A Organoteca está em restruturação no interesse do utilizador comum, das pessoas que apreciam música e fotografia, arquitetura e artes, que amam o património e a terra onde vivem.
A Meloteca evolui de forma sustentada desde 2003. Começou como sítio de música sacra; meio ano após o seu lançamento, pelo próprio desígnio do nome, tornou-se um amplo espaço de músicas; plataforma para além de uma Igreja que, salvo exceções, não fomenta a música para além do básico; portal aberto para além da diocese e do país; janela para o que fazem musicalmente as regiões, e o mundo das regiões.
O sítio de músicas e artes existe como espaço virtual, mas não tem ainda a sua morada física. A Casa Meloteca é, para já, um terreno, com uma casa que deverá agilizar no futuro o acesso aos materiais que vêm sendo recolhidos há 25 anos.
É cada vez mais importante racionalizar o tempo em vista de novos gastos e investimentos.
A informação técnica sobre os órgãos é do interesse de uma minoria muito especializada mas exige um investimento desproporcionado em tempo ou formação. Há projetos de investigação na área da organística financiados por instituições culturais e científicas que vão, supostamente, ser publicados. Não faria sentido continuarmos a fazer gratuitamente um grande esforço científico e gráfico.
Em 2013, a Organoteca terá dado um salto em fotografias de qualidade dos órgãos de Portugal e do património edificado em que estão inseridos.
As informações em formato físico ou digital que são enviadas ficam em arquivo e poderão ser extremamente úteis no futuro.
António José Ferreira
10 Outubro 2010