FAGOTISTAS PORTUGUESES |
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CAROLINO CARREIRA, FAGOTE |
Carolino Carreira terminou em 1987 o curso de Fagote do Conservatório Nacional de Lisboa. Logo após fez uma pós-graduação no Royal Northern College of Music em Manchester, Inglaterra em 1988/89, tendo obtido uma bolsa de estudo da Fundação Calouste Gulbenkian, onde estudou com os Professores William Waterhouse e David Chatwin (1º Fagote da Orquestra Filarmónica da BBC). Estudou também Contrafagote com o professor William Greenless, contrafagotista da Orquestra da BBC de Manchester.
Nos anos de 1988/89 integrou por diversas vezes a Orquestra Sinfónica, o Octeto de Sopros, bem como outras formações de musica de câmara no Royal Northern College of Music. Realiza também nessa instituição vários recitais a solo. Foi membro fundador do Ensemble Mistral com o qual, sob a direcção de Robin Canter, actuou na Conferência Anual da Double Reed Society que se realizou em 1989 em Manchester - UK. Entre 1987 e 1992 integrou a Orquestra Sinfónica do Teatro Nacional de S. Carlos. Integrou a Orquestra Regie Sinfonia do Porto como 1° Fagote na temporada 92/93. Desde que 1993 integra a Orquestra Sinfónica Portuguesa como 1º Fagote solista. Foi convidado, em 1997, a participar como solista na Sinfonia Concertante de Mozart, num concerto realizado pela Orquestra Sinfonica Portuguesa no Grande Auditório do Centro Cultural de Belém.
Em Dezembro de 2000 foi convidado a integrar o painel internacional de juris do 16º Concurso Internacional De Execução Musical da Provincia De Caltanisseta-Sicilia, Italia Em conjunto com o flautista Nuno Ivo Cruz, o oboista Ricardo Lopes, o clarinetista Jorge Trindade, o trompista Paulo Guerreiro forma o "Quinteto Flamen", com o qual tem efectuado concertos, tournées e gravações para a rádio e televisão. Tendo obtido formação de fagote antigo com os professores Alberto Grazzi, Marc Vallon e Alfredo Bernardini, desenvolve intensa actividade no campo da música antiga, quer como solista, quer integrado em diversos agrupamentos. De destacar a participação em 2004 numa tounée europeia com a "L'Orchestre des Champs-Elysées" sob a batuta de Philipe Herreweghe.
14 Outubro 2004

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João Azevedo nasceu em Lisboa em 1972, onde iniciou os estudos musicais em 1983 na Banda de Música dos Bombeiros Voluntários de Loures. Em 1988, ingressou no Conservatório Nacional de Música para prosseguir os estudos com Arlindo Santos, finalizando o Curso Complementar de Música desta escola em 2000.
Em 1991 ingressou na Banda Sinfónica do Exército. Posteriormente, concorreu ao Curso de Sargentos, ingressando no mesmo em 1992. Participou em 1993 no Curso de Aperfeiçoamento para Instrumentos de Sopro, em Loures, na classe de fagote com Carolino Carreira. Em 1995, participou no Curso Intensivo de Verão no Conservatório Regional de Setúbal com Arlindo Santos. Em 1999 e 2004 participou no Seminário sobre o Fagote na Escola Superior de Música de Lisboa orientado pelo fagotista sueco Asger Svendsen. Em 2004, realizou uma classe de aperfeiçoamento com Matthias Rácz (Fagote Solista da Tonhalle-Orchester Zürich).
Em 1995, 1996, 1998, 1999 e 2000 participou em estágios de aperfeiçoamento orquestral com a Orquestra Sinfónica Juvenil, dirigida pelo Maestro Christopher Bochmann, respectivamente nos Açores (Graciosa e São Jorge), na Madeira (Funchal), Figueira da Foz, na Madeira (Funchal) e nos Açores (Terceira).
Entre 1997 a 2000 leccionou Expressão Musical na Escola Primária nº 1 de Loures. No ano lectivo 2000/2001 ingressou na Escola Superior de Música de Lisboa, na classe de Fagote de Arlindo Santos. Actualmente desempenha as funções de 1º Fagote na Banda Sinfónica do Exército e professor dos Cursos de Música aí ministrados.
Colabora frequentemente como músico convidado com a Orquestra Sinfónica Portuguesa, Orquestra Sinfonietta de Lisboa, Orquestra do Algarve, Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras, Orquestra do Baixo Alentejo, Orquestra Gulbenkian, entre outras. Realizou digressões à Alemanha, Roménia e Espanha com a Orquestra Gulbenkian. Concluiu a Licenciatura do Curso de Fagote da Escola Superior de Música de Lisboa em 2004. Pertence ao Trio Aulos Consort, do qual é membro fundador. É professor de fagote na Academia de Música da Orquestra Nacional do Tejo. É membro do Quinteto Diaphonia desde 2006.
22 Outubro 2006

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Otílio Martins nasceu em Grândola, em 26 de Novembro de 1934. Iniciou os estudos musicais na sua terra natal. Aos 19 anos ingressou na Banda da Armada, onde foi solista de fagote. Estudou no Conservatório Nacional, tendo terminado o Curso de Fagote com a classificação de 18 valores.
Em 1960 obteve uma bolsa de estudo da Fundação Calouste Gulbenkian para estudar na Academia de Música de Zurique, com Willy Burger, o fagote alemão sistema «Heckel», até então ainda não usado em Portugal. No ano seguinte, a mesma Fundação concedeu-lhe uma nova bolsa para aperfeiçoamento artístico em Zurique, durante um mês.
Após o regresso de Zurique, ingressou na Orquestra Sinfónica da Emissora Nacional, e, a partir de 1967, na Orquestra de Câmara Gulbenkian. Foi componente da Orquestra Filarmónica de Lisboa, e professor do Conservatório Nacional.
Desde 1957 frequentou o curso especial de Interpretação de Música Antiga, regido por Santiago Kastner, que o convidou para ingressar no conjunto instrumental «Os Menestréis de Lisboa», com o qual tem participado em vários concertos de música de câmara. Colaborou como solista em recitais para a RTP e EN, e em algumas manifestações musicais patrocinadas pela Fundação Calouste Gulbenkian.
Em 1968, Otílio Martins obteve o I Prémio no Concurso Guilhermina Suggia e, no ano transacto, foi-lhe atribuída uma nova bolsa da Fundação Gulbenkian para estudar em Praga com Karel Bidlo.
Adaptado de biografia inserida no XIV Festival Gulbenkian de Música, 1970.
26 Fevereiro 2007

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Paulo Martins obteve o curso complementar de Saxofone no Conservatório de Música do Porto. É licenciado em Fagote pela Escola Superior de Música do Porto. Prosseguiu os estudos na Alemanha obtendo o curso de Solista – DKA com Gunter Pfitzenmaier na “Hochschule für Musik Karlsruhe” bem como o mestrado em performance na mesma escola – Konzert Examen.Estudou Direcção de Orquestra com o Maestro Osvaldo Ferreira e fez classes de aperfeiçoamento em Direcção de Orquestra e Música de câmara com o Maestro Ernest Schelle.
É Director Artístico da Orquestra e Banda Sinfónica de Jovens do Concelho de Santa Maria da Feira, e professor na Escola Profissional Artística do Vale do Ave – ARTAVE.
Actualmente, está a fazer o mestrado em direcção com o conceituado maestro Jan Cober no Conservatório de Maastricht – Holanda.
16 Maio 2007

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Natural de Pevidém, Guimarães, Pedro Silva estudou fagote na Escola Profissional Artística do Vale do Ave, na classe do professor Hugues Kesteman, e na Escola Superior de Música do Porto, onde obteve a licenciatura. Estudou também na Escola Superior de Música de Karlsruhe, na Alemanha, com o professor Gunter Pfizenmaier. Paralelamente, frequentou diversos cursos de aperfeiçoamento, destacando-se os orientadas por Sérgio Azzolini, Gustavo Nunes, Milan Turkovic e Pierre Olivier Martens, em Portugal e na Alemanha.
A actividade de Pedro Silva reparte-se entre a música de câmara e os concertos com Orquestra, em Espanha, França, Holanda, Alemanha e Bélgica. Ao longo da sua actividade artística, destacam-se as participações no 1º Estágio Nacional de Fagote, no Festival Internacional de Música de Mateus, no Festival da Póvoa do Varzim, nos Encontros da Primavera (Guimarães), em Déodat de Séverac (Toulouse) e no Musiktheater de Karlsruhe.
Apresentou-se, como solista, com a Orquestra do Norte e a Orquestra Artave, tendo colaborado ainda com a Orquestra de Câmara Musicare, a Orquesrta Metropolitana de Lisboa, a Orquestra Académica do Porto, o Quinteto Zelenka, e o Remix Ensemble, trabalhando regularmente com este último.
Foi 1º Solista na Orquestra do Norte e 2º Solista na Orquestra Filarmonia das Beiras. Actualmente, integra a Orquestra Nacional do Porto como 2º Solista. É membro fundador do Trium de Palhetas e da Camerata Senza Misura. Na sua Actividade de concertista, teve oportunidade de participar em estreias de obras de compositores como Fernando Lapa, Cândido Lima, Carlos Azevedo, João Rafael, Eurico Carrapatoso e Emanuel Nunes, entre outros.
Em 1995, foi-lhe atribuído o 3º Prémio, na classe de madeiras, no concurso da Juventude Musical Portuguesa.
Como docente, fundou classes de fagote que leccionou em diversas academias e conservatórios. Actualmente, é professor na Escola Profissional Artística do Vale do Ave e na Escola Profissional de Música de Viana do Castelo.

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Ricardo Santos iniciou os estudos musicais na filarmónica local e, mais tarde no Conservatório de Leiria. Aos 15 anos ingressou na Escola Profissional de Artes da Beira Interior (EPABI), na classe de fagote do professor João Brito. É licenciado em fagote pela ESML. Em 2007 terminou a Pós-Graduação no Instituto Internacional de Música de Câmara de Madrid.
Integrou a Orquestra da Semana Internacional da Música do Luxemburgo, a Orquestra de Harmonia de Jovens da União Europeia e a Orquestra da Escola Superior de Música Rainha Sofia (Madrid). Foi semi-finalista na 4ª edição do Concurso para Quintetos de Sopro Henri Tomasi, em Marselha. Ganhou o Segundo prémio nível superior na classe de Música de Câmara do Prémio de Jovens Músicos da RDP nas edições 2004 e 2005. Participou em classes de aperfeiçoamento de fagote com Henning Trog, Mathias Racz, Asger Svendsen e Afonso Venturieri.
16 Abril 2008
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