MELOTECA SÍTIO DE MÚSICAS E ARTES
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2003-2008
> ORQUESTRAS E AGRUPAMENTOS INSTRUMENTAIS
PRINCIPAL ORQUESTRA METROPOLITANA DE LISBOA LUSOCELLO ORQ. BARROCA DIVINO SOSPIRO MÁRIO SANTOS
 
ORQUESTRAS / AGRUPAMENTOS JAZZ
ORQUESTRA DE JAZZ DE LAGOS

Embora se falasse há vários anos em organizar uma Orquestra de Jazz em Lagos, a ideia nunca passou à prática. Em 2004, Hugo Alves teve os meios de poder elevar o Lagos Jazz a níveis que jamais pensou a tão curto prazo. Sem ser ainda um "grande Festival" deixou uma pegada bem mais visível. Dentro do Workshop que o Lagos Jazz carrega, além dos habituais combos de alunos, organizou uma "Big Band" de alunos, que foi um sucesso inesperado. Ainda decorria o evento e já alguns músicos lacobrigenses lhe propunham a criação de uma "big band". Fez uma proposta à Câmara Municipal de Lagos que revelou desde o início interesse no Projecto e era até então o único apoio financeiro oficial. No entanto, e face à pronta cedência de uma sala por parte do Clube Artístico Lacobrigense (um dos mais carismáticos da cidade), marcou-se o primeiro ensaio e aprontou-se uma reunião com os futuros membros (músicos). Assim, a agora Orquestra de Jazz de Lagos tem por objectivo formar o melhor possível os músicos constituintes, passar-lhes em primeiro lugar toda a informação necessária para que possam efectivamente tocar jazz.

CONTACTOS

hugo_alves@sapo.pt

14 Novembro 2004

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ORQUESTRA DE JAZZ DE MATOSINHOS

Ao longo da última década, a cidade de Matosinhos conheceu um notável impulso ao nível da divulgação e promoção do jazz. Esse desenvolvimento ficou a dever-se em grande parte à vontade e persistência de alguns músicos e amantes desta música que aí encontraram, a receptividade institucional necessária para o lançamento das suas iniciativas. A designação Héritage Big-Band, com que a orquestra iniciou a sua actividade em 1997, resultou do apadrinhamento de uma dessas forças motrizes: João Vilhena - Héritage Café. A partir de Dezembro de 1999, a Orquestra constituiu-se como Associação, passando a designar-se por Orquestra de Jazz de Matosinhos, contando desde essa altura com o apoio da Câmara Municipal desta cidade.

Ao longo dos seus cinco anos de existência, a Orquestra de Jazz de Matosinhos têm-se afirmado como uma das mais consistentes e regulares formações do jazz nacional, sendo o seu repertório nesta primeira fase inteiramente constituído por música original de Carlos Azevedo e Pedro Guedes. Durante este período de apresentações regulares no Héritage Café, a Orquestra foi ampliando o seu espaço de actuação sendo hoje um dos grupos de jazz mais solicitados em Portugal com presença assídua nos principais festivais de Jazz e nas principais salas de espectáculos. A partir de 2001, a OJM conta também com o apoio financeiro do IA/IPAE e da Casa da Música que lhe permite diversificar o seu repertório. Durante esse ano, a OJM torna-se na primeira orquestra de jazz nacional a encomendar obras a compositores Portugueses. Essa ideia culmina com o concerto de encerramento da Porto 2001 na área do jazz, onde a OJM, dirigida por Zé Eduardo, interpretou obras de António Pinho Vargas, António Pinto, Bernardo Sasseti, Carlos Azevedo, Laurent Filipe, Mário Laginha, Pedro Moreira e Zé Eduardo. Nesta ocasião, participaram como músicos convidados três solistas de prestígio mundial: Bob Berg, Ingrid Jensen e Conrad Herwig. Desde então, a OJM passa a ter, a par do seu repertório de autor, a vontade de se tornar numa orquestra versátil com capacidade para interpretar outros repertórios.

Em 2002, a maturidade e o nível da orquestra são reforçados através da parceria com o prestigiado Remix Ensemble num concerto em que é interpretado a música do célebre disco da dupla Miles Davis/Gil Evans “Sketches of Spain” dirigida pelo maestro Stephan Ashbury. Durante 2003 a OJM, com o apoio do IA/IPAE e da Casa da Música, convida a prestigiada e histórica compositora Carla Bley para dirigir a sua música no (ainda em obras) grande auditório da Casa da Música, integrado numa iniciativa chamada de “Festival em Obra Aberta”. Neste concerto, a OJM viu-se reforçada com a presença de Steve Swalow e Gary Valente. A actividade musical da orquestra tem continuado desde então com inúmeros concertos não só em Portugal mas também na vizinha Espanha. E já em 2004, o seu repertório original é mais uma vez renovado convidando um dos melhores músicos de jazz da actualidade, o saxofonista Mark Turner, que como solista faz um concerto memoravél no palco do Teatro Rivoli, no Porto. Esta é a Orquestra de Jazz de Matosinhos, um projecto de autor e para autores.

CONSTITUIÇÃO

José Luis Rego, Rui Teixeira - sax. alto
Mário Santos, Zé Pedro- sax. tenor
Mário Brito - sax. barítono
Susana Silva, Rogério Ribeiro, José Silva, Miguel Granja - trompetes
Paulo Perfeito, Álvaro Pinto, Gonçalo Dias, Daniel Dias - trombones
Paulo Pinto - guitarra
Carlos Azevedo e Pedro Guedes - piano Damien Cabaud - contrabaixo
Acacio Salero Cardoso - bateria Andrés Tarabbia - percussão
Direcção - Carlos Azevedo e Pedro Guedes

14 Janeiro 2005

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QUINTETO JAZZ DE LISBOA

O Quinteto Jazz de Lisboa foi formado em 1998 e é desde esse ano uma das formações do Jazz Português com mais discos vendidos nessa área musical.

O Principal motivo desse êxito deve-se a estrutura musical da banda que trabalha essencialmente na fusão do Jazz, com a musica de raiz popular portuguesa e o fado.

O grupo tem actuado por todo o país assim como em vários festivais de Jazz (Holanda - França - Espanha - Alemanha e Brasil).

O Quinteto tem dois CDS editados, ("Viragens" e "Coisas do Fado") e está neste momento a produzir o seu novo trabalho musical que será editado em Março de 2007.

A fusão do Jazz com a música de raiz popular portuguesa é o projecto que o Quinteto Jazz de Lisboa leva por todo o mundo, sendo por isso um dos embaixadores da música de qualidade que se faz em Portugal.

O quinteto é constituído por José Carvalho, voz, Ná Ná Sousa Dias, saxofones, Paleka, bateria, Emílio Robalo, piano e sintetizador, Paulo Neves, baixo.

11 Dezembro 2006

 
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Criado e desenhado por António José Ferreira