Mário Alves

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Mário João Alves

Tenor

Mário João Alves nasceu em Perafita, Matosinhos. Realizou os seus estudos de Canto com Fernanda Correia, nos Conservatórios do Porto e Gaia aperfeiçoando-se depois com Elio Battaglia e Enza Ferrari em Turim e Treviso. Trabalha repertório com o maestro João Paulo Santos. Em 1996, foi 2º classificado no Concurso Nacional de Canto Luísa Todi.

Interpretou os seguintes papéis principais: Albert (“Albert Herring”), Teatro Aberto; Nemorino (“L’Elisir d’Amore”), Teatro Nacional de São Carlos/CAE; Ferrando (“Cosi Fan Tutte”), Porto 2001; Tamino (“A Flauta Mágica”), Festival MusicAtlântico; Conde de Almaviva (“O Barbeiro de Sevilha”), ON/Coliseu de Lisboa; Paolino (“Il Matrimonio Segreto”), CAE; D. Francisco (“O Espadachim do Outeiro”), Centro Cultural Olga Cadaval; Sempronio (“Lo Speziale”), Teatro Nacional de São João. Integrou ainda os elencos de “Carmen”, “L’Enfant et les Sortilèges” e “Falstaff” com o Círculo Portuense de Ópera, “Neues vom Tage” no Teatro Aberto, “Guerras de Alecrim e Manjerona” no Acarte, “La Fanciulla del West” e “Billy Budd” no Teatro Regio de Turim, Adina, “Four Saints in Three Acts”, “The English Cat”, “Les Troyens”, “Jeanne d’arc au Boucher”, “Manon Lescaut”, “Il Turco in Italia”, entre outras, no Teatro Nacional de São Carlos. Tem trabalhado com encenadores como João Lourenço, Luís Miguel Cintra, Paulo Matos, Bob Wilson, Giancarlo del Mónaco e Graham Vick.

Como intérprete de oratória e concerto tem interpretado obras como: “Messa di Gloria” de Puccini, “Petite Messe Sollenelle” de Rossini, “Magnificat” de Bach, “Requiem” de Mozart, “Messias” de Haendel, “Stabat Mater” de Dvorak, “Pulcinella” de Stravinsky, “Canções Judaicas” de Shostakovitch. É regularmente solista convidado da Orquestra e Coro da Fundação Calouste Gulbenkian, Orquestra Sinfónica Portuguesa, Orquestra do Norte, Metropolitana, Nacional do Porto, Filarmonia das Beiras, Clássica da Madeira, Coro da Sé Catedral do Porto, entre outras. Mais recentemente, a sua carreira tem-se desenvolvido também um pouco além-fronteiras, em Itália (Siena, Pescara e Turim), Espanha, Macau, Malta e Áustria. Próximos compromissos incluem o papel principal em “The Beggar’s Opera” no Teatro Aberto, “La Donna del Lago” no Teatro Nacional de São Carlos, “L’Elisir d’Amor” em digressão pelo Japão, concertos em Espanha com os Segréis de Lisboa, e ainda concertos em Lisboa, Ponta Delgada e no Festival de Música de Alcobaça.

Una furtiva lagrima, Elisir d’amore, de Donizetti, no Japão