Hue pongaihu, Nova Zelândia

Hue pongaihu é um aerofone da família das flautas globulares tradicional do povo Maori, da Nova Zelândia, feito de cabaça.

Hue rara, Nova Zelândia

Hue rara é um instrumento tradicional do povo Maori, da Nova Zelândia, constituído por uma cabaça em forma de pêra (seca, com as sementes dentro) que funciona como idiofone de agitação.

Ororuarangi, Nova Zelândia

Ororuarangi é um aerofone da família das flautas, tradicional do povo Maori, da Nova Zelândia.

Karanga manu, Nova Zelândia

Karanga manu é um instrumento de sopro tradicional do povo Maori, da Nova Zelândia, utilizado no chamamento de pássaros.

Hue paruhau, Nova Zelândia

Hue paruhau é um instrumento de sopro tradicional do povo Mahori, da Nova Zelândia, constituído por uma cabaça a que foi cortado um bocado do pescoço e retiradas as sementes.

Pupurangi, Nova Zelândia

Pupurangi é um aerofone da família das trompetes naturais constituído por um búzio, tradicional do povo Maori, Nova Zelândia.

Karanga weka, Nova Zelândia

Karanga weka é um aerofone tradicional do povo Maori, da Nova Zelândia.

Furufarra, Espanha

Furufarra (o mesmo que burrun, ou zurunberra, em Alava), é um aerofone livre, que consiste numa pequena pequena placa de madeira com uma corda, com tamanhas e aspetos diversos, conforme a procedência. Toca-se agarrando a corda e fazendo a peça de madeira girar no ar com mais ou menos velocidade, mudando assim a altura do som.

Charango, Peru

Charango é um pequeno cordofone dedilhado sul-americano, típico do Peru, com origem na guitarra espanhola.

Tambor de Mandinga, Guiné-Bissau

Cutildim é um tambor em forma de taça feito de madeira revestida na parte superior por pele de cabra, o instrumento mais pequeno do chamado “tambor de Mandinga”, tradicional da Guiné-Bissau. O tambor de Mandinga é um instrumento musical usado pelas etnias Mandinga (um dos maiores grupos étnicos da África Ocidental), Fula (grupo étnico que compreende várias populações espalhadas pela África Ocidental) e Biafada (etnia que se encontra na Guiné-Bissau, Senegal e Gâmbia). É constituído por três tambores de tamanhos diferentes, cada um com o seu nome e som. O mais alto tem o nome de sabaro, que significa “cabeça do tambor”; o médio é chamado “cutil“. O instrumento é usado nas “djanbadon” (manifestações), casamentos, colheitas e cerimónias de divindades.

Tambor de Mandinga (cutildim ao centro)

Colaboração: Wilson da Silva