarístico, Mariano, dos Santos (Lisboa: Procuradoria das Missões do Espírito Santo 1925, 1 ed), compil. de J. A. CORREIA, CSSP.

MISSA EM HONRA DO SS SACRAMENTO (Braga: Ed. do “Boletim Mensal das Missões Franciscanas” 1925) de A. SANTOS, OFM.

HINO “TE DEUM LAUDAMUS” (Braga 1926) de L. SOUSA.

LIVRO DE CÂNTICOS RELIGIOSOS em Português e Shironga para uso das Missões Católicas Portuguesas ao Sul do Save na Província de Moçambique (Lourenço Marques 1927).

DEVOCIONÁRIO MUSICAL (Bruges: Desclée de Brower 1927) compil. de L. G. MARIZ, SJ.

SALTÉRIO MARIANO. Cânticos a Nossa Senhora (Braga: Edição do “Boletim Mensal” 1927) de A. SANTOS, OFM.

HINO POPULAR A S. FRANCISCO DE ASSIS (Braga: Ed. da Empresa do “Boletim Mensal” 1928) de B. CRESPO, OFM.

HINO DE S. FRANCISCO (Braga 1928) de A. LEÇA-L. MAGALHÃES.

O “CÂNTICO DO SOL” DE SÃO FRANCISCO DE ASSIS (Braga 1929), de A. LEÇA.

DEVOCIONÁRIO MUSICAL para uso das paróquias, seminários, colégios e institutos similares (Lisboa 1930, 2 ed) compil. de L. G. MARIZ, SJ.

ECOS DO SANTUÁRIO. Colecção de motetes e cânticos religiosos a uma ou duas vozes iguais com acompanhamento de Órgão ou harmónio (Braga: Livraria e Papelaria Nacional 1931) de M. C. ALAIO-J. C. L. TORRES.

CÂNTICOS ANTONIANOS (Braga 1931), feitos e coleccionados por A. SANTOS, OFM.

SALTÉRIO EUCARÍSTICO. Cânticos ao SS.mo Sacramento próprios para a Hora de Adoração e para a Sagrada Comunhão (Braga: Edição do “Boletim Mensal” 1933, 3 ed) de A. SANTOS, OFM.

CANTAI AO SENHOR, com música e acompanhamento, para os ofícios e devoções do ciclo religioso. I parte. Missas, de festas e de funerais, em gregoriano e em música moderna (Lisboa: Procuradoria das Missões do Espírito Santo 1934, 2 ed).

CANTAI AO SENHOR, com música e acompanhamento, para os ofícios e devoções do ciclo religioso. II parte.Vésperas e bênção do SS. Sacramento, Te Deum, Recepção do Prelado (Lisboa: Procuradoria das Missões do Espírito Santo 1934, 2 ed).

CANTAI AO SENHOR, com música e acompanhamento, para os ofícios e devoções do ciclo religioso. III parte.Cânticos Latinos ao Coração de Jesus, a Nossa Senhora, aos Santos e Próprio do tempo (Lisboa: Procuradoria das Missões do Espírito Santo 1934, 2 ed).

HINO A SÃO JOSÉ (Braga: Ed. do Autor) de L. TORRES.

CÂNTICOS PARA OS CERTAMES CATEQUÍSTICOS (Braga 1935).

CANTAI AO SENHOR. Missas, Vésperas, canto litúrgico e cânticos em vernáculo. Próprio das quadras da liturgia (Advento, Natal, Quaresma, Páscoa, Pentecostes). Canto Devocional: Eucarístico, Mariano, dos Santos (Lisboa: Procuradoria das Missões do Espírito Santo 1935, 2 ed) compil. de J. A. CORREIA.

CÂNTICOS PARA A BÊNÇÃO DO SS distribuidos por todos os dias (Porto: Tipografia Costa Carregal 1935), de L. RODRIGUES.

HINO DA CATEQUESE (Lamego 1936, 2 ed) de A. F. ALVES.

CANTAI AO SENHOR (S.l.: Procuradoria das Missões do Espírito Santo 1936, 2 ed).

MISCELÂNEA MUSICAL RELIGIOSA (Porto 1937) de L. RODRIGUES.

MISSA CORAL em louvor de Nossa Senhora de Fátima (Braga 1937) de J. C. P. ALMEIDA.

JUVENTUDE. Hino (Porto: Costa Carregal 1938) de A. LEÇA.

MISSA DA CATEQUESE. Cânticos para a missa e hino da catequese (Braga 1938) de J. ANGÉRRI.

SAUDADES DA MINHA ALMA. Cânticos Religiosos em latim e português (Braga 1938) de J. ANGERRI.

JUBILATE. Selecção de Cânticos Sacros (Lisboa: União Gráfica 1939) de I. ALDASSORO, SSCC.

CANTAI AO SENHOR (Lisboa: Imprensa Lucas 1939).

MISSA “LAUDATE PUERI, DOMINUM” (Porto: Costa Carregal 1939) de L. RODRIGUES.

MISSA “O CRUCIS VICTORIA” (Braga 1939) de J. ANGÉRRI.

SÚPLICAS AO CÉU. Cânticos Religiosos em latim e português (Braga 1940) de M. J. S. MARTA.

PORTUGAL É DE CRISTO JESUS! executada pela primeira vez em Guimarãis, pelos Seminários de Braga, por ocasião das Festas Centenárias de 1940 (Braga: Edição dos Seminários de Braga 1940) de M. S. RIBEIRO-J. F. FONTES.

HINO DO CONGRESSO EUCARÍSTICO DE VAGOS (Braga 1940) de M. M. RUMOR-M. QUARESMA.

MISSA BREVE E FÁCIL em honra do Beato Nun’Álvares Pereira, oferecida e dedicada à Mocidade Portuguesa (Braga 1941) de A. F. ALVES.

MISSA “JUVENES ET VIRGINES” dedicada às Juventudes e Cruzadas (Porto 1941) de J. G. S. LOPES.

O DEUS AMANTE (Braga: Missões Franciscanas 1941) de A. F. ALVES.

O SALUTARIS HOSTIA E TANTUM ERGO (Braga: Missões Franciscanas 1941) de A. F. ALVES.

TOTA PULCHRA ES , MARIA (Braga 1942) de A. F. ALVES.

LÍRIOS DE MAIO (Porto: Educação Nacional 1943).

MÚSICA DESCRITIVA DA PARÁBOLA DO FILHO PRÓDIGO (Lamego: Tip. Voz de Lamego 1943) de A. F. ALVES.

REGINA PACIS. Missa breve e fácil (Braga: Tipografia das Missões Franciscanas 1943) de A. PARENTE.

REGINA PACIS. Missa breve e fácil a duas vozes e órgão e o hino “Oração da Paz ” (Braga 1943) de A. PARENTE.

MÚSICA SACRA (Porto: Lopes da Silva 1943) de L. RODRIGUES.

BENEDICAMUS DOMINO. Colecção de Cânticos Religiosos (Lamego: Crisos 1944) de A. F. ALVES.

CANTAI AO SENHOR (S.l.: Procuradoria das Missões do Espírito Santo 1944, 2 ed).

MANUALE OFFICII ET MISSAE PRO DEFUNCTIS (Porto 1944) de L. RODRIGUES.

EUCARÍSTICAS. Cânticos para a Sagrada Comunhão (Porto: Edições Lopes da Silva 1944) de L. RODRIGUES -A. R. NEVES-J. M. GONÇALVES.

CANTA, MINHA ALMA, CANTA. Cânticos religiosos em latim e português (Lisboa: Sassetti 1945) de J. ANGÉRRI.

CÂNTICOS DA JUVENTUDE I. A Nossa Senhora (Braga 1945) de M. FARIA.

CÂNTICOS DA JUVENTUDE II. Ao Coração de Jesus (Braga 1945) de M. FARIA.

CÂNTICOS DA JUVENTUDE III. Ao Santíssimo Sacramento (Braga 1945) de M. FARIA.

CÂNTICOS DA JUVENTUDE IV (Cânticos populares ao Menino Jesus e outras devoções ) (Braga 1945) de M. FARIA.

CARRILHÃO DE FÁTIMA. Às mulheres de Portugal às quais se deve a iniciativa do novo Carrilhão para a Basílica de Fátima (Barcelos: Edição do Autor 1945) de L. TORRES.

CONFITEMUR seu cantus varii ad benedictionem SS. Sacramenti et alias sacras functiones (Almada: Seminarium S. Pauli 1945).

FESTA EUCARÍSTICA do Arciprestado de Gouveia (Braga 1945) de A. PARENTE-A. A. JERÓNIMO.

HINO DA LIGA INTENSIFICADORA DA ACÇÃO MISSIONÁRIA =Canções patrióticas e missionárias 2 (Braga 1945) de O. TEIXEIRA.

MISSA DE “REQUIEM” a duas vozes iguais e órgão (Penacova: Litografia União 1945) de A. COSTA.

ROSAS BRANCAS. Composições e discursos para a comunhão solene das crianças (Porto: Lopes da Silva 1945) de L. RODRIGUES e A. R. NEVES.

STABAT MATER (Régua 1945) de A. F. ALVES.

STABAT MATER DOLOROSA (Régua: Editor J. Alcino Cordeiro 1945) de B. SALGADO.

A MISSA DO PEREGRINO. Aos pés de Nossa Senhora (Braga: Tipografia das Missões Franciscanas 1946) de B. SALGADO.

À SENHORA DO SAMEIRO. AVÈ, SENHORA DO MINHO (Braga 1946) de B. SALGADO-J. ALVES.

AOS NOBRES MUNICÍPIOS DE PORTUGAL CRISTÃO. Consagração ao Coração Imaculado de Maria (Braga 1946) de L. TORRES.

APOTEOSE À VIRGEM (Bragança 1946) de M. BRÁS-M. FERREIRA.

AVÈ MARIA (Régua: Editor J. Alcino Cordeiro 1946, 3 ed) de A. F. ALVES.

CÂNTICO PARA A COROAÇÃO DE Nª Sª DE FÁTIMA RAINHA DE PORTUGAL (Brga: Missões Franciscanas 1946) de M. F. FARIA.

CÂNTICO PARA A COROAÇÃO DE NOSSA SENHORA DE FÁTIMA RAINHA DE PORTUGAL (Braga 1946) de M. FARIA-M. NEVES.

ECCE SACERDOS MAGNUS (Régua: Editor J. Alcino Cordeiro 1946) de A. F. ALVES.

ECOS DA ROMAGEM DAS JUVENTUDES CATÓLICAS À COVA DA IRIA (13 de Maio de 1946 ) (Braga: Edição do Autor 1946) de L. TORRES.

HINO DA ACÇÃO CATÓLICA PORTUGUESA (Lisboa: Edição da Junta Central da ACP 1946) de M. MATEO.

HINO DA CATEQUESE (Régua: Editor J. Alcino Cordeiro 1946) de A. F. ALVES.

HINO DE MONSENHOR ALVES DA ROCHA (Braga 1946) de B. SALGADO-C. VARELA.

HINO DO CORPO NACIONAL DE ESCUTAS (Braga 1946), de B. SALGADO-J. ALVES.

HINO E CÂNTICO DA FESTA EUCARÍSTICA DE NESPEREIRA (Arciprestado de Gouveia ) (Braga 1946) de M. FERNANDES-G. PINTO.

MARCHA CATEQUÍSTICA (Braga 1946) de M. F. BORDA.

MISSA BREVE E FÁCIL EM HONRA DO BEATO NUN’ÁLVARES PEREIRA. Oferecida à Mocidade Portuguesa (Régua: J. Alcino Cordeiro 1946, 2 ed) de A. F. ALVES.

MISSA EM HONRA DE NOSSA SENHORA DA ASSUNÇÃO, padroeira da Sé de Lamego (Régua: Editor Júlio Alcino Cordeiro 1946) de A. F. ALVES.

NAS ALTURAS DA PENEDA (Braga 1946) de A. BRAZ-J. ALVES.

ORAÇÃO PELOS SACERDOTES (Régua: J. Alcino Codeiro 1946) de A. F. ALVES.

SAUDAÇÃO SOLENE (Braga 1946) de A. F. ALVES.

SIM (Régua: J. Alcino Cordeiro 1946) de A. F. ALVES.

SUSPIROS DE ALMA, SAUDADES DA MINHA MÃE (Régua 1946) de A. F. ALVES.

AÇUCENAS (Régua: J. Alcino Cordeiro 1947) A. F. ALVES.

AVE MARIA (Coimbra: Ed. do Autor 1947) de A. LAPA.

MISSA BREVE E FÁCIL EM HONRA DE SÃO JOÃO DE BRITO (Porto: Costa Carregal 1947).

MISSA EM HONRA DE S. JOÃO DE BRITO, dedicada aos peregrinos portugueses que em Roma assistiram à sua canonização em 22 de Junho de 1947 (Régua: J. Alcino Cordeiro 1947) de A. F. ALVES.

NA VIA DOLOROSA À SOMBRA DA CRUZ (Régua: J. Alcino Cordeiro 1947) de A. F. ALVES.

OS MEUS TRÊS AMORES. 50 cânticos em latim e português (Lisboa: Sassetti 1947).

SOU SÓ TEU, SENHOR (Régua: J. Alcino Cordeiro 1947) de A. F. ALVES.

MISSA “PASTOR ANGELICUS”a duas vozes (Braga: Editorial Franciscana 1947) de J. ANGERRI.

MISSA “PARCE DOMINE”. 4 cânticos em português para a Missa rezada (Braga 1947) de A. BRÁS-J. ALVES.

DOAÇÃO. Oração em coro falado para o ofertório da Missa. I, Gregoriano (VII tom) e Fabordão (Lisboa: União Gráfica 1947) de A. GONÇALVES.

DOAÇÃO. Oração em coro falado para o ofertório da Missa. II, Música da Oração Jocista (Lisboa: União Gráfica 1947) de A. GONÇALVES.

À PADROEIRA. Portugal agradecido =Lauda Sion 1 (Braga 1947) de J. G. S. LOPES.

HINO A S. JOÃO DE BRITO =Lauda Sion 2 (Braga 1947) de J. G. S. LOPES.

MISSA “DE ANGELIS” (Braga 1947).

HINO AO SACERDÓCIO (Braga 1947) de M. VALENÇA, OFM.

FLORINHAS DO CAMPO (Cânticos para o mês de Maria) (Braga 1948) de M. FARIA.

HINO DA FALPERRA ao Senhor da Agonia e a Santa Maria Madalena (Braga 1948).

HINO POPULAR A NOSSA SENHORA DE FÁTIMA (Braga: Missões Franciscanas 1948) de J. F. TROCADO.

MISSA “MATER DEI” a três vozes e órgão (Braga: Edição do Autor 1948) de R. MARQUES.

CÂNTICO AO MENINO DEUS. Para voz, solo e coro com acompanhamento de òrgão. Para ser cantado pelas criancas da minha aldeia (Braga 1948) de J. NEVES-J. P. ROCHA.

POR S. NUNO E POR PORTUGAL (Braga 1948) de B. SALGADO-J. ALVES.

MEMORIA TRANSITUS S. P. N. FRANCISCI per coro a 4 voci miste e organo (Braga 1948) de A. SANTINI, OFM.

HINO POPULAR A NOSSA SENHORA DE FÁTIMA (Braga 1948) de J. F. TROCADO.

À VIRGEM MÃE. Dois cânticos a vozes e órgão = Lauda Sion 4 (Freamunde: Tipografia Popular 1949) de J. G. S. GONÇAVES.

AO REI DE AMOR, composições a várias vozes e órgão = Lauda Sion 7 (Freamunde: Tipografia Popular 1949) de J. G. S. GONÇAVES.

AVE MARIA FORMOSA. Cântico a Nossa Senhora (Porto: Ed. do Autor 1949) de C. MORAIS.

AVE MARIA, para solo, duas vozes e órgão = Lauda Sion 3 (Freamunde: Tipografia Popular 1949) de J. G. S. GONÇAVES.

AVE VERUM, a duas vozes e órgão = Lauda Sion 5 (Freamunde: Tipografia Popular 1949) de J. G. S. GONÇAVES.

CÂNTICO A S. FILOMENA (Braga 1949) de M. FARIA-J. ALVES.

CÂNTICOS DA CONFIRMAÇÃO , 3 cânticos a duas vozes e órgão = Lauda Sion 6 (Freamunde: Tipografia Popular 1949) de J. G. S. GONÇAVES.

CÂNTICOS DE NATAL, 4 composições a duas vozes e órgão = Lauda Sion 11 (Freamunde: Tipografia Popular 1949) de J. G. S. GONÇAVES.

ECCE SACERDOS MAGNUS (Braga: Tipografia Missões Franciscanas 1949) de M. FARIA.

HINO A SANTA FILOMENA, a duas vozes, solo e órgão = Lauda Sion 8 (Freamunde: Tipografia Popular 1949) de J. NEVES.

HINO EUCARÍSTICO (Braga 1949) de A. PARENTE-E. ROSÁRIO.

HINO MISSIONÁRIO (Braga: Editorial Franciscana 1949) de M. VALENÇA, OFM.

O SALUTARIS HOSTIA (Felgueiras: Seminário de Santa Teresinha 1949).

O SALUTARIS HOSTIA , 5 composições a 1 e 2 vozes com acompanhamento de órgão = Lauda Sion 9 (Freamunde: Tipografia Popular 1949) de J. G. S. GONÇAVES.

O VOS OMNES (Braga: Missões Franciscanas 1949) de R. MARQUES.

SUBIU AO CÉU. No lançamento da primeira pedra duma Igreja a edificar em honra de Nossa Senhora da Conceição de Montalegre (Braga 1949) de L. RODRIGUES-A. MINHAVA.

TANTUM ERGO, 3 composições a duas vozes e órgão = Lauda Sion 10 (Freamunde: Tipografia Popular 1949) de J. G. S. GONÇAVES.

HINO A S. MARTINHO DE DUME (Braga 1950) de A. BRÁS-M. DUME.

CANTA JUVENTUDE (Lisboa: J.I.C.F. 1950).

CÂNTICOS AO MENINO DEUS =Laudate Dominum 1 (Braga 1950) de J. M. N. OLIVEIRA.

HINO OFICIAL DOS TERCEIROS CARMELITAS (Porto 1950).

HINO PARA O IV CENTENÁRIO DE S. JOÃO DE DEUS (Braga 1950) de J. C. L. TORRES.

HORAS DA VIRGEM MARIA (Braga 1950) de M. VILAVERDE.

MANUAL DO PEREGRINO DE FÁTIMA (Fátima: Edição do Santuário de Fátima 1950, 7 ed).

PEREGRINA DO MILAGRE (Braga: Edição do Autor 1950) de B. SALGADO-A. C. OLIVEIRA.

ECOS DO SANTUÁRIO. Colecção de Motetes. Cânticos religiosos (Braga 1951, 2 ed) de M. ALAIO-J. C. L. TORRES.

ADEUS. Cântico para o fim de Maio (Braga 1951) de M. F. BORDA-J. ALVES.

ANGELUS DE FÁTIMA. Cânone a 4 vozes (Porto: Ed. do Autor 1951) de M. J. RAPOSO.

CANTAI AO SENHOR (Braga 1951, 4 ed).

SAUDAÇÃO A NOSSA SENHORA DE FÁTIMA PEREGRINA DO MINHO (Braga 1951) de M. FARIA-J. ALVES.

TORRES VEDRAS A FÁTIMA. Cântico da Peregrinação de 1951 (Braga 1951) de A. LEÇA-A. S. LINO.

SALVÈ-RAINHA, ou Quatro cânticos em honra de Nossa Senhora (Braga 1951) de B. SALGADO.

VIGÍLIA MARIAL SOBRE O TEMA DA ASSUNÇÃO (Lisboa: Procuradoria de Nossa Senhora das Graças 1951).

AÇUCENAS DE NOSSA SENHORA. Vigília de Oração para as recepções (Lisboa 1952).

MISSA EM LOUVOR DE JESUS “O REI PACÍFICO” (a duas vozes e Órgão) e três motetes a três vozes: Adoro Te devote, Pange Lingua, e Tantum ergo (Braga 1952) de J. C. P. ALMEIDA.

CÂNTICOS A NOSSA SENHORA (Porto: Casa Nun’Álvares 1952, 15 ed).

CÂNTICOS RELIGIOSOS destinados às Congregações de Nosssa Senhora, e muito especialmente às Pias Uniões das Filhas de Maria (Braga 1952).

HINO DO CONGRESSO EUCARÍSTICO REGIONAL DE GUIMARÃES (Braga 1952) de M. FARIA-ALMA LUSA.

NATAL! NATAL! Versos para a novena e para a festa (Braga 1952) de B. SALGADO.

Ó MÃE CELESTE (Braga 1952) de J. C. GONÇALVES.

ROMAGEM A NOSSA SENHORA EM TERRAS DE PORTUGAL (Barcelos: Ed. do Autor 1952) de L. TORRES.

CÂNTICO A NOSSA SENHORA APARECIDA DE BALUGÃES (Braga 1952) de L. TORRES-C. PORTUGAL.

HINO A S. MARIA GORETTI (Braga 1952) de M. VALENÇA, OFM-M. S. DINIS, Ofm.

JESUS (Braga 1952) de M. VALENÇA, OFM-T. RIBEIRO.

VINDE PEQUENINOS! CÂNTICOS DA COMUNHÃO (Braga 1952).

A VIRGEM DAS DORES (Braga 1953) de M. VALENÇA, OFM.

CÂNTICOS. ANO MARIANO 1953-54, |pro-manuscrito| oferecido pelas Doroteias do Campo Grande.

CÂNTICOS RELIGIOSOS para uso das escolas católicas nas missões da diocese da Beira, Moçambique (Beira 1953) org. de J. V. SIMÕES, S.J.

NOVOS CÂNTICOS (Braga: Edição do Autor 1953) de M. FARIA.

ROSA MÍSTICA (Braga 1953, 1 ed) de M. F. BORDA.

CANTA JUVENTUDE (Lisboa: JICF 1954, 2 ed).

CANTORAL DO CONGRESSISTA DO ANO MARIANO EM BRAGA (Braga 1954).

HINO À VIRGEM IMACULADA (Braga 1954) de M. FARIA.

HINO DO CENTENÁRIO DA DEFINIÇÃO DOGMÁTICA DA IMACULADA CONCEIÇÃO (Porto: Ed. do Autor 1954) de A. BRÁS.

MISSA JUBILAR EM HONRA DA IMACULADA composta para o Congresso Mariano Nacional (Braga, 8 a 13 de Maio de 1954 ) (Braga 1954) de B. SALGADO-J. ALVES.

ORAÇÃO LACISTA (Braga 1954).

SAUDADES DA MINHA ALMA. Cânticos Religiosos em latim e português (Braga, Editorial Franciscana 1954, 2 ed) de J. ANGERRI.

CANTAR É REZAR. Colecção de cantos religiosos populares em latim e em português (Porto: Edições Salesianas 1955).

CÂNTICOS RELIGIOSOS (Bissau 1955).

LIVRO DE CÂNTICOS RELIGIOSOS. Ad usum Ir. Barros, CM (Mafra 1955).

RECEBEI, Ó DEUS ETERNO. Cântico Ofertorial =Cânticos da Comunidade Cristã 1 (Lisboa 1955) de M. LUIS.

HINO DA OBRA DAS VOCAÇÕES (Lisboa: Ed. da “Obra das Vocações e Seminários” 1955) de P. PIRIOU, SSCC-M. NEVES.

PARA A DEVOÇÃO DAS ALMAS (Braga 1955) de B. SALGADO.

VI CONCENTRAÇÃO DAS FAMÍLIAS DA L.I.C.F. presidida por Sua Excelência Reverendíssima o Senhor Arcebispo de Mitilene. Programa com os cânticos (Fátima 1955).

CADERNOS MUSICAIS, 1º Caderno (Braga 1956) de B. SALGADO.

CADERNOS MUSICAIS, 2º Caderno (Braga 1956) de B. SALGADO.

CÂNTICO DO ADEUS (Braga 1956) de B. SALGADO.

HINO DO PADRE M. DA NÓBREGA (Braga 1956) de A. C. MINHAVA.

LIVRO DE CÂNTICOS RELIGIOSOS. Português e shironga (Cucujães 1956, 6 ed) de M. R. BAPTISTA.

MISSA EM HONRA DO BEATO NUNO ÁLVARES PEREIRA patrono da Infantaria portuguesa (Lamego 1956), de A. F. ALVES.

O SANTA MARIA (Moimenta da Beira: Casa de S. J. 1956) de A. F. ALVES.

2 CÂNTICOS A NOSSA SENHORA PARA O MÊS DE MAIO (Braga 1957) de M. FARIA.

CADERNOS MUSICAIS, 3º Caderno (Braga 1957) de B. SALGADO.

CANTAI AO SENHOR (Lisboa: Editorial LIAM 1957, 5 ed).

CÂNTICOS A NOSSA SENHORA (Porto: Casa Nun’Álvares 1957, 16 ed).

HARPA DA EUCARISTIA (Braga 1957) de M. F. BORDA.

HINO DO BISPO AUXILIAR DE BRAGA, D. Francisco Maria da silva (Braga 1957) de M. F. BORDA.

JUBILATE. Antologia de Cânticos Religiosos (Lisboa: União Gráfica 1957, 2 ed.) compil. de M. F. BORDA.

NOVOS CÂNTICOS do Natal ao posto popular português sobre poesias de J. A. Alves e A. Xavier Monteiro (Braga: Edição do Seminário Conciliar 1957) de M. F. FARIA.

O SACRUM CONVIVIUM. Colectânea de cânticos para a missa (Ed. do Seminário de Almada 1957), de IRUARRIZAGA, adapt. Por M. LUÍS.

PELAS ALMAS (Braga 1957) de M. F. BORDA.

TRÊS SALMOS SEGUIDOS DO CÂNTICO DO MAGNIFICAT (Braga 1957) de M. FARIA.

OURO, INCENSO E MIRRA. Cânticos Religiosos (Braga 1958) de J. ANGERRI.

CANTAI AO SENHOR (Lisboa: Junta Central da A.C.P. 1958) compil. de J. C. FERREIRA.

10 CÂNTICOS SOBRE OS SALMOS =Cânticos da Assembleia Cristã 2 (Lisboa: Secretariado Diocesano da Catequese 1958) de M. LUIS-F. MELRO.

MISSA BREVE EM PORTUGUÊS para solistas, coro uníssono e órgão sem pedal (Braga 1958) de M. SIMÕES.

“STELLA MARIS”. Missa a duas vozes e órgão (Edição do Autor 1958) de MARQUES, R.

HINO DA PARÓQUIA (Braga 1958) de A. C. MINHAVA-M. NEVES.

HOSANNA (Porto: Crisos 1958) de L. RODRIGUES.

TE DEUM para 3 vozes iguais (Braga 1958) de B. SALGADO.

HINO MISSIONÁRIO (Braga: Editorial Francisca 1958, 2 ed) de M. VALENÇA, OFM.

CANTAI JOCISTAS (Funchal 1959).

NOVOS CÂNTICOS para as comunhões solenes sobre poesias de A. Freitas, J. Linhares e J. Alves (Braga: Ed. do Seminário Conciliar de Braga 1959) de M. F. FARIA.

HINO DO PRELADO DE AVEIRO (Braga 1959) de M. FARIA.

LOUVEMOS A DEUS. Colectânea de Hinos e Cânticos (Minas da Panasqueira 1959) de M. V. LEAL.

CANCIONEIRO JOCISTA (Lisboa: Edições JOC 1960, 2 ed).

CANTAR (Seminário da Guarda 1960, 2 ed. refund).

CÂNTICO DE GLÓRIA. Cânticos e salmos para o Advento-Natal-Epifania = Cânticos da Assembleia Cristã 5 (Lisboa 1960) de M. LUÍS.

LAUDATE. Cânticos religiosos em latim e português para uso do Seminário Menor da Diocese de Coimbra (Figueira da Foz 1960) compil. de A. FRADE.

NOVOS CÂNTICOS (Braga 1960, 2 ed) de M. FARIA.

GLÓRIA A DEUS. Cânticos populares religiosos, para solenizar as Missas dos Domingos e Festas, segundo as normas da Instrução sobre Música Sacra e Sagrada Liturgia, de S.S. o Papa Pio XII (Luanda 1960, 1 ed) de M. A. SILVA, CSSp.

SALMOS (Aveiro: Academia de Santa Joana Princesa; Seminário de Aveiro 1960).

CANTAR É REZAR. Manual de Cânticos Religiosos (em Latim, Português, Chope e Ronga ) (Lourenço Marques 1961).

VII CENTENÁRIO DO NASCIMENTO DO SANTO CONDESTÁVEL. Roteiro Litúrgico da Peregrinação das Relíquias (1961).

CÂNTICOS RELIGIOSOS em Latim, Português e Changana (Lourenço Marques 1962).

HINO DA OBRA DAS VOCAÇÕES. Coração Sacerdotal de Jesus (Porto: Ed. da “Obra das Vocações Sacerdotais” 1962) de P. PIRIOU, SSCC-M. NEVES.

LOUVORES À VIRGEM MARIA coligidos e, em parte, harmonizados pelo Pe Lima Torres (Braga 1962).

MARCHA CATEQUÍSTICA (Braga: Edição do Secretariado da Catequese 1962) de M. F. BORDA.

PEREGRINAÇÃO NACIONAL DAS CRIANÇAS A FÁTIMA, Secretariado Nacional da Cruzada Eucarística (Braga 1962).

CANTA . |Pro manuscrito ad uso privato fuori comercio| (s.l. 1963).

CANTATE DOMINO. Cânticos Sagrados (Fátima: Missões Consolata 1963).

EUCARISTIA. Cânticos e salmos para a missa = Cânticos da Assembleia Cristã 3 (Lisboa 1963, 2 ed.) de M. LUÍS.

JUVENTUDE E MISSÃO DA IGREJA. Vida Litúrgica da Segunda Semana Nacional de Estudos Missionários (Coimbra 1963).

CÂNTICOS A NOSSA SENHORA =Cânticos da Assembleia Cristã 6 (Lisboa: Secretariado Diocesano da Catequese; Novellae Olivarum 1963) de M. LUÍS.

CÂNTICOS QUARESMAIS. Cânticos e salmos para os tempos da Septuagésima e da Quaresma = Cânticos da Assembleia Cristã 5 (Lisboa 1963) M. LUÍS.

EUCARISTIA =Cânticos da Assembeia Cristã 3 (Lisboa: Secretariado Diocesano da Catequese; Novellae Olivarum 1963, 2 ed. rev. e aument.) de M. LUÍS.

PENITÊNCIA E ORAÇÃO. Cânticos, preces e orações (Santarém 1963).

HINO DE SUA EXCELÊNCIA REVERENDÍSSIMA O SENHOR ARCEBISPO PRIMAZ D. Francisco Maria da Silva (Braga 1964) de M. F. BORDA-M. F. S. SILVA.

HINO DO CENTENÁRIO DO SAMEIRO (Braga: Ed. da Confraria 1964) de A. BRÁS-C. GIL.

CANCIONEIRO MISSIONÁRIO (Lisboa: Ed. LIAM 1964, 1 ed).

CANTAI AO SENHOR (Namaacha: Instituto Mouzinho de Albuquerque 1964).

CÂNTICOS (Torres Novas: Colégio de Santa Maria 1964).

CANTAI AO SENHOR UM CÂNTICO NOVO. 24 salmos em Português (Nova Lisboa? 1964) de J. GELINEAU, SJ, tradução e adpatação de F. M. JANEIRO, CSSP.

CANTAI AO SENHOR UM CÂNTICO NOVO (Braga 1964) compil. de F. M. JANEIRO, CSSP.

10 CÂNTICOS SOBRE OS SALMOS =Cânticos da Assembleia Cristã 2 (Lisboa: Secretariado Diocesano da Catequese 1964, 3 ed) de M. LUIS-F. MELRO.

HINO E ORAÇÃO DA SANTA MISSÃO (Lisboa: Difusora Bíblica 1964) de F. M. MOURISCA-M. NEGREIROS.

MISSA POPULAR CANTADA (em Português ) (Barcelos 1965) de T. ARAGUÉS.

Hino dos Mártires do Brasil (Braga: Edição do Pe A. Santiago 1965) de M. F. BORDA-A. S. PRIOR, SJ.

CANTEMUS DOMINO (Pombeiro 1965).

MISSA RESPONSORIAL =Cânticos da assembleia Cristã 7 (Lisboa: Secretariado Diocesano da Catequese 1965) de M. LUIS.

MISSA RESPONSORIAL. Edição A, sem acompanhamento =Cânticos da Assembleia Cristã (Lisboa: Secretariado Diocesano da Catequese 1965) de M. LUIS.

HINO DO EMIGRANTE (Braga: Edição do Secretariado da Emigração 1965) de B. SALGADO-D. FERNANDES.

MISSA EM PORTUGUÊS (Porto: Edições Salesianas 1965, 3 ed) de A. F. SANTOS.

MISSA SIMPLES EM PORTUGUÊS (Singeverga: Ed. “Ora et Labora” 1965) de C. B. SOUSA.

SALMOS E CÂNTICOS (Coimbra 1965) |edição policopiada de cânticos para uso interno dos seminários da diocese de Coimbra|, compil. de A. FRADE..

A PARTICIPAÇÃO NA SANTA MISSA (Lisboa: Secretariado Nacional da Catequese 1966).

ORATÓRIO DO NATAL. Dedicado às Forças Armadas que, no Ultramar, defendem heroicamente, o nome de Portugal (s.n. 1966) de A. F. ALVES.

MISSA EM HONRA DE S . LUZIA (Braga 1966) de M. F. BORDA.

MISSA SIMPLES EM PORTUGUÊS com acompanhamento para órgão ou harmónio (Lisboa: União Gráfica 1966) de C. B. SOUSA

CÂNTICOS LITÚRGICOS (Singeverga 1966).

CÂNTICOS DE FÁTIMA (Fátima: Missões Consolata 1966).

CÂNTICO DE GLÓRIA. Cânticos para o Advento, Natal e Epifania =Cânticos da Assembleia Cristã 4 (Lisboa: Secretariado Diocesano da Catequese 1966, 2 ed) de M. LUIS.

CÂNTICOS PARA A SEMANA SANTA E PÁSCOA (Lisboa 1966) de M. LUIS |pro-manuscrito|.

CÂNTICOS PARA A SEMANA SANTA E PÁSCOA segundo o texto oficial aprovado (Lisboa: União Gráfica 1966) de M. LUIS.

CÂNTICOS PARA A SEMANA SANTA. Melodias aprovadas para uso do celebrante e ministros (Lisboa: União Gráfica 1966) de M. LUIS.

MISSAL FESTIVO LATINO-PORTUGUÊS. SEMANA SANTA. Melodias aprovadas para uso do celebrante e dos ministros (Lisboa: União Gráfica 1966).

SALMOS PARA CANTAR. Cânticos de entrada e comunhão para domingos e festas (Lisboa: Paróquia de S. Isabel 1966).

MISSA SIMPLES em português com acompanhamento para órgão ou harmónium (Lisboa: União Gráfica 1966) de C. B. SOUSA.

MISSA “PAZ NA TERRA” (Gráfica de Leiria 1966) de F. VENÂNCIO.

A IGREJA CANTA (Seminário Maior de Évora 1967).

MARIA, MINHA QUERIDA MÃE (Lamego 1967).

MISSA EM HONRA DE SÃO JOSÉ ESPOSO DE MARIA VIRGEM instrumentada para Banda e Orquestra (Moimenta da Beira 1967) de A. F. ALVES.

MISSA EM HONRA DE SÃO JOSÉ, ESPOSO DE MARIA VIRGEM (Moimenta da Beira 1967) de A. F. ALVES.

CANTEMUS DOMINO (Mafra 1967).

CÂNTICO NOVO. Para uso particular do Seminário dos Padres Capuchinhos (Porto 1967).

20 Cânticos para a Missa (Braga 1967) de M. FARIA.

Cânticos para a missa . Natal, Quaresma, Páscoa, Pentecostes e Pelo Ano (Braga 1967), de M. FARIA-J. ALVES-X. MONTEIRO.

CÂNTICO PARA O CINQUENTENÁRIO DAS APARIÇÕES DE FÁTIMA (Braga 1967) de M. FARIA-M. NEVES.

CÂNTICOS QUARESMAIS. Cânticos e Salmos para os tempos da Septuagésima e da Quaresma =Cânticos da Assembleia Cristã 4 (Lisboa: Secretariado Diocesano da Catequese; União Gráfica 1967, 2 ed) de M. LUIS.

OS CÂNTICOS DO SANTUÁRIO DO BOM JESUS (Paróquia de São Mateus do Pico 1967).

MISSA EM HONRA DE S. JOSÉ, OPERÁRIO (Moimenta da Beira 1968) de A. F. ALVES.

20 CÂNTICOS PARA A MISSA (Braga 1968) de M. FARIA.

HINO A NOSSA SENHORA DAS DORES (Braga 1968) de M. FARIA.

LADAINHA DOS SANTOS =Cânticos da Assembleia Cristã 8 (Lisboa: Secretariado Diocesano da Catequese; União Gráfica 1968) de M. LUIS.

CÂNTICOS LITÚRGICOS. Comum do Tempo e dos Santos. Separata da Revista “Ora et Labora” (Mosteiro de Singeverga 1968) de C. B. SOUSA.

CÂNTICOS LITÚRGICOS com acompanhamento de órgão (Singeverga 1968) de C. B. SOUSA.

ORAÇÃO LITÚRGICA DA TARDE (Vésperas), separata da Revista “Ora et Labora” (Mosteiro de Singeverga 1968) de C. B. SOUSA.

44 CÂNTICOS LITÚRGICOS (Lisboa: Grupos de Vida Cristã 1969).

ACLAMEMOS (s.n. 1969).

HINO A NOSSA SENHORA DA PAZ (Barral, Ponte da Barca) (Braga 1969) de M. F. BORDA-C. GIL.

LAUDATE DOMINUM (Cucujães: Seminário de Cucujães 1969?, 3 ed.).

MISSA ANGÉLICA, segundo o texto português definitivo para Assembleia e Coros (Braga: Editorial Franciscana 1969) de A. COSTA, OFM.

PRESÉPIO NOVO (Novos Cânticos Natalícios ) (Braga 1969) de M. FARIA.

GLÓRIA AO PRESÉPIO (Braga 1970) de B. SALGADO-A. FERNANDO.

LOUVADO SEJAS, MEU SENHOR. Cântico de S. Francisco de Assis (Braga 1970) de A. COSTA, OFM.

MISSA COMUNITÁRIA E 6 CÂNTICOS INTERCALARES (Braga: Editorial Franciscana 1970) de A. COSTA, OFM.

MISSA E TANTUM ERGO EM PORTUGUÊS (Barcelos 1970) de J. BARBOSA.

MISSA POPULAR (Braga 1970) de M. FARIA.

MISSA POPULAR EM HONRA DE S. FRANCISCO DE ASSIS (Braga 1970) de M. FARIA.

O POVO DE DEUS REUNIDO (Lisboa 1970, 1 ed) de J. P. MARTINS – A. CARTAGENO.

RITMOS LITÚRGICOS (Valadares 1970, 2 ed) compil de D. QUINA.

SALMOS E CÂNTICOS I (Caldas da Saúde 1970) de M. SIMÕES, SJ.

SENHORA DA PRIMAVERA. Cânticos Marianos (Braga 1970) de M. FARIA.

ANDA, VEM CANTAR (Porto: Capuchinhos 1971).

CANTEMOS TODOS (1971, 7 ed).

MISSA DE S. PIO X (Braga 1971) de B. SALGADO.

MISSAL ROMANO. MELODIAS OFICIAIS (Lisboa: União Gráfica 1971).

MÚSICA E VIDA (Leiria: Secretariado Diocesano de Liturgia 1971). Vol.1.

O PRIMEIRO ENCONTRO DO PASTOR. Sé de Lisboa, 21-11-1971 (Lisboa: União Gráfica 1971).

OS CÂNTICOS DA SEMANA SANTA E PÁSCOA (Lisboa 1971).

OS CÂNTICOS DA SEMANA SANTA E PÁSCOA (Porto 1971) de A. SANTOS; M. LUÍS.

RITMOS LITÚRGICOS (Valadares: Boa Nova 1971, 4 ed).

SALMOS E CÂNTICOS (Coimbra: Edição Particular do Seminário Maior de Coimbra 1971, 3 ed) org. de A. FRADE.

SALMOS RESPONSORIAIS E ACLAMAÇÕES. Fascículo II. Ano C =Leccionário do Missal Romano (Lisboa: União Gráfica 1971) de M. LUIS.

SALMOS RESPONSORIAIS E ACLAMAÇÕES. Fascículo II. Quaresma e Tempo Pascal. Ano C (Lisboa 1971) de M. LUIS.

CANTAI AO SENHOR (Lisboa: Edição da Liga Intensificadora da Acção Missionária, 1972).

CANTAMOS UM MUNDO NOVO! (Porto 1972, 2 ed).

CÂNTICOS LITÚRGICOS (Mosteiro de Singeverga 1972, 2 ed) de C. B. SOUSA.

CANTAR A DEUS E A PAZ (Porto: Editorial Perpétuo Socorro 1972) pela equipa diocesana de música litúrgica do Porto.

COMUNHÃO SOLENE DE PROFISSÃO DE FÉ. Sugestões Pastorais e Litúrgicas (Porto: Secretariado Diocesano da Educação Cristã 1972).

IREI AO ALTAR DE DEUS. Pequeno devocionário, missal, ritual, cantoral (Guimarães 1972, 3 ed.).

MISSA EM HONRA DE S. BENTO (Braga 1972) de M. F. BORDA.

CANTEMOS AO SENHOR (Lourenço Marques 1973, 1 ed).

CANTEMOS TODOS. Antologia de Cânticos adaptados à Santa Missa e vário (Cucujães: Editorial Missões 1973, 9 ed).

CÂNTICOS LITÚRGICOS para o tempo comum (Verão) (Seminário de Faro 1973) de J. P. MARTINS.

MISSA DE ALVA. Homenagem a M. Faria (Braga 1973) de S. G. LUIS.

MÚSICA E VIDA (Leiria: Secretariado Diocesano de Liturgia 1973) Vol. 2 e 3.

RITMOS LITÚRGICOS (Valadares: Seminário da Boa Nova 1973?).

SALMOS RESPONSORIAIS E ACLAMAÇÕES DO LECCIONÁRIO PASCAL =Leccionário do Missal Romano (Lisboa: União Gráfica 1973).

SALMOS RESPONSORIAIS E ACLAMAÇÕES DO LECCIONÁRIO PASCAL. Ano B (Lisboa: União Gráfica 1973). Fascículo II, de M. LUIS.

SALMOS RESPONSORIAIS E ACLAMAÇÕES DO LECCIONÁRIO PASCAL. Ano B . (Lisboa: União Gráfica 1973) de M. LUIS.

ANTIFONÁRIO DA CELEBRAÇÃO PASCAL. Músicas Litúrgicas para a Semana Santa. Separata da Revista OL 20(1974) (Mosteiro de Singeverga 1974) de C. B. SOUSA-M. SILVA.

CANÇÕES PARA UM MUNDO NOVO (Edições Paulistas 1974).

CANTAI AO SENHOR (Braga: Franciscana 1974, 6 ed).

CANTEMOS COM A IGREJA. Oração do tempo presente (Ofícios Vespertinos) (Edições Paulinas 1974).

HINO A NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO (Luanda 1974) de A. F. ALVES.

O POVO DE DEUS REUNIDO (Faro 1974) de J. P. MARTINS.

ORAÇÃO DE LAUDES E VÉSPERAS NA MISSA DAS EXÉQUIAS (Porto 1974) da Comissão Diosesana de Liturgia e Música Sacra do Porto.

A FAMÍLIA FRANCISCANA EM FÁTIMA. A Jesus Cristo por Maria com Francisco (Porto 1975).

CANTA AMIGO CANTA (Coimbra: Editorial Além-Mar 1975, 3 ed).

CANTA AMIGO CANTA . Música dos Cânticos gravados na cassete “Canta amigo Canta I” (Coimbra 1975) compil. J. AUGUSTO.

CÂNTICO A NOSSA SENHORA DA PAZ (Barral, Ponte da Barca). Cântico ao gosto popular minhoto (Braga 1975) de M. FARIA-M. NEVES.

MUNDO JOVEM. Colectânea de cânticos religiosos, canções modernas e populares para uso privado (Maia: Combonianos 1975).

SAUDAÇÃO À MÃE DO CÉU (Lamego 1975) de A. F. ALVES.

CANTA AMIGO CANTA II. Música dos Cânticos gravados na cassete “Canta amigo Canta II” (Coimbra 1976) compil. de J. AUGUSTO.

CÂNTICOS PARA A CELEBRAÇÃO EUCARÍSTICA, PARA ENCONTROS E REUNIÕES, in O emigrante reza. Composição e coordenação de um grupo de missionários portugueses na Alemanha (1976, 2 ed).

HINO DO CENTENÁRIO da Congregação das Irmãs Franciscanas Hospitaleiras da Imaculada Conceição (Braga 1976) de M. FARIA-M. BRANCO, OFM.

HINOS PARA A LITURGIA, fascículo I =Música e Celebração 1 (Lisboa 1976) de M. LUIS.

JUNTOS PARA CANTAR (Lisboa 1976, 2 ed).

LOUVADO SEJAS, Ó MEU SENHOR (Lisboa 1976) de A. MENDES, OFMCap.

MARANATHÁ (Fátima 1976).

MARANATHÁ (Leiria 1976).

CANÇÕES GEN (Lisboa: Edição do Movimento dos Focolares 1977).

CANTA CONNOSCO NO TEU CAMINHAR. CANÇÕES RÍTMICAS PARA CONVÍVIOS E CELEBRAÇÕES LITÚRGICAS (Ed. do Seminário dos Carvalhos 1977).

CÂNTICO A NOSSA SENHORA DA PAZ (Braga 1977) de M. FARIA.

II ENCONTRO DE PASTORAL LITÚRGICA DA DIOCESE DE COIMBRA . 27 a 30 de Dezembro de 1977, de M. LUIS.

MARANATHÁ (Tomar: Seminário da Boa Nova 1977).

CANTA AMIGO CANTA (Colectânea de cânticos rítmicos, litúrgicos e de mensagem ) (Coimbra 1978, 5 ed).

CÂNTICOS RELIGIOSOS ALENTEJANOS (I e II) (Beja 1978/80).

FAZ ESCURO MAS EU CANTO porque a manhã vai chegar (Lisboa: SNECJ 1978).

SEMANA SANTA. LAUDES (Santuário de Fátima 1978).

CANÇÕES PARA MARIÁPOLIS (Lisboa: Editora Cidade Nova 1979, 1 ed).

I CENTENÁRIO DO NASCIMENTO DE MONS. CÓN. DR. J.M. PEREIRA DOS REIS. Cânticos para a Missa e para a Sessão. Seminário Patriarcal de Cristo Rei (Olivais, 30 de Janeiro de 1979).

MÚSICA E VIDA (Leiria: Secretariado Diocesano de Liturgia 1979) Vol. 4.

NOS DIAS DO SENHOR. Cânticos para o Advento, Natal, Epifania (Leiria: Comissão Diocesana da Pastoral do Domingo 1979).

ORAÇÃO LITÚRGICA DA TARDE OU VÉSPERAS. Colectânea de novas melodias para as vésperas dominicais e feriais, no saltério distribuído em quatro semanas, segundo a nova liturgia das horas (Singeverga 1979).

O SENHOR RESSUSCITOU. Cânticos para a vigília pascal e domingos da Páscoa (Leiria: Comissão Diocesana da Pastoral do Domingo 1979).

SIMÕES, M., Missa de Pentecostes 4. v. m. (s.l. 1979).

TENS UM AMIGO QUE TE AMA (Edições Paulistas 1979, 3 ed) de C. GABARAIN.

CANTAR A FÉ E A VIDA (Lagos; Vila do Bispo: Comunidades Paroquiais 1980).

CÂNTICO NOVO. Ele está vivo (Cânticos para “Grupos Carismáticos” ) (1980). Vol.6.

CRISTO RESSUSCITOU. Cânticos para a Vigília Pascal e Domingos da Páscoa (Leiria: Comissão Diocesana da Pastoral do Domingo 1980).

JESUS, NUESTRA PÁSCUA (Madrid: Paulinas 1980) de J. P. MARTINS.

O SENHOR SALVOU-ME. Cânticos para a Quaresma e Semana Santa (Leiria: Comissão Diocesana da Pastoral do Domingo 1980).

CINQUENTENÁRIO DA FUNDAÇÃO DO SEMINÁRIO DOS OLIVAIS. Cânticos para a Missa (Lisboa, 24 de Outubro de 1981).

I ENCONTRO ARQUIDIOCESANO DE PASTORAL LITÚRGICA, A celebração da eucaristia. Guião das celebrações para a assembleia (Braga 1981).

LOUVAI AO SENHOR IX. Liturgia das Horas. Laudes e vésperas dos 4 domingos. Completas (Lisboa 1981).

O ESPÓLIO MUSICAL DO PEQUENO SEMINÁRIO DE NOSSA SENHORA DA OLIVEIRA (Guimarães 1981) de M. FARIA.

ORAÇÕES, CÂNTICOS E MODALIDADES DE ORAÇÃO para os encontros de experiências de Deus (Braga: Ed. Franciscana 1981).

CANTAR A FÉ (Vila Nova de Gaia: Seminário Redentorista de Cristo Rei 1982) compil. de J. M. P. CARDOSO.

COMUNIDADE DE VIDA, Kyrios. Cantos para grupos e comunidades que celebram a fé (1982).

HISTÓRIAS QUE JESUS CONTOU. Guia de actividades (Edições Paulistas 1982).

MUNDO JOVEM, CANTAI AO SENHOR (Lisboa 1982) de F. M. JANEIRO, CSSP.

O PRESÉPIO (I). Cânticos para o Natal. Sobre textos da Liturgia das Horas (Vila do Conde: Academia de Música de S. Pio X 1982) de D. OLIVEIRA.

OREMOS. Orações e cânticos (Edição da Diocese do Xai-Xai 1982).

CELEBRAÇÃO EUCARÍSTICA presidida por Sua Santidade o Papa João Paulo II em Lisboa, a 14 de Maio de 1982. Guião da Assembleia .

O PAPA NO SAMEIRO. Guia litúrgico para a assembleia eucarística (Braga 1982).

A MESSE É GRANDE (Lisboa 1983) de A. MENDES, OFMCap.

DEUS É AMOR (Lisboa: Edições Paulistas 1983) de C. GABARAIN.

É O SENHOR! CANTOS PARA A ASSEMBLEIA CRISTÃ ! (Porto: Comunidade de vida 1983).

FONTE DE ALEGRIA. Colectânea de cantos para o Movimento apostólico de Schoenstatt (Lisboa 1983).

I ENCONTRO DIOCESANO DE PASTORAL LITÚRGICA. A celebração litúrgica (Beja 1983).

LOUVAI AO SENHOR X (Lisboa 1983).

LOUVAI AO SENHOR XI (Lisboa 1983).

O CALVÁRIO. Cânticos para a Semana Santa com textos da Liturgia (Vila do Conde: Academia de Música de S. Pio X 1983) de D. OLIVEIRA.

UMA VOZ CLAMA NO DESERTO (Lisboa: Paulistas 1983) de J. P. MARTINS.

À SS TRINDADE. CÂNTICOS PARA A MISSA (Vila do Conde 1984) de D. OLIVEIRA.

ESTE É O TEMPO FAVORÁVEL. Salmos responsoriais, aclamações, cânticos e hinos para a Quaresma (ano A) (Faro 1984) de J. P. MARTINS.

ESTE É O TEMPO FAVORÁVEL. Quaresma. Cânticos para a missa e vésperas (ano A) (Faro 1984) de J. P. MARTINS.

CÂNTICOS PARA AS CELEBRAÇÕES LITÚRGICAS (Braga 1984) de M. F. BORDA.

LOUVAI O SENHOR (Lisboa 1984) Vol. 1, 2, 3, 5, 6, compil. de M. SILVA, OFM.

MAIO EM FESTA. 31 FLORES ORIGINAIS A NOSSA SENHORA (Borba: Edição da Paróquia de S. Bartolomeu 1984) de F. R. MARQUES.

PERSEVERANTES NA ORAÇÃO. Devocionário Popular (Porto: Editorial Perpétuo Socorro 1984).

HISTÓRIAS QUE JESUS CONTOU nº 2. Guia de actividades (Edições Paulistas 1985).

O PROFETA. Cantos para grupos e comunidades que celebram a fé (Porto: Edições Salesianas 1985).

A PÁSCOA DO POVO DE DEUS (Faro 1986) de J. P. MARTINS.

CANTOS CRISTÃOS (Lisboa: Edições Paulistas 1986) de J. MORAIS.

CANTAI AO SENHOR UM CÂNTICO NOVO (Lisboa: Pneuma 1986).

ROSA MÍSTICA (Braga 1986, 2 ed) de M. F. BORDA.

SERVIÇO DIOCESANO DE MÚSICA LITÚRGICA, A música litúrgica do nosso tempo (Porto 1986).

CANTAI AO SENHOR. Missas com crianças (Edições Paulistas 1987).

FESTA DA VIDA (Fátima 1987) de A. MENDES, OFMCap.

TRÍDUO PASCAL (Lisboa: Comissão de Liturgia e Música Sacra do Patriarcado de Lisboa 1987) de M. LUIS

CONSAGRADOS PARA A MISSÃO HOJE EM PORTUGAL (Fátima: CNIR-FNIRF 1988).

CURSO DE FORMAÇÃO PARA ANIMADORES VOCACIONAIS. Oração Litúrgica (Fátima 1988).

I ENCONTRO DIOCESANO DE PASTORAL LITÚRGICA. A celebração litúrgica. Guião das celebrações litúrgicas (Vila Real 1988).

SONHO DE NATAL (Lisboa: Edições Paulistas 1988) de JESUS, M.

PEREGRINAÇÃO NACIONAL DAS RELIGIOSAS. Vila Viçosa (FNIRF 1988).

CÂNTICOS LITÚRGICOS. Tempo de Advento (Lisboa: Edições Paulistas 1989) de J. MORAES.

CÂNTICOS LITÚRGICOS. Tempo de Natal (Lisboa: Edições Paulistas 1989) de J. MORAES.

CÂNTICOS PARA A EUCARISTIA. Tempo da Quaresma (Lisboa: Edições Paulistas 1989) de J. MORAES.

CÂNTICOS PARA A EUCARISTIA. Tempo Pascal (Lisboa: Edições Paulistas 1989) de J. MORAES.

LITURGIA. Jornadas Catequéticas (Fátima 1989).

SALMOS RESPONSORIAIS, ano A (Braga: Comissão Bracarense de Música Sacra 1989) de A. A. OLIVEIRA.

VIII SEMANA MISSIONÁRIA. Animação Missionária da Igreja em Portugal (Fátima 1989).

CANCIONEIRO JMV (Felgueiras 1990, 2 ed).

CANÇÕES (Editora Cidade Nova 1990).

CANTAI AO SENHOR UM CÂNTICO NOVO (Lisboa: Pneuma 1990, 3 ed).

GUIA DO PEREGRINO DE FÁTIMA (Edição do Santuário de Fátima 1990, 2 ed).

NOVO CANTEMOS TODOS. Música e texto (Cucujães: Editorial Missões 1990).

ORAÇÃO DO ANJO DIANTE DO SS.MO SACRAMENTO. Basílica do Santuário (Fátima 1990).

SALMOS RESPONSORIAIS, ano B (Braga: Comissão Bracarense de Música Sacra 1990) de A. A. OLIVEIRA.

ASSEMBLEIA GERAL DE SUPERIORES MAIORES. Encontro dos Secretariados Regionais. Liturgia . 1991.

CÂNTICOS PARA O ADVENTO E NATAL (Lisboa: Comissão Diocesana de Liturgia e Música Sacra 1991).

O SENHOR MINHA FESTA (Lisboa: Edições Paulistas 1991) de M. T. KOLLING, ICM.

ORATÓRIO. Festa de Aniversário Natalício do Menino Jesus (Moimenta da Beira 1991) de A. F. ALVES.

SALMOS RESPONSORIAIS, ano C (Braga: Comissão Bracarense de Música Sacra 1991) de A. A. OLIVEIRA.

UM CÂNTICO NOVO (Lisboa: Edições Paulistas 1991) de M. J. LOUREIRO.

AO DIVINO SACRAMENTO. Guião para a Solenidade do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo e culto eucarístico fora da Missa (Porto: Secretariado Diocesano de Liturgia 1992, 1 ed).

CANÇÕES (Editora Cidade Nova 1992).

CANTA AMIGO CANTA . Texto (Lisboa: Ed. Além-Mar 1992).

CANTAI COM ARTE E COM ALMA (Lisboa: Edições Paulistas 1992).

CÂNTICOS PARA A SEMANA SANTA E TEMPO PASCAL (Lisboa: Comissão Diocesana de Liturgia e Música Sacra 1992, 2 ed.).

PRECÓNIO PASCAL (Coimbra: Gráfica de Coimbra 1992).

SONHO DE NATAL (Lisboa: Edições Paulistas 1992) de M. JESUS.

27 RESPONSÓRIOS DA SAMANA SANTA (Braga 1993) de M. FARIA.

AS NOSSAS CANÇÕES DE NATAL. Canções em português, francês e inglês (Porto: Porto Editora 1993).

BÍBLIA, O LIVRO DAS VOCAÇÕES. Curso de formação de animadores vocacionais. Caderno de apoio aos tempos de celebração (Fátima 1993).

CANTA AMIGO CANTA. Música e texto (Lisboa: Ed. Além-Mar 1993).

CLARA MAIS CLARA QUE O DIA. Cantata (Santo Tirso 1993) de A. MENDES, OFMCap.

DEIXA DEUS ENTRAR =Deus precisa de mim 9 (1993) de M. A. COSTA.

ESPERANÇA NA DOR. Celebração exequial (Cucujães: Editorial Missões 1993, 3 ed).

EU SOU O VOSSO DEUS. Músicas e letras das canções da catequese de apoio ao 5º ano de catequese (Lisboa: Logomédia; Secretariado Nacional da Educação Cristã 1993).

JESUS VIVE! Livro de cânticos (Coimbra: Comunidade Emanuel 1993).

MÚSICA LITÚRGICA (Vila Nova de Famalicão: Fundação Cupertino de Miranda 1993) de B. O. SALGADO.

QUEREMOS SEGUIR-TE. Músicas e letras das canções da cassete de apoio ao 3º ano de catequese (Lisboa: Logomedia; SNEC 1993).

CÂNTICOS RELIGIOSOS ALENTEJANOS (Beja 1994, 3 ed) vol. 2.

VEM CANTAR A VIDA =Louvai ao Senhor 16 (Lisboa 1993) de M. SILVA.

FAMÍLIA, FONTE DE VOCAÇÕES. Curso de animadores vocacionais. Caderno de aoio aos tempos de celebração (Fátima 1994).

FORTE É O AMOR. Cânticos da família (Fátima: Secretariado Nacional de Dinamização Bíblica 1994) de A. MENDES, OFMCap.

PERSEVERANTES NA ORAÇÃO. Devocionário Popular (Porto: Editorial Perpétuo Socorro, 1994, 5 ed).

RENASCER CANTANDO. Colectânea de cânticos religiosos e populares (Carvalhos: Edição do Seminário do Coração de Maria 1994, 7 ed).

VIDA EM ABUNDÂNCIA. Vida da Missa da Vida (Fátima 1993) de A. MENDES, OFMCap.

A HORA DE MARIA, MÃE DA IGREJA. Celebração mariana para o sábado santo (Fátima: Irmãs Servas de Maria Reparadoras 1995).

CANTAI AO SENHOR UM CÂNTICO NOVO. Colectânea de cânticos para uso da Comunidade “Pneumavita” e “Amigos de Pneuma” (Edições Pneuma 1995, 6 ed).

DEUS PRECISA DE MIM. Selecção dos volumes 1 e 2 (Fátima 1995) Vol. 11.

EVANGELHO PARA OS MAIS NOVOS. Cânticos, comentários, dramatizações e danças (Lisboa: Paulinas 1995) de M. FUERTES.

LOUCO POR DEUS NA HOSPITALIDADE. Cantata. V Centenário de S. João de Deus (Editorial Hospitalidade 1995) de A. F. SANTOS.

MULHER, LUZ DE FUTURO (1995) de A. MENDES, OFMCap.

RESSUSCITOU. Cânticos do Caminho Neocatecumenal (Lisboa: Centro Neocatecumenal “Servo de Javé” 1995, 2 ed).

TUA PALAVRA PERMANECE (Lisboa: Paulinas 1995).

A BÍBLIA DO MEU PAPÁ (Lisboa: Paulinas 1996) de M. FUERTES.

CANÇÕES PARA MARIÁPOLIS com acordes para viola (Parede: Editora Cidade Nova 1996).

CANTAI AO SENHOR UM CÂNTICO NOVO. Colectânea de cânticos para uso da Comunidade “Pneumavita” e “Amigos de Pneuma” (Edições Pneuma 1996, 7 ed).

CANTEMOS TODOS. Antologia de cânticos para celebrações litúrgicas (Cucujães: Editorial Missões 1996, 12 ed).

CANTEMOS TODOS. Texto Musical. Antologia de Cânticos para Celebrações Litúrgicas (Cucujães: Editorial Missões 1996).

CANTEMOS TODOS. Texto Musical. Suplemento da 12ª edição com Índice Alfabético Geral (Cucujães: Editorial Missões 1996).

ESTE É O TEMPO FAVORÁVEL (Faro 1996) de J. P. MARTINS.

MISSA E ORDENAÇÕES NO 25º ANIVERSÁRIO DE D. ANTÓNIO COMO PATRIARCA DE LISBOA. 29 de Junho de 1996, Solenidade de S. Pedro e S. Paulo. Mosteiro dos Jerónimos.

NATAL EM PORTUGAL. Canções populares-Côro Maioria Cantare (Lisboa: Paulinas 1996).

XIV ENCONTRO NACIONAL DE ESTUDANTES DE TEOLOGIA. A Teologia no Limiar do Terceiro Milénio (Lamego: AEFTSML; FNAET 1996).

“In sono tubae”. Vinte e cinco cânticos litúrgicos. Coro de 4 vozes mistas e instrumentos de banda (Viana do Castelo 1997), instrumentação de J. A. BARBOSA.

CANTAI A DEUS. HINÁRIO DA MISSÃO (Lisboa: Edição dos Padres Vicentinos 1997) org. de A. J. FERREIRA, CM.

CANTATE, LAUDATE! Cânticos para celebrações litúrgicas (1997) de O. P. MARQUES.

FESTA DOS AMIGUINHOS DE JESUS. Clavesinhas de sol (Lisboa: Paulinas 1997).

GLÓRIA A VÓS, Ó CRISTO. Cânticos a Jesus Cristo. A caminho do grande Jubileu do Ano 2000 (Leiria 1997) compil. de Carlos Silva.

LITURGIA DAS HORAS. Edição para canto. Tempo Comum (Secretariado Nacional de Liturgia 1997)

SALMOS RESPONSORIAIS (Lisboa 1997, edição renovada) de M. LUIS.

SALMOS RESPONSORIAIS. Livro do organista (Lisboa 1997) de M. LUIS, harmonizações de A. CARTAGENO.

santos, j., 5 Cânticos para coro a 4 v. m., solistas, instrumentos de sopro e órgão ad libitum (Moimenta 1997).

“In sono tubae”. Vinte e cinco cânticos litúrgicos. Coro de 4 vozes mistas e instrumentos de banda , vol. 2 (Viana do Castelo 1998), instrumentação de J. A. BARBOSA.

A DIOCESE DE SANTARÉM ACOLHE O SEU BISPO D. M. PELINO DOMINGUES (Sé Catedral de Santarém, 22 de Março de 1998).

A VIDA CONSAGRADA ÀS PORTAS DO TERCEIRO MILÉNIO. XIV Semana de estudo sobe a vida consagrada (Fátima 1998).

AKATHISTOS. Hino em honra da Virgem, Mãe de Deus. Texto adaptado por F. Melro, Música de A. Cartageno (Fátima: Secretariado Nacional de Liturgia 1998).

CÂNTICOS RELIGIOSOS (A.R.A.C.A. 1998).

FÁTIMA JOVEM 98. Enviados pelo Espírito renovaremos a Terra (Fátima 1998).

GUIA DO PEREGRINO DE FÁTIMA. Cânticos (Santuário de Fátima 1998).

GUIA DO PEREGRINO DE FÁTIMA. Cânticos 3 ed. (Santuário de Fátima 1998) compil de A. R. OLIVEIRA.

PALAVRAS DE VIDA. Cânticos para uso nos cursos e grupos de dinamização bíblica 8 ed. (Fátima 1998).

UMA FORÇA INVISÍVEL… =Deus precisa de mim 13 (Fátima 1998).

VINDE, ESPÍRITO SANTO. Cânticos ao Espírito Santo (Fátima 1998).

XX SEMANA BÍBLICA NACIONAL. Semanas Bíblicas Regionais. Jubileu 2000. Ano II-1998. O Espírito Santo “Senhor que dá a vida ” (Fátima: SNDB 1998).

XXIV ENCONTRO NACIONAL DE PASTORAL LITÚRGICA. Guião das celebrações litúrgicas. O Espírito Santo na liturgia. A caminho do ano 2000 (Fátima 1998) do Secretariado Nacional de Liturgia.

CANTA, POVO DE DEUS 2 ed. (Fátima: Santuário de Fátima 1999), org. A. R. OLIVEIRA.

Cânticos instrumentados para banda (Serviço Nacional de Música Sacra-Secretariado Nacional de Liturgia 1999), instrum. de J. A. BARBOSA.

CANTAI A DEUS. Hinário da Missão. Música e texto (Lisboa: Edição dos Padres Vicentinos 2000) org. de A. J. FERREIRA, CM.

3. ESTUDOS

ACTA do Congresso Litúrgico Nacional Romano-Bracarense (Braga: Empresa da “Acção Católica 1927) 84-103.

ALEGRIA, J. A., Presença ou ausência do espírito do “Motu Proprio” sobre a “Musica Sacra”?, in Lm 18 (1954) 100-107.

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—, Pio XII e a Música Sagrada, in Lm 20 (1956) 184-188.

—, Os cânticos da Missa e o povo, in Lm 21 (1957) 201-210.

— , A música religiosa portuguesa perante o passado e o presente, in Lm 22 (1958) 201-211.

—, A atitude popular nas igrejas e a legislação canónica portuguesa, in Lm 22 (1958) 31-39.

—, O futuro da nossa música religiosa, in Lm 22 (1958) 474-485.

—, O Concílio, o latim e a música, in Lm 28 (1964) 493-499.

— , Equívocos litúrgicos, in Lm 30 (1966) 309-314.

—, Canto Gregoriano, in Verbo Eciclopédia Luso Brasileira de cultura. Vol. 9, 1030-1032.

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— , A música litúrgica e as interferências populares (A aplicação ao caso português) |separata da Lumen |. s.d.

ALMADA, B., A música no templo, in Lm 4 (1940) 526-531.

—, Modo de executar a música sacra, in Lm 4 (1940) 711-718.

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—, Pio XII e o Canto Gregoriano, in CG nº 8 (1958) 2-4.

—, Pedagogia musical segundo o método Ward, in Cen 30(1968-69)146-152.

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AMORIM, M., A Música Litúrgica nas Celebrações do Tríduo Pascal, in BPL 29-31 (1983) 102-115.

—, O coro litúrgico na liturgia do Concílio Vaticano II, in BML 88/89 (1991) 2-8.

—, O renascimento, em Portugal, da cultura musical para órgão, in BML 117(1996)81-85; 121/122(1997)62-67; 123/124(1998)2-4.

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COELHO, A., OSB, Missas cantadas-Missas solitárias, in OD 5 (1930/31) 254-261.

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COSTA, M. G., Cantores e instrumentistas da Catedral de Lamego (Lamego 1992).

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CUNHA, J., Da música e do canto como imagem da unidade da Igreja, in BML 38 (1980) 7-8.

—, A Igreja e o canto gregoriano, in BML 40 (1981) 8-9.

—, João XXII e a polifonia nascente, in BML 41 (1981) 8-9.

—, O Concílio de Trento e a Música, in BML 42 (1981) 5-6.

—, Bento XIV: a encíclica “Annus qui”, in BML 43 (1981) 8-9.

—, Pio X: O Movimento Litúrgico e a música sacra, in BML 44 (182) 8-9.

—, Música e participação na liturgia, in BML 45 (1982) 8-9.

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—, O motu proprio de Pio X e a Música Moderna (Braga: Tipografia da Oficina de S. J. 1957).

—, A música sacra do Pe. Tomaz Borba, in Cen 29(1968-69)48-53.

—, A função da Música Sacra, in NRMS 2 (1971) 1-2.

—, Música Sacra e destemperos publicitários, in NRMS 6 (1972) 19-20.

—, Problemas actuais da Música Sacra, in Cen 49(1972-73)26-30.

—, Cânticos, música e instrumentos musicais na celebração litúrgica (Braga 1976) |Manuscrito|.

—, O pensamento da Igreja a respeito da sua música (Braga 1976-77) |separata da Celebração Litúrgica |.

—, Homilia do IV Encontro de Coros Paroquiais do arciprestado de Famalicão, in NRMS 14 (1980) 2-3.

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FERREIRA, A. J., A fé e o canto. Ensaio de leitura teológica do canto religioso em português (1903-1963) (Porto 1991) |Tese de licenciatura orientada pelo Dr João Peixoto|.

FERREIRA, J., Evocação do Padre M. Luis, in NRMS 27-28 (1983) 1-2.

—, O que a liturgia pede à música, in BPL 69 (1993) 25-34.

—, Nos 80 anos, in Novellae Olivarum 22 (1998).

—, Os mistérios de Cristo na Liturgia (Secretariado Nacional de Liturgia 1998).

FERREIRA, P., Padre M. Simões, SJ, in BPL 77 (1995) 23-25.

GAVINA, L. A., Música: conflito de gerações?, in Cen 38-39(1970-71)151-160.

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LUIS, M., Critérios fundamentais para escolher os cânticos litúrgicos , in BPL 4 (1977) 25-32.

—, A música na liturgia a partir do Vaticano II, in BPL 11/12 (1978) 57-68.

—, O canto na celebração dos Sacramentos da Iniciação Cristã, in BPL 20/21 (1981) 134-147.

—, O Salmo Responsorial, in BML nº 26, 2-9.

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—, O difícil evoluir da Música Sacra (II) Do maneirismo à modernidade, in Brot 139 (1994) 461-474.

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—, A Constituição sobre a Liturgia e a renovação da Música Sacra, in NRMS 54 (1990) 1-3; 55 (1990) 1-3.

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—, O Canto da Assembleia Litúrgica, in BPL 33/36 (1984) 108-125.

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SIMÕES, M., Breves notas sobre as missas com crianças, in NRMS 30 (1984) 1-3.

—, O Padre Alaio e a Escola de Braga, in NRMS 48 (1988) 2-3.

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TROCADO, J., O canto gregoriano, in OD 6 (1931/32) 233-243.

VALENÇA, M., Para um repertório de autêntica Música Sacra, in NRMS 9 (II série)1-2.

—, O órgão na história e na arte (Braga 1987).

—, No IV centenário de Palestrina, in NRMS 71/72(1994)3-5.

—, A arte organística em Portugal – depois de 1750 (Braga 1995).

VENÂNCIO, F., A Música na Liturgia. Um problema actual, in Lm 32 (1968) 118-123.

ZEZINHO, P., Cantar é um serviço que a Igreja me pede, in Lm 55 (1994) 460-462.

3.1 PEQUENOS ARTIGOS ANÓNIMOS
A música gravada e o uso aparelhos sonoros na liturgia, in BML n° 33, 2-9.

A música litúrgica no pensamento da igreja , in BML n° 5 (1972) 2-5.

Alguns amáveis conselhos a um animador litúrgico, in BML n° 123/124(1998)31-32 .

As aclamações, in BML n° 27, 2-9.

Canto de comunhão, in BML n° 50 (1983) 2-7 .

Como escolher um repertório para a liturgia, in BML n° 47 (1982) 2 -4.

Como preparar o canto da assembleia?, in BML n° 41 (1981) 2-7.

Conselhos sobre música litúrgica, in BML n° 86/87 (1991) 98-99.

Cordeiro de Deus (canto da fracção), in BML n° 57 (1984) 2-4.

Credo, in BML n° 56 (1984) 3-6.

Glória a Deus nas alturas, in BML n° 54 (1983) 2-5; 26(1999)2-5, 42 -46, 82-86.

Ite missa est: um cântico final?, in BML n° 52 (1983) 2-3.

Kyrie eleison, in BML 26(1998)42-47, 82-84.

Música e canto para uma celebração que evangelize, in BML n° 123/124 (1998) 32-33.

Música litúrgica, um serviço laical na comunidade cristã, in BML n° 38 (1980) 2-6.

Música na evangelização, in BML n° 10 (1974) 2-5; 11 (1974)3-6; 12 (1974) 2-4.

O animador do canto da assembleia, in BML n° 93 (1991) 2-5.

O canto de entrada da missa, in BML n° 48 (1982) 2-7.

O canto de ofertório, in BML nº 49 (1982) 2-8.

O canto de vésperas, in BML n° 31, 2-9.

O canto na celebração da confirmação, in BML n° 84/85 (1990) 51-53.

O canto na celebração do baptismo das crianças, in BML n° 83 (1989) 7-9.

O canto na celebração, in BML, n° 94 (1992) 22-23.

O canto no processo ritual da iniciação cristã, in BML n° 75/76 (1988) 42-46; 77 (1988) 82-88.

O canto pós-comunhão, in BML n° 51 (1983) 2-7.

O coro na liturgia, in BML n° 40 (1981) 2-7.

O hino e a celebração eucarística, in BML n° 24 (1977) 2-8.

O órgão de tubos ao longo da história / o grande órgão de tubos da sé catedral do Porto, in BML n° 60 (1985) 62-76).

O que é e o que não é a música litúrgica, in BML n° 28(1978) 2-7; 29 (1978)2-8; 30 (1978) 2-6.

O que se canta hoje na missa é música litúrgica? Um diálogo proveitoso, in BML n° 78/79 (1989) 35-38.

O tesouro musical da igreja, in BML n° 60 (1985) 42-46.

Os “pueri cantores”, in BML n° 95/96 (1992) 42-48; 97 (1992) 82-88.

Os actores da celebração litúrgica, in BML n° 39 (1980) 2-7.

Que música para a liturgia do nosso tempo?, in BML n° 43 (1981) 2 -7.

Senhor tende piedade de nós, in BML n° 55 (1984) 2-5.

Uso de instrumentos na liturgia, in BML n° 32, 2-5.

4. REVISTAS COM INTERESSE LITÚRGICO-MUSICAL

Boletim de música litúrgica (Porto).

Boletim de pastoral litúrgica (Aveiro).

Canto Gregoriano. Órgão do Centro de Estudos Gregorianos (Lisboa).

Liturgia (Singeverga).

Lumen (Lisboa).

Música sacra. Revista mensal de música religiosa (Coimbra).

Nova revista de música sacra (Braga).

Opus Dei (Singeverga).

Ora et labora (Singeverga).

Nova Revista de Música Sacra, Braga

Nova Revista de Música Sacra, Braga

SIGLAS E ABREVIATURAS

BDP – Boletim da Diocese do Porto

BIL – Boletim de Informação Litúrgica

BIP – Boletim de Informação Pastoral

BML – Boletim de Música Litúrgica

BPL – Boletim de Pastoral Litúrgica

Brot. – Brotéria

CAA – Cantai com arte e com alma

CEL – Conferência Episcopal de Liturgia

Cen- Cenáculo

CEP – Conferência Episcopal Portuguesa

Cf. – conferir

CNS – Cânticos a Nossa Senhora

Compil. – compilação

CS – Cantai ao Senhor

CSCN – Cantai ao Senhor um cântico novo

CT – Cantemos Todos

DM – Devocionário Musical

ENPL – Encontro Nacional de Pastoral Litúrgica

GS – Gaudium et Spes

Ibid. – Ibidem

ID. – IDEM

Instrum. – instrumentação

Lit – Liturgia

LG – Lumen Gentium

Lm – Lumen

MD – Mediator Dei

MS – Musicam Sacram

MSD – Musicae Sacrae Disciplina

NCT – Novo Cantemos Todos

NL – Normas Litúrgicas

NRMS – Nova Revista de Música Sacra

OD – Opus Dei

OL – Ora et labora

org. – organização

s.p. – sem página

SC – Sacrosanctum Concilium

TS – Tra Ia Sollecitudini

Vol. – volume

António José Ferreira

Meloteca, 05 Setembro 2007

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As Paisagens Sonoras: abordagens teóricas e disciplinares. Ouvir e escrever paisagens sonoras / coord. Elisa Lessa, Pedro Moreira, Rodrigo Teodoro de Paula. Abordagens teóricas e (multi) disciplinares. Braga: CEHUM, Câmara Municipal de Braga 2020.

Bibliografia Geral da Música em Portugal

[ Bibliografia impressa, em desenvolvimento ]

10 Trechos selectos de Filipe de Magalhães transcritos e revistos por Mário de Sampayo Ribeiro. Cadernos de Repertório Coral Polyphonia. Série Azul nº 6). Lisboa 1961.

100 Jogos Musicais, de Ger Storms. Porto: Edições Asa 1998, 3ª ed.

13 Obras selectas de diversos autores, transcritas e revistas ou originais de Mário de Sampayo Ribeiro. Cadernos de Repertório Coral Polyphonia. Série Azul nº 4). Lisboa 1957.

20 anos do Curso de Composição de Braga. Braga: Conservatório de Música Calouste Gulbenkian de Braga 2020.

44 Jogos Auditivos. Jogos de educação musical, de Maria Pilar Montero (=Workshop). Edições Salesianas s.d. | Contém CD |.

6 Trechos selectos de D. Pedro de Cristo transcritos em notação moderna e revistos por Mário de Sampayo Ribeiro. Cadernos de Repertório Coral Polyphonia. Série Azul nº 3). Lisboa 1956.

9 Motetos da Quaresma de Diogo Dias Melgaz transcritos e revistos por Mário de Sampayo Ribeiro. Cadernos de Repertório Coral Polyphonia. Série Azul nº 5). Lisboa 1959.

A 4 mãos. Schumann, Eichendorff e outras notas, de Fernando Gil / Mário Vieira de Carvalho. Lisboa: Imprensa Nacional – Casa da Moeda 2005.

A acompanhadora, de Nina Berbérova (=Biblioteca Âmbar de Bolso). Âmbar 2003.

A Arte Eléctrica de Ser Português – 25 anos de rock’n Portugal. António A. Duarte, Livraria Bertrand, 1984.

A balada de Johnny Sosa (=Pequenos Prazeres). Edições Asa 2000, 2ª ed.

A banda sem futuro, literatura juvenil de Marilar Aleixandre (=Quarto Crescente). Âmbar 2000.

A caça aos coelhos e outros escritos polémicos, de Fernando Lopes-Graça (=Obras Literárias de Fernando Lopes Graça, Vol XV). Lisboa: Edições Cosmos 1976.

A canção mágica, de John Bella, ilustrações de Casimiro Alfredo. Edições Chá de Caxinde, 2001, 1ª ed.

A Canção Popular Portuguesa, Fernando Lopes-Graça. Edição Europa-América, Lisboa 1953

A canção popular portuguesa, Fernando Lopes-Graça (=Obras Literárias de Fernando Lopes Graça, Vol. 10). Lisboa: Caminho 1991, 4ª ed. remodelada. ISBN 972-21-0526-4.

A Canção Popular Portuguesa em Fernando Lopes-Graça, org. de Alexandre Branco Weffort. Caminho 2006, reed.

A cantiga de escarnho e maldizer, Giulia Lanciani; Giuseppe Tavani, trad. Manuel G. Simões. Lisboa: Edições Colibri.

A Criança e a Música – O Livro do Professor, Maria de Lourdes Martins. Lisboa: Livros Horizonte 1987.

A Dança no ensino obrigatório, Frederica Calvino Prina / Maurizio Padovan. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian / Serviço de Educação 2000.

A educação intercultural através da música. Contributos para a redução do preconceito, Maria do Rosário Sousa e Fálix Neto (=Ensaios). Gailivro 2003, 1ª ed.

A Etnografia e Folclore no Baixo Alentejo, Manuel Joaquim Delgado, Edição da Assembleia Distrital de Beja – Beja – 1985.

A favorita (Donizetti) (=Ópera, dir. Mário de Sampayo Ribeiro, 10). Lisboa: Editor Manuel B. Calarrão 1946.

A força do destino (=Ópera, dir. Mário de Sampayo Ribeiro, 28). Lisboa: Editor Manuel B. Calarrão 1949.

A gaita-de-foles (Mini-educativos Noddy, 10). Verbo 2006, ISBN 972-22-2511-1.

A Gaita-de-foles Mágica (=Abram alas para o Noddy). Verbo 2005, ISBN 972-22-2458-1.

A gaitinha mágica, texto de José Viale Moutinho, ilustrações de Pedro Nora (=Conto Tradicional Português). Campo das Letras 2003, 1ª ed.

A infância de Cristo de Hector Berlioz, execução pelo Orfeão Lusitano, dir. Afonso Valentim. Porto, Teatro S. João, 22 de Junho de 1939.

A Inscrição de Lamas de Moledo (Castro Daire). Documento Musical Único na Europa (Elementos para a sua interpretação). Porto: Imprensa Portuguesa 1954.

A Invenção dos Sons – Uma panorâmica da Composição em Portugal hoje, de Sérgio Azevedo. Caminho da Música 1998.

A Linguagem Harmónica do Tonalismo, Christopher Bochmann. Lisboa: Juventude Musical Portuguesa 2003, 1ª ed.

A Linguagem Popular do Baixo Alentejo e o Dialecto Barranquenho, Manuel Joaquim Delgado, Beja, 2ª edição 1983

A Menina do Mar, partitura de Fernando Lopes-Graça. Casa da Música / Câmara Municipal de Cascais 2006.

A Mousiké: das Origens ao Drama de Eurípides, Aires Manuel Rodeia dos Reis Pereira. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian / Serviço de Educação e Bolsas 2001.

A Música no Brasil Colonial, coord. Rui Vieira Nery. Colóquio Internacional / Lisboa 2000. Fundação Calouste Gulbenkian / Serviço de Música 2001, 1ª ed.

A música no Convento de Cristo em Tomar: Desde finais do século XV até finais do século XVIII, Cristina Cota. Lisboa: Colibri-CESEM, 2017.

A música para piano de Francisco de Lacerda, J.M. Bettencourt da Câmara. (=Biblioteca Breve 111). Lisboa: Instituto de Cultura e Língua Portuguesa 1987, 1ª ed.

A Música Portuguesa e os Seus Problemas – Obras Literárias de Fernando Lopes Graça – Edições Cosmos – Lisboa – 1963

A Música Portuguesa e os seus Problemas I, Fernando Lopes-Graça. (=Obras Literárias de Fernando Lopes Graça, Vol. 6). Lisboa: Caminho 1989, 2ª ed. ISBN 972-21-0382-2.

A Música Portuguesa e os seus Problemas II, de Fernando Lopes-Graça. (=Obras Literárias de Fernando Lopes Graça, Vol. 7). Lisboa: Caminho 1989, 2ª ed. ISBN 972-21-0402-0.

A Música Portuguesa e os seus problemas III, de Fernando Lopes-Graça (=Obras Literárias de Fernando Lopes Graça, Vol. VIII). Lisboa: Edições Cosmos 1973.

A Música Portuguesa e os seus problemas. 2º Vol., de Fernando Lopes Graça. Ensaios. Textos Vértice. Edição do Autor 1959.

A Música sem Mestre. 1ª Parte, Francisco Pereira Ramos. Porto: Typographia Costa Carregal 1924.

A Música. Vamos ouvir Rock and Roll (=Surpresas Sonoras). Ilustrações de Derek Mathews. Âmbar 2005.

A obra religiosa de Marcos António Portugal (1762-1830), António Jorge Marques. Lisboa: Biblioteca Nacional-CESEM, 2012.

A Origem da Tragédia, Friedrich Nietsche (=Filosofia e ensaios). Lisboa: Guimarães Editores.

A pianista, de Elfriede Jelinek. Porto: Asa 1994, 1 ed., 2004, 3 ed., ISBN 972-41-1433-3.

A Quarta Nota, romance, Luc Leruth (=Ficção/Verdade). Temas e Debates 2003.

A Ressurreição de Mozart, Nina Berbérova. Âmbar 2004.

A Sinfonia em Portugal, Alexandre Delgado. Caminho da Música 2002.

A sinfonia pastoral, romance, André Gide. Âmbar 2006.

A Sociedade Orpheon Portuense (1881-2008): tradição e inovação. Porto: Universidade Católica Editora, 2014.

A Tradição de Serpa, Revista de Etnografia Ilustrada – Volumes I e IV – Beja – 1980.

A tradição musical como problema na obra de Fernando Lopes-Graça. Um estudo no contexto português, Cascudo, Teresa. Sevilla: Editorial Doble J., 2012.

A Transformação do Pensamento Poético Tradicional no Baixo Alentejo: Elementos para uma Etnossociologia Literária. João R. Nazaré – Arquivo de Beja – Volumes II/III – Série III – Págs. 101 a 110 – Dezembro 1996

A vida de Beethoven, Luiz de Freitas Branco (=Biblioteca Cosmos 50). Lisboa: Cosmos s.d.

Academia Musical de Santa Maria de Sandim. Alguns apontamentos para a sua história, de Joaquim Moreira da Silva. Separata do Boletim Cultural Amigos de Gaia 1985.

Adriana Lecouvreur (Ciléa) (=Ópera, dir. Mário de Sampayo Ribeiro, 39). Lisboa: Editor Manuel B. Calarrão 1950.

Afectivamente GNR, Luís Maio, Assírio & Alvim, 1989.

Aida (Verdi) (=Ópera, dir. Mário de Sampayo Ribeiro, 9). Lisboa: Editor Manuel B. Calarrão 1946.

Amar não acaba, Frederico Lourenço. Livros Cotovia 2004.

Andamentos. História, Música e Muita Emoção. Um retrato da sociedade contemporânea, que assegura no tempo as tradições locais da região Oeste. Obra como parte integrante do projecto audiovisual em DVD. Livro e Guião para um documentário sobre História, Música e Muita Emoção, de Mário Rui Nunes. Bombarral 2008.

André Chénier (Giordano) (=Ópera, dir. Mário de Sampayo Ribeiro, 15-16). Lisboa: Editor Manuel B. Calarrão 1947.

Antologia Poetico-Musical. Textos traduzidos o mais literalmente possível de obras para canto e piano, de Fernando Jorge Azevedo. Porto, Edições Politema / Instituto Politécnico do Porto 2002, 1ª ed.

Antonin Dvorák (=Colecção Royal Philharmonic, 6). Público 2004.

Ao som da harmónica. Conçonetas populares russas, ilustrações G. Skotina. Editorial Maliche; Editorial Caminho 1988.

Arabesco. Da Música Árabe e da Música Portuguesa, de Adalberto Alves. Lisboa: Assírio e Alvim 1989.

Armando José Fernandes (1906-1983), Fernando Lopes-Graça (1906-1994). Lisboa: Biblioteca Nacional, ISBN 972-565-409-9.

Arquivo das Músicas da Sé de Évora. Catálogo, org. José Augusto Alegria. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian 1973.

Arte Musical. Revista de Doutrina, noticiário e crítica. Ano XVI, nº 1 (359). Lisboa 1947.

As agruras de Beiraldo Alma. Uma história com muitas gralhas e um final tremendo, de Jorge Amaral de Oliveira. Editorial Teorema, Lisboa 2008, 1ª ed.

As alegres canções do Norte, Alberto Pimentel (=Memória Portuguesa, 1). Lisboa: Publicações Dom Quixote 1989, edição fac-similada.

As bandas de música na história da música em Portugal, Pedro Marquês de Sousa; pref. André Granjo; abertura Jorge Costa Pinto. Porto: Fronteira do Caos, 2017, 1 ed, 439 p. ISBN 978-989-8647-89-4.

As Bodas de Fígaro (Mozart) (=Ópera, dir. Mário de Sampayo Ribeiro, 65). Lisboa: Editor Manuel B. Calarrão 1953.

As Canções Tradicionais Portuguesas no Ensino da Música, Contribuição da Metodologia de Zóltan Kodály, Rosa Maria Torres (=Cadernos O Professor. Caminho 1998.

As estranhas cartas de um músico, de Isabel Novais e Maria Monteiro, Edições Kual 2003, 1ª ed.

As Modas Que o Povo Canta. Luís Franganito, 2002.

As Mulheres de Mozart, romance histórico, Stephanie Cowell, Editorial Presença 2006.

As músicas luso‑brasileiras no final do Antigo Regime. Repertórios, Práticas e Representações, Maria Elizabeth Lucas & Rui Vieira Nery (eds.). Lisboa: Imprensa Nacional‑Casa da Moeda-Fundação Calouste Gulbenkian, 2012.

As Paisagens Sonoras: abordagens teóricas e disciplinares. Ouvir e escrever paisagens sonoras, coord. Elisa Lessa, Pedro Moreira, Rodrigo Teodoro de Paula. Abordagens teóricas e (multi) disciplinares. Braga: CEHUM, Câmara Municipal de Braga 2020.

Através dos Campos, José da Silva Picão, 2ª edição, 1947.

Bagatelas op. 6, de Vitaly Margulis, com tradução, prefácio e notas de Sofia Lourenço. Edições Quasi 2001, 1ª ed.

Bailados do Círculo de Iniciação Coreográfica. Breve notícia acerca da organização, da actividade e da obra da Escola de Bailado da Prof. Margarida de Abreu. Lisboa 1948.

Banda de Música de Loureiro: uma banda centenária, Manuel Pires Bastos. Loureiro, Oliveira de Azeméis: Banda de Música de Loureiro 2019, 363 p.

Bandas sonoras: 100 retratos na música portuguesa, Rita Carmo. Lisboa: Chiado Editora 2013. 206 p. ISBN 978-989-51-0839-8.

Beethoven – Vida e obra, Jeremy Siepmann Lisboa: Bizâncio 2006, 1ª ed. Inclui 2 CD grátis + acesso a um site com horas e horas de música. ISBN-10: 972-53-0315-6, ISBN-13: 978-972-53-0315-3.

Beethoven / Richard Wagner (=Cadernos Culturais Inquérito 89). Lisboa: Inquérito s.d., 2ª ed.

Bemol Saltitante. Um ratinho ao piano, Antonio Amago, ilustrações de Nuria Rodriguez. Lisboa: Quidnovi 2006, 1ª ed. Inclui CD-Rom com música e conteúdos interactivos.

Biblioteca do Palácio Nacional de Mafra. Catálogo dos Fundos Musicais, org. João M. B. de Azevedo, Fundação Calouste Gulbenkian 1985.

Biblioteca do Palácio Real de Vila Viçosa. Catálogo dos Fundos Musicais, org. José Augusto Alegria, Fundação Calouste Gulbenkian 1989.

Biblioteca Pública de Évora. Catálogo dos Fundos Musicais, org. José Augusto Alegria, Fundação Calouste Gulbenkian 1977.

Boa voz de tiple, sciencia de música e prendas de acompanhamento”. O Real Seminário da Patriarcal (1713-1834), Cristina Fernandes. Lisboa: Biblioteca Nacional de Portugal/-NET-MD, 2013.

Bomtempo (1775-1842): Un compositeur au sein de la mouvance romantique, Ladam Eftekari. Paris: L’Hamarttan, 2012.

Boris Godunov (Mussorgsky) (=Ópera, dir. Mário de Sampayo Ribeiro, 43). Lisboa: Editor Manuel B. Calarrão 1951.

Cancioneiro Alentejano, Padre António Marvão, Beringel, Tipografia da Editorial Franciscana 1955-

Cancioneiro Alentejano, Vitor Santos. Edição Especial do Grémio Alentejano 1938.

Cancioneiro de Serpa, Maria Rita Ortigão Pinto Cortez. Serpa: Edição da Câmara Municipal de Serpa 1994.

Cancioneiro Popular Português, J. L. Vasconcelos – M. A. Zaluar Nunes (coord.) – Universidade de Coimbra – Coimbra 1975.

Cancioneiro Popular Português, Michel Giacometti. Lisboa: Círculo de Leitores 1981.

Cantar juntos 1. Para crianças dos = aos 3 anos, seus pais e educadores, usufruirem do prazer de cantar e brincar juntos. Livro e CD com Canções e Rimas. Associação Aprender em Parceria 2007. ISBN 978-972-8714-50-5.

Cantar, brincar e aprender, sel. de Clara Abreu. Porto Editora

Cantares do Povo Português – Estudo crítico, recolha e comentários de Rodney Gallop. Lisboa: Edição do Instituto para a Alta Cultura 1937.

Cantate Dominum: música e espiritualidade no azulejo barroco, Luiz Rocha. Lisboa: Colibri-CESEM, 2015.

Cante e Aspectos Dialectais do Português, Maria José Albarran Carvalho – Arquivo de Beja – Volume XII – Série III – Págs. 135 a 148 – Dezembro 1999.

Cante, Tradição e Ensino, M. J. Carvalho e J. S. Matos – Revista Arquivo de Beja – s III – Volume X – Abril 1999.

Cante, Tradição Perspectiva Multidisciplinar, Maria José Albarran e João Sant’Ana de Matos – Arquivo de Beja – Volume X – Série III – Págs. 47 a 60 – Abril 1999.

Cânticos Religiosos Alentejanos Opúsculos I e II – Padre António Cartageno. Beja 1980.

Cantigas Populares Alentejanas, J. A Pombinho Júnior. Porto 1936.

Cantoral. Método de Teoria Musical, Solfejo Entoado e Canto Coral destinado aos Liceus, Escolas Técnicas, Escolas Normais, Colégios, Seminários e Orfeões, de P.e Rodrigo da Cunha e César de Morais. Porto: Livraria Simões Lopes 1954.

Cantos Populares de Portel, Pombinho Júnior Minerva Comercial Évora 1949.

Carlos (Verdi) (=Ópera, dir. Mário de Sampayo Ribeiro, 42). Lisboa: Editor Manuel B. Calarrão 1951.

Carmen (Bizet) (=Ópera, dir. Mário de Sampayo Ribeiro, 11). Lisboa: Editor Manuel B. Calarrão 1947.

Carmen (Bizet) (=Ópera, dir. Mário de Sampayo Ribeiro, 11). Lisboa: Editor Manuel B. Calarrão 1951.

Caro Bruce Springsteen, de Kevin Major. Lisboa: Terramar 1995.

Cavalleria Rusticana (Mascagni) (=Ópera, dir. Mário de Sampayo Ribeiro, 14). Lisboa: Editor Manuel B. Calarrão 1947.

Cavalleria Rusticana (Mascagni) (=Ópera, dir. Mário de Sampayo Ribeiro, 14). Lisboa: Editor Manuel B. Calarrão 1952, ed. revista e parcialmente refundida.

Cecília (Licino Refice) (=Ópera, dir. Mário de Sampayo Ribeiro, 24). Lisboa: Editor Manuel B. Calarrão 1948.

Centenário do nascimento de Júlia Amélia Gomes d’Almendra (1904-2004). Lisboa: Centro Ward de Lisboa 2004.

César-Auguste Franck (=Colecção Royal Philharmonic, 14). Público 2005.

Chopin – Vida e obra, de Jeremy Nicholas Lisboa: Bizâncio 2007, 1ª ed. Inclui 2 CD grátis + acesso a um site com horas e horas de música. ISBN-10: 972-53-0328-8; ISBN-13: 978-972-53-0328-3.

Cinco Conferências: especulações críticas sobre a História da Música do século XX / António Pinho Vargas. Lisboa, Culturgest 2008.

Claude Achille Debussy (=Colecção Royal Philharmonic, 11). Público 2005.

Cláudio Carneiro (1895-1995) – Espólio Musical. Porto: Biblioteca Municipal do Porto 1995. ISBN 972-634-075-6.

Club Portuense. Catálogo do espólio musical, Ana Maria Liberal. Porto, 2007.

Coliseu do Porto. Grande Companhia de Ópera Lírica Italiana. Temporada Oficial 1943.

Com Quatro Pedras na Mão – O Porto cantado por crianças e jovens, Filipa Leal, João Pedro Mésseder, Joaquim Castro Caldas, Jorge Sousa Braga, José Mário Branco, Luís Nogueira, Luísa Ducla Soares, Matilde Rosa Araújo, Rui Pereira, Suzana Ralha (música), Bando dos Gambozinos (interpretação) e Emílio Remelhe (ilustração). Design: Luís Mendonça. Porto: Deriva Editores Porto 2008. ISBN: 978-972-9250-48-4.

Composing for the State: Music in 20th-Century Dictatorships, Manuel Deniz Silva, Esteban Buch & Igor Contreras (eds.). Farnham (GB): Ashgate e Fondation Cini, 2016.

Concerto no fim da viagem, romance de Erik Fosnes Hansen. Editorial Presença 1996, 1ª ed.

Concerto para violoncelo, romance de Miguel Viqueira. Bertrand Editora 1992.

Concerto-Homenagem Luís Costa. Como preito de gratidão ao insigne mestre, o produto deste concerto reverte à instituição de um “Prémio Luís Costa”. Porto. Cinema Trindade 9 de Junho de 1960, 18h15.

Concertos da Páscoa. Páscoa no Porto. 6 a 18 de Abril de 1993.

Condessa d’Elba. A cantora de ópera quasi Rainha de Portugal e de Espanha (1836-1929), de Teresa Rebelo. Lisboa: Alêtheia Editores 2006, ISBN 989-622-031-X.

Constança Capdeville. Entre o Teatro e a Música, de Maria João Serrão. Lisboa (=Estudos Musicológicos): Edições Colibri; Universidade Nova de Lisboa 2006. ISBN 972-772-670-4.

Conta-me Histórias (Xutos & Pontapés), Ana Cristina Ferrão, Assírio & Alvim, 1991

Corais Alentejanos, José Pereira. Lisboa: Edições Margem 1997.

Cordofones Portugueses, de José Lúcio. Porto: Areal Editores 2000, 1 ed., ISBN 972-627-544-X.

Coretos em Lisboa 1790-1990, de Eunice Relvas e Pedro Bebiano Braga. Lisboa: Editorial Fragmentos 1991.

Crónicas Musicais de uma Europa Barroca, de Denis Morrier. Especial sobre O Barroco Musical Português por Cristina Fernandes. Lisboa: Centro Cultural de Belém; Público 2006, 1ª ed.

Curso Geral de Acordeão (1º Volume), de Vitorino Matono.Lisboa: Edições musicais IVAHM, s.d.

Curso Preparatório de Acordeão (1º Volume), de Vitorino Matono.Lisboa: Edições musicais IVAHM, 1982

Da Beleza, Encanto e Significado Cultural do Canto Popular do Baixo Alentejo – Henriques Pinheiro – Arquivo de Beja – Volumes II/III – Série III – Págs. 153 a 157 – Dezembro 1996

Dança, de Afonso Manuel Alves. Lisboa: Publicações Dom Quixote 1988.

De A a Z com Mozart e a música, de Rafael Cruz-Contarini, ilustrado por Rafael Salmerón (=Montanha Encantada). Everest Editora 2006.

De créditos firmados: as bandas de música em Braga nos séculos XIX e XX, Elisa Lessa. Braga: Câmara Municipal de Braga 2019, 204 p. ISBN 978-989-54228-4-5.

Delfins: Biografia Autorizada, José Manuel Simões, Pub. Europa América, 1998

Deuses do Lar. I – O Maestro Miguel Angelo, de Joaquim Leitão. Porto: Edição do Auctor 1916.

Devoção e teatralidade: as Vésperas de João de Sousa Vasconcelos e a prática litúrgico-musical no Portugal Pombalino, Cristina Fernandes. Lisboa: Colibri/FCSH-UNL, 2005.

Diálogos com Johann Sebastian Bach. Ensaio, de Delmar Domingos de Carvalho. Editorial Minerva 2011, 1 ed. ISBN 978-972-591-788-6.

Diários 1883-1893 – José Vianna da Motta, Christine Wassermann Beirão (coord.), Elvira Archer (trad.). Lisboa: Biblioteca Nacional-CESEM, 2015.

Dicionário de Italianismos Musicais, de José Bento da Silva. Braga: Edições APPACDM Distrital de Braga 1998.

Dicionário do Cantor Lírico (Italiano – Português) Destinado aos Professores e Alunos de Canto, aos Estudiosos e Apaixonados pela Ópera Italiana, Portugueses e Italianos, de Leonor de Lucena. Ed. do Autor 2009, 1 ed. ISBN 978-989-20-1784-6.

Dicionário por imagens da Música. Fleurus Livros e Livros 1999.

Disto e daquilo, de Fernando Lopes-Graça (=Obras Literárias de Fernando Lopes Graça, Vol. XIII). Lisboa: Edições Cosmos 1973.

Dó Ré Mi – Toadas da nossa terra. Versos de Adolfo Portela; Música de Tomás Borba; Desenhos de Raquel Roque Gameiro. Lisboa: Edições Valentim de Carvalho 1944.

Do seu amigo Mozart. O Mundo Fantástico de Wolfgang Amadeus Mozart, de Donavan Pixley. Porto: Casa da Música 2005.

Elementos de Sciências musicais, de Luiz de Freitas Branco. 1º Volume. Acústica. Lisboa: Edição do Autor 1931.

Em louvor de Mozart, de Fernando Lopes-Graça. Lisboa: Edições Cosmos 1956.

Enciclopédia da Música em Portugal no século XX. A-C, dir. Salwa Castelo-Branco. Lisboa: Temas e Debates / Círculo de Leitores 2010, 1ª ed. ISBN 978-989-644-091-6.

Enciclopédia da Música Ligeira Portuguesa, Luís Pinheiro de Almeida e João Pinheiro de Almeida (dir.), Círculo de Leitores, 1998.

Enciclopédia dos instrumentos musicais. Um guia abrangente de instrumentos musicais do mundo, de Bert Oling & Heinz Wallisch. Lisboa: Livros e Livros 2004, 1ª ed.

Encontros de Música da Casa de Mateus. Casa de Mateus 2002.

Entertaining Lisbon: Music, Theater, and Modern Life in the Late 19th Century, João Silva. New York: Oxford University Press, 2016.

Escrítica Pop, Miguel Esteves Cardoso, Querco, 1982 (reedição 2003-Assírio & Alvim)

Escritos Musicológicos, Fernando Lopes-Graça (=Obras Literárias Vol XVI). Lisboa: Edições Cosmos 1977.

Escutar a literatura: Universos sonoros da escrita, Mário Vieira de Carvalho. Lisboa: Colibri-CESEM, 2014.

Está tudo ligado. O poder da Música, de Daniel Baremboim (=Musicalmente). Lisboa: Bizâncio 2009, 1ª ed. ISBN 978-972-53-0434-1.

“Estes Sons, esta Linguagem” – Essays on Music, Meaning and Society in Honour of Mário Vieira de Carvalho, Gilbert Stõck, Paulo Ferreira de Castro, Katrin Gilbert Stõck (coord.). Lisboa: CESEM- Gudrun Schröder-Verlag, 2015.

Estilhaços, Adolfo Luxúria Canibal, Quasi Edições, 2003.

Estudos de Musicologia, de João Pedro Alvarenga. Lisboa: Edições Colibri; Centro de História da Arte da Universidade de Évora 2002.

Estudos sobre o Cante Alentejano, Padre António Marvão – INATEL 1997.

Etnografia Portuguesa, Prof. Doutor José Leite de Vasconcelos. Lisboa Imprensa Nacional – Casa da Moeda 1982

Etnografia Portuguesa. Lv III – J. Vasconcelos – Volume III – Lisboa: Imprensa Nacional Casa da Moeda 1982.

Experimenta! O som, de Alexandra Parsons. Edição “Livros do Brasil” Lisboa 1992.

Exposição “Os Coretos em Portugal”: fotos e postais ilustrados / Delmar D. Carvalho. Évora: Câmara Municipal de Évora, [D.L. 2015], 10 p.

Expressão Musical: significados e significantes. Perspectiva vivencial no Jardim de Infância (=Thesaurus), de Sérgio Bruno Moreira do Amaral. Coimbra: Instituto Superior Miguel Torga 2004.

Fado – Alma de um povo (Origem Histórica) (=Temas Portugueses), de Maria Luísa Guerra. Lisboa: Imprensa Nacional – Casa da Moeda 2003.

Fado. Itinerários de uma cultura viva, de Mário Anacleto. Porto: Millbooks 2008, 1ª, 2ª ed.

Farinelli il castrato, de André Corbiau (=estórias). Lisboa: Editorial Teorema 1996.

Fausto (Gounod) (=Ópera, dir. Mário de Sampayo Ribeiro, 33). Lisboa: Editor Manuel B. Calarrão 1950.

Fedora (Giordano) (=Ópera, dir. Mário de Sampayo Ribeiro, 52). Lisboa: Editor Manuel B. Calarrão 1952.

Felix Mendelssohn (=Colecção Royal Philharmonic, 20, vol. I). Público 2005.

Fernando Lopes-Graça (1906-1994): uma fotobiografia, Manuel Deniz Silva e António de Sousa. Cascais: Fundação D. Luís I, 2018.

Festival de Música (=Disney). Edimpresa Junho 2005. Edição Especial.

Fixar o movimento. Representações da música rap em Portugal, de Teresa Fradique (=Portugal por perto, Biblioteca de Etnografia e Antropologia) . Publicações Dom Quixote Lisboa 2003, 1ª ed.

Florindo o pássaro bem-vindo (=Livros Musicais). Lisboa: Ulisseia Infantil 2004.

Francisco de Sá Noronha (1820-1881). Um Músico Português no Espaço Atlântico, Luísa Cymbron. Vila Nova de Famalicão, Edições Humus-CESEM, 2019.

Franz Schubert (=Colecção Royal Philharmonic, 9). Público 2004.

Frédéric Chopin (=Colecção Royal Philharmonic, 8, vol. 1). Público 2004.

Frédéric Chopin (=Colecção Royal Philharmonic, 9, vol 2). Público 2005.

Gertrud, de Herman Hesse. DIFEL 2001, 2ª ed.

Giacomo Rossini (=Colecção Royal Philharmonic, 18). Público 2005.

Gil Vicente, de Maria Antonieta de Lima Cruz (Os Grandes Músicos, 10). Lisboa: Edições Europa s.d.

Gira Gira aprende música (=Aventuras da girafa Gira Gira), de Mário Castrim. Ilustrações de Elsa Navarro. Campo das Letras 2004, 1ª ed.

Grupos corais e instrumentais de Portugal, de Lauro Portugal. Lisboa: Roma Editora 2007. ISBN 978-989-8063-19-9.

Guilhermina, de Mário Cláudio. Círculo de Leitores 1986.

Gustav Mahler (=Colecção Royal Philharmonic, 17, vol. 2). Público 2005.

Hamlet (Thomas) (=Ópera, dir. Mário de Sampayo Ribeiro, 38). Lisboa: Editor Manuel B. Calarrão 1950.

Hansel e Gretel (=As Histórias da Joaninha). Porto: Campo das Letras 1998. ISBN 972-610-120-4.

Hernani (Verdi) (=Ópera, dir. Mário de Sampayo Ribeiro, 32). Lisboa: Editor Manuel B. Calarrão 1949.

História Breve da Música Ocidental, de José Maria Pedrosa Cardoso (=Estado da Arte). Coimbra: Imprensa da Universidade de Coimbra 2010, 1ª ed. ISBN 978-989-26-0052-9.

História da Capela e Colégio dos Santos Reis de Vila Viçosa, de José Augusto Alegria. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian 1983.

História da Música Ocidental, de Donald J. Grout e Claude V. Palisca. Gradiva 1997, 1ª ed., 2ª tiragem.

História da Música. Manual do aluno – 1º Ano, de Maria José Borges e José Maria Pedrosa Cardoso. Mem Martins: Sebenta 1999.

História da Música. Manual do aluno – 2º Ano, de Maria José Borges e José Maria Pedrosa Cardoso. Mem Martins: Sebenta 1999.

História do Jazz, de José Duarte. Aveiro: Universidade de Aveiro / Sextante Editora 2009, 1ª ed. ISBN 978-989-8093-88-2.

História Popular da Música, de Luiz de Freitas Branco (=Biblioteca Cosmos 34/35). Lisboa: Cosmos s.d.

Homenagem a Mestre Luiz Costa. Porto, Cinema Júlio Diniz, 8 de Maio 1950, 21h30.

Homenagem ao Maestro Raúl Lemos. Porto, Salão de Festas da F.N.A.T. 5-7-1947.

Il Trovatore. Lisboa: Teatro Nacional de São Carlos s.d.

Iniciação Musical, de José da Cunha, Bando dos Gambozinos, Suzana Ralha. Contraponto 1990.

Instrumentos musicais importados em Portugal. Arp Schnitger e órgãos recentes, de Manuel Valença. Braga: Editorial Franciscana 2001.

Instrumentos Musicais Populares Portugueses – Ernesto Veiga de Oliveira – Apêndices II e III – Edição Fundação Calouste Gulbenkian – 1964-2000

Interpretação e Educação Musical, de Francisco Monteiro. Porto: Fermata Editora 1997, 1ª ed.

Interpretação Musical. Teoria e Prática, coord. Francisco Monteiro e Ângelo Martingo. Lisboa: Edições Colibri; Centro de Estudos de Sociologia e Estética Musical; Universidade Nova de Lisboa 2007.

Introdução à música moderna, de Fernando Lopes Graça (=Biblioteca Cosmos, dir. Bento de Jesus Caraça, 22). Lisboa: Edições Cosmos s.d.

Introdução à obra de Cláudio Carneyro, de Filipe Pires (=Matosinhos – o lugar e a imagem). Câmara Municipal de Matosinhos; Edições Afrontamento 2005. ISBN 972-36-0787-5.

Jazz em Cascais. Uma história de 80 anos, de João Moreira dos Santos. Casa Sassetti 2009, 1ª ed. ISBN 978-989-95168-3-1.

Jazz em Portugal (1920-1956), de Hélder Bruno de Jesus Redes Martins. Coimbra: Almedina 2006. ISBN 972-40-2978-6.

João (Mozart) (=Ópera, dir. Mário de Sampayo Ribeiro, 26). Lisboa: Editor Manuel B. Calarrão 1949.

João Gil. Livro de Canções. Almedina, Casa da Música 2005.

Joaquim Simões da Hora: Intérprete, pedagogo e divulgador, Tiago Manuel da Hora. Lisboa: Colibri-CESEM, 2015.

Jogos de Música e de Expressão Musical, de Núria Trias, Susana Pérez, Luís Filella. Âncora Editora 2002.

Jorge Peixinho. In memoriam, org. de José Machado. Caminho da Música 2002.

José Vianna da Motta: Correspondência com Margarethe, Christine Wassermann Beirão (organização e notas). Lisboa: Biblioteca Nacional-CESEM, 2018.

Josefina a mamã galinha (=Livros Musicais). Lisboa: Ulisseia Infantil 2004.

Joseph Haydn (=Colecção Royal Philharmonic, 12, vol. I). Público 2005.

Joseph Haydn (=Colecção Royal Philharmonic, 13, vol. II). Público 2005.

Josué Trocado (1882-1962). Uma presença musical, org. de José Abel Carriço. Edição da Câmara Municipal da Póvoa de Varzim 2004.

Juventude Musical Portuguesa. Delegação do Porto. 209º Concerto J.M.P., 22ª do Porto, 12º da Temporada. Fernando Serafim, tenor, João de Freitas Branco, piano. Trindade, 20 de Maio de 1961, 18h00.

La Bohème (Puccini) (=Ópera, dir. Mário de Sampayo Ribeiro, 4). Lisboa: Editor Manuel B. Calarrão 1946.

La Bohème (Puccini) (=Ópera, dir. Mário de Sampayo Ribeiro, 4). Lisboa: Editor Manuel B. Calarrão 1946, 2ª ed. revista.

La Gioconda (Ponchieli) (=Ópera, dir. Mário de Sampayo Ribeiro, 30). Lisboa: Editor Manuel B. Calarrão 1949.

La Traviata (Verdi) (=Ópera, dir. Mário de Sampayo Ribeiro, 18). Lisboa: Editor Manuel B. Calarrão 1948.

La Traviata (Verdi) (=Ópera, dir. Mário de Sampayo Ribeiro, 18). Lisboa: Editor Manuel B. Calarrão 1952, 2ª ed. correcta e aumentada.

Labirintos da Música, do maestro José Atalaya. Porto: Edições Caixotim 2001.

Le Chant du Pain. Trás-os-Montes, de Anne Caufriez (=Publications du Centre Culturel Calouste Gulbenkian). Paris: Centre Culturel Calouste Gulbenkian 1997.

Leituras e Ditados para Formação Musical, 1º e 2º graus, de Cristóvão Silva. Lisboa: Juventude Musical Portuguesa 2007. ISBN 978-792-99892-1-6.

Léo Delibes (=Colecção Royal Philhermonic, 7). Público 2004.

Linguagem Musical 1, Dinsic 2004.

Liszt, de Sidonio Miguel (=Os grandes músicos, 8). Lisboa: Edições Europa s.d.

Lohengrin (Wagner) (=Ópera, dir. Mário de Sampayo Ribeiro, 5). Lisboa: Editor Manuel B. Calarrão 1946.

Lucia de Lammermor (Donizetti) (=Ópera, dir. Mário de Sampayo Ribeiro, 2). Lisboa: Editor Manuel B. Calarrão s.d., ed. correcta e aumentada.

Ludwig van Beethoven & Franz Schubert (=Colecção Royal Philharmonic, 22). Público 2005.

Ludwig van Beethoven (=Colecção Royal Philharmonic, 1). Público, 2004.

Madama Butterfly (Puccini) (=Ópera, dir. Mário de Sampayo Ribeiro, 19). Lisboa: Editor Manuel B. Calarrão 1948.

Madredeus – Um Futuro Maior, Jorge P. Pires, Temas & Debates/Círculo de Leitores, 1995.

Machinas fallantes. A música gravada em Portugal no início do século XX, Leonor Losa. Lisboa: Tinta da China, 2013.

Maestro Silva Dionísio (1912-2000) e o contexto das bandas de música em Portugal, Bruno Madureira, pref. Alberto Roque. Lisboa: Colibri 2019, 1 ed, 249 p, (Músicos ocultos; 2). ISBN 978-989-689-914-1.

Mafra: orgãos históricos = Mafra: historic organs / João Vaz ; fot. Luís Ramos ; trad. Ivan Moody. Lisboa: Althum.com; Mafra: Câmara Municipal de Mafra, D.L. 2017. Ed. bilingue em português e inglês. ISBN 978-989-683-119-6.

Marcos Portugal. Uma reavaliação, David Cranmer (coord.). Lisboa: Edições Colibri‑CESEM, 2012.

Mais fados e companhia, de Vasco Graça Moura (=Fado 100 anos) . Público s.d.

Manon (Massenet) (=Ópera, dir. Mário de Sampayo Ribeiro, 6). Lisboa: Editor Manuel B. Calarrão 1946.

Manon (Massenet) (=Ópera, dir. Mário de Sampayo Ribeiro, 6). Lisboa: Editor Manuel B. Calarrão 1947, 2ª ed. actualizada.

Manuel Cardoso (=Os Grandes Músicos 18), de Maria Antonieta de Lima Cruz. Lisboa: Edições Europa s.d.

Manuscrito 50 da Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra. Vilancicos, romances e chansonetas de Santa Cruz de Coimbra. Século XVII. Parte I. Transcrição, estudo e revisão de Jorge Mata, musicografia de Artur Carneiro. Lisboa: Edições Colibri; Centro de Estudos de Sociologia e Estética Musical Universidade Nova de Lisboa 2008. ISBN 978-972-772-836-7.

Matrimonio Secreto (Cimarosa) (=Ópera, dir. Mário de Sampayo Ribeiro, 36). Lisboa: Editor Manuel B. Calarrão 1950.

Mefistófeles (Boito) (=Ópera, dir. Mário de Sampayo Ribeiro, 13). Lisboa: Editor Manuel B. Calarrão 1947.

Memória da Terra Esquecida, de António Victorino d’Almeida (=Crónica & Reportagens). Lisboa: Edições “O Jornal” 1984, 1ª ed., 1985, 2ª ed.

Michel Giacometti e o Cante Alentejano (Comunicações de um Debate realizado, em 27 de Setembro de 1997, no Centro Cultural

Mignon (Thomas) (=Ópera, dir. Mário de Sampayo Ribeiro, 31). Lisboa: Editor Manuel B. Calarrão 1949.

Missa Solemnis, de Marcos António Ferreira Mendes, 2005.

Momentos Vocais do Baixo Alentejo, Cancioneiro da Tradição Oral – João Ranita da Nazaré – Edição da Imprensa Nacional – Casa da Moeda – 1986

Mozart – Vida e obra, de Jeremy Siepmann Lisboa: Bizâncio 2006, 1ª ed. Inclui 2 CD grátis. ISBN-10: 972-53-0300-8; ISBN-13: 978-972-53-0300-9.

Mozart, de Ann Rachlin e Susan Hellard (=Crianças Famosas). Campo das Letras 1994.

Mozart, esse desconhecido, de Delmar Domingos de Carvalho. Lisboa: Editorial Minerva 2007, 1ª ed. ISBN 979-972-591-713-8.

Mozart, o menino mágico, de José Jorge Letria, ilustrações de Gabriela Sotto Mayor (=Biblioteca José Jorge Letria). Porto: Âmbar 2006.

Mulher em tons de tango, romance de Alicia Dujovne Ortiz. Lisboa: Terramar 1999, 1ª ed.

Musa Lusa, Jorge Lima Barreto, Hugin, 1997

Música ao nosso ritmo. Formação Musical 1º e 2º graus, de Anabela Gomes e Cláudia Vasconcelos. Bolsa de Estudos 2008, 1ª ed., ISBN 978-972-661-215-5. Inclui CD.

Música discurso poder, Maria do Rosário Girão Santos & Elisa Lessa (coord.). Famalicão: Edições Húmus-Universidade do Minho, 2012.

Música do Campo. Little Einsteins. Everest s.d. ISBN 978-989-50-0776-9.

Música e história: Estudos em homenagem a Manuel Carlos de Brito, Manuel Pedro Ferreira e Teresa Cascudo (Coord.). Lisboa: Colibri-CESEM, 2017.

Música e músicos modernos, de Fernando Lopes-Graça. (=Obras Literárias de Fernando Lopes Graça, Vol. 5). Lisboa: Caminho 1986, 2ª ed.

Música e Poder: para uma sociologia da ausência da música portuguesa no contexto europeu / António Pinho Vargas. Coimbra, Almedina 2011.

Música e silêncio, romance de Rose Tremain. Edições Asa 2004, 1ª ed.

Música Escarlate, romance de Joan Ohanneson. Círculo de Leitores 2000.

Musical Exchanges, 1100-1650: Iberian Connections, Manuel Pedro Ferreira (ed.). Kassel: Edition Reichenberger, 2016.

Música instrumental no período final do Antigo Regime: contextos, circulação e reportórios, Vanda de Sá e Cristina Fernandes (eds.). Lisboa: Colibri-UnIMeM-UÉ, 2014.

Música no jardim de infância, de Lourdes Custódio, (=Giroflé), ilustrações de José Cardoso Marques, com sugestões de actividades e oferta de CD. Porto: Âmbar 2005, 1ª ed.

Música para olhar. Instrumentos Musicais na Pintura Portuguesa, de Maria Luísa Amado e Isabel Monteiro. Lisboa: Caminho 2005.

Música Popular Portuguesa – Um Ponto de Partida, Mário Correia, Centelha, 1984

Música Popular Portuguesa, Armando Leça – Editorial Domingos Barreira – Porto – 1947 (?)

Música Tradicional Portuguesa – Cantares do Baixo Alentejo – João Ranita Nazaré – Instituto da Cultura Portuguesa – Lisboa – 1979

Música tradicional portuguesa. Distrito do Porto, de Fernando Infante do Carmo. Amadora: Sistema J 1994.

Música, de Herman Hesse. DIFEL 2003.

Música, minha antiga companheira desde os ouvidos da infância, de José Gomes Ferreira, antologia organizada por Raúl Hestnes Ferreira e Romeu Pinto da Silva. Campo das Letras 2003.

Música. Estética e Sociedade nos escritos de Jorge Peixinho, de Cristina dos Anjos Caminhos Delgado Teixeira. Lisboa: Edições Colibri; Universidade Nova de Lisboa 2006. ISBN 972-772-587-2.

Musicália, de Fernando Lopes-Graça. (=Obras Literárias de Fernando Lopes Graça, Vol. 11). Lisboa: Caminho 1992, ed. rev. e aument. ISBN 972-21-0716-X.

Músicos contados aos jovens, de Madalena Gomes (=Outras Obras). Lisboa: Vega 2001, 1ª ed, 2003, 2ª ed.

Musonautas. Entrevistas, de Jorge Lima Barreto, prefácio de Rui Vieira Nery (=Campo da Música 6). Porto: Campo das Letras 2001, 1ª ed.

Mussorgski, de Luís Rodrigues. Porto: Edições Lopes da Silva 1945.

Narradores da Decadência (Mão Morta), Vitor Junqueira, Quasi Edições, 2004

Nico e Ana querem ser músicos. Publicações Europa-América s.d.

Nikolay Rimsky-Korsakov (=Colecção Royal Philharmonic, 19). Público 2005.

Norma (Bellini) (=Ópera, dir. Mário de Sampayo Ribeiro, 3). Lisboa: Editor Manuel B. Calarrão 1947, 2 ª ed. actualizada.

Norma (Bellini) (=Ópera, dir. Mário de Sampayo Ribeiro, 3). Lisboa: Editor Manuel B. Calarrão 1951, 3ª ed. revista.

Nossa Companheira Música, de Fernando Lopes-Graça. (=Obras Literárias de Fernando Lopes Graça, Vol. 12). Lisboa: Caminho 1992, 2ª ed. aument. ISBN 972-21-0747-X.

O afinador de pianos, romance de Daniel Mason. Porto: Asa Literatura 2003, 1ª ed.

O Alentejo e os Outros Mundos no Canto Alentejano, António Cartageno – Arquivo de Beja – Volumes VII/VIII – Série III – Págs. 371 a 386 – Agosto 1998

O Alentejo e outros mundos no canto alentejano, António Cartageno – Arquivo de Beja, Volumes VII/VIII – Série III – Agosto 1998

O Alentejo, o Cante e os seus Poetas, Luís Filipe Maçarico – Arquivo de Beja – Volume XIII – Série III – Págs. 13 a 36 – 2000

O amante da minha mãe, de Urs Widmer (=Pequenos Prazeres). Porto: Asa Literatura 2003, 1ª ed.

O Amor dos Três Vintens (Montemezzi) (=Ópera, dir. Mário de Sampayo Ribeiro, 53). Lisboa: Editor Manuel B. Calarrão 1952).

O Barbeiro de Sevilha (Rossini) (=Ópera, dir. Mário de Sampayo Ribeiro, 17). Lisboa: Editor Manuel B. Calarrão 1947.

O canhão e o órgão, de Diogo Falcão. Vega; O chão da Palavra. Lisboa 1985.

O Cante e a Pobreza: uma abordagem etno-histórica, José A Orta – Arquivo de Beja – Volume XI – Série III – Págs. 153 a 170 – Agosto 1999

O Cante e a Pobreza: uma abordagem linguística, Maria José Albarran Carvalho – Arquivo de Beja – Volume XI – Série III – Págs. 133 a 140 – Agosto 1999

O Cante e a Pobreza: uma abordagem literária, João Sant’Ana Matos – Arquivo de Beja – Volume XI – Série III – Págs. 143 a 151 – Agosto 1999

O Cante e a Poesia, João Sant’Ana de Matos – Arquivo de Beja – Volume XI – Série III – Págs. 113 a 129 – Agosto 1999

O Cântico Greco-latino de Lamas de Moledo (Documento musical arcaico com estrofe e antístrofe em Grego), de Rogério Azevedo. Porto 1955.

O Canto da Paixão nos Séculos XVI e XVII: A Singularidade Portuguesa, de José Maria Pedrosa Cardoso. Prefácio de Ruy Vieira Nery. Coimbra: Imprensa da Universidade de Coimbra. 2006.

O Colégio dos Moços do Coro da Sé de Évora, de José Augusto Alegria Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian 1997.

O Efeito Mozart, de Don Campbell. Estrela Polar 2006, 1 ed., ISBN 972-8929-31-5.

O Elixir de Amor (Donizetti) (=Ópera, dir. Mário de Sampayo Ribeiro, 20). Lisboa: Editor Manuel B. Calarrão 1948.

O ensino e a prática da música nas Sés de Portugal, por José Augusto Alegria (=Biblioteca Breve, Série Música). Lisboa: Instituto de Cultura e Língua Portuguesa1985, 1ª ed.

O especialista instantâneo em Música, de Peter Gammond. Lisboa. Público; Gradiva 1996, 1ª ed.

O essencial sobre Viana da Mota, Bruno Caseirão. Lisboa: Imprensa Nacional-Casa da Moeda, 2020.

O essencial sobre Francisco de Lacerda, de J. Bettencourt da Câmara. Lisboa: Imprensa Nacional-Casa da Moeda 1997.

O Fantasma da Ópera, de Gaston Leroux (=Colecção Geração Público, 10). Porto: Público 2004.

O flautista de Hamelin (=Clássicos Infantis Estampa). Lisboa: Editorial Estampa 1996.

O Flautista de Hamelin (=Contos de Apoio à Leitura e à Escrita. 1º Ciclo do Ensino Básico, 10). Lisboa: Texto Editores 2007, 2ª ed. ISBN 978-972-47-3562-7.

O Flautista de Hamlin, adaptação de Jaume Cela, ilustrações de Cristina Losantos (=Contos Tradicionais, 3). Notícias Editorial, 1999, 1ª ed, 2001, 2ª ed.

O grande órgão de tubos: Igreja de Santa Cruz – Coimbra: restauro, 2004 a 2008 / colab. Pedro Miranda… [et al.]; fot. Pedro Guimarães. Coimbra: I.S.C., D.L. 2008.

O grande ‘Te Deum’ setecentista português/The eighteenth-century Portuguese Grand ‘Te Deum’, José Maria Pedrosa Cardoso. Lisboa: Biblioteca Nacional-CESEM, 2019.

O Império e a Música, de Octávio Rodrigues de Campos. Porto 1942.

O inferno dos concertos, de Porto: Asa 2003 1ª ed.

O lago dos cisnes, de Pyotr I. Tchaikowsky. Ilustrações de Lisbeth Zwerger. Porto: Âmbar 2004, 1ª ed.

O Maravilhoso Mundo da Música | Uma alegre viagem de descobertas ao mundo musical, de Kurt Pahlen. Lisboa: Vega 2003, 1ª ed.

O menino que se apaixonou por uma guitarra. Carlos Paredes (= O Sol e a Lua, 34), de José Jorge Letria. Ilustrações de José Emídio. Porto, Campo das Letras 2004, 1ª ed.

O meu estojo de música, inclui tudo o que precisas para construir e tocar instrumentos musicais. Texto Editora 2001.

O Meu Livro de Canções. Porto Editora 1994, 1º vol.

O Meu Livro de Canções. Porto Editora 1994, 2º vol.

O Meu Primeiro Livro de Música. Civilização Editora 1993.

O meu primeiro Mozart, de Rosa Salvado Mesquita, ilustrações de Pedro Machado, narração de António Cartaxo. Lisboa: Dom Quixote 2006. Oferta de CD no interior.

O meu primeiro piano. Livro Musical. Girassol s.d.

O Órgão do Mosteiro de Arouca. Conservação e restauro do património musical 2009, Ministério da Cultura / Direcção Regional de Cultura do Norte 2009. ISBN 978-972-8978-04-4.

O pianista, romance de Wladislaw Spilzman. Lisboa: Editorial Presença 2002, 1ª ed.

O que fiz e o que não fiz, de Ivo Cruz. Lisboa 1985.

O Que o Povo Canta em Portugal, J. Cortesão – Livros Horizonte – 1980

O Teatro Nacional de S. Carlos, de Manuel Ivo Cruz (=Enciclopédia pela imagem). Porto: Lello Editores 1992.

O trompete, romance de Jackie Kay. Replicação 2004, 1ª ed.

O trovador (Verdi) (=Ópera, dir. Mário de Sampayo Ribeiro, 25). Lisboa: Editor Manuel B. Calarrão 1948.

O Velho Teatro de S. João (1798-1908): Teatro e Música no Porto do Longo Século XIX, Luísa Cymbron & Ana Isabel Vasconcelos (coord.). Porto, Edições Afrontamento-CESEM, 2020.

O violino de Auschwitz, romance de M. Àngels Anglada (=Cântico Final), Âmbar 2002.

Obras da arte. Construção – Demolição (=Campo da Música). Campo das Letras 2002, 1ª ed.

Olga Prats – Um piano singular. Conversas com Sérgio Azevedo (=Vidas). Lisboa: Bizâncio 2007, 1ª ed.

Olhares sobre a História da Música em Portugal, Costa, Jorge Alexandre (coord.). Matosinhos: Verso da História, 2015.

Olhares sobre a música em Portugal no século XIX: Ópera, virtuosismo e música doméstica, Luísa Cymbron. Lisboa: Colibri-CESEM, 2012.

Opúsculos (2), de Fernando Lopes-Graça. (=Obras Literárias de Fernando Lopes Graça, Vol. 3). Lisboa: Editorial Caminho 1984.

Opúsculos (3), de Fernando Lopes-Graça. (=Obras Literárias de Fernando Lopes Graça, Vol. 4). Lisboa: Editorial Caminho 1984.

Orfeu e Eurídice (Gluck) (=Ópera, dir. Mário de Sampayo Ribeiro, 34). Lisboa: Editor Manuel B. Calarrão 1950.

Órgãos de tubos de Santarém: catálogo / textos Luís Nazaré Ferreira, Dinarte Machado; fot. Luís Moutinho, Dinarte Machado. Santarém: Câmara Municipal, 2009, 1 ed. 44 p. ISBN 978-972-8491-35-2.

Órgãos de Tubos em Portugal, Mosteiro de Semide: Lusitana organa / Coord. Edite Rocha. – Coimbra : Imprensa da Universidade de Coimbra, Associação Musical pro-organo, 2011. 114 p. Obra publicada com a colaboração de: Paróquia de Santa Maria de Semide. – Este primeiro número dedicado ao Órgão de Tubos do Mosteiro de Santa Maria de Semide. Inclui textos da autoria de Edite Rocha, Maria do Amparo Carvas Monteiro e Dinarte Machado. ISBN 978-989-26-0135-9.

Origens e Segredos da Música Portuguesa Contemporânea. Música em Som e Imagem. De Serralves ao Rivoli, de Paris a Darmstadt, do Monte da Virgem aos Estúdios dos Clérigos, do Teatro às Artes Visuais, de Cândido Lima. Porto: Edições Politema 2003.

Os Beatles contados aos jovens, de José Jorge Letria; Ilustrações de Nuno Fonseca (=Contar/Recontar). Lisboa: Terramar 2001, 1ª ed.

Os cabelos de Beethoven, de Russel Martin (=Ficção/Verdade). Temas e Debates 2002, 1ª ed.

Os Cantares Polifónicos do Baixo Minho, Ana Maria Azevedo Edição Estratégias Criativas – 1997.

Os coretos em Portugal e noutros países / Exposição Fotos e Postais Ilustrados Sobre os Coretos em Portugal e Noutros Países; [apresent.] Fernando Manata. Figueiró dos Vinhos: Câmara Municipal de Figueiró dos Vinhos, [D.L. 2009], 8 p.

Os Melhores Álbuns da Música Popular Portuguesa 1960-1997, Jorge Dias e Luís Maio (coord.), Público/FNAC, 1998

Os Músicos de Bremen. Contos de apoio à leitura e à escrita, 1º Ciclo do Ensino Básico, Texto Editora, 1ª ed. 2001; 2ª ed. 2007. NIB 978-972-47-3577-1.

Os Nossos Dias ao Ritmo do Rock, de Mikael Niemi (=Grandes Narrativas). Editorial Presença 2006.

Os órgãos históricos de Aveiro / Domingos Peixoto. Aveiro: Câmara Municipal de Aveiro, imp. 2018, 279 p. ISBN 978-989-8064-43-1.

Os vizinhos da Casa Azul, livro infantil de Vera do Vale, Francisca Oliveira, com ilustração de João Tavares. Edições Nova Gaia 2003.

Óscar da Silva. Sonata Saudade. A Viagem, de A. Cunha e Silva. Porto 2004.

Otelo (Verdi) (=Ópera, dir. Mário de Sampayo Ribeiro, 37). Lisboa: Editor Manuel B. Calarrão 1950.

Palhaços (Leoncavallo) (=Ópera, dir. Mário de Sampayo Ribeiro, 7). Lisboa: Editor Manuel B. Calarrão 1946.

Palhaços (Leoncavallo) (=Ópera, dir. Mário de Sampayo Ribeiro, 7). Lisboa: Editor Manuel B. Calarrão 1947, 2ª ed. revista e actualizada.

Para a sociologia da música tradicional açoriana, de J.M. Bettencourt da Câmara (=Biblioteca Breve 111). Lisboa: Instituto de Cultura e Língua Portuguesa 1984, 1ª ed.

Para uma História do Fado, de Rui Vieira Nery (=Fado 100 anos). Público 2004.

Pascoal (Donizetti) (=Ópera, dir. Mário de Sampayo Ribeiro, 41). Lisboa: Editor Manuel B. Calarrão 1950.

Paulina ao piano, de Alice Vieira. Caminho 1999, 5ª ed.

Paulo de Cristo, de Acílio Mendes. Fátima: Difusora Bíblica 2009. ISBN 978-972-652-261-4.

Peças de um mosaico: Temas da História da Música referentes a Portugal e ao Brasil, David Cranmer. Lisboa, Colibri-CESEM, 2017.

Pedro e o Lobo (=Clássicos Disney). Lisboa: Abril Jovem 1992.

Pequenos músicos. 1 º e 2 º Anos do Ensino Básico, de Paulo Henriques, Nuno Castanheira, Luís Batalha. Gaia: Gailivro 2009. ISBN 978-989-557-666-1.

Pequenos músicos. 3º e 4º Anos do Ensino Básico, de Paulo Henriques, Nuno Castanheira, Luís Batalha. Gaia: Gailivro 2009. ISBN 978-989-557-667-8.

Pescadores de Pérolas (Bizet) (=Ópera, dir. Mário de Sampayo Ribeiro, 35). Lisboa: Editor Manuel B. Calarrão 1950.

Piano a duas vozes, romance de Bernard Mac Laverty (=Contemporânea). Publicações Europa-América 1999.

Piano. Os clássicos de A a Z. A Grande Coletânea de Partituras. Alemanha, Colónia: Naumann&Göbel Verlagsgesellschaft. ISBN 978-3-625-12536-5.

Piano. Um guia essencial, de Chris Coetze. Lisboa: Editorial Estampa 2004.

Piotr Ilych Tchaikovsky (=Colecção Royal Philharmonic, 4, vol. 1). Público 2004.

Piotr Tchaikovsky & Edward Grieg & Wolfgang A. Mozart (=Colecçao Royal Philharmonic, 10). Público 2005.

Porque será que as flautas têm buracos e outras perguntas sobre música, de Josephine Paker. Porto: Âmbar 2002.

Primeiro esboço duma Bibliografia Musical Portuguesa com uma breve notícia histórica da Música no nosso país, de Bertino Daciano R. S. Guimarães. Porto 1947.

Quixote (Massenet) (=Ópera, dir. Mário de Sampayo Ribeiro, 63). Lisboa: Editor Manuel B. Calarrão 1953.

Recorrências-Léxico e Motivos Sãojoaninos no Cante – Maria José Albarran Carvalho – Arquivo de Beja – Volume XI – Série III – págs. 87 a 110 – Agosto 1999

Reflexões sobre a Música, de Fernando Lopes-Graça. (=Obras Literárias de Fernando Lopes Graça, Vol. I). Lisboa: Edições Cosmos 1978, 2ª ed. muito aumentada.

Revista “A Tradição” , Volumes I e II, de Janeiro de 1899 a Junho de 1904 – Edição da Câmara Municipal de Serpa – 1982

Revitalizar a cultura regional revitalizando o cante, José A. Orta – Arquivo de Beja – Volumes VII/VIII – Série III – Agosto 1998

Richard Wagner (=Colecção Royal Philharmonic, 3). Público 2004.

Rigoletto (Verdi) (=Ópera, dir. Mário de Sampaio Ribeiro, 1). Lisboa: Editor Manuel B. Calarrão s.d.

Rigoletto (Verdi) (=Ópera, dir. Mário de Sampayo Ribeiro, 1). Lisboa: Editor Manuel B. Calarrão 1947, ed. totalmente refundida.

Robert Schumann (=Colecção Royal Philharmonic, 15). Público 2005.

Rock Stars – Cinco Anos de Rock em Portugal, Ana Rocha/Fernando Peres Rodrigues, Círculo de Leitores, 1983

Romances du Trás-os-Montes, de Anne Caufriez (=Publications du Centre Culturel Calouste Gulbenkian). Paris: Centre Culturel Calouste Gulbenkian 1997.

Sansão e Dalila (Saint-Saëns) (=Ópera, dir. Mário de Sampayo Ribeiro, 21). Lisboa: Editor Manuel B. Calarrão 1948.

Sebastião e os músicos do castelo, livro infantil de Paulo Marcelo (= O Sol e a Lua). Campo das Letras 2003 1ª ed.

Segismundo dá a volta ao mundo (=Livros Musicais). Lisboa: Ulisseia Infantil 2004.

Sétimo Suplemento aos Anais do Orpheon Portuense fundado em 1881. Porto 1979.

Sinfonias Incompletas. A odisseia de um maestro português, de Álvaro Cassuto. Hugin 1999.

Sobre a evolução das formas musicais, de Fernando Lopes Graça (=Cadernos Culturais Inquérito, 48). Lisboa: Editorial Inquérito 2ª ed. revista e actualizada.

Sobre Música: ensaios, textos e entrevistas / António Pinho Vargas. Porto, Afrontamento 2002.

Solfejo Entoado (Curso Completo), de Vitorino Matono.Lisboa: Edições musicais IVAHM, s.d.

Some Aspects of the “Cante” Tradition of Cuba: A Town in Southern Alentejo, Portugal. In Livro de Homenagem a Macário Santiago Kastner – S. Castelo Branco – Fundação Calouste Gulbenkian – Lisboa – Págs. 547 a 561 – 1992

Sonata em Tons de Azul, livro juvenil de Daniel Marques Ferreira (= Asas de Vento). Gailivro 2001 1ª ed.

Subsídios para o Cancioneiro Popular do Baixo Alentejo (I e II Volumes) – Manuel Joaquim Delgado – Edição do Instituto Nacional de Investigação Científica – 2ª edição – 1980

Suggia, o Violoncelo. Exposição Casa-Museu Guerra Junqueiro. Câmara Municipal do Porto 2006. ISBN 972-9147-73-6.

Talia, Euterpe & Terpsicore. Crónicas, de Fernando Lopes Graça. Coimbra: Atlântida 1945.

Talia, Euterpe & Terpsicore. Crónicas, de Fernando Lopes-Graça. (=Obras Literárias de Fernando Lopes Graça, Vol. 8). Lisboa: Caminho 1990. ISBN 972-21-0061-0.

Tango em Berlim, de Wolfram Fleischhauer. Lisboa: Círculo de Leitores 2006, ISBN 972-42-3709-5.

Tanhäuser (Wagner) (=Ópera, dir. Mário de Sampayo Ribeiro, 40). Lisboa: Editor Manuel B. Calarrão 1950.

Teodora a rã cantora (=Livros Musicais). Lisboa: Ulisseia Infantil 2004.

Teoria Analítica da Música do Século XX, de João Pedro Paiva de Oliveira. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian / Serviço de Educação 1998.

Teoria Estética, de Theodor W. Adorno (=Arte e Comunicação). Lisboa: Edições 70, 2005.

Teoria Musical. 1ª Parte, de Artur Fão. Obra Oficialmente Adoptada. Lisboa: Sassetti, s.d.

Todas as Faces de um Rosto, António Manuel Ribeiro, Edições Garrido, 2002

Tosca (Puccini) (=Ópera, dir. Mário de Sampayo Ribeiro, 8). Lisboa: Editor Manuel B. Calarrão 1947, 2ª ed.

Tractado de canto llano (1533), de Mateus de Aranda. Lisboa 1962. Edição facsimilada com introdução e notas do Cón. Dr. José Augusto Alegria.

Tractado de Canto Mensurable, de Mateus de Aranda. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian 1978. Edição fasimilada com introd. e notas do Cón. José Augusto Alegria.

Tristão e Iseu (Ricardo Wagner) (=Ópera, dir. Mário de Sampayo Ribeiro, 22-23). Lisboa: Editor Manuel B. Calarrão 1948.

Trovante – Por Detrás do Palco, Manuel Faria, Publicações Dom Quixote, 2003

Turandot (Puccini) (=Ópera, dir. Mário de Sampayo Ribeiro, 27). Lisboa: Editor Manuel B. Calarrão 1949.

Um artista intervém. Cartas com alguma moral, de Fernando Lopes-Graça (Obras Literárias de Fernando Lopes-Graça, Vol. XIV). Lisboa: Edições Cosmos 1974.

Um baile de máscaras (Verdi) (=Ópera, dir. Mário de Sampayo Ribeiro, 12). Lisboa: Editor Manuel B. Calarrão 1947.

Um café com Mozart, de Julian Rushton. Prefácio de John Taverner. Lisboa: Plátano Editora 2007. ISBN 978-972-770-593-1.

Um Fantasma na Ópera, de Gabriela Morais (=A chave dos mundos, 5). Lisboa: Publicações Dom Quixote 1992.

“Um Movimento Musical como nunca houve em Portugal”: Associativismo musical e vida concertística na Lisboa liberal 1822-1853, Francesco Esposito. Lisboa: Colibri-CESEM, 2016.

Um olhar sobre o Cante Alentejano – Introdução ao Estudo da Vida e Obra de António Alfaiate Marvão – Luís Miguel S. Clemente – Arquivo de Beja – Volume XIII – Série III – Págs. 37 a 48 – 2000

Uma Discografia de CDs da Composição Musical em Portugal do Século XIII aos nossos dias, de Júlia-Miguel R. Bernardes; Isabel Ramos S. Bernardes. Lisboa: Imprensa Nacional-Casa da Moeda 2003. ISBN 972-27-1174-1.

Uma História Social do Piano: Emergência e declínio do piano na vida quotidiana madeirense 1821-1930, Paulo Esteireiro. Lisboa: Colibri-CESEM, 2016.

Uma música constante, romance de Vikram Seth. Círculo de Leitores 2001.

Uma vida em concerto. Memórias, de Helena Sá e Costa. Campo das Letras/Casa da Música/Porto 2001. Porto 2001.

Valsa Negra, romance de Patrícia Melo. Campo das Letras 2004, 1ª ed.

Viana da Mota. Uma contribuição para o estudo da sua personalidade e da sua obra, de João de Freitas Branco, prefácio de António Sérgio. Fundação Calouste Gulbenkian / Serviço de Música 1987 2ª ed.

Viana da Motta e Ferrucio Busoni. Correspondência 1898-1921, org. Christine Wassermann Beirão, José Manuel de Melo Beirão e Elvira Archer. Caminho da Música 2003.

Vilar de Mouros – 35 Anos de Festival, Fernando Zanith, Edições Afrontamento, 2003

Viola campaniça – o outro Alentejo, de José Alberto Sardinha. Lisboa: Círculo de Leitores: 2001.

Viver em Paris ao som de um Pífaro (o sonho de Jacques), de Susana Afonso, ilustração de António Santos. Fafe: Editora Labirinto 2008, 1ª ed. ISBN 978-972-8616-77-9

Was Bach Brazilian? O puto do adufe. O Inventor do Baião. Teorema 2004.

Werther (Massenet) (=Ópera, dir. Mário de Sampayo Ribeiro, 29). Lisboa: Editor Manuel B. Calarrão 1949.

Wolfgang Amadeus Mozart (=Colecção Royal Philharmonic, 25, vol II). Público 2005.

Wolfgang Amadeus Mozart. Crónica em imagens, de Max Becker; Stefan Schickhaus. Lisboa: Círculo de Leitores.

Wolfgang Amadeus Mozart. Uma Vida cheia de Música, de Lene Mayer-Skumanz com ilustrações de Elizabet Singer. Lisboa: Miosótis 2005, 1ª ed.

Xutos & Pontapés/XX Anos, Jorge P. Pires, El Tatu/101 Noites, 1999

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José Carlos Xavier tenor

BREVE HISTÓRICO

(1990 – 2011)

Individualidades que integraram os Júris do “Concurso” desde a primeira edição:

Presidente do Concurso

José Carlos Xavier

Presidentes do Júri

Júri

Relação dos Concorrentes Premiados

1990

1º Prémio

Ana Ester Neves, soprano

Ana Ester Neves

Ana Ester Neves

2º Prémio

Nuno de Vilallonga, barítono

Nuno Villalonga

Nuno Villalonga

3º Prémio

Deolinda Rezende, mezzo soprano

Prémio Armando Guerreiro

Ana Ferraz, soprano

Menções Honrosas

Conceição Galante, soprano
Luciana Monteiro, mezzo soprano

1991

1º Prémio

Elisabete Matos, soprano

Ana Ferraz

Ana Ferraz

2º Prémio

Nuno de Vilallonga, barítono

Prémio Armando Guerreiro

Teresa Gardner, soprano

Prémio Interpretação Obra Portuguesa

Nuno de Vilallonga, barítono

1994

1º Prémio

Sílvia Mateus, soprano

2º Prémio

Rosário Ferreira, soprano

3º Prémio

Teresa Menezes, soprano

Prémio Armando Guerreiro

Elsa Cortez, mezzo soprano

Prémio Interpretação Obra Portuguesa

Rosário Ferreira, soprano

Menções Honrosas

Ana Madalena Moreira, soprano

1996

1º Prémio

Luís Rodrigues, barítono

2º Prémio

Mário Alves, tenor

3º Prémio

Paulo Ferreira, barítono

Prémio “Bocage”

Sandra Medeiros, soprano

Sandra Medeiros

Sandra Medeiros

Prémio Interpretação Obra Portuguesa

Luís Rodrigues, barítono

Menções Honrosas

Anabela Duarte, soprano
Armando Possante, barítono

2003

1º Prémio

Bruno Ribeiro, tenor

2º Prémio

Maria João Matos, soprano

3º Prémio

Armando Possante, barítono

Prémio “Bocage”

Patrícia Quinta, mezzo soprano

Prémio Interpretação Obra Portuguesa

Armando Possante, barítono

Menções Honrosas

Janete Costa, mezzo soprano
Sónia Alcobaça, soprano
Pedro Correia, barítono

2005

1º Prémio (ex-aequo)

Carla Caramujo, soprano
Diogo Oliveira, barítono

2º Prémio (ex-aequo)

Inês Calazans, soprano
Sara Braga Simões, soprano

3º Prémio (ex-aequo)

Susana Duarte, soprano
João Oliveira, baixo

Prémio “Bocage” (ex-aequo)

Luísa Barriga, soprano
Maria Luísa de Freitas, mezzo soprano

Maria Luísa de Freitas

Maria Luísa de Freitas

Prémio Interpretação Obra Portuguesa (ex-aequo)

Bárbara Barradas, soprano
Marco Alves dos Santos, tenor

Menções Honrosas

Eduarda Melo, soprano
Pedro Correia, barítono

2007

1º Prémio Feminino

Dora Rodrigues, soprano

2º Prémio Feminino

Maria Luísa de Freitas, mezzo soprano

3º Prémio Feminino

Raquel Alão, soprano

1º Prémio Masculino

Paulo Ferreira, tenor

2º Prémio Masculino

Fernando Guimarães, tenor

3º Prémio Masculino

Nuno Dias, baixo

Prémio “Bocage”

Cátia Moreso, mezzo soprano

Prémio Interpretação Obra Portuguesa

Fernando Guimarães, tenor

Menções Honrosas

Luís Gomes, tenor
Raquel Paulo, soprano

2011

1º Prémio Feminino

Raquel Camarinha, soprano

2º Prémio Feminino

Carla Simões, soprano

3º Prémio Feminino

Liliana Sofia Cordeiro Sebastião, soprano

1º Prémio Masculino

Carlos Cardoso, tenor

2º Prémio Masculino

Job Tomé, barítono

3º Prémio Masculino

Hugo Oliveira, barítono

Prémio “Bocage”

Anna Kássia Mariana Neves, soprano

Prémio Interpretação Obra Portuguesa

Job Tomé, barítono

Prémio Ana Lagoa

Raquel Camarinha, soprano

Menções Honrosas

Cristiana Oliveira, soprano
Rui Celestino Campos da Silva, baixo

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Virgem com Menino e anjos, 1415-23, Álvaro Pires de Évora; madeira, têmpera e folha de ouro; Igreja de Santa Croce in Fossabanda, Pisa.

O Núcleo de Iconografia Musical (NIM) é constituído por uma equipa de seis investigadores: Luzia Rocha (coordenadora), Luís Correia de Sousa, Nicola Bizzo, Sónia Duarte, Ana Dias e Maria Fernandes – que, desde o ano 2000, se têm centrado na pesquisa e estudo de fontes iconográfico-musicais portuguesas e internacionais.

Neste domínio foram entretanto concluídas quatro dissertações de mestrado e três teses de doutoramento, estando outras em curso. Tendo abordado diversas temáticas, de acordo com as diferentes propostas e projectos em que tem participado, a investigação principal abrange um largo período desde a arqueologia musical até ao século XXI, com incidência nos estudos de diferentes tipos de fontes/suportes com representações musicais abordadas a partir de um ponto de vista iconográfico e iconológico: Objectos arqueológicos em Portugal e no Mediterrâneo; Fontes iconográficas da Idade Média e Renascimento; Pintura Portuguesa do Renascimento, Maneirismo e Barroco; Azulejaria dos séculos XVII ao XXI; Caricaturas de Rafael Bordalo Pinheiro (ópera do século XIX em Portugal); Teatro de S. Carlos; Estudos de música popular; Discos de vinil, capas de álbum; Estudos sobre a banda britânica Queen; Arte urbana contemporânea; Fontes de âmbito Ibero-Americano; e Estudos sobre Oriente e Orientalismo.

Entre as actividades desenvolvidas pelo núcleo destacam-se a catalogação de caricaturas de Rafael Bordalo Pinheiro sobre a ópera no Teatro de São Carlos de Lisboa na base de dados do CESEM, Music Query; a participação no Images of Music – A Cultural Heritage, projecto co-financiado pela União Europeia através do programa Culture-2000; a tradução para português da tabela Hornbostel Sachs; e o desenvolvimento de uma Base de Dados, fruto da parceria entre o CESEM e o Grupo de Iconografia Musical da Universidad Complutense de Madrid (Coord. Cristina Bordas Ibañez) e AEDOM.

O NIM desenvolve formação na área da Iconografia Musical, regularmente, destacando-se o curso internacional Musical Iconography Lab, projecto pioneiro com formato de “Laboratório”, decorrido na Universidade NOVA de Lisboa no ano de 2010 e que contou com a presença de Richard Leppert, Florence Gétreau, Maria del Rosario Álvarez Martínez, Daniel Tércio, Manuel Pedro Ferreira.

O NIM é membro do “Study Group on Musical Iconography” (membro fundador) e do “Study Group for Latin America and the Caribbean” da International Musicological Society e a sua equipa conta com publicações individuais de livros, capítulos de livro, artigos em periódicos nacionais e internacionais de referência e indexados na Web of Science.

Como projecto colectivo, destacam-se também os volumes temáticos com várias colaborações de âmbito nacional e internacional, entre eles, “Iconografia Musical – Autores de Países Ibero-Americanos e Caraíbas; Iconografia Musical – A música na dimensão do sagrado.”

Virgem com Menino e anjos, 1415-23, Álvaro Pires de Évora; madeira, têmpera e folha de ouro; Igreja de Santa Croce in Fossabanda, Pisa.

Virgem com Menino e anjos, 1415-23, Álvaro Pires de Évora; madeira, têmpera e folha de ouro; Igreja de Santa Croce in Fossabanda, Pisa.

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A Virgem, o Menino e Anjos, Gregório Lopes, c. 1536 - 1539, Pintura a óleo sobre madeira de carvalho, 125 cm × 167 cm, Museu Nacional de Arte Antiga, Lisboa

Gerhard Doderer

Ao usar as designações “Iconografia” e “Iconologia” aplicamos um tipo de terminologia que tem a sua origem na época do Humanismo: a imagem (εἰκών) é sujeita a processos de descrição (γράφειν) e de compreensão (λόγος).

Ao emanciparem-se, no século XIX, as Ciências das Artes (Kunstwissenschaft), a nova disciplina académica começou a diferenciar formas e estilos, por um lado, e conteúdos, por outro. Assim, a Iconografia e a Iconologia devem ser entendidos, a partir de então, como processos de exames e análises dos cenários contidos nas imagens – estas últimas no sentido mais vasto da palavra -, sem se preocuparem com questões referentes à qualidade artística da representação em questão.

Determinante para as suas afirmações disciplinares foram os trabalhos de Emile Mâle (1862 1954) em França e de Aby Warburg (1866-1929) com os seus seguidores (Hamburg, Londres e Estados Unidos da América). A Iconografia Musical, por seu lado, procurando enriquecer o entendimento de processos musico-históricos, dedica-se principalmente a manifestações musicais no campo das Belas Artes que podem abranger, neste contexto, não só objectos concretos, situações e contexturas onde se reflectem práticas musicais, como também todo o tipo de formas e expressões de motivos musicais com os seus inerentes significados simbólicos em contextos representativos e comunicativos (B. R. Tammen).

Albergando-se no seio das Ciências Musicais, a Iconografia musical serve-se da Organologia como instrumento de trabalho principal e recorre a métodos de trabalho de disciplinas da História de Arte, da Antropologia ou da Sociologia para identificar temas e assuntos visualizados com carácter ideográfico.

Os primeiros cientistas que utilizaram de uma maneira sistemática materiais pictográficos para os seus estudos foram Francis Galpin (1858-1945) e Curt Sachs (1881-1959). Hoje em dia, a Iconografia musical é reconhecida como uma disciplina académica que conta a nível internacional com plataformas e grupos de estudo integrados na International Musicological Society e usufrui de cooperações intensas com a ICTM Study Group on Iconography of the Performing Arts, bem como com o Répertoire International d’ Iconographie Musicale (RIdIM) e o Research Center for Music Iconography (New York).

Desde 1984, o mais reputado órgão de publicação para esta área temática da Iconografia é o Imago Musicae: International Yearbook of Musical Iconography fundado e dirigido durante muitos anos por Tilman Seebass, cuja actividade pedagógica e científica tem marcado, internacionalmente e de uma maneira muito significativa, o desenvolvimento e o reconhecimento da Iconografia musical.

É através de uma colaboração frutuosa como as acima mencionadas organizações que se desenvolveram em Portugal estudos e projectos dedicados à Iconografia Musical, que conquistou com o Núcleo de Iconografia Musical o seu lugar no Centro de Estudos de Sociologia e Estética Musical (CESEM) da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, onde a própria Organologia fazia parte do rol das disciplinas dos estudos musicológicos desde a criação do Departamento de Ciências Musicais no ano de 1981.

Ao alargar o perímetro das intervenções para além de temáticas relacionadas com imagens estáticas e outras de carácter dinâmico, os estudos reunidos na presente publicação exploram não apenas áreas parciais clássicas da Iconografia musical.

Aparecem, portanto, não apenas textos analíticos dedicados a representações reais e imaginárias de instrumentos musicais desde o século XII até ao presente – trabalhos muito vinculados a pontos de partida essencialmente organológicos – mas também outros ensaios concentrados na apresentação de construtores de instrumentos e das respectivas actividades artesanais. Naturalmente, estes últimos abrangem tanto pontos de vista organológicos como, e de forma bem destacada, aspectos antropológicos e sociológicos.

Ao que parece, esta forma de aproximação encontra bom acolhimento no seio dos estudiosos dos países do sul, contrastando, de certa forma, com uma atitude algo mais academista de cientistas do hemisfério norte. O próprio Núcleo de Iconografia Musical do CESEM, na sua qualidade de membro fundador do Study Group on Musical Iconography e devido à sua parceria com grupos de estudo e plataformas estrangeiras como p. ex. Images of Music – A Cultural Heritage ou o Grupo de Iconografia Musical da Universidade Complutense de Madrid, está a dar corpo a esta observação.

Lisboa, 31 de Janeiro de 2018

Iconografia Musical: Organologia, Construtores e Prática Musical em Diálogo,  Edição e Coordenação | Sónia Duarte e Luzia Rocha, Instituição | NIM – Núcleo de Iconografia Musical / CESEM – Centro de Estudos de Sociologia e Estética Musical / FCSH UNL – Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboa, Volume 3 | 2017, ISBN | 978-989-99975-7-8

A Virgem, o Menino e Anjos, Gregório Lopes, c. 1536 - 1539, Pintura a óleo sobre madeira de carvalho, 125 cm × 167 cm, Museu Nacional de Arte Antiga, Lisboa

A Virgem, o Menino e Anjos, Gregório Lopes, c. 1536 – 1539, Pintura a óleo sobre madeira de carvalho, 125 cm × 167 cm, Museu Nacional de Arte Antiga, Lisboa (pormenor)

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Zoltan Kodály

O MÉTODO HÚNGARO

Excerto de Música Tradicional na Iniciação Musical, por Ana Sofia Alves Amorim Lopes, 2014

O Método Húngaro começou a ser desenvolvido apenas nos finais de 1940, apesar das recolhas etnomusicológicas de Kodály e Bartók terem começado em 1905 e de Kodály ter escrito textos e materiais didácticos a partir dos anos 20. Diferentes factores conduziram o pedagogo húngaro e seus colaboradores a elaborar este novo sistema público de ensino da música, sendo central a necessidade de reforçar a identidade cultural nacional.

Durante séculos a Hungria foi ocupada por diferentes povos, tendo perdido a sua independência para o Império Otomano, para a Áustria, a Alemanha Nazi e a URSS. Os húngaros viram o seu território reduzido para um quarto, em 1920, pelo Tratado de Trianon. Sob o domínio austríaco, a população, sobretudo a citadina, passou a falar maioritariamente o alemão e não o húngaro. No início do século XX, Kodály viu na música um meio que possibilitava a unificação do povo húngaro, através de uma cultura comum que incluía a língua e as tradições musicais. A voz – o instrumento musical acessível a todos – seria essencial em todo este processo.

Foi neste contexto que Béla Bartók e Zoltán Kodály fizeram recolhas sistemáticas de música tradicional da Hungria e países vizinhos e começaram a harmonizar melodias tradicionais e a compor a partir dos materiais recolhidos. Conscientes de que a estética da sua música não seria compreendida pelo público húngaro, sentiam a necessidade de o educar culturalmente, dando-lhe acesso a uma educação musical baseada na música tradicional e na música erudita, para formar músicos e ouvintes esclarecidos.

Apesar de ser conhecido como “Método Kodály”, o Método Húngaro resultou de um trabalho etnomusicológico feito inicialmente com Bartók e depois com discípulos de ambos, e de uma organização pedagógica orientada por Kodály e feita com a colaboração de professores, entre os quais se destacam Jenő Ádám, Katalin Forrai e Erzsébet Szőnyi.

Os princípios e os objectivos deste método de educação musical foram enunciados por Kodály. Seleccionou técnicas utilizadas noutros países da Europa, como as desenvolvidas por Guido d’Arezzo (991/2-depois de 1033) e Angelo M. Bertalotti (1666-1747) em Itália, Sarah Glover (1786-1867) e John Curwen (1816-1880) no Reino Unido, Émile Chevé (1804-1864) em França e Fritz Jöde (1887-1970)7 na Alemanha. Mais tarde, seguiu os princípios pedagógicos de Émile Jacques-Dalcroze (1865-1950), no que respeita ao movimento, que enformam o método conhecido como A Rítmica de Dalcroze (Dalcroze’s Eurhythmics). (…)

Princípios do CEMK

Os princípios do Conceito de Educação Musical de Kodály são citados por diversos autores. Salientam-se os seguintes princípios:

  • “Se quiséssemos tentar expressar a essência desta educação numa só palavra, ela só poderia ser – cantar.” (Kodály).
  • O canto a cappella é a melhor actividade para desenvolver as competências musicais.
  • A aprendizagem deve começar com a música tradicional do próprio país para formar a “língua-materna musical” (Kodály), e para posteriormente estabelecer paralelos com a música erudita.
  • A música utilizada na aula deve ser de grande qualidade e de elevado valor artístico.
  • Quanto mais jovem for a criança, mais eficiente é a educação musical.
  • O currículo de educação musical deve ter em conta as fases de desenvolvimento da criança, acompanhando o desenvolvimento das suas capacidades físicas, mentais e emocionais.
  • A música contribui para o bem-estar geral, para o desenvolvimento intelectual, físico, estético e social da criança, bem como para a sua felicidade.
  • A música é um bem de todos e não apenas de uma elite.

Objetivos do Método Húngaro

Os objectivos do Método Húngaro também são referidos por vários autores. Destacam-se os seguintes objectivos:

  • Encorajar a performance musical dos estudantes, sobretudo vocal e coral.
  • Promover a literacia musical.
  • Dar a conhecer à criança a música tradicional húngara e a música erudita ocidental.
  • Alargar os horizontes estético-musicais da criança.
  • Promover um desenvolvimento social e artístico equilibrado.
  • Formar músicos profissionais e ouvintes esclarecidos.

(…)

Excerto de Música Tradicional na Iniciação Musical – Uma Proposta de Ordem de Aprendizagem Projecto de Aplicação do Método Húngaro no Ensino Especializado da Música, por Ana Sofia Alves Amorim Lopes, sob orientação de Cristina Brito da Cruz, 2014

Zoltan Kodály

Zoltan Kodály

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Micro

Na Meloteca, as boas práticas musicais são uma fonte de inspiração.

“Aprender Inglês a cantar” relata uma experiência realizada num colégio do estado de São Paulo, Brasil.

APRENDER INGLÊS A CANTAR

FESTIVAL DE MÚSICA PROMOVE ENSINO DO INGLÊS EM COLÉGIO DO BRASIL

Os alunos enfrentam o palco: sozinhos, em grupo

Por volta do ano 2000, o Colégio Nossa Senhora do Morumbi, da rede particular paulistana, (Brasil) criou uma forma original de incentivar o ensino da Língua Inglesa. Partindo do interesse dos alunos pelos exercícios do idioma com músicas, o colégio criou o Song Festival, um festival anual em que só entram canções com letras em inglês. A ideia foi de duas professoras do idioma, Vívian Rosio Figueredo e Rosa Mina Sakamoto. “O grande resultado é que nossos alunos aprendem com prazer”, diz Vívian.

Desde o ano passado, o festival contou com a adesão do Colégio Mopyatã, que funciona em conjunto com o Nossa Senhora do Morumbi. Enquanto o Morumbi tem turmas de 1ª a 8ª série, o Mopyatã atende alunos de educação infantil e ensino médio. Participam do festival os estudantes de 5ª a 8ª série e do ensino médio dos colégios.

INGLÊS DESDE O PRIMEIRO ANO DE ESCOLARIDADE

Na primeira etapa, todos os alunos das séries envolvidas escrevem pelo menos um poema em inglês, na sala de aula. “Como no Morumbi as aulas de Inglês começam na 1ª série, mesmo os de 5ª dão conta da tarefa”, diz Vívian. “Eles descobrem que podem escrever apesar de ter um vocabulário restrito e ainda melhoram sua pronúncia”, garante a professora.

O colégio contratou uma banda para compor as músicas a partir dos poemas dos alunos. Os estudantes podem concorrer na categoria de compositor e também como cantores ou instrumentistas. Nos dois últimos casos, eles podem participar do festival com qualquer música, não é necessário utilizar o poema. No festival do ano passado, quarenta concorrentes participaram, doze deles como compositores e 28 como intérpretes. Pais de alunos, professores e funcionários da escola também concorrem, mas numa categoria especial. Os prémios, o equipamento de som e a divulgação do festival são pagos com patrocínios.

ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO

Um exercício de redacção que se transforma em aula de música

1. Criação do poema

O festival é realizado em etapas, ao longo do ano. A primeira fase dele é feita no mês de Abril. Durante duas ou três aulas, os alunos, sozinhos ou em pares, escrevem o poema. Nessa tarefa, usam o vocabulário que estão a utilizar na aula, trabalham com rima e lidam com questões gramaticais, com ajuda do professor. “Damos ideias para o tema e tiramos dúvidas sobre tempos verbais, adjectivos, preposições e outras dificuldades de gramática”, conta Vívian. “Muitos escrevem mais de um poema para ter mais hipóteses de classificação”, diz Rosa.

2. Correcção e seleção inicial

Todos os poemas são avaliados pelas professoras Rosa e Vívian. Elas corrigem os erros de gramática e ortografia, e ainda fazem comentários sobre a coerência, a organização e a originalidade dos textos. Apenas os trabalhos escolhidos por elas passam para a segunda fase de selecção do festival. “Escolhemos os que têm mais coerência, profundidade e que não apresentem problemas graves de gramática e ortografia”, descreve Vívian.

3. Inscrição

Em Junho, os alunos recebem fichas de inscrição para o Festival e escolhem se vão participar como intérpretes, compositores ou em ambas as categorias. Quem concorre como intérprete diz na ficha que música vai cantar e pode inscrever uma banda completa, na qual pode haver pessoas de fora do colégio. Essa categoria é a mais procurada. “Os alunos acham que, se cantarem uma música baseada nos poemas deles mesmos, não farão sucesso porque a canção não é conhecida”, diz Rosa.

4. Segunda selecção

Durante as férias de Julho, o músico Marcelo Zurawski, contratado pelo Colégio, recebe de Rosa e Vívian a selecção inicial de poemas e escolhe entre eles os que possam ser adaptados a uma música. Apenas esses escolhidos concorrem na categoria compositor.

Em Agosto, no regresso às aulas, Marcelo, a sua banda e os alunos que escreveram os trabalhos aprovados nas duas selecções compõem juntos as músicas, a partir dos poemas. Com os que concorrem como intérpretes, o primeiro passo é conseguir a letra completa da música escolhida. Os professores treinam a pronúncia de todos os participantes.

Versos adolecentes

Trecho do poema Jail of Soul (Prisão da Alma), da aluna de 7ª série Mariana Vieira.

Everybody says what I have to do
I don’t know why
Maybe’cause they think that I’m a fool

My words won’t fly (…)

Telling lies about me
Just because I’m free
I choose my way
But they don’t let me go (…)

Todo mundo diz o que eu tenho que fazer
Não sei porquê
Talvez seja porque eles pensam que sou um tolo

Minhas palavras não vão voar (…)
Dizendo mentiras sobre mim
Apenas porque sou livre
Eu escolho meu caminho
Mas eles não me deixam ir (…)

Observe que a estudante utilizou várias aplicações da gramática inglesa, como os verbos “to do” e “to be”, vários tipos de pronomes e de tempos verbais e até uma expressão com abreviatura: maybe’cause, cuja forma extensa seria maybe it is because.

Adriana Vera e Silva (1998, adaptado pela Meloteca)

Micro

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Abordagem psicanalítica das cantigas de roda

CANTIGAS DE RODA

Abordagem psicanalítica

por Benita Michahelles

Excerto da monografia apresentada ao Curso de Musicoterapia do Conservatório Brasileiro de Música sob a orientação de Marly Chagas.

Angela Bouth, ao fazer uma análise das cantigas de roda, utiliza a abordagem psicanalítica. O seu objeto de estudo atende a demanda de etapas do desenvolvimento psicossexual infantil. Assim, de acordo com a sua interpretação, através da cantiga de roda, a criança pode manifestar a sua entrada na relação triangular, ou seja, na trama edípica, como em:

“O meu chapéu tem três bicos
tem três bicos o meu chapéu;
se não tivesse três bicos,
não seria o meu chapéu.”

CLICA

Recursos musicais para crianças na Loja Meloteca

Recursos musicais para crianças na Loja Meloteca

Observando a estrutura rítmica desta canção, nota-se que o compasso é binário composto, ou seja, cada compasso pode ser subdividido em dois grupos de três tempos.

A criança pode manifestar suas “ansiedades não resolvidas diante de separações e tentativas de elaboração do luto pela perda da relação mãe bebé” como em:

“…O anel que tu me deste
era vidro e se quebrou.
o amor que tu me tinhas
era pouco e se acabou…”

Ou ainda em:

“Nessa rua, nessa rua
há um bosque
que se chama
que se chama solidão.
Dentro dele,
Dentro dele mora um anjo
que roubou
que roubou meu coração…”

Olhando musicalmente para esta canção, observamos que o clima mais melancólico fica patente a partir do tom na qual ela se encontra, menor. Na melodia, dominam arpejos menores descendentes, havendo duas passagens pela 7ª da sensível, característica como nota de tensãolegato característico assim como o andamento lento contribuem para proporcionar um clima nostálgico.

A agressividade também é um tema frequente, sendo muitas vezes associado a mecanismos de defesa, como em:

“A carrocinha pegou
três cachorros de uma vez,
Tra lá lá,
Que gente é essa?
Tra lá lá.
Que gente má!”

Aqui o tom é maior e, ritmicamente, predominam as notas curtas, quase em staccatoo andamento em geral é acelerado criando-se assim um clima alegre.

Ainda segundo a análise de Bouth, a criança pode também “expressar o receio de punição por brincadeiras sexuais, que pode ir de castigos corporais à loucura” como em:

“Samba Lelê está doente,
‘stá co’a cabeça quebrada.
Samba Lelê precisava
de umas dezoito lambadas.

Samba, samba, samba, ó Lelê,
pisa na barra da saia, ó Lelê!

Ó morena bonita,
como é que se namora?
Põe o lencinho no bolso,
deixa a pontinha de fora.”

Como se verifica musicalmente, Samba Lelê tem na linha melódica todas as características da rítmica brasileira. O seu ritmo pode ser considerado como o do samba. (Lamas, 1992)

O receio pela punição também pode estar associado a conteúdos edípicos, como em:

“Pai Francisco entrou na roda
tocando o seu violão,
dararão, dão, dão!

Vem de lá o delegado,
e o pai Francisco
vai para a prisão.
Como ele vem
todo requebrado
parece um boneco
desengonçado!”

As preocupações com a cena primária, que tem o seu lugar entre as mais vívidas preocupações infantis

“Ó meu senhor, eu fui passando
por de trás da bananeira.
Diz o preto para a preta:
Oh! que linda brincadeira!”

“Pirulito que bate, bate,
pirulito que já bateu.
Quem gosta de mim é ela;
Quem gosta dela sou eu.

Pirulito que bate, bate,
pirulito que já bateu,
A menina que eu amava,
coitadinha, já morreu…”

As ansiedades do período da latência com relação ao desejo de ter coisas e corpo de mulher aparecem, como nesta cantiga num clima de humor, indicando o trabalho de elaboração da fantasia narcísica para abrir espaço para a puberdade:

“A barata diz que tem
sete saias de filó.
É mentira da barata,
ela tem é uma só.

Ah! Ah! Ah!
Oh! Oh! Oh!
Ela tem é uma só!

A barata diz que tem
um anel de formatura.
É mentira da barata,
ela tem é casca dura.

A barata diz que tem
uma cama de marfim.
É mentira da barata,
ela tem é de capim.

A barata diz que tem
um sapato de fivela.
É mentira da barata,
o sapato é da mãe dela.

A barata diz que tem
o cabelo cacheado.
É mentira da barata,
Ela tem coco raspado.”

A chegada da puberdade e da adolescência desperta fantasias nas quais figura a ansiedade crescente em relação a perda do mundo infantil. Também a tarefa de assumir uma vida nova e desconhecida, a busca de um novo parceiro fora do ambiente familiar, implicam em uma série de riscos , expetativas e escolhas com as quais é preciso lidar.

“Ai, eu entrei na roda,
Ai, eu não sei como se dança.
Ai, eu entrei na roda dança,
Ai, eu não sei dançar.

Sete e sete são catorze,
três vez sete é vinte e um.
Tenho sete namorados,
só posso casar com um.”

Em “A linda rosa juvenil”, em que o tema central se refere “ao acolhimento da mãe ao surgimento da sexualidade na filha”, Bouth (1989) sugere a aplicação de boa parte da interpretação de Bruno Bettelheim dada para “A bela adormecida”. Tanto o conto quanto a cantiga, tratam da fase de amadurecimento sexual, quase constitui como um período delicado tanto para os pais como para os filhos.

A cantiga mostra que, a puberdade é um tempo de espera, “o mato cresce ao redor” (numa referência clara aos pelos púbicos) e que a mãe feiticeira – má, mas ao mesmo tempo boa – garante esta espera só findada com o surgimento de um belo rei-namorado possibilitando à filha um novo tipo de relação objetal. (Bouth, 1989)

“A linda Rosa juvenil, juvenil, juvenil,
a linda rosa juvenil, juvenil
vivia alegre no seu lar, no seu lar, no seu lar,
vivia alegre no seu lar, no seu lar.

Mas uma feiticeira má, muito má, muito má,
mas uma feiticeira muito má, muito má
adormeceu a Rosa assim, bem assim, bem assim…

Adormeceu a Rosa assim, bem assim…
Não há-de acordar jamais, nunca mais, nunca mais,
não há-de acordar jamais, nunca mais.

O tempo passou a correr, a correr, a correr,
o tempo passou a correr, a correr.
E o mato cresceu ao redor, ao redor, ao redor
e o mato cresceu ao redor, ao redor.

Um dia veio um belo rei, belo rei, belo rei,
um dia veio um belo rei, belo rei,
Que despertou a rosa assim, bem assim, bem assim,
que despertou a Rosa assim, bem assim.”

O movimento de seduzir versus deixar-se seduzir, presente em toda conquista amorosa, é retratado na cantiga que se segue. Nela o lobo vai relatando o seu movimento em etapas até ficar pronto para a sedução.

(Fila de crianças de mãos dadas, com o lobo à frente. As crianças cantam, andando para frente e para trás.)

Refrão:
“Vamos passear no bosque
enquanto o Lobo não vem.” (bis)

Todas falando:

Está pronto, Lobo?

Lobo:
Estou a tomar banho…
(Refrão)

Lobo:
Estou a vestir as cuecas…
(Refrão)

Lobo:
Estou a vestir as calças…
(…)

Lobo:
Vou buscar a bengala !”
(Aqui todas saem na carreira e o Lobo atrás, até pegar uma que será o Lobo seguinte.)

A possibilidade de um novo tipo de relação traz anseios e medos. Assim a elaboração objetal do luto pelo corpo, papel e pais da infância é permeado também por um desejo de retorno a uma época anterior. “Mas o movimento predominante num desenvolvimento emocional satisfatório é para frente, na direção do crescimento” como fica patente em canções alegres e maliciosas:

“Lá vem seu Juca-ca
da perna torta-ta
dançando a valsa-sa
com a maricota-ta.

Lá vem o Pedro-do
da Perna dura-ra
dançando valsa-sa
com a rapadura-ra.”

Uma Abordagem Junguiana

A reflexão relativa à dimensão e aos conteúdos simbólicos é essencial para a prática musicoterapêutica. De acordo com Jung, o símbolo é uma forma extremamente complexa. Nela se reúnem opostos numa síntese que não pode ser formulada dentro de conceitos, mas sim, de imagens. Assim, a linguagem simbólica constitui-se como uma linguagem universal de infinita riqueza, capaz de exprimir muitas coisas que transcendem as problemáticas específicas dos indivíduos.

De uma parte, o símbolo é acessível a razão, de outra porém escapa-lhe para “vir fazer vibrar cordas ocultas no inconsciente”.

“Um símbolo não traz explicações, impulsiona para além de si mesmo na direção de um sentido ainda distante, inapreenssível, e que nenhuma palavra da língua falada poderia exprimir de maneira satisfatória.” (Jung)

Segundo Mendonça, formulando a experiência como algo imaginável, os símbolos fixam identidades e dão forma às nossas fantasias, apresentando-as para a nossa contemplação, intuição, lógica, reconhecimento e entendimento.

“A exploração do conteúdo simbólico pode conduzir para além dos limites dos territórios já conhecidos e estabelecidos.(…) O símbolo aponta para algo inatingível e distante, alguma coisa que está simultaneamente perto e longe (Chevalier, 1988) existindo de modo sincrónico em diferentes níveis de consciência, numa nova ordem de múltiplas dimensões” (Mendonça 1996)

A atividade formadora de símbolos é para Jung uma ação mediadora, uma tentativa de encontro entre opostos movida pela tendência inconsciente à totalização.

No seu estudo sobre o folclore brasileiro, o musicoterapeuta Luís Antônio Milleco (1987) faz uma análise do lado oculto da cultura popular, chamando atenção para o simbolismo revelador da sabedoria latente da alma do povo. Ele cita como diversos e valiosos os símbolos contidos nas entranhas das melodias, versos e formas em movimento dos cânticos e brincadeiras-de-roda.

Tendo como influência principal o pensamento de Jung , Milleco em seu livro “O Lado Oculto do Folclore”, sugere uma outra interpretação para as cantigas e brincadeiras-de-roda.

Vejamos alguns exemplos a seguir:

“A Margarida”

Uma criança vai para o centro da roda, ficando geralmente de cócoras – A Margarida – e outra criança fica do lado de fora da roda – o Cavaleiro. Esta última dança e canta:

“Onde está a Margarida?
Olé, ólé, ólá!
Onde está a Margarida?
Olé, ó cavaleiros.

Respondem as da roda:

Ela está no seu castelo,
Olé, ólé, ólá!
Ela está no seu castelo,
olé, ó cavaleiros.

A menina do lado de fora:

Mas eu queria vê-la,
Olé, ólé, ólá!
Mas eu queria vê-la,
olé, ó cavaleiros.

A roda:

Mas o muro é muito alto,
Olé, ólé, ólá;
mas o muro é muito alto,
ólé, ó cavaleiros.

A menina de fora, tira uma outra e canta:

Tirando uma pedra,
Olé, ólé, ólá!
Tirando uma pedra,
olé, ó cavaleiros.

A roda:

Uma pedra não faz falta,
Olé, ólé, ólá1
Uma pedra não faz falta,
olé, ó cavaleiros.

A menina de fora tira uma por uma da roda, só deixando mesmo a Margarida. À medida que vão saindo, as que continuam na roda, cantam: “Uma pedra não faz falta, duas pedras não faz falta, três pedras etc.” até sair a última. Nesta ocasião, cantam todas:

Apareceu a Margarida!
Olé, ólé, ólá.
Apareceu a Margarida!
olé, ó cavaleiros.”

De acordo com a interpretação de Milleco, a pergunta “Onde está a Margarida?” surge para dar um sentido, representando o início de um valioso processo: a individuação. Podemos considerar a criança que se destaca no centro como o próprio ser humano, ou mais especificamente como o seu self. As demais seriam os diversos níveis do psiquismo.

Aquele que está disposto a ir ao encontro ao centro de si mesmo, precisa ser persistente e tomar iniciativas firmes nesta direção (pedra por pedra vai sendo retirada).

No final, o abraço entre as duas crianças, estaria representando o encontro com o próprio self e a “consequente integração dos elementos do nosso psiquismo.”

A barca virou
deixá-la virar.
A menina N.
não sabe nadar.

Se eu fosse um peixinho
e soubesse nadar
tirava a N.
do fundo do mar.

Segundo Milleco a barca seria a própria vida de cada um. Cada indivíduo conduz a sua própria embarcação estando sujeito ao destino e ao livre arbítrio. O virar da ‘canoa da vida’ de cada um refere-se assim, às consequências da inabilidade ou dos temores próprios, o que é apontado pela própria consciência individual. O fundo do mar, simbolizaria as regiões profundas da nossa alma, onde às vezes nos vemos mergulhados. O final da cantiga refere-se ao sentimento de solidariedade e ao desejo de ir ao encontro das necessidades de quem sofre.

Abordagem psicanalítica das cantigas de roda

Cantiga de roda

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Cantigas de roda e folclore

CANTIGAS DE RODA E FOLCLORE

por Benita Michahelles

Excerto da monografia apresentada ao Curso de Musicoterapia do Conservatório Brasileiro de Música sob a orientação de Marly Chagas.

As cantigas de roda integram o conjunto das canções anónimas que fazem parte da cultura espontânea, decorrente da experiência de vida de qualquer coletividade humana. Elas dão-se numa sequência natural e harmónica com o desenvolvimento humano.

Num artigo da sua autoria, Godinho (1996) ao citar as cantigas de roda, reflete:

“…Quem é esta que me estimula a sair deste mesmo colo e a buscar o mundo lá fora arriscando mais um rompimento, oferecendo-me a oportunidade de partilhar com os outros iguais a mim…”

Segundo Câmara Cascudo, as brincadeiras de roda referem-se a brincadeiras do folclore dançadas ou cantadas apresentando melodias e coreografias simples. Grande parte delas apresentam-se com os participantes colocando-se em roda e de mãos dadas, mas existem também variações, como os brinquedos-de-roda assentada, de fileira, de marcha, de palmas, de pegar, de esconder, incluindo também as chamadas para brinquedos e as cantigas para selecionar jogadores.

As rodas infantis que se apresentam no Brasil – e que são o foco deste trabalho – têm origem portuguesa, francesa e espanhola. Porém com a força do cantar e ouvir, abrasileiraram-se muitos destes cantos, sendo eles hoje tão nossos como se aqui nascidos.

Ainda de acordo com Cascudo, em relação às outras modalidades de canções populares, as cantigas e brincadeiras-de-roda destacam-se pela sua constância

“(…) apesar de serem cantadas uma dentro das outras e com as mais curiosas deformações das letras, pela própria inconsciência com que são proferidas pelas bocas infantis.” Elas são transmitidas oralmente abandonadas em cada geração e reerguidas pela outra “numa sucessão ininterrupta de movimento e de canto quase independente da decisão pessoal ou do arbítrio administrativo.” (ibid.)

As manifestações folclóricas nascem dos impulsos criadores, tanto individuais como coletivos. O folclore é adversário do número em série, do produto estampado e do padrão patenteado. De mão-em-mão, de boca-em-boca se faz: cada um improvisa, recria, deixa a sua marca, introduz novos padrões.

Assim, a música folclórica é aquela que se transmite e se preserva oralmente, expandindo-se por isso com toda a naturalidade, e possuindo uma aceitação coletiva. Ela diferencia-se da música chamada erudita por nela não ser procurado o rebuscamento ou o aperfeiçoamento de forma intencional e, da música chamada popular, por não ser produzida em série ou ter destinação comercial. Em sua simplicidade, a música folclórica torna-se mais autêntica e espontânea, e assume um poder de comunicação e uma ressonância imediata no espírito do povo que a pratica. (Lamas, 1992)

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Enquanto criação artesanal e comunitária, a música folclórica está condicionada a padrões aceites por todos, sendo-lhe uma característica peculiar a adaptação às circunstâncias. Assim, é comum por exemplo, que uma mesma melodia sofra as mais variadas deformações, e apresente diversas versões, podendo também ser encontrada ao mesmo tempo numa cantiga-de-roda infantil e numa dança de adultos num terreiro fetichista. Em geral, pode dizer-se que a música folclórica não é executada independentemente, ela está condicionada a algum fim, pois atende às necessidades do ambiente onde se propaga. (ibid.)

Segundo Camera Cascudo, “O folclore inclui nos objetos e fórmulas uma quarta dimensão sensível ao seu ambiente”. O seu valor ultrapassa largamente o ângulo do funcionamento racional, compreendendo muito mais, uma afirmação ou ampliação do emocional. Assim, as suas manifestações conformam a “fisionomia espiritual das gentes” (Brandão e Milleco, 1992) e, se esquecidas ou desprezadas, “(…) os povos acabam por perder a consciência do seu próprio destino.” (ibid.).

Em contrapartida, a oportunidade de reviver, experimentar, ou lembrar as manifestações do folclore, implica entrar em contacto com forças vitais ancestrais e também em reviver conteúdos arquetípicos que estão na base da construção da identidade dos povos.

Segundo Menezes,

“(…) A identidade quer pessoal, quer social, é sempre socialmente atribuída, mantida e transformada (…). O processo de identificação é um processo de construção de imagem e o suporte fundamental é a memória, através da qual se obtém informações, conhecimentos, experiência e, por isso mesmo, a possibilidade de dar lógica, sentido e inteligibilidade aos vários aspetos da realidade.” (Menezes)

Assim, ocorre que, cantando e dançando no grupo de brincadeiras, a criança traz elementos do passado da humanidade para o seu presente, “a partir da vivência deste passado relacionado aos conteúdos do seu presente, encontra-se em condições de projetar o seu futuro.” (ibid)

“Neste processo a criança tem a possibilidade de transformar o desconhecido em conhecido, o inexplicável em explicável, e reforçar ou alterar o mundo. Pode levantar questões, discutir, inventar, criar, transformar.” (Heller)

Cantigas de roda e folclore

Ciranda

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Cantigas e brincadeiras de roda

CANTIGAS E BRINCADEIRAS DE RODA

por Benita Michahelles

Monografia apresentada ao Curso de Musicoterapia do Conservatório Brasileiro de Música sob a orientação de Marly Chagas.

Cantar, dançar, sentir, pensar, compartilhar, transformar… Quantos não são os movimentos vitais contidos nas cirandas infantis? E logo: quantos não são os motivos que as tornam valiosos elementos terapêuticos também? São diversas as razões que justificam a sua força e reincidência na Musicoterapia.

Primeiramente, devemos ressaltar que elas integram o conjunto das manifestações musicais do folclore – o que por si só já lhes confere um caráter de autenticidade e simplicidade, além de um grande poder de comunicação e uma ressonância imediata no espírito das gentes que as ouvem, praticam e recriam.

Há uma alta expressão simbólica da marcha descrevendo um círculo, que participa há milénios da liturgia popular de quase todo o mundo. Constituindo-se como formações circulares dançadas e cantadas, as brincadeiras-de-roda podem ser consideradas “mandalas vivas”.

Isto significa que, ao cantar e brincar de roda cada participante pode viver e compartilhar com os demais da experiência de “estruturar o que ocorre na psique”; “representar a junção de opostos aparentemente incompatíveis”; “expressar a ideia de refúgio seguro e de reconciliação interior”; “compensar a desordem e a confusão psíquicas”, num clima de “concentração e de meditação”.

Também já uma mera procura ou tentativa espontânea de cantar ou ouvir uma cantiga-de-roda, ou de formar a brincadeira propriamente estaria indicando a necessidade de viver estes aspetos mandalares, constituindo-se como um movimento compensatório e instintivo de grande valor terapêutico.

As cantigas e brincadeiras-de-roda têm as suas raízes nas relações primárias do desenvolvimento humano. Do ponto de vista musical, a simplicidade e a especificidade dos seus caminhos rítmicos e melódicos refletem os traços bio-psico-musicais típicos da etapa infantil.

Brincar à roda constitui como uma atividade que dá prazer e integra harmoniosamente as linguagens sonora, corporal e verbal. Assim, música, corpo, emoção e pensamento atuam conjuntamente, impulsionando-se entre si e possibilitando a ampliação da própria expressão. Emergem personagens e tramas que são vividos pelos participantes do seu interior, num processo dinâmico que implica num constante relacionar-se com os próprios conteúdos, elaborá-los e ressignificá-los.

Qual seria então o papel do musicoterapeuta diante de tudo isto?
Acredito que, em primeiro lugar, a própria consciência da riqueza dos recursos que ele tem disponíveis como instrumentos de trabalho. Não para se instaurar a obrigatoriedade do uso das cantigas e brincadeiras-de-roda, não para utilizá-las de maneira impositiva ou didática, muito menos como uma muleta nos procedimentos em sessão.

Mas sim, para poder lançar mão delas, (ou mesmo para poder recebê-las quando trazidas espontaneamente por seus clientes) nos momentos exatos em que podem ser verdadeiramente frutíferas enquanto objeto terapêutico. Sejam como pontes cliente-terapeuta, sejam como estímulos ao movimento ou a expressão corporal e vocal, sejam como mobilizadoras do contacto com sentimentos guardados, sejam como viabilizadoras do contacto prazeroso com o outro, sejam para propiciar um clima de concentração e de reconciliação interior… ou simplesmente pela alegria de cantar e de brincar em conjunto. As possibilidades são múltiplas e não terminam por aí. Devem, cada vez, ser reinventadas…

Alçando vôos para além dos settings de Musicoterapia, não nos esqueçamos da importância da atuação dos musicoterapeutas em reavivar estas manifestações lúdico-musicais nas escolas, nas instituições de forma geral, em encontros interdisciplinares e na própria comunidade. Esta certamente constitui-se como uma contribuição para a efetivação da política preventiva na área da saúde.

Por fim, gostaria de lembrar, que como facilitadores destes legados culturais, estamos também a contribuir para a recostura de um processo a nível social. Fazendo pontes e replantando sementes que, em forma de som, movimentos e símbolos, religam gerações e, sempre novamente, fecundam a vida subjetiva.

Cantigas e brincadeiras de roda

Dança circular

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