FLAUTA TRANSVERSAL |
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Ana Carina Sousa nasceu em 1983, no Porto. Aos 11 anos ingressou no Conservatório de Música do Porto, na classe de flauta transversal. Em 1995, foi admitida na Escola Profissional Artística do Vale do Ave - ARTAVE, onde continuou os estudos em flauta transversal com Américo Costa. No 7º e 8º ano começou a sua formação em orquestra, como 1ª flauta. Com 12 anos, apresentou-se a solo pela primeira vez, com uma peça para flautim solo e orquestra.
Em 1997 foi admitida na orquestra de sopros ARTAVE, onde permaneceu até 2001, sendo neste último ano chefe de naipe. Em 1998 frequentou o Estágio de orquestra de Sopros "Orquestra das Oficinas de Guimarães" como chefe de naipe. No ano seguinte foi admitida na orquestra sinfónica ARTAVE, tocando como 2ª flauta/flautim e mais tarde, como chefe de naipe. Participou no 1º e 2º estágio de orquestra da Associação Nacional do Ensino Profissional de Música e Arte - APROARTE, como 2º flauta solista.
Em 2001 foi seleccionada para participar na digressão na Orquestra APROARTE, como chefe de naipe, participando no "Festival Internacional das Jovens Orquestras Mundiais", que ocorreu no auditório da Orquestra Sinfónica de Berlim, na Alemanha.
Trabalhou com os maestros Marc Schuster, Manuel Ivo Cruz, Ernest Schelle, Juan Trillo, Christoph Millet, Roberto Tibiriça, entre outros.
Frequentou cursos de aperfeiçoamento com Pedro Couto Soares, Eduardo Lucena, Vasco Gouveia, Vicent Prats, Avril Williams, Thies Roorda, Rien de Reede, Félix Rengli, William Bennet, Dennis Bouriakov, entre outros.
Foi bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian.
É membro fundador do trio musical "Pinceladas Autobiográficas", sendo o repertório exclusivo de compositores portugueses do nosso século. Faz com frequência recitais a solo e em música de câmara por todo o país e em algumas cidades em Espanha com o seu duo de flauta e piano "Solistas Ibéricos".
Participou no Concurso Internacional "Jeunesses Musicales" em Bucareste, onde teve uma masterclass com Barbara Gisler.
É frequentemente convidada para tocar flautim a solo nas bandas filarmónicas civis.
Ganhou o 3º lugar num concurso de instrumentistas nas Caldas da Rainha, em 2004.
É professora de flauta na Academia de Música de Benavente.
Trabalha como freelancer, maioritariamente como piccolo, em algumas orquestras portuguesas, tais como "Orquestra Solistas de Lisboa", "A2M", entre outras. Recentemente foi seleccionada a participar como performer na "Internacional Summer School of William Bennet", em Londres.
É licenciada em Música pela Escola Superior de Música de Lisboa.
Foi a primeira portuguesa a ser aceite em programa "Erasmus", pelo Real Conservatório de Haia (Holanda), onde estudou com oo grandes pedagogos Rien de Reede e Thies Roorda. Recentemente foi convidada a concorrer à "Concertgebow Orkest", na Holanda.
Actualmente é chefe de naipe da Orquestra da Companhia de Ópera Portuguesa: L'orchestra.

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ANA CATARINA COSTA , FLAUTA |
Ana Catarina Costa nasceu em 1984 e iniciou os estudos musicais aos 9 anos. Posteriormente entrou no Conservatório de Música Calouste Gulbenkian de Aveiro, na classe de Flauta Transversal de Ana Maria Ribeiro, terminando o curso em 2003 com a classificação de 20 valores. Prosseguiu os estudos na Musik-Akademie der Stadt Basel, na Suíça, com Félix Renggli, frequentando neste momento o último ano do Curso de Instrumento na Escola Superior de Música e das Artes do Espectáculo, no Porto.
Tem colaborado com várias orquestras, das quais se destacam a Orquestra Nacional do Porto e a Orquestra Sinfónica Portuguesa. É flautista da Orquestra de Câmara Portuguesa desde a sua fundação em Setembro de 2007. Apresentou-se a solo com a Orquestra do Conservatório de Aveiro, com a Orquestra de Câmara de Cascais e com a Orquestra Gulbenkian.
Ganhou, em 2002, o 1º Prémio no Concurso de Interpretação da Costa do Estoril, em 2003 o Prémio da Fundação Eng. António Pascoal, em 2004 o 1º Prémio – Solista, Nível Superior – no 8º Concurso “Prémio Jovens Músicos” da RDP e em 2006 o 1º Prémio do Concurso de Música de Terras de La-Salette e o 1º Prémio – Música de Câmara, Categoria A – no Concurso “Prémio Jovens Músicos.
É desde 2004 bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian.

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ANA MARIA RIBEIRO , FLAUTA |
Ana Maria Ribeiro é natural de Santa Maria da Feira. Foi bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian, frequentou a Academia de Música de Santa Maria da Feira, onde concluiu o curso de flauta, na classe de Maurício Dias Noites. Prosseguiu os estudos de flauta com Olavo Barros, Wendy Quinlan e Eduardo Lucena. Foi premiada em vários concursos a nível nacional bem como semi finalista do concurso Concurso Internacional “Leonardo di Lorenzo” em Itália.
Apresentou-se a solo com orquestras em Portugal e no Estrangeiro. Orienta classes de aperfeiçoamento com regularidade um pouco por todo o pais.
Concluiu o Konzertkassendiplom na Musik-Akademie Der Stadt Basel na Suíça, com a mais alta classificação, com o professor Félix Renggli. É solista da Orquestra Nacional do Porto, membro fundadora do Quinteto Versus, professora de Flauta e Música de Câmara no Conservatório de Música de Aveiro e no Instituto Superior de Estudos Interculturais e Transdisciplinares (I.S.E.I.T.) / Viseu.
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ANABELA VALVERDE MALARRANHA , FLAUTA |
Nascida em Évora, em 1974, Anabela Valverde Malarranha iniciou os estudos de flauta transversal na Academia de Música Eborense. Foi distinguida com o primeiro prémio no concurso "Évora Jovem 89" nas classes de solista de música de câmara e nos concursos da Juventude Musical Portuguesa na classe de solista (1990 e 1992). Concluiu os estudos da Academia de Música Eborense e posteriormente da Escola Profissional de Música de Évora com Nuno Ivo Cruz. Ainda como aluna desta última escola, fez vária digressões pela Itália, Bulgária e Dinamarca, actuando a solo e em música de câmara.
Frequentou diversos estágios de Verão com a Orquestra das Escolas de Música particulares e com a Orquestra Portuguesa da Juventude, com a qual, em 1995, actuou como solista. Ainda no mesmo ano apresentou-se como solista com a Orquestra Académica Metropolitana. Em Setembro de 2001 actuou como solista com a Orquestra Metropolitana de Lisboa. Participou em cursos e classes de aperfeiçoamento de flauta e piccolo (Portugal, Holanda, França, e Espanha), com Rien de Reede, William Bennett, Peter-Lukas Graf, Aurèle Nicolet, Patrick Gallois, Konrad Hunteler, Carlos Brunnel, Patrícia Morris, Vicent Cortvrint e Sebastian Bell.
Concluiu em 1998 a Licenciatura de Instrumentista de Orquestra - Especialidade Flauta transversal - da Academia Nacional Superior de Orquestra, com Ellen Freyer e Sandra Pina. De 1998 a 2001 estudou no Conservatório Real de Haia (Holanda), onde concluiu os estudos com Rien de Reede e Thies Roorda. Apresentou-se a solo na sala Beurs van Berlage (Amesterdão, 1997) e no Concertgebouw (Amesterdão, 1998 e 1999), integrada nos programas de recitais do Holland Music Sessions. Foi bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian, da Associação de Música Educação e Cultura, do Grupo Alcântara e do Instituto Português das Artes do Espectáculo. Actualmente é membro da Conservatório Metropolitano de Música de Lisboa.

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GIL MAGALHÃES, FLAUTA TRANSVERSAL |
Gil Magalhães nasceu no Porto em 1974, tendo iniciado os estudos musicais com o seu pai. Aos 13 anos, ingressou no Conservatório de Música do Porto concluindo três anos mais tarde o curso de flauta na classe de Olavo Barros. Prosseguiu os estudos com os professores Wendy Quinlan e master-classes com Auréle Nicolet, Jorge Caryevchi e Sabina Laurain.
É licenciado em flauta transversal na classe de Eduardo Lucena, na Escola Superior de Música e das Artes do Espectáculo, tendo concluído a sua licenciatura com elevada classificação.
Vencedor nas edições de 1988 e 1990 do 1º Prémio Regional nos concursos da Juventude Musical Portuguesa, obteve também o 1º lugar nos concursos para a Orquestra Sinfónica da Juventude Luso-Francesa, Orquestra Portuguesa da Juventude, Orquestra Sinfónica das Escolas de Música em 1993 e Orquestra Regional do Norte em 1994.
Foi flautista convidado na Régie Sinfonia – Orquestra do Porto, na temporada de 1993 e colaborou com outras formações orquestrais e camerísticas tais como a Orquestra Konsonância, Sinfonieta da ESMAE e Quinteto de Sopros do Porto.
De 1994 até 2004 foi flautista da Orquestra do Norte, sendo 1º flauta solista “A” desde 1998. Trabalhou com maestros de
nível mundial tais como Kristof Penderecky, Enrique Bátiz, Leo Brower, Roland Mélia, James Tuglle e interpretes como
Patricia Kopachinskaya, Eduardo Isaac, Duo Assad, Michel Lethiec, José Carreras, Andrea Bocelli, Scorpions, Rui Veloso, Luis Represas, Rao Kiao, entre outros.
Gravou para a RTP, SIC, Antena 2, bem como na diversa discografia da Orquestra do Norte. Em Dezembro de 2003 recebeu o convite para integrar a Orquestra Sinfónica do Estado do México, na qualidade de flautista co-principal, pelo Maestro Enrique Batiz na temporada 2004. Como solista interpretou o Concerto de Flauta e Orquestra de J. Ibert com o maestro J. F. Lobo (1999 e 2002) e o Concerto para Flauta e Orquestra de C.Reinecke com o maestro Roland Mélia (2001), com a Orquestra do Norte, em diversas localidades do País.
É professor da classe de flauta transversal, na Academia de Música Valentim Moreira de Sá em Guimarães e integra o corpo docente do Instituto Superior de Estudos Piaget de Mirandela. Paralelamente tem orientado master –classes e acções de formação de flauta transversal por todo o País.
É instrumentista fundador do quinteto de Sopros 5 Ventos.
02 Novembro 2008

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IWONA GABRIELA SAIOTE, FLAUTA TRANSVERSAL |
Iwona Gabriela Matuszewska nasceu na Polónia, onde em Lódz, aos 6 anos, iniciou os estudos musicais tendo como instrumento o piano. Aos 12 anos, com Antoni Wierzbinskí começou a estudar flauta transversal, que escolheu como instrumento principal. Em Varsóvia, foi-lhe concedida a Licenciatura em Artes - especialidade flauta - da Academia de Música Fryderyk Chopin, com a professora Elzbieta Cajewska. Foi a 1ª Flauta em várias orquestras de jovens: Lódz, Siedlce, Varsóvia, Ath (Bélgica). Laureada em vários concursos tais como "Jovens Músicos" em Wloszakowice e Opole, e Ensembles de Música de Câmara em Kraków.
Exerceu grande actividade de recitais solo e música de câmara por toda a Polónia, assim como gravou para a Rádio Nacional Polaca. Frequentou vários cursos dirigidos por flautistas como: Pierre Yves Artoud, Alain Marion, Andreas Adorjan, entre outros.
A partir de 1982 radicou-se em Portugal onde foi professora nos Conservatórios Nacionais de Lisboa, Castelo Branco, Academias de Espinho, Évora e Academia dos Amadores de Música de Lisboa. Dirigiu os cursos de Lagos e Azambuja. A convite da SEC, tem feito recitais e concertos de música de câmara e gravação para a RDP. Convidada como solista e cameralista pelo SEC, Casa Serralves, Casa de Arte do Porto, Fundação Cupertino de Miranda, Fundação Gulbenkian, Atalaya, RDP, RTP.
Tem feito recitais, concertos de música de câmara e gravações. Participou com a orquestra Gulbenkian em digressões em Portugal, Espanha e Índia. Colabora regularmente com a Orquestra Clássica do Porto. Desenvolve actividade pedagógica no Conservatório Nacional de Lisboa e no Conservatório de Música do Porto. É membro dos Solistas do Porto. É membro do Quinteto Artziz com o qual fez digressões em Macau e na índia. Actualmente desenvolve pedagógica no Conservatório de Música do Porto.
Junho 2004

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JOÃO PEREIRA COUTINHO, FLAUTA TRANSVERSAL |
Depois de concluir o curso de flauta do Conservatório Nacional, em Lisboa (classe de Ricardo Ramalho), João Pereira Coutinho prosseguiu os estudos musicais como bolseiro da Fundação Gulbenkian em Paris (com M. Debost, P. Nagle e, no Conservatório da Região de Paris, com S. Cherrier) e em Viena (com H. Weissberg), frequentando paralelamente diversas master classes na Europa (com A. Nicolet, P.-L. Graf, A. Adorján e P.-Y. Artaud, entre outros).
Laureado nos 1ºs Concursos da Juventude Musical Portuguesa, tem-se apresentado quer como solista, quer em recitais de música de câmara não apenas em Portugal como também noutros países europeus (Itália, Espanha, Luxemburgo, Checoslováquia), nos Estados Unidos da América, América Latina etc. e ainda em gravações para a rádio e a televisão. Colaborou com diversas orquestras e agrupamentos de câmara, nomeadamente como membro da Orquestra Nova Filarmonia Portuguesa, do Grupo de Música Contemporânea de Lisboa e do Trio Euterpion.
O seu disco Encontro - Música Portuguesa para flauta e piano, editado em 2000 pela etiqueta catalã "la mà de guido", com o apoio do Ministério da Cultura, mereceu o aplauso unânime da crítica especializada nacional e estrangeira. Professor de flauta do Conservatório Nacional, em Lisboa, tem sido convidado a orientar cursos do instrumento em Portugal e em Espanha.
CONTACTOS
joaopcoutinho@oniduo.pt
10 Outubro 2004

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LUÍS MEIRELES, FLAUTA TRANSVERSAL |
Natural do Porto, Luís Meireles tem vindo a desenvolver uma consistente carreira internacional, como concertista, tendo até à data tocado em importantes salas de 19 diferentes países, principalmente com a sua mulher, a pianista Maria José Souza Guedes (mais de 100 concertos), mas também com outros parceiros de reconhecido mérito, em música de câmara, e com orquestras como a Orquestra Sinfónica de Szczecin, a Makedonian Philarmonic, a Orquestra de Câmara da Silésia, a Orquestra de Câmara Clássica de Bratislava, a Orquestra Nacional do Casaquistão.
Gravou 5 Cds, muito bem recebidos pela crítica e fez a estreia de numerosas novas obras para flauta, de reconhecidos compositores, muitas delas a si dedicadas. Paralelamente desenvolve intensa actividade pedagógica, no Conservatório do Porto, onde lecciona desde 1991, mas também como professor convidado de muitas instituições prestigiadas como a Academia Liszt de Debrecen (Hungria), Academic College do Conservatório Tchaikovsky (Moscovo), National Academy of Music do Casaquistão, Conservatório Darius Milhaud (Paris), Inter-Fest Bitola (Macedónia), Cursos de Verão de Vertiskos (Grécia), etc, tendo também integrando o júri de grandes competições internacionais como o "Shabit" 2005 (Astana - Casaquistão).
A sua formação como músico e como flautista começou no Conservatório do Porto, tendo prosseguido os seus estudos em Madrid (Andrès Carreres), em Bruxelas (Michel Lefebre e Roland vander Bergen) e em Paris, onde trabalhou nove anos sob orientação de Christian Cheret, Vicenz Prats e Jean Ferrandis, tendo obtido os seus Diplomas Superiores em Flauta, Pedagogia e Música de Câmara na École Normale de Musique e o Diploma de 3º Ciclo em Música de Câmara no Conservatório Municipal. Participou ainda, regularmente, ao longo de 25 anos, em muitas dezenas de "Masterclasses" orientadas por artistas de reputação mundial. Luís Meireles toca em flautas de madeira, manufacturadas para si pelo conceituado construtor Anton Braun.
CONTACTOS
www.luismeireles.com
duosouzaguedes.luismeireles.com
luismeireles1@gmail.com
13 Janeiro 2006

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LÍDIA SEREJO, FLAUTA TRANSVERSAL |
Natural de Lisboa, Lídia Serejo concluiu os estudos musicais na Escola Superior de Música de Lisboa, obtendo a licenciatura em Flauta Transversal, em 1999, na classe de Nuno Ivo Cruz. Além disso, ainda estudou em Amesterdão com Rien de Reede e Thies Roorda, como bolseira da Yamaha Music Foundation of Europe. Também participou em masterclasses com Trevor Wye, William Bennett, Sophie Cherrier, Aurèle Nicolet, Andras Adorjan, Karlheinz Zohler, entre outros.
Ganhou o prémio Yamaha 1991 para instrumentistas de sopro e, no mesmo ano, foi também distinguida com o prémio de interpretação "Syrinx" do curso internacional de Segóvia (Espanha), orientado por Trevor Wye. Apresentou-se como solista com a Orquestra da F.M.A.C., em vários concertos, no País, e no estrangeiro, nomeadamente em Estrasburgo, no Parlamento Europeu e no Salão Josephine, em Valência, no Festival Internacional de Orquestras Juvenis, em Charleston, EUA., e na “Musikverein” de Viena. Participou também em vários concertos e óperas realizados pelo Orquestra Sinfónica Portuguesa.
Em 2001, foi convidada a participar na gravação do triplo CD de obras de António Vitorino d'Almeida. Em Abril de 2002 apresentou-se em Viena, na famosa Brahmssaal da Musikverein, integrando um concerto com obras deste compositor, no qual participaram também músicos como Olga Prats, Anabela Chaves e Ingeborg Baldaszi, entre outros.
Actua regularmente em formações de música de câmara, destacando-se o duo com o guitarrista Júlio Guerreiro, com concertos já difundidos pela RTP 1 e a RTP Internacional, e o duo com a pianista Tatiana Balyuk. Em Janeiro de 2006 inaugurou o ciclo de “Concertos Conversados” co-produzidos pela RDP-Antena 2 e o Centro Cultural de Belém, em que actuou a solo e em duo com piano e com guitarra, concerto esse que foi gravado e transmitido pela Antena 2, a 22 de Janeiro de 2006.
Paralelamente a estas actividades, lecciona actualmente Flauta Transversal e Música de Câmara na Escola de Música
de Nossa Senhora do Cabo, em Linda-a-Velha.
14 Março 2008

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MANUEL LUÍS COCHOFEL, FLAUTA TRANSVERSAL |
Manuel Luís Cochofel nasceu em Angola, em 1965. É diplomado pelo Conservatório Nacional de Música de Lisboa e licenciado em Flauta Transversal pela Escola Superior de Música de Lisboa. Estudou no Real Conservatório de Música de Copenhaga com Toke Lund Christiansen e Ola Birger Pedersen.
Em 1989 e 1991,obteve o 2º e 3º prémio de nível superior no Concurso "Prémio Jovens Músicos".
Tendo ingressado em 1983 na Banda Sinfónica da Guarda Nacional Republicana, onde se mantém actualmente como solista, actuou também como instrumentista convidado na Orquestra Portuguesa da Juventude, Orquestra da Juventude Musical Portuguesa, Orquestra de Harmonia dos Jovens das Comunidades Europeias, Orquestra de Câmara Sousa Carvalho e Orquestra da Fundação Calouste Gulbenkian.
Frequentou classes de aperfeiçoamento com Pierre-Yves Artaud, Atarah Ben-Tovim, Susan Milan, Benedek Csalog, Jonathan Snowden e Trevor Wye.
Leccionou na Academia de Música de Linda-a-Velha, no Centro Cultural de Beja e no Conservatório Nacional de Lisboa. É professor na Academia de Amadores de Música e na Escola Profissional de Artes da Beira Interior.
É ainda membro fundador do LUME, Lisbon Underground Music Ensemble, um colectivo de quinze músicos com backgrounds e experiências diversas nos campos do jazz, pop, rock, música clássica, contemporânea e improvisada.
CONTACTOS
www.cochofel.net
mlcochofel@netcabo.pt
25 Novembro 2007

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NATÁLIA MONTEIRO, FLAUTA TRANSVERSAL |
Natália Monteiro nasceu em 1979 na cidade de Lisboa e iniciou os estudos musicais aos 6 anos. Em 1990 entrou para a Escola de Música Leal da Câmara, tendo concluído o curso com 20 valores na disciplina de Flauta Transversal. Em 1998 entrou na Escola Superior de Música de Lisboa onde, em 2002, concluiu a Licenciatura.
Em Agosto de 96, 97 e 98 participou na Orquestra Portuguesa das Escolas de Música, dirigida pelo maestro Leonardo de Barros.
Participou em vários cursos de aperfeiçoamento com Trevor Wye, William Bennett, Vasco Gouveia, Emmanuel Pahud, Patrick Gallois, Michael Hasel, Vicenç Prats e Averil Williams, entre outros.
Colabora com algumas orquestras portuguesas, nomeadamente com a Orquestra Gulbenkian, tendo também tocado a solo com orquestra através de um curso de direcção organizado pelo Conservatório de Caldas da Rainha.
No ano lectivo de 1999/2000 entrou no corpo docente do Conservatório de Caldas da Rainha pelo qual esteve como professora na Orquestra de Sopros do Oeste.
No ano 2003/2004 continuou os seus estudos na Guildhall School of Music & Drama onde concluiu o Mestrado (MMus) sob a orientação de Averil Williams, Ian Clarke e Samuel Coles.
É membro da Orquestra das Beiras como primeira flauta desde 2004.
CONTACTOS
nataliamonteiro@netcabo.pt
22 Outubro 2006

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NUNO INÁCIO, FLAUTA TRANSVERSAL |
Natural da Ericeira, Nuno Inácio iniciou os estudos musicais aos oito anos de idade na Filarmónica local. Dois anos mais tarde, na Escola de Música «Luís A. M. Rodrigues», em Torres Vedras, começou o curso complementar de Flauta Transversal, sob a orientação de Ricardo Meira. Aos 18 anos ingressou na Escola Superior de Música de Lisboa, nas classes de Anthony Pringsheim (Flauta) e Olga Prats e Fernando Fontes (Música de Câmara). Quatro anos mais tarde, em 1999, concluiu a licenciatura com a classificação máxima.
Nesse mesmo ano, em Inglaterra, foi aceite como aluno de um dos mais célebres flautistas internacionais, Trevor Wye, sob a orientação do qual estudou durante dois anos. Seguidamente, participou em cursos de aperfeiçoamento e masterclasses em Portugal e no estrangeiro, com Herbert Weissberg, Trevor Wye, Celia Chambers, Vicenç Prats, Patricia Morris, William Bennett e Sophie Cherrier, entre outros.
Depois de haver conquistado vários galardões nacionais e internacionais, passou a ser regularmente convidado para desempenhar o lugar de 1.º flauta-solista da Orquestra Gulbenkian, além de colaborar em formações instrumentais como a Sinfonietta de Lisboa, a Orchestra Utópica e a Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras.
Nas qualidades de solista e de músico de câmara, Nuno Inácio já se apresentou em Lisboa e noutras cidades do País. Desde 1999 que é professor de Música de Câmara na Escola Superior de Música de Lisboa, além de leccionar Flauta Transversal na Academia Nacional Superior de Orquestra, funções que reparte com as de 1º flauta da Orquestra Metropolitana de Lisboa.
16 Maio 2007

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OLAVO BARROS, FLAUTA TRANSVERSAL |
Olavo Tengner Barros nasceu em Coimbra a 12 de Setembro de 1957. Iniciou os estudos de flauta transversal com Eduardo Lucena, tendo-se diplomado pelo Conservatório de Música do Porto. Prosseguiu os seus estudos musicais na Holanda onde obteve o diploma de solista (U. M.) na Academia Superior de Artes Constantijn Huygens em Zwolle sob a orientação do professor Jorge Caryevschi.
Como bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian, estudou flauta com Abbie de Quant e traverso com Marten Root no Conservatório de Utrecht. Frequentou cursos de interpretação de música contemporânea com Pierre-Yves Artaud e de música barroca com David Reichenberg, Phillipe Suzanne, Wilbert Hazelzet e Marc Hantai.
Obteve em 1984 o 1º prémio do Concurso de Música de Braga e em 1988 o 1º prémio (nível superior) do Concurso da Juventude Musical Portuguesa.
Como solista, actuou com a Orquestra Sinfónica da RDP Porto sob a direcção dos maestros Costa Santos e Gunther Arglebe, com a Orquestra Gulbenkian sob a direcção do maestro Max Rabinovitsj e com a "Orquestra Filarmonia das Beiras" sob a direcção do maesto António Lourenço. Colaborou com as orquestras "Sinfónica da RDP Porto", "Régie Sinfonia", Gulbenkian e "Sine Nomine". Foi solista na "Camerata Musical do Porto" e flautista principal na "Orquestra do Norte".
É membro dos grupos "Música Nova", "Segréis de Lisboa", "Capela Real" e "Flores de Música". Forma duos regulares com o guitarrista Paulo Vaz de Carvalho (duo "Iter") e com a pianista Irene Bessa Alves. Fundou, em 1999, juntamente com a cravista Cândida Matos, o grupo "Contraverso", que se dedica à execução de música de câmara barroca.
Em 2002, formou o grupo "D'Amore", com Jean-Loup Leconte (Viola d'Amore e violeta) e Mário Carreira (Viola francesa do séc. XIX), abordando repertórios do Barroco tardio ao início do Romantismo. É membro fundador do "Portogalante Ensemble". Integra agrupamentos e orquestras de jazz, tendo sido dirigido por Maria Schneider, Carlos Azevedo, Pedro Guedes e Gianluigi Trovesi. Tem colaborado na apresentação e divulgação de obras inéditas de compositores portugueses.
Dirigiu classes de aperfeiçoamento em S. João da Madeira nos "Encontros de Música de Vila Real", nos "Cursos de Verão de Oliveira do Bairro", na Escola Profissional de Mirandela e no Conservatório do Funchal. Lecciona flauta transversal no Conservatório de Música do Porto e na Escola Superior de Música de Lisboa. É professor de traverso na Área de Música Antiga da Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo do Porto.
CONTACTOS
olavobarros@netcabo.pt
12 Abril 2004

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PEDRO CAMACHO, FLAUTA TRANSVERSAL |
Pedro Miguel Soares Camacho nasceu na Ilha da Madeira no ano de 1984. Iniciou os estudos de flauta com 11 anos no Conservatório Regional da Madeira, tendo terminado o 8º grau com 19 valores.
A fim de continuar os seus estudos, ingressou na Escola Superior de Música de Lisboa onde durante o período de um ano frequentou a classe de Anthony Pringsheim, transitando no ano seguinte e até ao final do curso para a classe de Olavo de Barros. Terminou o curso com a nota de 18 valores.
Participou em diversas classes de aperfeiçoamento com professores como Averil Williams, Michel Debost, Trevor Wye, Patrick Gallois, Félix Reggli, István Matuz, Vasco Gouveia, Zoltán Gyönngyössy e Benoit Fromanger.
Em Julho de 2004, foi laureado no "Prémio Jovens Músicos" com o 3º prémio ex-aequo. Em Fevereiro de 2005, ganhou o 1º prémio no "Concurso Internacional Jovens Intérpretes" na Madeira. Em Julho de 2006 recebeu uma menção honrosa no "Concurso Jovens Intérpretes" nas Caldas da Rainha.
Desde o ano lectivo de 2005/2006, é professor de flauta no Conservatório de Sintra.
10 Outubro 2007

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RICARDO RAMALHO, FLAUTA TRANSVERSAL |
Ricardo Ramalho teve como primeiro mestre José da Silva Domingues, em Reguengos de Monsaraz, sua terra natal. Aos dezanove anos ingressou na banda da GNR, onde desempenhou as funções de flautista durante alguns anos. Em 1948 passou a ocupar o lugar de flautista na Orquestra Sinfónica da Emissora Nacional. Entretanto, frequentou o curso de flauta do Conservatório Nacional, onde estudou também interpretação de música antiga com Santiago Kastner, a convite do qual ingressou no conjunto instrumental «Os Menestréis de Lisboa». Integrado neste agrupamento, participou na década de 1960 em vários concertos de música de câmara.
Como bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian esteve, em 1961 e 1962, em Lausanne e Hamburgo, sendo discípulo do famoso flautista Aurèle Nicolet. A partir de 1961 passou a ser um dos flautas solistas da Orquestra Sinfónica da Emissora Nacional trabalhando sob a regência de nomes como Pedro de Freitas Branco, Igor Stravinsky, Otto Klemperer, Leopold Stokovsky, Carl Münch, Malcolm Sargent, John Barbiroli, Paul Kletsky, Georg Solti, Efrem Kurtz, Lorin Maazel e Paul Hindemith. Colaborou em concertos com a Academia de Instrumentistas de Música de Câmara da Emissora Nacional e com a Orquestra de Câmara Gulbenkian apresentando-se com esta orquestra a solo, pela primeira vez, em 1963, no âmbito do 7º Festival Gulbenkian de Música.
Em 1967, depois de ter estudado com o célebre flautista e pedagogo André Jaunet em Zurique, ingressa nos quadros da Orquestra Gulbenkian como Flauta-Solista, selando uma colaboração de quatro anos como 1º Flauta convidado. Como Flauta-Solista na Orquestra Gulbenkian realizou concertos em Portugal, China, Índia, Rússia, Brasil, Iraque, África do Sul, Zimbabwe, Malawi, Angola, Moçambique, Macau, Bélgica, Suíça, Itália, Espanha e França.
Em 1975, foi nomeado Professor de Flauta no Conservatório Nacional, cessando as suas funções em 1987 para ingressar como docente de flauta na então recém-criada Escola Superior de Música de Lisboa.
Em 1985, aposentou-se da Orquestra Gulbenkian e, dez anos mais tarde, das suas funções docentes na ESML, que exercia também como Professor-Coordenador.
Por ocasião do seu 80º aniversário, ocorrido a 18 de Outubro de 2006, o Professor Ricardo Ramalho foi alvo de um concerto de homenagem no Conservatório Nacional seguido de jantar comemorativo, evento promovido por antigos alunos e que reuniu para além destes muitos ex-colegas, amigos e familiares.
22 Julho 2007

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RITA MALÃO, FLAUTA TRANSVERSAL |
Natural de Setúbal, Rita Malão concluiu o 8º grau de Piano pelo Conservatório de Música de Setúbal. É bacharel em Flauta Transversal, pela Escola Superior de Música de Lisboa (concluído com 19 valores) e obteve o Diploma de Solista U.M com elevada classificação e distinção pela Escola Superior de Artes Constantijn Huygens (Holanda) de onde resultou a gravação em CD das obras Le Melre Noir de Olivier Messiaen e Duo for flute and piano de Aaron Copland com a pianista Elisabeth Van Malde.
Em Flauta Trasnversal teve como professores Fidélio Barrocas, Carlos Franco, Olavo Barros, Jorge Caryevschi.
Durante os seus estudos foi bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian e do Centro Nacional de Cultura.
Participou em classes de aperfeiçoamento com Herbert-Weissberg, Trevor Wye, William Bennett, Vicenç Prats, Rien de Reede, Sebastian Bell, entre outros.
Dos vários prémios destacam-se o 1º prémio em 1995 na classe dos 20 anos, Madeiras da Juventude Musical Portuguesa; 1º Prémio em 1990, Música de Câmara, Juventude Musical Portuguesa; "Vriendenprijs" atribuído pela Escola Superior de Artes Constantijn Huygens (Holanda).
Fez parte da Orquestra das Escolas de Música Particulares e Orquestra Portuguesa da Juventude, no que se refere a orquestras jovens nacionais.
A nível internacional, integrou a Orquestra de Jovens da União Europeia (EUYO) durante três anos, Orquestra Mondiale des Jenesses Musicales (1996), e ainda ficou apurada para a Orquestra do Mediterrâneo (dois anos), e Orquestra Gustav Malher.
Tocou nas principais salas de concerto da Europa e América do Sul, nomeadamente Royal Albert Hall, Berliner Philarmonie, Konzertgebow, Teatro Colon, para além de Escócia (Festival de Edimburgo), França, Itália, Suiça (Festival de Verbier), Russia, Checoslováquia, Luxemburgo, Brasil, Espanha (Festival de Perelada), entre outros.
Como solista, apresentou-se em Israel, Holanda e Portugal.
De entre muitos nomes com quem trabalhou destacam-se Lutz Kohler, Mstislav Rostropovich, Vladimir Ashkenazy, Bernard Haitink, Bobby Mcferrin, Yuri Temirkanov, e solistas como Barbara Hendricks, Emanuel Ax , Maxim Vengerov.
Nos últimos anos tem colaborado regularmente com a Orquestra Gulbenkian (como 1ª, 2ª Flauta e Flautim), vários grupos de música de câmara, a par da sua actividade docente no Conservatório de Música de Castelo Branco e Conservatório de Música de Setúbal.
17 Abril 2008

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VASCO GOUVEIA, FLAUTA TRANSVERSAL |
Vasco Gouveia iniciou os seus estudos na Fundação Musical dos Amigos das Crianças. Após a conclusão do Curso de Flauta no Conservatório Nacional, uma bolsa de estudo da Fundação Gulbenkian permitiu-lhe prosseguir os estudos em Londres no Guidhall School of Music and Drama com a professora Averil Williams. Em 1993, estudou nos EUA com uma bolsa de estudo Fullbrighe onde obtém o mestrado em Interpretação - Flauta na Universidade de Boston. Nesta instituição recebeu várias distinções: Director's Award, Wood's Foundation Musicianship Award e a nomeação honorífica para a sociedade artística Phikappa Lambda.
Como recitalista e solista tem-se apresentado em Portugal, Alemanha, Bélgica, Franca, Inglaterra, EUA e Itália. Desde 1996, integra a Direcção Artística da Orquestra das Escolas de Música Portuguesas e é Professor no Curso de Verão Jovens Músicos em Caldas da Rainha, desde a sua criação, em 1996. É membro fundador do Trio Vissi d'Arte.
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