MELOTECA SÍTIO DE MÚSICAS E ARTES
Siga-nosFacebookFacebookTwitterLinkedInMyspaceFlickr
>Instrumental
PRINCIPAL
Clarinete
Piano
Trompete
Bateria

ORQUESTRAS DE PORTUGAL
NOVA ORQUESTRA DE LISBOA

A Nova Orquestra de Lisboa foi formada em Outubro de 2006 com o objectivo de criar novos públicos para a música dos nossos dias, dando a conhecer jovens intérpretes e compositores. A Orquestra aposta numa programação temática e na divulgação da criação interdisciplinar - ligando a música à literatura, à dança, às artes plásticas e ao cinema. Actualmente com uma formação de ensemble versátil, tem como objectivo um alargamento sustentável do seu efectivo, que passa pela formação de intérpretes na área das novas linguagens musicais.

A Orquestra estreou-se a 2 de Dezembro de 2006 no Museu da Música, sob a direcção de Henrique Piloto, interpretando obras de Tiago Cabrita, Eurico Carrapatoso, Bach e Corelli. Realizou concertos na Assembleia da República, Museu Municipal de Vila Franca de Xira, Faculdade de Ciências e Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, no Instituto Superior de Agronomia e no Instituto Superior de Economia e Gestão.

No seu primeiro ano de existência já interpretou 11 obras em estreia absoluta e colaborou com maestros e compositores como Henrique Piloto, Pedro Figueiredo, Roberto Pérez e Pedro Rocha.

CONTACTOS

MoradaAssociação Juvenil Nova Orquestra de Lisboa

TelemóvelTlm. (00 351) 969 902 932 (Geral)

TelemóvelTlm. (00 351) 962 844 714 (Pedro Sousa, direcção)

TelemóvelTlm. (00 351) 962 491 954 (Gonçalo Gato, direcção)

SítioSítio: www.novaorquestralisboa.com

SítioMyspace: www.myspace.com/novaorquestralisboa

04 Janeiro 2008

TOPO

ORQUESTRA BARROCA "DIVINO SOSPIRO"

Fundada pelo músico italiano Massimo Mazzeo, a Orquestra barroca “Divino Sospiro” nasce da vontade e reunião de alguns músicos portugueses e residentes em Portugal que, no curso dos anos, desenvolveram um trabalho de grande qualidade artística na área da interpretação da música antiga. Os músicos deste grupo já têm tido colaborações com grandes nomes do panorama internacional como Christophe Coin, Wieland Kuijken, Chiara Banchini, Richard Gwilt, Mark Dustrubé. O Divino Sospiro segue os princípios de fidelidade estilística e estética ao período barroco, propondo um repertório constituído por compositores do universo musical deste período artístico.

Numerosas foram as aparições públicas deste grupo musical, entre as quais a “Festa da Música 2003” em Lisboa, que contou com a participação dos maiores representantes da música barroca mundial reunidos ao redor do assunto “Barroco Italiano, de Monteverdi a Vivaldi” e uma digressão a Itália que recebeu entusiástica atenção por parte de público e da crítica.

Entre outras coisas o “Divino Sospiro” desenvolve uma atenta actividade de aperfeiçoamento pedagógica e musical que teve o seu primeiro passo com a Master Class de violino barroco orientado pela eminente violinista Chiara Banchini, organizado em colaboração com a Escola de Música do Conservatório Nacional. A reputação deste agrupamento fez com que se conseguissem colaborações com alguns dos maiores artistas do panorama artístico a nível mundial. Resultado deste lançamento são alguns concertos com a direcção musical de artistas como Rinaldo Alessandrini, Chiara Banchini, Alfredo Bernardini, entre outros, e um convite feito pela Câmara Municipal de Madrid com o fim de participar nas celebrações dedicadas ao compositor Luigi Boccherini em 2005.

14 Outubro 2004

TOPO

ORQUESTRA CAMERATA MUSICAL DO BARREIRO

A Orquestra Camerata Musical do Barreiro, uma pequena orquestra de câmara, inspirada na italiana "Camerata Fiorentina" formada em 1987, é o único grupo representativo do panorama musical clássico da cidade do Barreiro. É uma associação cultural sem fins lucrativos que tem como principais objectivos a integração/união de jovens instrumentistas com o intuito de lhes proporcionar a prática de música de câmara e ao mesmo tempo, promover a sua divulgação. A ideia da formação da Camerata derivou da intenção, de um grupo de bolseiros da Câmara do Barreiro, se juntarem para a realização de um concerto de Natal. O grupo escolheu um maestro/professor que passou a orientar musicalmente o grupo. Isto passou-se em 1992, foi convidado Arttur Pizzamillo do "Opus Ensemble", que aceitou, passando a ser o orientador do grupo no ano seguinte. Passado algum tempo encontrava-se uma nova pessoa à frente do grupo. Professor do oboísta do grupo e conhecido de alguns elementos do grupo, de cursos de Verão, Manuel Lopes da Cruz que veio substituir o antigo orientador, começando uma nova fase, em 1993, da Camerata Musical do Barreiro (ainda sob o nome de "Camerata Juvenil do Barreiro").

Sob orientação de Lopes da Cruz, a Camerata tem vindo a desenvolver actividades de divulgação de música dos séculos XV ao XX e abrange um enorme leque de compositores, tais como, Josquin de Prés, Albinoni, Vivaldi, Haendel, Haydn, Telemann, Bach, J. C. Bach, Gluck, Cimarosa, Haydn, Mozart, Boccherini, Beethoven, Brahms, Schubert, Johann Strauss, Georges Bizet, Tchaikovsky, Gershwin, entre outros. Realiza também a divulgação de música de compositores portugueses como Luís Cipriano, Jorge Salgueiro e Gonçalo Lourenço, incentivando, desta forma, a criação musical.

Na área da pedagogia a orquestra tem desenvolvido actividades, em colaboração com as Câmaras Municipais, dedicadas ao primeiro e ao segundo ciclos do ensino básico. A especificidade do seu projecto pedagógico decorre dos concertos serem interactivos, em que as crianças são integradas no espectáculo, em que são solicitadas para cantar, tocar ferrinhos/tambor, reproduzir melódica e ritmicamente os temas, explorando conteúdos musicais em conjunto com a orquestra. Dentro da Camerata Musical, encontram-se músicos bastante diversificados, no sentido em que para além de músicos, exercem outras profissões, fazendo da música um espaço de lazer.

No ano 2000, a Camerata realizou inúmeros concertos onde se destacaram as seguintes obras que foram tocadas: Concerto Brandeburguês nº 1, onde foram solistas o maestro (oboé) e antiga concertina da Camerata (violino), o concerto para viola e orquestra em Dó m de J. C. Bach e o concerto para flautim e orquestra de Vivaldi. A Orquestra Camerata Musical do Barreiro já realizou uma gravação de um CD. É constituída por cerca de 25 instrumentistas com idades compreendidas entre os 18 e os 33 anos, integrando os seguintes instrumentos: violino, violeta, violoncelo, contrabaixo, flauta transversal, oboé, clarinete, fagote, piano.

CONTACTOS

SítioSítio: camerata.musical.do.barreiro.googlepages.com

20 Maio 2004

TOPO

ORQUESTRA CLÁSSICA DA MADEIRA

A Orquestra Clássica da Madeira é actualmente constituída por 52 músicos. Ao longo da sua história, fruto do esforço conjunto de muitas pessoas a Orquestra Clássica da Madeira tem vindo a tornar-se uma referência a nível regional e nacional, pela sua reconhecida competência artística. Um projecto com quarenta e dois anos de história, recentemente convertido num modelo jurídico de Fundação, mais atraente para o investimento privado, e que teve a sua génese na Orquestra de Câmara da Madeira, fundada pelo Prof. Jorge Madeira Carneiro. O Governo Regional da Madeira é o principal fundador do projecto hoje muito acarinhado pela população madeirense.

A visão inovadora e carisma do actual Maestro titular, Rui Massena, tem guiado a orquestra no mesmo sentido das orquestras das grandes cidades europeias, o que se traduz na tendência de conquistar de novos espaços e contextos para a música clássica, através de reportórios ecléticos e vitalidade da programação.

Uma orquestra cada vez mais internacional, que integra músicos de várias nacionalidades escolhidos pela sua excelência profissional e com convidados nacionais e internacionais de grande notoriedade.

A orquestra apresenta uma média de dois concertos por mês ao que se acrescentam cerca de cem concertos de música de câmara de formações saídas da orquestra, 48 recitais a solo e uma preocupação genuína com o público mais jovem através do protocolo de colaboração institucional com o Conservatório/Escola Profissional das Artes das Madeira, para um serviço educativo eficaz e abrangente.

A Orquestra Clássica da Madeira, a mais antiga do país em actividade, teve como Maestro titulares Zoltán Sánta e Roberto Perez e foi dirigida por vários maestros convidados, dos quais se salientam Gunther Arglebe, Silva Pereira, Fernando Eldoro, Merete Ellegaard, Paul Andreas Mahr, Manuel Ivo Cruz, Miguel Graça Moura, Álvaro Cassuto, Jaap Shröder, Joana Carneiro, Paolo Olmi, Jean-Sébestian Béreau, Maurizio Dini Ciacci, Francesco La Vechia, David Giménez,

Apresentou concertos nas principais cidades e festivais Portugueses, e em festivais de capitais Europeias como Madrid, Roma, ou Atenas. Fez uma digressão em pela Ásia com principal destaque para o Festival de Artes de Macau.

Em 2005 foi convidada a gravar 5 discos para a EMI Classics pela comemoração dos 250 anos do nascimento de Mozart.

Para 2008, está prevista a conclusão de uma casa para a Orquestra.

CONTACTOS

MoradaOrquestra Clássica da Madeira

Travessa dos Capuchinhos, 4, 1º andar

9000-030 FUNCHAL

TelefoneTel. (00 351) 291 744 524

TelemóvelTlm. (00 351) 966 469 533

Correio electrónicoCorreio: orquestracmadeira@mail.telepac.pt

07 Fevereiro 2007

TOPO

ORQUESTRA CLÁSSICA DE ESPINHO

Ao longo das últimas décadas, Espinho afirmou-se como uma cidade de referência no panorama musical português, em boa parte por acção da Academia de Música de Espinho (AME), fundada em 1961 por Mário Neves. No contexto desse pioneirismo caracterizador da acção da AME, foi fundada, em 1989, a Escola Profissional de Música de Espinho (EPME), a qual, ao longo dos últimos quinze anos, vem consolidando uma posição de prestígio em Portugal e no estrangeiro, pela sua acção pedagógica de formação de jovens músicos e de produção concertística decorrente precisamente da actividade pedagógica que desenvolve.

Ancorados nos resultados do trabalho de produção concertística da Orquestra Clássica da Escola Profissional de Música de Espinho - formação que materializou desde a fundação da EPME o resultado directo e visível da opção de um projecto educativo inovador e apostado em confrontar os jovens músicos com situações de formação tão próximas quanto possível das que irão experimentar na sua futura vida profissional, tendo apresentado desde a sua criação mais de duas centenas de concertos um pouco por todo o país e também no estrangeiro (onde se destacam as marcantes presenças no Music Meeting'92 em Düsseldorf e Eurotreef '92 em Bruchsal (Alemanha), no XXIII Festival Internacional de Orquestras de Jovens de Múrcia 1999 (Espanha), no Aberdeen International Youth Festival (Escócia), em 1994 e em 2002 e, recentemente, uma digressão no Brasil, tendo actuado em importantes salas de espectáculos do Rio de Janeiro, S. Paulo, Brasília e Salvador, onde obteve excelentes críticas e um significativo sucesso) - entenderam a Câmara Municipal de Espinho e a EPME, avançar na consolidação e afirmação daquela formação, através da criação da Orquestra Clássica de Espinho (OCE).

A OCE constituiu-se assim como formação de carácter semi-profissional, embora de génese académica, sendo constituída maioritariamente por alunos e ex-alunos da EPME, apresentando-se mensalmente, de forma alternada, em formação alargada e formação reduzida de, respectivamente, 65 e 33 instrumentistas. A OCE, através deste modelo de funcionamento, apresenta-se como um projecto inovador no nosso país, destacando-se pela qualidade do trabalho apresentado e pela possibilidade que confere a jovens instrumentistas pré-profissionais de acederem a uma prática regular como músicos de orquestra, assim estimulando a sua actividade musical em fase de transição para a inserção no mercado de trabalho.

A orquestra irá apresentar uma programação diversificada - dando no seu primeiro ano de actividade destaque ao repertório do período clássico, bem como, à obra orquestral de um compositor português -, obtendo o concurso de solistas e maestros convidados. Numa segunda fase do projecto, para além dos objectivos já mencionados a OCE promoverá a realização de encomendas de novas obras a compositores portugueses. A OCE tem como Director Artístico e Maestro Titular, o maestro Cesário Costa.

CONTACTOS

MoradaRua   19,  nº  723 

4500-257 Espinho - Portugal

TelefoneTel. (+00 351) 227 341 145

TelefoneTel. (+00 351) 227 340 469

FaxFax (+00 351) 227 311 932

SítioSítio: www.musica-esp.pt

Correio electrónicoCorreio: oce@musica-esp.pt

27 Setembro 2006

TOPO

ORQUESTRA CLÁSSICA DO CENTRO

A Orquestra Clássica do Centro foi fundada em Dezembro de 1989 como associação sem fins lucrativos. Após um longo interregno, em Outubro de 2001, relançou-se o projecto da actual orquestra, desta vez constituída em moldes profissionais e composta por 25 elementos. O seu concerto inaugural foi realizado a 13 de Dezembro de 2001, no Teatro Académico de Gil Vicente em Coimbra. É seu maestro titular desde a fundação, Virgílio Caseiro. Posteriormente o projecto da OCC foi considerado de superior interesse cultural, por sua EXª o Ministro da Cultura e como tal abrangido pela lei do Mecenato.

No ano de 2002 a orquestra passou a ser composta por 32 elementos, sendo esta ainda a sua actual constituição. O ano de 2003 foi inequivocamente o ano de plena afirmação musical da orquestra e da concretização dos seus principais objectivos. Criou neste ano a Orquestra Para-Sinfónica Juvenil de Coimbra. Desenvolveu um trabalho aturado, em conjunto com a CMC e "Coimbra Capital da Cultura", no sentido de levar a música aos principais monumentos arquitectónicos da cidade e concelho de Coimbra, bem assim como às principais sedes de freguesias deste mesmo concelho. Gravou em 2003 o seu primeiro DVD ao vivo, no concerto realizado em princípio de temporada no Mosteiro de Celas. Em 2004 organizou o festival "Cantar Coimbra", também publicado em CD.

Tem protocolos assinados com diversas Câmaras Municipais da Região, Universidade de Coimbra e Ordens Profissionais. No decurso do ano de 2003 foram realizados mais de 60 concertos por todo o país. Em Dezembro de 2004, foi aprovada por unanimidade, em Assembleia-geral desta Associação, a alteração do nome de Orquestra de Câmara de Coimbra para Orquestra Clássica do Centro. Ainda neste ano a OCC se viu oficialmente reconhecida por parte do Ministério das Cultura, tendo-lhe sido atribuído um subsídio ao abrigo dos concursos para projectos profissionais. Continua personalizadamente entregue ao cumprimento de objectivos a que desde a fundação se propôs, com especial empenho na divulgação e promoção da canção coimbrã, bem assim como na defesa de todo um rico património musical e cultural, caracterizador da identidade regional da zona centro.

CONTACTOS

MoradaOrquestra Clássica do Centro

Casa Municipal da Cultura

Rua Pedro Monteiro

3000-239 Coimbra

TelefoneTel. 239 821204

Fax Fax 239 821204

TelemóvelTlm. (00 351) 916 994 160  

SítioSítio: www.orquestraclassicadocentro.org

Correio electrónicoCorreio: emiliacm@orquestraclassicadocentro.org

28 Agosto 2006

TOPO

ORQUESTRA CLÁSSICA GINÁSIO ÓPERA

A Orquestra Clássica Ginásio Ópera foi constituída em 2007 no seio da Associação Ginásio Ópera. Fazem parte da mesma jovens músicos profissionais de reconhecida e elevada qualidade de identidade portuguesa, que encontram aqui um espaço para a partilha musical e desenvolvimento das suas carreiras profissionais.

A estrutura de base da orquestra é de 23 elementos de cordas atingindo, aquando das exigências do repertório uma dimensão sinfónica.

Tem como director musical o maestro Nuno Dario Sá.

Ainda no seu início, a orquestra realizou concertos de referência no Fórum Lisboa e Auditório Municipal do Seixal com crítica bastante positiva e colaborou com solistas como Marcos Lázaro, Marisa Figueira e Mário Marques.

A Orquestra Clássica Ginásio Ópera pretende abranger a Música desde o período barroco aos nossos dias, sempre de espírito aberto e atento às novas realidades sociais e culturais, afirmando-se como uma orquestra de referência no seu contributo ao panorama musical português.

CONTACTOS

SítioSítio: www.ginasioopera.com

Correio electrónicoCorreio: ginasioopera@mail.telepac.pt

TelemóvelTlm. (00 351) 965 096 820 (António Rebordão)

12 Junho 2007

TOPO

ORQUESTRA DE CÂMARA DE CASCAIS E OEIRAS

Com uma média de 70 actuações por ano, a Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras tenta abranger o maior número de público possível, chegando cada vez mais perto da população. Com obras e compositores das diferentes épocas e estilos, estreias absolutas e contando como solistas com alguns dos melhores artistas nacionais e internacionais, a OCCO eleva a qualidade do seu trabalho ao mais alto nível artístico. Os concertos da temporada são já considerados uma tradição nas actividades dos dois concelhos.

O público que enche as salas dos “Concertos de Ano Novo”, “Concertos da Primavera, Verão e Outono”, “Concertos de Páscoa” e Natal” e a sua calorosa resposta provam que o nome da Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras é reconhecido pelo seu profissionalismo e qualidade. A Temporada é seguida com atenção por muitos amigos da música como comprovam as simpáticas cartas, mensagens e telefonemas que recebe durante todo a ano. O principal objectivo da OCCO continua a ser servir os munícipes de Cascais e de Oeiras oferecendo-lhes concertos de elevada qualidade artística. A fácil articulação com os diversos serviços dos principais patrocinadores da OCCO – as Câmaras – é uma prova da excelente colaboração entre o município e uma associação, em nome da arte e a cultura.

Com uma forte aposta na juventude, a Direcção da OCCO sente-se extremamente satisfeita com o facto de haver um crescente número de jovens a procurar a orquestra, como a instituição onde desejam fazer a sua carreira profissional. Em Julho de 2004, mais três instrumentistas finalizaram o seu estágio de dois anos com a OCCO, perfazendo um total de sete finalistas, dos quais quatro passaram a membros efectivos da Orquestra. Um momento de especial significado para a Associação foi a decisão tomada este ano pela CMC de reconstrução de um edifício no Monte Estoril, que será a sede da OCCO e da Escola de Música Concertino, com projecto aprovado e início das obras previsto para 2005. Tanto este facto como a decisão da C. M. Oeiras em oferecer um espaço de ensaios à orquestra em Linda-a-Velha são provas de apreciação do trabalho, por parte dos dois municípios. O repertório continua a ser inovador, abrangendo peças e autores, desde os menos conhecidos até àqueles que fazem parte do património musical de todos os tempos.

CONTACTOS

TelefoneTel. (+00351) 214 673 103

FaxFax (+00 351) 214 673 103

TelemóvelTlm. (+00 351) 912 595 719

TelemóvelTlm. (+00 351) 964 817 852

SítioSítio: www.orchestra-cascais-oeiras.com

Correio electrónicoCorreio: o.c.c.o@mail.telepac.pt

Correio electrónicoCorreio: occo@netc.pt

25 Abril 2005

TOPO

ORQUESTRA DE CÂMARA GULBENKIAN

A Orquestra de Câmara Gulbenkian foi criada em meados de 1962 pela Fundação Calouste Gulbenkian, no intuito de dotar a vida musical portuguesa de um conjunto instrumental autónomo que pudesse contribuir de maneira regular para a difusão da cultura musical em todos os sectores de público. Composta primitivamente por doze membros - cordas e cravo - a sua constituição foi aumentando até atingir, em 1970, trinta e seis instrumentistas. Em cada temporada a Orquestra deu séries regulares de concertos em Lisboa, efectuou digressões em Portugal e colaborou com várias sociedades portuguesas de concertos.

No âmbito dos Festivais Gulbenkian de Música, desempenhou um papel importante, sendo chamada não apenas para realizar concertos mas também para intervir em espectáculos de ópera e bailado. Até 1971, em mudou de designação para Orquestra Gulbenkian, a orquestra foi dirigida pelos maestros Lamberto Baldi, Urs Voegelin, Renato Ruotolo, Trajan Popesco, Adrian Sunshine, Karl Ristenpart, Sergiu Comissiona, Álvaro Cassuto, Pierre Salzman, Mareei Landowski Maurice Suzan, Helmut Müller-Brühl, Manuel Ivo Cruz, Ernesto Garcia, Asensio, David Zinman, Frederico de Freitas, Michel Corboz, Gérard Devos, Raymond Leppard, W. Andreas Albert, René Klopfenstein e António Janigro, Gianfranco Rivoli.

Com esta Orquestra se apresentaram alguns dos mais célebres solistas portugueses e estrangeiros, tais como Yvonne Loriod, Maurice Gendron, Pina Carmirelli, Sequeira Costa, Theo Olof, Helena Costa, Jean Pierre Rampal, Gaspar Cassado, Nikita Magaloff, Nella Maissa, Leonor Prado, Sandor Vegh, Sérgio Varela Cid, Maria João Pires, Felicja Blumental, Henryk Szeryng, Mstislav Rostropovitch, Marie-Claire Alain, Franco Gulli. Além de actuar em Portugal, a Orquestra de Câmara Gulbenkian deu concertos em Bruxelas, Madrid e Bagdad, realizou uma importante digressão pelo Brasil, e actuou em Roma e em Paris (Teatro das Nações), em espectáculos com as óperas La Spinalba de Francisco António de Almeida e Alcina de Haendel.

O seu extenso repertório abrangeu desde Monteverdi, Vivaldi, Bach, Haydn e Mozart, até Stravinsky, Schoenberg, Alban Berg, Webern e Penderecki. Deu a primeira audição absoluta de algumas obras significativas da música portuguesa contemporânea: Quatro bosquejos e Concerto da camera de Fernando Lopes Graça, Diafonia A e Kinetofonias de Jorge Peixinho, Sinfonieta e Variações concertantes de Joly Braga Santos, Suite Concertante para cravo e orquestra de Ar mando José Fernandes, Diferenças sobre um intervalo de Constança Capdeville. Também em estreia absoluta, apresentou Musique pour Lisbonne de Darius Milhaud e Sequência Coral e Ricercare de Camargo Guarnieri, obras escritas por encomenda da Fundação Gulbenkian.

Gravou diversos discos com música portuguesa antiga, um dos quais foi distinguido com o Grande Prémio 1967 da Academia do Disco Francês.

Adaptado de biografia inserida no XIV Festival Gulbenkian de Música, 1970.

27 Fevereiro 2007

TOPO

ORQUESTRA DE JOVENS MÚSICOS

A Orquestra Jovens Músicos formou-se em 2003, por iniciativa de um grupo de estudantes de música de vários pontos do país, no Curso de Verão de Caldas da Raínha. Actuou no concerto final do curso, dirigida por Manuel Durão. Em Outubro foi convidada a actuar no auditório do Instituto Português da Juventude em Lisboa. Em Dezembro, em colaboração com o "Coral Stella Vitae", realizou um concerto de Natal na Igreja de Nossa Senhora Auxiliadora, em Campo de Ourique, interpretando obras de João de Sousa Carvalho, Haendel, canções tradicionais e uma obra em estreia absoluta.

Com o Grupo Coral de Benfica, e sob a direcção do Maestro Henrique Piloto, realizou uma série de concertos de "Gloria" de Antonio Vivaldi, em Junho de 2004. O Workshop que decorreu em Setembro, juntou 40 jovens de todo o País numa orquestra, interpretando repertório sinfónico do séc. XX, sob a direcção de Pedro Pinto Figueiredo e Henrique Piloto.

15 Novembro 2004

TOPO

ORQUESTRA DE MÚSICA ANTIGA DA ESMAE

A Orquestra de Música Antiga da ESMAE surgiu em 1999, como resultado do primeiro de uma série de seis seminários ao longo de três anos, sob a direcção de Richard Gwilt, e de um crescente interesse por parte dos alunos da ESMAE pela prática e estilo da Música Antiga. Este projecto só foi possível graças ao apoio e colaboração do British Council, da Academia de Música Antiga de Lisboa e da ESMAE (Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo). A OMAE estreou-se na Igreja S. João da Foz, Porto, tendo realizado vários concertos com programas diferentes, destacando-se a "Water Music" de Haendel. A Orquestra fechou a série "Cantatas Johann Sebastian Bach nas comemorações dos 250 anos da sua morte", organizado pela Casa da Música - Porto 2001 num concerto em que participaram alunos e professores.

Em 2003, Ana Mafalda Castro, cravista, Professora e Coordenadora do Curso de Música Antiga, assumiu a direcção da OMAE, estreando-se no Teatro Helena Sá e Costa. Seguiram-se vários concertos, nomeadamente na Semana Aberta do Conservatório Nacional de Música de Lisboa e, logo de seguida, em Arcos de Valdevez, Porto e Tomar. Ainda nesse ano, em colaboração com o coro da ESMAE sob a direcção de Barbara Franck realizou concertos, na igreja dos Grilos, no Porto, e em S. Frutuoso, Braga, com a obra "Messe de Minuit" de Charpentier. Em 2004, a OMAE tocou na Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, Na Fundação Eng. António de Almeida, na ESMAE, em Arcos de Valdevez e na Reitoria da Universidade do Minho.

Juntando-se às celebrações do tricentenário do nascimento de Carlos Seixas, a OMAE com a colaboração do Coro do CMP, dirigido por Magna Ferreira, do contratenor Ricardo Ceitil e de cantores da ESMAE, realizou três concertos com obras de Carlos Seixas no Porto, Trofa e no VIII Festival Internacional de Música de Mafra, tendo posteriormente feito a sua estreia em Espanha com um programa preenchido com Seixas e Bach, em Ponte Áreas. A OMAE participou em 2005 na abertura da Casa da Música juntamente com os alunos do Curso de Música Antiga e tocou na igreja de Cedofeita a obra "Stabat Mater" de Pergolesi, sob a direcção de Paulo Alvim.

24 Abril 2006

TOPO

ORQUESTRA DO ALGARVE

A Orquestra do Algarve (OA) estreou-se no Festival Internacional de Música do Algarve em 2002. Foi criada ao abrigo de um concurso público promovido pelo Ministério da Cultura - que participa no seu financiamento - e tem como fundadores, além da Região de Turismo e da Universidade do Algarve, um núcleo de autarquias algarvias: Albufeira, Faro, Lagos, Loulé, Portimão, Tavira. As autarquias de Alcoutim, Castro Marim, Olhão, Lagoa, São Brás de Alportel, Vila Real de Santo António e Silves tornaram-se, entretanto, associadas da Orquestra do Algarve.

Destinada a dotar a Região de um equipamento cultural do mais elevado nível artístico, a Orquestra do Algarve desenvolve uma actividade multifacetada, realizando concertos para as populações locais e para os turistas, digressões nacionais e internacionais, e ainda edições discográficas para etiquetas internacionais. Além disso, desenvolve uma acção pedagógica junto das camadas etárias escolares e uma acção formativa profissionalizante de jovens músicos.

A Orquestra do Algarve é composta de um núcleo de 31 músicos seleccionados por concurso público internacional. Na base desta formação foi preponderante o contributo do então Maestro Titular e Director Artístico Álvaro Cassuto, que a partir desta temporada passa a ocupar a função de Maestro Convidado Principal da OA.

Durante a sua breve, mas já importante, actividade cultural, a Orquestra do Algarve tem sido dirigida por maestros de envergadura internacional, como Joji Hattori, Wolfgang Czeipek, Thomas Kalb, Joel Levine, Nino Lepore, entre outros, e contou já com a colaboração de muitos maestros portugueses, tais como Cesário Costa, Vasco Pearce de Azevedo e Joana Carneiro. A Orquestra do Algarve teve como maestros estagiários António Sérgio Ferreira e João Tiago Santos. Neste momento tem como Maestro Titular Osvaldo Ferreira.

A Orquestra já gravou dois CDs para a etiqueta Naxos ("a etiqueta mais vendida no Mundo", de acordo com o "New York Times"), um para a etiqueta "Marco Polo" e outro para a etiqueta "Numérica". Em 2006 conta, ainda, gravar mais um CD duplo com obras de Mozart.

Tendo participado em vários Festivais Internacionais de Música, e tendo-se apresentado também em Lisboa, no Teatro Municipal de São Luiz e no Palácio Nacional da Ajuda, a Orquestra realizou, em Abril de 2004, a sua primeira digressão internacional, apresentando-se em Milão, Pavia, Sondrio, Vercelli e Voghera, seguindo-se em Espanha, em Junho de 2004, em concertos entusiasticamente aplaudidos pelo público e pela crítica.

Embora o cerne da sua actividade seja constituído pelos concertos que realiza por iniciativa dos seus Fundadores, a Orquestra do Algarve também realiza concertos promovidos por outras instituições e empresas de dimensão nacional e regional.

CONTACTOS

SítioSítio: www.orquestradoalgarve.com

11 Abril 2006

TOPO

ORQUESTRA DO NORTE

A Orquestra do Norte concretiza, desde 1992, o projecto de descentralização da cultura musical, apresentado pela Associação Norte Cultural, vencedora do primeiro concurso nacional para a criação de orquestras regionais, instituído pelo Estado Português, nesse mesmo ano.

Iniciadora de um trabalho verdadeiramente pioneiro e inédito, esta orquestra tem vindo a afirmar-se no panorama da música erudita, realizando os seus concertos de norte a sul de Portugal e também noutros países, como é o caso de Espanha e de França.

A Orquestra do Norte integra profissionais de reconhecido mérito e tem, habitualmente, a colaboração de prestigiados maestros, solistas e coros nacionais e estrangeiros, que permitem a interpretação de um repertório variado, que inclui concertos sinfónicos, didáctico-pedagógicos, ópera, música de bailado e música de câmara.

Ao longo dos quinze anos de actividade realizou mais de dois mil concertos com uma assistência média de cinquenta mil espectadores por ano, o que revela a sua capacidade de resposta aos diferentes tipos de público e o especial cuidado com a formação dos jovens, através dos concertos pedagógicos que são orientados e executados numa perspectiva didáctica.

A Orquestra do Norte conta com o apoio do Ministério da Cultura e do Instituto Superior de Engenharia do Porto e tem colaborado com setenta e uma autarquias, fundações, empresas patrocinadoras e diversas instituições culturais.

O Maestro Titular e Director Musical é, desde a sua fundação, José Ferreira Lobo.

CONTACTOS

MoradaAssociação Norte Cultural - Orquestra do Norte

Cine Teatro Monte da Eira

Cepelos

4600 Amarante

TelefoneTel. (+00 351) 255 410 470

FaxFax (+00 351) 255 410 479

SítioSítio: www.orquestradonorte.com

Correio electrónicoCorreio: on@orquestradonorte.com

05 Janeiro 2006

TOPO

ORQUESTRA FILARMONIA DAS BEIRAS

A Orquestra Filarmonia das Beiras é o organismo artístico da Associação Musical das Beiras, instituição sem fins lucrativos, cujos associados, autarquias, universidades e escolas superiores, regiões de turismo, associações culturais e económicas, representam as forças vivas da região das Beiras. Foi fundada no âmbito do programa governamental para a criação de uma rede de orquestras regionais e o seu primeiro concerto decorreu no dia 15 de Dezembro de 1997. Desde então realizou mais de 500 concertos, com uma média anual de 75 apresentações. Este conjunto de concertos está distribuído por mais de 90 Municípios. A ampla produção artística permitiu que a Filarmonia tocasse ao ouvido e no espírito de mais de 250.000 pessoas.

Constituída por músicos profissionais, tem como objectivo promover e desenvolver a cultura musical na região e no país, mediante a realização de concertos e através de programas de formação para novos públicos, especialmente em idade escolar. A oferta cultural da Orquestra Filarmonia das Beiras é única na sua região de referência, valorizando a qualidade de vida das populações que serve e tornando-se assim uma mais-valia para a projecção da imagem desta comunidade com mais de um milhão de habitantes.

O alto nível de referência musical induz à recepção de convites para participar nos principais Festivais de Música da região e do país (Algarve, Aveiro, Coimbra Estoril, Évora, Gaia, Leiria, Póvoa de Varzim, entre outros), e à presença regular de conceituados Maestros e Solistas portugueses e estrangeiros junto da Orquestra. Maestros como Alex Klein, Ernst Schelle, Gerhard Samuel, Jean-Marc Burfin, Max Rabinovitsj, Patrick Gallois, Robert Sadin, Fernando Eldoro, Manuel Ivo Cruz, António Saiote, Mário Mateus, Osvaldo Ferreira, Cesário Costa e Vasco Pearce de Azevedo, são alguns dos mais conceituados directores musicais portugueses e estrangeiros que têm colaborado regularmente com a Filarmonia das Beiras.

Sob a égide do Maestro António Vassalo Lourenço, a programação artística da Filarmonia inscreve os repertórios significativos dos mais distintos compositores, incluindo obras de diversos autores portugueses tais como Alexandre Delgado, António Victorino d'Almeida, Domingos Bomtempo, Eurico Carrapatoso, Joly Braga Santos, Manuel Dias de Oliveira, Santos Pinto, Sérgio Azevedo e Vasco Pearce de Azevedo. No plano de concertos para instrumento solo, é política da Filarmonia conceder oportunidade a talentos emergentes como os violinistas André Fonseca, Eliseu Antunes, Evandra Gonçalves e Rómulo Assis, a violoncelista Teresa Valente Pereira, o oboísta Pedro Ribeiro, os clarinetistas Rui Rosa e Luís Carvalho, o trompista Abel Pereira, os pianistas Ana Cosme, Cristiano da Felismina, David Santos, João Bettencourt da Câmara, Patrícia Gavinho e Shao Ling, ou o guitarrista Júlio Guerreiro.

Ao longo dos seis anos de actividade, actuou também com solistas de reconhecida qualidade internacional, tais como os violoncelistas Irene Lima e Paulo Gaio Lima, os violinistas Régis Pasquier, Valentin Stefanov e Wojciech Garbowski, os flautistas Istavn Matuz e Patrick Gallois, os pianistas Adriano Jordão, Anne Kaasa, Bárbara Dória, Bernardo Sassetti, Gabriela Canavilhas, Jorge Moyano, Mário Laginha e Maria João, Miguel Borges Coelho, Pedro Burmester e Valery Starodubrovsky, o saxofonista Henk van Twillert ou os guitarristas Alex Garrobé, Aliéksey Vianna, Carlos Bonell e Zosef Zsapka. A Filarmonia das beiras trabalha ainda regularmente com os seguintes cantores: António Salgado, Armando Possante, Carlos Guilherme, Elisabete Matos, Elsa Cortez, Elsa Saque, Isabel Alcobia, João Rodrigues, Jorge Vaz de Carvalho, José Corvello, Luís Rodrigues, Mário Alves, Mário Santos, Rui Taveira e Sílvia Mateus.

23 Abril 2005

TOPO

ORQUESTRA GULBENKIAN

Foi em 1962 que a Fundação Calouste Gulbenkian decidiu estabelecer um agrupamento orquestral permanente, no início constituído apenas por doze elementos (Cordas e Baixo Contínuo), sob o nome de Orquestra de Câmara Gulbenkian. Esta formação inicial foi sendo progressivamente alargada, contando hoje a Orquestra Gulbenkian (designação adoptada desde 1971) com um efectivo de sessenta instrumentistas, que pode ser pontualmente expandido de acordo com as exigências dos programas executados. Esta constituição, pouco habitual nos nossos dias e situando-se entre a formação de câmara e a sinfónica, permite à Orquestra Gulbenkian a abordagem interpretativa de um amplo repertório que abrange todo o período Clássico, uma parte significativa da literatura orquestral do século XIX e muita da música do século XX. Obras pertencentes ao repertório corrente das grandes formações sinfónicas tradicionais, nomeadamente a produção orquestral de Haydn, Mozart, Beethoven, Schubert, Mendelssohn ou Schumann, podem assim ser dadas pela Orquestra Gulbenkian em versões mais próximas dos efectivos orquestrais para que foram originalmente concebidas, no que respeita ao equilíbrio da respectiva arquitectura sonora interior.

Os programas realizados pela Orquestra Gulbenkian obedecem, por princípio, a uma preocupação de incluir, no âmbito dos diversos períodos abrangidos pelo seu repertório, composições raramente ouvidas ou mesmo completamente desconhecidas do público em geral. Deste modo, a Orquestra apresentou já, designadamente, um grande número de primeiras audições absolutas de obras contemporâneas, muitas das quais encomendadas pela própria Fundação Calouste Gulbenkian, quer a grandes nomes da criação musical do nosso tempo, como Berio, Penderecki, Xenakis ou Halffter, entre outros, quer aos mais representativos compositores portugueses da actualidade. Tem vindo, assim, a exercer junto do grande público uma acção cultural de carácter formativo da maior importância. Em cada temporada, a Orquestra Gulbenkian realiza no Grande Auditório da Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, uma série regular de concertos, em cujo âmbito tem tido ocasião de colaborar com alguns dos maiores nomes do mundo da música (maestros e solistas), tendo por diversas vezes sido igualmente chamada a intervir em espectáculos de ópera. Por outro lado, percorre todos os anos em digressão um elevado número de localidades de Portugal, cumprindo desta forma uma significativa função descentralizadora.

No plano internacional, por sua vez, a Orquestra tem vindo a ampliar gradualmente a sua actividade, tendo até agora efectuado digressões na Europa (Alemanha, Bélgica, Espanha, França, Hungria, Inglaterra, Itália, Malta, Luxemburgo, República Checa, Roménia, Suíça e na antiga União Soviética), Ásia (República Popular da China, Hong-Kong, Macau, Índia e Japão), África (Malawi, ex-Rodésia, África do Sul, Angola, Moçambique e Marrocos) e Américas (Argentina, Brasil, Uruguai e Estados Unidos da América). Neste domínio, será de realçar o sucesso das duas mais recentes apresentações, ambas em 2003, que levaram a Orquestra Gulbenkian aos festivais Kissinger Sommer, na Alemanha, e George Enescu, na Roménia, dois importantes eventos do roteiro musical internacional. Ainda no plano internacional, de referir o convite que a Orquestra Gulbenkian recebeu para participar, em Dezembro de 2004, no Ciclo «Orquestas del Mundo», em Madrid, em que apresentará, com Evgeny Kissin como solista, a integral dos concertos para piano de Beethoven.

Tendo tocado com os mais importantes artistas do mundo musical (maestros e solistas), a Orquestra Gulbenkian gravou já dezenas de discos, associando o seu nome às editoras discográficas Philips, Deutsche Grammophon, Teldec Erato, Adès, Nimbus e Lyrinx, de onde ressalta o destaque dado à música portuguesa. Esta sua actividade foi distinguida desde muito cedo com diversos prémios internacionais de grande prestígio, designadamente o Grand Prix National du Disque da Académie du Disque Français (1967), o Grand Prix da Académie Nationale du Disque Lyrique (1969, 1975), o Grand Prix International du Disque da Académie Charles Cros (1972, 1974, 1980), o Laser d'Or da Académie du Disque Français (1988), o Prix Berlioz da Académie National du Disque Lyrique (1989), o Classique d'Or da Radiotelevisão do Luxemburgo (1990) e o Orphée d'Or (1991). Entre os mais recentes lançamentos discográficos destaca-se o trabalho para a Deutsche Grammophon com o violoncelista Jian Wang (Concertos para Violoncelo e Orquestra de Haydn), em que a Orquestra Gulbenkian foi dirigida pelo maestro Muhai Tang (1999), o registo com obras de Vianna da Motta para a Hyperion, com o pianista Artur Pizarro e o maestro Martyn Brabbins (2000) e a colaboração com a guitarrista Sharon Isbin na gravação de dois concertos para guitarra e orquestra dos compositores Christopher Rouse e Tan Dun, de novo sob a direcção de Muhai Tang (2001), para a Teldec. Relativamente a este último registo, de sublinhar a atribuição, em 2002, de dois importantes prémios internacionais, um Grammy, na categoria de «Melhor Composição Contemporânea» (Concerto de Gaudí, de Rouse), e o Echo Klassik, na categoria de «Melhor Gravação». Para breve está também previsto o lançamento do registo que a Orquestra Gulbenkian, novamente sob a direcção de Muhai Tang, realizou do Concerto para Piano e Orquestra de Cordas de Fazil Say (com o compositor como solista) e a Sinfonia Nº 1 de Zhau Jiping, esta última com a participação do Coro Gulbenkian. Já no início da temporada 2003-2004, em colaboração com o violetista Ashan Pillai e sob a direcção do maestro Christopher Hogwood, a Orquestra Gulbenkian registou os dois concertos para viola de Franz Anton Hoffmeister, que serão editados sob a chancela da Oehm.

Desde a temporada de 1988-1989 até à de 2000-2001, o cargo de Maestro Titular da Orquestra Gulbenkian foi desempenhado por Muhai Tang. Desde a temporada 2002-2003, Lawrence Foster é o responsável pela direcção artística do agrupamento, acumulando com as funções de Maestro Titular. Claudio Scimone, que ocupou este último cargo entre 1979 e 1986, foi nomeado em 1987 Maestro Honorário. O lugar de Concertino Principal é desempenhado desde 1999 por Daniel Rowland.

29 Janeiro 2005

TOPO

ORQUESTRA METROPOLITANA DE LISBOA

Fundada em 1992 e tutelada pela Associação Música Educação e Cultura, a Orquestra Metropolitana de Lisboa estreou-se a 10 de Junho, tendo como solista a pianista Maria João Pires, sob a direcção do maestro Miguel Graça Moura. Desde então, assegura uma intensa programação anual de concertos - incluindo repertório sinfónico, música de câmara e recitais,  num projecto inovador que associa a actividade concertística com a prática pedagógica nas suas escolas - a Academia Nacional Superior de Orquestra e o Conservatório Metropolitano de Música de Lisboa, consolidada através de uma ligação estreita entre a prática musical e o ensino.

A descentralização musical, os concertos comentados e a interligação com diversos projectos culturais, conjugam-se com a crescente afirmação da Orquestra Metropolitana de Lisboa em programas orientados para a criação de novos públicos, incluindo a apresentação do grande reportório sinfónico, recorrendo para o efeito à colaboração regular com a Orquestra Académica Metropolitana, constituída pelos alunos da Academia Nacional Superior de Orquestra.

Em 1993, a Orquestra Metropolitana de Lisboa, em associação com a orquestra alemã Anhaltische Philarmonie e cinco coros, incluindo um japonês, num total de 450 figuras, realiza a 9ª Sinfonia de Beethoven na Igreja do Mosteiro dos Jerónimos, gravada e posteriormente transmitida pela RTP. Segue-se a sua primeira digressão no estrangeiro, exibindo-se com grande sucesso em Estrasburgo e Bruxelas, a convite da Comissão e do Parlamento Europeus seguindo-se em 1997 uma tournée por Itália, Índia, Coreia do Sul, Macau e Tailândia e em 1999, uma tournée ao Japão. Em Setembro de 2001 voltou à Tailândia como convidada do III Festival Internacional de Música e Dança de Bangkok.

Tem sido dirigida por grandes maestros internacionais como Henrique Dimecke, Jean-Sébastien Béreau, Jin Wang, Lucas Pfaff, Nicholas Kraemer, Olivier Cuendet, Brian Schembri, Marc Tardue, David Gimenez ou Victor Yampolsky, e tem também contado com a colaboração dos principais maestros portugueses, como Álvaro Cassuto, Manuel Ivo Cruz, Joana Carneiro, Cesário Costa e Vasco Azevedo. Dos inúmeros solistas que têm colaborado com a Orquestra Metropolitana de Lisboa, destaque-se Ana Bela Chaves, António Rosado, Augustin Dumay, Gerardo Ribeiro, Liliana Bizineche, Maria João Pires, Monserrat Caballé, Paulo Gaio Lima, Aníbal Lima, Artur Pizarro, Tatiana Nikolayeva entre muitos outros. Na última temporada, a OML contou ainda com a colaboração de José Cura, Vladimir Viardo, Boris Martinovitch, Pedro Burmester, José Carreras, Irene Lima, Xavier Gangnepain, Anne Queffélec, Luís Rodrigues, Arve Tellefsen, entre outros.

Egberto Gismonti, Maria João e Mário Laginha, Jacinta, A Ala dos Namorados, os Swingle Singers, Kátia Guerreiro e Carlos do Carmo, têm sido colaborações pontuais, com grande sucesso, com músicos de outras áreas que permitem à Orquestra Metropolitana de Lisboa a abordagem de diferentes reportórios e o encontro com públicos diversificados.

A Orquestra Metropolitana de Lisboa já gravou 9 discos compactos, 8 sob a direcção de Miguel Graça Moura, editados, entre outras, pela EMI Classics e 2 pela RCA Classics. Em 1996 é-lhe atribuído um Disco de Platina pela venda de mais de 24.000 exemplares do seu segundo disco.

A última gravação foi efectuada em 2005 sob a direcção de Álvaro Cassuto, com obras de Dittersdorff, a editar brevemente pela NAXOS, uma das mais importantes editoras do mundo.

O papel formativo e de divulgação musical desempenhado pela Orquestra Metropolitana de Lisboa é reconhecido como sendo da maior importância, cabendo-lhe a responsabilidade de assegurar uma programação regular em 15 autarquias da região centro e sul, e, em colaboração com o Inatel, de promover uma efectiva descentralização cultural, do norte ao sul do país.

CONTACTOS

MoradaAssociação Música-Educação e Cultura

Travessa da Galé, 36

1349-028 Lisboa

TelefoneTel. (+00 351) 213 617 325

TelefoneTel. (+00 351) 213 617 320

FaxFax. (+00 305) 21 362 38 33

SítioSítio: www.oml.pt

TOPO

ORQUESTRA NACIONAL DO PORTO

A Orquestra Nacional do Porto (ONP) foi criada em 1997 e realizou o seu concerto de estreia como formação sinfónica no dia 1 de Outubro de 2000. Desde então engloba um número permanente de 94 instrumentistas, o que lhe permite executar todo o grande repertório sinfónico. A Orquestra Nacional do Porto centra a sua actividade na realização de concertos sinfónicos e acompanhamento de ópera, abrangendo um período histórico que se estende desde o Classicismo ao Século XXI.

Anteriormente, a Orquestra funcionou com diferentes formações cujas origens remontam a 1947, ano em que foi constituída a Orquestra Sinfónica do Conservatório de Música do Porto, mais tarde integrada na Emissora Nacional e, subsequentemente, na Radiodifusão Portuguesa. Em 1989, no âmbito da 'Régie Cooperativa Sinfonia', surgiu a Orquestra do Porto, com um grupo de 52 instrumentistas permanentes que viria a dar lugar à Orquestra Clássica do Porto. A partir de 1997, a Orquestra Nacional do Porto teve a sua sede no Mosteiro de São Bento da Vitória. Passou a residir na Casa da Música desde a sua inauguração, em Abril de 2005, e é parte integrante da Fundação Casa da Música desde Julho de 2006.

CONTACTOS

SítioSítio: www.casadamusica.com

11 Janeiro 2007

TOPO

ORQUESTRA SINFÓNICA DA EMISSORA NACIONAL

A Orquestra Sinfónica da Emissora Nacional foi fundada em 1934 com o principal objectivo de exercer uma larga acção artística através da rádio, objectivo que nunca deixou de nortear o seu trabalho contínuo ao longo de mais de um quarto de século, interrompido apenas por um mês de descanso em cada ano.

Essa actividade porfiada e o facto de a funda mental missão radiofónica se ter compatibilizado com a de outros organismos que não a Emissora, oficiais e particulares, promotores de espectáculos de música, tornam impossível pormenorizar, dentro dos limites de uma nota de programa, a contribuição da Orquestra Sinfónica da Emissora Nacional para o desenvolvimento das manifestações musicais do País. Basta lembrar as temporadas de ópera no Teatro de S. Carlos, os festivais Gulbenkian, as séries de concertos gratuitos promovidos pela Câmara Municipal de Lisboa, os festivais de Sintra, os espectáculos levados a efeito por associações culturais como a Sociedade de Concertos de Lisboa, o Círculo de Cultura Musical, a Juventude Musical Portuguesa, as colec­ tividades estudantis das escolas superiores.

A orquestra foi dirigida pelas mais autorizadas batutas portuguesas - mormente por Pedro de Freitas Branco, seu director efectivo desde a sua fundação até pouco antes de morrer - e por muitos eminentes maestros estrangeiros entre os quais podemos citar Weingartner, Thomas Beecham, Ansermet, Vittorio Gui, Paul Paray, Stokowsky, Malcolm Sargent, Kubelik, Markevkch, Cluytens, Klemperer, sem esquecer compositores como Hindemith, Stravinsky, Honneger e Copland.

Entre os solistas que com ela tocaram, contam-se artistas da mais alta categoria: Vianna da Motta, Gieseking, Backhaus, Rubinstein, Casadesus, Moiseiwitch, Kempff, Guillels, pianis­ tas; Thibaud, Enescu, Stern, Menuhin, Oistrack, violinistas; Suggia, Starker, Fournier, violoncelistas; Gigli, Flagstad, Victoria de los Angeles, cantores.

Se se torna impossível esgotar a relação de maestros e solistas, por maioria de razão o é referir todas as partituras significativas divulgadas ou dadas em primeira audição em Portugal. Quanto a autores portugueses, deve salientar-se que quase todas as estreias absolutas de obras orquestrais se devem à Orquestra Sinfónica da Emissora Nacional ao longo de mais de três décadas.

Adaptado de biografia inserida no XIV Festival Gulbenkian de Música, 1970.

27 Fevereiro 2007

TOPO

ORQUESTRA SINFÓNICA DA ESART

Apresentada ao público a 4 de Dezembro de 2001, ainda como Orquestra de Câmara e com a Direcção do Professor José Filomeno Raimundo, no Cine Teatro Avenida de Castelo Branco, a Orquestra Sinfónica da Escola Superior de Artes Aplicadas é hoje um projecto bem alicerçado no contexto do Curso Superior de Música/Instrumento e que tem merecido o apreço e o reconhecimento da cidade e da região de Castelo Branco. Conscientes de que a existência de uma orquestra profissional no interior do país significaria, no actual contexto, um esforço financeiro significativo, tomando como referência as orquestras regionais existentes, creio que as orquestras escolares e de jovens poderão constituir a oportunidade mais interessante e realista ao nível da formação dos jovens músicos e do público em geral. A criação de uma rede de orquestras pedagógicas por todo o país permitiria, à partida, uma maior e melhor integração junto da comunidade, garantindo uma oferta mais regular e com custos incomparavelmente inferiores. É neste contexto que a orquestra da ESART se tem vindo a pautar, potenciando por um lado a formação dos alunos, e por outro lado assegurando às populações em que os consumos culturais são praticamente inexistentes numa oferta musical mais efectiva.

Com uma história de vida curta, a Orquestra da ESART realizou até Dezembro de 2003, 25 concertos por diversos concelhos da região, designadamente em Castelo Branco, Covilhã, Fundão, Penamacor, Vila Velha de Ródão, Proença-a-Nova e Portalegre. Encerrou, em Julho de 2002, o XXIV Festival de Póvoa de Varzim, em Abril de 2003 participou no Concurso Internacional de Arco “Júlio Cardona”, na Covilhã e fez o concerto de abertura do Festival Internacional de Música de Santa Maria da Feira, em Setembro do mesmo ano. Em Junho do mesmo ano, encerrou o Festival Internacional "Primavera Musical", em Castelo Branco com a obra de Eurico Carrapatoso "o Lobo Diogo e o Mosquito Valentim". Em Outubro, o mesmo concerto foi apresentado no São Luiz, Teatro Municipal de Lisboa. No âmbito do convite feito pela Fundação Cultural de Curitiba (Brasil) em 2002, a Orquestra Sinfónica da ESART participou no XXI Ofícina de Música de Curitiba, durante o período de 05 a 19 de Janeiro de 2003, encerrando este evento com a interpretação da "Sagração da Primavera" de Igor Stravinsky sob a direcção de Osvaldo Ferreira. Este festival foi o primeiro evento oficial da “Capital Americana da Cultura”. No dia 31 de Março e 1 de Abril de 2004, apresentou a "4ª Sinfonia" de Mahler, sendo solista a Soprano Teresa Menezes, em Castelo Branco e no Convento de S. Francisco, em Coimbra. Encerrou a 6 de Junho, com a mesma obra, o Festival de Música de Leiria.

A colaboração de solistas de nomes reconhecidos no campo musical, como Vladimir Ovcharek, Sergey Roldugin, António Rosado, Daniel Rowland, Caio Pagano e Alex Klein é o reconhecimento da importância do papel da Escola de Artes, no contexto do ensino artístico em Portugal.

19 Novembro 2004

TOPO

ORQUESTRA SINFÓNICA DA PÓVOA DO VARZIM

Criada em 19 de Outubro de 2002 pelo Município da cidade, a Orquestra Sinfónica da Póvoa de Varzim é a consequência lógica da acção regular das Orquestras de Cordas e Sopros da Escola de Música da Póvoa de Varzim desde 1989, e da actividade centenária da Banda Musical da Póvoa de Varzim. O projecto, de âmbito claramente regional e nacional, insere-se numa estratégia de desenvolvi-mento da cultura musical da população, essencialmente no repertório orquestral, permitindo que aquela consiga adquirir hábitos de frequência de concertos, a médio prazo, a fidelização de públicos de todas as faixas etárias (especialmente a mais jovem) conducente à exigência qualitativa e desenvolvimento do sentido crítico.

Com a criação da Orquestra Sinfónica da Póvoa de Varzim, formada predominantemente por finalistas ou recém-formados instrumentistas oriundos das Escolas Superiores de Música e Uni-versidades portuguesas, pretende-se assegurar o acesso da população da região às obras-primas do repertório sinfónico dos finais do século XVIII até aos nossos dias, mediante a apresentação de concertos regulares ao longo do ano. Paralelamente, a Orquestra apresenta-se como um privilegiado instrumento de trabalho do Festival Internacional de Música da Póvoa de Varzim na preparação e execução de obras enco-mendadas a compositores portugueses contemporâneos; assegura a gravação periódica dessas encomendas para edição e divulgação em modernos suportes digitais; e pretende motivar os jovens instrumentistas para a prática orquestral.

Como objectivo de grande relevância, a Orquestra garante formação contínua aos elementos mais jovens, devidamente enquadrados por chefes de naipe já com provas dadas. Visando assegurar a melhor eficácia artística dos seus membros, a preceder cada série de concertos tem-se recorrido a estágios orientados pelo Maestro Osvaldo Ferreira, fundador e Director Musical da nova formação. Ao longo de 2002 e 2003, apresentou-se em diversos concertos na Póvoa de Varzim e Porto, e participou no encerramento da XXV edição do Festival Internacional de Música da Póvoa de Varzim, em Julho de 2003. Alguns solistas e agrupamentos como a soprano Sílvia Mateus, os violinistas Daniel Rowland e Heloísa Ribeiro, o pianista Miguel Magalhães e o Coro da Sé Catedral do Porto participaram nas suas actuações.

Gravou dois CDs para a Numérica, sob direcção do Maestro Osvaldo Ferreira: Um Natal Portu-guês - canções tradicionais de Natal trabalhadas pelos compositores Carlos Azevedo, Fernando C. Lapa, Fernando Valente e Eugénio Amorim, com a participação da soprano Sílvia Correia Mateus e do Coro da Sé Catedral do Porto; e Obras Encomendadas pelo Festival Internacional de Música da Póvoa de Varzim (composições de Eurico Carrapatoso, Eugénio Amorim, Fernando C. Lapa e Carlos Azevedo), cuja publicação foi elogiosamente acolhida pela crítica - "(…) iniciativa tão interessante e inovadora no contexto português"; "São raros aqueles pro-jectos que reúnem, de forma tão completa e coerente quanto este, todas as etapas da produção musical, desde a encomenda das obras até à sua difusão em concertos ao vivo e mediante o suporte CD, passando por uma dimensão social e pedagógica evidente no aproveitamento artístico de identidades culturais e do capital humano saído dos estabelecimentos de ensino superior. Este CD acaba por ser o objecto de todos esses esforços, e só por isso merece ser destacado nos termos mais elogiosos. Para além disso, apresenta qualidades musicais notáveis, que se revelam desde o início da sua audição. (…) Uma sonoridade cheia, excelente gestão dos planos sonoros e uma verdadeira 'interpretação' das peças em causa são qualidades que se evidenciam ao longo de todo o CD." (Teresa Cascudo, in "Público" de 31 de Janeiro de 2004).

Em 2004, além da realização de cinco estágios pedagógicos e respectivos concertos públicos, a Orquestra protagonizou o encerramento da XXVI edição do Festival Internacional de Música da Póvoa de Varzim, com a participação do pianista francês Jean-Marc Luisada e da soprano Teresa Cardoso de Meneses, procedeu à gravação do seu terceiro CD preenchido com obras dos compositores Sérgio Azevedo e Cândido Lima, e desloca-se ao CAE da Figueira da Foz onde apresenta música de Natal com a soprano Petra Van Tendeloo. Em 2005, estão previstos a realização de mais cinco estágios pedagógicos e concertos públicos (um deles com a maestrina brasileira Simone Menezes), a participação no XXVII Festival Internacional de Música da Póvoa de Varzim com a colaboração do pianista Roger Muraro, a publicação do terceiro CD e a realização de novas gravações de compositores portugueses.

22 Novembro 2004

TOPO

ORQUESTRA SINF. DO CONSERVAT. DE MÚSICA DO PORTO

A Orquestra Sinfónica do Conservatório de Música do Porto foi fundada em 1948, tendo feito a sua apresentação ao público em 21 de Junho desse ano, num concerto dirigido por Cari Achatz e com a colaboração da violoncelista Guilhermina Suggia. Cari Achatz abandonou a direcção da orquestra em 31 de Julho de 1948, seguindo--se-lhe Marius Gaillard, Frederico de Freitas, Ino Savini e Silva Pereira. Iniciou-se um novo período da sua história em Dezembro de 1956, quando a Orquestra passou a ser administrada pela Emissora Nacional, tendo retomado a sua actividade em Janeiro de 1957 com um concerto dirigido peio maestro Pedro de Freitas Branco, ern que colaborou como solista Helena Moreira de Sá e Costa.

A Orquestra Sinfónica do Conservatório de Música do Porto actuou regular e intensamente, quer em concertos públicos quer em gravações destinadas à rádio, dirigida não só por maestros portugueses como por regentes estrangeiros de grande renome, como Markewitch, Dobrowen, Sir Malcolm Sargent, Kletzky, Sir Thomas Beecham, Klemperer, Toldrá, Schuricht e tantos outros. Esta intensa actividade, a colaboração prestada às sociedades de concertos e ao Teatro Nacional de S. Carlos e o aperfeiçoamento constante dos seus quadros, deram à Orquestra um lugar proeminente entre os agrupamentos instrumentais portugueses.

Adaptado de biografia inserida no XIV Festival Gulbenkian de Música, 1970.

27 Fevereiro 2007

TOPO

ORQUESTRA SINFÓNICA JUVENIL

Fundada em 1973, a Orquestra Sinfónica Juvenil assume-se, hoje, como uma instituição fundamental no nosso panorama músico-pedagógico. Nestes 32 anos de existência, a OSJ viu passar pelos seus quadros muitos dos actuais instrumentistas das nossas orquestras, estendeu a sua acção em favor da cultura musical a todo o país, incentivou e deu a conhecer ao público muitos jovens solistas.

Em permanente renovação, o seu repertório é bastante vasto - foram preparadas mais de 500 obras abrangendo os séculos XVIII, XIX e XX. Conta nos seus quadros 90 elementos das diversas escolas de música da área de Lisboa. No Verão de 1990, a convite da UNESCO, participou num Estágio de aperfeiçoamento orquestral em Hortos (Grécia) integrando nos seus quadros jovens músicos de diversas nacionalidades. Em Julho de 2002, a "Camerata" da Orquestra Sinfónica Juvenil representa Portugal no Festival Internacional de Jovens de Tianjin, China. A OSJ mantém acordos de colaboração com congéneres na Alemanha, Luxemburgo, Espanha e China, com as quais estabelece intercâmbio de jovens músicos. Nos períodos de férias de Verão, realiza Estágios de aperfeiçoamento orquestral, habitualmente nas Regiões Autónomas da Madeira e Açores. Colabora regularmente com diversos Coros na apresentação de reportório coral-sinfónico.

Para além dos Maestros-Titulares (Alberto Nunes de 1973 - 83) e Christopher Bochmann (desde 1984) foi dirigida por Francisco d'Orey, Jorge Matta, António Saiote, Roberto Perez, Georges Adjinikos, José Palau, Andrew Swinerton, Vasco Azevedo e Julius Michalsky. A Orquestra Sinfónica Juvenil desenvolve as suas actividades com o apoio, fundamentalmente, do Ministério da Cultura, Instituto Português da Juventude e Radiodifusão Portuguesa.

25 Maio 2005

TOPO

ORQUESTRA SINFÓNICA PORTUGUESA

A Orquestra Sinfónica Portuguesa (OSP), actualmente com 110 instrumentistas, foi criada em 1993 e colocada, posteriormente, sob a administração do Teatro Nacional de São Carlos. Desde 1996, tem vindo a desenvolver actividade sinfónica, a qual, para além da sua série regular de concertos, tem incluído concertos de descentralização, participações em festivais de música e concertos para jovens. Colabora regularmente com a Radiodifusão Portuguesa através da transmissão dos seus concertos pela Antena 2 "Rádio Clássica" e da participação em iniciativas da própria RDP, a saber: Prémio Pedro de Freitas Branco para Jovens Chefes de Orquestra, Prémio Jovens Músicos-RDP e Tribuna Internacional de Jovens Intérpretes. No âmbito de outras colaborações destaque-se também a sua presença nos seguintes acontecimentos: produção da Radiotelevisão Portuguesa do 8.º Torneio Eurovisão de Jovens Músicos, transmitido pela Eurovisão para cerca de quinze países (1996); concerto de encerramento do 47º Festival Internacional de Música y Danza de Granada (1997); concerto de Gala de Abertura da Feira do Livro de Frankfurt; concerto de encerramento da Expo'98; e dois concertos no âmbito do Festival de Música Contemporânea de Alicante (2000).

A orquestra tem sido dirigida em concertos e em récitas de ópera por notáveis chefes de orquestra, tais como Rafael Frühbeck de Burgos, Wolfgang Rennert, Alain Lombard, Maxim Chostakovitch, Nello Santi, Alberto Zedda, Harry Christophers, George Pehlivanian, Michel Plasson, Michael Zilm e o compositor e maestro polaco Krzysztof Penderecki. De entre os cantores que já acompanhou, destaquem-se Gwyneth Jones, Mirella Freni, Teresa Berganza, José Carreras, Marilyn Horne, Edita Gruberova, Chris Merritt, Anna Tomowa-Sintow, James Morris, Giusy Devinu, Deborah Voigt e ainda os solistas Alicia de Larrocha, Nella Maissa, Rudolph Buchbinder, Cristina Ortiz, Régis Pasquier, Gerardo Ribeiro, Shlomo Mintz, Pepe Romero, Ana Bela Chaves, Tania Achot, Vladimir Viardo, Sequeira Costa e Pedro Burmester. A discografia da OSP conta com dois CD's, para a etiqueta Marco Polo, com as Sinfonias n º 1 e n º 5, e n º 3 e Nº 6, de Joly Braga Santos, sob a direcção do seu primeiro maestro titular, Álvaro Cassuto. José Ramón Encinar foi o Maestro Titular entre Outubro de 1999 e Abril de 2001. Entre 1997 e Abril de 2001, Wolfgang Rennert desempenhou o cargo de Maestro Convidado Principal. Zoltán Peskó assumiu o cargo de Maestro Titular da Orquestra Sinfónica Portuguesa do TNSC em Setembro de 2001.

20 Maio 2002

SINFONIETTA DE LISBOA

Fundada em 1995, a Sinfonietta de Lisboa tem como base 29 instrumentistas de corda, podendo integrar sopros ou outros instrumentos de acordo com as exigências dos programas a executar. A sua direcção está a cargo de Vasco Pearce de Azevedo (Maestro Titular) e António Lourenço (Maestro Adjunto).

A Sinfonietta de Lisboa realizou já numerosos concertos, tendo-se apresentado em Lisboa, no Centro Cultural de Belém e no Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian; no Porto, no Teatro Rivoli; e ainda em vários concelhos do País. Nestes concertos tem interpretado obras de diversos compositores desde o período barroco até ao séc. XX.

Um dos objectivos principais da Sinfonietta de Lisboa, enquanto membro da Associação Musical Ricercare, é o da divulgação de música do Século XX, em particular de compositores portugueses contemporâneos. É nesse contexto que se inserem as várias estreias absolutas que têm vindo a ser realizadas de obras encomendadas a compositores como Eurico Carrapatoso, Bernardo Sassetti, Sérgio Azevedo, Carlos Fernandes, Vasco Pearce de Azevedo, Carlos Caires, Pedro Faria Gomes e Ivan Moody. São ainda de realçar algumas primeiras audições em Portugal efectuadas pela Sinfonietta de Lisboa de obras de compositores do Século XX tais como, Alexandre Delgado, Eugénio Rodrigues e Luís Tinoco.

Depois do lançamento pela etiqueta La Mà de Guido, em Março de 2002, do CD Leonoreta, inteiramente preenchido com obras para orquestra de cordas de Eurico Carrapatoso, a Sinfonietta de Lisboa encontra-se neste momento a preparar a edição do seu segundo CD dedicado à música portuguesa contemporânea para cordas. Este trabalho é preenchido com obras de Alexandre Delgado, Sérgio Azevedo, Eugénio Rodrigues e Vasco Pearce de Azevedo.

Nos anos de 2004 e 2005, a Sinfonietta de Lisboa foi convidada a realizar o concerto de abertura da festa do Avante, tendo acompanhado os solistas Pedro Burmester, António Rosado e Mário Laginha. Participou ainda, em Maio de 2004, na gravação da música original de Bernardo Sassetti para o filme "O Milagre Segundo Salomé" do realizador Mário Barroso.

Desde 2003, a Sinfonietta de Lisboa tem colaborado, quer em espectáculos ao vivo, quer em gravações de DVDs e CDs, com artistas nacionais e internacionais tais como Caetano Veloso, Jaques Morelembaum, Carlos do Carmo, Mário Laginha, Bernardo Sassetti, Mariza, Rui Veloso, Pedro Abrunhosa, Carlos Martins e Ronda dos Quatro Caminhos.

FOTOGRAFIA

CONTACTOS

TelefoneTel. (00 351) 213 429 042

FaxFax (00 351) 213 429 042

TelemóvelTlm. (00 351) 919 586 932

SítioSítio: www.ricercare.pt

Correio electrónicoCorreio: ricercare@iol.pt

18 Janeiro 2008

TOPO