Enciclopédia de instrumentos musicais do mundo

Órgão construído por D. Francisco António Solha/Sá Couto c. 1765, restaurado pela Oficina e Escola de Organaria, em 2010, opus 55.

Critérios para restauro de órgãos históricos

[ Harald Vogel ]

ÍNDICE

1. Restauro para o estado primitivo

a) Reparação (Remontagem) – existindo o estado primitivo
b) Reconstrução – existindo muitas peças originais
c) Reconstrução – existindo algumas ou muito poucas peças originais

2. Restauro para um estado histórico consolidado (“Gewachsener Zustand”)

a) Reparação (Remontagem) – sem introduzir alterações
b) Reparação e reconstrução – eliminando peças posteriormente introduzidas de diferentes “Tecnologias”

3. Restauro para outro estado posterior

a) segundo o estilo e técnicas do construtor ou sua escola
b) segundo um estilo e técnicas diferentes
c) mistura de a) e b)

4. Re-Restauro

a) eliminando elementos de restauros anteriores, depois de provado que estes foram um erro de decisão ou de interpretação
b) eliminação de modernizações e acrescentos não adequados

5. Alteração ou substituição de peças históricas por motivos técnicos

a) someiros
b) tracção de registos
c) sistema de vento
d) tracção das notas e consola
e) tubaria

6. Aumentos devidos a razões práticas

a) disposição
b) teclados e sua extensão
c) afinação

Critérios para restauros de órgãos históricos

1.a) É muito raro encontrar órgãos no seu estado primitivo. Trata-se, normalmente, de pequenos instrumentos que, durante muito tempo, não foram utilizados. Do século XIX chegaram até nós alguns instrumentos de maiores proporções. O restauro para o estado primitivo de órgãos não mecânicos também é necessário e cada vez menos é posto em questão. Muitos órgãos ingleses vindos de Igrejas que já não se utilizam, são remontados em diversos locais do Continente (Remontagem) e portanto na sua forma original. O restauro para o estado primitivo, existindo (quase) toda a substância original é dos casos que apresentam menos problemas. Os pressupostos para o planeamento e execução destes restauros são a utilização das técnicas e estética tímbrica originais.

1.b) Existindo grande parte das peças originais, é normalmente optado por uma reconstrução das peças que foram introduzidas substituindo as originais. Exemplo: O órgão Compenius no Schloss Frederiksborg na Dinamarca. No último século, num pequeno restauro (Mads Kjersgaard) foram feitas algumas alterações que no último restauro foram anuladas – Sistema de Vento e partes para afinar os tubos abertos de madeira.

Em principio, as alterações ao estado primitivo que são de grande qualidade, devem-se deixar. Exemplo: Órgão Schnitger em Cappel, que recebeu um temperamento igual quando foi mudado de Hamburg para Cappel, em 1816. A tubaria (com os tubos tapados soldados e os abertos cortados à altura) teria sofrido bastante se no último restauro se se tivesse optado por uma afinação mesotónica (pura ou modificada).

Em tubaria que foi posteriormente toda ou quase toda cortada (em vista a obter outro temperamento ou altura de lá) é de aconselhar o alongamento para o comprimento original já que assim se vai reestabelecer as proporções dos tubos que o construtor realizou. Exemplo: O órgão Schnitger em St. Jakobi – Hamburg. Esta medida é porém problemática se a intonação está muito bem conservada. Um alongamento em regra geral pode levantar problemas na qualidade sonora. Exemplo: Gimont (Toulouse).

A reconstrução, existindo muitas peças originais, é por vezes problemática, já que esta obriga por vezes à perda de material primitivo. Por isso, será de pensar numa solução 2 a).

l.c) É um paradoxo, mas a reconstrução completa de um órgão para o seu estado primitivo é mais fácil do que uma reconstrução parcial em que só existem algumas vestígios. Os pressupostos são neste caso o conhecimento global das técnicas de construção e da estética {imbrica do construtor. Exemplo: o órgão Schnitger em St. Ludgeri – Norden. Neste órgão, a consola foi renovada de uma forma inadequada em restauros no inicio deste século. O termo inadequado significa que o que era pressuposto pelos factos e peças históricas não foi realizado, faltando também um estudo próprio da época dos restauros. Em Norden, a tubaria foi no século passado “deslocada” de alguns meios-tons, e por isso teve que ser novamente alongada. Devido a este facto foi possível equacionar o problema do temperamento, e foi optado por uma afinação mesotónica modificada. No caso de Cappel, não havia estes dados para procedimento idêntico. A reconstrução dos teclados com a extensão original resultou da extensão imposta pelos someiros originais de Schnitger e pelo facto de não existirem peças dos teclados do séc. XVIII ou XIX.

É relativamente pouco problemático a construção de um órgão num determinado estado histórico, quando existe muito pouca substância primitiva, como por exemplo a caixa de um órgão. Neste caso, não existem conflitos entre o desejo de uma utilização musical no espírito estético da época de construção e a existência de peças históricas valiosas não-primitivas.

2.a) Muitos instrumentos históricos sofreram alterações em tempos posteriores, que hoje já podem ser consideradas de carácter histórico. Nas primeiras décadas deste século com o Movimento para Recuperação de Instrumentos Históricos, foram eliminadas, sem pensar em consequências, algumas alterações posteriores de forma a recuperar um fictício estado “primitivo”. A este purismo estava ligado um conhecimento insuficiente da questão e, por isso, houve perdas irreparáveis de material histórico. Nas últimas décadas, foi cada vez mais tido em conta que a substituição de peças não primitivas só é discutida se o estado primitivo puder ser reconstruído sem dúvida alguma. Em caso de dúvida, deve-se manter o estado histórico consolidado.

O restauro de um estado histórico consolidado é por vezes a solução mais fácil para a conservação histórica. A vantagem é que não é necessário perder material histórico. Além disso, fica o caminho livre para uma reconstrução futura quando houver mais e melhores conhecimentos. Exemplo: o órgão Schnitger de A-Kerk em Groningen. que depois do restauro da Igreja em 1990 foi novamente montado sem alterações (Remontagem).

2.b) No caso de um estado histórico consolidado, não se pode dar o mesmo valor às peças das diferentes épocas. A fronteira entre o aceitar e o não aceitar as peças históricas é dada quando as mesmas deixam de ser feitas com a mesma tecnologia. Esta fronteira é particularmente evidente quando há tracções não mecânicas em órgãos mecânicos! As excepções são, neste caso, secções de um órgão separadas, como por exemplo um Pedal com tracção pneumática que não tenha nenhuma influência nas funções mecânicas e tímbricas de um instrumento.

3.a) Em bastantes instrumentos históricos houve algumas alterações logo desde início (aumento da disposição ou da extensão dos teclados). O restauro para este estado aumentado ao estilo do construtor não apresenta normalmente grandes problemas, já que também os detalhes apresentam grandes semelhanças com o estado primitivo. Exemplo: o órgão Schnitger em Noordbroek (Prov. de Groningen), que até inícios do séc. XX sofreu alterações e aumentos na tradição de Schnitger. No restauro que já está planeado será conservado este estado histórico consolidado.

3.b) Quando as alterações introduzidas posteriormente não são feitas com as técnicas originais e divergem das tecnologias primitivas, a decisão e mais difícil. Aqui, e a qualidade das alterações que deve ser examinada e só depois decidido por uma comissão de peritos qual será o plano de restauro.

3.c) Em grandes instrumentos históricos, é difícil encontrar a decisão de qual será o estado a recuperar através do restauro. Por vezes, há a necessidade de tomar atitudes pragmáticas, e de ter em consideração as diversas épocas representadas no órgão. Exemplo: o órgão Schnitger na Martini-Kerk em Groningen, no qual, com base no projecto e someiros de Arp e Franz Gaspar Schnitger, a tubaria do séc. XVIII e XIX foi conservada. Neste caso, foram retiradas outras alterações de 1939 (como por exemplo a tracção eléctrica) – cf. 2.b) e 4.b).

4.a) Os restauros de meados do séc. XX fizeram por vezes trabalhos errados (redução da pressão de vento ou da altura de boca). Além disso, foram utilizados materiais inadequados. Por isso, nas duas últimas décadas foram muitos órgãos com valor histórico novamente restaurados, com os pressupostos de melhores conhecimentos históricos, uso de materiais e tecnologias do organeiro construtor e a tomada em consideração da estética tímbrica. Exemplo: o órgão Schnitger em Lüdingwörth.

4.b) No esforço de restauros do início do séc. XX foram frequentemente aumentadas as extensões dos teclados (com someiros adicionais), e as secções mais distantes foram equipadas com tracção eléctrica ou pneumática. Por vezes, também se colocou a consola noutro local. Hoje pertence ao bom senso que estas alterações deverão ser retiradas.

5.a) Devido aos aquecimentos que hoje existem nas Igrejas, os someiros estão sujeitos a situações climatéricas mais difíceis do que antigamente. Por este motivo, são usadas algumas medidas preventivas: tiras de cabedal na zona das tampas (“Spunde”), anéis de cabedal na zona das réguas, e juntas não coladas. Por princípio, só será usada madeira maciça e será prescindido o uso de madeira contraplacada e materiais sintéticos. Neste caso, poderá ser usada a experiência de organeiros norte-americanos que, desde o final dos anos 60, têm construído da forma tradicional com madeira maciça apesar das difíceis condições climatéricas (John Brombaugh )

5.b) Hoje os padrões para uma tracção de registos segura fácil de manejar são relativamente altos. Isto é válido especialmente para os órgãos construídos em técnica norte-europeia que, em comparação com a sul-europeia, apresenta someiros largos e com réguas compridas. E certo que a tracção de registos antigamente não era tão leve como hoje é desejado. Além disso, hoje, os instrumentos são por semana mais vezes tocados do que antigamente. Um constante curso da régua é também um pressuposto para que a afinação se mantenha. A montagem de ajudas de registação, mesmo no caso de uma reconstrução, é de desaconselhar.

5.c) No restauro de órgãos históricos, a reconstrução do sistema de vento é das coisas mais complexas. Os poucos instrumentos que ainda possuem o sistema de vento primitivo, mostram- nos uma “flexibilidade” tão grande de vento, que por vezes nos é difícil aceitá-la. É ponto assente que um sistema de vento original não pode ser alterado. Se necessário, poderá ser montado um novo sistema de vento. Exemplo: o órgão Schnitger em Hamburg-Neuenfelde. Em muitos casos são montados foles para estabilização do vento. Nesse caso deverá poder-se desligar os mesmos. Exemplo: O órgão Treutmann em Grauhof (Goslar).

5.d) Ainda existem bastantes órgãos com a tracção mecânica primitiva. O problema que aqui surge é o aparecimento de ruídos, o que não acontece em órgãos modernos. Este ruído pode ser substancialmente reduzido através de uma técnica ao tocar, que consiste em manter os dedos próximos das teclas. Na minha longa actividade pedagógica pude verificar que quer com amadores (jovens e adultos no programa de formação musical de Igreja Evangélica Reformada), quer com profissionais (meus alunos nas escolas superiores ), esta aspecto técnico da forma de tocar pode ser aprendido em pouco tempo. Pressuposto é que os organistas permaneçam dentro das suas capacidades quanto às peças a escolher.

O uso de feltros ou outros tecidos na tracção para evitar ruídos é de desaconselhar, porque a sensibilidade do contacto entre a tecla e válvula vai ser alterada para pior. A adaptação da forma de tocar às tracções mecânicas muito sensíveis não é assim tão difícil.

O hábito com outros formas de teclados (como o da oitava curta) exige um pouco mais de treino. Em Ostfriesland, já há mais de duas décadas que órgãos com oitava curta são tocados por organistas locais sem grande dificuldade.

5.e) Um trabalho adequado com a tubaria exige do organeiro que executa o trabalho o uso das técnicas usadas primitivamente. Um dos grandes pressupostos para o restauro de tubos é a possibilidade de construção dos mesmos na própria oficina. Desta forma, poderá o organeiro ganhar experiência de como a construção e a intonação de tubos dependem uma da outra. Alguns tubos antigos são muito finos e exigem por isso um tratamento muito cuidadoso. Em casos extremos, os tubos de fachada só têm um ataque satisfatório, quando são revestidos com uma folha de estanho como primitivamente. Exemplo: o órgão Müller em Klein Midlum (Ostfriesland). Em alguns casos os tubos de madeira comidos por bichos terão que ser substituídos por outros feitos da mesma forma.

6.a) Em tempos passados, o aumento da disposição em órgãos históricos já causou grandes estragos. Só com uma separação total de secções se poderá pensar num aumento, como por exemplo um pedal em separado. Exemplo: o órgão Grotian em Pilsum (Ostfnesland), onde está planeado, após o restauro de 1991, um Pedal suplementar para o órgão de 2 manuais de 1694.

6.b) Também o aumento dos teclados no passado conduziu a grandes problemas. Também aqui só a montagem em separado das notas a aumentar poderá ser posta em questão. Exemplo: o órgão Schnitger em Hamburg-St. Jakobi, onde o Ré sustenido do Pedal foi introduzido no último restauro.

6.c) A utilização de temperamentos antigos é um problema delicado, no restauro de órgãos históricos. Nas últimas duas décadas tanto no órgão como na prática de música antiga houve um mudança de pensar e de hábitos auditivos. É óbvio que, havendo documentos escritos ou sendo possível encontrar sem dúvidas a afinação dos tubos existentes, esta terá que ser novamente usada. Onde isto não for possível, dever-se-á orientar pelas tradições do tempo do construtor. Aqui surgem conflitos entre a possibilidade de executar diversos reportórios e as limitações de um temperamento antigo. Esta contradição é, em princípio, irresolúvel, e necessita para cada caso de uma decisão difícil. Também aqui, esta decisão não deverá cair sobre os ombros de um único perito, que talvez tenda para o seu gosto pessoal, mas deverá ser decidida por um grémio de peritos.

A altura da afinação que, em meados do séc. XX foi alvo de muita discussão e alterações, é hoje de forma geral aceite na sua forma primitiva.

O gosto pessoal subjectivo de organistas, organeiros e peritos não deve ser determinante para os critérios de restauro de órgãos históricos. Por outro lado, não podemos esquecer que podem surgir conflitos entre o uso actual e a forma primitiva de um órgão. Estes conflitos surgem frequentemente na questão do temperamento e do sistema de vento. E necessário que os compromissos 5 . a) – e) e 6 . a) – c) sejam nomeados.

Na prática de restauros há um desenvolvimento dinâmico em toda a Europa, no qual se observa uma elevação do nível de conhecimentos históricos, do nível da qualidade dos trabalhos de organeiros e de uma maior compreensão da estética tímbrica.

Órgão construído por D. Francisco António Solha/Sá Couto c. 1765, restaurado pela Oficina e Escola de Organaria, em 2010, opus 55.

Órgão Francisco António Solha/Sá Couto c. 1765, restaurado pela Oficina e Escola de Organaria, em 2010.

Órgão da Igreja de São Roque, Lisboa

Órgãos de Portugal

Inventário dos órgãos de tubos existentes em Portugal

Meloteca / Musorbis

Critérios para restauro de órgãos históricos

Por motivos de funcionalidade, com a reformulação do sítio da Meloteca, os conteúdos sobre património musical edificado ficaram para um sítio a criar, o Musorbis (um mundo de música).

Fruto da recolha feita ao longo de duas décadas, os conteúdos sobre órgãos de tubos terão formato mais apelativo. As presentes listas são apenas uma base para a organização dos instrumentos no sítio em construção, e vão contribuir para o intercâmbio informativo com municípios, organistas e organeiros. São uma ferramenta para a inventariação completa dos órgãos existentes em Portugal. Vão dar esclarecimentos e fazer desambiguações. Embora procure dar informação rigorosa e exaustiva, a Organoteca não se destina a especialistas mas a todos os munícipes e cidadãos que se interessam pelo órgão e pelo património.

Se tem informação de um órgão de tubos que não aparece na lista respetiva, informe-nos para meloteca@meloteca.com. Para a nova plataforma em construção já foram formatadas mais de 1300 fotografias, prontas a inserir.

A Meloteca/Musorbis agradece informação histórica e técnica e fotos de qualidade com:

  • enquadramento
  • fachada
  • consola
  • teclados manuais
  • pedaleira
  • pedais e pisantes
  • placa do organeiro
  • pormenores artísticos relevantes
  • edifício em que se encontram
  • quando for possível, fole e mecanismo, e perspetivas laterais.

Doravante, e sempre que possível as fotografias serão datadas, o que as vai valorizar enquanto documento. Envie em formato quadrado, com 400 x 400 pixels no mínimo.

Açores

Madeira

Aveiro

Beja

Braga

Bragança

Castelo Branco

Coimbra

Évora

Faro

Guarda

Leiria

Lisboa

Portalegre

Porto

Santarém

Setúbal

Viana

Vila Real

Viseu

FONTES:

Oficina e Escola de Organaria, Dinarte Machado Atelier Português de Organaria, José Alberto Rodrigues, Victor Oliveira, Francisco Falcão, António Simões, Órgãos de Portugal, Nuno Rigaud, Luís Santos, António José Ferreira, Nuno Mimoso, Amílcar Silva, José Carlos Arantes, António Fonseca

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DODERER, Gerhard, et. al., Música e músicos ibéricos dos séculos XVI e XVII, in Boletim da Associação Portuguesa de Educação Musical. Lisboa (Jan. – Mar. 1989) 5-14; (Abr. – Jun. 1989) 12-26).

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PEIXOTO, Domingos, coord., Temporada de Órgão Aveiro 2004. Aveiro: AMPO – Associação Musical Pro Organo, 2004. ISBN 972-99367-0-6.

FONSECA, Fernando Taveira da, O órgão da Misericórdia de Coimbra. Alguns apontamentos para a sua história, in Homenagem da Misericórdia de Coimbra a Armando Carneiro da Silva (1912-1992), coord. Maria José Azevedo Santos. Coimbra, Viseu: Palimage, Santa Casa da Misericórdia de Coimbra, 2003, 165-196.

MARQUES, José A. Maia, Geraldo J.A. Coelho Dias, Victor Gomes Teixeira, Georg Jann, António M. Mendes Melo, O Mosteiro Crúzio de Moreira. História, Arte e Música. Maia: Fábrica da Igreja de São Salvador de Moreira, 2000.

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VALENÇA, Manuel, A Arte Organística em Portugal I – c. 1326 – 1750. Editorial Franciscana, Braga,1990.

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VALENÇA, Manuel, A Arte Organística em Portugal II – depois de 1750. Editorial Franciscana, Braga,1995.

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VALENÇA, Manuel, O órgão do Bom Jesus. Braga: Editorial Franciscana 1985.

VALENÇA, Manuel, O Órgão na História e na Arte. Braga: Editorial Franciscana, 1987.

VALENÇA, Manuel, O órgão Rieger (opus 692) e a música sacra em Montariol. Braga: Editorial Franciscana, 1979.

VALENÇA, Manuel, Organística e Liturgia. Editorial Franciscana, Braga, 2006. ISBN 978-972-784-206-3.

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VALENÇA, Manuel, (1993) “A arte organística do centro de Braga e a sua expansão”, Ars Lusitana Organi, 5-16.

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VALENÇA, Manuel, (1997) “Arquivo da Ordem Terceira de São Francisco de Faro (1679-1950)”, separata de Itinerarium (159)

VALENÇA, Manuel, (1998) “As práticas musicais da Ordem Terceira de São Francisco de Faro vistas através do seu arquivo (1714-1945)”, separata de Itinerarium (162): 549-599.

VALENÇA, Manuel, (1999) “Subsídios para a organística na área do Porto”, separata de Itinerarium (164): 267-281.

VALENÇA, Manuel, (2001) “Manuel de Sá Couto, organeiro (1768-1837)”, separata de Itinerarium (169): 131-145.

VERÍSSSIMO, Custódio, et al., Os órgãos históricos da cidade do Porto, in Atrium – revista dos alunos do Seminário Maior do Porto nº 13 73-96, 1993.

Órgão da Sé de Viana, capela dos Mareantes

Lista dos órgãos de tubos do distrito de Viana do Castelo [ 50 ]

CONCELHOS

Arcos de Valdevez [5]
  • Igreja da Lapa: órgão histórico
  • Igreja da Misericórdia [ da Santa Casa da Misericórdia de Arcos de Valdevez ]: órgão histórico
  • Igreja de São Bento: órgão histórico
  • Igreja do Espírito Santo: órgão histórico
  • Igreja Matriz de Arcos de Valdevez [ Igreja Paroquial ] [ São Salvador ]: órgão histórico
Caminha [2]
  • Igreja da Misericórdia [ da Santa Casa da Misericórdia de Caminha ] [ de Santa Rita ]: órgão histórico de um teclado manual e 16 meios registos [ I; (8+8) ] construído por José António de Souza, em 1775, restaurado pela Oficina e Escola de Organaria em 2014, opus 64.
  • Igreja de Santo António [ do antigo convento ]: órgão histórico
Melgaço [3]
  • Igreja [ do Convento ] das Carvalhiças: órgão histórico
  • Igreja Matriz [ Igreja Paroquial ] [ de Santa Maria da Porta ]: órgão histórico
  • Igreja de São Francisco: órgão histórico
Monção [4]
  • Capela do Palácio da Brejoeira: órgão histórico
  • Igreja da Misericórdia [ da Santa Casa da Misericórdia de Monção ]: órgão histórico
  • Igreja de Santo António dos Capuchos: órgão histórico
  • Igreja Matriz de Monção [ Igreja Paroquial ] [ Santa Maria dos Anjos ]: órgão histórico
Paredes de Coura [1]
  • Capela do [ Divino ] Espírito Santo: órgão histórico
Ponte da Barca [3]
  • Igreja da Misericórdia
  • Igreja Matriz de Ponte da Barca [ Igreja Paroquial ]: órgão [ I+P ; 6 ] construído por E&F Walcker, em 1907, restaurado pela Oficina e Escola de Organaria, em 2002, opus 38.
  • Igreja Matriz de Vila Nova de Muía [ Igreja Paroquial ] [ do mosteiro de Vila Nova de Muía ] [ Igreja de Nossa Senhora da Guia ]
Ponte de Lima [9]
  • Capela de Nossa Senhora da Guia: órgão histórico
  • Igreja da Ordem Terceira de São Francisco [ Museu dos Terceiros ]: órgão histórico
  • Igreja de [ Santa Maria ] de Beiral do Lima: órgão histórico
  • Igreja de Santo António [ da Torre Velha ], dos Frades: órgão histórico
  • Igreja de São João da Ribeira: órgão histórico
  • Igreja da Misericórdia [ da Santa Casa da Misericórdia de Ponte de Lima ]: órgão histórico
  • Igreja Matriz de Ponte de Lima [ Igreja Paroquial ]: órgão histórico
  • Igreja Matriz de Refóios do Lima [ Igreja Paroquial ] [ do Mosteiro de Refóios do Lima ]: órgão histórico
  • Igreja Nova da Correlhã
Valença [2]
  • Igreja de Santo Estêvão [ da Colegiada de Santo Estêvão ]: órgão Augusto Joaquim Claro, 1903.
  • Igreja Matriz de Fontoura [ Igreja Paroquial ] [ de São Miguel ]
Viana do Castelo [21]
  • Capela das Almas [ Igreja das Almas ]: órgão histórico
  • Igreja da Caridade [ Congregação de Nossa Senhora da Caridade [ antigo mosteiro beneditino ] [ Convento de Sant’Ana ]: órgão histórico
  • Igreja da Misericórdia [ da Santa Casa da Misericórdia de Viana do Castelo ]: órgão histórico
  • Igreja Matriz de Vila de Punhe [ Igreja Paroquial ] [ Santa Eulália ]
  • Igreja de São Bento: órgão histórico
  • > Igreja de São Domingos [ do antigo convento ] [ Igreja de Santa Cruz do Convento de São Domingos ] [ Igreja Paroquial de São Domingos ]: órgão histórico
  • > coro alto: Augusto Joaquim Claro, data desconhecida.
  • > transepto
  • Igreja do Carmo [ do antigo convento do Carmo ] [ de Nossa Senhora do Carmo ]: órgão histórico
  • Igreja do Mosteiro de Santa Maria de Carvoeiro: órgão histórico
  • Igreja Matriz de Areosa [ Igreja Paroquial ] [ de Nossa Senhora da Vinha ]
  • Igreja Matriz de Afife [ Igreja Paroquial ] [ de Santa Cristina ]
  • Igreja Matriz de Barroselas [ Igreja Paroquial ]
  • Igreja Matriz de Darque [ Igreja Paroquial ] [ São Sebastião ]
  • Igreja de Outeiro [ Igreja Matriz ] [ Igreja Paroquial ] [ de São Martinho ]
  • Igreja Paroquial de Santa Marta de Portuzelo: órgão histórico da autoria de Augusto Joaquim Claro, data desconhecida.
  • Igreja de Serreleis [ Igreja Paroquial ] [ São Pedro ]
  • Santuário de Nossa Senhora da Agonia [ Igreja ] [ Capela ]: órgão histórico
  • Sé [ Catedral ] de Viana do Castelo [ Igreja Matriz ]
  • > capela do Senhor dos Passos: órgão histórico
  • > capela do Senhor dos Mareantes: órgão histórico
  • > coro alto
Sé de Viana do Castelo

Sé de Viana do Castelo

Vila Nova de Cerveira [0]

.

Fontes gerais da Organoteca:

Oficina e Escola de Organaria, Dinarte Machado Atelier Português de Organaria, José Alberto Rodrigues, Victor Oliveira, Francisco Falcão, António Simões, Órgãos de Portugal, Nuno Rigaud, Luís Santos, António José Ferreira, Nuno Mimoso, Amílcar Silva, José Carlos Arantes, António Fonseca, autarquias.

Órgão histórico da Sé de Santarém

Lista de órgãos de tubos do distrito de Santarém [ 38 ]

CONCELHOS

Abrantes [4]
  • Igreja da Misericórdia
  • Igreja de São João Baptista
  • Igreja de São Vicente
  • > lado do Evangelho: órgão histórico António Xavier Machado e Cerveira, opus 25, 1790.
  • > coro alto
Alcanena [0]

.

Almeirim [1]
  • Igreja de Almeirim [ Matriz ] [ Paroquial ] [ São João Baptista ]
Alpiarça [0]

.

Benavente [0]

.

Cartaxo [3]
  • Igreja do Cartaxo [ Matriz ] [ Paroquial ] [ São João Baptista ]
  • Igreja de Pontével [ Matriz ] [ Paroquial ] [ Nossa Senhora da Purificação ]
  • Igreja de Valada [ Matriz ] [ Paroquial ] [ Nossa Senhora da Expectação ]
Chamusca [0]

.

Constância [1]
  • Igreja de Constância [ Matriz ] [ Paroquial ] [ Nossa Senhora dos Mártires ]: órgão histórico António Xavier Machado e Cerveira, opus 101, 1827.
Coruche [1]
  • Igreja da Misericórdia de Coruche: órgão António Xavier Machado e Cerveira, opus s./n.º, 1803.
Entroncamento [0]

.

Ferreira do Zêzere [1]
  • Santuário de Nossa Senhora do Pranto de Dornes [ Igreja Paroquial de Dornes ] [ do Convento de Nossa Senhora da Esperança ]: órgão [ I ; (9+9) ] construído por José António de Sousa, c. 1765?, restaurado pela Oficina e Escola de Organaria, em 2001, opus 36.
Golegã [0]

.

Mação [1]
  • Igreja de Mação [ Matriz ] [ Paroquial ] [ Nossa Senhora da Conceição ]
Ourém [10]
  • Conservatório de Ourém e Fátima
  • > Órgão positivo de estudo construído por Dinarte Machado em 2013.
  • > Órgão positivo de estudo construído por Dinarte Machado em 2013.
  • Santuário de Fátima [ de Nossa Senhora do Rosário ]
  • > Basílica
  • > > coro-alto: Ruffatti, 1952, cinco manuis e pedaleira, com acoplamentos [ substituído ]
  • Basílica
  • > > [ Transepto: Gehrard Grenzing 2003, mudado ]
  • > Capela das Aparições: órgão Gehrard Grenzing, 2001, de dois teclados manuais e pedaleira com acoplamentos
  • > Localização?, órgão de estudo Gehrard Grenzing, de dois teclados manuais e pedaleira acoplada.
  • > Casa de Nossa Senhora das Dores
  • > Sala do coro da colunata
  • Igreja do Seminário do Verbo Divino
  • Igreja Matriz de Fátima [ Paroquial ] [ Nossa Senhora dos Prazeres ]
Rio Maior [0]

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Salvaterra de Magos [2]
  • Paço Real, Capela do [ antigo ] Paço Real
  • Igreja de Salvaterra de Magos [ Matriz ] [ Paroquial ] [ de São Paulo Apóstolo ]: órgão de armário [ I ; (6+6) ] construído por António Xavier Machado e Cerveira, opus 97, em 1825, restaurado pela Oficina e Escola de Organaria em 2000, opus 31.
Santarém [8]
  • Igreja da Misericórdia: órgão António Xavier Machado e Cerveira, opus 87, 1818.
  • Igreja de Nossa Senhora da Piedade
  • [ Igreja de Nossa Senhora do Monte, mudado ]
  • Igreja de Santa Maria da Alcáçova: órgão António Xavier Machado e Cerveira, opus s/n.º, s./d.
  • Igreja do Hospital / Igreja de Jesus Cristo
  • Igreja de Marvila [ Matriz ] [ Paroquial ] [ Santa Maria ]: órgão António Xavier Machado e Cerveira, opus 84, 1817.
  • [ Igreja de Santa Iria da Ribeira de Santarém, sem uso: o órgão foi vandalizado e roubadas peças ]
  • Igreja de São Nicolau [ Matriz ] [ Paroquial ]: órgão António Xavier Machado e Cerveira, opus 85, 1818.
  • Sé, coro alto [ Igreja do Seminário ]
  • > Sé, nave (positivo)
Sé de Santarém

Sé de Santarém

Sardoal [1]
  • Igreja do Sardoal [ Matriz ] [ Paroquial ] [ São Tiago e São Mateus ]
Tomar [3]
  • Convento de Cristo
    > Charola, tubo de órgão
  • Igreja da Misericórdia [ Nossa Senhora da Graça ]
  • Igreja Matriz de Tomar [ Paroquial ] [ São João Baptista ]
Torres Novas [1 ]
  • Igreja de Santiago [ Matriz ] [ Paroquial ] [ Igreja do Salvador ]
Vila Nova da Barquinha [1]
  • Igreja da Praia do Ribatejo [ Matriz ] [ Paroquial ] [ de Nossa Senhora da Conceição ]

Fontes gerais da Organoteca:

Oficina e Escola de Organaria, Dinarte Machado, José Alberto Rodrigues, Victor Oliveira, Francisco Falcão, António Simões, Órgãos de Portugal, Nuno Rigaud, Luís Santos, António José Ferreira, Nuno Mimoso, Amílcar Silva, José Carlos Arantes, António Fonseca

Grande Órgão da Sé do Porto
Lista dos órgãos de tubos do distrito do Porto [ 114 ]

CONCELHOS

Amarante [4]
  • Igreja de São Domingos [ de Nosso Senhor dos Aflitos ]
  • Igreja Matriz de Amarante [ Igreja Paroquial ] [ São Gonçalo ] [ do antigo mosteiro de São Gonçalo ]
  • > nave: órgão positivo de procissão construído por Luís António de Carvalho em 1???, restaurado pela Oficina e Escola de Organaria em 2016.
  • > coro alto: órgão de dois teclados manuais [ II ; (21+22) ] construído por D. Francisco António Solha/Sá Couto c. 1765, restaurado pela Oficina e Escola de Organaria,  em 2010, opus 55.
  • Igreja de São Pedro: órgão histórico da autoria de Manuel de Sá Couto, de um teclado manual e doze meios registos [ I; 6+6] construído no século XIX, reparado pela Oficina e Escola de Organaria em 2015, opus 67.
Baião [0]

.

Felgueiras [4]
  • Igreja Matriz de Caramos ] [ Igreja Paroquial ] [ São Martinho ] [ Igreja do antigo mosteiro de São Martinho ]
  • Igreja Matriz de Pombeiro de Ribavizela [ Igreja Paroquial ] [ de Santa Maria Maior ] [ do antigo mosteiro de Santa Maria (de beneditinos) ]
  • > lado do Evangelho: órgão de dois teclados manuais [ II ; (21+25) ] construído por António Solha, em 1766, desmontado e inventariado e proposta de restauro pela Oficina e Escola de Organaria, em 1994, opus 9, restauro pela firma, restaurado por Acitores Organería y Arte, S. L., de Torquemada, Palencia (Espanha) / Atelier Samthiago
  • > lado da Epístola: órgão falso [mudo] [ ornamental ].
  • Igreja Matriz de Sendim [ Igreja Paroquial ] [São Tiago]
Gondomar [4]
  • Igreja Matriz da Foz do Sousa [ Igreja Paroquial ] [ São João ]: órgão de um teclado manual e 12 meios  registos [ I ; (6+6) ], construído por José Joaquim Fonseca, em 1863, restaurado pela Oficina e Escola de Organaria, 1993, opus 7.
  • Igreja Matriz de Jovim [ Igreja Paroquial ] [ Santa Cruz ]
  • Igreja Matriz de Rio Tinto [ Igreja Paroquial ] [ São Cristóvão ]
  • Igreja Matriz de São Pedro da Cova [ Igreja Paroquial ]
Lousada [0]

.

Maia [6]

  • Igreja de Nossa Senhora da Maia [ da paróquia de São Miguel da Maia ]
  • Igreja Matriz de Águas Santas [ Igreja Paroquial ] [ Nossa Senhora do Ó ]
  • Igreja Matriz de Gueifães [ Igreja Paroquial ] [ São Faustino ]: órgão de um teclado manual e doze meios registos [ I;(6+6) ] construído por Manuel Sá Couto, c. 1810, restaurado pela Oficina e Escola de Organaria, em 1999, opus  27.
  • Igreja Matriz de Milheirós [ Igreja Paroquial ] [ São Tiago ]: órgão histórico Manuel de Sá Couto, c. 1800.
  • Igreja Matriz de Moreira da Maia [ Igreja Paroquial ] [ Divino Salvador ] [ do antigo mosteiro de Moreira (de crúzios) ]: órgão histórico Arp Schnitger, 1701.
  • Igreja Matriz de Silva Escura [ Igreja Paroquial ] [ Santa Maria ]: órgão histórico Manuel de Sá Couto, séc. XIX.
Marco de Canaveses [1]
  • Igreja Matriz de Vila Boa do Bispo [ Igreja Paroquial ] [ do antigo mosteiro ]
Matosinhos [3]
  • Igreja de Lavra [ Matriz ] [ Paroquial ] [ Divino Salvador ]
  • Igreja Matriz de Matosinhos [ São Salvador ] / do Senhor Bom Jesus de Matosinhos: órgão construído por Miguel Hensberg, em 1685, órgão de um teclado manual [ I ; 5 (4+5) ], restaurado pela Oficina e Escola de Organaria, opus 2, em 1992.
  • Igreja de Perafita [ Matriz ] [ Paroquial ] [ São Mamede ]
Paços de Ferreira [1]
  • Capela de São Francisco, Freamunde: órgão de um teclado manual [ I;(5+6) ] de Manuel Sá Couto, c. 1810, restaurado pela Oficina e Escola de Organaria, em 1999, opus 28.
Paredes [1]
  • Igreja de Paredes [ Matriz ] [ Paroquial ] [ São Salvador ] [ de Castelões de Cepeda ], coro alto: órgão moderno de dois manuais e pedaleira com acoplamentos.
Penafiel [5]
  • Igreja da Misericórdia de Penafiel [ da Santa Casa da Misericórdia de Penafiel]: órgão histórico António José dos Santos, 1882.
  • Igreja das Freiras [ do Recolhimento de Nossa Senhora da Conceição ]
  • Igreja de Fonte Arcada [ Matriz ] [ Paroquial ]
  • Igreja do Calvário [ do Senhor do Calvário ] [ de São Francisco de Assis ]
  • Igreja do Hospital [ de Santo António dos Capuchos ]
Porto [51]
  • Capela do Cemitério de Agramonte: órgão histórico Augusto Joaquim Claro, 1890, com teclado manual dividido com quatro registos com pedal de expressão, restaurado pela Oficina e Escola de Organaria em 1996.
  • Capela das Almas [ de Santa Catarina ]: órgão de um teclado manual com dez meios registos [ I ; (5+5) ], construído por José Joaquim Fonseca?, no XIX?, restaurado pela Oficina e Escola de Organaria, em 1993, opus 3.
  • Conservatório de Música do Porto: órgão positivo moderno de estudo
  • Escola das Artes, UCP
  • > Piso -1, sala 2
  • > Piso -1, sala 9
  • > Piso -1, sala 10
  • > Sala de orquestra
  • Escola Diocesana de Ministérios Litúrgicos, Centro de Cultura Católica, Torre da Marca
  • Igreja Anglicana de St. James
  • Igreja da Boavista [ Matriz ] [ Paroquial ] [ de Nossa Senhora ] [ do Foco ]: órgão Joaquin Lois Cabello, 2004, de dois manuais e pedaleira.
  • Igreja da Conceição [ Matriz ] [ Paroquial ] [ de Nossa Senhora da Conceição ] [ do Marquês ]
  • > Coro alto: grande órgão Georges Heintz, 1998, de três manuais e pedaleira, com acoplamentos.
  • > Transepto: órgão positivo
  • Igreja da Esperança [ de Nossa Senhora da Esperança ] [ Capela do Colégio de Nossa Senhora da Esperança ]: órgão histórico Peter Conacher & Co., 1891.
  • Igreja da Foz do Douro [ Matriz ] [ Paroquial ] [ São João Baptista ]: órgão histórico António José dos Santos, 1868.
  • Igreja da Lapa
  • > Coro alto: grande órgão Georg Jann, 1995, de quatro manuais e pedaleira com acoplamentos.
  • > Presbitério: órgão positivo moderno
  • Igreja da Misericórdia [ da Santa Casa da Misericórdia do Porto] : órgão com um teclado manual e pedaleira, vinte meios registos [ I+P (10+10) ] construído por António José dos Santos Júnior, em 1888, inventariação e proposta de restauro pela Oficina e Escola de Organaria, em 1996, opus 16.
  • Igreja da Ordem do Carmo ] [ dos Carmelitas Descalços ]: órgão histórico
  • Igreja da Ordem Terceira de São Francisco [ da Venerável Ordem Terceira de São Francisco] [ dos Terceiros de S. Francisco ]: órgão histórico Manuel de Sá Couto, 1801.
  • Igreja da Trindade [ da Celestial Ordem da Santíssima Trindade ]: órgão histórico Manuel de Sá Couto, séc. XIX.
  • Igreja da Vitória [ Matriz ] [ Paroquial ] [ Nossa Senhora da Vitória ]
  • Igreja de Campanhã [ Matriz ] [ Paroquial ] [ Nossa Senhora ]
  • Igreja de Cedofeita [ Matriz ] [ Paroquial ] [ Igreja nova de Cedofeita ] [ de São Martinho ]: órgão Th. Kuhn, 2000, de três teclados manuais e pedaleira, com acoplamentos.
  • Igreja de Lordelo do Ouro [ São Martinho ]: órgão histórico Manuel de Sá Couto, c. 1800.
  • Igreja de Massarelos [ Matriz ] [ Paroquial ] [ Corpo Santo ]
  • Igreja de Miragaia [ Matriz ] [ Paroquial ] [ São Pedro ]: órgão histórico António José dos Santos, 1864.
  • Igreja de Paranhos [ Matriz ] [ Paroquial ] [ São Veríssimo ]: órgão histórico António José dos Santos, 1884, Porto.
  • Igreja de Ramalde [ Matriz ] [ Paroquial ] [ São Salvador ] [ Igreja nova de Ramalde ]: órgão moderno
  • Igreja de Santa Clara [ do antigo convento ]
  • > Lado da Epístola: órgão histórico Padre Lourenço da Conceição, seg. W. Jordan, data desconhecida.
  • > positivo
  • Igreja de Santo Ildefonso [ Matriz ] [ Paroquial ]: órgão de dois teclados manuais [ II ; (12+13)] construído por Manuel de Sá Couto, em 1811, restaurado pela Oficina e Escola de Organaria, em 2006, opus 49.
  • Igreja de São Bento da Vitória [ do antigo mosteiro ]:  órgão de dois teclados manuais [ II; (22+21) ], construído por Fr. Manuel de São Bento (c. 1720), inventariação e proposta de restauro da Oficina e Escola de Organaria, opus 17, em 1996, restaurada pela Oficina e Escola de Organaria em 2001, opus 32.
  • Igreja de São Francisco [ do antigo Convento ]: órgão histórico de Francisco António Solha, 1770.
  • Igreja de São João Novo
  • Igreja de São José das Taipas: órgão histórico Manuel de Sá Couto?, data desconhecida.
  • Igreja de São Lourenço [ dos Grilos ] [ do Colégio ]: órgão ibérico de um teclado manual [ I;(14+14) ], (c. 1785) restauro pela Oficina e Escola de Organaria, opus 24, em 1998.
  • Igreja de São Nicolau [ Matriz ] [ Paroquial ]
  • Igreja do Bonfim [ Matriz ] [ Paroquial ] [ Senhor do Bonfim e da Boa Morte ], coro alto: órgão histórico Frei Domingos Varela, 1817, construído para o Mosteiro de S. Bento de Ave Maria donde foi mudado para a Igreja do Bonfim.
  • Igreja do Carmo [ Igreja da Ordem Terceira do Carmo ] [ da Venerável Ordem Terceira de Nossa Senhora do Carmo ] [ dos Terceiros do Carmo ]: órgão histórico Peter Conacher & Co., 1881.
  • Igreja do Terço [ de Nossa Senhora  do Terço e Caridade e Caridade ]: órgão histórico António José dos Santos, 1863.
  • Igreja dos Anjos [ de Nossa Senhora dos Anjos ] [ dos Bragas ]
  • Igreja dos Clérigos
  • > Lado do Evangelho: J.L. Ciais Ferraz de Acunha, 1774, restaurado pela firma Acitores Organería y Arte, S. L. / Atelier Samthiago.
  • > Lado da Epístola: J.L. Ciais Ferraz de Acunha, 1774, , restaurado pela firma Acitores Organería y Arte, S. L. Atelier Samthiago.
  • Igreja dos Congregados: órgão histórico Manuel de Sá Couto, c. 1815.
  • Igreja dos Redentoristas
  • Igreja Evangélica Metodista do Mirante: órgão William Sweetland, 1924.
  • Sé do Porto
  • > Capela de São Vicente:  órgão de um teclado manual [ I; 5(1+2)] construído pelo P. Lourenço da Conceição, no séc. XVIII, inventariação e proposta de restauro pela Oficina e Escola de Organaria, opus 41, em 2003.
  • > Lado do Evangelho: órgão histórico Padre Lourenço da Conceição, 1726.
  • > Lado da Epístola: órgão histórico Padre Lourenço da Conceição, 1726.
  • > Coro alto: grande órgão de três teclados manuais e pedaleira com acoplamentos [ III+P ; 45 ] construído por Georg Jann, em 1985, manutenção pela Oficina e Escola de Organaria, opus 11, em 1995.
  • Seminário Maior de Nossa Senhora da Conceição, Capela: órgão Harm Kirschner, 2002.
Sé do Porto

Sé do Porto

Póvoa de Varzim [5]
  • Igreja da Misericórdia [ da Santa Casa da Misericórdia da Póvoa de Varzim ]: órgão histórico Manuel de Sá Couto, 1820.
  • Igreja de Beiriz [ Matriz ] [ Paroquial ] [ Santa Eulália ]: órgão Augusto Joaquim Claro (Braga), de um teclado manual e 14 meios registos [ I ; (7+7) ] construído em 1894, restaurado pela Oficina e Escola de Organaria, em 2001, opus 33.
  • Igreja de Navais [ Matriz ] [ Paroquial ] [ Divino Salvador ]
  • Igreja de Rates [ Matriz ] [ Paroquial ] [ São Pedro ]: órgão histórico Luís de Carvalho Guimarães, séc. XIX.
  • Igreja dos Terceiros Franciscanos: órgão histórico Manuel de Sá Couto, 1825-1826.
Santo Tirso [4]
  • Colégio Nun’Alvres  [ Igreja do Instituto Nun’Alvres ], freguesia de Caldas da Saúde
  • Igreja do mosteiro de Singeverga (de beneditinos), Roriz
  • Igreja Matriz de Santo Tirso [ Santa Maria Madalena ] [ do antigo mosteiro de São Bento ]
  • > tribuna: órgão histórico de Francisco António Solha?, data desconhecida.
  • > nave
Trofa [4]
  • Capela [ de Nossa Senhora ] da Livração
  • Igreja de Santiago de Bougado [ Matriz ] [ Paroquial ]: órgão histórico Manuel de Sá Couto, segundo António Simões, data desconhecida.
  • Igreja de São Mamede do Coronado [ Matriz ] [ Paroquial ]
  • Igreja de São Martinho de Bougado [ Matriz ] [ Paroquial ]: órgão histórico Manuel de Sá Couto, séc. XIX.
Valongo [4]
  • Igreja de Santa Rita [ Santuário de Santa Rita ]  [ do Colégio de Santa Rita ] Ermesinde, coro alto: órgão Orgelbau Goll AG, 2002, órgão de dois manuais e pedaleira com acoplamentos.
  • Igreja Matriz de Campo [ São Martinho ]
  • Igreja de Sobrado [ Matriz ] [ Paroquial ] [ Santo André ]
  • Igreja de Valongo [ Matriz ] [ Paroquial ] [ São Mamede ]: órgão de um teclado manual e pedaleira [ I+P ; 7 (2+2) ] construído por Peter Conacher & Co, em 1881, reparado pela Oficina e Escola de Organaria em 2011, opus 58.
Vila do Conde [6]
  • Igreja da Misericórdia de Vila do Conde
  • Igreja de Santa Clara [ do antigo Convento de Santa Clara: órgão histórico de Francisco António Solha, 1775.
  • Igreja de São Francisco [ do convento de Nossa Senhora da Encarnação ]: órgão histórico Manuel de Sá Couto, 1817.
  • Igreja de Arcos [ Matriz ] [ Paroquial ]
  • Igreja de Vairão [ do antigo mosteiro de São Salvador ]
  • > nave
  • > coro-alto
  • Igreja de Vila do Conde [ Matriz ] [ Paroquial ] [ São João Baptista ]: Augusto Joaquim Claro, 1908.
Vila Nova de Gaia [11]
  • Conservatório Regional de Gaia
  • Igreja do Corpus Christi [ do antigo Convento ]: órgão histórico Manuel de Sá Couto, 1828.
  • Igreja de Avintes [ Matriz ] [ Paroquial ] [ de São Pedro ]: órgão histórico Manuel de Sá Couto, reformulação, 1860.
  • Igreja de Grijó [ Matriz ] [ Paroquial ] [ do antigo mosteiro de São Salvador de Grijó ]: órgão de dois teclados manuais [ II; (16+17) ], construído por Manuel Sá Couto (c.1800), inventariação e projeto de restauro pela Oficina e Escola de Organaria, opus, 20, em 1996, restaurado pela Oficina e Escola de Organaria, em 2003, opus 40.
  • Igreja de Gulpilhares [ Matriz ] [ Paroquial ] [ de Nossa Senhora do Ó ]
  • Igreja de Mafamude [ Matriz ] [ Paroquial ] [ de São Cristóvão ]: órgão histórico de um teclado manual [ I ; (7+7) ], localizado no coro alto, construído por Manuel Sá Couto (c. 1800), restaurado pela Oficina e Escola de Organaria em 1996, opus 13.
  • Igreja de Oliveira do Douro [ Matriz ] [ Paroquial ] [ de Santa Eulália ]: órgão de um teclado manual [ I;6 ] construído por José Joaquim Fonseca em 1878, restaurado pela Oficina e Escola de Organaria, opus 25, em 1998.
  • Igreja de Santa Marinha [ Matriz ] [ Paroquial ]: órgão histórico Manuel de Sá Couto, 1815-1820.
  • Igreja de Valadares [ Matriz ] [ Paroquial ] [ Divino Salvador ]: órgão histórico Manuel de Sá Couto?, séc. XIX.
  • Igreja de Vilar de Andorinho [ Matriz ] [ Paroquial ] [ Divino Salvador ]: órgão de um teclado manual e seis meios registos [ I ; (6+6) ] construído por Manuel de Sá Couto, em 1817, restaurado pela Oficina e Escola de Organaria, em 2011, opus 56
  • Igreja de Vilar do Paraíso [ Matriz ] [ Paroquial ] [ de São Pedro ]

Fontes gerais da Organoteca:

Oficina e Escola de Organaria, Dinarte Machado Atelier Português de Organaria, José Alberto Rodrigues, Victor Oliveira, Francisco Falcão, António Simões, Órgãos de Portugal, Nuno Rigaud, Luís Santos, António José Ferreira, Nuno Mimoso, Amílcar Silva, José Carlos Arantes, António Fonseca, autarquias.

Lista dos órgãos de tubos da Região Autónoma da Madeira [ 31 ]

CONCELHOS

Calheta [3]
  • Igreja Matriz do Estreito da Calheta [ Nossa Senhora da Graça ]
  • Igreja Matriz do Paúl do Mar [ Santo Amaro ]
  • Igreja Matriz dos Prazeres [ Nossa Senhora das Neves ]
Câmara de Lobos [2]
  • Igreja Matriz de Câmara de Lobos [ São Sebastião ]
    Igreja Matriz do Estreito de Câmara de Lobos [ Nossa Senhora da Graça ]

Funchal [14]

  • Igreja da Boa Nova [ Sagrado Coração de Jesus ]
  • Igreja do Colégio [ São João Evangelista ]
  • > órgão positivo histórico da autoria de António Xavier Machado e Cerveira, opus s./n.º, s./d.
  • > coro alto: grande órgão moderno da autoria de Dinarte Machado 2008, de dois manuais e pedaleira, com acoplamentos.
  • Igreja Evangélica Presbiteriana: órgão de autor desconhecido, construído no século XX.
  • Igreja Matriz do Monte [ Nossa Senhora ]
  • Igreja e Recolhimento do Bom Jesus
  • Igreja de Santa Clara [ do Convento de Santa Clara ]: órgão de autor anónimo do século XVIII, de 1 teclado manual e oitava curta Dó – dó”’, restaurado por Dinarte Machado em 2001.
  • Igreja Matriz de Santa Luzia
  • Igreja Matriz de Santa Maria Maior
  • Igreja Matriz de Santo António
  • Igreja Matriz de São Martinho
  • Igreja Matriz de São Pedro
  • Sé [ Catedral ] do Funchal
  • > Coro alto: órgão da autoria de T.A. Samuel, de 1884, restaurado em 1996 por Dinarte Machado.
  • > Transepto: órgão moderno da autoria de Dinarte Machado, 2019.
Órgão histórico da Igreja do Colégio, Funchal

Órgão histórico da Igreja do Colégio, Funchal

Machico [2]
  • Igreja Matriz de Machico [ Nossa Senhora da Conceição ]: órgão de 1 teclado manual de oitava curta Dó – Dó”’, de autor anónimo do século XVIII, restaurado por Dinarte Machado em 2005.
  • Igreja Matriz do Porto da Cruz [ Nossa Senhora de Guadalupe ]: órgão Flight & Robson, do século XIX, de um teclado manual e cinco registos, restaurado por Dinarte Machado em 2004.
Ponta do Sol [1]
  • Igreja Matriz da Ponta do Sol [ Nossa Senhora da Luz ]
  • Igreja Matriz dos Canhas [ Nossa Senhora da Piedade ]
Porto Moniz [3]
  • Igreja Matriz do Porto Moniz  [ Nossa Senhora da Conceição ]
  • Igreja Matriz da Ribeira da Janela [ Nossa Senhora da Encarnação ]
  • Igreja Matriz do Seixal [ Santo Antão ]
Porto Santo [0]

.

Ribeira Brava [1 ]
  • Igreja Matriz da Ribeira Brava [ São Bento ]
Santa Cruz [1 ]
  • Igreja Matriz do Caniço [ Igreja Paroquial de Santo Antão . Igreja Paroquial do Caniço ]
Santana [2]
  • Igreja Matriz do Arco de São Jorge [ São José ]
  • Igreja Matriz de São Jorge [ São Jorge ]
São Vicente [2 ]
  • Igreja Matriz de São Vicente [ São Vicente ]
  • Igreja Matriz da Boaventura [ Santa Quitéria ]

Fontes gerais da Organoteca:

Oficina e Escola de Organaria, Dinarte Machado Atelier Português de Organaria, José Alberto Rodrigues, Victor Oliveira, Francisco Falcão, António Simões, Órgãos de Portugal, Nuno Rigaud, Luís Santos, António José Ferreira, Nuno Mimoso, Amílcar Silva, José Carlos Arantes, António Fonseca

Órgão da Igreja de São Roque, Lisboa

Lista de Órgãos do Distrito de Lisboa [ 116 ]

CONCELHOS

Alenquer [3]
  • Igreja de Nossa Senhora da Piedade, Merceana
  • Igreja Matriz de Aldeia Galega da Merceana [ Igreja Paroquial ] [ Nossa Senhora dos Prazeres ]
  • Igreja Matriz de Santa Quitéria de Meca [ Igreja Paroquial ] : órgão António Xavier Machado e Cerveira, opus 82, 1816.
Amadora [0]

.

Arruda dos Vinhos  [1]
  • Igreja Matriz de São Lourenço de Arranhó [ Igreja Paroquial ]
Azambuja [1]
  • Igreja Matriz da Azambuja [ Igreja Paroquial ] [ Nossa Senhora da Assunção ]
Cadaval [0]

.

Cascais [2]
  • Igreja de São Domingos de Rana [ Igreja Paroquial ] [ de São Domingos de Gusmão ]
  • Palácio dos Condes Castro Guimarães, Sala de Música
Lisboa [69]
  • Basílica da Estrela [ do Sagrado Coração de Jesus ]: órgão António Xavier Machado e Cerveira, opus 32, 1791.
  • Basílica dos Mártires [ de Nossa Senhora ]: órgão António Xavier Machado e Cerveira, opus 3, 1785.
  • > coro alto
  • > transepto
  • Capela das Escravas do Sagrado Coração de Jesus
  • Capela de Nossa Senhora dos Milagres
  • Capela do Palácio da Bemposta [ Academia Militar ]: órgão histórico António Xavier Machado e Cerveira, opus 37, 1792.
  • Escola de Música do Conservatório Nacional:
  • > Salão Nobre: órgão Walcker 1933, restaurado por Dinarte Machado em 1999.
  • > sala do coro
  • > museu
  • Escola Superior de Música de Lisboa [ Centro de Estudos Judiciários ]
  • Fundação Calouste Gulbenkian
  • > grande auditório: órgão da autoria de D.A. Flentrop, 1969, de dois manuais e pedaleira, com acoplamentos.
  • > orquestra: órgão portativo da autoria de D. A. Flentrop, 1967, de um teclado manual.
  • Igreja Anglicana [ Anglican church for Lisbon ] [ Saint George Church ]
  • Igreja da Graça [ Santo André e Santa Marinha ]:
  • > lado da Epístola
  • > lado do Evangelho
  • > coro alto: órgão da autoria de Augusto Joaquim Claro, 1905 (?).
  • Igreja das Chagas de Cristo: António Xavier Machado e Cerveira, opus 36, 1792.
  • Igreja de Nossa Senhora da Ajuda: órgão António Xavier Machado e Cerveira, opus s/n.º, s/d.
  • Igreja de Nossa Senhora da Conceição [ Igreja do Rato ]: órgão Egbert Pfaff, séc. XX.
  • Igreja de Nossa Senhora da Conceição (velha)
  • Igreja de Nossa Senhora da Pena [ de São Luís da Pena ]
  • Igreja de Nossa Senhora da Saúde
  • Igreja de Nossa Senhora da Vitória: órgão histórico da autoria de António Xavier Machado e Cerveira, opus 96, 1822.
  • Igreja de Nossa Senhora das Dores
  • Igreja de Nossa Senhora das Mercês
  • Igreja de Nossa Senhora do Carmo
  • Igreja de Nossa Senhora do Loreto [ dos Italianos ]
  • Igreja de Nossa Senhora do Rosário [ Igreja do Convento de São Domingos de Benfica ]
  • Igreja de Nossa Senhora do Rosário de Fátima: órgão Tamburini [ III+P; 48] de três manuais e pedaleira, com acoplamentos e anuladores, construído em 1938; restaurado por António Simões em 1986; reparado pela Oficina e Escola de Organaria em 2011, opus 60.
  • Igreja de São Lourenço [ Socorro ]: órgão histórico da autoria de António Xavier Machado e Cerveira, opus 72, 1806.
  • [ Igreja dos Anjos: desaparecido, órgão  António Xavier Machado e Cerveira, opus s. nº, s. d. ]
  • Igreja de Santa Catarina do Monte Sinai  [ Igreja dos Paulistas ]
  • Igreja de Santa Justa e Rufina: órgão histórico da autoria de António Xavier Machado e Cerveira, opus 95, 1822.
  • Igreja de Santa Maria Madalena
  • Igreja de Santo António à Sé
  • Igreja de São Domingos, altar-mor, lado do Evangelho: órgão Gebrüder Späth 1908, de dois manuais e pedaleira, com acoplamentos.
  • Igreja de São Francisco de Assis
  • Igreja de São Francisco de Paula
  • Igreja de São José
  • Igreja de São Luís dos Franceses [ dos Francesinhos ]
  • Igreja de São Mamede
    Igreja de São Nicolau e São Julião
    Igreja de São Paulo
  • Igreja de São Roque: órgão histórico da autoria de António Xavier Machado e Cerveira, opus 2, 1784
  • Igreja de São Vicente de Fora [ do antigo mosteiro ]
  • Igreja de São Vicente de Paulo
  • Igreja do Corpo Santo (de dominicanos)
  • Igreja Paroquial do Espírito Santo
  • Igreja do Sagrado Coração de Jesus, coro alto: órgão de construtor inglês, século XX.
  • Igreja do Santíssimo Sacramento: órgão histórico da autoria de António Xavier Machado e Cerveira, opus 83, 1817.
  • Igreja dos Inglesinhos [ do antigo convento ] (desativada)
  • Igreja dos Jerónimos [ do antigo Mosteiro ]
  • > órgão moderno
  • > [ desaparecido: órgão António Xavier Machado e Cerveira, s. nº, 1789. ]
  • Igreja dos Santos Veríssimo, Máxima e Júlia
  • Igreja de Santos-o-Velho: órgão histórico da autoria de António Xavier Machado e Cerveira, opus s. nº, s.d.
  • Igreja Evangélica Alemã [ Deutsche Evangelische Kirchengemeinde ]: órgão de dois teclados manuais e pedaleira, com acoplamentos [ II+P;21 ] construído por Willi Peter em 1966; manutenção da Oficina e Escola de Organaria em 1997, opus 21; restauro  2005 por Willi Peter, 2005.
  • Igreja Paroquial da Ameixoeira [ Nossa Senhora da Encarnação ]
  • > coro alto: órgão de Dinarte Machado Atelier Português de Organaria, 2003, de dois teclados manuais e pedaleira, com acoplamentos.
  • > órgão Nicola Ferroni, 2017, propriedade de Nuno Oliveira.
  • Igreja Paroquial de Nossa Senhora da Encarnação: António Xavier Machado e Cerveira, opus 98, 1826.
  • Igreja Paroquial de Nossa Senhora do Amparo, Benfica
  • Igreja Paroquial de Nossa Senhora dos Anjos [ Igreja dos Anjos ] [ Igreja Paroquial dos Anjos ]
  • Igreja Paroquial de Nossa Senhora dos Prazeres
  • Igreja Paroquial de Santiago [ de Santiago de Alfama ] [ de São Tiago e São Martinho ]: órgão António Xavier Machado e Cerveira, opus s/n.º, s/d.
  • Igreja Paroquial de São Tomás de Aquino
  • Instituto Gregoriano de Lisboa:
  • > órgão histórico construído por organeiro desconhecido, restaurado pelo organeiro português Dinarte Machado em 2003.
  • > órgão da autoria de Dinarte Machado Atelier Português de Organaria, 2004, de dois teclados manuais e pedaleira, com acoplamentos.
  • Museu Nacional da Música: órgão histórico
  • Panteão Nacional [ Igreja de Santa Engrácia ]: órgão histórico
  • Sé Patriarcal [ Igreja de Santa Maria Maior de Lisboa ]:
  • > lado do Evangelho
  • > altar-mor, lado da Epístola: órgão Flentrop 1964, de quatro manuais e pedaleira, com acoplamentos
  • > coro alto: órgão Flentrop 1964, de um manual e pedaleira acoplada
Basílica da Estrela, Lisboa

Basílica da Estrela, Lisboa

Loures [5]
  • Capela do Seminário dos Olivais: órgão histórico da autoria de António Xavier Machado e Cerveira, opus 103, 1828.
  • Igreja Matriz da Portela de Sacavém [ Igreja Portugal ] [ Cristo-Rei ]
  • Igreja Matriz de Santo António dos Cavaleiros [ Igreja Paroquial ]
  • Igreja Matriz de Unhos [ Igreja Paroquial ] [ São Silvestre ]
  • Igreja Matriz de Lousa [ Igreja Paroquial ] [ São Pedro ]
Lourinhã [1]
  • Igreja Matriz de Moita dos Ferreiros [ Igreja Paroquial ] [ Nossa Senhora da Conceição ]
Mafra [12]
  • Basílica do Palácio Nacional de Mafra:
  • > lado do Evangelho
  • > lado da Epístola
  • > sudeste
  • > sudoeste
  • > noroeste
  • > nordeste
  • Igreja de Azueira [ São Pedro dos Grilhões ]
  • Igreja de Nossa Senhora do Livramento:  órgão António Xavier Machado e Cerveira, opus 16, 1787.
  • Igreja Matriz da Encarnação [ Igreja Paroquial ] [ Nossa Senhora da Encarnação ]
  • Igreja Matriz da Ericeira [ Igreja Paroquial ] [ São Pedro ]
  • Igreja Matriz do Gradil [ Igreja Paroquial ] [ São Silvestre ]: órgão António Xavier Machado e Cerveira, opus 61, 1801.
  • Igreja Paroquial de Santo André
Odivelas [1]
  • Instituto de Odivelas, Museu [ Antiga Casa do Capítulo do Mosteiro de São Dinis ]: órgão histórico da autoria de António Xavier Machado e Cerveira, opus s/nº, 1798.
Oeiras [5]
  • Escola de Música de Nossa Senhora do Cabo
  • Igreja Matriz de Carnaxide [ Igreja Paroquial ] [ São Romão ]
  • Igreja Matriz de Linda-a-Velha [ Igreja Paroquial ] [ Nossa Senhora do Cabo ]: órgão Dinarte Machado Atelier Português de Organaria, 2006, de três teclados manuais e pedaleira, com acoplamentos.
  • Igreja Matriz de Oeiras [ Igreja Paroquial ] [ Nossa Senhora da Purificação ]
  • Igreja Matriz do Senhor dos Navegantes, Paço de Arcos [ Igreja Paroquial ]: órgão em processo de montagem
Sintra [5]
  • Capela da Casa de Saúde do Telhal
  • Capela Real do Palácio Nacional de Queluz: órgão António Xavier Machado e Cerveira, opus s/n.º s/d.
  • Igreja Matriz de Belas [ Igreja Paroquial ] [ Nossa Senhora da Misericórdia ]
  • Igreja Matriz de São Martinho [ Igreja Paroquial ]
  • Igreja Paroquial de Casal de Cambra [ Santa Marta ]
Sobral de Monte Agraço [3]
  • Igreja de Nossa Senhora da Purificação, Sapataria, coro alto: órgão moderno Hoffbauer, 1973, nesta igreja desde 2009, órgão de um teclado manual.
  • Igreja Matriz de Santo Quintino [ Igreja Paroquial ] , coro alto: órgão moderno Karl Lötzerich, de um manual e pedaleira.
  • Igreja Matriz de Sobral de Monte Agraço [ Igreja Paroquial ] [ Nossa Senhora da Vida ], coro alto: Órgão Henning Jenses, 1973, de um teclado manual e pedaleira, com acoplamento, proveniente da Igreja de Tanderup – Dinamarca, desmontado e embalado por Sven Hjort Andersen e instalado na Igreja pela Oficina e Escola de Organaria em 2003.
Torres Vedras 6]
  • Centro de Apoio Social de Runa [ Asilo de Inválidos Militares de Runa ] [ Lar dos Veteranos Militares ]
  • Igreja da Graça [ e Convento ]
  • Igreja da Misericórdia [ da Santa Casa da Misericórdia de Torres Vedras ]
  • Igreja Matriz de Torres Vedras [ Igreja Paroquial ] [ São Pedro ]
  • Igreja Matriz do Turcifal [ Igreja Paroquial ] [ Santa Maria Madalena ]
Vila Franca de Xira [0]

Fontes gerais da Organoteca:

Oficina e Escola de Organaria, Dinarte Machado Atelier Português de Organaria, José Alberto Rodrigues, Victor Oliveira, Francisco Falcão, António Simões, Órgãos de Portugal, Nuno Rigaud, Luís Santos, António José Ferreira, Nuno Mimoso, Amílcar Silva, José Carlos Arantes, António Fonseca, autarquias.

Grande órgão da Sé de Leiria
Lista de órgãos de tubos do distrito de Leiria [ 15 ]

CONCELHOS

Alcobaça [0]

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Alvaiázere [0]

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Ansião [0]

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Batalha [1]
  • Igreja do Mosteiro da Batalha: desaparecido: Manuel Benito Gomes, séc. XVIII (Tratado 2 de Geometria
    Practica, de Antonio Pedro de Mello)
  • Igreja Matriz de Reguengo do Fetal [ Igreja Paroquial ] [ Nossa Senhora dos Remédios ]
Bombarral [0]

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Caldas da Rainha [1]
  • Igreja de Nossa Senhora do Pópulo
Castanheira de Pera [0]

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Figueiró dos Vinhos [1]
  • Igreja Matriz de Figueiró dos Vinhos [ Igreja Paroquial ] [ São João Baptista ]
Leiria [4]
  • Igreja de São Pedro: Órgão Hofmann/Röhn, 1960, de dois manuais e pedaleira com acoplamentos, originalmente construído para a Igreja Católica de Neuses (Alemanha), foi adquirido pelo Orfeão de Leiria e instalado na igreja de São Pedro em 2008 pela firma Nuno Rigaud Orgelbau.
  • Igreja de Santa Isabel: órgão António Xavier Machado e Cerveira, opus s./n.º, s./d.
  • Santuário de Nossa Senhora da Encarnação
  • Sé de Leiria, localizado na nave central: órgão de três teclados manuais e pedaleira, com acoplamentos, construído por Georges Heintz em 1998.
Sé de Leiria

Sé de Leiria

Marinha Grande [0]

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Nazaré [2]
  • Igreja Matriz da Pederneira [ Igreja Paroquial ] [  Nossa Senhora das Areias e de S. Pedro ]
  • Santuário [de Nossa Senhora ] da Nazaré
Óbidos [4]
  • Igreja da Misericórdia [ da Santa Casa da Misericórdia de Óbidos ]
  • Igreja de São Pedro
  • Igreja Matriz de Óbidos [ Igreja Paroquial ] [ Santa Maria ]
  • Santuário do Senhor Jesus da Pedra

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Pedrógão Grande [0]

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Peniche [1]
  • Igreja Matriz de São Pedro [ Igreja Paroquial de São Pedro de Peniche ]: órgão histórico [ I; 2 (4+5) ] construído por Pietro António Boni em 1771, restaurado pela Oficina e  Escola de Organaria, em 2015, opus 65.
Pombal [0]

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Porto de Mós [1]

Igreja Matriz do Alqueidão da Serra [ Igreja Paroquial ]

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Fontes gerais da Organoteca:

Oficina e Escola de Organaria, Dinarte Machado Atelier Português de Organaria, José Alberto Rodrigues, Victor Oliveira, Francisco Falcão, António Simões, Órgãos de Portugal, Nuno Rigaud, Luís Santos, António José Ferreira, Nuno Mimoso, Amílcar Silva, José Carlos Arantes, António Fonseca, autarquias.

Órgão da Capela de São Miguel da Universidade de Coimbra

Lista dos órgãos de tubos do distrito de Coimbra [ 48 ]

CONCELHOS

Arganil [4]
  • Igreja da Misericórdia [ da Santa Casa da Misericórdia de Arganil ] [ de Santa Isabel ]: órgão inglês [ I;2 (10+10) ], c. 1900, montado em 1902 por J. Linhares, de 1 teclado para as 2 secções (54 notas), restaurado pela Oficina e Escola de Organaria de Pedro Guimarães e Beate von Rohden, em 1998, opus 23.
  • Igreja de Santo António [ Igreja do antigo convento de ],  Vila Cova de Alva
  • Igreja Matriz de Arganil [ Igreja Paroquial ] [ S. Gens ]
  • Igreja Matriz de Coja [ Igreja Paroquial ] [ São Miguel ]
Cantanhede [4]
  • Igreja Matriz da Pocariça [ Igreja Paroquial ] [ Nossa Senhora da Conceição ]
  • Igreja Matriz de Ançã [ Igreja Paroquial ] [ Nossa Senhora do Ó ]
  • Igreja Matriz de Covões [ Igreja Paroquial ] [ Santo António ]: órgão António Xavier Machado e Cerveira, de um manual [ I; (6+8)], construído em 1795, opus 47, restaurado pela Oficina e Escola de Organaria em 2016, opus 69.
  • Igreja Matriz de Murtede [ Igreja Paroquial ] [ São Martinho ]
Coimbra [20]
  • Capela de São Miguel da Universidade de Coimbra
  • Capela do Mosteiro de São Marcos, freguesia de São Silvestre
  • Igreja da Graça [ de Nossa Senhora da Graça ] [ do Colégio da Graça ]
  • Igreja da Misericórdia de Coimbra
  • Igreja da Rainha Santa Isabel
  • Igreja de São Salvador
  • Igreja do Carmo [ de Nossa Senhora do Carmo ]
  • Igreja Matriz de Brasfemes [ Igreja Paroquial ]
  • Igreja Matriz de Eiras [ Igreja Paroquial ]
  • Igreja Matriz de Santa Clara [ Igreja do antigo mosteiro de Santa Clara-a-Nova ]
  • > Coro alto
  • > Coro baixo: Dois órgãos positivos Manoel Benito Gomes, 1745 (Tratado 2 de Geometria Practica, de Antonio Pedro de Mello).
  • Igreja Matriz de Santa Cruz [ Igreja Paroquial ] [ Igreja do antigo mosteiro de Santa Cruz (de crúzios) ]
  • > Tribuna própria: órgão [ I ; 3 (26+29) ], de Heitor Lobo / Manuel Benito Bomes (Herrera) construído em 1531/1724, restaurado pela Oficina e Escola de Organaria, em 2008, opus 51.
  • > Balaustrada do coro alto
  • Igreja de São Bartolomeu
  • > Balaustrada do coro alto, ibérico
  • > órgão positivo
  • Sé Nova
  • > Lado do Evangelho, órgão ibérico
  • > Lado do Evangelho, órgão positivo
  • Seminário Maior de Coimbra [ Sagrada Família ]
  • > Igreja
  • > Salão São Tomás de Aquino, Órgão da Escola Diocesana de Música Sacra, órgão de um teclado manual e pedaleira com acoplamento construído por Ludwig Frank em 1980, remontado por António Simões em 2004.
Sé Nova de Coimbra

Sé Nova de Coimbra

Condeixa-a-Nova [2]
  • Igreja Matriz de Condeixa-a-Nova [ Igreja Paroquial ] [ Santa Cristina ]
  • Igreja Matriz de Ega [ Igreja Paroquial ] [ Nossa Senhora da Graça ]
Figueira da Foz [6]
  • Igreja da Ordem Terceira de São Francisco
  • Igreja da Misericórdia de Buarcos
  • Igreja Matriz de Lavos [ Igreja Paroquial ] [ Nossa Senhora da Conceição / de Santa Luzia ]
  • Igreja Matriz de Maiorca [ Igreja Paroquial ] [ Senhor da Paciência ]
  • Igreja Matriz de Quiaios [ Igreja Paroquial ] [ São Mamede ]
  • Igreja Matriz do Bom Sucesso [ Igreja Paroquial ] [ Nossa Senhora dos Remédios ]
Góis [0]

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Lousã [0]

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Mira [1]
  • Igreja Matriz de Mira [ Igreja Paroquial ] [ São Tomé ]
Miranda do Corvo [1]
  • Igreja Matriz de Semide [ Igreja Paroquial ] [ do antigo Convento de Santa Maria ]: órgão histórico da autoria de António Xavier Machado e Cerveira, opus s./n.º, 1796.
Montemor-o-Velho 5]
  • Igreja Matriz de Arazede [ Igreja Paroquial ] [ Nossa Senhora do Pranto ]
  • Igreja da Misericórdia, freguesia de Pereira
  • Igreja da Misericódia [ da Santa Casa da Misericórdia de Tentúgal ]
  • Igreja de Nossa Senhora dos Anjos [ Igreja do antigo convento ]
  • Igreja Matriz de Tentúgal [ Nossa Senhora da Assunção ]
  • Igreja do antigo Convento de Nossa Senhora do Carmo de Tentúgal [ Convento de Nossa Senhora da Natividade ] [ Convento das Carmelitas ]: órgão histórico [ I ; 4(2+2) ] construído por Manuel Benito Gomes (Herrera), c. 1710, restaurado pela Oficina e Escola de Organaria, em 2005, opus 48.
Oliveira do Hospital [0]

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Pampilhosa da Serra [0]

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Penacova [4]
  • Igreja do [ antigo ] Mosteiro de Lorvão
  • > balaustrada do coro: António Xavier Machado e Cerveira, opus 47, 1795.
  • > interior do Mosteiro
  • Igreja Matriz de São Pedro de Alva [ Igreja Paroquial ]
  • Igreja Matriz de Travanca do Mondego [ Igreja Paroquial ]
Penela [0]

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Soure [0]

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Tábua [1]
  • Igreja Matriz de Mouronho [ Igreja Paroquial ]
Vila Nova de Poiares [0]

Fontes gerais da Organoteca:

Oficina e Escola de Organaria, Dinarte Machado Atelier Português de Organaria, José Alberto Rodrigues, Victor Oliveira, Francisco Falcão, António Simões, Órgãos de Portugal, Nuno Rigaud, Luís Santos, António José Ferreira, Nuno Mimoso, Amílcar Silva, José Carlos Arantes, António Fonseca, autarquias

Órgão histórico da igreja do mosteiro de Tibães, Braga

Lista dos órgãos de tubos do distrito de Braga [ 81 ]

CONCELHOS

Amares [3]
  • Igreja de Rendufe [ Igreja Matriz ] [ Igreja Paroquial ] [ Santo André ] [ do antigo Mosteiro de Santo André de Rendufe ]
  • > coro alto: órgão histórico de Frei Manuel de São Bento, 1755.
  • Santuário da Abadia, Santa Maria de Bouro [ de Nossa Senhora da Abadia ]
Barcelos [9]
  • Igreja da Misericórdia de Barcelos [ da Santa Casa da Misericórdia ]
  • Igreja do Convento de São Francisco
  • Igreja do Mosteiro de Vilar de Frades: órgão histórico [ I; (14+16) ] de autor desconhecido, c. 1760, restauro da fachada pela Oficina e Escola de Organaria em 2008, opus 52.
  • Igreja do Senhor Bom Jesus da Cruz: órgão histórico de Calisto de Barros Pereira, 1730.
  • Igreja de Barcelinhos [ Igreja Matriz ] [ Igreja Paroquial ] [ Santo André Apóstolo ]
  • Igreja de Creixomil [ Igreja Matriz ] [ Igreja Paroquial ] [ São Tiago ]
  • Igreja de Góios [ Igreja Matriz ] [ Igreja Paroquial ] [ Santa Maria ]
  • Igreja de Vila Cova [ Igreja Matriz ] [ Igreja Paroquial ] [ Santa Maria ]
  • Igreja Matriz de Barcelos [ Igreja Matriz ] [ Igreja Paroquial ] [ Santa Maria Maior ]: órgão histórico de Frei Manuel de São Bento, 1727.
Braga [
  • Basílica do Bom Jesus do Monte [ Santuário do Bom Jesus ]: órgão histórico, órgão ibérico, construído por Manuel de Sá Couto, em 1798; teclado: C – g5 (56 notas); [ II; (20+20) ].
  • Basílica dos Congregados [ Igreja dos Congregados ]: órgão histórico, órgão ibérico, de Francisco António Solha, séc. XVIII, órgão, remodelado por Augusto Joaquim Claro, em 1900; teclado C – f5 (54 notas); [ I; (7+7) ]
  • Capela da Casa de Vale de Flores, Infias: órgão falso decorativo, segundo informação de José Alberto Rodrigues.
  • Capela das Convertidas [ Santa Maria Madalena ]: órgão histórico, órgão ibérico, construído por Luís António de Carvalho, opus 43, 1814; teclado C – f5 (54 notas); [ I; (4+4) ].
  • Capela de Santa Teresa [ Lar de São José ]: órgão histórico, ibérico, atribuído a Francisco António Solha, séc. XVIII; teclado C – d5 (47 notas, oitava curta); [ I; (6+7) ].
  • Capela de Santo António, Casa das Lages, Pousada: órgão histórico de autor desconhecido, do séc. XVIII (?), teclado C – d5 (47 notas, oitava curta), de 10 meios registos [ I; (5+5) ].
  • Capela de Santo Estêvão, Palmeira: órgão moderno Richard Rensch (Alemanha), 1958, teclado: C – f5 (54 notas); pedaleira C – d3 (27 notas), 9 meios registos [I+P; 4+5) ].
  • Capela de São Miguel-o-Anjo, Maximinos: órgão histórico de autor desconhecido, séc. XVIII (?), teclado C – d5 (47 notas, oitava curta), 6 meios registos [ I; (3+3) ].
  • Igreja da Lapa: órgão histórico, órgão ibérico, Manuel de Sá Couto (Lagonsinha), inícios do séc. XIX; teclado C – f5 (54 notas); [ I; (5+5) ].
  • Igreja da Misericórdia [ da Santa Casa da Misericórdia de Braga ]: órgão histórico, órgão ibérico, construído por Luís de Sousa, em 1768; teclado: C – f5 (54 notas); [ I; (9+9) ]
  • Igreja da Penha [ de França ]: órgão histórico de Francisco António Solha, 1774.
  • Igreja da Senhora-a-Branca: órgão histórico, órgão ibérico, construído por Manuel de Sá Couto, em 1819; teclado: C – f5 (54 notas); [ I; (6+6) ].
  • Igreja de Adaúfe [ Igreja Matriz ] [ Igreja Paroquial ] [ Santa Maria ]: órgão de um teclado e 14 meios registos [ I; (7+7) ] construído por José António de Sousa c. 1795?, restaurado pela Oficina e Escola de Organaria em 2001, opus 37.
  • Igreja de Cividade [ Igreja Matriz ] [ Igreja Paroquial ] [ São Tiago ]: órgão histórico, construído por António José dos Santos, 1870, de um teclado: C – f5 (54 notas) e 8 meios registos [ I; (4+4) ].
  • Igreja de Crespos [ Igreja Matriz ] [ Igreja Paroquial ] [ Santa Eulália ]: órgão histórico, de autor desconhecido, do séc. XVIII (?), teclado C – d5 (47 notas, oitava curta), 12 meios registos [ I; (6 + 6) ].
  • Igreja de Dume [ Igreja Matriz ] [ Igreja Paroquial ] [ São Martinho ]
  • > órgão Augusto Joaquim Claro, 1891, teclado C – f5 (54 notas), com 12 meios registos [ I; (6+6) ].
  • > órgão moderno Oberlinger (Alemanha), 1977, teclado C – g5 (56 notas); pedaleira C – f3 (30 notas),  com 11 registos (II + P; 11).
  • Igreja de Lamaçães [ Santa Maria ]: órgão histórico Luís António de Carvalho, opus 45, 1815, teclado C – f5 (54 notas), com 8 meios registos [ I; (4+4) ].
    Registos: 4 + 4
  • Igreja de Nogueira [ Igreja Matriz ] [ Igreja Paroquial ] [ São João Baptista ]: órgão histórico de autor desconhecido, séc. XVIII (?), teclado C – d5 (51 notas), 16 meios registos [ I; (8+8) ]
  • Igreja de Maximinos [ São Pedro ]: órgão histórico, atribuído a Manuel de Sá Couto (Lagonsinha), inícios do séc. XIX, teclado C – d5 (47 notas, oitava curta), com 10 meios registos [ I; (5+5) ].
  • Igreja de Nossa Senhora da Torre
  • Igreja de Padim da Graça [ Igreja Matriz ] [ Igreja Paroquial ] [ Nossa Senhora ]: órgão histórico, atribuído a Manuel de Sá Couto (Lagonsinha), séc. XIX (inícios), teclado C – f5 (50 notas, oitava curta), 10 meios registos [ I; 5+5) ]
  • Igreja de Palmeira [ Matriz ] [ Paroquial ] [ Santa Maria ]: órgão histórico de autor desconhecido, do séc. XVIII (?), teclado C – d5 (47 notas, oitava curta), 14 meios registos [ I; (7+7) ].
  • Igreja de Real [ Igreja Matriz ] [ Igreja Paroquial ] [ São Jerónimo ] [ Igreja de São Frutuoso ]:
  • > órgão de 1 teclado e 22 meios registos [ I; (11+11) ] construído por José António de Sousa em 1783, manutenção pela Oficina e Escola de Organaria em 2004, opus 45.
  • > salão paroquial: órgão moderno Richard Rensch (Alemanha), 1960, teclado: C – f5 (54 notas); pedaleira C – d3 (27 notas), com 5 registos [ II+P; 5 ].
  • órgão positivo moderno Claus Sebastian, 2001, teclado C – c6 (63 notas), [ I; (3+6) ]
  • Igreja de Santa Cruz: órgão histórico, órgão ibérico, de Miguel de Mosquera, 1742, teclado: C – f5 (54 notas); [ I; (11+11) ]
  • Igreja de São João da Ponte [ Santo Adrião ]: órgão histórico, órgão ibérico, atribuído a Manuel de Sá Couto, inícios do séc. XIX; teclado C – f5 (54 notas);  [ I; (5+5 ) ].
  • Igreja de São João de Souto [ Igreja Matriz ] [ Igreja Paroquial ]: órgão histórico, órgão ibérico, construído por José Joaquim da Fonseca, 1863; teclado C – f5 (54 notas); [ I; (4 + 4) (+ Subbasso) ].
  • Igreja de São José de São Lázaro [ Igreja Matriz ] [ Igreja Paroquial ]: órgão histórico, órgão ibérico, Manuel de Sá Couto, 1817; teclado C – f5 (54 notas); [ I; (5+5) ].
  • Igreja de São Marcos [ do Hospital ]: órgão histórico, órgão ibérico, Manuel de Sá Couto, inícios do séc. XIX; teclado C – f5 (54 notas); [ I; (8+8) ]
  • Igreja de São Sebastião das Carvalheiras [ Igreja Matriz ] [ Igreja Paroquial ]: órgão histórico, de autor desconhecido, do séc. XVIII (?), um teclado [C – d5 (47 notas, oitava curta)], três registos inteiros. [ I; 3 ].
  • Igreja de São Vicente [ Igreja Matriz ] [ Igreja Paroquial ]: órgão histórico, órgão ibérico, de Francisco António Solha, 1769; teclado: C – d5 (47 notas, oitava curta); [ I; (11+12), atualmente (9+10), segundo José Alberto Rodrigues ].
  • Igreja de São Vítor [ Igreja Matriz ] [ Igreja Paroquial ]: órgão histórico, órgão ibérico, construído por Manuel de Sá Couto, em 1815; teclado: C – f5 (54 notas); [ I; (8+8) ].
  • Igreja de Tibães [ do Mosteiro de São Martinho ]: órgão histórico de Francisco António Solha, 1785, teclado C – f5 (54 notas), 49 meios registos [ II; (24+25) ].
  • Igreja do Carmo [ de Nossa Senhora do Carmo ]: órgão histórico, órgão ibérico, construído por Joaquim Lourenço Ciais Ferraz da Cunha, em 1790;
    teclado: C – d5 (51 notas); [ II; (15+15) ]
  • Igreja do Colégio de São Boaventura de Montariol [ Igreja do Convento de Montariol ]
  • > coro alto: órgão [ I + P; 7 ] construído por Joseph Walker – London, 1868, restaurado pela Oficina e Escola de Organaria em 2003, opus 43.
  • > altar: órgão Th. Forbenius & Co., 1954; Teclado: C – g5 (56 notas); [ I; 6 ]
  • Igreja do Pópulo [ Igreja do antigo Convento de Santa Maria do Pópulo ]: órgão histórico, ibérico, de autor desconhecido, séc. XVIII; teclado: C – d5 (47 notas); [ I; (13+13) ].
  • Igreja do Salvador [ de São Salvador ] [ do antigo Convento ] [ Lar Conde de Agrolongo ]: órgão histórico, ibérico, construído pelo Padre Lourenço da Conceição, 1736, teclado: C – g5 (56 notas); 9 registos [ I; 9 ].
  • Igreja dos Terceiros [ da Ordem de São Francisco ]: órgão histórico, ibérico, construído por José António de Sousa, 1782; teclado C – d5 (47 notas, oitava curta); [ I; (11+11) ].
  • Sé [ Catedral ] [ Sé Primaz ] de Braga [ Santa Maria Maior ]
  • > lado do Evangelho: órgão histórico ibérico construído por Frei Simón Fontanes (Galiza, Espanha), 1737; teclado C – d5 (47 notas, oitava curta), dois manuais, [ II; (24 + 24) ]
  • > lado da Epístola: órgão histórico barroco, ibérico, construído por Frei Simón Fontanes (Galiza, Espanha), 1739; teclado: C – d5 (47 notas, oitava curta), registos 14 + 14.
  • > transepto: órgão positivo de coro, órgão ibérico, órgão de armário, construído por José Carlos de Sousa, 1799; teclado: C – d5 (47 notas, oitava curta); [ I; (5+5) ]
  • > Museu: órgão histórico ibérico, atribuído a João Antunes, 1685; teclado: C – a4 (42 notas, oitava curta), quatro registos [ I; 4 ].
  • Seminário de São Pedro e São Paulo
  • > Igreja de São Paulo, coro alto: órgão histórico de Augusto Joaquim Claro, 1899, de teclado [C – g5 (56 notas)] e pedaleira [C – d3 (27 notas)], com 29 registos (II+P; 29).
  • > > Altar: órgão Manuel de Sá Couto, 1832, um teclado [C – d5 (47 notas, oitava curta)], [ I; 5+5 ], 10 meios registos.
  • > Capela Árvore da Vida: órgão Pedro Guimarães von Rohden, 2011, teclado [ C – d5 (54 notas) ], registos: 1 + 1/2.
  • > Capela da Imaculada: órgão positivo moderno Henk Klop (Holanda), 2016; teclado: C – g5 (56 notas), dividido entre Si e Dó3; [ I; (3+3) ].
  • > Capela de São Pedro e São Paulo: órgão moderno Giovanni Pradella (Itália), 2016, teclado [C – g5 (56 notas)] e  pedaleira [C – f3 (30 notas)], com 5 registos [ II+P; 5 ].
  • > Capela do Ano Propedêutico: órgão Johannes Rohlf (Alemanha), opus 180, 2016, teclado: C – f5 (54 notas); 1 registo [ I; 1 ]
  • Universidade Católica Portuguesa [ Capela da Faculdade de Teologia ]: órgão Troels Krhon (Dinamarca); 1979; teclado: C – g5 (56 notas); pedaleira C – d3 (27 notas); [ I+P; 5+5 (+16’) ].
  • Universidade do Minho
  • > Salão Nobre do Departamento de Música: órgão histórico, ibérico, de autor desconhecido, do séc. XVIII (?); teclado C – f5 (54 notas); [ I; (5+7) ]
  • > Instituto de Estudos da Criança [ Capela do Instituto Monsenhor Airosa ]: órgão histórico, ibérico, de autoria atribuída a Filipe da Cunha, 1737, teclado C – d5 (47 notas, oitava curta), 18 meios registos [ I; (9+9) ].
Sé de Braga

Sé de Braga

Cabeceiras de Basto [2]
  • Igreja de Cabeceiras de Basto [ Igreja Matriz ] [ Igreja Paroquial ] [ do Mosteiro de São Miguel de Refojos de Basto ]
  • > Lado da Epístola: órgão histórico de Francisco António Solha, 1770.
  • > Lado do Evangelho: órgão mudo
Celorico de Basto [0]

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Esposende [2]
  • Igreja de Apúlia [ Igreja Matriz ] [ Igreja Paroquial ] [ São Miguel ]
  • Igreja de Esposende [ Igreja Matriz ] [ Igreja Paroquial ] [ Santa Maria dos Anjos ]
Fafe [0]

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Guimarães [12]
  • Capela da [ Venerável ] Ordem Terceira de São Francisco
  • Capela de Nossa Senhora da Conceição: órgão histórico de Francisco António Solha, 1774.
  • Igreja da Misericórdia [ da Santa Casa da Misericórdia de Guimarães ]: órgão histórico de Francisco António Solha, 1780.
  • Igreja de São Domingos: órgão histórico de Francisco António Solha, 1758.
  • Igreja de São Francisco
  • Igreja de São Sebastião [ Igreja Matriz ] [ Igreja Paroquial ] [ Igreja do antigo Convento de Santa Rosa de Lima das Freiras  Domínicas ]
  • Igreja de Santo António dos Capuchos [ [ do antigo Convento ] [ Igreja do Hospital ]: órgão histórico de Francisco António Solha, 1777.
  • Igreja do Carmo [ Igreja do antigo Convento das Carmelitas Calçadas ]
  • Igreja dos Santos Passos
  • Igreja de Oliveira do Castelo [ Igreja Matriz ] [ Igreja Paroquial ] [ de Nossa Senhora da Oliveira ] [ da Real e Insigne  ] [ Colegiada de Nossa Senhora da Oliveira]: órgão [ II; (24+27) ] de Luís António de Carvalho, construído em 1840, restaurado pela Oficina e Escola de Organaria em 2013, opus 62.
  • Igreja de Santa Marinha da Costa [ Igreja Matriz ] [ Igreja Paroquial ] [ do Antigo Mosteiro de Santa Marinha da Costa ]: órgão histórico de Francisco António Solha, 1778-1782.
  • Igreja de São Martinho de Sande [ Igreja Matriz ] [ Igreja Paroquial ] [ da Confraria do Santíssimo Sacramento de São Martinho de Sande ]
Póvoa de Lanhoso [2]
  • Igreja de Águas Santas [ Igreja Matriz ] [ Igreja Paroquial ] [ São Martinho ]
  • Santuário [ da Senhora ] de Porto D’Ave
Terras de Bouro [0]

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Vieira do Minho [0]

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Vila Nova de Famalicão [5]

  • Igreja de Joane [ Igreja Matriz ] [ Igreja Paroquial ] [ Divino Salvador ], órgão de dois teclados manuais e pedaleira com acoplamentos construído por Paul Ott em 1965.
  • Igreja de Landim [ Igreja Matriz ] [ Igreja Paroquial ] [ do antigo Mosteiro de Landim ]
  • Igreja de Vermoim [ Igreja Matriz ] [ Igreja Paroquial ] [ Santa Maria ]
  • Igreja de Ribeirão [ Igreja Matriz ] [ Igreja Paroquial ] [ de São Mamede ]
  • Igreja de Telhado [ Igreja Matriz ] [ Igreja Paroquial ]
Vila Verde [3]
  • Igreja de Aboim da Nóbrega [ Matriz ] [ Paroquial ] [ Nossa Senhora da Assunção ]
  • Igreja de Duas Igrejas [ Matriz ] [ Paroquial ] [ Santa Maria ], coro alto, lado do Evangelho, órgão com um só teclado manual, palhetas horizontais e pisantes para ligar/desligar os cheios.
  • Igreja de Pico de Regalados [ Matriz ] [ Paroquial ] [ São Paio ]
Vizela [0]

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Fontes gerais da Organoteca:

Oficina e Escola de Organaria, Dinarte Machado Atelier Português de Organaria, José Alberto Rodrigues, Victor Oliveira, Francisco Falcão, António Simões, Órgãos de Portugal, Nuno Rigaud, Luís Santos, António José Ferreira, Nuno Mimoso, Amílcar Silva, José Carlos Arantes, António Fonseca, autarquias