Wind chimes

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A bola é redonda

A bola é redonda
em cima de uma pomba.
A pomba é toda branca
em cima de uma tranca.
A tranca é de pau,
berim debim debau.

Berra a ovelha

Berra a ovelha.
Não ‘stá zangada.
É assim que ela fala.
A ovelha berra,
você não.
Então porque não se cala?

Muge a vaca…

Zurra o burro…

António José Ferreira ]

De olhos abertos

De olhos bem abertas
à imaginação
faz novos instrumentos
com ritmo e emoção.
Se alguém diz que não presta,
talvez possa prestar:
descobre o soms ‘scondido
e põe-no a tocar.

Há muitos instrumentos
tão fáceis de montar;
recolhe, junta, cola,
depois é só tentar.
Talvez haja ao teu lado
tambores p’ra tocar:
descobre a importância
de reutilizar.

O som vem da madeira,
da pedra e do metal;
o plástico tem forças
p’ra ser especial.
Talvez haja ao teu lado
maracas p’ra tocar.
E pode ser suave
o som de abanar.

De cabos de vassoura
faz clavas p’ra bater
ou cria raspadores,
é fácil de fazer.
Podes pedir ajuda
a um familiar;
depois faz uma banda
e toca até cansar.

António José Ferreira ]

Debaixo da pedra

Debaixo da pedra
mora um bichinho
de corpo cinzento
muito redondinho.

Tem medo do sol,
medo de andar.
Bichinho da conta
não sabe contar.

Muito redondinho,
rebola no chão.
Rebola na erva
e na minha mão.

Desconhecido ]

Dentro de nós

Dentro de mim,
dentro de ti,
dentro de nós
existe Alguém.
Eu sou assim,
tu és assim,
diferentes,
e ainda bem.

Todos dif’rentes, todos iguais,
diferentes e iguais.

A escola é minha,
a escola é tua,
a escola é
de todos nós.
A trabalhar,
a estudar,
toda a gente
fica a ganhar.

Isabel Carneiro ]

É um esqueleto

É um esqueleto –
um esqueleto de brincar.
Como ele gosta
de mexer e de dançar.
Vai um dia ao baile,
baila, baila com o par.
Deixa lá o fémur.
– Como é que vai andar?

É um esqueleto –
um esqueleto de brincar.
Como ele gosta
de sonhar e de pensar.
Vai um dia à China
de avião com o seu par.
Deixa lá o crânio.
– Como é que vai pensar?

É um esqueleto –
um esqueleto de brincar.
Como ele gosta
de correr e de saltar.
Vai à maratona
com desejo de ganhar.
Deixa lá a rótula.
– Como vai continuar?

É um esqueleto –
um esqueleto de brincar.
Como ele gosta
de comer um bom jantar.
Vai a um restaurante
muito fino à beira-mar.
Deixa lá a mandíbula:
– Como é que vai mastigar?

António José Ferreira ]

Na vila

Na vila, há uma rua.

Na rua, uma casa.

Na casa, uma sala.

Na sala, uma mesa.

Na mesa, uma caixa.

Na caixa, uma chave

Jos wuytack ]

Esta é a mão

Esta é a mão direita,
a esquerda é esta mão.
Co’a direita digo sim,
com a esquerda digo não.

A direita aponta o céu,
a esquerda aponta o chão.
Eu agora já conheço,
já não faço confusão.

Fui à caixa das bolachas

Fui à caixa das bolachas
sem a minha mãe saber.

Tirei uma, tirei duas,
tirei três, tirei quatro,

tirei cinco, tirei seis,
tirei sete, tirei oito,

tirei nove, tirei dez…

Que guloso que tu és!

Hei, tenho asas nos pés

Hei, tenho asas nos pés, tenho asas!
Hei tenho asas nos pés e salto!

Salto sem parar!
Vamos lá saltar!

Como o canguru!
Salta também tu!

Como em trampolim!
Salta lá assim!

Salta em comprimento!
Que divertimento!

Como um passarinho
a saltar do ninho!

Salto para a frente
para ficar quente!

Salto para trás,
que já sou capaz!

Salto para o lado
sem ficar cansado!

António José Ferreira, adaptado dos Clã ]

Neve

Neve! Neve!
Cai a neve.
Branca e fria,
vai cobrindo o chão.
Neve! Neve!
Cai a neve.
Um farrapo desce
e logo outro farrapinho
vai descendo.
Cai na minha mão!

António José Ferreira ]

O Duque manda

O Duque de Loulé
está cheio de frio
e manda que se faça
uma fogueira junto ao rio.

O Duque de Viseu
está muito infeliz
e manda que se faça
um arroz de codorniz.

O Conde de Aguiar
está muito cansado
e manda que lhe sirva
um bifinho bem passado.

António José Ferreira ]

Pai querido

Pai querido, tu és muito especial.
Estou bem quando tu ficas a meu lado.
Aproxima-se o dia de Natal.
Há um presente com que eu tenho sonhado.

Mãe querida que estás cheia de carinho,
vê lá bem o que me vais oferecer.
Tu já sabes que eu gosto de um beijinho
mas há prendas que eu adoro receber.

António José Ferreira ]

Quem é amigo

Quem é amigo
está para ajudar.
Quem é amigo
está para apoiar,
faz rir e não chorar,
e convida p’ra jogar.
O amigo é um tesouro
para preservar.

António José Ferreira ]

Somas

1+1=2
Quanto é a junta de bois?

2+2=4
Quanto é o arroz de pato?

3+3=6
Quanto custam os pastéis?

4+4=8
Quanto custa o biscoito?

5+5=10
Quanto custam os cafés?

6+6=12
Quanto custa uma dose?

António José Ferreira ]

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