Primavera, menina

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A árvore

A árvore que planto
tem ramos a crescer, (bis)
muita sombra p’ra dar,
muitas aves p’ra acolher. (2 v.)

A árvore que rego…

A árvore que podo…

António José Ferreira ]

À roda

À roda, à roda,
o vento rodopia.
Já levanta a saia
da menina Maria.

À roda, à roda,
o vento assobia.
Varreu todas as folhas
que pelo chão havia.

À roda, à roda,
o vento num tropel
arrastou os pardais
para o seu carrocel.

À roda, à roda,
o vento arrebatou
as sementes das plantas
e à terra as atirou.

À roda, à roda,
até que enfim poisou
à espera que nasçam
as flores que semeou.

Vá de Roda ]

Brinca com as mãos

Brinca com as mãos
e faz como_eu já fiz.

Toca como eu
e toca_assim depois.

Dança agora_assim
e mexe como eu.

Sente o corpo, assim,
e cria novos sons.

António José Ferreira ]

Chego à escola

Chego à escola e digo olá.
Olá! Olá!
Gosto muito de saudar.
Olá! Como está?
E na escola descobrimos
a alegria de cantar.
Pará pá pá.

Venho co’_a mochila às costas.
Olá! Olá!
Levo_o gosto de saber.
Olá! Como está?
Faço música tocando:
isso é o maior prazer.
Pará pá pá.

António José Ferreira ]

Cuida da alimentação

Cuida da alimentação,
toma leite, come pão.
Cuida da alimentação,
come truta e salmão.
Cuida da alimentação,
come pera e melão.
Cuida da alimentação,
bebe água até mais não.

António José Ferreira ]

Descasca a castanha

Descasca a castanha
muito bem descascadinha.
Verás que dentro da casca
há outra casca castanha fininha.

Tradicional ]

E boas festas viemos dar

E boas festas, e boas festas
nós aqui viemos dar,
às senhoras e senhores
que estão a escutar.

As janeiras vimos cantar
desejando neste dia
um bom ano para todos
com saúde e alegria.

Vivam todos os professores,
vivam os auxiliares.
Vivam também os alunos
e os seus familiares.

Tradicional ]

Esta pandeireta

Esta pandeireta
a quem vou eu dá-la?

Vai ser para a N.
que adora tocá-la. (bis)

António José Ferreira ]

Este pandeiro que eu toco

Este pandeiro que eu toco,
este que tenho na mão
fui pedi-lo emprestado
p’ra trazer ao São João.

P’ra trazer ao São João,
p’ra trazer à romaria;
este pandeiro que eu toco,
não é meu, é da Maria.

Trad. Vieira do Minho ]

Eu queria ser o Pai Natal

Eu queria ser o Pai Natal
e ter um carro com renas
para pousar nos telhados
mesmo ao pé das antenas.

Eu queria ser o Pai Natal. (2 v.)

Descia com o meu saco
ao longo da chaminé
carregado de brinquedos
e roupas pé ante pé.

Em cada casa trocava
um sonho por um presente.
Que profissão mais bonita
fazer a gente contente.

Luísa Ducla Soares ]

Feliz Natal

Feliz Natal! (2v.)
Para todos
um ano especial.

Um presépio,
um pinheiro,
uma luz no mundo inteiro.

Um Menino,
um presente,
uma estrela diferente.

António José Ferreira ]

Funga aláfia

Funga aláfia, ashe ashe.
Funga aláfia, ashe ashe.

Peace be with you and all these you meet.
Peace be with you and all these you meet.

Em ti eu penso, contigo eu falo.
De ti eu gosto: somos amigos.

Gosto de tocar

Gosto de tocar
p’ra te ouvir a cantar.
Vamos tocar bombo,
vamos tocar pratos,
guizos, reque!
É tão bom tocar.

António José Ferreira ]

Há na casa um esqueleto

Há na casa um esqueleto,
uma vassoura e um gato preto.

Há na casa uma teia,
e uma janela aberta à lua cheia.

Há na casa uma aranha
e sai do órgão música estranha.
Há na casa um vampiro
que bebe sangue e come um diospiro.

António José Ferreira ]

Havia um elefante

Havia um elefante
que andava numa savana sem fim.
Havia um elefante:
tinha uma tromba assim, assim.
Tinha uma tromba assim.

Havia um crocodilo
na água turva do rio sem fim.
Havia um crocodilo:
tinha uma boca assim, assim.
Tinha uma boca assim.

Havia uma girafa.
Comia folhas e não o capim.
Havia uma girafa.
Tinha um pescoço assim, assim.
Tinha um pescoço assim.

Havia uma pantera.
Corria alegre por entre o capim.
Havia uma pantera.
Tinha uma cauda assim, assim.
Tinha uma cauda assim.

Havia uma serpente.
Gostava de passear no jardim.
Havia uma serpente.
Tinha uma língua assim, assim.
Tinha uma língua assim.

António José Ferreira ]

Leva-me, ó Verão

Leva-me, ó Verão,
vamos passear.
Vamos de mãos dadas
a caminhar.

Quero ir de férias
e aproveitar
para os meus amigos
encontrar

Leva-me, ó Verão,
vamos descansar.
Vamos para a serra
e sentir-lhe o ar!

Leva-me, ó Verão,
vamos navegar,
passear na praia
e mergulhar!

Leva-me, ó Verão,
vamos viajar.
Vamos de avião
sobre o grande mar.

António José Ferreira ]

Lisboa

Lisboa faz surgir,
ai, que milagre é aquele?
Cantigas a florir
num cravo de papel.

Nos arcos enfeitados
poisaram as estrelas
e há anjos debruçados
nos telhados das vielas.

Mãos de mãe

Mãos de mãe são as mais fofas,
mãos que sabem acalmar.
mãos que fazem a comida
e que aprendem tudo para ensinar.

Tuas mãos são as mais fortes,
mãos que sabem apoiar,
mãos que apontam o caminho
para que o meu sonho possa conquistar.

Tuas mãos são divertidas,
mãos que gostam de brincar,
mãos que agarram quando caio,
mãos que vão à frente para abraçar,

mãos que lutam e acreditam,
mãos que sabem trabalhar,
mãos que abrem uma estória,
mãos que neste dia, mãe, quero beijar.

António José Ferreira ]

Na cidade

Na cidade,
tantos ruídos!
Uns, desagradáveis,
outros divertidos.

Na cidade,
oiço tantos sons:
uns são cansativos
e outros muito bons.

Na cidade,
oiço sons de sinos,
uns são muito grossos,
outros são mais finos.
Na cidade,
posso_ir ao concerto
ouvir uma banda
e ver os músicos de perto.

Na cidade,
oiço, de repente,
“golo” no estádio,
festa para a gente.
Na cidade
voz de multidão,
grave ou aguda,
é um grito de emoção.

António José Ferreira ]

O meu pai

O meu pai
sabe ensinar,
o meu pai
sabe apoiar,
o meu pai
sabe brincar,
o meu pai
sabe abraçar.
Vou cantar-lhe a canção mais bonita
que sei cantar.

António José Ferreira ]

O Senhor Entrudo

O Senhor Entrudo
por ser comilão
ficou barrigudo
como um melão.

Pum tskà pum,
a banda a tocar.
Pum tskà pum,
a escola a desfilar.

Faço palhaçadas
pelo Carnaval.
Se são engraçadas
ninguém leva a mal.

Hoje uma princesa
sai c’o mosqueteiro.
Vai uma chinesa
com o marinheiro.

António José Ferreira ]

Sol de Outono

Crianças caminhando sobre folhas no Outono
Crianças caminhando sobre folhas no Outono

Sol de Outono, Outono, Outono,
Sol doirado, doirado, doirado,
Folhas que caem, caem, caem.
Leva-as o vento, o vento, o vento.

Lá vão tantas, tantas, tantas,
p’ra tão longe, longe, longe,
dizendo adeus, adeus, adeus
ao sol do Verão, do Verão, do verão.

Luiza da Gama Santos ]

Voltou a Primavera

Voltou a Primavera
com prendas p’ra me dar:
um campo de papoilas
e o cuco a cantar:
Cucu, cucu,
adoro escutar
o cuco entre os ramos
no monte a cantar.

Voltou a Primavera
com prendas p’ra me dar,
um campo de papoilas
e um pássaro a cantar:
Piu piu, piu piu.
Adoro escutar
um pássaro entre os ramos
na árvore a cantar.

Voltou a Primavera
com prendas p’ra me dar:
um campo de papoilas
e um grilo a cantar:
Gri gri, gri gri.
Adoro escutar
um grilo entre as ervas
no prado a cantar.

António José Ferreira ]

Vem o frio

Vem o frio, a geada,
e adorava ver nevar.
Cai a chuva e o granizo,
põe-se o vento a soprar.

Só preciso de um cachecol
para eu me enrolar. (bis)

Vem o frio, a geada,
e adorava ver nevar.
Cai a chuva e o granizo,
põe-se o vento a soprar.

Só preciso de um bom casaco
para eu me agasalhar. (bis)

António José Ferreira ]

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