MELOTECA SÍTIO DE MÚSICAS E ARTES
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ORGANISTAS EM PORTUGAL
ANA PAULA MENDES

Ana Paula Mendes diplomou-se em Órgão no Conservatório Nacional de Lisboa, sob a orientação de Joaquim Simões da Hora. Estudou também Clavicórdio e Interpretação de Música Antiga com Macario Santiago Kastner e frequentou um estágio de aperfeiçoamento em órgão orientado por José Luis González Uriol. Participou num estágio de direcção coral em Brugges e nos Cursos de Direcção Coral da Costa do Estoril.

Tem exercido a sua actividade essencialmente na área do ensino, ministrando Formação Musical e Órgão na Academia de Música de Santa Cecília, no Instituto Gregoriano de Lisboa e na Escola Diocesana de Música Sacra. Ana Paula Mendes lecciona, desde 1985, no Conservatório de Tomar, escola da qual assumiu a direcção técnico-pedagógica a partir de 1991.

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ANA RAQUEL RODRIGUES

Nascida em 1981, em Lisboa, Ana Raquel Rodrigues terminou o Curso de Órgão no Instituto Gregoriano de Lisboa, prosseguindo actualmente os estudos na Universidade de Évora sob a orientação de João Vaz. Participou no Curso de Música Antiga de Daroca e nas Semanas de Música Antiga Ibérica em Évora, contactando com José Luís Gonzáles Uriol, Manuel Morais, Rui Vieira Nery, Ana Mafalda Castro, entre outros. Tem participado em classes de aperfeiçoamento de órgão, nomeadamente com Klemens Schnorr, Hans-Ola Ericsson e Stefan Baier.

Fez parte de vários grupos corais como Camerata ad Impromptu, Vocal Aparte e Coro Odyssea e estuda Canto com Ana Leonor Pereira. Tem vindo a realizar vários recitais de órgão em diversas igrejas como São Vicente de Fora e Igreja dos Mártires, e participou recentemente nos concertos de órgão do Festival Internacional de Órgão de Lisboa, no dia ECHO. É organista na Igreja de Santa Joana, Princesa, em Lisboa.

11 Abril 2006

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ANTOINE SIBERTIN-BLANC

Nascido em Paris, Antoine Sibertin-Blanc, foi aluno, de 1945 a 1954, na Escola César Franck onde recebeu uma formação multidisciplinar, obtendo nomeadamente, sob a orientação de Édouard Souberbielle, o Diploma de Órgão e de Improvisação. Além de Piano e Órgão, estudou também Canto Gregoriano, Direcção Coral e Composição. Beneficiando, simultaneamente, do ensino de Maurice Duruflé no Conservatório Nacional Superior de Paris, foi nomeando em 1952 organista da Maîtrise de la Madeleine e Maître de Chapelle  de S. Merry. Em 1955, deixou Paris para assumir em Luxemburgo, durante cinco anos, o cargo de organista da Igreja de S. José.

Em 1961, face à oportunidade de ensinar órgão em Lisboa no Centro de Estudos Gregorianos, recentemente fundado, não hesitou. À sua chegada, beneficiando logo de um conjunto de circunstâncias favoráveis, foi nomeado em 1965 titular do grande órgão da Sé Patriarcal e, mais tarde, da classe de Órgão da Escola Superior de Música de Lisboa, dois lugares-chave na música de um país que, após um longo declínio, redescobriu pouco a pouco as maravilhas do seu próprio património, restaurando os seus órgãos e, pela mesma ocasião, acedeu ao conhecimento e à prática do grande repertório organístico universal.

Atento a todos os aspectos deste renascimento, Antoine Sibertin-Blanc prosseguiu incansavelmente a sua tarefa de divulgação através do país. No plano internacional, deu concertos pela Europa, designadamente na França, Alemanha, Itália, Espanha, Áustria, Holanda, Bélgica, Suécia, Dinamarca e Noruega, em alguns países da ex-União Soviética, e no Brasil. Embora o seu repertório abranja compositores desde a época pré-clássica até aos nossos dias, a sua permanência em Portugal levou-o a interessar-se de um modo muito particular pela música ibérica, para cuja interpretação é amiúde convidado.

No campo do disco, as suas realizações publicadas, nomeadamente pelas etiquetas Erato, Arion, Polygram e Movieplay ocasionaram as melhores críticas. Além disso, realizou inúmeras gravações para as estações de rádio e televisão de diversos paíse.

Em 1999, Antoine Sibertin-Blanc foi honrado com o título de Comendador da Ordem de Santiago de Espada pelo Presidente da República Portuguesa.

27 Setembro 2006

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ANTÓNIO DUARTE

Natural de Lisboa, realizou os seus estudos musicais no Instituto Gregoriano de Lisboa onde, António Duarte sob a orientação de Sibertin-Blanc, concluiu o curso superior de Órgão. Procurando sempre ampliar e aprofundar os seus conhecimentos sobre o órgão e a interpretação do respectivo repertório, participou em diversos cursos de aperfeiçoamento artístico, sendo particularmente importante para a sua formação um curso com o organista Michel Jolivet. Como bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian, foi aluno de Monserrat Torrent na classe de Órgão do Conservatório Superior Municipal de Música de Barcelona, dedicando-se sobretudo ao estudo da música antiga portuguesa e espanhola.

Gravou para a radiodifusão portuguesa e francesa e efectuou gravações discográficas em órgãos históricos portugueses. Realizou concertos em Espanha e em diversas localidades dos Estados Unidos da América, onde também leccionou alunos de Órgão e deu seminários sobre música antiga portuguesa para órgão. Realiza concertos por todo o País, incluindo as Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira, quer a solo, quer com as mais diversas formações corais e instrumentais, e colabora como professor de Órgão em diversos cursos de formação. É organista da Igreja da Madalena em Lisboa e professor de órgão na Escola de Música do Conservatório Nacional e na Escola de Música de Linda-a-Velha.

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ANTÓNIO MANUEL ESTEIREIRO

Natural de Lisboa, António Manuel Esteireiro iniciou os estudos musicais com o pianista Emílio Lopes, na Academia de Música da Liga dos Amigos de Queluz. Com João Vaz e Rosa Amorim começa o seu interesse e motivação pelo estudo do órgão de tubos. Após a conclusão do 1.° Curso Nacional de Música Sacra, em 1994, foi convidado a prosseguir os seus estudos naquela área na Academia de Música Sacra e Educação Musical (Fachakademie für katholic Kirchenmusik und Musikerziehung), em Regensburg, Alemanha. Admitido na classe de Órgão de Franz Josef Stoiber, organista da Catedral de Regensburg, obteve, sob a sua orientação, o diploma de Música Sacra em Regensburg e a licenciatura pedagógica em Órgão na Escola Superior de Música e Teatro de Munique. Tais estudos só foram possíveis com o apoio da Diocese de Regensburg e da Fundação Geiselberg de Munique. Frequentou posteriormente, na Escola Superior de Música de Bremen, o curso de mestrado em Órgão de Concerto com Hans-Ola Ericsson.

Obteve, em Junho de 1996, o 2.° prémio no Concurso Nacional para Organistas (Porto), e em Dezembro de 1997 o 1.° prémio do Concurso Nacional para Jovens Organistas (Leiria). Tem realizado concertos como solista em várias cidades, tais como Lisboa, Porto, Leiria, Beja, Munique, Regensburg, Colónia, Würzburg, Aschaffenburg, Wiesbaden, Speyer, Metz, Bremen e São Paulo (VII Festival Internacional "São Bento" de Órgão), entre outras. Para além da sua actividade como solista, tem dedicado particular interesse à música de câmara com órgão, tendo actuado nesse âmbito no IV Festival Internacional de Órgão de Lisboa e no Festival Internacional de Órgão de Mafra.

A música contemporânea é outro dos pontos fortes do seu repertório, colaborando regularmente com diversos compositores na edição e execução das suas obras. O estudo e a interpretação da obra de Olivier Messiaen tem sido uma constante na sua actividade de concertista e pedagogo. António Esteireiro lecciona actualmente no Conservatório de Música "Calouste Gulbenkian" de Aveiro e no Instituto Gregoriano de Lisboa.

CONTACTOS

TelemóvelTlm. (00 351) 965 092 437

Correio electrónicoCorreio: esteireiro@kanguru.pt

Correio electrónicoCorreio: esteireiro@hotmail.com

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ANTÓNIO MÁRIO COSTA

Natural do Porto, António Mário Costa iniciou os estudos musicais no Curso de Música Litúrgica da Diocese do Porto e no Conservatório de Música do Porto. Teve como primeiro professor de Órgão António Ferreira dos Santos. Com apenas 15 anos de idade tornou-se maestro do Orfeão de Gondomar, cargo que exerceu durante quatro anos. Foi membro do Coro da Sé Catedral do Porto e por diversas vezes dirigiu o mesmo Coro e o conjunto instrumental “Solemnium Concertus”.

De 1989 a 1994 frequentou a Academia Superior de Música Sacra de Regensburg, onde estudou órgão com o professor Franz Josef Stoiber e Direcção de Coro com o professor Roland Büchner. Concluiu em Julho de 1993, o Curso Superior de Música Sacra, em Regensburg, e, em Julho de 1994, a licenciatura pedagógica em órgão, na Escola Superior de Música de Munique.

Tem realizado inúmeros concertos como organista, quer a solo quer realizando baixo contínuo, em várias localidades de Portugal, destacando-se as participações nas temporadas inaugurais do Grande Órgão de tubos da Igreja da Lapa e do Grande Órgão de Tubos da Igreja de Nossa Senhora da Conceição no Porto, bem como o concerto inaugural do Órgão de Tubos da Igreja da Costa Nova.

Tem tido também intensa actividade como director de coro, tendo dirigido inúmeros concertos em Portugal, Espanha, França, Itália e Alemanha. Foi professor nos três Cursos Nacionais de Música Sacra, em Fátima, e, de 1994 a 2000, Director Artístico do Coro da Universidade Católica-Porto. Desde Setembro de 1994, é professor de Órgão e de Análise e Técnicas de Composição no Conservatório de Música de Aveiro de Calouste Gulbenkian. Em Outubro de 1995 foi nomeado Organista Titular da Sé Catedral do Porto e é também, desde Outubro de 2003, o responsável pelo Coro do Seminário Maior do Porto. É o Director do Coro de Câmara Capella Antiqua e do Coro de Santa Joana – Aveiro.

09 Junho 2007

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ANTÓNIO MOTA

António José Marques de Sá Mota é doutorado em Música pela Universidade de Aveiro, em 2007, com uma tese sobre "Olivier Messiaen e o Livre du Saint Sacrement - Estudo Analítico e Estilístico", sob orientação de João Pedro Oliveira. Foi aluno de Órgão de Antoine Sibertin-Blanc, no Instituto Gregoriano de Lisboa e na Escola Superior de Música de Lisboa, tendo nesta última concluído em 2000 a licenciatura em Órgão, com média final de curso máxima - o que lhe valeu um prémio de mérito pelo Instituto Politécnico de Lisboa.

É licenciado e Mestre em Engenharia Electrotécnica e de Computadores, pelo Instituto Superior Técnico (Universidade Técnica de Lisboa), em 1995 e 1999, respectivamente, tendo até 2000 exercido funções de docência e trabalho de investigação nesta área.

Lecciona actualmente Órgão no CMJ (Conservatório de Música da JOBRA, onde exerce também funções de Delegado do Grupo de Teclas e é membro do Conselho Pedagógico) e na AMVP (Academia de Música de Vilar de Paraíso). Realiza paralelamente trabalho de investigação no grupo de Música Sacra / Estudos Sistemáticos do Órgão, da Escola de Artes da Universidade Católica do Porto, com Giampaolo di Rosa e Paulo Antunes.

Em 2007 apresentou na Universidade de Aveiro uma conferência sobre "A Música para Órgão de Olivier Messiaen". Tem sido convidado regularmente para funções de júri de exames de Órgão, tanto a nível geral como superior. Foi organista titular da Igreja do Sagrado Coração de Jesus em Lisboa, de 1989 a 2004. Colaborou também frequentemente na Sé Patriarcal de Lisboa, como organista substituto de Antoine Sibertin-Blanc, assim como na igreja dos Jerónimos.

Na qualidade de concertista, tem exercido actividade regular, actuando tanto a solo como com coros e orquestras. A solo já tocou em concerto nos grandes órgãos da Sé Patriarcal de Lisboa, igreja de S. Vicente de Fora (Lisboa), Sé do Porto, Sé de Leiria, igreja da Lapa (Porto), igreja da Imaculada Conceição (Porto), Sé de Beja, Universidade de Aveiro e igreja de Joane. Participou como solista em festivais, tal como o Festival de Órgão de Aveiro (igreja de Vagos, Universidade de Aveiro, igreja da Aradas) e no 5º Ciclo de Órgão e Música Sacra do Porto "Vox et Organum '08". A nível internacional, foi solista no VII Festival Internacional São Bento de Órgão da cidade de São Paulo, Brasil, em 2000. Acompanhou também coralistas e instrumentistas em concerto no Museu Gulbenkian, no Festival de Música de S. Roque, no Festival Coral Internacional "Costa Azul", no III e VI Festival Internacional de Órgão de Lisboa, com a Orquestra Sinfónica Portuguesa, entre outros. Em 2000 e 2003 gravou CDs com o Coro de Santa Maria de Belém, da igreja dos Jerónimos. Em 1997 recebeu um primeiro prémio ex-aequo no 1º Concurso Nacional de Jovens Organistas na Cidade do Lis, em Leiria.

O seu repertório abrange compositores da época barroca, romântica e contemporânea, tendo particular interesse em J.S. Bach e Olivier Messiaen. Toca a integral para Órgão de Amaral Vieira - o maior compositor brasileiro vivo.

Em termos de composição própria, António Mota conta actualmente 6 opus compostas para Órgão (lista completa de opus: "Pequeno Prelúdio para Carrilhão de 17 Notas - in memoriam José Rocha", opus 1 - 1995; "Prelúdio Perpétuo", opus 2 - 2000; "Marche Triomphale - dedicado ao Mestre-Organeiro Dinarte Machado", opus 3 - 2001; "Toccata TriTonalis - dedicado a Antoine Sibertin-Blanc", opus 4 - 2002; "Fantasia sobre Ave Maris Stela", opus 5 - 2003; "Fantasia sobre um Cântico de Natal", opus 6 - 2003; existe em versão para Órgão moderno e para 2 órgãos ibéricos; "Oops, I did it again Fugue", opus 7 - 2006).

Frequentou cursos ("Master Class") de interpretação organística com Jürgen Essl (2000), Klemens Schnorr (2001), Graham Barber (2002 e 2003), Giampaolo di Rosa (2002), Hans-Ola Ericsson (2003), além de outros cursos (pedagogia musical com Peter Röbke (2002) e Baixo Contínuo com Hermann Stinders (2002)). Aprofundou a sua prática ao Órgão, durante 1 ano e meio, em regime de "curso livre", com Giampaolo di Rosa, na Escola de Artes da Universidade Católica Portuguesa. Trabalhou 3 anos como docente na Escola Superior de Música de Lisboa (cadeiras de Órgão e Acompanhamento e Improvisação).

FOTOGRAFIA

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SítioPágina: mota.no.sapo.pt

Correio electrónicoCorreio: sa.mota@sapo.pt

03 Fevereiro 2008

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CARINA LASCH

Uma das duas organistas titulares e responsável pela programação de música sacra na Igreja Evangélica Alemã de Lisboa, Carina Lasch estudou órgão e direcção coral com Andreas Boltz no Instituto de Música Sacra da diocese de Mainz, Alemanha, obtendo o grau "C-Kirchenmusikerin" (especialização semi-profissional em música sacra). Participou no concurso "Jugend Musiziert" (jovens músicos) em Madrid (1995) e Barcelona (1993) na classe de canto a solo, tendo obtido o 2º e 3º prémios a nível da Península Ibérica.

Como organista, tem tocado a solo música de câmara e tem acompanhado vários coros, tais como o Coral Públia Hortênsia, Grupo Vocal Arsis e o Coro Ricercare em concertos em Portugal e na Alemanha, entre outros em Lisboa, no órgão histórico em São Vicente de Fora e na Sé de Lisboa. Pontualmente, acompanha o Coro da Igreja do S. Sagrado Coração de Jesus nas missas transmitidas pela RTP e RTP Internacional. Entre 2000 e 2003 foi cantora e assistente em direcção coral no Coral Públia Hortênsia (dir. Paulo Brandão). Também tem participado no coro da Igreja do Sagrado Coração de Jesus, Lisboa (dir. padre Miguel Carneiro) como cantora e organista.

Desde 2003 participa na organização de actividades para as crianças da Igreja Evangélica Alemã de Lisboa (Auto de Natal, Musical infantil) e é responsável pela parte musical. É fundadora e directora artística do grupo coral Chorus Echo.

10 Dezembro 2005

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CELINA MARTINS

Celina Martins fez os estudos musicais no Conservatório de Música de Aveiro de Calouste Gulbenkian, onde estudou Órgão sob a orientação de Domingos Peixoto, entre 1996 e 2001. Nesse ano, foi admitida no Curso de Licenciatura em Ensino de Música (Órgão) da Universidade de Aveiro, onde trabalhou sob a orientação do mesmo Professor. Frequentou também a classe de Cravo de Cândida Matos, no Conservatório de Música de Coimbra. Durante os cinco anos de estudo na Universidade, participou nos Cursos de Música Antiga de Daroca - Espanha, com os professores José Luís González Uriol e João Vaz, e em diversas classes de aperfeiçoamento, sob a orientação dos professores Antoine Sibertain-Blanc, Giampaolo di Rosa, Jesus Gonzalo Lopez, Louis Robillard, Edite Rocha e, como ouvinte, Olivier Latry. No campo da Direcção Coral, participou num curso dirigido pelo maestro Edgar Saramago. Posteriormente, participou no 4.º grau do Curso de Pedagogia Musical orientado por Jos Wuytack e ainda numa acção de formação orientada por Leonor Pereira sobre Pedagogia e Didáctica do canto na voz infantil.

Tem-se apresentado, desde o ano 2000, quer nos recitais do Ciclo Jovens Organistas, promovidos pela Associação Musical Pro Organo, quer nos recitais curriculares organizados pelo Departamento de Comunicação e Arte, quer, ainda, em concertos didácticos dirigidos a alunos de Órgão, durante o Estágio realizado em 2005/2006 no Conservatório de Música de Aveiro.

Apresentou-se no auditório do Departamento de Comunicação e Arte (UA), no Museu de Aveiro e nas igrejas da Misericórdia (Aveiro), Ançã (Cantanhede), Senhora da Conceição (Porto), Albergaria-a-Velha e no ciclo inaugural do novo órgão da Igreja Matriz de Vagos. Em 2004 participou no VIII Festival Internacional de Música de Mafra, no âmbito da integral da obra para tecla de Carlos Seixas. No ano seguinte participou nos recitais do dia ECHO do VIII Festival Internacional de Órgão de Lisboa, na Igreja de S. Roque. No presente ano, participará na audição da obra integral de Dietrich Buxtehude.

Desde 2005, é professora e membro da Direcção da Escola Diocesana de Música Sacra de Aveiro (EDMUSA). Pertence também à Direcção da Associação Musical Pro Organo (AMPO). Leccionou, ainda, nas escolas de Valongo do Vouga e da Tuna de Santa Joana. É organista titular do órgão de tubos da Igreja Matriz de Albergaria-a-Velha.

08 Agosto 2007

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DANIEL OLIVEIRA

Natural de Alenquer, Daniel Oliveira frequenta actualmente a licenciatura em Ciências Musicais, na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa.

Frequentou o Curso Oficial de Órgão e Baixo Contínuo no Conservatório de Música de Nossa Senhora do Cabo, em Linda-a-Velha, sob orientação de João Paulo Janeiro, curso que concluiu com elevadas classificações.

Tem actuado em vários pontos do País como organista e cravista, apresentando-se como solista ou em colaboração com vários agrupamentos vocais ou instrumentais, nomeadamente com a orquestra Concentus Musicum de Lisboa, Capella Olissiponensis e Coro Laudate de São Domingos de Benfica, marcando presença no Festival de Música de São Roque e na Festa da Música do Centro Cultural de Belém.

A sua actividade incide essencialmente sobre o estudo e interpretação da Música antiga para tecla dos séculos XVI, XVII e XVIII, com particular interesse pela música antiga Ibérica para tecla. Daniel Oliveira é membro fundador do agrupamento vocal e instrumental " In Dulci Jubilo", grupo dedicado ao estudo e interpretação do reportório Renascentista e Barroco.

Tem frequentado vários cursos de interpretação e classes de aperfeiçoamento de Órgão, Cravo e Música de Câmara, onde contactou e trabalhou com personalidades como Graham Barber, Luigi Ferdinando Tagliavini, Gerhard Doderer, Ketil Haugsand, Ana Mafalda de Castro, Richard Gwilt, Peter Holtslag, Rainer Zipperling e Jorge Matta.

Daniel Oliveira, é actualmente organista co-titular da Basílica da Estrela em Lisboa, e organista titular da Basílica de Santa Quitéria (Meca, Alenquer) desde 2001. É professor de Órgão e Educação Musical em vários estabelecimentos de ensino da região de Lisboa.

VideoSé de Faro, 13 Novembro 2010

CONTACTOS

TelemóvelTel. (00 351) 964 543 379

Correio electrónicoCorreio: danieloliveira_85@hotmail.com

20 Agosto 2007

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DAVID PACCETTI CORREIA

David Paccetti Correia nasceu em Lisboa em 1976. Recebeu os primeiros ensinamentos de música com Inês Mazoni da Cunha Rosa. Estudou cravo com Maria José de Brito e mais tarde com Maria Amélia Abreu. Os seus estudos oficiais de música começaram no Instituto Gregoriano de Lisboa, com Antoine Sibertin-Blanc, com quem efectuou os primeiros anos de órgão. Em 1995, ganha um primeiro prémio na disciplina de Órgão dos concursos da Juventude Musical Portuguesa. Termina em 1997, já como aluno do organista João Vaz, o Curso Complementar de Órgão do Instituto Gregoriano de Lisboa. Neste Instituto, familiarizou-se com a música litúrgica medieval, tendo sido aluno de Maria Helena Pires de Matos nas disciplinas de Canto Gregoriano e de Modalidade.

Ainda em 1997, depois de ter frequentado durante um ano o curso de Ciências Musicais da Universidade Nova de Lisboa, foi-lhe concedida uma bolsa de estudo pela Fundação Calouste Gulbenkian para o Conservatório Superior de Zaragoza, onde aperfeiçoaria os estudos de Órgão sob a orientação de José González Uriol. Recebeu em Junho de 1999 o título de Professor Superior de Organo. Participou em cursos de aperfeiçoamento da prática e da teoria organísticas com Michael Radulescu (Ebnat Kappel, Suíça, 1998), Roberto Fresco e Montserrat Torrent (Palencia, Espanha, 1999), João Vaz e José González Uriol (Évora, 1999).

Tem colaborado desde há vários anos com o Coro Universidade Lusíada. Foi aluno do curso de Música da Universidade de Évora, organista titular da Igreja de Nossa Senhora da Pena e professor do Conservatório de Tomar.

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DOMINGOS PEIXOTO

Domingos Peixoto é titular do Curso Superior de Piano e do Curso de Órgão do Conservatório Nacional (Lisboa), do Curso de Órgão do Conservatório Nacional de Lyon e do Curso Superior de Órgão da Schola Cantorum de Paris, enquanto bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian. Estudou ainda na École César Franck de Paris e no Instituto Pontifício de Música sacra de Roma. Teve, como principais mestres, Antoine Sibertin-Blanc, Louis Robilliard, Jean Langlais e Edouard Souberbielle. É licenciado em Filosofia (Faculdade de Filosofia de Braga) e tem o Mestrado em Ciências Musicais (Faculdade de Letras - Coimbra).

Leccionou no Centro de Cultura Musical de Caldas da Saúde, no Instituto Politécnico da Guarda e nos Conservatórios de Guimarães, Ponta Delgada, Guarda e Aveiro. Actualmente é o responsável pela disciplina de Órgão no Curso de Licenciatura em Ensino de Música da Universidade de Aveiro.

Até 1990 apresentou-se regularmente em concertos em Portugal, França, Espanha, Itália e Alemanha, tanto a solo como integrando formações de música de câmara. Daí para cá, mais voltado para a investigação, tem desenvolvido um projecto de estudo sobre os órgãos históricos de Aveiro e publicado vários trabalhos com eles relacionados.

Responsável pela actividade da AMPO - Associação Musical Pro Organo, tem dirigido as Temporadas de Órgão, acompanhado trabalhos de restauro de instrumentos históricos e colaborado nas diversas iniciativas que se têm desenvolvido no sector organístico na cidade e região de Aveiro.

17 Setembro 2007

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EDITE ROCHA

Edite Rocha concluiu em 1993 os estudos de Piano na Academia de Música de Viana do Castelo sob orientação de Luís Pipa e, posteriormente, Madalena Soveral. Ainda em 1993 foi admitida no Curso de Licenciatura em Ensino de Música da Universidade de Aveiro, tendo estudado Órgão sob orientação de João Pedro de Oliveira e Domingos Peixoto.

No ano lectivo de 1997-98, como bolseira do Projecto Erasmus, frequentou o Conservatoire National de Région de Musique, Danse et Art Dramatique de Perpignan (França), onde estudou Órgão com Jean-Christophe Revel e Cravo com Carole Parer.

Terminada em 1999 a Licenciatura em Ensino de Música - Órgão, na Universidade de Aveiro, foi admitida na Schola Cantorum Basiliensis, Escola Superior de Música Antiga de Basileia (Suíça) onde estudou sob orientação de Jean-Claude Zehnder e Andrea Marcon, como bolseira do Ministério da Cultura.

Paralelamente frequentou cursos de interpretação com vários professores, nomeadamente Jean Boyer, José Luís Uriol, Frederic Desenclos, J.-A.Bötticher, Christoph Bossert, L.F. Tagliavini, Paolo Crivellaro e Michael Radulescu.

Tem dado recitais, tanto a solo, com formações de música de câmara e orquestras em Portugal, França, Espanha, Alemanha e na Suíça. Actualmente realiza um Doutoramento em Música na Universidade de Aveiro, sendo bolseira da Fundação Ciência e Tecnologia.

VideoIgreja do Carmo em Faro, 20 Novembro 2010

CONTACTOS

MoradaEdite Rocha

Rua Manuel Luiz Nogueira, 9

3800-216 Aveiro

Portugal

TelefoneTel. (+00 351) 234 105 715

TelemóvelTlm.(+00 351) 938 421 947

Correio electrónicoCorreio: edite.rocha@gmail.com

30 Outubro 2006

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EUGÉNIO AMORIM

Eugénio Amorim nasceu em 1963 em São João da Madeira, onde iniciou os estudos musicais, prosseguindo-os na Academia de Música de Santa Maria da Feira. No Conservatório de Música do Porto veio a concluir os Cursos Superiores de Piano e Composição nas classes de, respectivamente, Fernanda Wandschneider e Cândido Lima. De 1988 a 1993, frequentou a Escola Superior de Música de Würzburg, tendo aí obtido o Bacharelato em Direcção de Orquestra e a Licenciatura em Música Sacra (Órgão com Gerhard Weinberger, Direcção de Coro com Jörg Straube e Técnicas de Composição com Zsolt Gárdonyi). Frequentou diversos cursos nas áreas da Composição Musical e Análise, da Harmonia de Jazz, da Pedagogia Musical, do Piano, do Canto e da Direcção de Coro.

Actuou em concerto como organista, cantor e maestro, tanto em Portugal como no estrangeiro (Alemanha, Inglaterra, Áustria, França). Desde 1994, é maestro do Coro da Sé Catedral do Porto. Nesse contexto, salienta-se o empenhamento na divulgação de obras de compositores portugueses, inserindo-se neste propósito as duas digressões realizadas pelo Coro na Inglaterra e na Alemanha, assim como a gravação de um CD com música vocal portuguesa da Renascença e um outro com trabalhos de composição sobre melodias populares de Natal cantadas em Portugal, num projecto conjunto de 4 compositores em que o próprio tomou parte. Dirigiu em concerto a Orquestra Clássica do Porto, a Orquestra do Norte, a Orquestra "Brandon Hill" de Bristol, a Orquestra Sine Nomine, a Orquestra Sinfónica de Zlin e o Ensemble de Música Antiga Musica Florea de Praga.

Orientou cursos de Análise, de Direcção Coral e de Órgão, tendo sido ainda assistente de Franz Stoiber nas disciplinas de Harmonia e Órgão nos cursos nacionais de Música Sacra. Fez parte ainda de Júris de diversos concursos nacionais de música. É actualmente professor no curso de Composição da Escola Superior de Música e das Artes do Espectáculo, leccionando ainda no Curso de Música da Escola das Artes da Universidade Católica Portuguesa.

A sua actividade estende-se a outros campos, de que ressaltaria a participação nas comissões técnicas que levaram à aquisição dos Órgãos de Tubos da Igreja de Nossa Senhora da Conceição no Porto e da Igreja de Santa Rita, em Ermezinde. Faz parte nesta data de diversas outras comissões semelhantes.

A sua actividade musical compreende ainda a composição musical, sendo autor de obras como "Te Deum", para Tenor solo, Coro misto, Coro de crianças e Órgão (1998), "Joie" para Órgão solo (2000), "Nós vos louvamos (Te Deum em português)" para Soprano e Tenor solos, Metais e Coro (2001). Tem gravadas duas obras suas sobre melodias natalícias portuguesas. Em Julho de 2001, foi executada "Stabat Mater" para Coro, Percussão e Órgão pelo Norddeutscher Figuralchor, em concerto integrado na programação do Porto 2001 Capital Europeia da Cultura. Em Dezembro do mesmo ano, foi apresentado "Um Natal Português", um composição colectiva, composta em conjunto com Carlos Azevedo, Fernando Lapa e Fernando Valente, para Soprano solo, Coro e Orquestra, sobre melodias populares de Natal portuguesas.

Em Julho de 2002, foi estreada no âmbito do Festival Internacional de Música da Póvoa de Varzim uma obra sua para Orquestra, "Danças com Mar", entretanto já editada em CD. Em 2003, foi estreada no Festival de Órgão de Mafra "E-motion" para dois Órgãos históricos e de 2004 ressaltaria a obra "4:3 - Dopo un film di" para 2 Pianos a 4 mãos e 3 solistas para o Festival Black & White.

Catálogo de obras

CONTACTOS

Correio electrónicoCorreio: eugenio.amorim@sapo.pt

30 Julho 2005

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FILIPE VERÍSSIMO

Filipe Veríssimo nasceu no Porto em 1975. Desde muito cedo manifestou um interesse particular pela Música Sacra, tendo frequentado e concluído o Curso de Música Sacra da Escola Diocesana de Ministérios Litúrgicos da Diocese do Porto e os Cursos de Organista e Director de Coro dos Cursos Nacionais de Música Litúrgica realizados em Fátima. Depois de concluída a licenciatura em Música Sacra na Escola das Artes da Universidade Católica Portuguesa, Filipe Veríssimo prosseguiu os seus estudos de órgão em Paris, tendo trabalhado com organistas como Olivier Latry e Eric Lebrun. Em 1995, obteve o primeiro prémio no Concurso Nacional de Órgão.

Professor de Órgão no III Curso Nacional de Música Litúrgica - Fátima, Filipe Veríssimo é organista titular do Grande Órgão de Tubos (Georg Jann) da Igreja da Lapa (Porto). Em 2002, foi nomeado Mestre Capela da Igreja da Lapa, desenvolvendo, desde então, um intenso trabalho em diversas áreas. Como pedagogo, está ligado à dinamização da Escola de Música da Igreja da Lapa e dos Pequenos Cantores da Igreja da Lapa. Como director de coro e orquestra, está ligado ao Coro Polifónico da Lapa e Orquestra "Sine Nomine" com os quais tem apresentado importantes obras do repertório coral sinfónico.

Como organista titular do Grande Órgão de Tubos da Igreja da Lapa, tem provocado a divulgação internacional desse instrumento, quer através da realização de concertos, quer através de colaborações com algumas escolas de música portuguesas e europeias.

Participou ainda, com intervenções de ordem científica, nas Jornadas de Música e Filosofia organizadas pela Universidade de Valladollid (1999) e no Congresso Internacional "O Órgão e a Liturgia, hoje" realizado em Fátima, nos dias 20, 21 e 22 de Novembro de 2003.

Em 2003 fundou o "PortoGalante Ensemble" - agrupamento vocal e instrumental que se dedica à interpretação da música barroca com instrumentos da época.

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GERHARD DODERER

Gerhard Doderer, musicólogo e organista alemão radicado em Portugal, é uma figura emblemática do ressurgimento da nossa arte organística. A sua tese de doutoramento em musicologia, em 1974, resulta da investigação "sobre a música para órgão e a organaria ibérica em Portugal". Através dos seus concertos de órgão, conferências, seminários, gravações e aulas, tem dado a conhecer os nossos compositores organistas. Professor catedrático na Universidade Nova de Lisboa, faz cursos de organologia na Universidade de Coimbra. Fez peritagens em vários órgãos, nomeadamente o Grande Órgão da Sé do Porto. Fundou e dirige a Capela Lusitana, agrupamento que tem reconstituído e divulgado a música litúrgica dos séculos XVII-XIX nas cidades mais importantes do País.

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GIAMPAOLO DI ROSA

Pianista, organista, cravista, compositor, improvisador, investigador, docente, Giampaolo Di Rosa foi discípulo de Mons. V. Miserachs (Composição), G. Kaunzinger (Órgão), G. Wilson (Cravo e Prática da Interpretação Histórica), Jean Guillou (Interpretação no Órgão), J. P. Oliveira (Análise).

Estudou em Itália, França, Alemanha e Portugal. Obteve licenciaturas em Piano, Órgão, Composição, Cravo e Ensino da Música; Pós-graduação e Mestrado em Performance do Órgão; e Doutoramento em Música.

Concertista, abrangendo um repertório de todas as épocas, conta mais de vintes gravações nas áreas dos instrumentos de tecla (Interpretação e Improvisação).

Fundador e director artístico de dois festivais internacionais de órgão em Itália e na Alemanha, organista titular do órgão sinfónico de St. Johannes de Oberthulba em Alemanha, organista honorário da Igreja Matriz de Aprilia em Itália e consultor musical e concertista da Igreja de Santo António dos Portugueses em Roma.

Foi nomeado em 2007 pelo Arcebispo Primaz organista titular dos grandes órgãos ibéricos da Sé Primacial de Braga.

É investigador do CITAR e professor auxiliar convidado de Órgão e Improvisação no Curso de Música da Escola das Artes da Universidade Católica Portuguesa do Porto.

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10 Julho 2007

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JOÃO PAULO JANEIRO

João Paulo Janeiro concluiu recentemente uma dissertação de mestrado em musicologia histórica sobre a música religiosa de Francisco António de Almeida. É licenciado em Ciências Musicais pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, licenciado em Cravo e Clavicórdio, e bacharel em Órgão da Escola Superior de Música de Lisboa onde estudou com Cremilde Rosado Fernandes e Antoine Sibertin-Blanc. Participou em diversos cursos de Música Antiga onde teve a oportunidade de trabalhar órgão, cravo e baixo contínuo com Ton Koopman, Ketil Haugsand, Bob van Asperen e Joaquim Simões da Hora.

Fundou em 1989 o grupo de música antiga Flores de Música, com o qual tem realizado desde 1991 um trabalho de divulgação da Música Portuguesa dos sécs. XVII e XVIII, tanto em concertos com em gravações. Desde então tem dedicado uma grande parte da sua actividade profissional ao estudo e transcrição da Música Barroca Portuguesa.

Tem-se apresentado em concerto e em gravações para a rádio e televisão, quer a solo, quer com o grupo que dirige ou em colaboração com o Coro e Orquestra Gulbenkian, com a Orquestra Sinfónica Portuguesa e com o Coro do Teatro Nacional de S. Carlos. Participou em gravações discográficas de Música Portuguesa para a 'Portugal Som' com o grupo Cantus Firmus e com o Coro Gulbenkian. Gravou o CD "A influência da música italiana para tecla", em dois órgãos históricos da cidade de Évora, para a editora Movieplay.

Com o apoio da Delegação Regional da Cultura do Alentejo, realizou o levantamento dos órgãos históricos do Alentejo, que aguarda publicação, dirigiu artisticamente as Jornadas de Órgão do Alentejo, e orientou processos de restauro em órgãos históricos. Participou no congresso "Brasil-Europa 500 Jahre: Musik und Visionen em Köln", onde apresentou uma comunicação sobre a música sacra em Portugal na primeira metade do século XVIII.

Recentemente, publicou um artigo na revista "Organi Liguri" sobre a actividade organeira de Pascoal Caetano Oldovini em Portugal, e participou no congresso comemorativo da passagem do tricentenário do nascimento de Carlos Seixas organizado pela Universidade de Coimbra. Actualmente, lecciona Órgão, Música de Câmara e Baixo Contínuo na Escola de Música de Linda-a-Velha, onde dirige também a Oficina de Música Antiga.

3 Dezembro 2004

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JOÃO PEDRO OLIVEIRA

João Pedro Oliveira iniciou os estudos de música como aluno do Centro de Estudos Gregorianos, tendo continuado o seu trabalho no Instituto Gregoriano de Lisboa, onde concluiu o curso superior de Órgão com Sibertin-Blanc. Depois de iniciar sua carreira como organista a partir de 1978, dedicou-se igualmente à composição e, de 1985 a 1990, esteve nos Estados Unidos com uma bolsa de estudo da Fundação Calouste Gulbenkian e da Comissão Cultural Luso-Americana. Aí frequentou o Brooklyn College e a Universidade de Nova Iorque, em Stony Brook, tendo concluído dois mestrados e um doutoramento em música.

Várias das suas obras têm recebido prémios nacionais e internacionais. Entre estes, salienta-se o primeiro prémio do Concurso Joly Braga Santos (1992, 1994 e 1995), o primeiro prémio do Concurso Internacional de Composição das Segundas Jornadas de Arte Contemporânea, o primeiro prémio no IV Concurso de Composição da Oficina Musical, o primeiro prémio do Concurso Nacional de Compositores de Música de Órgão e, mais recentemente, o primeiro prémio do Concurso Internacional Alea III e o primeiro prémio do Concurso Lopes-Graça. A maioria das suas obras foram encomendadas por instituições nacionais e estrangeiras. Em 1993, as suas principais composições de música electrónica foram gravadas em CD, tendo-se assistido, a partir de então, à gravação e edição de várias das suas restantes obras.

Para além da sua actividade como compositor, João Pedro Oliveira prossegue igualmente a sua carreira como organista, tendo já dado concertos na Europa, nos Estados Unidos da América, na China e no Japão. Já efectuou duas gravações discográficas com obras para trompete e órgão. João Pedro Oliveira é Professor Associado na Universidade de Aveiro, onde lecciona as disciplinas de Composição e Música Electrónica.

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JOÃO SANTOS

João Santos é licenciado em Música Sacra pela Escola das Artes da Universidade Católica Portuguesa (UCP) - Porto, onde estudou com Luca Antoniotti (Órgão, nota máxima em exame), Eugénio Amorim (Composição e Direcção de Coros), Cesário Costa (Direcção de Orquestra), Anselm Hartmann (Piano), José Paulo Antunes (Liturgia), entre outros.

Iniciou os estudos musicais no Seminário Diocesano de Leiria e em 1996 ingressou na Escola de Música do Orfeão de Leiria (EMOL), obtendo, em 1997, o primeiro prémio "exaequo" do escalão B do 1º Concurso Jovens Organistas da cidade do Lis. João Santos alcançou também o terceiro prémio no Terceiro Concurso de Composição Coral (2001) da ACAL (Associação de Coros da Área de Lisboa) e, em 2002, recebeu o prémio "Jovens Compositores", no primeiro concurso para Bandas "Maestro Silva Dionísio" com a obra "Antologia", interpretada durante do XXI Festival de Música em Leiria.

Em 2004, foi apresentada em primeira audição a sua obra "Summa Augustiniana" para coro, barítono, saxofone, sinos, tímpanos e órgão, encomendada pela diocese de Leiria para a comemoração do Ano Agostiniano. Foram também apresentadas em primeira audição as seguintes obras: "Dies Natalis" para coro, órgão, piano e clarinete solo (2003), "Jesu Dulcis Memoria" para coro, piano e sinos (2005) e "O Quarto Sinal" para orquestra de cordas (2005).

João Santos foi o representante português em 2004 e 2005 do projecto europeu "Church Organs, Mobility of Traditions" inserido no Programa Sócrates, no qual contactou com organistas como Theo Jellema, Wolfgang Zerer, Michel Bouvard, Jan Janssen, François Espinasse, entre outros.

Efectuou vários recitais de órgão tanto no país (Leiria, Aveiro, Porto, Mafra) como no estrangeiro (Rheiner Orgelsommer, Alemanha).

Lecciona Órgão na EMOL e na Academia de Música do Orfeão de Ovar. Lecciona também Técnicas de Composição na UCP- Porto.

É organista e director do coro da Catedral de Leiria.

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01 Outubro 2006

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JOÃO SEGURADO

João Segurado (1984), natural de Beja, iniciou os seus estudos musicais no Conservatório local, onde estudou piano e órgão. É Licenciado em órgão pela Escola Superior de Música de Lisboa, onde estudou sob a orientação de António Esteireiro (órgão e improvisação).

Concluiu o III Curso Nacional de Musica Sacra, na vertente de órgão, realizado em Fátima, entre 2003 e 2006. Frequentou classes de aperfeiçoamento com Franz Josef Stoiber, Hans-Ola Ericsson, João Vaz, José Uriol entre outros.

Participou nos ciclos "Jovens Organistas em Aveiro" e "Jovens Organistas em Lisboa" assim como nos recentes Festivais Internacionais de órgão de Lisboa.

Foi vencedor do "Primeiro Prémio" e "Prémio Dinarte Machado" do concurso nacional de órgão organizado pelo Instituto Gregoriano de Lisboa e pela Juventude Musical Portuguesa, realizado em Março de 2007.

Como bolseiro da Fundação Rotária Internacional, está a realizar um mestrado na Universidade Técnica de Lulea (Suécia), na vertente de órgão de concerto, sob a orientação de Hans-Ola Ericsson.

VideoSé de Faro, 06 Novembro 2010

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27 Julho 2007

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JOÃO VAZ

Natural de Lisboa, João Vaz diplomou-se em Órgão pela Escola Superior de Música de Lisboa sob a orientação de Antoine Sibertin-Blanc e pelo Conservatório Superior de Música de Saragoça, cidade onde estudou com José Luis González Uriol como bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian. Para além dos seus estudos regulares, frequentou cursos de aperfeiçoamento com professores como Édouard Souberbielle e Joaquim Simões da Hora.

Mantém uma intensa actividade a nível internacional quer como concertista quer como docente em cursos de aperfeiçoamento organístico. Colaborou com importantes solistas e agrupamentos (nomeadamente os Segréis de Lisboa e a Orquestra Gulbenkian) e efectuou numerosas gravações discográficas em instrumentos históricos portugueses.

Actualmente lecciona Órgão na Escola Superior de Música de Lisboa e no Departamento de Música da Universidade de Évora. É titular do órgão da Igreja de São Vicente de Fora em Lisboa, consultor permanente do Instituto Português do Património Arquitectónico para o restauro dos seis órgãos da Basílica do Palácio Nacional de Mafra e (juntamente com António Duarte) director artístico do Festival Internacional de Órgão de Lisboa.

 

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JOAQUIM SIMÕES DA HORA

Concluído o Curso Superior de Órgão sob a orientação de Antoine Sibertin-Blanc, Joaquim Simões da Hora frequentou o Curso de Interpretação de Música Antiga dirigido por Macario Santiago Kastner no Conservatório Nacional de Lisboa. Em 1971, como bolseiro da Fundação Caloluste Gulbenkian, realizou um curso de aperfeiçoamento artístico na Bélgica, sob a orientação do organista Kamiel d'Hooge.

A sua actividade de concertista inclui tanto apresentações regulares nos principais órgãos do País como uma carreira internacional intensa traduzida em frequentes concertos e participações em festivais nos diversos países da Europa e nos Estados Unidos. Paralelamente, Joaquim Simões da Hora desenvolveu um trabalho sistemático de estudo e divulgação da Música Antiga Ibérica, quer através de gravações discográficas - entre as quais importa salientar as realizadas nos órgãos históricos das catedrais do Porto, Évora e Faro, e das Igrejas de Santa Maria de Óbidos e da Universidade de Coimbra - quer por meio de uma signi- ficativa actividade pedagógica.

Desde 1977, exerceu o cargo de professor da Classe de Órgão do Consevatório Nacional de Lisboa, tendo simultaneamente regido diversos cursos internacionais de interpretação, ao lado de personalidades como José L. Uriol, Ton Koopman e Jordi Savall. Faleceu em 1996.

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JOSÉ CARLOS ARAÚJO

José Carlos Araújo nasceu em Lisboa em 1988. Fez estudos de cravo e órgão com Cândida Matos e Rui Paiva no Conservatório Nacional, bem como música antiga com André Barroso, Armando Vidal e Stephen Bull na Escola Superior de Música de Lisboa. Foi membro da Orquestra Barroca do Conservatório Nacional, com a qual, na qualidade de bolseiro da Fundação Rotária Portuguesa, participou no IV Festival Cultural Europeu de Rouen (2003). O seu interesse pelo estudo e prática da música antiga levou-o a contactar com intérpretes e especialistas de renome internacional, em diversos seminários e "masterclasses", como Jacques Ogg, Roel Dieltiens e Wilbert Hazelzet, na Casa de Mateus, Rinaldo Alessandrini, José Luis Uriol, Miklós Spányi, Gerhard Doderer, Cremilde Rosado Fernandes, Ketil Haugsand, Ana Mafalda Castro, Giorgio Cesaroli ou Hermann Stinders.

Mantém regular actividade como cravista e organista, procurando os seus concertos e recitais incidir muito especialmente sobre a música ibérica para instrumentos de tecla dos séculos XVI a XVIII. A sua actividade de concertista levou-o ao Festival de Cravo de Coimbra, à Temporada de Órgão de Aveiro, ao ciclo de concertos de inauguração do órgão da Igreja de Vagos (Georges Heintz, 2005), à Temporada de Cravo de Óbidos, ao Teatro Nacional de S. Carlos, ou ao Centro Cultural de Belém, bem como a alguns dos mais importantes órgãos históricos portugueses.

Alcançou o Primeiro Prémio e Prémio Especial do Público do Concurso de cravo Carlos Seixas, 2004, realizado na Escola Superior de Música de Lisboa e no Palácio da Independência. É membro da British Harpsichord Society e da Associação Portuguesa dos Amigos do Órgão. Gravou para a Radiodifusão Portuguesa.

11 Abril 2006

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JOSÉ CARLOS OLIVEIRA

José Carlos Oliveira, nascido em 1972, em Angola, iniciou os estudos musicais treze anos mais tarde, como autodidacta, tendo assumido nesse momento a posição de organista na Igreja de S. José Operário em Castelo Branco.

Mais tarde, durante a sua permanência em Évora, onde estudava Engenharia Biofísica na Universidade, iniciou os estudos oficiais na Academia de Música Eborense, tendo concluído o curso básico entre Outubro de 1991 e Julho de 1993.

Em Setembro de 1993, ingressou no Curso de Direcção Coral da Escola Superior de Música de Lisboa, onde permaneceu durante um ano.

Durante este período (1991-1994), estudou órgão sucessivamente com João Paulo Janeiro, Antoine Sibertin-Blanc e Rosa Amorim. Em simultâneo, foi aluno do 1º Curso Nacional de Música Litúrgica, realizado pelo Santuário de Fátima e Secretariado Nacional de Música Sacra.

Na sequência dos resultados obtidos nesse curso, foi convidado a prosseguir o estudo de Música Sacra na Academia de Música Sacra e Formação Musical de Regensburg (Alemanha). Assim, entre Setembro de 1994 e Julho de 2000 concluiu o Curso de Música Sacra, atribuído pela Academia de Regensburg e a pós-graduação em Pedagogia Musical para a disciplina de Órgão, atribuída pela Escola Superior de Música de Munique, sob a tutela de Franz Josef Stoiber (órgão), Kunibert Schäfer (direcção coral) e Rudolf Fischer (canto gregoriano).

Entre Setembro de 2000 e Agosto de 2003 exerceu actividade pedagógica, sucessivamente, na Academia de Música Eborense, no Conservatório Regional da Covilhã e na Escola das Artes da Universidade Católica do Porto.

Entre Setembro de 2000 e Setembro de 2006 leccionou Formação Musical e Classes de Conjunto no Conservatório Regional de Castelo Branco. É, desde Setembro de 2002, professor de Órgão no Conservatório de Música de Coimbra.

Em Setembro de 2005 ingressou no corpo docente da Escola Superior de Artes Aplicadas de Castelo Branco, tendo a seu cargo a formação ao nível de Coro, Direcção Coral e Direcção Instrumental.

Tem, também, a seu cargo a direcção musical da Paróquia de S. José Operário, em Castelo Branco.

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22 Dezembro 2006

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NICOLAS ROGER

Nicolas Roger nasceu em Paris em 1952. Iniciou os seus estudos de Piano em 1957, em Paris, com Odile Robert. No Conservatório de Paris, estudou Harmonia e Contraponto com os Professores Jacqueline Lequien e Pierre Lantier. Obteve o 1° Prémio de Estudos Superiores de Órgão no Conservatório Nacional de Angers, sob a orientação de André Isoir. Frequentou cursos de aperfeiçoamento em Saint Maximin de Provence, sob a orientação dos Organistas e Professores de Órgão, Michel Chapuis e André Stricker. Frequentou estágios de manufactura e restauração de Órgãos de Tubos com diversos Organeiros em França. A partir de 1985, fez parte do Júri Nacional de Exames de Órgão (em França).

Tem-se apresentado em diversos recitais, tanto na França como na Alemanha, Holanda, Canada, Espanha, Itália e Portugal. Desenvolve uma actividade de Música de Câmara e Contínuo em Órgão e Cravo. Gravou um CD dedicado as Obras de J. S. BACH e participou como Solista em diversas Emissões de Música Barroca na Radio "France Musique" e na Televisão "Antenne 2". Foi incumbido pelo Ministério da Cultura Francês de elaborar um levantamento sobre "O Estado de Conservação dos Órgãos Antigos de Paris". Em França, foi Titular do Órgão de Tubos da Igreja Saint Martin - Saint Laurent e Professor de Órgão no Conservatório Nacional de Orsay. Desde Fevereiro de 1998, é Professor de Órgão e Organista Titular dos Órgãos de Tubos do Santuário de Fátima, onde tem actualmente uma classe de órgão de 12 alunos. Em 1999, começou a trabalhar no projecto dos novos órgãos. Tem sido convidado pela Escola Superior de Música de Lisboa para leccionar em cursos intensivos de aperfeiçoamento organístico.

6 Agosto 2004

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NUNO ALEXANDRINO

Natural da freguesia de Avanca, Nuno Alexandrino iniciou os estudos musicais no Conservatório de Música de Aveiro, onde estudou Órgão, Piano, Cravo e Canto, tendo estudado com Domingos Peixoto e António Mário Costa (Órgão), Manuela Guerra (Piano), Cândida Matos (Cravo) e Ana Fleming (Canto), entre outros. É licenciado em Órgão pela Escola Superior de Música de Lisboa, onde estudou com Antoine Sibertin-Blanc em Órgão e Stephen Bull em Música de Câmara, entre outros. Em 1998, frequentou a Escola das Artes de Utrecht (Holanda), como aluno bolseiro do Programa Erasmus, onde estudou com o Compositor e Organista Willem Tanke. Concluiu essa estadia na Escola de Artes da Cidade de Utrecht com a realização de dois recitais a solo na Igreja de S. Pedro da mesma cidade, onde recebeu excelentes críticas.

Como concertista, tem tocado quer a solo, quer com Coros e Orquestras. Participou em vários concertos non-stop no Grande Órgão da Sé Patriarcal de Lisboa, deu recitais no Grande Órgão da Sé do Porto, Sé de Braga, Sé de Beja, Igreja Matriz de Espinho, Basílica de Fátima, Igreja Paroquial de Fátima, Órgão da Universidade de Aveiro, Igreja de Alpedrinha, Igreja alemã de Lisboa, Igreja de Albergaria-a-Velha, entre outros. Trabalha regularmente com colegas como a soprano Magna Ferreira, Romeu Costa (saxofone), Carla Abreu (flauta bisel), Fabrizio Nasetti (trompete), Paulo Margaça (trompete), Domingos Lopes (violino), Maria José Barriga (cravo), Eduardo Lucena (flauta), Maestro Jaime Branco, Maestro Pedro Martins entre muitos outros. É Director Musical do projecto “a par d’ilhós” desde 1991, onde tem feito um assinalável trabalho no campo da música tradicional portuguesa.

Participou em vários concursos de Órgão, nomeadamente no Concurso de Órgão da Juventude Musical Portuguesa, em 1995, realizado em Lisboa, na Igreja da Pena, onde obteve uma Menção Honrosa; O Concurso de Órgão, realizado na Sé do Porto, em 1996; e o Concurso Nacional de Jovens Organistas na Cidade do Lis, realizado no Orgao da Sé de Leiria, em 1997. Frequentou e concluiu com a classificação de "bom", o II Curso de Música Sacra, realizado em Fátima, onde estudou com o Organista Franz Stoiber entre outros. Frequentou o curso de aperfeiçoamento de Órgão subordinado à Musica Inglesa e Ibérica do sec. XVI a XVIII orientado pelo Professor Graham Barber realizado nos Órgãos da Sé Catedral de Braga. Actualmente, é professor de Órgão e membro do conselho pedagógico do Conservatório Regional do Baixo Alentejo e Organista na Sé de Beja.

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NUNO MIMOSO

Nuno Mimoso iniciou os estudos musicais na Academia de Música Óscar da Silva e na Escola de Música e Bailado de Matosinhos. O órgão histórico de Matosinhos (Michael Hensberg, 1685) e os ciclos de concertos foram o ponto de partida para o seu interesse pelo Órgão e a Música Sacra, estimulando-o a aprofundar os conhecimentos no Curso de Música Sacra da Escola Diocesana de Ministérios Litúrgicos da Diocese do Porto. Contribuiu também para a sua formação alargada em Música Litúrgica o Pe. Agostinho Pedroso, com quem aprendeu Órgão; Harmonia; Canto Gregoriano e História da Música, no Seminário do Bom Pastor.

Em seguida ingressou no Conservatório de Música do Porto, na classe de órgão de Paulo Alvim. A par estendeu a sua formação ao domínio do Canto Lírico, estudando Técnica Vocal e Reportório Operístico, com o barítono Nuno de Villalonga, em Lisboa. Como barítono lírico, apresenta-se em recitais a solo ou integrando grupos de câmara, quer no domínio oratório como operístico. Integrou o Coro do Círculo Portuense de Ópera nos elencos das óperas Die Zauberflöte de Mozart e Il Barbiere di Seviglia de Rossini, no Coliseu do Porto.

Frequentou ativamente diversos cursos de aprofundamento em Literatura Organística, Estilo e Improvisação, dos quais se destacam: Música Romântica Francesa: Daniel Roth; Música de J. S. Bach: Ludger Lohmann (ao órgão histórico de St. Wenzel, em Naumburg); Música Antiga Espanhola: Marisol Mendive (São Bento da Vitória e Ourense); Música e Improvisação Barroca Francesa: Jörg-Andreas Bötticher; Música de Max Reger, com Bernhard Buttmann e Edgar Krapp (Munique e Regensburg).

Como organista, apresenta-se regularmente em concertos, bem como na Liturgia. Colabora com diversas paróquias e congregações religiosas em Portugal e na Alemanha, tanto a nível do exercício dos ministérios litúrgicos, como na formação em Música e Liturgia. Exerceu função regular de organista nas Igrejas de Cedofeita e de Nossa Senhora da Boavista (Porto). Na área da Musicologia, tem vindo a produzir um trabalho continuado de investigação e análise do património organístico português, ainda por publicar na íntegra, o qual se deu a conhecer na parceria estabelecida com o website Meloteca desde 2007.

Estuda atualmente na Alemanha, na Hochschule für Katholische Kirchenmusik und Musikpädagogik Regensburg (Escola Superior de Música Sacra e Pedagogia Musical de Ratisbona), como bolseiro da Diocese de Regensburg, tendo sido admitido como aluno do organista da Catedral, Prof. Franz Josef Stoiber (Órgão – Literatura e Improvisação).

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11 dezembro 2013

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PAULO ALVIM

Paulo Alvim iniciou os estudos musicais no Conservatório de Música do Porto, onde concluiu o Curso Superior de Violino na classe de José Luís Delerue. Frequentou cursos de aperfeiçoamento de violino com os professores Kurt-Christian Stier e Marie Leonard (violino barroco). Paralelamente, estudou Órgão, durante três anos, com António Ferreira dos Santos. Como bolseiro da diocese de Regensburg, ingressou em 1989 no Curso de Música Sacra, Órgão e Direcção de Coro, na Escola Superior de Música Sacra da mesma cidade alemã, tendo como professores, em Órgão e Técnicas da Composição, Franz Josef Stoiber e Roland Büchner em Direcção de Coro, curso que concluiu em 1993. Terminou ainda a Licenciatura em Órgão - Diploma Pedagógico pela Escola Superior de Música de Munique (Alemanha) no ano seguinte. Frequentou cursos de aperfeiçoamento de órgão, interpretação e improvisação, com os professores Édouard Souberbielle, Almuth Rössler, Ludger Lohmann, Klemens Schnorr, Egidius Doll, Franz Lehrndorfer e Peter Planyavsky.

Como organista, participou nos Festivais de Música: "Bach-Woche" de Regensburg em 1990 e 1992; "Bach" na Igreja "Maria vom Guten Rat" München-1995; "Encontros com o Barroco" Porto-1996; Concerto nas "V Jornadas de Música de Órgão" - Porto/Braga -1997 e no Festival de Órgão de Mafra-2002. Inaugurou os órgãos das Igrejas: Senhora da Conceição-Porto, órgão de coro G. Heintz-1996; Capela do Cemitério de Agramonte-Porto 1996; Igreja Paroquial de Valadares-1996; Igreja de Oliveira do Douro - 1999 e participou nos ciclos inaugurais dos órgãos das Igrejas: Lapa-Porto, G. Jann 1995; Sé Catedral de Leiria, G. Heintz-1998; Sª Conceição - Porto G. Heintz-1998/99, Santa Rita-Ermesinde, Goll-2002 e no 4º aniversário do órgão da Igreja da Lapa - Porto, 1999. Foi, em 1997, organista na 1ª audição nacional da obra "Passio" de Arvo Pärt com o Grupo de Música Vocal Contemporânea, com a presença do compositor. Colaborou, como organista, com Coro da Sé Catedral do Porto e a Orquestra Nacional do Porto. Teve, até 1995, actividade regular de organista na Sé Catedral do Porto.

Integrou a comissões técnicas para a construção do Grande Órgão da Igreja Senhora da Conceição, Grande Órgão da Igreja de Santa Rita do Colégio de Ermesinde, Órgão da Igreja Paroquial de Sendim. Integrou o júri do Concurso Regional de Piano - Braga nos anos de 1999 e 2000. Iniciou a actividade docente como professor de Órgão no Centro de Cultura Musical de Caldas da Saúde de 1995 a 1997. É, desde 1995, professor de Órgão no Conservatório de Música do Porto. Leccionou Harmonia e Órgão - literatura e litúrgico na Escola Diocesana de Ministérios Litúrgicos do Porto. De 1995 a 2002, exerceu a função regular de organista na Igreja da Lapa - Porto. É membro fundador da Associação "Grupo de Câmara do Porto", da qual é presidente, onde tem as funções de organista e director artístico. É organista na Igreja de Cedofeita, Porto.

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PAULO BERNARDINO

Paulo Bermardino nasceu nos Países Baixos em 1973. Iniciou os estudos musicais aos sete anos na Escola de Música “Jeroen Bosch” na cidade de s’Hertogenbosch e, pouco depois, na Schola Cantorum da Catedral de S. João na mesma cidade. Nessa altura começou também os estudos de Órgão e Acordeão com Anne Rücker. Já em Portugal desde 1987, veio a completar o curso de Piano na classe de Fernanda Casais no Conservatório de Música de Coimbra em 1995. Simultaneamente frequentava o curso de Engenharia Electrotécnica na Faculdade de Ciências e Tecnologias da Universidade de Coimbra, licenciatura que concluiu em 1998. Entre 1991 e 1994 frequentou e completou o 1º Curso Nacional de Música Litúrgica realizado em Fátima. Concluiu a licenciatura em Música Sacra na Universidade Católica Portuguesa – Porto em 2003.

Tem leccionado as disciplinas de Piano, Órgão, Acordeão, Formação Musical, Acústica, Novas Tecnologias e Música, Composição, Harmonia e Contraponto, História da Música, Prática Orquestral, Coro e Direcção Coral, exercendo também muitas vezes a função de pianista acompanhador ou correpetidor.

Como organista, tanto ao nível da literatura como da improvisação, contactou e trabalhou, entre outros, com Huub ten Hacken, Maurice Pirenne, Martin Bernrheuter, Franz Stoiber, Franz Lehrndorfer, Jeremy Blasby, Luca Antoniotti, Giampaolo di Rosa, João Vaz, José Luís González Uriol e Olivier Latry. Domina um repertório organístico que vai desde a música antiga à contemporânea.

Realizou um grande trabalho vocal com Mathias Gerchen, Sofia Serra, Susana Marincovic, António Salgado e Ghislaine Morgan. Tem sido convidado por diversas vezes para reforçar grandes e pequenos grupos vocais como o Aeminium e o octeto vocal da Lapa.

Como compositor, escreveu variadíssimas obras que contemplam diversos conjuntos instrumentais e/ou vocais: instrumento solista, música de câmara, orquestra de cordas, coro misto, a vozes iguais e juvenil, tanto a capella como com acompanhamento instrumental e arranjos diversos para orquestra e outros conjuntos instrumentais. Destaca-se o “Ave, Maris Stella” para vozes iguais e jogo de sinos, apresentado pela primeira vez em Coimbra a 8 de fevereiro de 2003 pela Capela Gregoriana Psalterium e pela percussionista Isabel Silva, sendo a apresentação dirigida pelo próprio. É também de salientar as “Trovas de Garcia de Resende à Morte de Inês de Castro”, obra encomendada pela Câmara Municipal de Coimbra e pelo Festival de Música de Coimbra (Fesmuc) a Paulo Bernardino e Pedro Janela, estreada a 1 de Dezembro de 2005 no TAGV (Coimbra) sob a direcção de Paulo Bernardino.

Ao nível da direcção coral e de orquestra estudou e trabalhou com Maurice Pirenne, Eugénio Amorim, Jorg Straube, Hubert Velten, Cesário Costa, Jorge Matta, Peter Philips, Graham O’ Reilly, José Luís Borges Coelho, Dominique Vellard, Artur Carneiro, Richard Gwilt e Owen Rees. Tem dirigido por vezes a Orquestra Sine Nomine, Orquestra de Câmara de Coimbra, Orquestra Adarte e outras formações vocais e/ou instrumentais. Foi pianista e assistente da Direccção Artística dos Antigos Orfeonistas da Universidade de Coimbra desde 1995 a 2003 e Maestro e Director Artístico do Orfeon Académico de Coimbra entre 2006 - 2008.

Como instrumentista (Órgão, Piano, Cravo e Acordeão) e Maestro tem realizado regularmente concertos, quer a solo, quer como acompanhador em Portugal, Espanha, França, Alemanha, Bélgica, Holanda, Luxemburgo, Polónia, Itália, EUA, Canadá, Cabo Verde e Brasil.

Tem ao longo dos anos ganho alguns prémios, tanto ao nível instrumental como da composição, e tem sido pedido a sua colaboração em alguns trabalhos discográficos, quer como acompanhador quer como solista.

Actualmente é doutorando em Ciências Musicais Sistemáticas na FLUC, colaborador de Investigação Científica no projecto “Música Portuguesa dos séculos XVI e XVII” a desenvolver pelo Centro de Investigação em Ciências e Tecnologias das Artes (CITAR). Pertence ao Ensemble Vocal Adarte, e é desde Setembro de 2006, Maestro dos Pequenos Cantores de Coimbra. Lecciona no Instituto Piaget (ESE – Gaia), Escola das Artes da Universidade Católica Portuguesa (Porto), no curso de Estudos Artísticos da Universidade de Coimbra, Escola Diocesana de Música Sacra de Coimbra desde 1994, tendo desempenhado funções de organista da Sé Catedral de Coimbra desde então.

É, desde Março de 2002, organista titular da mesma Catedral. Foi nomeado em Outubro de 2007 organista titular da Capela da Universidade de Coimbra.

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15 Abril 2009

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PAULO SILVA

Paulo Silva nasceu em 1976 no Porto. Licenciado em Música Sacra pela Escola das Artes da Universidade Católica Portuguesa, aí estudou Órgão e Improvisação com G. Di Rosa, M. Bernreuther, J. Blasby e F. Lerndhorfher, Direcção de Coros com J. Matta, E. Amorim e J. Straube e Direcção de Orquestra com Cesário Costa.

Foi o 1º organista português a actuar na Casa da Música com dois concertos a solo em 2007 e 2008 e a da sua actividade como concertista a solo destacam-se ainda diversos recitais e concertos de órgão e piano, em Portugal e em Espanha.

Foi organista na Igreja da Lapa e na Sé do Porto desde 1996 até 2007. Inaugurou o Órgão Histórico da Igreja de S. Francisco em 2002, após restauro, bem como o Órgão da Igreja de Esposende, em 2004.

Tem acompanhado diversos cantores, orquestras, coros e agrupamentos de Música de Câmara, dos quais se destacam a Orquestra Sine Nomine, o Coro Polifónico e o agrupamento Porto Galante da Igreja da Lapa, Orquestra da E. P. de Espinho, Coro e Orquestra da Escola de Música de Viana. Tocou sob a batuta de vários maestros, entre eles Cesário Costa e Ferreira dos Santos.

Como maestro, dirigiu entre outras obras o Magnificat de Buxtehude, os Quatro Motetes de Duruflé, a Pavane de Fauré e, em estreia nacional, o Gloria, de Händel e obras da sua autoria.

Participou em classes de aperfeiçoamento, nomeadamente sobre Música de Órgão francesa com o organista Olivier Latry (Organista titular de Notre-Dame em Paris) e frequentou conferências sobre Canto Gregoriano, Música e Arte.

Exerceu funções de Director Musical e professor no Centro Paroquial do Ssmo. Sacramento, Porto. Foi professor de Coro e de Direcção Coral na Escola Diocesana (EDML) do Centro de Cultura Católica (Porto) e Pianista acompanhador na Escola de Música de Perosinho.

Neste momento lecciona Órgão e Formação Musical no Conservatório de Música da Madeira e mantém paralelamente uma actividade de concertista como organista e como acompanhador, trabalhando regularmente com a soprano Maria João Pereira.

Desde 2007 faz parte do Secretariado Diocesano de Liturgia da Madeira.

Foi convidado pelo mestre organeiro Dinarte Machado e pela DRAC para assumir o cargo de Organista Titular do Grande Órgão da Igreja do Colégio no Funchal (11/2008).

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09 Dezembro 2008

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ROSA AMORIM

Rosa Amorim é natural de São João da Madeira. Paralelamente aos estudos no Conservatório de Música do Porto, fez o Curso de Música Litúrgica da Diocese, iniciando o estudo de Órgão com Ferreira dos Santos. Frequentou a Escola Superior de Música de Munique, onde concluiu o Curso Superior de Órgão, com Franz Lehrndorfer. Frequentou cursos de aperfeiçoamento com Joaquim Simões da Hora, Helga Schauerte, Joachim Dorfmüller e Harald Vogel.

Foi professora de órgão no Curso de Música Litúrgica da Escola Diocesana de Ministérios Litúrgicos, no Conservatório de Coimbra, na Academia e Escola Profissional de Viana do Castelo, organista da Senhora da Conceição, no Porto. Tem dado concertos, em Portugal e no estrangeiro, colaborando, por vezes, com o Coro da Sé Catedral do Porto, o Sollemnium Concentus e outros conjuntos musicais.

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RUI PAIVA

Nascido em 1961, Rui Paiva licenciou-se em Engenharia Electrotécnica pelo Instituto Superior Técnico de Lisboa e concluiu o Curso de Órgão do Conservatório Nacional de Lisboa sob a orientação de Joaquim Simões da Hora. Na qualidade de bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian, continuou os estudos de Órgão com Montserrat Torrent no Conservatório Superior de Barcelona e, sob a orientação de José Luis González Uriol, concluiu os Cursos Superiores de Cravo e de Órgão no Conservatório Superior de Zaragoza.

Tem colaborado como organista e cravista com diversos conjuntos instrumentais e vocais, entre os quais os Segréis de Lisboa, o Coro e Orquestra Gulbenkian, a orquestra barroca Capela Real, a Orquestra Raízes Ibéricas e o grupo de música barroca La Caccia, de que é membro fundador. Como solista ou em grupo, Rui Paiva tem-se apresentado em diversos concertos no nosso país, bem como em Espanha, França, Bélgica, Itália, Holanda, Inglaterra, Croácia, Eslovénia, Polónia, EUA e Brasil.

Realizou várias gravações discográficas com destaque para a música portuguesa, dos séculos XVI, XVII e XVIII, e para o disco comemorativo, em 2004, do tricentenário do nascimento de Carlos Seixas no qual interpretou o concerto de cravo, em lá maior, na versão para órgão.

Rui Paiva é professor de Órgão no Conservatório Nacional de Lisboa e director da Academia de Música de Santa Cecília de Lisboa.

04 Fevereiro 2005

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RUI SOARES

Natural de Fiães, concelho de Santa Maria da Feira, Rui Fernando Soares iniciou os estudos musicais aos 10 anos de idade na classe de Trompete de Sérgio Moreira, na Escola do Grupo Musical de Fiães, de cuja Orquestra fez parte logo após dois anos. Então estudou piano com Nuno Regal, aos 11 anos de idade. Simultaneamente interessou-se pelo Órgão, aprendendo como autodidacta, ocupando o lugar de organista da sua Paróquia no ano seguinte. Fundou e dirigiu o grupo de câmara Compasso Clássico, sendo em 2005 convidado para director do Coro Gregoriano de Espinho.

Ainda muito novo, foi admitido como excepção (com 14 anos) na Escola de Ministérios Litúrgicos - Diocese do Porto - onde frequentou o Curso de Música Sacra na vertente Órgão. Em 2006 concluiu o III Curso Nacional de Música Sacra com alta classificação na vertente Direcção. Em 2005, sob orientação do de Luca Antoniotti, concluiu com classificação máxima o Curso de Órgão no Conservatório Regional de Gaia. Prossegue os estudos com o mesmo professor no Curso de Música Sacra da Escola das Artes - Universidade Católica Portuguesa. Paralelamente, realizou com Ana Mafalda Castro, o Curso Livre de Cravo da ESMAE - Porto.

Frequentou vários cursos, seminários e classes de alto aperfeiçoamento, sob orientação de insignes mestres, entre os quais se destacam Roman Peruki (Música Barroca), Jorge Matta (Direcção de Coro), Florin Totan (Direcção de Orquestra); Prof. Goerchel (Canto Gregoriano), Olivier Latri (Interpretação de Música Francesa para Órgão), Franz J. Stoiber e Daniel Roth (Interpretação de Música Romântica para Órgão). Actualmente, desempenha funções de organista na Igreja de Fiães, Igreja dos Carmelitas, Igreja de Nossa Senhora da Conceição (Marquês) e Igreja de Espinho.

Apresenta-se em numerosos concertos quer como acompanhador, quer sobretudo como solista. Em 2006, gravou um CD na Igreja Matriz de Espinho, com o trompetista Manuel Luís Azevedo - obras para órgão e trompete.

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MoradaRui Fernando Pais Silva Soares

Rua do Calvário, nº 143

4505-315 Fiães Portugal

Telemóvel Tlm. (00 351) 917 292 003

Correio electrónicoCorreio: r.f.soares@hotmail.com

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RUTE MARTINS

Rute Martins iniciou os estudos Musicais no Instituto Gregoriano de Lisboa em 1987, data em que começou a estudar órgão sob a orientação de Antoine Sibertin-Blanc. Mais tarde, ingressou na Escola Superior de M úsica de Lisboa, terminando a licenciatura em órgão no ano de 1999, sob a orientação do mesmo professor.

Para além da actividade de docente, tem realizado como concertista vários recitais a solo e com outras formações instrumentais, nomeadamente no "Festival de Música em Leiria-1999", onde foi estreada a obra "Laudate Dominum", para coro, órgão e fita magnética, do compositor Pedro Rocha. Para além dos concertos realizados no País, mais concretamente nos Açores, no Festival Internacional de música de Santarém e nos concertos Non Stop na Sé de Lisboa, tem efectuado concertos com corais e agrupamentos instrumentais pela Áustria, Hungria, Bélgica e Alemanha. Realizou no "Festival Música em Leiria - 2001" o Requiem de Fauré com o coro do Orfeão de Leiria e com a orquestra Filarmonia das Beiras. Trabalhou ainda com o coro "Regina Caeli" e Orquestra Sinfonietta, acompanhando os solistas Isabel Alcobia e António Salgado, realizando concertos na Igreja de S. Roque, Mafra e Barreiro.

Nos últimos anos, tem ministrado os cursos das Semanas Gregorianas. É docente da classe de órgão da Escola de Música do Orfeão de Leiria, Escola de Artes-SAMP e Conservatório de Música do Choral Phydelius. É organista na Igreja Evangélica Alemã de Lisboa.

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SÉRGIO SILVA

Natural de Lisboa, Sérgio Silva é licenciado em Informática e Gestão de Empresas pelo Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa. Iniciou os estudos musicais na Escola Leal da Câmara no curso básico de piano sob orientação de Irene Mello, tendo-o concluído com elevada classificação. Em 1998, prosseguiu os estudos no Instituto Gregoriano de Lisboa, instrumento Órgão, onde concluiu os diversos estudos com elevada classificação, sob a orientação de João Vaz e de António Esteireiro. Actualmente, frequenta a Universidade de Évora na licenciatura em Música, instrumento Órgão, orientado por João Vaz.

Com particular interesse pela Música Antiga, já teve oportunidade de participar nas Semanas de Música Antiga Ibérica em Évora e nos Cursos de Música Antiga de Daroca (Saragoça), onde teve oportunidade de contactar com nomes como José Luís González Uriol, Rui Vieira-Nery, João Pedro d'Alvarenga, Jan Willem Jansen, Yves Rechsteiner, Javier Artigas, entre outros. Participou ainda, em diversas classes de aperfeiçoamento sobre música para Órgão do século XX, com especial ênfase para Olivier Messiaen, orientada por Hans Ola Ericsson.

Tem-se apresentado a solo e em colaboração com diversos agrupamentos, nomeadamente a Orquestra Metropolitana de Lisboa, Concertus Antiquus, Oriana Ensemble, entre outros. Actualmente, é docente na Escola Diocesana de Música Sacra de Lisboa na disciplina de Órgão e é organista titular da Basílica da Estrela e na Igreja do Sagrado Coração de Jesus do Telhal.

15 Fevereiro 2006

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TADEU FILIPE

Natural da cidade de S. Paulo (Brasil), Tadeu Filipe iniciou os estudos musicais na Academia de Música Óscar da Silva, em Matosinhos, onde pertenceu à classe de piano de Jaime Mota e Álvaro Teixeira Lopes, prosseguindo os estudos no Conservatório de Música do Porto com Vitali Dotsenko. Com o decorrer dos anos desenvolveu o interesse pelo órgão e ingressou na Escola Diocesana de Ministérios Litúrgicos do Porto onde frequentou a classe de órgão de Rosa Amorim. No ano de 1995, iniciou o Curso Nacional de Música Sacra realizado no Santuário de Fátima, onde estudou com Franz Stoiber (Escola Superior de Música Sacra de Regensburg - Alemanha). Em 1997, foi admitido na Licenciatura em Ensino de Música da Universidade de Aveiro onde continua a trabalhar com Domingos Peixoto. Neste mesmo ano, foi finalista no Concurso de Órgão realizado na Catedral de Leiria.

Por diversas vezes teve a oportunidade de frequentar cursos internacionais onde pôde contactar com personalidades como Sibertin-Blanc e Jesus Gonzalo Lopez (Festival Internacional de Música de Aveiro), José Luís Uriol (Festival de Música de Daroca), Ton Koopmann (Bach Festival Kurs em Leipzig), Andrés Cea Gálan, J. C. Zehnder, Brett Leighton (Academia de Órgano de Andalucía). Paralelamente ao estudo de órgão frequentou o Curso de Cravo no Conservatório de Música de Coimbra sob orientação de Cândida Matos.

Foi convidado a participar no concerto inaugural, após restauro, do órgão histórico da Igreja Paroquial de Adaúfe, em Braga (2001), o mesmo acontecendo em Penajóia em 2002. Em Novembro de 2003, foi convidado pela Paróquia de Amorim (Arquidiocese de Braga) a coordenar a equipa que formaria o Coro de Jovens de Amorim. Em Janeiro de 2004, assumiu, também, a direcção dos Pequenos Cantores de Amorim. Tem-se apresentado regularmente em vários pontos do país integrados nas actividades do Departamento de Comunicação e Arte da Universidade de Aveiro, nos Concertos Quaresmais organizados pela Plurifonia 2001, na temporada 2003 do Ciclo de Jovens Organistas em Aveiro, no Festival de Órgão realizado no Palácio de Mafra em 2002 e 2004, no Festival Internacional de Música de Mafra (2004), bem como no estrangeiro.

A nível pedagógico é docente no Seminário Maior do Porto, no Seminário do Bom Pastor, no Seminário de Vila Real, na Academia de Música de Paços de Brandão, bem como na Escola de Música da Paróquia de Matosinhos, da qual é fundador e director. Colabora permanentemente com as Paróquias de Sabrosa e Provezende (Diocese de Vila Real). Foi organista titular do órgão histórico da Igreja Paroquial de Matosinhos e responsável pela organização do Ciclo de Música Antiga para Órgão realizado naquele templo, bem como os Ciclos de Órgão organizados pela promotora De Mi para Si na Igreja Matriz de Castro Daire e na Sé de Lamego em 2004.

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Correio electrónicoCorreio: tadeufilipe@hotmail.com

11 Junho 2006

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