OBOISTAS PORTUGUESES |
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David Costa iniciou, com 5 anos de idade, os seus estudos musicais na Escola de M úsica de Nossa Senhora do Cabo, em Linda-a-Velha. Em 1997 obteve transferência para a Escola de Música do Conservatório Nacional, onde finalizou o Curso Complementar de Música. Em 2003 concluiu a Licenciatura em Oboé da Escola Superior de Música de Lisboa (ESML) com média de 16 valores. Durante a sua formação teve aulas com Francisco Luís Vieira, Manuel Lopes da Cruz e Andrew Swinnerton. De destacar ainda a frequência da disciplina de Música da Câmara, com Olga Prats (3º ano da ESML), que concluiu com a classificação máxima.
Foi bolseiro da Fundação Marquês de Pombal no ano de 1995 e da Fundação Calouste Gulbenkian de 1995 a 1999.
Frequentou classes de aperfeiçoamento com Andreas Wittmann, Jean-Michel Garetti, Hänsjorg Schellenberger, Ernest Rombout, Christian Wetzel e Washington Barella.
Foi membro efectivo da Orquestra Sinfónica Juvenil de 1998 a 2002, tendo participado em três estágios de orquestra: na Figueira da Foz em 1998, na Madeira em 1999 e nos Açores em 2000. Em 2000 tocou a solo com a Orquestra Sinfónica Juvenil.
Em Abril de 2003 ganhou o concurso para Solista B da Orquestra Fiarmonia das Beiras, com a qual tem colaborado regularmente, em Solista B até Setembro de 2003 e em Solista A desde então.
Tem sido convidado a tocar com a Orquestra Gulbenkian, a Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras, a Orquestra Filarmonia das Beiras, a Orquestra Metropolitana de Lisboa, a Orquestra Sinfonietta de Lisboa, entre outras.
É membro fundador do Quinteto de Sopros Diaphonia (flauta, oboé, clarinete, fagote e trompa) formado em 2000, do Trio Pasculli, formado em 2001 e constituído por dois Oboés e um Corne Inglês e do Ensemble Palhetas Duplas, projecto que engloba 10 oboístas e 4 fagotístas e conta com Francisco Luís Vieira como director artístico.
Toca regularmente com o pianista Pedro Ferro.
Em 2004/2005 e em 2005/2006 foi professor de Repertório do oboé e em 2005/2006 de Leitura à 1ª vista na Escola Superior de Música de Lisboa.
É professor de oboé na Academia de Música de Almada.
CONTACTOS
davidcosta@netcabo.pt
22 Outubro 2006

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Fernanda Amorim nasceu em Arcos de Valdevez no ano de 1981. Iniciou os estudos musicais aos 12 anos na Escola Profissional de Música de Viana do Castelo, na classe de oboé sob orientação dos professores Marcos Mincov Barbero e Ricardo Pazo Garcia. Frequentou vários cursos de Técnica e aperfeiçoamento Instrumental, entre os quais com os professores Ricardo Lopes, Thomas Hindermuller, Alex Klein, Andreas Wittman, Hanjorg Schullenberger e Pedro Ribeiro.
Foi seleccionada para a orquestra APROARTE (1999) e a BYSIOC (2004) como 1º oboé. Actualmente é 1º oboé na Orquestra e Banda Sinfónica de Jovens de Sta. Maria da Feira, frequentemente desempenha a função como reforço na Orquestra Filarmonia das Beiras, Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras e Orquestra Gulbenkian. No ano de 2004 terminou a Licenciatura de Ensino de Música na Universidade de Aveiro, onde trabalhou com o professor Pedro Ribeiro. Actualmente lecciona no Conservatório de Música de Aveiro de Calouste Gulbenkian e na Escola de Artes da Bairrada. É membro do grupo Momentum Ansemble.
16 Maio 2007

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FRANCISCO LUÍS VIEIRA, OBOÉ |
Francisco Luís Vieira, natural de Vila do Conde, diplomou-se na Escola de Música do Conservatório Nacional de Lisboa, sob a orientação do professor Lopes da Cruz, tendo também estudado com Santos Pinto e Ricardo Lopes e posteriormente. na Escola Superior de Música de Lisboa, na classe de Andrew Swinnerton.
Frequentou vários cursos de aperfeiçoamento em Portugal e no estrangeiro.
Em 1988, obteve o 1º Prémio do concurso da Juventude Musical Portuguesa e o 1º Prémio do concurso Jovens Músicos Portugueses, o qual lhe permitiu apresentar-se como concertista na extinta Orquestra Sinfónica da RDP, sob a direcção do Maestro Silva Pereira.
Como concertista também se apresentou com a Banda Sinfónica da Guarda Nacional Republicana, Orquestra das Escolas de Música, Orquestra da Juventude Musical Portuguesa, Orquestra Sinfónica Juvenil e Sinfonietta de Lisboa. Com estas orquestras interpretou o Concerto para Oboé e Violino de J.S. Bach e concertos para oboé e orquestra de J. Haydn, T. Albinoni, C. Dittersdorf e R. Strauss.
Na temporada de 1989 foi solista na Orchestre de Jeunes de la Meditérranée, sob a direcção do maestro Michel Tabachnik, em França.
Integrou regularmente, como convidado, a Orquestra da Fundação Calouste Gulbenkian, Orquestra do Teatro Nacional de S. Carlos, Nova Filarmonia Portuguesa e Orquestra Sinfónica do Porto.
Actuou como solista em programas para a RDP e RTP.
Tem realizado diversos recitais de música de câmara e a solo.
Ao longo da sua carreira actuou em Portugal Continental, Açores e Madeira, Espanha, França, Luxemburgo, Bélgica, Grécia, Itália, Suíça e Suécia.
Foi professor de oboé no Conservatório de Música de Coimbra, na Academia de Música de Almada, no Conservatório Regional de Castelo Branco e no Collegium Musicum de Seia.
Actualmente é solista na Banda Sinfónica da Guarda Nacional Republicana. É frequentemente convidado a integrar as várias orquestras portuguesas. Lecciona oboé e música de câmara na Escola Profissional de Artes da Covilhã e na Escola de Música Nossa Senhora do Cabo (Linda-a-Velha). É professor de oboé no Conservatório de Música D. Dinis e no Conservatório Metropolitano de Música de Lisboa.
Em 2004 fundou o Ensemble Palhetas Duplas, do qual é director artístico.
É sócio fundador da Associação Portuguesa de Palhetas Duplas , criada em 2008.

CONTACTOS
www.ensemblepalhetasduplas.com
info@ensemblepalhetasduplas
fluisvieira@yahoo.com.br
fluisvieira@gmail.com
Tlm. 963 028 486 / 961 446 611
20 Agosto 2008

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José Coutinho inicia os estudos musicais primeiro com seu pai, Prof. Emídio Coutinho, continuando mais tarde no Conservatório Nacional. Foi aluno do Professor Santiago Kastner na Classe de Interpretação de Música Antiga, estudou na Holanda com Rylle Van der Heyd e na Suíça com André Lardrot.
Integrou a Banda Sinfónica da Guarda Nacional Republicana, foi 1º Oboé Solista da Orquestra Gulbenkian. De 1982 a 1992, foi 1º Oboé e Corne-Inglês Solista da Orquestra Sinfónica do Teatro Nacional de S. Carlos, onde teve a oportunidade de trabalhar com grandes nomes do mundo lírico: Alfred Kraus, Mara Zampieri, Carlo Bergonzi, Álvaro Malta, Elsa Saque, Briguitte Altmayer, G. Capucilli, Teresa Berganza, Plácido Domingo, José Carreras; e os Maestros Garcia Navarro, Armando Gatto, Will Humburg, Franco Ferraris, entre outros.
Foi fundador do "Trio de Palhetas de Lisboa", agrupamento de Câmara que realizou inúmeros concertos de divulgação e gravações para a RDP. Actuou como solista com as Orquestras Gulbenkian, Sinfónica de Basileia e da Rádio da mesma cidade. Realizou concertos e recitais em França, Suíça, Alemanha e Portugal. É Professor da Escola de Música do Conservatório Nacional, encontrando-se actualmente a desempenhar funções de Director Pedagógico na Escola de Música Nossa Senhora do Cabo, Linda-a-Velha.

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Nélson Alves iniciou os estudos musicais em 1990, ano em que ingressou na Escola Profissional de Música ARTAVE. No ano lectivo 1995/96 foi admitido na Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo do Porto. No ano lectivo 1997/98, concluiu o bacharelato e, no ano seguinte, obteve a licenciatura do curso de Instrumento Área Oboé na ESMAE. Desde o seu ingreso nesta instituição teve como tutor Ricardo Lopes.
Como músico de orquestra tocou na Orquestra Sinfónica ARTAVE, Orquestra do Norte, Orquestra de Câmara Musicare, Oficina Musical, Grupo de Música Antiga "Flores de Música", Orquestra Sinfónica Portuguesa, Orquestra Nacional do Porto, Orquestra Calouste Gulbenkian. Em 2001 foi convidado para se apresentar como solista com a Orquestra do Conservatório de Música de Genève, na estreia absoluta nacional do Concerto para oboé solo e orquestra "Su fundamenta invisibili" de Eric Gaudibert.
Também se apresentou como solista com a Orquestra ARTAVE, Sinfonietta da ESMAE, Filarmonia das Beiras e Sinfonietta de Köln. Desde o ano lectivo 1998/99 é professor de oboé na Academia de Música Valentim Moreira de Sá e na Escola de Música do Coral de Fornos. Actualmente é professor de oboé na Escola Profissional de Música de Espinho e na Escola Superior de Artes Aplicadas de Castelo Branco. Participa com frequência em classes de aperfeiçoamento em Portugal, Espanha e Alemanha, tendo trabalhado com os oboistas Diethelm Jonas, Peter Veale, Stefan Schilli, Alex Klein, Thomas Indermühler, Christian Wetzel, Klaus Becker, David Walter e Emanuel Abbühl.
24 Julho 2006

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Nascido em Felgueiras, em 1978, Pedro Ribeiro iniciou os seus estudos de oboé na ARTAVE com o Professor Saúl Silva e concluiu a Licenciatura na Escola Superior de Música do Porto, na classe do Professor Ricardo Lopes, tendo recebido o Prémio Engenheiro António de Almeida. Paralelamente, frequentou cursos de aperfeiçoamento sob a orientação de Thomas Indermüller, Stefan Schilli, Christian Wetzel, Douglas Boyd, Hansjorg Schellenberger, Diethelm Jonas e Earl Clemens, em Portugal, Espanha, Alemanha e Estados Unidos da América. Foi laureado com o 1º Prémio da Juventude Musical Portuguesa, o Prémio Jovens Músicos, da RDP, o Prémio Maestro Silva Pereira e o Prémio Revelação Ribeiro da Fonte, do Ministério da Cultura.
Apresentou-se a solo com a Orquestra Gulbenkian, a Orquestra Filarmónica da UNAM (México), a Landesjugendkammer Orchester Nordrhein-Westfalen, a Musique Militaire du Luxembourg, a Filarmonia das Beiras, a Sinfonieta da ESMAE e a Orquestra ARTAVE, em Portugal, no México e no Luxemburgo. Na temporada 1999-2000, ocupou o lugar de 1º Oboé na Filarmonia das Beiras. Faz parte do Quinteto Artziz, com o qual já realizou uma digressão pela Índia e Macau, e do Trium de Palhetas. Actualmente, é 2º Oboé da Orquestra Gulbenkian, com a qual se apresentou em Espanha, Alemanha, Suíça, Roménia e Malta e teve a oportunidade de trabalhar, entre outros, com Lawrence Foster, Günther Herbig, Gennady Rozhdestvensky, Emanuel Krivine, Thomas Hampson, Radu Lupu, Pinchas Zuckermann, Grigory Sokolov e Barbara Hendricks.
12 Janeiro 2004

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Ricardo Lopes finalizou o curso do Conservatório de Lisboa em 1984. Foi professor de oboé nesta mesma instituição, membro da Orquestra Sinfónica do Teatro Nacional de São Carlos e é, actualmente, o primeiro oboé da Orquestra Sinfónica Portuguesa, onde tem trabalhado com alguns dos melhores maestros da actualidade como: Nello Santi, Jeffrey Tate, Alain Lombard, Rafael Frübeck-de-Burgos ou Lukas Foss. Trabalhou, quer particularmente quer em classes de aperfeiçoamento com David Reichenberg, Ingo Goritzki, Eric Niord Larsen e Diethelm Jonas.
Colaborou com diversas orquestras como 1º oboé, entre as quais a Orquestra Sinfónica do TNSC, a Orquestra Gulbenkian, a Orquestra do Norte e a Orquestra da Regie Sinfonia. Apresentou-se a solo à frente da Orquestra Sinfónica do TNSC (Sinfonia Concertante de Mozart), da Orquestra Regie Sinfonia (Introdução, Tema e Variações de Hummel e Concertino para Corne inglês de Donizetti), da Orquestra Nacional do Porto (Concerto de Martinu), da Orquestra Sinfónica Portuguesa (obras de Bach, Mozart, Hummel, Peixinho e Maderna).
A partir de 1995 é professor de oboé na Escola Superior de Música do Porto, materializando um projecto de ensino que têm sido largamente reconhecido. É membro fundador do Quinteto Flamen, com o qual se apresentou em quase todo o País, e faz parte de diversos agrupamentos de instrumentos originais, entre os quais a "Capela Real" e o "Divino Sospiro". Dedicando grande parte da sua actividade à divulgação da música contemporânea, tem estreado e executado regularmente obras de vários compositores portugueses como António Carrapatoso, Virgílio Melo, Sérgio Azevedo, António Pinho Vargas, Paulo Brandão, Álvaro Salazar e Isabel Soveral, entre outros. Ao longo de 20 anos de carreira, têm efectuado inúmeras gravações para a RTP e RDP, não só integrado em agrupamentos de câmara, como também em recitais a solo com piano.
CONTACTOS
vicente.lopes@sapo.pt
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