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ARTIGOS E ENSAIOS
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A música como recurso para o aluno hiperativo

Artigo de Adriana Catarina de Carvalho de Paiva, Maria Bernadete Zagonel, Maria de Nazaré Vasconcelos Arouck, Silene Trópico e Silva

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Resumo

O Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDA/H, catalogado sob CID-10) é um transtorno neurobiológico de origem genética e suas características são distração, impulsividade e hiperatividade. A criança/adolescente em idade escolar com TDA/H é aquela que, além do normal para a idade, tumultua o ambiente, tem dificuldades em obedecer, tem problemas de auto-estima e é solitária. O seu rendimento escolar é baixo mesmo sendo inteligente, pois não consegue "parar" para aprender. A música, por meio de técnicas da musicoterapia, tem sido usada como auxiliar nesses transtornos, por prescindir de palavras. A presente pesquisa realizou atividades musicais com 6 alunos portadores de TDA/H durante 6 meses, procurando levá-los a uma nova tomada de consciência por meio do fazer musical, com foco em: precisão rítmica, treino de melodias em grupo de modo a estimular a integração entre os alunos, atenção à diversidade de timbres dos instrumentos, audição orientada para musicas variadas. Os encontros musicais serviam como terapia alternativa àquelas tradicionais para hiperativos e, além de sensibilizá-los musicalmente, procurou-se fazê-los perceber que a disciplina conseguida poderia ser estendida a outras situações da vida principalmente na escola, melhorando o seu rendimento escolar.

A música no desenvolvimento da criança

Artigo de Helen Christianson

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(...) " é afortunada a criança a quem a mãe, desde os seus primeiros dias de vida, proporciona experiências musicais. Essas primeiras experiências contribuem para que, mais tarde, ela goste de música. Como qualquer outra arte, a música é cheia de significado, quando é primeiro "aprendida" e não "ensinada". O divertimento vem primeiro; a técnica vem depois. O amor pela música pode ser desenvolvido desde os primeiros dias estendendo-se por toda a infância". (...)

As crianças precisam de música

Artigo de Wilfried Gruhn, tradução do Inglês por Etelvina Pereira.

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(...) "O ser humano nunca acaba o seu processo de aprendizagem. É impossível abstermo-nos de aprender (não podemos não aprender) devido à plasticidade estrutural do cérebro. No entanto, é muito mais fácil aprender durante a flexível fase do seu desenvolvimento. Por isso, as faculdades mais importantes (tais como a posição vertical, o discurso verbal, o pensamento lógico, as operações formais abstractas etc.) desenvolvem-se nos primeiros anos de vida". (...)

Autismo, educação musical e musicoterapia

Artigo de Maiara Aparecida Bertoluchi

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O desenvolvimento da musicalidade nas crianças deve estar em conformidade com a sua vivência musical e os métodos utilizados. A educação musical, por si só, já se inicia no lar, com a oferta de ferramentas à criança para que ela descubra os sons e o seu universo (discos, canções, instrumentos, objetos sonoros variados, gravuras relacionadas, etc). Na escola, no entanto, deverá se realizar o direcionamento deste interesse para o desenvolvimento de outros aspectos ligados à criança (criatividade, coordenação motora, lateralidade, lógica, estética etc). (...)

Cantigas e brincadeiras-de-roda na musicoterapia

Artigo de Benita Michahelles

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Resumo

Este trabalho trata das cantigas e brincadeiras-de-roda. Abordando as suas características lúdico-poético-musicais e dinâmicas, e buscando as suas ligações com o processo musicoterápico. Relaciona estas manifestações do folclore infantil às fases do desenvolvimento humano e destaca a sua relação com as mandalas. Embasa-se nas abordagens psicanalítica e junguiana. Por fim, a discussão teórica é ilustrada com exemplos práticos.

Da expressão e expressividade à música em particular

Artigo de Levi Leonido, da UTAD

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(...) Em nosso entender, achamos que é sinónimo de expressão tudo o que da música advir em termos emocionais, sensitivos, estéticos e artísticos, os quais consigam mexer com a sensibilidade do ser humano (sensível) predisposto a aprender, a observar e a participar na arte, vivendo-a intensamente nos seus infinitos recantos expressivos e emocionais como ouvinte praticante. Expressar é ir mais longe. É estar para além da técnica, do aspecto frio e mecânico que uma composição nos pode mostrar, em suma, é aquilo que acrescenta em termos de códigos de leitura emocional e à percepção imediata do literato ou do leigo em música. (...)

Educação musical para surdos

Artigo de Cristina Soares da Silva

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Resumo

Esta monografia tem como objetivo sugerir algumas atividades musicais que podem ser realizadas com alunos surdos. Para isso, é necessário conhecer um pouco a história da educação dos surdos e a sua cultura. Foram citados alguns factos históricos que marcaram a educação dos surdos no Brasil e no mundo. Foram realizadas atividades musicais na Escola Municipal Rosa do Povo, numa turma de alunos surdos que participa do programa do bilinguismo no estado do Rio de Janeiro. A proposta das aulas foi de verificar, através da observação, a reação, a apreciação e a execução musical dos alunos. O principal parâmetro musical utilizado nas aulas foi a vibração. As atividades musicais foram planejadas a partir de Louro, no seu livro Educação musical e deficiência: propostas pedagógicas (Louro, 2006).

Musicoterapia

Artigo de Levi Leonido, da UTAD

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(...) Tudo poderá ser música e tudo poderá ser musicoterapia. Pois um aluno pode ter necessidade de ser submetido a experiências musicoterapêuticas, para desenvolver capacidades e fazer desabrochar outros talentos de apreciação do mundo ainda ocultos e, ao mesmo tempo, a um paciente da musicoterapia pode ser administrada a prática instrumental ou o canto de forma a recuperar caducidades adormecidas. (...)

Musicoterapia e síndrome de Down

Artigo de Maria Inês Couto Augusto

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Resumo

Esta monografia tem por objetivo um aprofundamento teórico sobre a estimulação de pessoas portadoras de síndrome de Down. Descrevem-se, nela, os conceitos de estimulação e analisa-se o trabalho em musicoterapia através de entrevistas com profissionais experientes neste campo. Foram levantadas diversas possibilidades técnicas de utilização da estimulação em musicoterapia.

Musicoterapia para crianças e famílias saudáveis

Artigo de Jamie Blumenthal sobre Musicoterapia traduzido por Etelvina Pereira.

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(...) "As pessoas sabem o que é a música e o que é terapia mas a combinação das duas palavras "musico" - "terapia", parece desafiar, confundir, fascinar e motivá-las a colocar essa questão".

O Braille e a Musicografia

Artigo de José Fernandes da Silva

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(...) Como a escrita das palavras, também a Música evoluiu ao longo das gerações. Os cegos, desde muito cedo, têm-na utilizado como ganha-pão e lazer. Mas como decifrar os caracteres da música a tinta?

Não escapou esta delicada situação à perspicácia de Louis Braille, que também cultivou e interpretou a música. Apercebendo-se de que urgia criar uma notação musical para os cegos, persistente e ousado, lançou mãos à obra.

Assim, em 1829, baseado no seu sistema, realizou a primeira Musicografia, integrada na obra já citada e publicada nesse ano. Sugeria, junto ao alfabeto, um sistema de caracteres musicais, baseado nos seis pontos. (...)

Pertencer, ser e promover a Música na Educação

Artigo de J. Terry Gates traduzido do Inglês por Etelvina Pereira.

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(...) "A música é uma das características permanentes e universais do ser humano. As pessoas irão sempre encontrar e criar música que contribua efectivamente para a qualidade das suas vidas individuais e colectivas - no dia-a-dia e nos rituais culturais que são importantes para manter as suas sociedades. A música fraca é facilmente posta de lado e substituída por outra quando os recursos não sustentam a necessidade; e as pessoas descobriram recursos gratuitos ou pouco onerosos para criar, elas próprias, música interessante, eficaz e gratificante." (...)

Somos musicais

Artigo de Graham F. Welsh sobre Educação Musical, traduzido do Inglês por Etelvina Pereira.

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(...) "O cérebro humano tem áreas especializadas cujas funções primordiais trabalham em conjunto para o processamento musical. Somos, também, musicalmente educados, no sentido de que adquirimos comportamentos musicais sofisticados desde a fase pré-natal passando pela experiência da cultura em que nos inserimos." (...)


Pérolas antes do pequeno almoço
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Experiência inédita, com Joshua Bell, um dos mais famosos violinistas do mundo.
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